Avante Clandestino novembro 1967 - A morte de Guevara

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Avante Clandestino novembro 1967 - A morte de Guevara

E foi desta forma seca e distante que anunciaram a morte de um herói imortal, que estava em rota de colisão com a URSS

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Avante Clandestino novembro 1967 - A morte de Guevara

  1. 1. ÀNQ- 37 SÉRIE VI ~ 385 NOVEMBRO DE› 1967 PREÇO: 'ISOO Prolatàrios de todos os paises: UNI-VOS ÓRGÃO CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS url o conjunto doa barcos di¡ iiuliituai, defendendo assim uma praca de Matosinhos, ii sulru conquista importante. deste uno é sensivelmente infe- rior à do ano passado. São, porém, os pescadores os primeiros a aoircr a¡ duras con- sequencias duma má safru, visto . que oii seus ganhos se baseiam principalmente em percentagens mínimas sobre as quantidades de peixe pescado. Para eles 0 pró- ximo inverno apresenta-sc 60m perspectivas hein negras. sem 0 pão suficiente para matarem a fome e nos seus evivendo union- toedos nas miseráveis barracas do bairro do Cliançgai. sem agua. sem luz. sem saneamento. Aa «dificuldades › com que os armadores dizem debater-sc re- presentaria para os pescadores, motoristas e empregados. uma vida farta. O¡ motoristas e empregados apresentam reivindicações próprias Como bom scrvciiluúrio dos armadores, lui : luis anos o iiii- iiistro das corporações em vez de atender as justos reivindica- ções que uma rlelcgucño de em- pregados na ileiidzi de peixe lhe upresentura eu¡ Lisboa, acusou *os seus componentes de obede- cerem à voz do Partido Comu- nista Português, com o objecti- vo cFaro de os intimidar. Os armadores procuram reiolver as sua: dificuldades a custa dos pescadores Com um contrato colectivo de CONTRA O ¡MPERIALISMO - E A GUERRA COLONIAL, " FRENTE UNIDA, Eãüüll/ IBATIVA ' . luta pela sua independência. Enfrentando oorajosamento a repressão os pescadores no Matosinhos levantam-so em doloso tino sois oonnnisias Motoristas e empregados apresentam as suas reivindicações trabalho de lui Qi) unos (l) e (lc- aiiiioiurlo polo Sindicato Iiá dois 11H05, as ciiipregarlos reclunium di: noivo aumento de ordenados e um novo (zontruto do traballio que tenhu em conta o aumento mrtiginoso do custo de vida. De lucia o dilema que se colo- ca u todos os trabalhadores na liorn presente é: Luiareui oii >ve› rem aumentar ainda mais a ini- sérin nos seus lares. No din 18 de Outubro, os em- pregados realizaram¡ uma con- corrida reunião no Sindicato pu- ra discutirem a sua situação e licor-darem no caminho a seguir (continua na 5." pág. ) _. ,.. .,. ... , . . üLÚRlii iiiniim nos COMBATENTES ~ oi niavouiplio sooiiusri nr ournoiio ; cinquenta unos são volvidou ¡lesde os dias glorioso: : do grande* Outubro. O primeiro Estado Operário o Camponês consoli- dou o seu poder, edificou o socialismo, constrói a base ninte- lriui e técnica do comunismo, serve de exemplo e de guia ao 'proletariado revolucionário do mundo inteiro, nos povos em A Revolução de Outubro resistiu ao maior asslto das forças capitalistas coligadas quiseram esmugur o jovem poder lriuno fonte. Dofroiitou as liordrii-i us- sassiiins de Hitler, as mais im- piedosas devwtuções, com u¡ 4 heroísmo exemplar, coi-i o ¡aeri- iicio da vida de 20 milhões do soviéticos caídos na luta, .para que a Humanidade se ltbertasse . to pesadelo do nazismo. O que pode liuver de mais di- gno, de mais exiiitunte puruo proletariado português do que celebrar n maior acontecimento historico da nosso cru, do que ter presente o significado e a experiência da grande Revolu- ção Socialista de Outubro? Milliñrm de trabalhadores dos paises socialistas o do mundo capitalista, milhões de homens de todos os continentes e de to- das as rapaz saudam o triunfo do proletariado e dos campone- ses. saudou¡ a vitória dos povos que constituem hai-e a União das 'Repúblicas Socialistas "Soviéti- cas, saudita ii era emrque-atban- deirn vermelha da classe opei-ii- rio tremuln ao vento sobre uma terça parte da l-lumririidade, anunciando o fim do dominio ca- (continua na li. " pág. ) ' cas, tendo de fazer face a con- cias imperíalistus ao governo fas- cislñ. gracas : io qual é possivel o prosseguimento da tlaniiiiziçãcwe da guerra colonial, é prestado a trocouião so de concessões nus colônias, mas também de conces- siies económicas, políticàs e mili- Não querendo ver os seus iu- cros diininuidos, forçados a sai liafazer algumas reivindicações a outros trabalhadores das pes- Tai como o Partido Comunista Português tem afirmado repetii. das vezes, Portugal . é . um instrui- mento dns forças mais agressivas dio-imperialismo. 'No seu Progra- mruxiprovudo pelo VI Congresso, aecuüws aumemos dos Nec” pode ler-se: (O auxilio dus potên- dos combustiveis_ do custo dos barcos e dos apetrechos de pes- _ . . _ ç r - -_ _ _ r_ v¡ cu, assim como dos impostos e " ' Ç . . . .~ . . , taxas, para Salazar queimar nas ' " guerras coloniais, os armadores procuram que sejam os pescado- res e os consumidores n pagarem todo: us custas, rlimíniiindo os ganhos dos primeiros c aumen- tando o preço do peixe aos se- gundos. Numa reunido de armadores realizada em fins de Setembro. pretoxlarido a necessidade (le acabar com a lCalldüilgaà. re- BGWEII-Sc que se retirasse parte* do peixe que é hábito os pesca- dores levantaram-como : caldei- rada n, atribuindo a cada um ape- nas 40 sardinhas, que se proibir-b_ se os pescadores de venderem o seu peixe, que se mobilizassc u poiicia marítima e so cxerccsse uma apertada fiscalização para impedir os pescadores de leva- rem pura terra u quantidade de peixe habitual. Apesar da actual. contraiu cs- tar deaact utilizada em relação ao custo de vida, os pescadores con- tinuaram a regular-se por cia c l levantar n quantidade de peixe do exército suiuzroristu cortou lllütllüciãidfi u critico: : do um prisionei- ro africano, ãilndft e irirlvaiesio. Os musszirrraes em massa, eis riostruicões deçuldeiasindeiesus. os liriinllardeamentos a nxipzilrn sãqns urmna da c civilização n que os coloiiiulistris portugueses levam u Africa. . fores em Portugal, que redu- . zcm cudu iiez . mais . .a uma. morriipaluvi-riia»independên- ciu dopulsfQuanto insistem- po prosseguir a dominação nas calúnias portuguesas, mais_ Berti ugruvndn a domi- nuçñoimperialistusobrePor~ tiigul. A luta pela verdadeira independência (IB Portugal esta inclissoliivelmente liga- da ii liitu poluiudepcndênci dos povos iloui cotóriiasvpor- tuguesasa. Aldeias menstruada: em Angola naregâão cuiculunigoêTerreiro Na sej -lllldraxâeltltilãudü mês de Auostmioruas iniiituriza- das, em conjunto com a ' Pl UE, que já dispõe (Ie grupo¡ de assalto, arrasaram com- pletamente diversa¡ aldeia¡ na região de Qniculungo- -TerrelronTndos os tinloitun- tcs, totalizando vários cente- nas, forum vitimas do mas- Slillfeià, fúrlliSvãilgllillàriüdóâ agressores nào caca-pequim nem mulheres-nem crianças. 'A coroaru sua monstr-uosu façanha. os assassinos colu- Eatu fotografia é um documento liurroroso eziciisadonUm soldado -iiialistris organizaram uma IElrSll de (conselho do «guer- ra a. onde forum julgados a condenados à morte por cri- _( cuiitzlu uu nu 4,. " , pzlgJ
