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Câncer de Fígado
O que é Câncer de Fígado?
É a consequência do aparecimento de células anormais
que adquirem a capacidade de se dividir e invadir
outros tecidos, crescendo desordenadamente. Existem
vários tipos de câncer que podem começar no fígado:
• Carcinoma Hepatocelular - É a forma mais comum
do câncer de fígado em adultos, cerca de 80% dos
cânceres que se iniciam no fígado são desse tipo.
• Colangiocarcinoma Intra-Hepático (Câncer do
Ducto Biliar) - Estes tumores se iniciam nas células
que revestem os dutos biliares e representam de 10
a 20% dos cânceres que se iniciam no fígado.
• Angiossarcoma e Hemangiossarcoma - São
tumores raros que começam nas células que
revestem os vasos sanguíneos do fígado.
• Hepatoblastoma - É um tipo muito raro que se
desenvolve em crianças, geralmente com menos de
4 anos.
Sinais e Sintomas
Geralmente, nos estágios iniciais da doença, o
câncer de fígado não apresenta sinais e sintomas.
Porém, alguns sinais e sintomas do câncer de
fígado podem incluir: perda de peso, falta de
apetite, sensação de plenitude na parte superior
do abdome após uma refeição leve, náuseas,
vômitos, febre, fígado aumentado, baço
aumentado, dor abdominal, inchaço ou acúmulo
de líquido no abdome, coceira, icterícia, veias da
barriga dilatadas e visíveis através da pele, e
agravamento da hepatite crônica ou cirrose.
É importante saber que estes sintomas também
estão relacionados a outras doenças, não sendo
exclusivos do câncer de fígado. Entretanto,
existindo qualquer um desses sintomas, um
médico deverá ser consultado.
Fatores de Risco para Câncer de Fígado
O hepatocarcinoma está relacionado com cirrose
hepática, de causa alcoólica ou por infecção viral, como
pelo vírus da hepatite B e C.
É sabido que dos paciente cirróticos, 5% desenvolverão
hepatocarcinoma. No mundo, as infecções por estes
vírus são as principais causas deste câncer.
Outros fatores de risco mais raros são: aflatoxinas (que
é uma micotoxina que pode ser encontrada nos grãos e
cereais armazenados em ambientes úmidos) e
cloridrato de vinil (que podem causar os sarcomas
hepáticos, como angiossarcoma).
Diagnóstico do Câncer de Fígado - Imagem
Os exames de imagem ajudam a localizar a lesão e são
extremamente úteis para determinar a extensão da
doença, o que se denomina estadiamento do câncer de
fígado:
• Ultrassom - Produz imagens em tempo real de
órgãos, tecidos e fluxo sanguíneo do corpo.
• Tomografia Computadorizada - Similar a um raios
X, é realizado em duas etapas: sem e com contraste.
• Ressonância Magnética - Determinar o tamanho e a
localização do tumor, bem como a presença de
metástases.
• Angiografia - Utiliza raios X para visualizar os vasos
sanguíneos.
• Cintilografia - Avalia funcionalmente os órgãos e
não apenas sua morfologia.
Diagnóstico do Câncer de Fígado - Laboratório
Os exames de laboratório comumente solicitados para
diagnosticar problemas no fígado são:
• Alfa-fetoproteína - Exame de sangue realizado em
pacientes com suspeita de câncer de fígado.
• Exame da Função Hepática - Determina o
funcionamento do fígado.
• Exame de Coagulação do Sangue - Verifica a
quantidade de fatores de coagulação.
• Exames de Hepatite Viral - Determina existência de
infecção por hepatite B e C.
• Exames da Função Renal - Avaliam o
funcionamento dos rins.
• Hemograma Completo - Determina os níveis de
glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
• Bioquímica Sanguínea - Cerifica os níveis de uma
série de minerais e outras substâncias.
