SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 2
JORNAL: Centro Educacional SESI – 389 
Valinhos – SP 3ª edição / 5º Ano “B” / set. - 2014 
AJUDE O PLANETA: 
RECICLE 
Materiais recicláveis sofrem uma 
transformação física ou química, 
podem ser reutilizados no mercado, 
seja sob a forma original ou como 
matéria-prima de outros materiais para 
diversos fins. 
OS 6 R’s 
(Por: Felipe, Guilherme, Julia Camille e 
Julia Santos) 
Você já ouviu falar dos 6 R’s?! 
Eles buscam uma mudança de hábitos 
e práticas pessoais, capazes de 
ajudarem a salvar o nosso planeta. 
Vamos conhecê-los: 
 RESPEITO = começa nos hábitos 
que colocamos em prática no dia a 
dia: não poluindo e conservando os 
diferentes meios onde vivemos, 
economizando água, evitando 
queimadas e soltar balões, separar o 
lixo reciclável etc. 
 RESPONSABILIDADE = conjunto 
de atitudes individuais ou 
empresariais, voltadas para o 
desenvolvimento sustentável do 
planeta. 
 REPENSAR = todos devem rever 
suas atitudes consumistas. Quando for 
comprar algo, faça a pergunta a si 
mesmo: “Preciso MESMO COMPRAR 
esse produto?”. 
 REDUZIR = reduzir o consumo do 
lixo, diminuindo tudo o que é jogado 
no meio ambiente, principalmente os 
que podem ser reutilizados – papel, 
vidro, plástico, metais e outros. 
 REUTILIZAR = fazer o possível 
para reutilizar o produto (ou 
embalagem) o máximo de vezes 
possível: papéis velhos podem virar 
rascunho; sacolas plásticas podem ser 
utilizadas outras vezes; garrafas 
podem ser transformadas em vasos; 
restos de alimentos viram adubo na 
compostagem... 
 RECICLAR = separar os resíduos 
recicláveis é encaminhá-los para o 
reprocessamento de materiais, 
reduzindo os impactos ambientais, 
extraindo menos matérias-primas da 
natureza, diminuindo o consumo de 
água e energia que seria destinado à 
confecção de um novo produto e, o 
mais importante, AJUDANDO A 
SALVAR O NOSSOS PLANETA!!! 
Para terminar uma sabedoria 
indígena: “Quando for cortada a 
última árvore, pescado o último 
peixe, poluído o último rio, é 
que os homens perceberão que 
não podem comer dinheiro...”. 
O QUE É 
“COMPOSTAGEM”? 
(Por: Gabriel Grannuzzio, Moisés, 
Nicolas e Vinícius) 
A compostagem transforma a 
matéria orgânica do lixo em adubo. 
Todo o processo acontece em 
etapas, onde a temperatura, umidade, 
fungos, aranhas, minhocas, bactérias, 
besouros e formigas decompõem as 
fibras vegetais e animais. 
É um importante processo que, 
além de reduzir o volume de lixo 
produzido pela sociedade, evita o 
desenvolvimento de insetos, ratos e 
outros animais que podem transmitir 
doenças aos homens. Também gera 
redução de herbicidas e pesticidas nas 
agriculturas e aumenta a retenção de 
água pelo solo. 
Eis os materiais para fazer o 
composto: esterco de animais, 
quaisquer tipos de plantas, galhos, 
palhas, sobras de alimentos da casa, 
qualquer substância de animais 
(pelos, lãs, couros, algas). 
Quanto mais variados e picados os 
componentes, melhor será a qualidade 
do composto e mais rápido o processo 
de compostagem. 
Para montar a pilha: escolha o 
local com fácil acesso, disponibilidade 
de água para molhar as pilhas e um 
solo com boa drenagem. Coloque as 
pilhas em locais sombreados e 
protegidos de ventos intensos, para 
evitar ressecamento. 
Iniciar a construção da pilha 
colocando uma camada de material 
vegetal seco (15 a 20 cm.), com 
folhas, palhadas, troncos ou galhos 
picados, para que absorva o excesso 
de água e permita a circulação de ar. 
Regue com água, evitando encharcar. 
Na segunda camada, coloca-se 
restos de verduras, grama e esterco. 
Novamente, deposita-se uma 
camada de material vegetal seco, 
seguida por outra camada de 
esterco... até que a pilha atinja a altura 
aproximada de 1,5 metros. A pilha 
deve ter a parte superior quase plana 
para evitar a perda de calor e 
umidade, tomando-se o cuidado para 
evitar a formação de “poços de 
acumulação” das águas das chuvas. 
PAPEL... PAPEL... 
(Por: Bruna, Gabriel Vinicius, Michele e 
Paulo) 
O que seria de nós sem o papel 
higiênico, livros, dinheiro... ou mesmo 
o papel comum?! 
O papel é o produto mais utilizado 
no cotidiano e a reciclagem do mesmo 
é de extrema importância para o meio 
ambiente. Por isso devemos 
reaproveitá-lo e, um dos meios é fazer 
“papel reciclado” – o papel reciclado 
tem todas as características do papel 
comum, porém sua cor pode variar de 
acordo com o papel utilizado no 
processo de reciclagem. 
Sua produção é feita através da 
celulose de determinados tipos de 
árvores. Quando reciclamos ou 
compramos papel reciclado estamos 
contribuindo com o meio ambiente, 
pois árvores deixaram de ser cortadas. 
Não podemos esquecer também, que 
a reciclagem de papel gera renda para 
milhares de pessoas no Brasil que 
atuam, principalmente, em 
cooperativas de recicladoras de papel. 
Agora, veja o passo a passo para 
reciclar o papel: 
1- Separe o papel inutilizado, coloque- 
-o de molho em um balde, por 24h., 
com aproximadamente 10 l. de água. 
2- Lave bem o papel para retirar as 
impurezas. Pegue pequenas porções, 
coloque no liquidificador e bata com 1 
l. de água por mais ou menos 1 minuto 
– ou mexa bastante até dissolver e 
virar uma espécie de massa. 
3- Coloque a massa em uma caixa 
plástica (se a mistura estiver muito 
grossa, adicione mais água na caixa); 
espalhe (no formato fino) numa 
espécie de rede fina e cubra com um 
peso que terá a função de prensar. 
4- Depois de 24 horas, retire o peso e 
deixe o papel secar, de preferência em 
ambiente seco ou ao sol. 
PLÁSTICO 
(Por: Tamires, Thaís e 
Thales) 
É a partir do 
petróleo que se faz o plástico, 
encontrado nas embalagens, potes, 
brinquedos, sacolas etc. 
Após ser extraído do solo ou mar, 
o petróleo é levado para uma refinaria, 
onde é separado em diferentes 
substâncias (para diversos produtos 
derivados), sendo um deles a NAFTA 
– matéria-prima para o plástico. 
Existem vários tipos de plásticos: 
os mais duros são usados para fazer 
telefones; os pastosos são utilizados 
na fabricação de eletrodomésticos, 
CD’s e brinquedos; os elásticos são 
para fabricar mangueiras. 
Para desaparecer do meio 
ambiente, o plástico demora mais de 
400 anos, por isso a importância da 
reciclagem: 
* Nas fábricas, as embalagens PET 
(politereftalato de etileno) são levadas 
para a prensagem; os fardos são 
triturados, gerando os flocos, que 
passam por um processo de extrusão,
gerando os grãos, os quais são 
transformados em fios de poliéster ou 
outros produtos plásticos. 
Outros plásticos que podem ser 
recicláveis são: potes e sacos 
plásticos diversos; cano de PVC; 
tampas de embalagens; para-choque 