  2. 2. _a ~ : i É É G3 ía¡ AVANTF. Inà No ministério du' Economia, en- tre os escândulos du vida lí- 'bertiua du seu ministra_ o ; gover- no preparar u subida do preco do pão, depois de prolongadas con- 'wersnçõcs com os giundcs maus_ trials di: ;Janiiicz-içàn c da ¡nou- gem e os representantes da Fc- dôrñção Nacional dos Produto- res de 'Frigo. , Desde Dczembrodo mio pas- sado que EL exigênviu do aumento do preço do pão ioi formulada com insistênciapclnsindustriais de panificação, que préicrfdeui fazer (loscarregarkzohre os om- bros dos trabalhadores opeso das suas dificuldades. «Tal como foi afirmãdoem D_e-› zembrn- passado pela Comissão Executiva da Comité Cenirul rio Partido Comunista Português AGRAVA-SE A~ SiTLLlÂÇÂ-O* ECONÔMICA DO mis No sector di¡ indúuiris ils-Ea- nómenos dc -ugrnvnmenio demai- tuação económicn começam n ser evidenten. Baixou de 81min 1.2 por çento o ritmo de desen- volvimento industrial de lílfiã para 1966. ltegistam-ee quebras na produção nas indústrias me- tulúrgicns de base. Algumas de- lus estão dcspedihdo trabalha- dores e encontram-se 'a beim da falência. Outras não pagam re- gularmente ao pessoal. O rein- tôrio do Banco de Portugal de 1966 assinala o decréscimo da produção nu indústria do vestuá- rlo e do calcado, indústrias de papehimpressão e edicño, indus- triu df! pedra. argila e viclrn, in- dfiatrlas qujiniban e actividades conexns. Na intliistrin mineira regista-se uma baixa acentuada rna extracção di'. rodas os minú- asc osindustriuiude¡ianilicaçüo ndo querem ter contra si a ira du povo devem voltar-se conir: : o governo fascista e os monopó- lim: c: rastrear-se à prúticn dc fraudes ›. O -i AVANTEU chuniou repe- tidas vezes u atenção da classe operária e rln povo pura o uu- mento do preço do pão, oricntun- elo-os para a ucçãu iarggunizndu, para u luin activa : :de larga pro~ ¡ecçào afim de evitar que 'o go- verno fascista consumn o seu criminoso plano. _ __ I Só a lula da classe operária, só a acção organizada do povo evitará que o governo lascisia le# ve por diante o aumento do pra» ça do piga alirmava o Declarar ção do Partido Comunista Fortu- tuguês sobre o problema do Pão, 9m Dezembro do ano passado. rios, com uxcepção do volírúmio. Nu têxtil de ianilicios n produ- çño sofreu uma baixa de 10 por cento, passando de 4 75-8 tonela- das em X1965 para 4.258 em lHliii. Na indústria têxtil algodoeira u situação : fgravou-sc no decurso decorrente ano, levnndo na cu- uarramenio de empresas (JÍISULI falência, ao despedimento de Eru- lmlhmiores c à redução da ior- naclu de tmbnlho semanal. n que o z AVANTE! n jfisc referiu, Para renlediar' uma tal situação o governo tnsblsta vai proceder à reorganização da indústria têx- til, através da concentração em grandes unidades fullrls, n qual provocará u iiquidção dos pe_ uuenos e médios industriais e. dará origem a uma nove¡ vaga de desemprego. que tombnrzi sobre os ombros dos trabalhadores. O' CUSTO DE VIDA CONlTINUÀ A SUBIR EM FLECHA A Camara Municipal do Porto_ na qual tomam lugar alguns dos mnislegitimos rcpresenruntesdo fascismo c agentes : los monopó- lios capitalistas, acaba despro- vnr numa das Sutiã últimaases» sões, com o consentimento do ãoverno, o aumento do aluguer ' os _contadores e do preço cln' ágiiu. Esta iuissnrii de ? iHU para 5$50 o metro cúbico. Depois do acréucinio de_ 25 por como nas tarifas de electricidade registado no anopassudo. o novo aumento' vein provar ao povo do Porto, que toda ii politica fuácisia as- senta sobre n espoliàçãn das amplas mmndus populares. O bacalhau, cuio preço ¡aumen- tou recentemente pnrdetermi- nação do governo. aparece siglo_- ra largamente reclamado em vá- rios locnia de venda por precos *que excedam já as últimas tube- i . .il «Alanis» nau se destrói Envia-sc pelo correio u um amigo, ientriziqzi~sit : i nm compa- nheiro de cuniiançii_ ilcixmse num local nude possa ser encon- Iturrlo por operários. ins, corn pleno conhecimento, e apoio do governogiuedesie nm- do facilita novos lucros o novos cumhnluehns nos grandes urmn- zenistas, aosarmudoresciuluntu Reguladora do Comércio do Bn- Calhau. A carne di: Carneiro passou, por determinação "cxprcssii do Grémio dos Comerciantes de Carne de Lislfua, de 27500. em _lunlioclloano passndomnrntlliüil % isiziiiis li Luiiiiiiil i im n governa vai aumantar a prega iu não g_-crID1 li Glilil-i I en¡ Outubro du corrente ano ou seja um auniunto de IUU por cento! Por Lletvrnlinação do governo fascista regina-sc um novo uu- mcntu do p¡ uçü do zirroz. .O ar- roz gigante, comprado a ? $130 passa a ser vendido a HSOGLSSQO, Trial) e 7550; carolina. . subiu de 83-80 para 9520 e 9540; mercantil. subiu de 5560 para 123350; arroz. corrente de 5$20 para 537.0. só HÁ UM CAMINHO: A. num Não nslumLníu-ui iucekle uma situhnñi) transitória. Estamos em iHCCliC nmusiinncñoquesengra- vu. .= iJüiiiíiCll fascista, como. aiir? ma o COllllllllLEHiU : lu reuuiãu dc Julho do Comité Central. incu- puz diz-dominar as leisrla evolu- ção do cnpitulicmrxesiíx crinmlo ; gi-uvas : lifir-. iililniles çin todo: : ccoviuuiin uiiciumzl. lt', u Lzlzissc »Opçlíirlil que snportup mais pu- snrlu 'encnrgici desta desastroso situação. Contriielus os traba- lhadores devem : erguer não 56- iucuie os seus protestos, mu: : Juma' luta organizada, firme, 'rjo~ rnjossi econseqneuteginiuo meio capaz. ele elevar os salários: de pôr culxm nogiunientoincessan- ie do _cusm de lltiilL unico meio de evitar que u ; inverno comem um novo átentiado contra o baixo _poder de _compra (lo povo. decre- tnndo o uumcuiio do preço do não. Estonian em faro : le uuiplns perspectivas de lulu, i3 dever dos comunistaadostrnbalhndoresde vanguarda. das forças democrá- ticus orsfunivzir c: nriuntur cssns mms, clcvzi-lns n um nivel supe- rior de combatiuidade e de orga- niznção. «Os ncontecimeuins compro- vam que para uliquldnçño (lu di~ tuduru fascista e ciassuas bases Prenaremus as elaiçñes sindicais atitude de indntnrençncm re- luçño hs elcições sindicais é prejnciiciulzmstralmlhndurusxhs eleições sindicais exigem uma preparação priivin, que consisie em esclarecer c mobilizar os tra-I hulhzidnrcs, elaborar n lista dor operzlrioslionestos a propor pn- ru a nova tlirecÇüoJnzÕ-ln . cuhs- crever pelnssúizins da sindicato com ns iriatiznçiícs em din, lor- mulzir ds reivindicações : los tru› lmlhadoros que a direcção pru- pnsba pretende resolver . lursinte cururu mandato. su for eleita. lula analisa ias iàxieis U5 oneràrios têxteis du Fábrica Teles Alves Figueiredo de San~ to Tirso tinhum os salários em atraso. Comhinnrnu: agir em cu- muin: «Todol à portada empre- 3a. »parareolúmurqucospairüvs lhes pudessem. H 'assim foi. À horu marcada lá* estavam. Mais uma vez o putronuio chnmou u CLNR. e a PIDE para ill/ All' ca- lar ns justos protestos dns tru- h-. ilhndores. Alas n força da : :im Lzniilarte t: da sua disposição de 'utu : :ru maior duque o poder dus espin- gnrdus e dos cshirros poliqinis. Não se deixaramintimidainlnsis- tirum na reclamação. Mais uni- clos e firmes, os operários ¡Ox- tcis da Fábrica Teles Alva: Flguei redo nlcunçurzun uma vitória. Forçarani n mitronniova' 178981'- ›lhc~. s os salários sem rlemoru. lista lutu t? um exemplo porn lmlrvs n. : opcrdiít lllrililtlllrv rui um f: intensiriczir n EIiZ-; Àfl Contra zi re- dução n10?din? rIQÍiYWhÍIiilOJTON- trn n drnniiipravjn_ pulo fllll|10llil3 lfxlcia In. m¡ econümlcna e sociaim e para a ' construção de um Portugal ¡le- mocreibticcr afirma o"Cnm-uni- Carlo clo-. Couiiiuê Canirnlim será. necessário uma lula. revolucio- nária aisaucla. o levantamento de massas. n insirrreicão popular. A: : condições objectivos são fa- Vorziveis an desenvolvimento da liitu : lc mnsaas». v n' Encarceradu na Euiialeza "de, Penlnle o . uamiaraida Pires Jorge ' cumpieiaañii anos Todn-uriiavidn consagrada ? ilu- t . lima lúcida cnpucidnde de cliitigizritle, iimndcdicnçüoexem- plur i1 cuusn slifcliiase operária edo seivPartiilo; através de u mu tjxisiênizin Vivid: : nas mais 'duruk condições: li) : mos nas prisñcs instintos. doporiuçio em ¡Íliricu em plcnu iizilcntwdc, 20' : mas “de vida clandestina amnssadu de perigos c de pri- vações de toda n ordem. Nnscido çm 25d: Novembro de 1907, o camarada Pires _Jah de conheceu desde muito novo , _ a exploração e n miséria. mas contra ele ergueu o~seu protes- to, participando nu Ima, gi¡- uhando IIIHIIIOHSCÍÕHCÍR pollti¡ cn activo. que-o lluvinm de tru- zer às fileiras do Partido Co- munista Fortluzlués. de que se tornou um cics seus mais des- tacados tllrígontes. _ A vida do _Joaquim Pires . lor- ge encontrawsc estreitamente ligada à vida: à actividade do¡ Pnrlidom lntn dos trabalhado- res portugueses contra n explo- ração capitalista e o fascismo. . lim 15140 foi um dos activos re- organizudores do Partido. após - ter sido libertado : ln fortaleza de S. João Balistmem Angru do tlerolsmo. nos Açores. Preso em 1942. eiyndiu-se me- ses depois para voltar aoeeu posto de combate 'nas fileiras do Partido, onde durante cerc . de 20-&1105 de vida clunclestina deu ¡Jrovns da sua dedicação sem limites, da sua capacidade Doliticra, da sua irrudiunte con- fiança na classe operária c no seu Partido. OcumnradaPireoJorge com- pleta B0 anos_ encurcerarlo 'nu sinistra Fortnlezu de Paniche. com a saúde gmamani. loud¡ após 6 anrs cln priião, vividos un nmbiunlc 'da castigos o do Iwrror. Nós l: ssudsmp: nine dia um lama "¡'Ú'~'~“5ílr“'i“| dotado o Partido, camarada FíruJcrçeu i . ounrdando o lembrança d: iun urdurosa uln, seguindo o exen-plo da lua vida. Trhbaiharcmo¡ tem a ccnllnncl qua sempre Ia animou, para lo devolver à dc &ijjir-igg: ¡ieig (g]¡4§, )i-¡¡ç¡¡_'¡0 dg libudadn, para devolver à liberdade un¡ novo contrato colectivo. todos os camaradas praias.