Diagnóstico do Câncer de Fígado - Biopsia
A biópsia é a única maneira de fazer o diagnóstico
definitivo do câncer de fígado. Consiste na remoção
de uma pequena quantidade de tecido para exame ao
microscópio. Os principais tipos de biópsias para
câncer de fígado são:
• Biópsia com Agulha - A amostra de tecido é
retirada com auxílio de uma agulha.
• Biópsia de fragmento com agulha (Core Biopsy) –
São retirados fragmentos de tecido, com uma
agulha de calibre um pouco mais grosso.
• Biópsia Laparoscópica - As amostras são
recolhidas durante a laparoscopia, o que permite
que o médico visualize a superfície do fígado e
recolha amostras de aparência anormais.
• Biópsia Cirúrgica - Pode ser incisional (remoção de
um pedaço de tumor) ou excisional (remoção de
todo o tumor).
Estadiamento do Câncer de Fígado
O estadiamento é uma forma de descrever um câncer,
onde está localizado, se está disseminado, e se está
afetando as funções de outros órgãos no corpo.
• Estágio I (T1, N0, M0) - Não existe tumor nos vasos
sanguíneos.
• Estágio II (T2, N0, M0) – Um único tumor que se
desenvolveu nos vasos sanguíneos, ou vários
tumores de até 5 cm de diâmetro.
• Estágio IIIA (T3a, N0, M0) - Existe mais de um
tumor, e pelo menos um tem mais que 5 cm de
diâmetro.
• Estágio IIIB (T3b, N0, M0) - Pelo menos um tumor
está invadindo a veia hepática.
• Estágio IIIC (T4, N0, M0) - O tumor está se
desenvolvendo em um órgão próximo ou um tumor
cresceu no revestimento externo do fígado.
• Estágio IVA (Qualquer T, N1, M0) – O tumor pode
ter invadido vasos sanguíneos ou órgãos próximos,
se disseminou para os linfonodos próximos.
• Estágio IVB (Qualquer T, qualquer N, M1) –
Metástases à distância.
Tratamento do Câncer de Fígado – Cirurgia
A cirurgia, seja a remoção do tumor ou o transplante
do fígado, tem como objetivo a cura da doença:
• Hepatectomia Parcial - É a cirurgia para remoção
de parte do fígado. Ela só é realizada se o paciente
estiver num bom estado de saúde geral e todo o
tumor possa ser removido, de modo que reste uma
parte saudável do fígado.
• Transplante de Fígado – Atualmente, os
transplantes de fígado são indicados para tumores
pequenos, sem invasão para os vasos sanguíneos.
Na maioria dos casos, o transplante é realizado
quando o tumor não pode ser totalmente
removido, quer devido à localização ou porque o
fígado se encontra muito comprometido.
Tratamento do Câncer de Fígado – Embolização
A embolização é a injeção de substâncias para
bloquear ou diminuir o fluxo de sangue para as células
cancerígenas no fígado. É uma opção para pacientes
cujos tumores não podem ser removidos
cirurgicamente. Os tipos de embolização são:
• Embolização Arterial - Através de um cateter são
introduzidas pequenas partículas na artéria para
obstruí-la.
• Quimioembolização - Combina embolização com
quimioterapia. É uma variável ao procedimento de
embolização, em que microesferas transportam o
quimioterápico.
• Radioembolização - Combina embolização com
radioterapia injetando microesferas radioativas na
artéria hepática.
Tratamento do Câncer de Fígado - Ablação
Ablação refere-se a tratamentos que destroem os
tumores hepáticos sem removê-los. Estas técnicas são
frequentemente utilizadas em pacientes com tumores
pequenos, sem indicação de cirurgia, por outros
problemas de saúde ou por alterações na função
hepática. Os tipos de ablação são:
• Ablação por Radiofrequência - Utiliza ondas de
rádio de alta energia para o tratamento.
• Ablação por Etanol - Também conhecida como
injeção de etanol percutânea.
• Termoterapia por Microondas - Utiliza microondas
para aquecer e destruir o tecido anormal.
• Criocirurgia - Destrói o tumor por congelamento,
utilizando uma sonda de metal fino.
