SlideShare uma empresa Scribd logo
Page 1 of 4
Parte I
Escolhas múltiplas: Marque com X a opção correta! (4 pts.)
1. Em sistemas bioquímicos, o termo redução é frequentemente utilizado para
referir-se a:
a. Perda de eletrões.
b. Ganho de oxigênio.
c. Ganho de hidrogénio ou eletrões por um composto. ©
d. Perda de hidrogénio ou eletrões por um composto.
e. Uma reação de liberação de energia.
(0.2 pt)
2. Reações anabólicas ou anabolismo são reações que:
a. Quebram moléculas grandes em moléculas pequenas.
b. Necessitam de energia. ©
c. Ocorrem nas mitocôndrias.
d. Usam oxidação mais não redução.
e. Emitem energia.
(0.2 pt)
3. O primeiro estágio do catabolismo é:
a. A produção de acetil-CoA.
b. O acúmulo de macromoléculas de monômeros.
c. A produção de piruvato.
d. A digestão de moléculas grandes. ©
e. O ciclo cítrico ou ciclo de krebs.
(0.2 pt)
4. Os aminoácidos são primeiramente processados por remoção do grupo amino
através de:
a. Desaminação.©
b. Transaminação.
c. Tanto desaminação como aminação.
d. Nenhum dos dois processos (desaminação e transaminação).
(0.2 pt)
5. Qual é o produto final do metabolismo da leucina?
a. Acetil-CoA. ©
b. Ácido pirúvico.
c. Ácido oxalacético.
d. Acetil carnitina.
(0.3 pt)
6. Co-A é uma molécula cuja função é:
a. Ajudar na quebra de macromoléculas;
b. Ativar enzima A;
c. Submeter-se a fosforilação;
d. Ativar grupos acil para reação; ©
e. Fornecer energia para o ciclo de Krebs.
(0.4 pt)
Page 2 of 4
7. Qual das seguintes descrições descreve com mais precisão o ciclo cítrico? Uma
sequência cíclica de reações bioquímicas que por via delas:
a. ATP é produzido.
b. Ácido pirúvico é reduzido.
c. Glicose é quebrada em ácido pirúvico.
d. ATP é produzido a partir da oxidação do ácido pirúvico.
e. NADH2 é produzido a partir da oxidação do ácido pirúvico. ©
(0.4 pt)
8. No ciclo cítrico:
a. A energia é armazenada na forma de ATP. ©
b. A energia é armazenada na forma de ADP.
c. A energia é libertada na forma de ADP.
d. A energia é libertada na forma de ATP.
(0.2 pt)
9. Ainda no ciclo cítrico, um composto de seis carbonos é formado a partir da
combinação de acetil-CoA e:
a. Ácido cítrico.
b. Ácido málico.
c. Ácido oxalacético. ©
d. Ácido siccinico.
(0.4 pt)
10. Qual das seguintes é a sequência correta das reações encontradas no ciclo cítrico?
a. Ácido pirúvico -> ácido cítrico -> ácido oxalacético. ©
b. Ácido cítrico -> ácido alfa-cetoglutárico -> ácido isocitirico.
c. Ácido alfa-cetoglutárico -> ácido succínico -> succinil-CoA.
d. Ácido succínico -> ácido fumárico -> ácido málico.
e. Ácido fumárico -> ácido oxaloacético -> ácido cítrico.
(0.4 pt)
11. Quantas moléculas de CO2 são liberadas durante um ciclo cítrico?
a. 1.
b. 2.©
c. 3.
d. 4.
(0.2 pt)
12. Começando com a reação da transcarbamilase de ornitina, a ordem em que
ocorreriam os intermediários do ciclo da ureia é: (0.4 pt)
a. Citrulina, argininosuccinato, arginina, ornitina; ©
b. Argininosuccinato, citrulina, arginina, ornitina;
c. Citrulina, arginina, arginosuccinato, ornitina;
d. Citrulina, arginina, ornitina, argininosuccinato.
13. A enzima que controla o ciclo da ureia é______e é regulada por ___________.
a. Arginase: inibição alostérica por uréia.
b. Liase Argininosuccinase: inibição alostérica por fumarato.
c. Argininosuccinato sintetase: inibição alostérica por AMP.
d. Transcarbamilase Ornitina: ativação alostérica por citrulina.