  3. 3. (continuação da i. " pág. ) para obterem melhores condi- grões de vida, isto aumento do ordenados. (fambt-. m os iuotoriaias dos barcos reclamaram aumento de salários. Não o uonsegzilnrlu m» pidamentcmlgunadespediraui-se Em vez. do satisfazer u justa reivindicaçñodeslos trabalhado- res, os armadores ordeuaram no¡ mestres dos bnrcosque lhes dis- tribulssem uns tnntns cnbuzea de peixe diariamente. isto é nlete- i l oo at: ram mais uma vez as mãos nos bolsos dos pescadores tirando- -lhes peixe, :: em se preocaparem com oiquc prescreve a contrata. Com esta manobra, os arma- dores visavam atirar os pesca- dores, motoristas e empregados uns contra os outros para mau¡ fücilmente roubar todos. Enga- narram-se, porém, nos seus cúl- CUÍOS. OS valentes pescadores ele Matosinhos continuaram a tra- zer nara terra a mesmo quanti- dade de peixe. o APARATO POLlClAL NÃO INTIMIDA os Com o a purato ropressivo que montaram, os armadores tinham como certo o recuo dos pesca- dores. Depois se mein duzia nao cuinprisse. em questão de os prender e todos se curvariam às suas prepotônciamMuis uma vez os cálculos do Gremio e dos ar- madores sairam fnrudos. No dia dois de Outubro. todos se apresentaram com as baús cheios de peixe e _n fiscalização assustada e com receio de com- plicações acabou por desistir deixando passar' todos. A primeira batalha estava g1:: - nhn e o: : pescadores, us seusfa- milinrese rodou, cujalabuta está ligada à pesca, deram largas no beu contentamento. Os dias e as semanas passaram PESCADORES o a luta dos pescadores pela dl'- fesn do seu peixe continua. Alguns barcos passaram a ru- innr para os portos de Aveiro e da Figueira da Foz para ni ven- derem o peixe o passar (is-sim n campanha u terdiroito ao dobro da «Caldeirada» (inicie o peixe sem fiscalização. hiloetres ecnmaradns doG trai- nciras, numa hola manifestação de unicinrlc c do solidariedade retiraram para distribuir pela campanha varios cahazes de pei- xe e experimcntarann que apenas aliam puscndorcs pnssassonr n fiscaliztlcño com os baús gran- des cheios. Como não n consc- guiasem. numa acção de protes- to, todos atiraram com o peixe no mar diante do público. AVANTF. rimnoairo ? ou maroeinnoe LEVANTANl-SE EM DEFESA DALSUAS OONQUISTAS Motoristas c ajudantes, assim como alguns pescadores, despe- dem-se pondo alguns barcos na eminêncin de emarrnrem. No dia 1G dc Outubro, a poll- ciamaritimaprcndeu eespuncuu brutalmente um ajudante demo- torista e um pescador. Outros TUDO PARA UNIR têm airlo presos durante a luto e levados para a Capitania. Mas perante a indignação e os pro- testos ¡arnnios dos pescadores e seus familiares têm sido liberta- dos pouco depois. Um segundo sucezsso foi alcançado pelos pes- cndores. NADA PARA DIVIDIR Tem sido n unidade combativa dos pescadores que lhes tem da- do alguna sucessos na luta por melhores condicoes de vida e de traballio. Nu lulu ¡Jrcscnic enas lulao que se avizinham, a manu- tenção dessa unidade e seu rc- iorçameuto, assim como n cria- cño do Comissões ou de grupos de ¡xcsourlorcs eucurrcgnrlos di; transmitir a todos o que se Vnl transando e para ligiar ai alí-CÉU de rodog, são ainda mais ¡reces- siírios do que no passado. para se olgterem trovas regalias. A unidade combntivn ó condi- ção para n vitória sobre os cx- plornzlores. Por isso, os pesca- dores devem combinar bom o que todos devem fazer, Sc nua pretendem e teimam em passar pela fiscalização e n policia com i baús grandes cheios de peixe a outros, pelo contrario, passam com haiis pequenos, cavam, sem disso se darem conta, anna pró- pria divisão. lr', n divisão nerü u derrota. 'todos com baús granitos, ou todos com baús pequenos deverá ser n decisão firme dos posou- dorcs. Isto é: Todos unidos. 'Faiuhúm não nos purecc posí-. cão corre-ata os motoristas e al- guns: pescadores dospedirem-se em plena luta, como forma de protesto poros putrõusnãosatls- lnzereni imediatamente as suas reivindicações. A posição mais justa ora continuarem notado dos seus companheiros até ao fim da luta --alé à satisfação da¡ ¡uslas reivindicações de todos. AVANTE NA LUTAl Contra u tentativa de roubo das suas magras regalias, os pes- cadores devem responder, forta- liniiiciiius eu gore caiam ll explanação PAiRllliliL lliiüillllsi RÉPLICA D08 cuiiililEiiiiis DE VALE lili Lhilin uma magnifica vitória. fruto da unidade. combatividiscie e fir- meza, cis o resultado da greve dos operários da fabrica dougla- merados decortiça de Vale- da Lama, situada nas proximidades de Silves. Porque lutarem os operários de Vale da Laura P O turno dos operários da noite daquela em- presa recebeu a comunicaçao de que teria de passar a trabalhar mais uma hora perdia para cum- penaaçãodoseutcmpodojantar. Foi de indignação e de ¡irotes- to n reacção dos operários. A ré- plica ékdeIlNada não se for. espe- rar. Ccssou o traballio e em bio. - co os operários abandonaram a empresa. Uma vez fora. a situa- ção foi rliscutida e todo o pcs- sonl assentou ua resolução de reurcsénrcm à iaibrica no dia se- _quinte_ So retcmutrçlo, porém, o trabalho se a decisão patronal fosse anulada. 'Fados unidos, de denovo nacmprosu. nguurdnrnnz, sem rçtomaruaétividadqnclie- gadajcte um administradores. A ilTiTl só voz, a posição dos operários ora _irrcdutlvtzlz a não ceder f¡ Qillllilllíllt dos patrões». Perante a sua llilitltitit' e intran- siuoniir firmam¡ u administracao recuou; as R horas de trabalho forum ntantirlaoe foi respeitado o tempo para juntar a que ti- nham direito. O que representa o sucesso nl- cnncado pelos operários corti- coiros de Valado Lama? Repre- sentmantes dotado, o resultado da sua luta. Mas esta luta só foi possivel porque oa trabalhadores se uniram c defroutaram com firmeza e de maneira organizada os donos da empresa. que se pre~ paravam¡ para roubo-los ainda mais. A organização dos carti- ceinoz dc Vale dc Lumnfni outra das razões do seu êxito. Os operários deal/ ale da Lama deram um brilhante exemplo de como se luta o se vence. Lutando unidos os operários corticeiros dc todo o pais, for- çarüo o palronaio e o governo a satisfazer as suas mais instantes reivindicações e entre elas a do aumentado salários. ils loreims ie Almada estão em lula «l iElilit ll llllEii i TRABALHA» Aponta o Programa Há alguns meses que prossegue u lulu dos ioreiros contra n proprietária de Foros do ¡Umu- da. lista reclama agora a [JOSSC da terra. n saida dos (znmnome- ses. Os ioreírxis resistomxàisnn- MBA bêlnfeituritts uli fizeram? QUHMO esforço : Iii deixaram 'a Quantas vezes pagaram as pc- quenzis propriedades que amn- nham 'à A GNR. foi chamada para os expulsar o puxou fogo as burra- cas cunslrizitlas ¡Jelos campone- ses, mas a resistência encontra- da Iévni¡ rrproprielairia a mudar do táctica. Agora nüosc trata de expulsar os camponeses pela violência. 'trata-se de vender- -llies a terra. que ciesbruvarnm c do Partido Comunista beneficiaram comosoutrubaiho, u preços ccompcusadoresn : O contos o hectare. quando na rc- giéo o seu preço oscila entre 7 o it) contos. ¡Xlguns camponeses aceitaram. mas a maioria não su¡ nem compro pelo preço que o proprietária pede. Foreiros de Almada! Aterra é »inseto l Não deveis abandona-la. Ítesisti corajosnmente f¡ acção das forças repressivns, como o fizeram os camponeses de Fer- não Ferro, e da Quinta dmTorre, de Teixoso, Outeiro o Outras 1o- nulidades. Tal como preconiza u Progjjrn- mu do ¡Jnr-tiilo Comunista Por- tuguês u terra dnvcserentrcgiue a quoiu a trabalha. tecendo c alnrgando ainda mais u sua unidade combntivzi. crian- do Coixiissõcs ou grupos puro coordenar a luta com uma firme determinação de venceram. A mobilização dos familiares, em particular das suas slnlentcs mu'- llieres, é de grundeimporlñnoia para o sucesso da luta pelo pão e melhores condicõesdetraballio. O contacto estreito com outros trabalhadores ligados à pesca com vista n coiitiuistnrusua ¡zo- iidñrlcLitlllC de cias-e e apoio à luta dos pescadores rovestc-se dc enorme imnortíuiria para n luta de todos por numunto geral dc salários. Os armadoroa c o ; inverno que os serve podem procurar servir_- -sc dos pescadores do bacalhau há pouco rogressados da pesca contra os pescadores da sardi- nhn. Esles devem apelar sem per- da de lempo para ele: não w proslarem o desempenhar um lie jgnóbil papel contra os seus ir- mãos de classe. Apelai, c eles correspouderño, enlileirando ao vosso lado conlra os explorado- res de uns e outros. Pescadores_ motorista: : c cm- pregndos da variando peixe! Se vou mutitivcrdrsfirmcmunicuní- dos e persistirdes na luta com determinação, venccreis! Firmeza revolucionária iante dos carrasrrs dit PIDE, nos ruomcntos dc* ¡nturrogtn- lório e de tortura. SÓ hd Luna uti- tude a tomar: resistir corajosa- mcnto. Êupnrinr todas :1- iirutuii- dades c não trair, año (iL-iiuiiciui'. (Quanto melhor *comia un lula, melhor se resisto as tortu- ras.