de carro; copo descartável; plástico de 
brinquedo; embalagens de limpeza... 
Uma das etapas importantes no 
processo de reciclagem de plástico é a 
separação e coleta seletiva do 
plástico: uma atitude positiva e 
ecologicamente correta. 
VIDRO 
(Por: Agny, Rafaela e Tayná) 
O vidro é um dos produtos mais 
utilizados nas tarefas do dia a dia. Ao 
ser descartado, pode passar por um 
processo de reciclagem por diversas 
vezes, onde há garantia plena de seu 
reaproveitamento, mantendo as 
mesmas características e qualidades 
do vidro comum. 
Os tipos de vidros recicláveis são: 
garrafas de sucos, refrigerantes, 
cervejas e outros tipos de bebidas; 
potes de alimentos; cacos de vidros; 
frascos de perfumes; pratos, tigelas e 
copos (desde que não sejam acrílico, 
cerâmica ou porcelana). 
O processo de produção de vidro 
envolve: 70% de areia (retirada de 
locais como fundo de lagos), 14% de 
sódio, 14% de cálcio e 2% de 
componentes químicos. Todos os 
ingredientes são misturados e seguem 
para um forno industrial, que atinge 
temperaturas de até 1500°C.! A 
mistura passa algumas horas no forno 
até se fundir, virando um material 
líquido. 
Ao sair do forno, a mistura que dá 
origem ao vidro lembra o mel, 
escorrendo por canaletas em direção 
a um conjunto de moldes. O 1º molde 
apenas dá o contorno inicial do objeto. 
O líquido, que está com a temperatura 
média de 1 200 ºC., deixa uma bolha 
de ar dentro da mistura incandescente 
O objeto segue então para um 
molde final e uma espécie de canudo 
é inserido na bolha. Pelo canudo, uma 
máquina injeta ar, moldando o líquido 
até ele ganhar o contorno definitivo - 
como o de uma garrafa de vidro 
Ao final da etapa, a temperatura do 
vidro já caiu para uns 600 ºC e o 
objeto começa a ficar rígido, podendo 
ser retirado do molde. Só resta agora 
o chamado recozimento: o vidro é 
deixado para resfriar. No caso de uma 
garrafa, isso só dura uma hora. Depois 
disso, ele está pronto para ser usado. 
Há também o vidro temperado, que 
é muito mais seguro e difícil de 
quebrar. Ele entra num forno para ser 
aquecido, recebendo, em seguida, um 
jato de ar frio – muito usados nos 
carros e nos boxes de banheiros. 
METAL 
(Por: Ana Claudia, 
Ana Julia, Beatriz, Izabelly e Laysa) 
A crosta terrestre é constituída de 
minerais, concentrados em depósitos 
ou rochas, como, por exemplo, o 
calcário e a bauxita (alumínio). São 
desses (e outros) que se extrai os 
metais utilizados no dia a dia. 
O metal pode ser reciclado por 
tempo indeterminado. A latinha pode 
virar uma panela, ou então uma peça 
de avião; o aço, após ser reciclado, 
volta para a cadeia produtiva para ser 
transformado em latas e peças 
automotivas. Mas, se estes materiais 
forem descartados no lixo comum, 
podem demorar até 500 anos para se 
decomporem e o ciclo da reciclagem é 
interrompido. 
Os especialistas dizem que são 
quatro os metais que podem ser 
derretidos e transformados em novos 
produtos: alumínio, ferro, aço e cobre. 
Veja exemplos de produtos 
metálicos recicláveis: panelas sem 
cabo; arames; chapas de metal; 
objetos de alumínio (janelas, portas, 
portões etc.); fios e objetos de cobre; 
ferragens; canos de metal; molduras 
de quadros; tampinhas de garrafa; 
tampas metálicas de potes de 
iogurtes, margarinas, queijos etc.; 
papel alumínio... 
Pode-se concluir que os benefícios 
da reciclagem de metais são: 
economia de: minérios, energia e 
água; aumento da vida útil dos aterros 
sanitários; diminuição da poluição e 
áreas degradadas pela extração do 
minério; geração de empregos e 
recursos econômicos. 
Curiosidade: para fabricação de 
uma tonelada de alumínio são 
necessárias 5 toneladas de bauxita. 
PILHAS E BATERIAS 
(Por: Gabriel Galdino, 
Pedro Henrique, Pedro 
Lucas e Raphael) 
As pilhas e baterias 
(assim como as lâmpadas 
fluorescentes) são hoje um problema 
ambiental. Classificadas como 
resíduos perigosos e compostos de 
metais pesados altamente tóxicos e 
não biodegradáveis (cádmio, chumbo 
e mercúrio), depois de utilizadas são 
jogadas em lixos comuns, chegando 
aos aterros sanitários ou lixões. Nos 
lixões, acabam contaminando o solo, 
cursos d’água e lençol freático, 
atingindo a flora e fauna das regiões – 
chegando aos seres humanos por 
meio da cadeia alimentar. 
Estes materiais, após o uso, 
devem ser entregues pelos usuários 
aos estabelecimentos que a 
comercializam, para repasse aos 
fabricantes ou importadores, onde 
estes deverão adotar procedimentos 
de reutilização, reciclagem, tratamento 
ou disposição final ambientalmente 
adequado. 
Uma boa dica é encontrar o 
“PAPA-PILHAS”, que recolhe todos os 
tipos de pilhas e baterias, evitando o 
descarte incorreto das mesmas. 
LIXO 
HOSPITALAR 
(Por: Arthur, 
Eduardo, Giovana e 
Lívia) 
Quando o lixo infectante tem origem 
hospitalar, o mesmo será dividido em 
uma das quatro categorias: resíduos 
infectantes, radioativos, perigosos e 
geral. 
Toneladas de lixos hospitalares 
saem dos grandes hospitais, clínicas 
particulares ou de residências com 
pacientes adoentados em todo o país. 
Por conter grande quantidade de 
contaminação, estes tipos de resíduos 
devem ser INCINERADOS em fornos 
apropriados, evitando: contaminação 
de pessoas, solo, lençol freático e 
outros seres vivos. 
Fazem parte do lixo hospitalar: 
seringa, agulha, luva, fralda, atadura, 
sonda, sangue, excreções etc. 
Nunca se deve manipular um 
resíduo hospitalar sem os cuidados 
necessários, pois os mesmos, após o 
uso, podem ficar contaminados com 
microorganismos que desenvolvem 
doenças. 
NÃO RECICLÁVEL 
(Por: profª. Sirlene) 
* VIDROS, CERÂMICAS E 
OUTROS: Vidro de automóvel, janela, 
temperado e boxe; espelho; cristal; 
lâmpadas; ampola de remédio; 
cerâmica, porcelana, pirex e louça; 
acrílico; lentes de óculos; tubo de TV. 
* PAPÉIS: celofane; carbono; 
higiênico; guardanapos e papel toalha 
com restos de alimentos; plastificado; 
fralda descartável; espuma; etiqueta e 
adesivo; fotografia; fita crepe; saco de 
cimento. 
* METAIS: lata enferrujada; clipes e 
grampo; esponjas de aço; lata de tinta, 
verniz, inseticida e solvente; aerossol. 
* PLÁSTICOS: pote mole de iogurte. 
* OUTROS: esponja de limpeza 
doméstica; Espuma Vinílica Acetinada 
(EVA); embrulho de salgadinho e bala; 
rolha de vinho (feita de cortiça). 
* Observação: isopor pode ser 
reciclado. 
(Jornal do C. E. SESI – 389. 3ª edição. 
set./2014. Produção: alunos do 5º Ano “B”. 
Revisores: bibliotecário Jadir O. Brito e 
professora Sirlene Gonçalves.)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A política dos 3 r’s
A política dos 3 r’sA política dos 3 r’s
A política dos 3 r’sCarol Guedes
 
