A princesa da Neve

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A princesa da Neve

  1. 1. 'Ày' ›_'_-, ;' *grilo pcrlJnily "JWÍIIJM - Huxlrgdc par' I.1.xa Lmns~
  2. 2. En( 1mm mg mu( ferrar @ao ; mí/ Mw / .st/ yrc (zac/ xíc. . . /r A ncvc nunca caia. a geada nunca cobria os bosques nem os campos c o sol estava sempre a brilhar. O rei c n rainha dessa terra dourada eram muito II-lizcs. Elcs tinham uma filha - uma linda princesa cujo sorriso ; iquccia ainda mais m. :cus corações. No dia do seu décimo aniversário. deram uma grande (esta no Palácio do Sol. Faunílias nobres c criaturas mágicas *vieram de rodo o reino para celebrar.
  3. 3. 1 4 1 › w w 1 ! i 11. 11. . , 1,. 4. t 1 i 1 .1 1 Í i . Í¡ 1 1 ; a l . Í. a c¡ ; s r. 1 . a . ,nua a l . 1 i ¡ 5o, ¡ 1. 1. . a . a 1 . 1 s. vêr, ... mvunuwànnuwu. ..?
  4. 4. Ó 4.» V: e . Q - __ _ “ Mas. fa¡ como aconteÊê múitasprezzs nas Festas reais. um Q f r a ~ K 3 . E ' idadãf' ecídozoreieamixiha ' JL conv onesqu _E_ JF¡ a Faé ÃQÀ/ Jzg ? E à g4; ? A É - r 1,! , fã AsmvisiutomavaoPalácío sempreúofrio qugosâ: . . . cohvíàe, de alguma formafinãogocããrreu a &q; à o r; _ @agido : ç fâtívidadesâfstavamíi no auge, uma Q1055.; @eglloâbriiàasporusgo palácio. G â# e “' g @mamã-qa ardisscaFadadaNeveJlwnçando . C cm§irccç3naeles7Parecc que se esqueceram demim. e -. Crfciqgprétmqtnemmmmaísofarãascmpreqtxeolhíren; É: E? › - pañavossabelaíillmvãorecordar-sedaFadadaIÉeve, " ra ~ . oq: : trangfommoscu t E, com ; |11| ofuscante clatãowbranco, Os a afadaaa Nevêdesapggccm# 3
  5. 5. .i -  ( , .ÍÊYL "é g I i , i . .gl *l 'm onllzk* Êl-'Fgv-'jpy- -'¡-Í'AÍAÍ: II›: ›I'IU; (41010 iammãlw- : Nilo «_9='«'§¡_I(_-__+18'hi 'Jg «No all-amd. . mu. 411m- 1 nmlÍ-'ÍÍ-EÍ-i nuH$>~--<1I)m(ilo^¡k- gzúuldwxv'nmmâíohncuiuuís am gato, 'iuvft-wvutav, link! &QL-UUÍÕ-*àilâlíldiki &fim; of. .ígrí? fti¡'~'iÍ-'; pxlÉiíln -Hwl u. - qo-. mñnnu '3-»2 'tpijciru-Êllih- gif-Iúna¡ “àyzvutõ ? Islã-ñ- -Kc 5-). r 11/, anna¡ L-ryi/ ¡t/ 'Í/ I/ttdí¡»sâkzr-nloutaí. É ; x : :miau qomquiikngogy. .gp(. .Etc irívñ» qui-w p-. w- < pilot-rn». : Inu: :: oz-Ham ! UEL : naty' ¡uyegfk 5x1# 'qonkilqlll' II-I -II-k-Ivlvl-l- -z-. ll-'x-"In ir» 34h nunk- JF. _must-cú 'd'un _uuuinulzuuuiu no (uma ih uníl -lln ¡unuo-. ulik. «In any-dou pru-ata at. gajo . nu Idllkllio mu. .. . t. ir. .., .r. .ia-i. . . ; LL -~- @câ- “ ~ w ' e» VW _ . . . .