  4. 4. _i___. ..__. __ Aigiivra . _ CONTRA il IMPERIMISMÚ E ll GUERRA GOLBNIAL pc” (continuação da l. ” pág. ) forcumento os elementos consi- derados mais responsáveis. Nu- ma manifestação de mncabru perversão, os criminosos, mas- carailns de cjuízes». davam a es- colher nos condenados a árvore em__i¡ue desejavam morrerl. .. Lnlrenlundo o terror e ii mor- to e dando exemplos de iiiexce- divel coragem e abitegação. os patriotris angolanos recusaram- -Sc a prestariiiiaiaquorinforma- @ões aos carruscos salazarisias preieriildo sacrificar a vida a trnira sun luta e os seus cama. radusi. Amis netos. de extermínio chu- mum os nltos comandos fnscisias a operações de limpeza a. Apesar dns proporções de. extremo gru- vidmln que este. : tomaram, us Forças Armadas coioi-iinlistus ati veiuclnmente se lhes referiram nos comunicados¡ semnnnis. lrnpntentes para fazer vergar a dignidade e o heroísmo dos nu- cionnlistasque se batem por uma causa justa, alguns elementos dus tropas Lolmiialistas dão pro« vas du mais Deslitil iorocidade. Apenas com 21 anos de idade, o alieres Pinho cine se distinguiu pela sua reqniiitticln malvadez nesta chacina, tornou-se conhe- cido nat área pela ulcunliu de «maioria-assassinou istecolitrossercs nherranien, gerados pelo fuscismo e pelas guerras noioninis, inimigos du causa iin liberdndo dos povos. merecem o ódio implacável de todos oisquelutnm coriiioisuirien- te. eonirn ns guerras coloniais e pela Piiz. O: : jovenii militares nn- ti-iascistus, c os Cürrllllllñllãs em primeiro lugar, :levem dar provas de audácia e espirito revolucio- nário no traballio de esclareci- mento e organização junto dos seus camaradas. u lim de impo- rlirem que os comandos colonia- lislns e a PlDEprossiglam imnu- iminente os seus crimes. AO LADO DAS TROPAS COLONIALISTAS COMBATEM EM ANGOLA OS RACISTAS SUL-AFRICANOS [tnuiiciiiiiilo m¡ piores augúrios PllfEl o povo portugues e ¡iovos coloniais, o estreiiniiteniii das reliicñi-. s entre os regimes tzis- Cltiiíls (lu Salazar e du África do : Sul ! ein-se ucentuudo de loruia esounttalosanus ultimos tempos. condenado de ha muito no os- triioinino nas : issembleias inter- tIaui-uiiuleyo governo racista da África do bul encontrou nai cu- niurillia snlaznristanin compar- si: srngilinr. Por muito paradoxal que pnrccñ. Os apaiiigiiados do ¡30097990000 carácter : multi- rnciai- do colonialismo portu- gués recebem de braços abertos os racistas aiii-africanos e in- thnm : lie àiuzoiiu por os terem como u io os. Silo deveras significativos us pulnvruzgclo ministro cia informa- çião da Africa rlo Sul. iin sua vi~ situ ll Portiigzil no môsdc , lulhoz 4 listou certo que temos ii lll ii enu- sa coiiium pela ciuul nos hutenios no Mundo n. Sim. t) criminoso coriluin pura nniqnilnraluta de libertação dos povos africanos c (io povo por- tuguês. essa é u causa comum que liga os odiosos rcgimcaina- cislas de Salazar e Vorsier. A comprovu-lo, os factos não tardaram Li manifestar-sr: à luz do ili: i. Em fins do mês de Agos- to. deslocando-se ein 2 helicop- teres, iropun sul-africanas ein patrulha detectaram um grupo de nacionalistas ein território angolano, upós o que sr, - oioro-í certain pnrn coluhoriir com ns tropas portuguesas ml cucu n outros pntriotas 'Llll§_Â0lñll0S. O comandante inciil_ que parecia não ter conhecimento oliciul dr que trupui; estrangeira: : pudes- Í sem penetrar livremente em An- gola, noohou por rceitur a iiies~= pci-nun proposta. Pura isso luis_- ton que os lálll-LIÍFILEJDOS lho ! t5- segurusseni que _i0 tudo tinha sil- AS «ELEIÇÕES» ; Jara as juntas de Freguesia o pousada inêsde (lntiihro roa- liziirnin-se ; is «cleiçóean para m¡ _liinriis de Frügllüâíil. (ls ; gn- veriiuiitea suluzuristneitiiilinm-so habituadoiipnculntrnncinilidade em que. nos iiltimns nnosplêm decorrido us (eleiçoes) pnrn esto-i ÓFQÊOBllLlmiiliSlrlltÍVOSJlIÍñ! repentinamente os einburuços aur-. tirtlm, sem que o governo ti- vesse fnrcns para os ileinnver. No distrito (lc: Brnun iiiinrocernm W" 'ln oro-iria em z-i lrogucsins, nn Pari¡ "i8, Avulrc 7, Braqnnçn 7., Cnatelo Branco d, Colribvn l, (lunrrhi 3, Portale- gre l, Sallnrim 3, Vila Rael If), Visonll, Arian ria lieroíimo 2, Paulo Delgado 3, Vlñnl do Castelo i4. No : mimo do Perto, c acção das nulo- ÚÚW** lucisiua conseguiu ainda eliminar M lCl llsln¡ concorrentes pur procuro: da r-. oun-. ño a da suborno. Mas ne: Inl- Ionlm üiilrliosos lulu: do oposição dir puto' m n¡ nloicõea. _O vpmo HIGH' nnlou diminuir o Alcino «do rln amu. cão dc lista: : dn opmi _ -. n amil? ir-qi m; rcnsi~: lrriindu« m: o resultado do civcrgénclui Iocnii. Ma: us causos . são bem diferentes. Ein: exprimem o proiundo desizniiieniumenlo popular cunlru u adminltlirçio local : ia- iuzoriala, comu: :u dirígonleá das Junin¡ da Froguualn, onda imperam insnlcntu rnpruseriianloa do regime, que desprezam os inn-russa: do povo. E certo quo u: força: democrólices | n~ cluindo o Pulido Comunisla subsllmcrem n impeilüncia dns ialclçôen para as Juntas do Freguesia. Ma: não pode haver dúvida¡ que u: lisina epeslcionisluepie- runludus iulemunhem uma neçãodu pro- logia : culta os agonia: siilurarísioi, mb uma lormu osienaivn. que ruirilu é: amn- çiia, Io suborno. à¡ sugniõel. às bot: pdluvral dos rapresenienlu local! d: lnxcírmo. Foi a vcriiurie do novo que m aiirmou na utilização de lormu legais : tr lui¡ contra l ndminislreçzo salazarisin. Éno profundo desconinnlemonio q-. ir do irritado u. nivel superior! ... 'Fentnndo em vão quebrar u resistência e combalii-idude das movimentos de libertação nas colônias portuguesas, n camari- lha governuiite recorre iii; mais sórdidas e ienehrosus alianças, A isto chama o ministro fascista Franco Nogueira c naturais preo- cupaçoes de segurnnçaa. Dn mesmo inuneira hipócrita, quan» do du sua visita a Portugal, o ministro dn Detosusul-uiriceno. relerindmse aos interesses dos dois paises na. frlcu austrel ¡lir- mnva que juntos poderiam tunn- iribuir pure que haja estabilida- de. par. e progresso m. Mas u Puz c o Progresso por que aspira D povo portuguésegx- ; tem o lim das guerrua coloniais. as alianças que visam u mnnt-er o jugo dos povos, o ilerriihumento du ditadura izisclstnoin Portugal_ BASES DE MiSSElS DA NÁTO NA MARGEM suii' A zona da COBilI dll Capnricn. em Pinhal do Rel, está sujeita . ii regras especiais de segurança militar, não sendo permitido H ninguúmuproxiinur-bc parnalém de certos limites. - A 'iustilicaçào oficial procura fazercrerquefoialiinstuludonm depósito de carburantc. Porém, estuniirmucãoü dcsnieniiríri pelo espectro exterior, que nudn -se nssemelhauumclepósilodeconi- hustivel. nem Iste poderia ser instalado naquela zone com os acessos existentes. Truta-serin- m-. i base de mísseis iin NATO. afirmam opiniões dignas de cré- lliiinr contrri n instalação de nosso Pulse contra [t8 riliniiçai: dito. Depois do despacho du Pres¡- dênciu do Conselho e depois do; jornais diários se referirein, nin< da queda forma imprecisa, ao depósito POL-NAlt), não é (li- ficilmlmilir que entre este co rlopósitocle Pinhal do Rei possa haver qualquer relação. A crescente submissão do g0- verno ae Salazar nos imperialis- tas 'ria NATO deixa prever o pior. Uma líaae de mlaseia da NATO na murgeirisul do Pais ú uma novuumençu para a seguranca do povo português e para n Paz. bnses militares esirrrgeiinr no inilitnristns rio governo tnscisin de Sulnzur ú, pois. uniu tarefa urgente que 'se coloca aos coinii› nisias, aos democratas e a todo o povo português. Estas palavras (le ordem que o comunicado do último reunião do Comité Central veio novamente renlirmar exigem n intensifi- cação das acções comhntivnu de putrióticae no nosso pills. Continuam os massacre: na Indonésia il coronel iliiiiing marie l _caiiiaiiilp a iiiiiiriiaiiiiiial ois anos depois do golpe reac- cinnurio quo levou ao poder na liidoiiésiu o general Sumário, continuamos mussacres e fuzi- flaiuentos. Só nn ilhn de Java io- runi nsennsiiiudoa mais de 500 inil democratas. Depois Liu recente execução NlOn0,ll1HlnlJl'0 do Biirou Poli- HCO do Partido Comnnisin (lu Indonésia e rlirigentc dos sindi- catos, mi nutoridudes daquele ipnlza execuiuruin o coronel Un~ iung, o oomniidaiite Suiuno e o toneiile Ngedimo. l (É) coronel Unlung, membro do Piu-tido Comunista iin Indonésia, morreu curujosuiiiente. líeaíir- mon, diante do ¡ielotão de exe- cuçãom sua confiança no triun- [o cio socialismo no sen pais. "Foinbou, cantiindo ns : estrofes ela Internacional, com um ÍICTOÍB- mo exemplar. Apoiamos para n classe opc- rárin e pnrn todos cvs patriotns. com o OirÍECilVÍ) do raiofcãf