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  1. 1. Inácio Nogueira
  2. 2. •A As crianças sentem uma grande motivação pela experimentação e através da exploração manipulativa,do questionamento,da problematização e da resolução de problemas, dão significado às suas aprendizagens
  3. 3. Recolha de dados
  4. 4. P R LEVANTAR QUESTÕES / OBSERVAR E V FORMULAR HIPÓTESES E PROJECTO-CIÊNCIA- R APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA PENSAMENTO- ANIMAÇÃO CONSTRUTIVISMO INTERPRETAR CLASSIFICAR
  5. 5. Ninguém ensina o que não sabe. Mas também ninguém numa perspectiva democrática ,deveria ensinar o que sabe sem ,de um lado, saber o que já sabem e em que nível sabem aqueles e aquelas a quem vai ensinar o que sabe. Para que porém quem sabe possa ensinar a quem não sabe é preciso que , primeiro, quem sabe saiba que não sabe tudo; segundo, que, quem não sabe , saiba que não ignora tudo. Sem esse saber dialéctico em torno do saber e da ignorância impossível a quem sabe, numa perspectiva progressista, democrática, ensinar a quem não sabe (...) curiosidade inquieta do saber. Por essa curiosidade que só tem quem, sabendo o que sabe, sabe que sabe, sabe que sabe pouco e que precisa e pode saber mais. Paulo Freire. Pedagogia da Esperança
  6. 6. Ao contrário do oleiro que dá ao barro amorfo a forma que se deseja, o formador é como o jardineiro que procura rodear a planta de todas as condições de desenvolvimento que lhe são próprias. Como dizia António Sérgio, não é ele jardineiro que de qualquer semente faz um girassol.
  7. 7. A prof issão de f é do proje ct o DES I DERI US : A Pe rspe ct iva  Trilogia Const rut ivist a  Não se aceita a ideia de que a mente do aluno é um “balde vazio” que o professor pod encher a seu belo prazer. Aceita-se a ideia de que a criança pode construir o seu próprio conhecimento recorrendo às suas concepções prévias O professor deve valorizar as concepções alternativas(CA) com que as crianças chegam à escola, sendo por isso necessário ouvi-las, de modo a compreender e valorizar as suas ideias. Posteriormente, se decidirá o que fazer e como fazer.
  8. 8. As conce pçõe s alt e rnat ivas já são conse nsos cie nt íf icos  As crianças transportam para o ensino formal concepções alternativas que lhes permitem explicar muitos fenómenos que irão ser estudados nas aulas de ciências  As concepções alternativas encontram-se fortemente enraizadas na mente dos alunos e na maior parte dos casos diferem das ideias científicas veiculadas pela ciência escolar
  9. 9. Conce it os alt e rnat ivos: Alguns e xe mplos  O copo vazio  Fecha a porta para o calor não sair A clorofila tem a função de conferir a cor verde às plantas  O ar tem força dentro do balão porque ao soprarmos damos-lhe força. Os raios luminosos saem dos nossos olhos e é por isso que vemos os objectos.  A forma da lua depende da época do ano  O solo é o alimento das plantas  A luz é o alimento das planta
  10. 10. O PONTO DE PARTI DA: O PROBLEMA A EXISTÊNCIA DE UM PROBLEMA ORIGINA UM PROCESSO DE OBTENÇÃO DE UM CONHECIMENTO NOVO
  11. 11. A fase Introdução Motiva para o estudo a realizar A fase de identificação / consciencialização Conduz os alunos a explicitar os conceitos alternativos
  12. 12. A fase de exploração das concepções alternativas Leva os alunos a por à prova as suas concepções alternativas A fase de discussão das concepções alternativas Põe em acção o conflito cognitivo que conduz o aluno à insatisfação com as suas próprias concepções.
  13. 13. A fase de reflexão Produz reflexões que contribuem para melhorar as concepções dos alunos A fase de aplicação Dá aplicabilidade às novas ideias e relaciona-as com a vida prática.
  14. 14. Sempre que exista insatisfação com o conceito existente Sempre que o novo conceito seja inteligível, significativo
  15. 15. Sempre que o novo conceito seja sentido pelo aluno como mais consistente. Sempre que o novo conceito seja mais útil e resolva mais problemas
  16. 16. Mode lo de mudança conce pt ual Aprender é passar de uma concepção falsa a uma concepção um pouc mais elaborada. Aprender é aceitar que o aluno incorpora gradualmente alguns elementos da nova concepção Aprender é efectuar a troca conceptual de forma significativa.
  17. 17. O que acontece ao açúcar quando se deita na água?E à água? O açúcar derrete e a água fica doce O açúcar desaparece e a água fica doce O açúcar evapora e a água fica doce O açúcar gasta-se e adoça a água O açúcar fica no meio da água e ela fica doce O açúcar molha-se com a água e a água fica doce
  18. 18. Os Constrangimentos dos professores perante o modelo E como vou eu saber se os alunos estão a aprender... Gosto deste método de ensino mas... Como vou cumprir o programa curricular? Não haverá demasiado barulho na aula Poderei confiar que crianças tão pequenas consigam trabalhar de forma responsável? Não haverá comportamentos conflituosos? E os pais aceitarão este método?
  19. 19. Fase 1: Fornecer objectivos e contexto e explicar os procedimentos de pesquisa O professor transmite os objectivos da aula e prepara os alunos para a pesquisa. O professor explica as regras básicas. Fase 2 Apresentar a situação problemática O professor descreve a situação problemática à turma, utilizando os meios mais apropriados
  20. 20. Fase 3: Recolha de dados e experimentação pelos alunos O professor encoraja os alunos a colocarem questões acerca da situação problemática, com o objectivo de os ajudar a obter informações auxiliares de pesquisa . Fase 4: Formulação de hipóteses e explicações pertinentes O professor encoraja os alunos a fazer previsões e a propor explicações para a situação problemática. Fase 5 : Analise do processo de pesquisa O professor leva os alunos a pensar acerca dos seus próprios processos intelectuais e sobre o processo de pesquisa
  21. 21. O Ar do Alka Seltzer. No lado esquerdo de uma balança está pendurado um saco de plástico hermeticamente fechado, contendo uma pastilha de Alka-Seltzcr colocada num pedaço de plasticina. No fundo do saco está um pouco de água da torneira. No lado direito encontram-se pesos suficientes para equilibrar este braço da balança. Se deixarmos a pastilha cair na água, o lado esquerdo da balança vai para cima. A questão a colocar ao aluno é a seguinte: Porque é que o braço esquerdo da balança vai para cima?
  22. 22. •OO professor, segundo Tilgner, tem a tendência para justificar o seu fraco desempenho no que respeita ao ensino das ciências confessando um inadequado nível de conhecimentos, equipamento e materiais, pouco tempo para cumprir os programas e espaços físicos desadequados a práticas experimentais. De acordo com Parke, os professores apresentam o quot;Síndroma da Ansiedade” .Grande parte dos professores, enquanto antigos alunos, recordam a ciência como um fracasso total, sentem-se inseguros, acham estranho ensinar ciências a crianças e não acreditam vir a ser capazes de ensinar ciências. •
  23. 23. ALKA S
  24. 24. ALKA S
  25. 25. O caminho faz-se caminhando... Ou os caminhos do pé posto!

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