Tratamento do Câncer de Fígado - Radioterapia
A radioterapia externa utiliza raios X de alta energia
para destruir as células cancerígenas. Também pode
destruir as células cancerígenas remanescentes da
cirurgia. Existem diferentes tipos de radioterapia:
• Radioterapia Externa - Concentra a radiação
liberada no volume alvo. Isto pode, às vezes, ser
usado para diminuir os tumores aliviando
sintomas, como dor, mas não é usada tão
frequentemente em tratamentos locais, como
ablação ou embolização.
• Radioembolização - É uma técnica mais recente,
que consiste da injeção de microesferas radioativas
na artéria hepática. Essas esferas se alojam no
fígado perto do tumor e emitem radiação.
Tratamento do Câncer de Fígado –
Quimioterapia
A quimioterapia utiliza medicamentos
anticancerígenos para destruir as células
tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, a
quimioterapia atinge não somente as células
cancerígenas, como também as células sadias
do organismo.
Infelizmente, o câncer de fígado resiste à
maioria das drogas quimioterápicas. Os
medicamentos mais eficazes na diminuição
dos tumores de fígado são doxorubicina, 5-
fluorouracilo e cisplatina. Mas mesmo essas
drogas reduzem apenas uma pequena
porcentagem dos tumores, e as respostas
muitas vezes são apenas a curto prazo.
Terapia Alvo no Tratamento do Câncer
de Fígado
Um maior entendimento sobre as alterações nas
células que causam o câncer tem levado ao
desenvolvimento de novos medicamentos alvo
que visam especificamente estas mudanças.
Sorafenib – É um medicamento alvo que
bloqueia os tumores impedindo a formação de
novos vasos sanguíneos e seu desenvolvimento.
Tem como alvo algumas proteínas das células
cancerígenas. Este medicamento retarda o
crescimento do câncer de fígado avançado. É
administrado por via oral, 2 vezes ao dia.
Atualmente, está sendo estudada sua utilização
combinada com outros tipos de terapias.
Vivendo com Câncer de Fígado
O câncer é, muitas vezes, uma experiência de mudança
de vida, momento em que surgem muitas dúvidas e
incertezas. Mas, ajuda saber que muitos pacientes com
câncer de fígado, hoje já aprenderam a lidar com esta
incerteza e estão vivendo uma vida plena.
Em alguns pacientes, o câncer pode não desaparecer
completamente. Esses pacientes continuarão
realizando tratamentos regulares com quimioterapia,
radioterapia ou outras terapias para tentar manter a
doença sob controle.
Recomenda-se manter uma alimentação
saudável, não fumar, evitar o consumo de álcool e
a prática de exercícios físicos regulares.
Transplante de Fígado
Atualmente, apenas uma pequena parcela de pacientes
com câncer de fígado podem ser candidatos a um
transplante de fígado, em função de critérios rigorosos,
baseados principalmente no tamanho e quantidade de
tumores.
Alguns médicos estão reavaliando formas para expandir
esses critérios, de modo que pacientes com outros
problemas de saúde, e tumores grandes possam ser
elegíveis.
O grande problema para os pacientes que necessitam de
um transplante é a falta de um fígado disponível.
Mesmo pacientes elegíveis enfrentam uma longa espera
para o transplante. Os médicos estão avaliando outros
tipos de tratamentos, como ablação, para ajudar a
manter a doença sob controle até que um fígado esteja
disponível para o transplante.
Novidades no Tratamento
Novos medicamentos, que visam partes específicas
das células cancerígenas estão sendo desenvolvidos.
Os vasos sanguíneos do tumor são o alvo desses novos
medicamentos:
• Sorafenib - Já é utilizado para tumores de fígado
que não podem ser removidos cirurgicamente.
• Brivanib - É outro medicamento alvo que também
diminui o crescimento dos vasos sanguíneos do
tumor.
• Bevacizumab - Também age no bloqueio do
crescimento de novos vasos sanguíneos, e tem
mostrado resultados promissores contra o câncer
de fígado.
