Seu amor soberano por anne dutton

409 visualizações

Publicada em

Seu amor soberano por anne dutton

Publicada em: Espiritual
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
409
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
135
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
3
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Seu amor soberano por anne dutton

  1. 1. SEU AMOR SOBERANO!
  2. 2. Facebook.com/oEstandarteDeCristo OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo 2 Traduzido do original em Inglês Anne Dutton's Letters on Spiritual Subjects • His sovereign love! By Anne Dutton Via: GraceGems.org Tradução por Amanda Ramalho Revisão por Camila Almeida Capa por William Teixeira 1ª Edição: Julho de 2015 Salvo indicação em contrário, as citações bíblicas usadas nesta tradução são da versão Almeida Corrigida Fiel | ACF • Copyright © 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. Traduzido e publicado em Português pelo website oEstandarteDeCristo.com, com a devida permissão do website Gracegems.org, sob a licença Creative Commons Attribution-NonCommercial- NoDerivatives 4.0 International Public License. Você está autorizado e incentivado a reproduzir e/ou distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, as fontes originais e o tradutor, e que também não altere o seu conteúdo nem o utilize para quaisquer fins comerciais.
  3. 3. Facebook.com/oEstandarteDeCristo OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo 3 Seu Amor Soberano! Por Anne Dutton [Cartas de Anne Dutton Sobre Temas Espirituais • His sovereign love!] Prezado Senhor, Alegro-me que o Senhor muitas vezes refrigerou a sua alma com a grandiosa palavra (Jere- mias 31:3), “Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí”. Estas palavras que foram ditas pelo Senhor à Sua Igreja e povo no passado, são faladas por Ele ao Seu povo agora, e para todos os que serão chamados pela graça até o fim dos tempos. E sobre todos eles, mesmo todos os Seus escolhidos, que foram, são ou serão reunidos em Cristo desde o princípio do mundo até o fim de tudo, como um corpo coletivo, e para cada um deles individualmente, o Senhor diz: “Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí”. Quando o Senhor (versículo 2) havia dado ao Seu povo a compreensão da graça que eles encontraram no deserto, quando, embora castigados eles não foram completamente destruídos, como os seus pecados mereciam — a Igreja, tomada com essa maravilhosa graça, que foi exibida no deserto em poupar e preservar um povo tão provocador a Deus, que merecia ter sido cortado totalmente, e não ter tido a pro- messa cumprida gloriosamente na terra de Canaã, ela vem e diz (versículo 3): “Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo”, ou seja, no deserto. “Oh”, como se ela dissesse: “que milagres da graça o Senhor efetuou para mim no deserto!”. Sobre o que o Senhor fala, e leva-a à origem, nascente e fonte da graça em Seu próprio coração, de onde esse fluxo glorioso surgiu através de Sua mão que tão grandemente tocou a sua mente — “Sim”, diz o Senhor, “você disse verdadeiramente, Eu apareci a você glo- riosamente no passado — mas eis que o Meu amor por você era mais antigo do que essa data! Com amor eterno te amei — com um amor de eternidade, que tem estado em Meu coração por você antes que o tempo começasse — e, portanto, Eu te atraí, assim, com bondade no deserto, e tenho atraído você da mesma forma para a terra de descanso”. “Sim”, diz o Senhor, “olhe para frente também para toda felicidade futura que Eu farei com que você possua — não por um dia ou apenas uma vez, mas através de todos os tempos — e por toda a eternidade. E eis sustento seguramente tudo isso para você, para derramar sobre você o Meu amor do coração — Pois, Eu te amei com um amor eterno — com um amor por você que durará por todas as sucessivas eras de tempo, por uma eternidade sem
