Aula Ppp 2 Pai Em Tp

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Aula Ppp 2 Pai Em Tp

  1. 1. Preparação para o Parto Enfª Isabel Comparada Serrão
  2. 2. O PAI EM PREPARAÇÃO PARA O PARTO
  3. 3. O que é o auto-controle?
  4. 4. AUTO-CONTROLE DOR <ul><li>Read a dor do TP é causada pelo medo </li></ul><ul><li>tríade medo – tensão – dor </li></ul>
  5. 5. causas do MEDO <ul><li>SUGESTÃO </li></ul><ul><li>IGNORÂNCIA </li></ul><ul><li>SOLIDÃO </li></ul><ul><li>A mulher é sugestionada negativamente desde criança </li></ul><ul><li>O ambiente hospitalar é psicotóxico </li></ul><ul><li>CRIAR IMUNIZAÇÃO PSICOLÓGICA </li></ul><ul><li>ideias falsas e fantasiosas sobre a gravidez e TP </li></ul><ul><li>Falta da amparo psicológico </li></ul><ul><li>Grande importância à influência sugestiva </li></ul><ul><li>do cuidador </li></ul><ul><li>Encorajar, explicar e instruir </li></ul>
  6. 6. Ao actuar nas causas do medo ( educação e preparação física ) colaboração auto-controle MEDO TENSÃO DOR
  7. 7. PAPEL DO ACOMPANHANTE NO TP <ul><li>PROMOTOR DO AUTO-CONTROLE DA PARTURIENTE NO 1º ESTADIO DO TP </li></ul>
  8. 8. A intervenção cuidativa durante o processo de nascimento tem vindo a sofrer alterações que visam, entre outras, a humanização do atendimento ao casal grávido em contexto hospitalar A literatura consultada aponta para :
  9. 9. A literatura consultada aponta para : <ul><li>Com a hospitalização do nascimento, emergem algumas necessidades como a inserção do acompanhante no contexto do TP dentro do hospital, na tentativa de diminuir ao impacto com um ambiente estranho e o sentimento de solidão </li></ul><ul><li>Na visão do casal, a participação do pai no TP e Parto, está directamente relacionada com o sentimento de segurança e tranquilidade </li></ul><ul><li>A escolha do acompanhante/pai está relacionada com o FORTALECIMENTO DOS LAÇOS FAMILIARES e com a afirmação da PATERNIDADE ( Storti, 2004 ) </li></ul><ul><li>As expectativas da mulher em relação ao papel do acompanhante limitam-se ao apoio emocional </li></ul>
  10. 10. A literatura consultada aponta para : <ul><li>O suporte oferecido à parturiente durante o TP e Parto pode ser oferecido de diversas formas e por pessoas diferentes, sendo evidente o benefício desse suporte para a mulher, reduzindo o sofrimento, a ansiedade e o medo, tornando o processo do parto o mais natural e menos traumático possível </li></ul><ul><li>( Louro, 2002 ) </li></ul><ul><li>É reconfortante a presença de 1 membro da família como acompanhante, pois a parturiente sente-se mais segura e confiante </li></ul><ul><li>( Louro, 2002 ) </li></ul><ul><li>A figura do companheiro surge vinculada com as questões emocionais, estando directamente relacionada com a diminuição do nível de stress materno ( Louro, 2002 ) </li></ul>
  11. 11. A literatura consultada aponta para <ul><li>Inserir o acompanhante é um dos aspectos da humanização da assistência, para além de ser uma prática baseada em evidências científicas </li></ul><ul><li>( OMS, 1996 ) </li></ul><ul><li>A questão do envolvimento do acompanhante no TP e Parto tem si do amplamente discutida, como facto r indispensável na mudança do paradig ma de atendimento </li></ul><ul><li>Os profissionais de saúde frequentemente separam a mulher d a sua família e amigos, do companheiro …. Argumentando que tal é para sua segurança e bem-estar. Estas separações são altamente prejudiciais e a sua manutenção é inaceitável (Diniz, 2003 ) </li></ul>