  6. 6. o Ó ó #O O . . o O o Ó Ô O o O o à. . . .. . . , +§ o# o# v# »í oâ» â í o §0 #v #o #o , l, ._ z . »uwmümw . . _ . n . u. s. . . ê.w› Ã. ›. n . mw . .eo . O ÓD< Ô Ôó Ô. . oiooooooâooo0o oo O › o e . , . T . ç o . .. o ç › ç . â . 4 É o #4 Ó o â 4 #o â
  7. 7. _ n . ' l - . ' _ - I' - . ' " . _ _ , ' v . o " ' . . . o q . ' ' O , _ . . . _ , . 'k . i . Z ' J' ' . -' 2'- - - ' . _ . ' 'n . ' l” ' ' ' . . - - ' . . ' ' . É o - M , X . . _ ' . _ _ _ -. _'_ . ' n _ I . ' ' ' o _ -. _ , ' . o _ . n . ' n w ' . ' . . . . . -' a n ' _ . a c I u _ Í ' o ' . ' - . - _ . ¡ › _ , . , . . . F n '. u ' . o . n . - 4 I ¡ . - '. . '. ' o -'I _ ' - k . u n' ' _ . . ¡ímnritÍan-_wcí- ai» daglshlríg-ÍO, àaJkr-'imíf vi-'Íi-x-zaeiz âàngínsr-Í. - - aninho ulálign- 'rgírxz' 54h! 3( ' i l i . f n' , ;u . 1 . '. ' ' '- ' jnug-Iasxv-'gñvá : (9o: 'an ãmivle. nnÉxi--Ivxainuniiá-díxúolhít. ' X ' J' « a i . . i ' . - 'i A' . ' c r. . - . .- ' ' n . . _ - o Io ' '. . o cnc da! ! nie, n: :mir 'Il fim', :çgnhllzkuilox ›Yc); "f"ic1›: ic : cinza-Fale ql: (magna -. _ __ ' - _' ' ' . . ' V _A . t _N_ › ' « : ' l . o . _ . ' , . › - . › a . ' I' , .. . gxãnucmugaqaugro grau noulúuliiox nnne'um_. anti. aggâhnnagn. _ Ênio : an: muito qm'- _ u . . x'. ' A , ›' - _ ' ' Í ^ i' - ' 0.' ~ 1gllilinhk* QIU1IÍÍ1IIÍ_: QN! ¡I Suraya-a» vjsilzix - . a _ _ 1 _, . _ -. . _ _ , t . ~ . 't ' I o '_ o 31': out'. 'ih t. ? u): _ -b -_ _ - › , _. V - l - 'nu *iram í: dliñnxaih-k 7. n) : Muniz . ' ' . ' . ' - ' ° . . 1 ' ' _ ' *- ' . -i _ ' ' › . I _ . l l ' i ' n - _ , . _ ' ' . _ l _ . ' _ _ - au &igual; _uotàiuuhná _' ' ' - - - '
  8. 8. Mas a princesa nem sempre estava sozinha. Por vezes, os animais que viviam no alto da montanha vinham visita-Ia. Cerro dia, ficou encantada com a visira de um urso branco! Não fazia ideia de onde ele rinha vindo. mas ele cra tão simpático que ela o convidou a Bear. l' Mw rÃ/ (I/ [ll/ “Ít / ir/ ur. c seremos bons amigos. . disse a princesa. fazendo uma carícia no seu desgrenhado pêlo. A ora. a rincesa linha com ucm brincar rodos os dias - S P al rôm com uem arinar no salão elado e deslizar S pelos escorregadios corrimõcs. O Artur até era bom a fazer bonecos dc neve e ursos de neve!