• Erlotinib - Tem como alvo a proteína EGFR nas
células cancerígenas, e mostrou, nos estudos
iniciais, um benefício para pacientes com doença
avançada.
Câncer de Fígado: Sintomas, Fatores de Risco e Tratamentos

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Câncer de Fígado: Sintomas, Fatores de Risco e Tratamentos

  • 1.
  • 3. O que é Câncer de Fígado? É a consequência do aparecimento de células anormais que adquirem a capacidade de se dividir e invadir outros tecidos, crescendo desordenadamente. Existem vários tipos de câncer que podem começar no fígado: • Carcinoma Hepatocelular - É a forma mais comum do câncer de fígado em adultos, cerca de 80% dos cânceres que se iniciam no fígado são desse tipo. • Colangiocarcinoma Intra-Hepático (Câncer do Ducto Biliar) - Estes tumores se iniciam nas células que revestem os dutos biliares e representam de 10 a 20% dos cânceres que se iniciam no fígado. • Angiossarcoma e Hemangiossarcoma - São tumores raros que começam nas células que revestem os vasos sanguíneos do fígado. • Hepatoblastoma - É um tipo muito raro que se desenvolve em crianças, geralmente com menos de 4 anos.
  • 4. Sinais e Sintomas Geralmente, nos estágios iniciais da doença, o câncer de fígado não apresenta sinais e sintomas. Porém, alguns sinais e sintomas do câncer de fígado podem incluir: perda de peso, falta de apetite, sensação de plenitude na parte superior do abdome após uma refeição leve, náuseas, vômitos, febre, fígado aumentado, baço aumentado, dor abdominal, inchaço ou acúmulo de líquido no abdome, coceira, icterícia, veias da barriga dilatadas e visíveis através da pele, e agravamento da hepatite crônica ou cirrose. É importante saber que estes sintomas também estão relacionados a outras doenças, não sendo exclusivos do câncer de fígado. Entretanto, existindo qualquer um desses sintomas, um médico deverá ser consultado.
  • 5. Fatores de Risco para Câncer de Fígado O hepatocarcinoma está relacionado com cirrose hepática, de causa alcoólica ou por infecção viral, como pelo vírus da hepatite B e C. É sabido que dos paciente cirróticos, 5% desenvolverão hepatocarcinoma. No mundo, as infecções por estes vírus são as principais causas deste câncer. Outros fatores de risco mais raros são: aflatoxinas (que é uma micotoxina que pode ser encontrada nos grãos e cereais armazenados em ambientes úmidos) e cloridrato de vinil (que podem causar os sarcomas hepáticos, como angiossarcoma).
  • 6. Diagnóstico do Câncer de Fígado - Imagem Os exames de imagem ajudam a localizar a lesão e são extremamente úteis para determinar a extensão da doença, o que se denomina estadiamento do câncer de fígado: • Ultrassom - Produz imagens em tempo real de órgãos, tecidos e fluxo sanguíneo do corpo. • Tomografia Computadorizada - Similar a um raios X, é realizado em duas etapas: sem e com contraste. • Ressonância Magnética - Determinar o tamanho e a localização do tumor, bem como a presença de metástases. • Angiografia - Utiliza raios X para visualizar os vasos sanguíneos. • Cintilografia - Avalia funcionalmente os órgãos e não apenas sua morfologia.
  • 7. Diagnóstico do Câncer de Fígado - Laboratório Os exames de laboratório comumente solicitados para diagnosticar problemas no fígado são: • Alfa-fetoproteína - Exame de sangue realizado em pacientes com suspeita de câncer de fígado. • Exame da Função Hepática - Determina o funcionamento do fígado. • Exame de Coagulação do Sangue - Verifica a quantidade de fatores de coagulação. • Exames de Hepatite Viral - Determina existência de infecção por hepatite B e C. • Exames da Função Renal - Avaliam o funcionamento dos rins. • Hemograma Completo - Determina os níveis de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. • Bioquímica Sanguínea - Cerifica os níveis de uma série de minerais e outras substâncias.