  4. 4. Facebook.com/oEstandarteDeCristo OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo 4 fim. Eu te amei, e, portanto, com benignidade te atraí — Eu te amo, e Eu te amarei, e com bondade Eu te atraí. A fonte infinita, o imenso oceano do Meu amor, ainda fluirão sobre você em ribeiros abundantes de bondade, por que Eu ainda vou atrair e chamar você, até que Eu tenha te atraído para e em Mim mesmo, para um completo gozo do amor infinito à felicidade desconhecida e eternidade sem fim — até as alturas da glória — em e para uma vasta eternidade!”. Se o amor de Deus para com o Seu povo é um amor eterno, uma vez que diz respeito à eternidade passada, é necessário que seja um amor livre, na medida em que foi estabele- cido em Seus escolhidos em Cristo antes de terem feito o bem ou o mal — sim, mesmo antes, na mente eterna de Deus, que eles fossem vistos como tendo qualquer bondade neles, pois não pode haver bondade em qualquer criatura, além do que Deus resolveu dar- lhe a partir de Si mesmo — o oceano infinito da bondade. E o Seu decreto de conceder bondade, bondade especial, ou graça especial, a uma criatura e não a outra, vem de Seu amor soberano por uma criatura — quando Ele passou, ou não amou assim a outro, se- gundo o beneplácito de Sua vontade; não porque o povo de Deus era melhor que outros, o Senhor estabeleceu o Seu amor sobre eles e os escolheu, mas porque o Senhor os amou. Ele os amou porque Ele quis amá-los, porque Ele quis ter compaixão de quem Ele teve compaixão, e mostrou misericórdia a quem Ele quis mostrar misericórdia. Ah, quão silenciosa deveria estar toda a carne diante da infinita soberania, e como deveriam adorar o soberano livre amor aqueles que são os felizes objetos do mesmo! E como o amor de Deus para com o Seu povo é livre, também é distintivo — Eu te amei, diz o Senhor — e não a outros — “Amei Jacó, mas odiei a Esaú”, embora Esaú fosse o irmão de Jacó. Oh, a natureza distintiva do amor eterno de Deus quando Ele escolheu um remanescente em Seu Filho amado para a vida eterna e glória com Ele, e deixou o restante em um estado de criaturas caídas, para desfrutar de uma perfeição da vida natural por um curto período de tempo apenas em felicidade do Éden, em seu primeiro pai Adão; quando Ele designou Seu eleito para alcançarmos a salvação por Jesus Cristo como futuros pecadores, e nomeou justamente o restante à ira por seus pecados. Oh, quem deve responder contra o Senhor soberano de todos? “Não faria justiça o Juiz de toda a terra?”. E que tipo de amor é este, que resolveu mostrar as riquezas de Sua glória a milhares de pessoas, um grupo incontável embora um número determinado, em criá-los para a glória eterna, quando todos estavam igualmente afundados na Queda de Adão, e por seus próprios pecados para o deserto da morte, em miséria eterna? Amor soberano, de fato! E tão grande quanto era soberano — foi com grande amor que Deus amou Seus elei- tos, mesmo quando mortos em pecados. E como esta grandeza foi demonstrada na grande
  5. 5. Facebook.com/oEstandarteDeCristo OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo 5 dádiva da morte de Seu Filho por suas vidas, e o dom do Espírito para eles por sua vivifi- cação! Mais uma vez, como o amor de Deus é um amor eterno com relação à eternidade por vir, ele parece nisso ser um amor imutável. O que é eterno deve, em relação a essa duração infinita, ser imutável. E através de todo o espaço sem limites, de eternidade através do tempo e à eternidade — o amor de Deus pelo Seu povo é imutável de acordo com a Sua própria glória infinita, a partir da imutabilidade de Sua natureza cujo nome é, EU SOU O QUE EU SOU! Aquele é o Senhor que não muda. Oh, meu caro senhor, o amor eterno de Deus é um amor livre, soberano, distintivo, grande, e imutável! É um amor inseparável. Os objetos felizes dele nunca, nunca podem ser separados dele! Nem a morte, nem a vida, nem alturas ou profundidades, as coisas presentes nem coisas por vir, jamais serão capazes de separá-los do amor de Deus! O amor de Deus pelo Seu povo é um oceano sem fim, sem limites, sem fundo que engole seus pecados inumeráveis e montanhosos em suas profundezas infinitas, que transborda todas as suas grandes pro- vocações, a sua mais vil ingratidão, sua maior indignidade, e que sempre flui