e. Carbamoilfosfato sintetase-1: ativação alostérica por N-
acetilglutamato. ©
Page 3 of 4
(0.4 pt)
14. Quando a ureia é sintetizada no fígado, todos processos a seguir podem
ocorrer/ocorrem, EXCEPTO:
a. O glutamato pode ser sintetizado a partir de α-cetoglutarato, utilizando
uma série de reações de transaminação.
b. O aspartato pode ser sintetizado a partir do oxalacetato e glutamato,
utilizando aspartato transaminase.
c. O glutamato pode ser sintetizado utilizando a reação de glutamato
desidrogenase se o ião amónio estiver em excesso. ©
d. O glutamato pode estar fornecendo íons de amônio livre se a concentração
de íons de amônio livre for baixa.
(0.4 pt)
15. Os aminoácidos abaixo participam do "ciclo da uréia", EXCETO: (0.2 pt)
a. Ornitina.
b. Alanina. ©
c. Citrulina.
d. Arginossuccinato.
e. Arginina.
Parte II
Verdadeiro ou Falso (2 pts)
1. Assinale com V as afirmações verdadeiras e com F as falsas:
a. ATP é a fonte primária de energia para a célula. V (0.5 pt)
b. NAD+
atua como aceptor de hidrogénio nas reações metabólicas.V(0.5 pt)
c. O primeiro passo do ciclo de ureia é caracterizado por uma reação
reversível de formação de fosfato de carbamoílo. F (1 pt)
Parte III
Perguntas abertas (14 pts)
1. O que as transaminações fazem no metabolismo geral do nitrogénio? (0.5 pt)
R: Elas possibilitam o aproveitamento do nitrogénio pelo organismo e garantem
a remoção do excesso na forma do composto menos tóxico possível ao organismo
(Ureia, Amônia ou Ácido úrico).
2. Dê exemplo de sete (7) metabólitos intermediários que são produzidos durante o
catabolismo de aminoácidos. (2.5 pt.)
R: Oxaloacetato (Aspargina e Aspartato); α-ketoglutarato (Glutamina, Prolina,
Arginina, Histidina); Piruvato (Alanina, Serina, Glycina, Cysteina Treonina);
Fumarato (Fenilalanina e Tirosina); Succinol-coenzyme A ((CoA) Valina,
Isoleucina e Threonine); Acetil-CoA e Acetoacetato.
3. Que efeito a entrada de unidades acetil tem sobre os níveis dos intermediários do
ciclo dos ácidos tricarboxílicos (ciclo de Krebs)? (3 pt.)
Page 4 of 4
R:Nenhum; a entrada de unidades acetil não altera a quantidade de intermediários
no ciclo de Krebs.
4. Qual é a importância do oxigênio para o funcionamento do ciclo de Krebs? (2 pt)
R: O O2 regenera o NAD+
e o FAD que são necessários para o funcionamento do
ciclo de Krebs.
5. Por qual razão a principal excreta nitrogenado dos humanos é a uréia, se nosso
organismo produz inicialmente amônia em maior concentração, através da
degradação de aminoácidos? (3pt.)
R: Na degradação de aminoácidos ocorre uma grande produção de amônia, porém
este composto é muito tóxico para o organismo, necessitando de muita água para
sua eliminação. Assim, as moléculas de amônia produzidas participam de uma via
metabólica (ciclo da ureia) junto com o aspartato para gerar a uréia, composto
nitrogenado menos tóxico ao organismo e que necessitada de pequena quantidade
de água para ser eliminado, devido à sua boa solubilidade.
6. Cite três funções do ciclo de Krebs. (3pt.)
R: Oxidação do acetil-CoA em água; produção de energia na forma de coenzima
reduzida e função anabólica.
BOM TRABALHO!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Reações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
Reações de Substituição Nucleofílica e de EliminaçãoReações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
Reações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
José Nunes da Silva Jr.
 