i , liltu uno ii esoulu internacional : e ergue izcintri: os crimes do gn- '°"“ "W “ti” 9 5 md" '49 '"°"° u" vei-no rcaecionzlrinrln Indonésio. cresce: : . rlaiira. é m nsplrlio dninicluilvn : ins massa¡ pODUÍC-. raz que vemos buscar u¡ camas deste Inclui novo e Liñldmünco: ein H2 freguesias: forum unre- ntentnrlnn lisina di', nnosicâii às lisina rio Fri uniu cxoresisívu nuiiiiiuslnijãri politica coniru u diiudiiru. CiFlim, 'rrlitiimíiP Il( lr. : l-Macuçiin ii c: ussassinalos, contra l ii SÚiLiO dzis pCHÊllCiílS imperia- lislns. Enviamos cnrlns, ocslcis e abaixo-axil- nndos à embaixador dn indcnhin nm lu; - hna, para iirnleslnr onêrgictmenln contra c: urimoida reacção e do imperialismo naquele pais. cumunmeu-ç-. u-«a-nru-unní-mr-m-i t_ todas as forças «xiii-fascistas e luz iii liberdade Transmite todns ns quartas e sábados a partir da 1.15 (da mi¡- drugadu) ein ondas curlus de25. al e 49 metros e ein ondas mé- ina tie '250 e 520 metros. quantias recebidas iliiS amigos iltl Paiiiilii Alinlninnnn Pira: Jorge 500500 vnrmwlhc: 310300 Preso: nn- Allredo Diniz 321.90 lilica¡ 40500 Amlg, dlloia l00$ilil Provincia Por! , idem l00$00 vurmalhe1.000500 Amigo do Reiposla ao Pulido 20500 apelo da ldam 47350 c. Ex. (m: .was Àmigo o Idem (MD) 3,000500 arredores ECS-JO Ident? ) 100500 Amigos ou ' idem (P) 70300 Purildc 35500 idem (C) 50500 A. Din: lcm- ldum (f) 30300 ronco 7050300 idem IM¡ 7.0500 Avante I 300500 Idem (VA) 600300 r (Jo) 40500 Rumo à A verdade 20$0D . Vitória 300300 idem 70500 Saldanha B. Teixeira 500500,_ _Sanches 1500500 Cutie livra §0$gg San-no 1000500 Idem Cí Serrote Dcltnder o nsquoãido 50500 organizar “N00 Swim - Educaüc 300500 ? $205 75:00:00 ¡acialiira Un n npc Emigranlc 50300 a acçàDiPl 2-7505 Firmeznl 500m0 Vanguarda 60500 Idem : nooosoo v. de Ollvelm 1005 José Berner- Idem 1000500 dínn Monson ldnm (Cl 150500 LlbardmlatGl 514503 Vlclnamolivva 5500 idem lG-? l 5- SCI Viva a ari-o- Ligia Cali-mn¡ lilililã çrncillb 330500 Mão nnulimialfm. Viva a l M* 'Mamma lOOÊDg dadeR dl40$°° ¡Jil- n 58 0 Viva n ev. e Obiàclivo ouiubm 22350. viii-molho 350.500 Vivo o C0- ' O cupílc : n: niunlsmo 200500 ncubürb ? D300 Viva e idem ÍJDSOO Plrlidü 10300 Pain o Pniliduõllâllil PtÍa Pnz! Lcoosoo roiiüi 32334390
  5. 5. F' umentam em violencia e iro- qiiénciis os bomhardeamentos n cidades e 'aldeias do Nietnam riosNorte pelos ugrcssorcs time- riciinosi O criiiie, n tortura. ii di» viistaçào. a doença, li. morte são semeadoa e despejados às tone- ladas sobre 0 povo e a terra mártires do Vietnam. Deste interno dc fogo e de mo- trallin, onde a lutii do povo Viet- namimtonia as proporções de um herolsmo colectivo, é lanca- do um premente apelo pelo Qo- verrio da República Democrática ? do Vietnam «para que todos os governos a povos dos países so- ciniistas irmãos, para que todos as organizações evtodos aqueles que lutam pela paz, peia liberda- dee e iustiça elevam fortemente - a sua voz, niom firmemente para - -ciaiera mão dosimparialisias ame» ricpnos agressores do Vietnam» Numinlns miiíspoderosas dem monsiraçôes de solidiiriciinde e _dg apoio it iútu libertadorn do novo Vietnamita o . governo, dos listados liiiirlos viii detsfiinr re- ' cénteniente na IQ_liiidD-_l_nÍCÍ'FOJ1iÍ~ . lhões di: iiriiiiensi, dns mais diver- sas condicoes sociais e cm pri- meiro iurinr os trabalhadores_ que sn opõem à odiosa politica de agressão do imperialismo americano_ _Dr Washington ? i Austrülia. di¡ lndin , no Cnrmdãi, doinpão iiClibn, de Pari: ii Mei'. - covo, nus cidiidcs da Bélgica, itália, liiginterrii e outros paises -azi mriiiifcátitçóca de protesto reaifgmiim a conde-unção e acu- sação dos povoacdna turcos pro- ressivn-a do* mundo contra os , rimes do imperialismo ameri- cnno no Vietnam, contra a guer- r rn de onressãr). 0 sriein «in governo da Reini- “blica Democrática do , Vieínnm yin iliETiliiM iiiziiúiiic um APELU iiiiiiiis ns iiiiisiiiiiis | e e Av T0008 its trovas E ii iuiiiis os HOMENS ill A QUE iuiiii PELA Piz i A não pode ficar sem! resposta. 'A classe operário, os camponeses_ 1iltElCCÍl1tii5fi0VEi1S e mulheres' de Portiigaidevom compreender I) que represa-im " um IHU im- plritiSO iipeio. Devem reforçar (iuniitu antes a sim acção, devem agir Sen1dEIil0YEl. _JjliLiHi' o Viet-- num em luta significa ciiriilmter oinipcriiilieriioiiincriciiiio, agon- dariiie da reacção iiiuiidirii, iiiii dos siisteiitziçiiins do regime ias- sista. higniiicfi triibaiiiar pelo iliterliikíãu da nossa Pátria. Enviamos centenas de Callas, pour-is o abaixo assinados ñ embaixada dos Estu- dos ltnidos. Manifestantes o nosso pro› lvsto ¡unlo dos untidades oficiais ¡meri- caniis qua visitam Portugal. Rndiiamos turistas a manífastos a dcstribul~or larga- mznln. façamos inscrlçães nas parecer. Edilem polui: alusivos so Vletnsmi Mui tiplinuomos as iniciativas do solidariedade ao Vietnam hoióico. lnlnlectuals i Erguei a vossa voz contn n mai: inlnmn agressão, como o luz-em no mundo Intsiro oi mais destacados repre- snninuics da cultura. Apoio crescente no Vinimm I Luis con- scquuntn a firme contra os 'agrassoras iimcriciinosl or dairàs dci govnrnantes do Estado P cia tsrul, orientando-os nn agressão, nos plano¡ para uma liquidação do¡ ra- gimu mui¡ progrluivol do mundo Arabe_ : não osirripcriuiislus dos Estudos Unidos, do Inglaterra e ri¡ Aitmunhn Ocidnnisl. S6 e apoio decínivo do ¡Inpirialismo po- de lavar Dnyln, o poquzno tittro que : onsumau os planos de guerra, a afirmar: s sl¡ Ideais ns actuais Iyonlairiu de israel», Os ilirignnies Ilrüoiilas não ascondim, ll a: ohisclivas qua tem Im VHÍD: !nim qrsr o inrriiório sglpcie di: Sinai, :oii- troloram o canal d- Suu, assimilar o Albano a ajordqnin. O território d¡ lsrul lieaila num muito maior *do que era nn- ie¡ do último conllita. No Médio Oriente, o Estudo de israel . #um plão de : indie: das provocações impcriallilas contra os paises' Arnhes, pro- vocçrsas qua lino ucuritunr-se nom os novos fornecimento¡ de umnidos Estudos Unidos. Em Washington, na iiiiim-. rauniào dñÍ A MORTE DE GUEVARA HOMENAGEM A UM REVliLUBltiNARlil Depois das versões Contradito- _rins e das especuiaçoes com iie o altos comandos e 0 got-leg'- no unra-reuccionário dia Büiwili tentaram mascarar o seu crime, a dolorosa noticia confirmou-s e: Ernesto GIICVIITILÍIOrÚÍYiR revo- ' luçqo çiibiiiiii, foi morto polos negro; bolivianos do imperiiilis- mo norte-amcricnii-o. ' Segundo declaração do mima- raãii F-'idci de Casino, Ernesto Queriam' teria sido dcniinciiido por um traidor. Ferido en¡ com- . bate, cniii. asaimnas mãos dii ini- migo e fo¡ por ele cobiirdemenie assassinado. Os comunistas, n: revotuciviiérlos de mundo inieiro dcplvum s' morte da Er- riasio Guevara, revoiucirnsrio udontn que Intregarn a ! UI iuvlntude I a ! HB vid¡ i qrunda cauu d¡ llheriaçlo do¡ put/ M, à luta contra I dominação impu- rialisln. pela soeieliimo. _ Embora porumor tu opinions dtlerin- ru du que defendia o : :manda Çuev- ! cerca do processo rovoluclonãrio mun- dial. inciinsmos as nossas bando-ira! ante o seu glande exemplo do rorcgem, do : indicação c d¡ tavrñnciu. Telegramade condolências en- viado pelo Comité Central do Partido Comunista Portugués ao Comité Central do Partido Co› muniiia de Cuba e ao camarada Fidel Castro: Recebei os pêsnmes sinceros ilsi manifestação do snlidnríedn- dofrritoriizii dos comunistas por- tiigiicscs pola morte do saudoso ciininradri Ernesto (inovam, um alto exemplo de dedicação, de iicróicn corrigem e rio coerência. Ansiiisn Lia libertação das clus- ses explorados e oprimidos o dos povos nprimidompeia qiiailüue- vara (leu ii viria, i3, inveiirivel. lrrspirnclos pelo mesmo ideal. re- forçando os incos (i0 amizade. rle solidarieciziria o de coopera- ção, os coiriiiitistns. fi irentedos trabalhadores e dos; massas pci- piilzires. aliados ii iodiis ns far- çns anti-ímperioiistas, são os obreiros ds ilistúrin. UNEDOS ViiNC. Fli' 'MORE 't nbiituiiiu que estmos travan- drrcontrii ; i rupressüo intpõc- -Su uniu-acção i-iitcnsivo Àconmi o terror fascista que reina nas' prisões. -z Nos iiitimosnnos é este o. pior PCYlUtik) di: ropressào por que_ ILIIHOS pais-sudo¡ cumuiiicorii os presos Politicos eiitarceradps nn iortiilozn de Pvniciie. _. Por todos as iorrrasaltso atenta contra a sola vida. Extrema violência no Indo. castigos pliflfiñniênltã¡ ameaças delllif-IL' diiçao, abolição dos escassos reg-Im: conquistadas paint: : o palmo; oo longo dos anos, mané da suis luta, No Forla de Caxias n situação ogro- vguqg lumbém. Nu lusa foltlvn do Natal u Ano' Novo oi prazos estão ameaçados di: não lorem visitas-em