  12. 12. A literatura consultada aponta para <ul><li>Riveros ( 2000 ), traz dados que comprovam o desejo dos maridos terem uma maior participação do TP e Parto, mas muitas vezes se sentem impossibilitados devido às normas hospitalares </li></ul>
  13. 13. A literatura consultada aponta para <ul><li>A expectativa dos pais quanto ao acompanhamento presencial e de apoio a prestar durante o TP e Parto, foram válidas , já que produziram respostas positivas nas mulheres, reduzindo a dor, aumentando o seu envolvimento e promovendo vínculos familiares precoces </li></ul><ul><li>( Bartels, 1999 ) </li></ul><ul><li>Bessa ( 2002 ) evidenciou que a presença de uma companhia, principalmente do marido, para oferecer suporte emocional e psicológico durante o internamento, constitui o desejo da maioria das mulheres estudadas </li></ul>
  14. 14. A literatura consultada aponta para <ul><li>Waldenstrom ( 1999 ) estudou a experiência de mulheres sobre a presença do companheiro durante o TP e Parto. A experiência foi percebida como positiva, ocorrendo diminuição da ansiedade materna e paterna, além da diminuição da dor durante o TP </li></ul><ul><li>Comprovadamente, a presença do acompanhante também influencia o bom andamento do TP e Parto, proporcionando benefícios que estão directamente ligados ao processo de humanização ( Klaus, 1986; Kennel, 1991) </li></ul><ul><li>Hofmayer et al ( 1995 ),apontam para o efeito psicossocial benéfico deste apoio , pela constatação da diminuição de ansiedade e de depressão no pós-parto </li></ul>
  15. 15. Pai grávido /em TP <ul><li>Como ACTUAR ? </li></ul>
  16. 16. observar <ul><li>Novos códigos de comunicação </li></ul>
  17. 17. PAI <ul><li>Enfatizar área de actuação do pai ( o que pode fazer ) para a promoção do auto-controle </li></ul><ul><li>Avaliação inicial – acolhimento </li></ul><ul><li>Conhecimentos </li></ul><ul><li>Informação </li></ul><ul><li>Expectativas </li></ul><ul><li>Motivação </li></ul>
  18. 18. PAI EM TP <ul><li>Suporte educacional por parte da/o Enfª/º </li></ul><ul><li>Supervisão/ ajuda para desempenho adequado </li></ul><ul><li>Conhecimentos </li></ul><ul><li>Informação </li></ul><ul><li>Expectativas </li></ul><ul><li>Motivação </li></ul>
  19. 19. PAI <ul><li>Informação </li></ul><ul><li>por parte da/o Enfª/º </li></ul><ul><li>Escuta activa </li></ul><ul><li>Empatia </li></ul><ul><li>Respeito caloroso </li></ul><ul><li>Autenticidade </li></ul><ul><li>para desempenho adequado </li></ul>desempenho adequado
  20. 20. <ul><li>SER ACOMPANHANTE </li></ul><ul><li>Ajudar </li></ul><ul><li>Motivar </li></ul><ul><li>O que é ? </li></ul><ul><li>Dar segurança </li></ul><ul><li>Colaborar </li></ul>
  21. 21. observar <ul><li>Novos códigos de comunicação </li></ul><ul><li>ACTUAR </li></ul>
  22. 23. SER ACOMPANHANTE <ul><li>O QUE FAZER ? </li></ul><ul><li>Motive-a para que respire correctamente durante as contracções uterinas </li></ul>DAR MIMO E CARINHO TRANSMITIR SEGURANÇA
  23. 24. SER ACOMPANHANTE <ul><li>O QUE FAZER ? </li></ul><ul><li>Colabore com a equipa de trabalho da Sala de Partos. </li></ul>DAR MIMO E CARINHO TRANSMITIR SEGURANÇA
  24. 25. SER ACOMPANHANTE <ul><li>O QUE FAZER ? </li></ul><ul><li>Com a sua COLABORAÇÃO o vosso bébé vai nascer num AMBIENTE MAIS CALMO , RELAXANTE e FAMILIAR </li></ul>DAR MIMO E CARINHO TRANSMITIR SEGURANÇA

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