Carboidratos aula (2)
Carboidratos aula (2)Carboidratos aula (2)
Carboidratos aula (2)
Rodolfo Pimentel Oliveira
 
Digestão e absorção de lipídios
Digestão e absorção de lipídiosDigestão e absorção de lipídios
Digestão e absorção de lipídios
Emmanuel Souza
 
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIAMeios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Hemilly Rayanne
 
Teste chama 2014
Teste chama 2014Teste chama 2014
Enzimas
EnzimasEnzimas
Aula - Carboidratos.pdf
Aula - Carboidratos.pdfAula - Carboidratos.pdf
Aula - Carboidratos.pdf
LuanneFariaSanches
 
Proteinas
ProteinasProteinas
Proteinas
Lucas Roberto
 
Aula respiração celular
Aula respiração celularAula respiração celular
Aula respiração celular
Tércio De Santana
 
Relatório precipitação das proteínas
Relatório precipitação das proteínasRelatório precipitação das proteínas
Relatório precipitação das proteínas
Ilana Moura
 
Relatório 03 - Química Analítica Quantitativa 1 - Dosagem de AAS e Mg(OH)2
Relatório 03 - Química Analítica Quantitativa 1 - Dosagem de AAS e Mg(OH)2Relatório 03 - Química Analítica Quantitativa 1 - Dosagem de AAS e Mg(OH)2
Relatório 03 - Química Analítica Quantitativa 1 - Dosagem de AAS e Mg(OH)2
Jenifer Rigo Almeida
 
Bioquímica ii 10 lipogênese (arlindo netto)
Bioquímica ii 10   lipogênese (arlindo netto)Bioquímica ii 10   lipogênese (arlindo netto)
Bioquímica ii 10 lipogênese (arlindo netto)
Jucie Vasconcelos
 
Funções Orgânicas Nitrogenadas.
Funções Orgânicas Nitrogenadas.Funções Orgânicas Nitrogenadas.
Funções Orgânicas Nitrogenadas.
Ajudar Pessoas
 
Introducao metabolismo
Introducao metabolismoIntroducao metabolismo
Introducao metabolismo
Acqua Blue Fitnnes
 
Bioquímica metabolismo de proteínas
Bioquímica  metabolismo de proteínasBioquímica  metabolismo de proteínas
Bioquímica metabolismo de proteínas
Marcos Gomes
 
Metabolismo e energia
Metabolismo e energiaMetabolismo e energia
Metabolismo e energia
emanuel
 
Anticorpos Função
Anticorpos FunçãoAnticorpos Função
Anticorpos Função
LABIMUNO UFBA
 
Aula RESPIRAÇÃO CELULAR
Aula RESPIRAÇÃO CELULARAula RESPIRAÇÃO CELULAR
Aula RESPIRAÇÃO CELULAR
MARCIAMP
 
Respiração celular
Respiração celularRespiração celular
Respiração celular
Professora Raquel
 
Reações de Aldeídos e Cetonas
Reações de Aldeídos e CetonasReações de Aldeídos e Cetonas
Reações de Aldeídos e Cetonas
José Nunes da Silva Jr.
 

Mais procurados (20)

Reações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
Reações de Substituição Nucleofílica e de EliminaçãoReações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
Reações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação
 
Carboidratos aula (2)
Carboidratos aula (2)Carboidratos aula (2)
Carboidratos aula (2)
 
Digestão e absorção de lipídios
Digestão e absorção de lipídiosDigestão e absorção de lipídios
Digestão e absorção de lipídios
 
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIAMeios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
Meios de cultura e Técnicas de semeio- MICROBIOLOGIA
 
Teste chama 2014
Teste chama 2014Teste chama 2014
Teste chama 2014
 
Enzimas
EnzimasEnzimas
Enzimas
 
Aula - Carboidratos.pdf
Aula - Carboidratos.pdfAula - Carboidratos.pdf
Aula - Carboidratos.pdf
 
Proteinas
ProteinasProteinas
Proteinas
 
Aula respiração celular
Aula respiração celularAula respiração celular
Aula respiração celular
 
Relatório precipitação das proteínas
Relatório precipitação das proteínasRelatório precipitação das proteínas
Relatório precipitação das proteínas
 
Relatório 03 - Química Analítica Quantitativa 1 - Dosagem de AAS e Mg(OH)2
Relatório 03 - Química Analítica Quantitativa 1 - Dosagem de AAS e Mg(OH)2Relatório 03 - Química Analítica Quantitativa 1 - Dosagem de AAS e Mg(OH)2
Relatório 03 - Química Analítica Quantitativa 1 - Dosagem de AAS e Mg(OH)2
 
Bioquímica ii 10 lipogênese (arlindo netto)
Bioquímica ii 10   lipogênese (arlindo netto)Bioquímica ii 10   lipogênese (arlindo netto)
Bioquímica ii 10 lipogênese (arlindo netto)
 
Funções Orgânicas Nitrogenadas.
Funções Orgânicas Nitrogenadas.Funções Orgânicas Nitrogenadas.
Funções Orgânicas Nitrogenadas.
 