em sua força triunfante, e de acordo com Suas riquezas infinitas, para o suprimento completo de todas as suas necessidades, até que tenha amado os Seus amados objetos em Sua própria ima- gem de acordo com sua medida de criatura; até que tenha amado, de modo a remover todo o pecado deles, e colocar toda a graça neles; até que tenha libertado de toda a morte e miséria, e os erguido nesse amor como o elemento de suas vidas; e, em seguida, será para eles, como vasos de misericórdia, um oceano infinito de alegria e glória, onde eles devem viver, e banhar-se, e mergulhar para o louvor da glória do amor infinito pelos séculos sem fim de uma eternidade feliz! Mas oh, nem as línguas dos homens nem dos anjos podem expressar, muito menos o mani- festar do balbuciar de um bebê, a metade — a milésima parte — das glórias infinitas do amor eterno de Deus! Feliz, três vezes feliz, para o tempo e para a eternidade, são aquelas almas abençoadas que salvificamente participam deste amor eterno de Deus; que fruem e devem aproveitá-lo para sua felicidade inefável e infinita, embora a milésima parte das glórias do amor infinito nunca possam ser expressas. Mas quem, oh! quem são aqueles que são os objetos do amor de Deus, os queridos do coração de Deus, a quem Ele amou e Se deleitará em amar, e amar como Deus, desde agora e para sempre? Eles são todos aqueles que são capacitados a crer em Jesus, que procuram, que vêm, que se curvam a Cristo como o Salvador ungido para sua própria salva-
  6. 6. Facebook.com/oEstandarteDeCristo OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo 6 ção; que desejam Cristo acima de todas as coisas com a sua porção, e dão-se a si mesmos ao Senhor, para serem salvos nEle com uma salvação eterna, para o louvor da glória de Sua graça para sempre. Pois este amor eterno de Deus, este amor livre, distintivo, grande, imutável e inseparável de Deus está em Cristo Jesus nosso Senhor. NEle o amor foi fixado sobre os felizes objetos do mesmo, e nEle ele é e será apreciado por eles. Nem um único, que está em Cristo pela fé, se dirige à Ele, a Cidade de Refúgio, para a sua libertação da ira vindoura — é senão, um objeto do amor de Deus, tem um completo e eterno interesse salvífico no amor eterno de Deus, e terá o prazer presente e eterno do mesmo, em sua atual vida espiritual na graça, e para a sua vida eterna na glória. E é você, irmão, um dos que creem em Jesus? Você é um daqueles que desejam-nO acima de todas as coisas com a Sua porção? Você corre para Cristo para Refúgio da ira vindoura? E você deseja ser salvo no Senhor para o Seu louvor presente e eterno? É você, você, individualmente, aquele que é um objeto do amor de Deus. É você tão realmente como se Ele tivesse amado ninguém além de você! É você aquele que tem um interesse inteiro e eterno no amor eterno de Deus! Você daria milhares de mundos se você os tivesse, para ter certeza de seu interesse no amor imutável de Deus? Você está assim sedento por esse rio, essa fonte, esse oceano de água da vida? Embora você não tenha mil mundos, não, nem um ácaro de merecimento para dar para a manifestação do amor de Deus, Cristo Jesus, o Senhor lhe dará desta fonte da água da vida livremente. Oh, livremente! Que você possa ver-se ser o mais indigno, embora seus pecados e medos sejam inumeráveis, que você tenha feito tantas coisas más, quanto você poderia contra o Senhor, e apesar de ter agido aleivosamente, e seja inclinado a desviar-se dEle diariamente — o Senhor, seu aman- te infinito, vai lhe dar o Seu amor livremente! Ele satisfará a sua alma abundantemente nes- ta vida com alegria, e depois, a glória eterna! Você que está sedento pelo amor de Deus, você não morrerá por falta dele. Não, irmão, sua alma é formada para o amor, e feita ter sede, a fim de ser preenchida, e com toda a plenitude de Deus, no amor, você será feliz e eternamente satisfeito! Em amor, então, ao Deus de amor, não duvide mais de Seu amor. Acredite no Seu amor, e dê a si mesmo à Ele em amor, o Deus do amor e da paz será com você. Sola Scriptura! Sola Gratia! Sola Fide! Solus Christus! Soli Deo Gloria!