Poluição ambiental
Poluição ambientalPoluição ambiental
Poluição ambientalNayara Pombo
 
10 reciclagem 3002
10 reciclagem 300210 reciclagem 3002
10 reciclagem 3002cristbarb
 
Trabalhooo.Power Point
Trabalhooo.Power PointTrabalhooo.Power Point
Trabalhooo.Power PointJoão Torres
 
Lixo- Gincana ecológica
Lixo- Gincana ecológicaLixo- Gincana ecológica
Lixo- Gincana ecológicanielimaia
 
Reduzir o uso do plástico
Reduzir o uso do plásticoReduzir o uso do plástico
Reduzir o uso do plásticoBruno Oliveira
 
SensibilizaçãO Reciclagem
SensibilizaçãO ReciclagemSensibilizaçãO Reciclagem
SensibilizaçãO Reciclagempedro
 
Politica dos 4R's
Politica dos 4R'sPolitica dos 4R's
Politica dos 4R'sguestb6e50c
 
O que é a regra dos 3 rs
O que é a regra dos 3 rsO que é a regra dos 3 rs
O que é a regra dos 3 rsGAVOLUNTARIA
 
Reciclagem de garrafas pet SEXTO ANO
Reciclagem de garrafas pet SEXTO ANOReciclagem de garrafas pet SEXTO ANO
Reciclagem de garrafas pet SEXTO ANOprojetoehs
 
O que é a regra dos 3 rs
O que é a regra dos 3 rsO que é a regra dos 3 rs
O que é a regra dos 3 rsGAVOLUNTARIA
 

Mais procurados (19)

A política dos 3 r’s
A política dos 3 r’sA política dos 3 r’s
A política dos 3 r’s
 
Poluição ambiental
Poluição ambientalPoluição ambiental
Poluição ambiental
 
10 reciclagem 3002
10 reciclagem 300210 reciclagem 3002
10 reciclagem 3002
 
Trabalhooo.Power Point
Trabalhooo.Power PointTrabalhooo.Power Point
Trabalhooo.Power Point
 
A Reciclagem
A ReciclagemA Reciclagem
A Reciclagem
 
Lixo- Gincana ecológica
Lixo- Gincana ecológicaLixo- Gincana ecológica
Lixo- Gincana ecológica
 
Reduzir o uso do plástico
Reduzir o uso do plásticoReduzir o uso do plástico
Reduzir o uso do plástico
 