Introducao metabolismo
Introducao metabolismoIntroducao metabolismo
Introducao metabolismo
 
Bioquímica metabolismo de proteínas
Bioquímica  metabolismo de proteínasBioquímica  metabolismo de proteínas
Bioquímica metabolismo de proteínas
 
Metabolismo e energia
Metabolismo e energiaMetabolismo e energia
Metabolismo e energia
 
Anticorpos Função
Anticorpos FunçãoAnticorpos Função
Anticorpos Função
 
Aula RESPIRAÇÃO CELULAR
Aula RESPIRAÇÃO CELULARAula RESPIRAÇÃO CELULAR
Aula RESPIRAÇÃO CELULAR
 
Respiração celular
Respiração celularRespiração celular
Respiração celular
 
Reações de Aldeídos e Cetonas
Reações de Aldeídos e CetonasReações de Aldeídos e Cetonas
Reações de Aldeídos e Cetonas
 

Semelhante a Guião de correção dos exercícios de bioquímica, sobre metabolismo, cíclo cítrico e cíclo da ureia.

Ciclo de krebs ou ciclo do ácido cítrico
Ciclo de krebs ou ciclo do ácido cítricoCiclo de krebs ou ciclo do ácido cítrico
Ciclo de krebs ou ciclo do ácido cítrico
Beatriz Souza Lima
 
Livro de bioquímica cap. 7 - 9
Livro de bioquímica cap. 7 - 9Livro de bioquímica cap. 7 - 9
Livro de bioquímica cap. 7 - 9
Felipe Cavalcante
 
Acetil co a e ciclo de krebs
Acetil co a e ciclo de krebsAcetil co a e ciclo de krebs
Acetil co a e ciclo de krebs
Geraldo Cardoso
 
Ciclo de krebs iq usp
Ciclo de krebs   iq uspCiclo de krebs   iq usp
Ciclo de krebs iq usp
José Everton M Jr.
 
Metabolismo De Lipídios Veterinária
Metabolismo De Lipídios    VeterináriaMetabolismo De Lipídios    Veterinária
Metabolismo De Lipídios Veterinária
Adriana Quevedo
 
Transaminação de aminoácidos
Transaminação de aminoácidosTransaminação de aminoácidos
Transaminação de aminoácidos
Beatriz Souza Lima
 
Metabolismo energético
Metabolismo energéticoMetabolismo energético
Metabolismo energético
MARCIAMP
 
Ciclo de Krebs.pdf
Ciclo de Krebs.pdfCiclo de Krebs.pdf
Ciclo de Krebs.pdf
ThiagoOliveira848024
 
Metabolismo energético das células
Metabolismo energético das célulasMetabolismo energético das células
Metabolismo energético das células
pereira159
 
2ª e 3ª etapas da Respiração Celular
2ª e 3ª etapas da Respiração Celular2ª e 3ª etapas da Respiração Celular
2ª e 3ª etapas da Respiração Celular
Adriana Quevedo
 
bioenergética no metabolismo das plantas
bioenergética no metabolismo das plantasbioenergética no metabolismo das plantas
bioenergética no metabolismo das plantas
JeanMarcelo21
 
Bioquímica ii 04 ciclo de krebs - med resumos (arlindo netto)
Bioquímica ii 04   ciclo de krebs - med resumos (arlindo netto)Bioquímica ii 04   ciclo de krebs - med resumos (arlindo netto)
Bioquímica ii 04 ciclo de krebs - med resumos (arlindo netto)
Jucie Vasconcelos
 
Ciclo de krebs
Ciclo de krebsCiclo de krebs
Ciclo de krebs
Felipe Cavalcante
 
1°Série Respiracao
1°Série Respiracao 1°Série Respiracao
1°Série Respiracao
Ionara Urrutia Moura
 
Bioenergética do 3 ano
Bioenergética do 3 anoBioenergética do 3 ano
Bioenergética do 3 ano
CristinaBrandao
 
Bioquimica - Aula 7
Bioquimica - Aula 7Bioquimica - Aula 7
Bioquimica - Aula 7
Gabriel Fernandes
 
Respiracao 240809
Respiracao 240809Respiracao 240809
Respiracao 240809
Ionara Urrutia Moura
 
Aula 3 cicloacidocitrico 2014
Aula 3  cicloacidocitrico 2014Aula 3  cicloacidocitrico 2014
Aula 3 cicloacidocitrico 2014
Marilvia de Alencar
 