  • 8. Diagnóstico do Câncer de Fígado - Biopsia A biópsia é a única maneira de fazer o diagnóstico definitivo do câncer de fígado. Consiste na remoção de uma pequena quantidade de tecido para exame ao microscópio. Os principais tipos de biópsias para câncer de fígado são: • Biópsia com Agulha - A amostra de tecido é retirada com auxílio de uma agulha. • Biópsia de fragmento com agulha (Core Biopsy) – São retirados fragmentos de tecido, com uma agulha de calibre um pouco mais grosso. • Biópsia Laparoscópica - As amostras são recolhidas durante a laparoscopia, o que permite que o médico visualize a superfície do fígado e recolha amostras de aparência anormais. • Biópsia Cirúrgica - Pode ser incisional (remoção de um pedaço de tumor) ou excisional (remoção de todo o tumor).
  • 9. Estadiamento do Câncer de Fígado O estadiamento é uma forma de descrever um câncer, onde está localizado, se está disseminado, e se está afetando as funções de outros órgãos no corpo. • Estágio I (T1, N0, M0) - Não existe tumor nos vasos sanguíneos. • Estágio II (T2, N0, M0) – Um único tumor que se desenvolveu nos vasos sanguíneos, ou vários tumores de até 5 cm de diâmetro. • Estágio IIIA (T3a, N0, M0) - Existe mais de um tumor, e pelo menos um tem mais que 5 cm de diâmetro. • Estágio IIIB (T3b, N0, M0) - Pelo menos um tumor está invadindo a veia hepática. • Estágio IIIC (T4, N0, M0) - O tumor está se desenvolvendo em um órgão próximo ou um tumor cresceu no revestimento externo do fígado. • Estágio IVA (Qualquer T, N1, M0) – O tumor pode ter invadido vasos sanguíneos ou órgãos próximos, se disseminou para os linfonodos próximos. • Estágio IVB (Qualquer T, qualquer N, M1) – Metástases à distância.
  • 10. Tratamento do Câncer de Fígado – Cirurgia A cirurgia, seja a remoção do tumor ou o transplante do fígado, tem como objetivo a cura da doença: • Hepatectomia Parcial - É a cirurgia para remoção de parte do fígado. Ela só é realizada se o paciente estiver num bom estado de saúde geral e todo o tumor possa ser removido, de modo que reste uma parte saudável do fígado. • Transplante de Fígado – Atualmente, os transplantes de fígado são indicados para tumores pequenos, sem invasão para os vasos sanguíneos. Na maioria dos casos, o transplante é realizado quando o tumor não pode ser totalmente removido, quer devido à localização ou porque o fígado se encontra muito comprometido.
  • 11. Tratamento do Câncer de Fígado – Embolização A embolização é a injeção de substâncias para bloquear ou diminuir o fluxo de sangue para as células cancerígenas no fígado. É uma opção para pacientes cujos tumores não podem ser removidos cirurgicamente. Os tipos de embolização são: • Embolização Arterial - Através de um cateter são introduzidas pequenas partículas na artéria para obstruí-la. • Quimioembolização - Combina embolização com quimioterapia. É uma variável ao procedimento de embolização, em que microesferas transportam o quimioterápico. • Radioembolização - Combina embolização com radioterapia injetando microesferas radioativas na artéria hepática.
  • 12. Tratamento do Câncer de Fígado - Ablação Ablação refere-se a tratamentos que destroem os tumores hepáticos sem removê-los. Estas técnicas são frequentemente utilizadas em pacientes com tumores pequenos, sem indicação de cirurgia, por outros problemas de saúde ou por alterações na função hepática. Os tipos de ablação são: • Ablação por Radiofrequência - Utiliza ondas de rádio de alta energia para o tratamento. • Ablação por Etanol - Também conhecida como injeção de etanol percutânea. • Termoterapia por Microondas - Utiliza microondas para aquecer e destruir o tecido anormal. • Criocirurgia - Destrói o tumor por congelamento, utilizando uma sonda de metal fino.