SensibilizaçãO Reciclagem
SensibilizaçãO ReciclagemSensibilizaçãO Reciclagem
SensibilizaçãO Reciclagem
 
Reciclagem
Reciclagem Reciclagem
Reciclagem
 
Politica dos 4R's
Politica dos 4R'sPolitica dos 4R's
Politica dos 4R's
 
Trabalho pac iv reciclagem
Trabalho pac iv   reciclagemTrabalho pac iv   reciclagem
Trabalho pac iv reciclagem
 
O que é a regra dos 3 rs
O que é a regra dos 3 rsO que é a regra dos 3 rs
O que é a regra dos 3 rs
 
Saneamento do lixo
Saneamento do lixoSaneamento do lixo
Saneamento do lixo
 
Reciclagem
ReciclagemReciclagem
Reciclagem
 
Plasticos
PlasticosPlasticos
Plasticos
 
tec 4
tec 4tec 4
tec 4
 
Reciclagem de garrafas pet SEXTO ANO
Reciclagem de garrafas pet SEXTO ANOReciclagem de garrafas pet SEXTO ANO
Reciclagem de garrafas pet SEXTO ANO
 
O que é a regra dos 3 rs
O que é a regra dos 3 rsO que é a regra dos 3 rs
O que é a regra dos 3 rs
 
Tipos de Lixo
Tipos de LixoTipos de Lixo
Tipos de Lixo
 

Semelhante a O Planeta: Recicle

TRABALHO COMPLETO SOBRE O LIXO
TRABALHO COMPLETO SOBRE O LIXO TRABALHO COMPLETO SOBRE O LIXO
TRABALHO COMPLETO SOBRE O LIXO Ricardo Arend
 
Projeto Final Camila
Projeto Final CamilaProjeto Final Camila
Projeto Final Camilamilla028
 
Palestra Socioeducativa Sobre Lixo Domiciliar
Palestra Socioeducativa Sobre Lixo DomiciliarPalestra Socioeducativa Sobre Lixo Domiciliar
Palestra Socioeducativa Sobre Lixo DomiciliarNathália Vasconcelos
 
Palestra Coleta seletiva.ppt
Palestra Coleta seletiva.pptPalestra Coleta seletiva.ppt
Palestra Coleta seletiva.pptcarlossilva333486
 
Coleta seletiva etss segurança do trabalho
Coleta seletiva etss segurança do trabalhoColeta seletiva etss segurança do trabalho
Coleta seletiva etss segurança do trabalhoTatianaDiniz21
 
Resíduos - um mal necessário.O que fazer?
Resíduos - um mal necessário.O que fazer?Resíduos - um mal necessário.O que fazer?
Resíduos - um mal necessário.O que fazer?Helena Marques
 
Reciclagem eduarda jaqueline marcieli
Reciclagem eduarda jaqueline marcieliReciclagem eduarda jaqueline marcieli
Reciclagem eduarda jaqueline marcieliEstado do RS
 
Equipe As imbativeis
Equipe As imbativeisEquipe As imbativeis
Equipe As imbativeisCEPMBB
 
Reciclar é Viver
Reciclar é ViverReciclar é Viver
Reciclar é Viverbabu123
 
Plastico (1)
Plastico (1)Plastico (1)
Plastico (1)ggmota93
 
Decomposição do lixo
Decomposição do lixoDecomposição do lixo
Decomposição do lixoEstado do RS
 
Projeto reciclar
Projeto reciclarProjeto reciclar
Projeto reciclarxellli
 
Ambiente reciclagem eb1murca
Ambiente reciclagem eb1murcaAmbiente reciclagem eb1murca
Ambiente reciclagem eb1murcaLino Barbosa
 
3.Reciclagemde Embalagens
3.Reciclagemde Embalagens3.Reciclagemde Embalagens
3.Reciclagemde Embalagenselianinha
 
3.Reciclagemde Embalagens
3.Reciclagemde Embalagens3.Reciclagemde Embalagens
3.Reciclagemde Embalagenselianinha
 

Semelhante a O Planeta: Recicle (20)

TRABALHO COMPLETO SOBRE O LIXO
TRABALHO COMPLETO SOBRE O LIXO TRABALHO COMPLETO SOBRE O LIXO
TRABALHO COMPLETO SOBRE O LIXO
 
Projeto Final Camila
Projeto Final CamilaProjeto Final Camila
Projeto Final Camila
 
Palestra Socioeducativa Sobre Lixo Domiciliar
Palestra Socioeducativa Sobre Lixo DomiciliarPalestra Socioeducativa Sobre Lixo Domiciliar
Palestra Socioeducativa Sobre Lixo Domiciliar
 
Palestra Coleta seletiva.ppt
Palestra Coleta seletiva.pptPalestra Coleta seletiva.ppt
Palestra Coleta seletiva.ppt
 
Coleta seletiva etss segurança do trabalho
Coleta seletiva etss segurança do trabalhoColeta seletiva etss segurança do trabalho
Coleta seletiva etss segurança do trabalho
 
Ppoint.Reciclagem
Ppoint.ReciclagemPpoint.Reciclagem
Ppoint.Reciclagem
 
Resíduos - um mal necessário.O que fazer?
Resíduos - um mal necessário.O que fazer?Resíduos - um mal necessário.O que fazer?
Resíduos - um mal necessário.O que fazer?
 