  9. 9. f; . . VSGJC "lili , o 'à a ¡lIcÍl . Í. o Í . . . .e . . e
  10. 10. Prata/ rim¡ 'Je' 41/1105¡ ; uma c a princesa tomou-se numa linda jovem mulher. Belos pn vinham de longe. acreditando que se a beijassem. conseguiriam terminar com a maldição 1.1x pela Fada da Neve. Casando com a princesa c herdando todo o reino. Sempre que sc aproximavam do palácio de geloí a princesa observava-os da mais alta torre, na esperança de que a pudessem salvar. Porém, o desfecho era sempre o mesmo. .. 91;. ¡pes apenas chegavam . uras , ongelavam sempre¡ x caminho até ao palácio »uy Por Eça¡ cheio as ¡maduras gelada 'C¡Pes.
  11. 11. o eia em ue o ú imo rinci e o reino cn ou N i q lt d t r resgata-la e falhou. a princesa ficou tão triste que caiu num pranto de lágrimas. Artur tentou reconfbrtá-la, ;icariciando o seu ombro com a sua para tseluda. Por vezes. os soluços da princesa davam lugar a profundos strspiros. e ela olhava. agradecida. para os olhos temos de Artur. $
  12. 12. 'Talvez eu não tenha motivos para estar triste; murrnurou a princesa. 'Eu já tenho os meus melhores amigos sempre comigo' A princesa inclinou-se e beijou Artur no nariz. Assim que os seus lábios tocaram no focinho do urso. deu-se um [att/ uu ; vá/ in e ele desapareceu. sua frente já não estava o querido urso branco. ..
  13. 13. 'u n. “Po,
  14. 14. Sllil um A' / zf/ !r/ /zrz "És 'nalmentel' gritou. 'Pensei que nunca me beijarias! A princesa estava perplexa. b; x "Quem és m2* perguntou. "E o que fizeste ao d¡ n p¡ p meu amigo ArturÍ ll J *E11 . rc-vz 1-' / ir/ I/r. Princesa. - respondeu. 3 › "Eu sou um príncipe da neve e vim _ . / d! de um castelo de gelo de um reino distante. - Curiosamente. o príncipe também tinha “à 33-3. ¡ g. 'r uns pais distraídos. »Eles tinham-se h' , _ , 1 Í_ , - 4 _ I Í - ' ' ' -, : ›_ ' . 'n esquecido de convidar o rude c mal-humorado - o 1 1 'X *Í ) _ -í ' ' ' , r . . . . , ~_ . Ã , /' " / Ívfzavm Ázwm para a festa do décimo aniversário do Artur, por isso. ele amaldiçoou-o. transformando-o num Qurso!
  15. 15. N» . Ó à O Ô 22hs
  16. 16. . . _- M¡ , - . - Ílll' #31 . , n C _ 'e à i ' u¡ J l l ' 'v q' V1 l O principe . iclorava viver no palacio clc gelo e . idorava - _c_ . i princesa. Pouco tempo* “pois, PCdlll-. l em casamento. _ Felizmente. não se esqueceram¡ de convidar I/ /l/ /i/ I/r/ /l para ; i festa. .ainda que alguns convidados . ipenas , _ . i pudessem licar por alt-z minutos. Ç. .Issinl. _%'_ a l . . . o › l o principe e . i IJHIICCSAI viveram felizes . para sempre. com os seus corações - Cl.1Çl0$ . i brilhar de amor. *O g _ _ _ o (ln xr e ~ " l . c. _ V' . _._ “ - v¡ ^' , z -' ' ( *,431 . _ 9 = ' »v ^ o . . _g_ c . e '" Ô (gn ° n; “ '› ' . - . .g -4 r 1 ea . '
  17. 17. H 0'¡ ›Lr› _o v . .. à . e . :: han ! il 9.x. 9. ta. .
  18. 18. A í A _ L/ f' . f: . f: *7f3u~. t'f5'zt'j' 4-. 'x- ›- às 'na : o É v1' w. " 1' ›; '*›_: '*›_y* _* «f g: .t. ? AÍ »Ã 'Hex' 'Gu' 49."? . r v; ."Í. U *h¡Stó r ¡a *

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