  7. 7. Facebook.com/oEstandarteDeCristo OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo 7  10 Sermões — R. M. M’Cheyne  Adoração — A. W. Pink  Agonia de Cristo — J. Edwards  Batismo, O — John Gill  Batismo de Crentes por Imersão, Um Distintivo Neotestamentário e Batista — William R. Downing  Bênçãos do Pacto — C. H. Spurgeon  Biografia de A. W. Pink, Uma — Erroll Hulse  Carta de George Whitefield a John Wesley Sobre a Doutrina da Eleição  Cessacionismo, Provando que os Dons Carismáticos Cessaram — Peter Masters  Como Saber se Sou um Eleito? ou A Percepção da Eleição — A. W. Pink  Como Ser uma Mulher de Deus? — Paul Washer  Como Toda a Doutrina da Predestinação é corrompida pelos Arminianos — J. Owen  Confissão de Fé Batista de 1689  Conversão — John Gill  Cristo É Tudo Em Todos — Jeremiah Burroughs  Cristo, Totalmente Desejável — John Flavel  Defesa do Calvinismo, Uma — C. H. Spurgeon  Deus Salva Quem Ele Quer! — J. Edwards  Discipulado no T empo dos Puritanos, O — W. Bevins  Doutrina da Eleição, A — A. W. Pink  Eleição & Vocação — R. M. M’Cheyne  Eleição Particular — C. H. Spurgeon  Especial Origem da Instituição da Igreja Evangélica, A — J. Owen  Evangelismo Moderno — A. W. Pink  Excelência de Cristo, A — J. Edwards  Gloriosa Predestinação, A — C. H. Spurgeon  Guia Para a Oração Fervorosa, Um — A. W. Pink  Igrejas do Novo Testamento — A. W. Pink  In Memoriam, a Canção dos Suspiros — Susannah Spurgeon  Incomparável Excelência e Santidade de Deus, A — Jeremiah Burroughs  Infinita Sabedoria de Deus Demonstrada na Salvação dos Pecadores, A — A. W. Pink  Jesus! – C. H. Spurgeon  Justificação, Propiciação e Declaração — C. H. Spurgeon  Livre Graça, A — C. H. Spurgeon  Marcas de Uma Verdadeira Conversão — G. Whitefield  Mito do Livre-Arbítrio, O — Walter J. Chantry  Natureza da Igreja Evangélica, A — John Gill OUTRAS LEITURAS QUE RECOMENDAMOS Baixe estes e outros e-books gratuitamente no site oEstandarteDeCristo.com. — Sola Scriptura • Sola Fide • Sola Gratia • Solus Christus • Soli Deo Gloria —  Natureza e a Necessidade da Nova Criatura, Sobre a — John Flavel  Necessário Vos é Nascer de Novo — Thomas Boston  Necessidade de Decidir-se Pela Verdade, A — C. H. Spurgeon  Objeções à Soberania de Deus Respondidas — A. W. Pink  Oração — Thomas Watson  Pacto da Graça, O — Mike Renihan  Paixão de Cristo, A — Thomas Adams  Pecadores nas Mãos de Um Deus Irado — J. Edwards  Pecaminosidade do Homem em Seu Estado Natural — Thomas Boston  Plenitude do Mediador, A — John Gill  Porção do Ímpios, A — J. Edwards  Pregação Chocante — Paul Washer  Prerrogativa Real, A — C. H. Spurgeon  Queda, a Depravação Total do Homem em seu Estado Natural..., A, Edição Comemorativa de Nº 200  Quem Deve Ser Batizado? — C. H. Spurgeon  Quem São Os Eleitos? — C. H. Spurgeon  Reformação Pessoal & na Oração Secreta — R. M. M'Cheyne  Regeneração ou Decisionismo? — Paul Washer  Salvação Pertence Ao Senhor, A — C. H. Spurgeon  Sangue, O — C. H. Spurgeon  Semper Idem — Thomas Adams  Sermões de Páscoa — Adams, Pink, Spurgeon, Gill, Owen e Charnock  Sermões Graciosos (15 Sermões sobre a Graça de Deus) — C. H. Spurgeon  Soberania da Deus na Salvação dos Homens, A — J. Edwards  Sobre a Nossa Conversão a Deus e Como Essa Doutrina é Totalmente Corrompida Pelos Arminianos — J. Owen  Somente as Igrejas Congregacionais se Adequam aos Propósitos de Cristo na Instituição de Sua Igreja — J. Owen  Supremacia e o Poder de Deus, A — A. W. Pink  Teologia Pactual e Dispensacionalismo — William R. Downing  Tratado Sobre a Oração, Um — John Bunyan  Tratado Sobre o Amor de Deus, Um — Bernardo de Claraval  Um Cordão de Pérolas Soltas, Uma Jornada Teológica no Batismo de Crentes — Fred Malone
  8. 8. Facebook.com/oEstandarteDeCristo OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo 8 2 Coríntios 4 1 Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; 2 Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. 3 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. 4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. 6 Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. 7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. 8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. 9 Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; 10 Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; 11 E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal. 12 De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida. 13 E temos portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos. 14 Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco. 15 Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus. 16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. 17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; 18 Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.

×