Reciclagem eduarda jaqueline marcieli
Reciclagem eduarda jaqueline marcieliReciclagem eduarda jaqueline marcieli
Reciclagem eduarda jaqueline marcieli
 
Equipe As imbativeis
Equipe As imbativeisEquipe As imbativeis
Equipe As imbativeis
 
Reciclar é Viver
Reciclar é ViverReciclar é Viver
Reciclar é Viver
 
Reciclar é Viver
Reciclar é ViverReciclar é Viver
Reciclar é Viver
 
Plastico (1)
Plastico (1)Plastico (1)
Plastico (1)
 
Decomposição do lixo
Decomposição do lixoDecomposição do lixo
Decomposição do lixo
 
Projeto reciclar
Projeto reciclarProjeto reciclar
Projeto reciclar
 
Apresentação projeto 3 rs
Apresentação projeto 3 rsApresentação projeto 3 rs
Apresentação projeto 3 rs
 
Reciclagem
ReciclagemReciclagem
Reciclagem
 
Ambiente reciclagem eb1murca
Ambiente reciclagem eb1murcaAmbiente reciclagem eb1murca
Ambiente reciclagem eb1murca
 
3.Reciclagemde Embalagens
3.Reciclagemde Embalagens3.Reciclagemde Embalagens
3.Reciclagemde Embalagens
 
3.Reciclagemde Embalagens
3.Reciclagemde Embalagens3.Reciclagemde Embalagens
3.Reciclagemde Embalagens
 
Coleta seletiva 2003
Coleta seletiva 2003Coleta seletiva 2003
Coleta seletiva 2003
 

Mais de institutoestre

Nova atitude 2014_final_print
Nova atitude 2014_final_printNova atitude 2014_final_print
Nova atitude 2014_final_printinstitutoestre
 
Projeto de Educação Ambiental: Lixo é só o começo
Projeto de Educação Ambiental: Lixo é só o começoProjeto de Educação Ambiental: Lixo é só o começo
Projeto de Educação Ambiental: Lixo é só o começoinstitutoestre
 
Política de Doação de Mudas
Política de Doação de MudasPolítica de Doação de Mudas
Política de Doação de Mudasinstitutoestre
 
Palestras Unicamp - Nov 2012
Palestras Unicamp - Nov 2012Palestras Unicamp - Nov 2012
Palestras Unicamp - Nov 2012institutoestre
 
Apresentação Mural do Educador - Ciep Philomena Magaly Rossetti
Apresentação Mural do Educador - Ciep Philomena Magaly RossettiApresentação Mural do Educador - Ciep Philomena Magaly Rossetti
Apresentação Mural do Educador - Ciep Philomena Magaly Rossettiinstitutoestre
 
Apresentação do Mural do Educador - Mário Junqueira
Apresentação do Mural do Educador - Mário JunqueiraApresentação do Mural do Educador - Mário Junqueira
Apresentação do Mural do Educador - Mário Junqueirainstitutoestre
 
Cadê o lixo que estava aqui
Cadê o lixo que estava aquiCadê o lixo que estava aqui
Cadê o lixo que estava aquiinstitutoestre
 
Alunos dos 4º anos do colégio asther
Alunos dos 4º anos do colégio astherAlunos dos 4º anos do colégio asther
Alunos dos 4º anos do colégio astherinstitutoestre
 
Crianças do município de Jaguariúna assistem ao espetáculo infantil "A Fábula...
Crianças do município de Jaguariúna assistem ao espetáculo infantil "A Fábula...Crianças do município de Jaguariúna assistem ao espetáculo infantil "A Fábula...
Crianças do município de Jaguariúna assistem ao espetáculo infantil "A Fábula...institutoestre
 
Alimentação Saúdavel
Alimentação SaúdavelAlimentação Saúdavel
Alimentação Saúdavelinstitutoestre
 
Carta das Responsabilidades - Vamos Cuidar do Planeta
Carta das Responsabilidades - Vamos Cuidar do PlanetaCarta das Responsabilidades - Vamos Cuidar do Planeta
Carta das Responsabilidades - Vamos Cuidar do Planetainstitutoestre
 
ESTRE Ambiental recebe a visita de Fatecanos
ESTRE Ambiental recebe a visita de FatecanosESTRE Ambiental recebe a visita de Fatecanos
ESTRE Ambiental recebe a visita de Fatecanosinstitutoestre
 

Mais de institutoestre (20)

Nova atitude 2014_final_print
Nova atitude 2014_final_printNova atitude 2014_final_print
Nova atitude 2014_final_print
 
Projeto de Educação Ambiental: Lixo é só o começo
Projeto de Educação Ambiental: Lixo é só o começoProjeto de Educação Ambiental: Lixo é só o começo
Projeto de Educação Ambiental: Lixo é só o começo
 
Emeief vila real
Emeief vila realEmeief vila real
Emeief vila real
 
Ee heloiza
Ee heloizaEe heloiza
Ee heloiza
 
Política de Doação de Mudas
Política de Doação de MudasPolítica de Doação de Mudas
Política de Doação de Mudas
 
Sesi Valinhos
Sesi ValinhosSesi Valinhos
Sesi Valinhos
 
Fazenda Rio Grande
Fazenda Rio GrandeFazenda Rio Grande
Fazenda Rio Grande
 
Palestras Unicamp - Nov 2012
Palestras Unicamp - Nov 2012Palestras Unicamp - Nov 2012
Palestras Unicamp - Nov 2012
 
Apresentação Mural do Educador - Ciep Philomena Magaly Rossetti
Apresentação Mural do Educador - Ciep Philomena Magaly RossettiApresentação Mural do Educador - Ciep Philomena Magaly Rossetti
Apresentação Mural do Educador - Ciep Philomena Magaly Rossetti
 
Apresentação do Mural do Educador - Mário Junqueira
Apresentação do Mural do Educador - Mário JunqueiraApresentação do Mural do Educador - Mário Junqueira
Apresentação do Mural do Educador - Mário Junqueira
 
Projeto Agrinho 2012
Projeto Agrinho 2012Projeto Agrinho 2012
Projeto Agrinho 2012
 
Histórias do aterro
Histórias do aterroHistórias do aterro
Histórias do aterro
 
Cadê o lixo que estava aqui
Cadê o lixo que estava aquiCadê o lixo que estava aqui
Cadê o lixo que estava aqui
 
Alunos dos 4º anos do colégio asther
Alunos dos 4º anos do colégio astherAlunos dos 4º anos do colégio asther
Alunos dos 4º anos do colégio asther
 
Política de doação
Política de doaçãoPolítica de doação
Política de doação
 
Crianças do município de Jaguariúna assistem ao espetáculo infantil "A Fábula...
Crianças do município de Jaguariúna assistem ao espetáculo infantil "A Fábula...Crianças do município de Jaguariúna assistem ao espetáculo infantil "A Fábula...
Crianças do município de Jaguariúna assistem ao espetáculo infantil "A Fábula...
 