comifm com a3 seus familiares. ' Oronninrrias a csmpnha do Natal. tendo nm conta ima sitiiaçlâo. Neil""- mos as acções de protesto ccnlrn o ler- ror nos wírões fascistas, através de tur- ias postais, abnixomssinados ao ministro da Justiça. eo presidente da República. nos direcloias dos lortes d¡ Cnxlü: 0 da_ fgnicha. ii noccssarin que os carrasco¡ dos pra- sos inibem que não Iém as mãos Iívru. Em Faitichn como em Cnxins. vida: :ins mais daveiodns r¡ causo di¡ classe operá- rlu ia do povo estão um parigni PÍFE-'t Jorge, Binnqui Teixeira, Octávio Pato, Dias Lourenço, Carlos Cos- ta José Magro, Solta Ferreira, Al- da Nogueira e outros são vitimas purllculormnnte visados pelo ódio fascista. S PEMGOS PARA AÍ: Organização do¡ Estados Amqplcgnog¡ u Argentina propôs um¡ lriturvciiçlin armado contra Cubo, expraunndo desta moda as lnttncõns de impcrlulísmo nmzricsno. A Inalação aprovndc uslnni¡ o “ter”. mania do bloquçlo I Cuba, :gb e cg. . troln dos Estado¡ Unidos. MII apulr da¡ maquinaçüms do irplpnu ; Iatismo americano n das governos da elgurllls), apurar dos milhões de dólar: : qua rolam do: rlofras tortos da Washing- ton prtrn as mloi dos uu¡ criminosos sarvaqiu| rlos, .i: onllriuismas grnndcr. gra« vcs dos trabalhadoras _do Uruguai, Chita, Parú, Bolívia e outros pailll, :onlinun o iutirdoi povos do Américo* latina pain sua índapcndêntia. Essa lula iriuniarb. Na Europa. i7 AML-manha Úcidaiitul é o mais Iiel ñHüdO di! politico ngresziíva rio- lmporialismo americano. A participação doi sociais democratas de dlrelle na co~ 'A JUVENTUDE _UNNANIZEMUS A CAMPANHA [i0 NATAL ~ à PARA 03 PRESOS PlilliiEliS 5 Deliindlrrio-ln . Relorcemos a cnmpanhl contra is ameaça de duporteçin para os campcs de concentração de Àlrlco. Exi- lamo¡ um tratamento iiurriono para todos os preso¡ politicos_ A Necessidade iiiicdiatii dc ll- hPrt-íiçñü. reclamam os médicos parn Alonso Gregorio, Solia ler- reira, Agostinho Snboge, Augusto Lindolfo, Albina Fernandes Polo, Natália DavirLoiívtaSobrnhltgia Caiapez em situaçao de sziiidc particiitarmonis inquietante o' com as pe- rias cumpridas, mas JUÍEÍNI is cmndldln de segurança¡ que unclonnm n prison por atua. DINiZ MIRANDA, prum : m Jim o do corrnrita srio, ancontra- sc doent- tv no Foriainzs da Portinho. A situação da AIDA PAULA li íguslmonhrinquintnnla. MANUEL GONÇALVES cncontra-su ainda incomunicãvel a suinitu a misuslrutcspctu bando da nsmssincs do FlDE. Cam redobrada anargia rznavemos u nossos esforços contra as : medidos de segurança! , contra os maus trolol. pela tihcrtaçào inuciíats do¡ preso¡ : :rn n¡ penhl cumpridos. Campanha do Niiisil Campanha para quo chagunm nos patricia¡ detidos. «aos mnihotns [ilhas do povo. múltiplas latr- brancas dosseus amigos a compsnhoiros do trabalha, múltiplos tasrnmunhcs da apreço de todos os democratas. Mulrlniiquemos as iniciativa¡ para um! larga campanha da rdcôihcidc lundor, géneros, tabaco, lllvrtds; robpmfruin a calcado. _ i. Mebiiiumos' esforços paira que n cum- panhn do Nisiolsiiia Iquaimchir uma um- pentis drivdos o¡ democratas, unido¡ numa só franto contra a upreuâo, PAZ tigoçãa gevnrriamantai, nto alterou o rumo da politico rovnnchlslc alemã. du sua¡ aspiração¡ à¡ fronteira¡ do tampo do Hitler. O govcrnn trnbnlhliin. lirçlh lunclcn¡ como um Iubmino comp-nn dos Estados Unidos a de Alemanha Ocidental, s proposlns doi paísc: soclailsta¡ para n dissolução simultãnnn do NATO e do Pacto de Varsóvia e porn n rnallução do nina politico do comparação qurupaia, a) polinqiss ocidentais rispbndtm com uma Inntallvn de rcloiçn do dcsmantalndo bar- (o da NATO. com a intonitllccçho da político do quarta frio. ' i_ Os governanta: fascistas poliugulsel dão G seu apoio _sem reseivo¡ o uma lol politica mio amyaóiíu ra: mundial. im- pcde n ccopareção entre os povos, :ii-rita contra a integridade territorio! a a vida pncllica dfricsso povo. . PUHTUGUESA 'Nil ENCONTRO liE LENINEGRABO lliü dclognçin de jovens portu- gueses participei¡ iio CIILDII- birsk e outras cidades comícios de solidariedade pnra com os tro internacional da _iiiveiitude povos de Espanha. Portugal e reuiizririn em Leniiiegrndo, no (iréciu. Foram aprovadas caio- IIIÕH Julho. para comemorar o rosas moções de apoio Í] luta da. 50.” aniversário dzi ltovoluçño de juventude portuguesa, Por 19d¡ Outubro. No iliiioiiriio pronunciado em iionie dzi delegação ¡iiirtuguesa na sessão pieiiãirimloi endereça- da uma calorosa saudação aos jovens comunistas (ill União S0- viéticn (Koiiisonioi). ii juventude c no povo soviéticos. :As rias da União Soviética ao longo dos 50 sinos da sua existência (declarou u delegação portugue- sa). quer no campo dn constru- ção do sociulisiiiu, quer na luta contra o fascismo iin 2." guerra mitndiai, quer no campo do ciên- cizi c da técnica, tiveram e têm uma iniiufwicincietcriiiiimiitcnos (êxitos da luta do nosso povo o da nossa juveiittidea. Osiovena portugueses pnrticl- param em reuniâiesmssenibieizia e conferências do impreiismNo qiiriiiro rio Encontro. iii/ eram iii- giir em Lciiiiiegriido, Nuvcssi- iviiou u parte, os delegados da juven- ttidc portuguesa foram acolhi- dos com inexcedivci carinho e fraternidade. . rn Pp mito ÊLiiitTfLiÊii-iíia , _ o, . Liv/ ria; Trnnsiiiito todos os iiiiis : :leia 8 às 8,50 oiii i9 metros; diis 20 às 22 linrriseiii 25 metros. A última omissão é transmitida das 0,20 às 0,50 um iii, 2B e 56 metros. 'iii Aos domingos uma emissão es- pecial dedicada nos cttlnpuneses viii ¡mrri o iir (las 15 its 15,50 em ist_ EU, 9.5 e 24% metros.
  6. 6. (continuação da 1." pág. ) pitnlistn e do colonialismo, afir- mando a era do socialismo triun- fante. A Revolução Sociulist de Ou- tubro foi e corolário das mais amplas lutas de massas, de lutns económica¡ e politicas. de muni- íestacões e de greves da classe operária e das massas trabalha- doras, da luta do povo contra a guerra imperialistn, da revolta dos camponeses pela posse da terra, da luta doa povos oprinii- dos pela sua independência, sob a direcção do glorioso Partido Bolchevique, do Partido dc Lé- nine. Esse caudal de lutas lun- diuvsc numa só torrente que le- vou ? i conquista do poder, i1 ins- tauração da ditadura do prole- tariado. Soh o impulso da itevoluçllo de Outubro, acicatados pela explo- ração, pela miséria, peia guerra imperialista, os trabalhadoras da Hungria. Alemanha, Áustria, itá- lia snblevarain-se contra o poder capitalista e tentaram instaurar um estado operário e camponês. A Revolução Socialista de Ou- tubro forneceu no proletariado e à sua vanguarda - os partidos comunistas «ensinamentos pre- ciosos para u sua lili-a, para a elaboração da sua estratégia c tíicticmvisando a conquista do poder e evitando a prática ele erros que a expeilência demo- vimento operário russo já havia condenado e que Lenine ataca no seu livro: x Exlremismo. doen- çu infantil do comuníimcm A vitória dll ¡Zavoliição de Ou- tubro foi o resultado da mobili- zação, organização e eomtiativi- dade das massas trabalhadoras com vistas ao derriihamento do capital o, foi o resultado du AVANT GLORIA IMORTAI. A da Revoiu ão Saci Stlll experiência delutu. do com- biite ideológico contra as cor- rentes oportunistas no seio da classe operária, da sábia utiliza- cüo das contradições do inimigo. das mudanças que se opernvum no quadro da vidn politica daque- la epoca, tirando delas partido com inteligência e prrrdêricia pa- ra o estabelecimentodcalinnças temporárias, foi o resultado dci utilização das formas legais, se- mi-legaiseilegaisde luta, da uni- dade e organização du classe operária. da aliança dos openi- rios e camponeses, da sua firme disposição de conquistar o po- der, foi o resultaria de uma es- tratégia e táctica revolucionárias ¡iistambnsendas nos ensinamen- tos do murxismo-Ieninislno. (Não : ie pode vencersó com a vanguardawaiirmn Lenine, no F 's coMrrnrrst alisra de Outubro seu livro cExlremismo. doença inlantll do comunismcn--Lan- car a vanguarda sozinha na ba- talha decisiva, quando tudu u classe, quando todas as grandes tnussua ainda não tomaram uma atitude de apoio directo à vun- guarda ou pelo menos umn ati- tude deneutralidndesimpatizan- te, que os torne completamente incapazes de apoiar o adversá- rio seria mais doqueinsensntez, sería um criinen Nus margens do Veiga, lá onde o exército soviético esmagou ns 22 divisões alemãs de Von Pau- lus, ergue-se um magestoso mo- numento em homenagem no¡ combatentesdeStnlinegradoEs- tn homenagem nüo ii devem sit- mente os povos dn Unidade So- viética aos seus glorinsos filhos. Devem-na também os povos do mundo inteiro. ¡Jevem-na ostra- balhadores portugueses que ava- liam devidamente o amplo signi- ficado da luta revolucionária dos trabalhadores russos, dos operá- rios e camponeses, dos povos que compõem u União Soviética na sua histórica lutu pela cons- trução do socialismo, na sua gl- gantesca batalha para esmagar as liordas nazis para ajudar os povos do mundo inteiro a liber- itar-sc do jugo eapitulistma con- quistar u independência, a edifi- car a sociedade socialista, como o estilo fazendo no Vietnam, co- mo o estão fazendo em Cnhn. Glória imortal aos combaten- tes da Revolução Socialista de Outubro. (ilória imortal aos cidadãos soviéticos caldos na lutn contra tt coligação liitlerianu. 