Ciclo de Krebs
Ciclo de KrebsCiclo de Krebs
Ciclo de Krebs
Luis Ribeiro
 
BIOQUMICA - ESCOLA DE ENFERMAGEM -OXIDAO DOS AMINOCIDOS E PRODUO DE UREIA - 1...
BIOQUMICA - ESCOLA DE ENFERMAGEM -OXIDAO DOS AMINOCIDOS E PRODUO DE UREIA - 1...BIOQUMICA - ESCOLA DE ENFERMAGEM -OXIDAO DOS AMINOCIDOS E PRODUO DE UREIA - 1...
BIOQUMICA - ESCOLA DE ENFERMAGEM -OXIDAO DOS AMINOCIDOS E PRODUO DE UREIA - 1...
RayFontenelle1
 

Semelhante a Guião de correção dos exercícios de bioquímica, sobre metabolismo, cíclo cítrico e cíclo da ureia. (20)

Ciclo de krebs ou ciclo do ácido cítrico
Ciclo de krebs ou ciclo do ácido cítricoCiclo de krebs ou ciclo do ácido cítrico
Ciclo de krebs ou ciclo do ácido cítrico
 
Livro de bioquímica cap. 7 - 9
Livro de bioquímica cap. 7 - 9Livro de bioquímica cap. 7 - 9
Livro de bioquímica cap. 7 - 9
 
Acetil co a e ciclo de krebs
Acetil co a e ciclo de krebsAcetil co a e ciclo de krebs
Acetil co a e ciclo de krebs
 
Ciclo de krebs iq usp
Ciclo de krebs   iq uspCiclo de krebs   iq usp
Ciclo de krebs iq usp
 
Metabolismo De Lipídios Veterinária
Metabolismo De Lipídios    VeterináriaMetabolismo De Lipídios    Veterinária
Metabolismo De Lipídios Veterinária
 
Transaminação de aminoácidos
Transaminação de aminoácidosTransaminação de aminoácidos
Transaminação de aminoácidos
 
Metabolismo energético
Metabolismo energéticoMetabolismo energético
Metabolismo energético
 
Ciclo de Krebs.pdf
Ciclo de Krebs.pdfCiclo de Krebs.pdf
Ciclo de Krebs.pdf
 
Metabolismo energético das células
Metabolismo energético das célulasMetabolismo energético das células
Metabolismo energético das células
 
2ª e 3ª etapas da Respiração Celular
2ª e 3ª etapas da Respiração Celular2ª e 3ª etapas da Respiração Celular
2ª e 3ª etapas da Respiração Celular
 
bioenergética no metabolismo das plantas
bioenergética no metabolismo das plantasbioenergética no metabolismo das plantas
bioenergética no metabolismo das plantas
 
Bioquímica ii 04 ciclo de krebs - med resumos (arlindo netto)
Bioquímica ii 04   ciclo de krebs - med resumos (arlindo netto)Bioquímica ii 04   ciclo de krebs - med resumos (arlindo netto)
Bioquímica ii 04 ciclo de krebs - med resumos (arlindo netto)
 
Ciclo de krebs
Ciclo de krebsCiclo de krebs
Ciclo de krebs
 
1°Série Respiracao
1°Série Respiracao 1°Série Respiracao
1°Série Respiracao
 
Bioenergética do 3 ano
Bioenergética do 3 anoBioenergética do 3 ano
Bioenergética do 3 ano
 
Bioquimica - Aula 7
Bioquimica - Aula 7Bioquimica - Aula 7
Bioquimica - Aula 7
 
Respiracao 240809
Respiracao 240809Respiracao 240809
Respiracao 240809
 
Aula 3 cicloacidocitrico 2014
Aula 3  cicloacidocitrico 2014Aula 3  cicloacidocitrico 2014
Aula 3 cicloacidocitrico 2014
 
Ciclo de Krebs
Ciclo de KrebsCiclo de Krebs
Ciclo de Krebs
 
BIOQUMICA - ESCOLA DE ENFERMAGEM -OXIDAO DOS AMINOCIDOS E PRODUO DE UREIA - 1...
BIOQUMICA - ESCOLA DE ENFERMAGEM -OXIDAO DOS AMINOCIDOS E PRODUO DE UREIA - 1...BIOQUMICA - ESCOLA DE ENFERMAGEM -OXIDAO DOS AMINOCIDOS E PRODUO DE UREIA - 1...
BIOQUMICA - ESCOLA DE ENFERMAGEM -OXIDAO DOS AMINOCIDOS E PRODUO DE UREIA - 1...
 