Alimentação Saúdavel
Alimentação SaúdavelAlimentação Saúdavel
Alimentação Saúdavel
 
Carta das Responsabilidades - Vamos Cuidar do Planeta
Carta das Responsabilidades - Vamos Cuidar do PlanetaCarta das Responsabilidades - Vamos Cuidar do Planeta
Carta das Responsabilidades - Vamos Cuidar do Planeta
 
ESTRE Ambiental recebe a visita de Fatecanos
ESTRE Ambiental recebe a visita de FatecanosESTRE Ambiental recebe a visita de Fatecanos
ESTRE Ambiental recebe a visita de Fatecanos
 
Lixo que não é lixo
Lixo que não é lixoLixo que não é lixo
Lixo que não é lixo
 

Último

Relatório Meio Ambiente - Roberto . Iguaí
Relatório Meio Ambiente - Roberto . IguaíRelatório Meio Ambiente - Roberto . Iguaí
Relatório Meio Ambiente - Roberto . IguaíMarcelo Guerra
 
UFCD_5869_Gestão da Emergência_índice.pdf
UFCD_5869_Gestão da Emergência_índice.pdfUFCD_5869_Gestão da Emergência_índice.pdf
UFCD_5869_Gestão da Emergência_índice.pdfManuais Formação
 
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxINTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxGeagra UFG
 
Catálogo de Produtos - GrandSol Aquecedores
Catálogo de Produtos - GrandSol AquecedoresCatálogo de Produtos - GrandSol Aquecedores
Catálogo de Produtos - GrandSol Aquecedoresdiogodidi3
 
deferido.PDF ENFIMDDSWWAEAEAWEAAEAAAEAEA
deferido.PDF ENFIMDDSWWAEAEAWEAAEAAAEAEAdeferido.PDF ENFIMDDSWWAEAEAWEAAEAAAEAEA
deferido.PDF ENFIMDDSWWAEAEAWEAAEAAAEAEAmjhordam
 
004170000101011 (1DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD8).pdf
004170000101011 (1DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD8).pdf004170000101011 (1DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD8).pdf
004170000101011 (1DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD8).pdfRenandantas16
 
3_E_reciclagem_DE_EMBALAGENS_PLASRICAS.ppt
3_E_reciclagem_DE_EMBALAGENS_PLASRICAS.ppt3_E_reciclagem_DE_EMBALAGENS_PLASRICAS.ppt
3_E_reciclagem_DE_EMBALAGENS_PLASRICAS.pptNormasAgenda
 

Último (7)

Relatório Meio Ambiente - Roberto . Iguaí
Relatório Meio Ambiente - Roberto . IguaíRelatório Meio Ambiente - Roberto . Iguaí
Relatório Meio Ambiente - Roberto . Iguaí
 
UFCD_5869_Gestão da Emergência_índice.pdf
UFCD_5869_Gestão da Emergência_índice.pdfUFCD_5869_Gestão da Emergência_índice.pdf
UFCD_5869_Gestão da Emergência_índice.pdf
 
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxINTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
 
Catálogo de Produtos - GrandSol Aquecedores
Catálogo de Produtos - GrandSol AquecedoresCatálogo de Produtos - GrandSol Aquecedores
Catálogo de Produtos - GrandSol Aquecedores
 
deferido.PDF ENFIMDDSWWAEAEAWEAAEAAAEAEA
deferido.PDF ENFIMDDSWWAEAEAWEAAEAAAEAEAdeferido.PDF ENFIMDDSWWAEAEAWEAAEAAAEAEA
deferido.PDF ENFIMDDSWWAEAEAWEAAEAAAEAEA
 
004170000101011 (1DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD8).pdf
004170000101011 (1DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD8).pdf004170000101011 (1DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD8).pdf
004170000101011 (1DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD8).pdf
 
3_E_reciclagem_DE_EMBALAGENS_PLASRICAS.ppt
3_E_reciclagem_DE_EMBALAGENS_PLASRICAS.ppt3_E_reciclagem_DE_EMBALAGENS_PLASRICAS.ppt
3_E_reciclagem_DE_EMBALAGENS_PLASRICAS.ppt
 

