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  1. 1. Círculo de Estudos 1 Distrito: Faro DATA: Fevereiro-Julho de 2010 DESIGNAÇÃO: Acção de Formação A Biblioteca Escolar – instrumentos de desenvolvimento curricular REGISTO DE ACREDITAÇÃO: CCPFC/ACC 61427/09 - ACÇÃO Nº 1 Formando: Paulo Sousa Quadro de referência europeu – Competências-chave: Face àquilo que se diz serem as novas exigências do mundo contemporâneo que, pela mão de Apocalípticos Anónimos, Egoístas Transcendentais e dirigentes que aparentemente sofrem de déficit de atenção e concentração, ameça cortar aos cidadãos comuns o direita alguns anos de tediosa reforma e outras regalias sociais que dantes se considerava serem dignificadoras dos seres humanos, a União Europeia resolveu identificar um conjunto de competências-chave que serve de referência ao desenvolvimento do trabalho educativo nas escolas. A Lei de Bases do Sistema Educativo previa estes e mais alguns, salvo o facto de os computadores Amstrad e Spectrum, que então eram a crista da onda da informática para os cidadãos comuns (salvo a máquina de jogos Pac-Man do café da esquina, que sorvia todas as moedas de 5$00 que pudessem ser furtivamente surripiadas às carteiras das mães da vizinhança) não permitir prever ainda a importância que hoje teriam as literacias digitais (na altura, o auge da destreza da digitação dividia-se entre a dactilografia numa velha máquina Olympia e as chaves de um clarinete ou de outro instrumento musical). Na tabela abaixo apresento as quatro competências que considerei mais importantes para orientar o trabalho a desenvolver na BE, por estarem mais próximas do trabalho de rotina que nesta se pode realizar e da vocação clássica das bibliotecas. Foi particularmente difícil preterir as competências matemáticas e científicas, mas acabei po reconhecer que a descrição que delas se fazia apontava para competências a desenvolver a um nível técnico e teórico específico, que sai um bocado fora do âmbito do trabalho do bibliotecário e que apenas pode ser desenvolvido por um bibliotecário com formação naquelas áreas.
  2. 2. Círculo de Estudos 2 Distrito: Faro DATA: Fevereiro-Julho de 2010 DESIGNAÇÃO: Acção de Formação A Biblioteca Escolar – instrumentos de desenvolvimento curricular REGISTO DE ACREDITAÇÃO: CCPFC/ACC 61427/09 - ACÇÃO Nº 1 Competências Descrição Actividades a desenvolver 1. Comunicação Capacidade para expressar e interpretar pensamentos, - Organizar uma oficina de escrita criativa. na língua sentimentos e factos tanto na forma oral como na escrita - Clube de leitura on-line (Moodle) materna no conjunto dos contextos sociais e culturais. - Publicação de trabalhos on-line 4. Competência Confiança e a utilização crítica da Sociedade da - Organizar uma oficina de escrita criativa. digital Tecnologia e Informação (STI). Esta competência está - Oficina: Estruturação de trabalhos e ensaios relacionada com o pensamento lógico e crítico, com a - Clube de leitura on-line (Moodle) capacidade de manipular informação de elevada - Publicação de trabalhos on-line. complexidade e com o desenvolvimento de competências - Criação de páginas Wiki para desenvolvimento colectivo de pesquisas temáticas. comunicacionais apropriadas. No seu nível mais básico, - Oficinas: comunicar com o e-mail (trabalhos de grupo e trabalhos de casa); as competências STI compreendem o uso de tecnologia Formatação de páginas e organização de trabalhos; Uso seguro da Internet; multimédia para pesquisar, aceder, armazenar, produzir, Pesquisar na Internet; Citar ou plagiar: responsabilidade e direitos de autor. apresentar e trocar informação e a capacidade para comunicar e participar em redes através da Internet. 5. Aprender a Aprender a aprender compreende a disposição e a - Criação de guiões de trabalho de projecto aprender capacidade para organizar e regular a própria  Literacia da informação aprendizagem, tanto individualmente como em grupo.  Definir objectivos e planear etapas e distribuição de tarefas e recursos Inclui a capacidade para controlar o tempo necessário  Técnicas de recolha, resumo e síntese para a resolução de problemas, e para adquirir,  Trabalhar com esboços e rascunhos processar, avaliar e assimilar novos conhecimentos e sua  Trabalho em grupo: discussão, consenso, distribuição de tarefas, aplicação. Em termos mais gerais, aprender a aprender autonomia, compromisso contribui para a gestão vocacional e profissional de cada - Colaboração com professores que pretendam trabalhar com projectos, aplicando pessoa. (e adaptando) os guiões. 8. Expressão Apreciação da importância da expressão criativa de - Organizar uma oficina de escrita criativa. cultural” ideias, experiências e emoções numa vasta amplitude de - Clube de leitura on-line (Moodle) diferentes modalidades de expressão artística, incluindo a - Publicação de trabalhos on-line música, a expressão corporal, as artes plásticas e a - Concursos de poesia, conto e crónica literatura. - Estudo com vista à formação de um clube de teatro. Obtera colaboração de professores (ou grupos de alunos) que queiram desenvolver projectos nesta área, para observar e avaliar os processos que poderão permitir ou dificultar a realização
  3. 3. Círculo de Estudos 3 Distrito: Faro DATA: Fevereiro-Julho de 2010 DESIGNAÇÃO: Acção de Formação A Biblioteca Escolar – instrumentos de desenvolvimento curricular REGISTO DE ACREDITAÇÃO: CCPFC/ACC 61427/09 - ACÇÃO Nº 1 do projecto do clube de teatro – conversão, numa primeira fase, num teatro de fantoches ou de sombras chinesas? ...Eis as competências preteridas 6. Competências interpessoais, As competências interpessoais englobam todas as formas de comportamento que uma pessoa deverá dominar de interculturais e sociais e competência forma a participar eficientemente e a resolver conflitos na vida social, em interacção com outros, em contextos cívica pessoais, familiares e públicos. O âmbito das competências cívicas é mais alargado do que o das competências interpessoais em virtude da sua presença ao nível societal. O civismo pode ser entendido como um conjunto de competências que permitem que uma pessoa participe activamente na vida pública. 7. Espírito empresarial Empreender engloba uma componente activa e uma componente passiva, este conceito pode ser entendido como uma propensão para inovar mas também como a capacidade para acolher e desenvolver a inovação proveniente de factores externos. Inclui acolher a mudança, assumir responsabilidades pelas próprias acções, a formulação de objectivos e a tentativa do seu cumprimento e a vontade e motivação para o sucesso. 2. Comunicação em línguas Capacidade para compreender, expressar e interpretar pensamentos, sentimentos e factos na forma oral como na estrangeiras escrita em contextos sociais e noutras línguas para além tanto culturais da materna ou das línguas oficiais de instrução escolar, de acordo com desejos e necessidades pessoais. 3. Competência matemática e No seu nível mais básico, a literacia matemática compreende o uso das operações elementares, de percentagens e competências básicas em ciências e fracções no âmbito do cálculo, com a finalidade de resolução de problemas. Num nível mais complexo envolve a tecnologia capacidade e motivação para usar modelos de pensamento matemático, e sua respectiva representação, com aplicação universal na explicação e descrição da realidade. Capacidade para mobilizar os conhecimentos e a metodologia utilizados no campo da ciência para explicar o mundo natural. A competência em tecnologia é considerada como a aplicação do conhecimento científico de forma a modificar o ambiente como resposta aos desejos e necessidades humanas.

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