Temos que tirar os
pacientes com sinais e
sintomas de câncer da fila!
Como podemos ter uma regulação eficiente e transpare...
Estadiamento no momento do diagnóstico
Relatório TCU – Brasil 2010
6,2%
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localmente...
• Todos querem resolver
• Transparência no fluxo de referência e
contrarreferência (dificulta inclusive o controle social)...
Lei dos 60 dias
Pontos para reflexão…
•Uma lei determinando prazo máximo para realização de exames de
diagnóstico ajudaria a diminuir a fi...
Temos que tirar os pacientes com sinais e sintomas da fila - Tiago Matos
Temos que tirar os pacientes com sinais e sintomas da fila - Tiago Matos
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Temos que tirar os pacientes com sinais e sintomas da fila - Tiago Matos

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Palestra apresentada por Tiago Matos no dia 08/04/2015, no V Fórum Nacional de Políticas de Saúde em Oncologia

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  • A análise dos registros de atendimento processados em 2010 revelou que 60,5% dos pacientes foram diagnosticados em 2010 em estadiamento localmente avançado ou metastático (estadios III ou IV). (Gráfico p. 26)
    Parece o cúmulo do absurdo, mas para os pacientes com câncer de pulmão ainda é pior: 87,9% dos casos apresentam estágio 3 e 4 numa escala de 0 a 4.
  • Equivalente a mais de 10 estádios nacional de BSB
    De forma mais assustadora ainda, a última mulher a entrar nessa fila deverá aguardar quase seis meses para conseguir fazer o exame.
    Com a Colonoscopia, por exemplo, exame primordial no diagnóstico de câncer de intestino, essa espera pode chegar a 312 dias.
  • FALTAM PATOLOGISTAS
  • Problema antigo
    Discussão ampla
    Níveis de atenção à saúde
    Referência e Contrarreferência
    Isso é uma caixa preta e dá asas a favoritismos.
    Não há transparência, por isso, nós também temos muita dificuldade de ajudar o paciente a caminhar pelo sistema encontrar soluções.
    Saber para quem encaminhar quando não houver mais vaga. Plano B e C.
  • Paciente sente falta de um waze. Que mostre onde ele deve ir, que horas ele vai chegar, qual o melhor caminho sem se desviar ou guiar na contramão.
  • É preciso reconhecer, contudo, que o legislativo não está omisso à essa questão. Em 2009, o TCU realizou auditoria identificando inúmeros problemas na regulação assistencial, que envolvem especialmente Estados e Municípios (uma pena CONASS e CONASEMS não estarem aqui. Vale registrar que foram insistentemente convidados). Recomendações foram feitas. Talvez o MS possa nos dizer o que avançou e o que ainda impede a regulação de ser eficiente e transparente.
  • Em 2014, ao completar 1 ano da lei dos 60 dias, muito se falou que a lei deixou de tratar do principal problema: a demora no diagnóstico. Essa era uma fala unânime.
    Encontramos o PL 5722 que tratava do prazo de 30 dias para realização de diangóstico quando a principal hipótese fosse câncer. O projeto avançou, mas foi arquivado. Projetos semelhantes foram apresentados.
  • Em conversa com o MS, este apresentou preocupação em relação uma lei dos 30 dias:
    - Não resolve o problema da infraestrutura e eficiencia.
    - Aumento da judicialização – tomando mais tempo dos técnicos
  • Não queremos criar um elefante branco. Por isso, que antes de avançarmos no PL dos 30 dias, achamos por bem trazer o assunto para discussão aqui, e talvez chegar a um encaminhamento que resolva de vez esse problema.
    Como persistisse o problema, o legislativo foi além com a apresentação do PL dos 30 dias. Se o texto não é o melhor, como poderíamos aprimorá-lo? Há um outro PL (742/15) da deputada Conceição Sampaio que objetiva a publicização da fila de pessoas que aguardam, afim de evitar favoritismos.
    Enfim, acreditamos que a intenção de todos aqui é ajudar, pq o problema está ai e ninguém ainda conseguiu resolve-lo. Até porque não é simples.
  • Algo que parece fundamental é uma eficiente articulação interfederativa. Todos os entes federativos precisam estar alinhados e comprometidos. Por isso, que lamento novamente a falta do CONASS e CONASEMS, pois a perspectiva deles seria importatíssima para entendermos as dificuldades dos Estados e Municípios.
    Em 2011, veio o COAP
  • Temos que tirar os pacientes com sinais e sintomas da fila - Tiago Matos

    1. 1. Temos que tirar os pacientes com sinais e sintomas de câncer da fila! Como podemos ter uma regulação eficiente e transparente?
    2. 2. Estadiamento no momento do diagnóstico Relatório TCU – Brasil 2010 6,2% 10,1% 23,2% 34,1% 26,4% 0 1 2 3 4 60,5% localmente avançado ou avançado Fonte: TCU
    3. 3. • Todos querem resolver • Transparência no fluxo de referência e contrarreferência (dificulta inclusive o controle social) • Ambiente propício ao favoritismo • Parece não haver plano B, C, D... O grande desafio da Regulação
    4. 4. Lei dos 60 dias
    5. 5. Pontos para reflexão… •Uma lei determinando prazo máximo para realização de exames de diagnóstico ajudaria a diminuir a fila de espera e tornar a detecção do câncer mais precoce? •O que está sendo feito para dar mais eficiência e transparência ao processo de regulação, e como a sociedade pode ajudar nesse processo? •O COAP é a solução? Quando ele sairá do papel? Ele dará mais transparência ao fluxo de referência e contrarreferência?

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