O Planeta: Recicle

  • 1. JORNAL: Centro Educacional SESI – 389 Valinhos – SP 3ª edição / 5º Ano “B” / set. - 2014 AJUDE O PLANETA: RECICLE Materiais recicláveis sofrem uma transformação física ou química, podem ser reutilizados no mercado, seja sob a forma original ou como matéria-prima de outros materiais para diversos fins. OS 6 R’s (Por: Felipe, Guilherme, Julia Camille e Julia Santos) Você já ouviu falar dos 6 R’s?! Eles buscam uma mudança de hábitos e práticas pessoais, capazes de ajudarem a salvar o nosso planeta. Vamos conhecê-los:  RESPEITO = começa nos hábitos que colocamos em prática no dia a dia: não poluindo e conservando os diferentes meios onde vivemos, economizando água, evitando queimadas e soltar balões, separar o lixo reciclável etc.  RESPONSABILIDADE = conjunto de atitudes individuais ou empresariais, voltadas para o desenvolvimento sustentável do planeta.  REPENSAR = todos devem rever suas atitudes consumistas. Quando for comprar algo, faça a pergunta a si mesmo: “Preciso MESMO COMPRAR esse produto?”.  REDUZIR = reduzir o consumo do lixo, diminuindo tudo o que é jogado no meio ambiente, principalmente os que podem ser reutilizados – papel, vidro, plástico, metais e outros.  REUTILIZAR = fazer o possível para reutilizar o produto (ou embalagem) o máximo de vezes possível: papéis velhos podem virar rascunho; sacolas plásticas podem ser utilizadas outras vezes; garrafas podem ser transformadas em vasos; restos de alimentos viram adubo na compostagem...  RECICLAR = separar os resíduos recicláveis é encaminhá-los para o reprocessamento de materiais, reduzindo os impactos ambientais, extraindo menos matérias-primas da natureza, diminuindo o consumo de água e energia que seria destinado à confecção de um novo produto e, o mais importante, AJUDANDO A SALVAR O NOSSOS PLANETA!!! Para terminar uma sabedoria indígena: “Quando for cortada a última árvore, pescado o último peixe, poluído o último rio, é que os homens perceberão que não podem comer dinheiro...”. O QUE É “COMPOSTAGEM”? (Por: Gabriel Grannuzzio, Moisés, Nicolas e Vinícius) A compostagem transforma a matéria orgânica do lixo em adubo. Todo o processo acontece em etapas, onde a temperatura, umidade, fungos, aranhas, minhocas, bactérias, besouros e formigas decompõem as fibras vegetais e animais. É um importante processo que, além de reduzir o volume de lixo produzido pela sociedade, evita o desenvolvimento de insetos, ratos e outros animais que podem transmitir doenças aos homens. Também gera redução de herbicidas e pesticidas nas agriculturas e aumenta a retenção de água pelo solo. Eis os materiais para fazer o composto: esterco de animais, quaisquer tipos de plantas, galhos, palhas, sobras de alimentos da casa, qualquer substância de animais (pelos, lãs, couros, algas). Quanto mais variados e picados os componentes, melhor será a qualidade do composto e mais rápido o processo de compostagem. Para montar a pilha: escolha o local com fácil acesso, disponibilidade de água para molhar as pilhas e um solo com boa drenagem. Coloque as pilhas em locais sombreados e protegidos de ventos intensos, para evitar ressecamento. Iniciar a construção da pilha colocando uma camada de material vegetal seco (15 a 20 cm.), com folhas, palhadas, troncos ou galhos picados, para que absorva o excesso de água e permita a circulação de ar. Regue com água, evitando encharcar. Na segunda camada, coloca-se restos de verduras, grama e esterco. Novamente, deposita-se uma camada de material vegetal seco, seguida por outra camada de esterco... até que a pilha atinja a altura aproximada de 1,5 metros. A pilha deve ter a parte superior quase plana para evitar a perda de calor e umidade, tomando-se o cuidado para evitar a formação de “poços de acumulação” das águas das chuvas. PAPEL... PAPEL... (Por: Bruna, Gabriel Vinicius, Michele e Paulo) O que seria de nós sem o papel higiênico, livros, dinheiro... ou mesmo o papel comum?! O papel é o produto mais utilizado no cotidiano e a reciclagem do mesmo é de extrema importância para o meio ambiente. Por isso devemos reaproveitá-lo e, um dos meios é fazer “papel reciclado” – o papel reciclado tem todas as características do papel comum, porém sua cor pode variar de acordo com o papel utilizado no processo de reciclagem. Sua produção é feita através da celulose de determinados tipos de árvores. Quando reciclamos ou compramos papel reciclado estamos contribuindo com o meio ambiente, pois árvores deixaram de ser cortadas. Não podemos esquecer também, que a reciclagem de papel gera renda para milhares de pessoas no Brasil que atuam, principalmente, em cooperativas de recicladoras de papel. Agora, veja o passo a passo para reciclar o papel: 1- Separe o papel inutilizado, coloque- -o de molho em um balde, por 24h., com aproximadamente 10 l. de água. 2- Lave bem o papel para retirar as impurezas. Pegue pequenas porções, coloque no liquidificador e bata com 1 l. de água por mais ou menos 1 minuto – ou mexa bastante até dissolver e virar uma espécie de massa. 3- Coloque a massa em uma caixa plástica (se a mistura estiver muito grossa, adicione mais água na caixa); espalhe (no formato fino) numa espécie de rede fina e cubra com um peso que terá a função de prensar. 4- Depois de 24 horas, retire o peso e deixe o papel secar, de preferência em ambiente seco ou ao sol. PLÁSTICO (Por: Tamires, Thaís e Thales) É a partir do petróleo que se faz o plástico, encontrado nas embalagens, potes, brinquedos, sacolas etc. Após ser extraído do solo ou mar, o petróleo é levado para uma refinaria, onde é separado em diferentes substâncias (para diversos produtos derivados), sendo um deles a NAFTA – matéria-prima para o plástico. Existem vários tipos de plásticos: os mais duros são usados para fazer telefones; os pastosos são utilizados na fabricação de eletrodomésticos, CD’s e brinquedos; os elásticos são para fabricar mangueiras. Para desaparecer do meio ambiente, o plástico demora mais de 400 anos, por isso a importância da reciclagem: * Nas fábricas, as embalagens PET (politereftalato de etileno) são levadas para a prensagem; os fardos são triturados, gerando os flocos, que passam por um processo de extrusão,