50.” aniversário da Revolução de Outubro ENTREVISTA NO CRUZADOR « AURORA » A participação decisiva do cru. mdor c Aurora r no desenrolar da insurreieão armada em Pctro~ grado (hoje Lenincgradtüe' uma das paginas imortais da REVDill- ção Llevüulnbru. i-ncorado ao rio Neva, o crnzailor é hoje um rm¡- seu, visitado com emoção por milhares e milhares do ioesaoria. Foi nl¡ mesmo, ilolegendário cauzador cAurorRI. que Alexan- dreilietorovitch Bellchev» o oo- nilssário liolchevique da guarni- ção que deu a ordem para dispu- rar o canhão do navio no dia 7 de NDVBIHbrO-Concedell uma entrevista nos órgãos de promi- : Eanda do Partida Comunista Portugués. - Alex-tudu Béllchnv ! em hai! 72 anor, mu¡ ú com fogem Inturiolmo iuvonllquo no¡ lala dusu ¡rd-nlu dia: du Navarra. Novos triunfos da URSS na conquista do Cosmos i8 de Outubro de 1967. A sonda cosml na suavemente no planeta Venus, Tal co meses de voa através do espaço e a uma de cinilometros do. terra. tica durante hora e nteiu planeia. A 31 de Outiilira o satélite terra, ponsaiido na regi como satelite, (Ín listc cmin-nuiidiinriiito sovid truçño lia estarmos mos, novo incalculável lm Mais um marco historico q do ao primeiro Estado seu novo. Fruto clu Grande Rev ano em que se celebra o sei (Íentenas de milhar de c: rede do técnicos e êxito o sei¡ traballio iiÍSÍÓTll) nboli sutis (energias: criadora. : no ser O axirnordinárla avanço nlcnn : luis e por todo; reconhecida, Os comunistas da ciência o da lácníca Alravtil do uu larnal ¡Avento I›t, nalmunlo o lelicllu com enluglgsma g Pica, o: cientistas o operários, todo o nu prodlgiornx : onmilllos do coimas comunismo na sua Pátria. desvenduram iniinv, artificial Cosmos lEB rearessou do previstsmzpiis n ana junção automatic 3mm; IRS, em Este voo conjunto durou três horas e mala. nlução Socialista de Outubro, no i glorioso 50." aniversário. ientistas saldos do povo c uma vasta operandos cspeizliillziidos vêem coroado: : de- niimn sociedade que pela PFÍIUEÍFH ve¡ na ! l para sempre n exploração e a miséria cpñs todas; us- viço do lionicm, da cultura, da paz. cado pela Unilo Snvlélíza nas ccnuulsla: capa-- nomiouosrv o o gnvo português re m Grande Patria Socialista, n Partido Fomun-'i-. tn Pcrlcguê¡ . muito iràler- nlcpria o Partido Camunlst: da Units Sovitr' povo soviético, polos sucessos alcançados o nos múltipla! dcmínics de construçao de ea soviética Vénus 4 pou- motora previsto, após 4 pleno von no espaço cósmico. t¡ _SS_ de do mundoe à tàorcn criadora : ln l t i ¡ubilnm com em: novo lriunio' distância do 550 milhñea- aia emissões enviadas pela sonda sovié- eres segredos daquele v à l g I bro de N17. Levou-nos a visitar a cabina de radio (lo navio que foi n pri- meira estaçao de rádio no ser- viço du Rcvolngtão prnletiiriu. 'Frunsmitiu ns ordens do Comité Militar Revolucionário eo : :pelo aos cidadãos da Rtisãiíl escrito por Lenine, no qual se anunciava uo mundo o triunio da Revolução Socialista. ' «Sou eia-marinheiro deste na- viuadiz-nos Beliclieu/ ntea tra- balhei emdiversas fábricas capi- talismsedepoiscontinueio mun- ter contactos com os operários revolucionários de lvnnovo-Voz- nessenslc. Foi essa experiência que me permitiu, qnandotui re- crutndo para o serviço militar na frota do Rdltico, fazer propagam du entre ea marinheiros russos ' da necessidade de lutar contra a ¡HUÍOCTHCIR CZSFIEIH 5. Porgnntúmoh : Porque ó que fo¡ o cru- zador r Aurora: que rntehnu o ordem de atirar contra o Phláclo do lnvlrnoí Bélicliev respondeu: cEu e os meus companheiro¡ de traballio propognndistice fazíamos uma ampla agitação entre os mari- nheiros intra n luta contra o Cim- rismo. No mês de Dezembro de ~ 1916, o crrizador regressou a Pe- trograrlo para reparações, entro- mos em contacto com a classe operária e tivemos uma activa participar-Pin nn Revolução de tico abre novas perspectivas à tons- inlerplanetárias. Mais duzia ; latas memoráveis na história da conquista o c _qrsinrle passo : lu ciência e da técnico nu UR pairtdnnin para o progresso dos povos. Fevereiro de 1917. A influi-ncia do partido iiolclicviquc entre u 05- i tripulação cresceu rapidamente. A 2 de . Nliiriro de 1917. foi eleito o primeiro vComité de Ainrinliei- ue toda u humanidade tlcarii deven- Scicialista rosa do llñViü, nom-nm bnlrzlicvi- (inc. Dai até ao mês de Setembro o: orogrcuos ide-organização (urina enor- mes, :cnlnndn . -0 42 l-. olclieviqun (nlrc n tribulação n -t (um da: qualtotvlno Ca- miié de Mnrínlinirol, mas l-: rrm u ro. :ões mais ímnortrnlusqun lovrrrrn n iCo. nilló Mílihr Revniucíonlnrirr, que dirigiu n lnsurieíçãn, a oncarrrncr o : Ani-orar da missão dc atirar centra u Palácio rir: inverno «druida o sinal para e assalto ! s Iorcu revolucionárias populares. Épre- : iso ntanlnrnr -- acrescentou Boliche? 7 que naquela nllurn là o Camilla da Marl- nhairnr, do -qunl ou an¡ presidente, dl. ;- punh¡ di¡ lado dr: lodo o poder no cru- zndcr, diuunndo e tomando ruxciltçñrs em relação no: problemas militares, pair'. tico¡ a de organizacão. A lripulacão do navio era llelao partido bolthavique ui Raveiuçãci. «A 24 d. Outubro (6 a. Novamiml lul : humndu na Felicio Smelny onda rn lnalnlara o Estado Motor da Revolução o o Comité Militar Revolucionário. Falei com inlicv Sverdluv qua gula a; ol¡ o primeiro preildenle da Crmluba : secu- Ilva Cnnlrnl da União Soviiiico. erra o braço direito de lénlno. Informado de qua n tripulação da (Aut-ou, el¡ um¡ verdadeira [orlolrza bclthavlquo, Surd- Iev dou a ordem para o uuzudor deton- dcr e Illlbolucu' n tráfego pelo ponto Nicolau. em Irani¡ do Pai-brio dolnvcrno. 'o manter ai poslçõu. Regruianda ao cruzador, como ecmlr- nrlo politica' de bordo a nomeado por Svurdiov, :onyoquel um mrallng, anda u: marinheiros, por unanimidade. decidi- um cumprir u ordens do Parlido Bol- chavlquu. Avlsndel da nono docinho, o coman- dam¡ c os outros ollelal: dacldlrrm nlo pgrtlcipov m luva politico, tcnnrvlndca neurrnildndr. Dol ontem da prendl-lo: para qu¡ não lmpedluem a nona acção " uveiuctonérla. o navio dirigiu-no A ponto de Nleqlau, mui¡ iundshmos, pondo nm fuga a: fun- hr: e cnsncos. O¡ marinheiro¡ balu- "m n ponta. . Au nmanhucnr no dl¡ 25 17d: Novam- brn) um nmlnbrio do Camil¡ Revolucio- núrio vala n bordo u Gian-no¡ qu; i¡ 9 hora¡ da nollu o Pai-lide dlriqlrla um ulllmclum na govnrno burgvlu exigindo que enlreguun o Poder ao povo e avi- aando-o quo n: ele reslstlue, a um sinal do lorlnlzza Pedro_ n Paulo o cruzador ¡Auroni abriria fogo a nlncula e Poli- cia do interno. A¡ força¡ revolucionária: pcpulareslo- ranma concentrando [uniu no Palacio do Inverno. Ao nnnltuer and: : marinheiro do «An- rcrai ursvli n posto¡ no : eu lugar. No¡ margens ccmnrnvnm n ouvir-io dlirrrcr desguirrdcr. Eram 9 horas_ nun n larin- lezo c'e- Pndro I! Pnulonãodnvo ainsi¡ do vida. À: 9 e 35 minuto¡ auvlmo) o dl¡- para na fortaleza. Dal ardem da fogo l - Esle lo¡ e ¡inal nara a¡ ! arcos populares iniciaram a uiello ea Polónia da Inverno. Depuis das llro, chegou um nosso» ou- vido: um c Hurra l › nlrondnr da muilldlo, mguido de [erra tiroteio, Ccmdçorno ataque eonlrn o palácio do lnv-rno. Mai. : mr menos : t hora¡ dlpals a Palácio lot tomado n. ' No lim cinta entrevista o tcmlsrlrio Billlcluev, figura histórica da Revolução Socialista de Outubro, dirigiu os ¡egulnlal palavras ao povo portugues: «Camo vnllio holclievlouo. como portl- cípunln do implantação do Poder Soviéti- Cri na Rússia, :tania saudnrcaloreumen- Ia a Iule : to povo portugués ccnlrn o (nil- C¡'m°- E Quem reafirmar ou¡ no», nov nuindn a caminho indicado pelo iai-Hide lénhnev- n conilriirño do primeiro Emi- do Socíalisln do Mundo - caminhamos ram o ironia para a : :insira-clio do co- munismo, único . tlilnmn capaz de ruolver os pralilemnn Jundanienlcl¡ da Humanida- do. do libertar n Homem do lugo dua- olcrncão to d-rrr-llus una vida aluna, g : to ínslauriir a Dnmocraelo o c Fu em lodo o Mundo x.