  • 13. Tratamento do Câncer de Fígado - Radioterapia A radioterapia externa utiliza raios X de alta energia para destruir as células cancerígenas. Também pode destruir as células cancerígenas remanescentes da cirurgia. Existem diferentes tipos de radioterapia: • Radioterapia Externa - Concentra a radiação liberada no volume alvo. Isto pode, às vezes, ser usado para diminuir os tumores aliviando sintomas, como dor, mas não é usada tão frequentemente em tratamentos locais, como ablação ou embolização. • Radioembolização - É uma técnica mais recente, que consiste da injeção de microesferas radioativas na artéria hepática. Essas esferas se alojam no fígado perto do tumor e emitem radiação.
  • 14. Tratamento do Câncer de Fígado – Quimioterapia A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, a quimioterapia atinge não somente as células cancerígenas, como também as células sadias do organismo. Infelizmente, o câncer de fígado resiste à maioria das drogas quimioterápicas. Os medicamentos mais eficazes na diminuição dos tumores de fígado são doxorubicina, 5- fluorouracilo e cisplatina. Mas mesmo essas drogas reduzem apenas uma pequena porcentagem dos tumores, e as respostas muitas vezes são apenas a curto prazo.
  • 15. Terapia Alvo no Tratamento do Câncer de Fígado Um maior entendimento sobre as alterações nas células que causam o câncer tem levado ao desenvolvimento de novos medicamentos alvo que visam especificamente estas mudanças. Sorafenib – É um medicamento alvo que bloqueia os tumores impedindo a formação de novos vasos sanguíneos e seu desenvolvimento. Tem como alvo algumas proteínas das células cancerígenas. Este medicamento retarda o crescimento do câncer de fígado avançado. É administrado por via oral, 2 vezes ao dia. Atualmente, está sendo estudada sua utilização combinada com outros tipos de terapias.
  • 16. Vivendo com Câncer de Fígado O câncer é, muitas vezes, uma experiência de mudança de vida, momento em que surgem muitas dúvidas e incertezas. Mas, ajuda saber que muitos pacientes com câncer de fígado, hoje já aprenderam a lidar com esta incerteza e estão vivendo uma vida plena. Em alguns pacientes, o câncer pode não desaparecer completamente. Esses pacientes continuarão realizando tratamentos regulares com quimioterapia, radioterapia ou outras terapias para tentar manter a doença sob controle. Recomenda-se manter uma alimentação saudável, não fumar, evitar o consumo de álcool e a prática de exercícios físicos regulares.
  • 17. Transplante de Fígado Atualmente, apenas uma pequena parcela de pacientes com câncer de fígado podem ser candidatos a um transplante de fígado, em função de critérios rigorosos, baseados principalmente no tamanho e quantidade de tumores. Alguns médicos estão reavaliando formas para expandir esses critérios, de modo que pacientes com outros problemas de saúde, e tumores grandes possam ser elegíveis. O grande problema para os pacientes que necessitam de um transplante é a falta de um fígado disponível. Mesmo pacientes elegíveis enfrentam uma longa espera para o transplante. Os médicos estão avaliando outros tipos de tratamentos, como ablação, para ajudar a manter a doença sob controle até que um fígado esteja disponível para o transplante.
  • 18. Novidades no Tratamento Novos medicamentos, que visam partes específicas das células cancerígenas estão sendo desenvolvidos. Os vasos sanguíneos do tumor são o alvo desses novos medicamentos: • Sorafenib - Já é utilizado para tumores de fígado que não podem ser removidos cirurgicamente. • Brivanib - É outro medicamento alvo que também diminui o crescimento dos vasos sanguíneos do tumor. • Bevacizumab - Também age no bloqueio do crescimento de novos vasos sanguíneos, e tem mostrado resultados promissores contra o câncer de fígado. • Erlotinib - Tem como alvo a proteína EGFR nas células cancerígenas, e mostrou, nos estudos iniciais, um benefício para pacientes com doença avançada.