  • 2. gerando os grãos, os quais são transformados em fios de poliéster ou outros produtos plásticos. Outros plásticos que podem ser recicláveis são: potes e sacos plásticos diversos; cano de PVC; tampas de embalagens; para-choque de carro; copo descartável; plástico de brinquedo; embalagens de limpeza... Uma das etapas importantes no processo de reciclagem de plástico é a separação e coleta seletiva do plástico: uma atitude positiva e ecologicamente correta. VIDRO (Por: Agny, Rafaela e Tayná) O vidro é um dos produtos mais utilizados nas tarefas do dia a dia. Ao ser descartado, pode passar por um processo de reciclagem por diversas vezes, onde há garantia plena de seu reaproveitamento, mantendo as mesmas características e qualidades do vidro comum. Os tipos de vidros recicláveis são: garrafas de sucos, refrigerantes, cervejas e outros tipos de bebidas; potes de alimentos; cacos de vidros; frascos de perfumes; pratos, tigelas e copos (desde que não sejam acrílico, cerâmica ou porcelana). O processo de produção de vidro envolve: 70% de areia (retirada de locais como fundo de lagos), 14% de sódio, 14% de cálcio e 2% de componentes químicos. Todos os ingredientes são misturados e seguem para um forno industrial, que atinge temperaturas de até 1500°C.! A mistura passa algumas horas no forno até se fundir, virando um material líquido. Ao sair do forno, a mistura que dá origem ao vidro lembra o mel, escorrendo por canaletas em direção a um conjunto de moldes. O 1º molde apenas dá o contorno inicial do objeto. O líquido, que está com a temperatura média de 1 200 ºC., deixa uma bolha de ar dentro da mistura incandescente O objeto segue então para um molde final e uma espécie de canudo é inserido na bolha. Pelo canudo, uma máquina injeta ar, moldando o líquido até ele ganhar o contorno definitivo - como o de uma garrafa de vidro Ao final da etapa, a temperatura do vidro já caiu para uns 600 ºC e o objeto começa a ficar rígido, podendo ser retirado do molde. Só resta agora o chamado recozimento: o vidro é deixado para resfriar. No caso de uma garrafa, isso só dura uma hora. Depois disso, ele está pronto para ser usado. Há também o vidro temperado, que é muito mais seguro e difícil de quebrar. Ele entra num forno para ser aquecido, recebendo, em seguida, um jato de ar frio – muito usados nos carros e nos boxes de banheiros. METAL (Por: Ana Claudia, Ana Julia, Beatriz, Izabelly e Laysa) A crosta terrestre é constituída de minerais, concentrados em depósitos ou rochas, como, por exemplo, o calcário e a bauxita (alumínio). São desses (e outros) que se extrai os metais utilizados no dia a dia. O metal pode ser reciclado por tempo indeterminado. A latinha pode virar uma panela, ou então uma peça de avião; o aço, após ser reciclado, volta para a cadeia produtiva para ser transformado em latas e peças automotivas. Mas, se estes materiais forem descartados no lixo comum, podem demorar até 500 anos para se decomporem e o ciclo da reciclagem é interrompido. Os especialistas dizem que são quatro os metais que podem ser derretidos e transformados em novos produtos: alumínio, ferro, aço e cobre. Veja exemplos de produtos metálicos recicláveis: panelas sem cabo; arames; chapas de metal; objetos de alumínio (janelas, portas, portões etc.); fios e objetos de cobre; ferragens; canos de metal; molduras de quadros; tampinhas de garrafa; tampas metálicas de potes de iogurtes, margarinas, queijos etc.; papel alumínio... Pode-se concluir que os benefícios da reciclagem de metais são: economia de: minérios, energia e água; aumento da vida útil dos aterros sanitários; diminuição da poluição e áreas degradadas pela extração do minério; geração de empregos e recursos econômicos. Curiosidade: para fabricação de uma tonelada de alumínio são necessárias 5 toneladas de bauxita. PILHAS E BATERIAS (Por: Gabriel Galdino, Pedro Henrique, Pedro Lucas e Raphael) As pilhas e baterias (assim como as lâmpadas fluorescentes) são hoje um problema ambiental. Classificadas como resíduos perigosos e compostos de metais pesados altamente tóxicos e não biodegradáveis (cádmio, chumbo e mercúrio), depois de utilizadas são jogadas em lixos comuns, chegando aos aterros sanitários ou lixões. Nos lixões, acabam contaminando o solo, cursos d’água e lençol freático, atingindo a flora e fauna das regiões – chegando aos seres humanos por meio da cadeia alimentar. Estes materiais, após o uso, devem ser entregues pelos usuários aos estabelecimentos que a comercializam, para repasse aos fabricantes ou importadores, onde estes deverão adotar procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado. Uma boa dica é encontrar o “PAPA-PILHAS”, que recolhe todos os tipos de pilhas e baterias, evitando o descarte incorreto das mesmas. LIXO HOSPITALAR (Por: Arthur, Eduardo, Giovana e Lívia) Quando o lixo infectante tem origem hospitalar, o mesmo será dividido em uma das quatro categorias: resíduos infectantes, radioativos, perigosos e geral. Toneladas de lixos hospitalares saem dos grandes hospitais, clínicas particulares ou de residências com pacientes adoentados em todo o país. Por conter grande quantidade de contaminação, estes tipos de resíduos devem ser INCINERADOS em fornos apropriados, evitando: contaminação de pessoas, solo, lençol freático e outros seres vivos. Fazem parte do lixo hospitalar: seringa, agulha, luva, fralda, atadura, sonda, sangue, excreções etc. Nunca se deve manipular um resíduo hospitalar sem os cuidados necessários, pois os mesmos, após o uso, podem ficar contaminados com microorganismos que desenvolvem doenças. NÃO RECICLÁVEL (Por: profª. Sirlene) * VIDROS, CERÂMICAS E OUTROS: Vidro de automóvel, janela, temperado e boxe; espelho; cristal; lâmpadas; ampola de remédio; cerâmica, porcelana, pirex e louça; acrílico; lentes de óculos; tubo de TV. * PAPÉIS: celofane; carbono; higiênico; guardanapos e papel toalha com restos de alimentos; plastificado; fralda descartável; espuma; etiqueta e adesivo; fotografia; fita crepe; saco de cimento. * METAIS: lata enferrujada; clipes e grampo; esponjas de aço; lata de tinta, verniz, inseticida e solvente; aerossol. * PLÁSTICOS: pote mole de iogurte. * OUTROS: esponja de limpeza doméstica; Espuma Vinílica Acetinada (EVA); embrulho de salgadinho e bala; rolha de vinho (feita de cortiça). * Observação: isopor pode ser reciclado. (Jornal do C. E. SESI – 389. 3ª edição. set./2014. Produção: alunos do 5º Ano “B”. Revisores: bibliotecário Jadir O. Brito e professora Sirlene Gonçalves.)