  7. 7. (continuação da 1." pág. ) pitnlistn e do colonialismo, afir- mando a era do socialismo triun- fante. A Revolução Sociulist de Ou- tubro foi e corolário das mais amplas lutas de massas, de lutns económica¡ e politicas. de muni- íestacões e de greves da classe operária e das massas trabalha- doras, da luta do povo contra a guerra imperialistn, da revolta dos camponeses pela posse da terra, da luta doa povos oprinii- dos pela sua independência, sob a direcção do glorioso Partido Bolchevique, do Partido dc Lé- nine. Esse caudal de lutas lun- diuvsc numa só torrente que le- vou ? i conquista do poder, i1 ins- tauração da ditadura do prole- tariado. Soh o impulso da itevoluçllo de Outubro, acicatados pela explo- ração, pela miséria, peia guerra imperialista, os trabalhadoras da Hungria. Alemanha, Áustria, itá- lia snblevarain-se contra o poder capitalista e tentaram instaurar um estado operário e camponês. A Revolução Socialista de Ou- tubro forneceu no proletariado e à sua vanguarda - os partidos comunistas «ensinamentos pre- ciosos para u sua lili-a, para a elaboração da sua estratégia c tíicticmvisando a conquista do poder e evitando a prática ele erros que a expeilência demo- vimento operário russo já havia condenado e que Lenine ataca no seu livro: x Exlremismo. doen- çu infantil do comuníimcm A vitória dll ¡Zavoliição de Ou- tubro foi o resultado da mobili- zação, organização e eomtiativi- dade das massas trabalhadoras com vistas ao derriihamento do capital o, foi o resultado du AVANT GLORIA IMORTAI. A da Revoiu ão Saci Stlll experiência delutu. do com- biite ideológico contra as cor- rentes oportunistas no seio da classe operária, da sábia utiliza- cüo das contradições do inimigo. das mudanças que se opernvum no quadro da vidn politica daque- la epoca, tirando delas partido com inteligência e prrrdêricia pa- ra o estabelecimentodcalinnças temporárias, foi o resultado dci utilização das formas legais, se- mi-legaiseilegaisde luta, da uni- dade e organização du classe operária. da aliança dos openi- rios e camponeses, da sua firme disposição de conquistar o po- der, foi o resultaria de uma es- tratégia e táctica revolucionárias ¡iistambnsendas nos ensinamen- tos do murxismo-Ieninislno. (Não : ie pode vencersó com a vanguardawaiirmn Lenine, no F 's coMrrnrrst alisra de Outubro seu livro cExlremismo. doença inlantll do comunismcn--Lan- car a vanguarda sozinha na ba- talha decisiva, quando tudu u classe, quando todas as grandes tnussua ainda não tomaram uma atitude de apoio directo à vun- guarda ou pelo menos umn ati- tude deneutralidndesimpatizan- te, que os torne completamente incapazes de apoiar o adversá- rio seria mais doqueinsensntez, sería um criinen Nus margens do Veiga, lá onde o exército soviético esmagou ns 22 divisões alemãs de Von Pau- lus, ergue-se um magestoso mo- numento em homenagem no¡ combatentesdeStnlinegradoEs- tn homenagem nüo ii devem sit- mente os povos dn Unidade So- viética aos seus glorinsos filhos. Devem-na também os povos do mundo inteiro. ¡Jevem-na ostra- balhadores portugueses que ava- liam devidamente o amplo signi- ficado da luta revolucionária dos trabalhadores russos, dos operá- rios e camponeses, dos povos que compõem u União Soviética na sua histórica lutu pela cons- trução do socialismo, na sua gl- gantesca batalha para esmagar as liordas nazis para ajudar os povos do mundo inteiro a liber- itar-sc do jugo eapitulistma con- quistar u independência, a edifi- car a sociedade socialista, como o estilo fazendo no Vietnam, co- mo o estão fazendo em Cnhn. Glória imortal aos combaten- tes da Revolução Socialista de Outubro. (ilória imortal aos cidadãos soviéticos caldos na lutn contra tt coligação liitlerianu. 50.” aniversário da Revolução de Outubro ENTREVISTA NO CRUZADOR « AURORA » A participação decisiva do cru. mdor c Aurora r no desenrolar da insurreieão armada em Pctro~ grado (hoje Lenincgradtüe' uma das paginas imortais da REVDill- ção Llevüulnbru. i-ncorado ao rio Neva, o crnzailor é hoje um rm¡- seu, visitado com emoção por milhares e milhares do ioesaoria. Foi nl¡ mesmo, ilolegendário cauzador cAurorRI. que Alexan- dreilietorovitch Bellchev» o oo- nilssário liolchevique da guarni- ção que deu a ordem para dispu- rar o canhão do navio no dia 7 de NDVBIHbrO-Concedell uma entrevista nos órgãos de promi- : Eanda do Partida Comunista Portugués. - Alex-tudu Béllchnv ! em hai! 72 anor, mu¡ ú com fogem Inturiolmo iuvonllquo no¡ lala dusu ¡rd-nlu dia: du Navarra. Novos triunfos da URSS na conquista do Cosmos i8 de Outubro de 1967. A sonda cosml na suavemente no planeta Venus, Tal co meses de voa através do espaço e a uma de cinilometros do. terra. tica durante hora e nteiu planeia. A 31 de Outiilira o satélite terra, ponsaiido na regi como satelite, (Ín listc cmin-nuiidiinriiito sovid truçño lia estarmos mos, novo incalculável lm Mais um marco historico q do ao primeiro Estado seu novo. Fruto clu Grande Rev ano em que se celebra o sei (Íentenas de milhar de c: rede do técnicos e êxito o sei¡ traballio iiÍSÍÓTll) nboli sutis (energias: criadora. : no ser O axirnordinárla avanço nlcnn : luis e por todo; reconhecida, Os comunistas da ciência o da lácníca Alravtil do uu larnal ¡Avento I›t, nalmunlo o lelicllu com enluglgsma g Pica, o: cientistas o operários, todo o nu prodlgiornx : onmilllos do coimas comunismo na sua Pátria. desvenduram iniinv, artificial Cosmos lEB rearessou do previstsmzpiis n ana junção automatic 3mm; IRS, em Este voo conjunto durou três horas e mala. nlução Socialista de Outubro, no i glorioso 50." aniversário. ientistas saldos do povo c uma vasta operandos cspeizliillziidos vêem coroado: : de- niimn sociedade que pela PFÍIUEÍFH ve¡ na ! l para sempre n exploração e a miséria cpñs todas; us- viço do lionicm, da cultura, da paz. cado pela Unilo Snvlélíza nas ccnuulsla: capa-- nomiouosrv o o gnvo português re m Grande Patria Socialista, n Partido Fomun-'i-. tn Pcrlcguê¡ . muito iràler- nlcpria o Partido Camunlst: da Units Sovitr' povo soviético, polos sucessos alcançados o nos múltipla! dcmínics de construçao de ea soviética Vénus 4 pou- motora previsto, após 4 pleno von no espaço cósmico. t¡ _SS_ de do mundoe à tàorcn criadora : ln l t i ¡ubilnm com em: novo lriunio' distância do 550 milhñea- aia emissões enviadas pela sonda sovié- eres segredos daquele v à l g I bro de N17. Levou-nos a visitar a cabina de radio (lo navio que foi n pri- meira estaçao de rádio no ser- viço du Rcvolngtão prnletiiriu. 'Frunsmitiu ns ordens do Comité Militar Revolucionário eo : :pelo aos cidadãos da Rtisãiíl escrito por Lenine, no qual se anunciava uo mundo o triunio da Revolução Socialista. ' «Sou eia-marinheiro deste na- viuadiz-nos Beliclieu/ ntea tra- balhei emdiversas fábricas capi- talismsedepoiscontinueio mun- ter contactos com os operários revolucionários de lvnnovo-Voz- nessenslc. Foi essa experiência que me permitiu, qnandotui re- crutndo para o serviço militar na frota do Rdltico, fazer propagam du entre ea marinheiros russos ' da necessidade de lutar contra a ¡HUÍOCTHCIR CZSFIEIH 5. Porgnntúmoh : Porque ó que fo¡ o cru- zador r Aurora: que rntehnu o ordem de atirar contra o Phláclo do lnvlrnoí Bélicliev respondeu: cEu e os meus companheiro¡ de traballio propognndistice fazíamos uma ampla agitação entre os mari- nheiros intra n luta contra o Cim- rismo. No mês de Dezembro de ~ 1916, o crrizador regressou a Pe- trograrlo para reparações, entro- mos em contacto com a classe operária e tivemos uma activa participar-Pin nn Revolução de tico abre novas perspectivas à tons- inlerplanetárias. Mais duzia ; latas memoráveis na história da conquista o c _qrsinrle passo : lu ciência e da técnico nu UR pairtdnnin para o progresso dos povos. Fevereiro de 1917. A influi-ncia do partido iiolclicviquc entre u 05- i tripulação cresceu rapidamente. A 2 de . Nliiriro de 1917. foi eleito o primeiro vComité de Ainrinliei- ue toda u humanidade tlcarii deven- Scicialista rosa do llñViü, nom-nm bnlrzlicvi- (inc. Dai até ao mês de Setembro o: orogrcuos ide-organização (urina enor- mes, :cnlnndn . -0 42 l-. olclieviqun (nlrc n tribulação n -t (um da: qualtotvlno Ca- miié de Mnrínlinirol, mas l-: rrm u ro. :ões mais ímnortrnlusqun lovrrrrn n iCo. nilló Mílihr Revniucíonlnrirr, que dirigiu n lnsurieíçãn, a oncarrrncr o : Ani-orar da missão dc atirar centra u Palácio rir: inverno «druida o sinal para e assalto ! s Iorcu revolucionárias populares. Épre- : iso ntanlnrnr -- acrescentou Boliche? 7 que naquela nllurn là o Camilla da Marl- nhairnr, do -qunl ou an¡ presidente, dl. ;- punh¡ di¡ lado dr: lodo o poder no cru- zndcr, diuunndo e tomando ruxciltçñrs em relação no: problemas militares, pair'. tico¡ a de organizacão. A lripulacão do navio era llelao partido bolthavique ui Raveiuçãci. «A 24 d. Outubro (6 a. Novamiml lul : humndu na Felicio Smelny onda rn lnalnlara o Estado Motor da Revolução o o Comité Militar Revolucionário. Falei com inlicv Sverdluv qua gula a; ol¡ o primeiro preildenle da Crmluba : secu- Ilva Cnnlrnl da União Soviiiico. erra o braço direito de lénlno. Informado de qua n tripulação da (Aut-ou, el¡ um¡ verdadeira [orlolrza bclthavlquo, Surd- Iev dou a ordem para o uuzudor deton- dcr e Illlbolucu' n tráfego pelo ponto Nicolau. em Irani¡ do Pai-brio dolnvcrno. 'o manter ai poslçõu. Regruianda ao cruzador, como ecmlr- nrlo politica' de bordo a nomeado por Svurdiov, :onyoquel um mrallng, anda u: marinheiros, por unanimidade. decidi- um cumprir u ordens do Parlido Bol- chavlquu. Avlsndel da nono docinho, o coman- dam¡ c os outros ollelal: dacldlrrm nlo pgrtlcipov m luva politico, tcnnrvlndca neurrnildndr. Dol ontem da prendl-lo: para qu¡ não lmpedluem a nona acção " uveiuctonérla. o navio dirigiu-no A ponto de Nleqlau, mui¡ iundshmos, pondo nm fuga a: fun- hr: e cnsncos. O¡ marinheiro¡ balu- "m n ponta. . Au nmanhucnr no dl¡ 25 17d: Novam- brn) um nmlnbrio do Camil¡ Revolucio- núrio vala n bordo u Gian-no¡ qu; i¡ 9 hora¡ da nollu o Pai-lide dlriqlrla um ulllmclum na govnrno burgvlu exigindo que enlreguun o Poder ao povo e avi- aando-o quo n: ele reslstlue, a um sinal do lorlnlzza Pedro_ n Paulo o cruzador ¡Auroni abriria fogo a nlncula e Poli- cia do interno. A¡ força¡ revolucionária: pcpulareslo- ranma concentrando [uniu no Palacio do Inverno. Ao nnnltuer and: : marinheiro do «An- rcrai ursvli n posto¡ no : eu lugar. No¡ margens ccmnrnvnm n ouvir-io dlirrrcr desguirrdcr. Eram 9 horas_ nun n larin- lezo c'e- Pndro I! Pnulonãodnvo ainsi¡ do vida. À: 9 e 35 minuto¡ auvlmo) o dl¡- para na fortaleza. Dal ardem da fogo l - Esle lo¡ e ¡inal nara a¡ ! arcos populares iniciaram a uiello ea Polónia da Inverno. Depuis das llro, chegou um nosso» ou- vido: um c Hurra l › nlrondnr da muilldlo, mguido de [erra tiroteio, Ccmdçorno ataque eonlrn o palácio do lnv-rno. Mai. : mr menos : t hora¡ dlpals a Palácio lot tomado n. ' No lim cinta entrevista o tcmlsrlrio Billlcluev, figura histórica da Revolução Socialista de Outubro, dirigiu os ¡egulnlal palavras ao povo portugues: «Camo vnllio holclievlouo. como portl- cípunln do implantação do Poder Soviéti- Cri na Rússia, :tania saudnrcaloreumen- Ia a Iule : to povo portugués ccnlrn o (nil- C¡'m°- E Quem reafirmar ou¡ no», nov nuindn a caminho indicado pelo iai-Hide lénhnev- n conilriirño do primeiro Emi- do Socíalisln do Mundo - caminhamos ram o ironia para a : :insira-clio do co- munismo, único . tlilnmn capaz de ruolver os pralilemnn Jundanienlcl¡ da Humanida- do. do libertar n Homem do lugo dua- olcrncão to d-rrr-llus una vida aluna, g : to ínslauriir a Dnmocraelo o c Fu em lodo o Mundo x.

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