Mais de Inacio Mateus Assane

Screening of synthetic peptides for antimicrobial activity against fish patho...
Screening of synthetic peptides for antimicrobial activity against fish patho...Screening of synthetic peptides for antimicrobial activity against fish patho...
Screening of synthetic peptides for antimicrobial activity against fish patho...
Inacio Mateus Assane
 
Effects of dietary thyme essential oil on hemato-immunological indices, intes...
Effects of dietary thyme essential oil on hemato-immunological indices, intes...Effects of dietary thyme essential oil on hemato-immunological indices, intes...
Effects of dietary thyme essential oil on hemato-immunological indices, intes...
Inacio Mateus Assane
 
Trichodinids of Nile tilapia Oreochromis niloticus in Brazil: first record of...
Trichodinids of Nile tilapia Oreochromis niloticus in Brazil: first record of...Trichodinids of Nile tilapia Oreochromis niloticus in Brazil: first record of...
Trichodinids of Nile tilapia Oreochromis niloticus in Brazil: first record of...
Inacio Mateus Assane
 
Execícios sobre aquacultura.
Execícios sobre aquacultura.Execícios sobre aquacultura.
Execícios sobre aquacultura.
Inacio Mateus Assane
 
Exercício sobre parasitologia veterinária- Filo Artropoda
Exercício sobre parasitologia veterinária- Filo ArtropodaExercício sobre parasitologia veterinária- Filo Artropoda
Exercício sobre parasitologia veterinária- Filo Artropoda
Inacio Mateus Assane
 
Entomologia Veterinária- Parte I
Entomologia Veterinária- Parte IEntomologia Veterinária- Parte I
Entomologia Veterinária- Parte I
Inacio Mateus Assane
 
Metabolismo de aminoácidos
Metabolismo de aminoácidosMetabolismo de aminoácidos
Metabolismo de aminoácidos
Inacio Mateus Assane
 
Polinização: Formas e
Polinização: Formas e Polinização: Formas e
Polinização: Formas e
Inacio Mateus Assane
 
Litchia
LitchiaLitchia
Pepino
PepinoPepino

Mais de Inacio Mateus Assane (10)

Screening of synthetic peptides for antimicrobial activity against fish patho...
Screening of synthetic peptides for antimicrobial activity against fish patho...Screening of synthetic peptides for antimicrobial activity against fish patho...
Screening of synthetic peptides for antimicrobial activity against fish patho...
 
Effects of dietary thyme essential oil on hemato-immunological indices, intes...
Effects of dietary thyme essential oil on hemato-immunological indices, intes...Effects of dietary thyme essential oil on hemato-immunological indices, intes...
Effects of dietary thyme essential oil on hemato-immunological indices, intes...
 
Trichodinids of Nile tilapia Oreochromis niloticus in Brazil: first record of...
Trichodinids of Nile tilapia Oreochromis niloticus in Brazil: first record of...Trichodinids of Nile tilapia Oreochromis niloticus in Brazil: first record of...
Trichodinids of Nile tilapia Oreochromis niloticus in Brazil: first record of...
 
Execícios sobre aquacultura.
Execícios sobre aquacultura.Execícios sobre aquacultura.
Execícios sobre aquacultura.
 
Exercício sobre parasitologia veterinária- Filo Artropoda
Exercício sobre parasitologia veterinária- Filo ArtropodaExercício sobre parasitologia veterinária- Filo Artropoda
Exercício sobre parasitologia veterinária- Filo Artropoda
 
Entomologia Veterinária- Parte I
Entomologia Veterinária- Parte IEntomologia Veterinária- Parte I
Entomologia Veterinária- Parte I
 
Metabolismo de aminoácidos
Metabolismo de aminoácidosMetabolismo de aminoácidos
Metabolismo de aminoácidos
 
Polinização: Formas e
Polinização: Formas e Polinização: Formas e
Polinização: Formas e
 
Litchia
LitchiaLitchia
Litchia
 
Pepino
PepinoPepino
Pepino
 

Último

PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
EsterGabriiela1
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
orquestrasinfonicaam
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos ConjuntosMatemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Instituto Walter Alencar
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 

Último (20)

PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos ConjuntosMatemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 

Guião de correção dos exercícios de bioquímica, sobre metabolismo, cíclo cítrico e cíclo da ureia.

  • 1. Page 1 of 4 Parte I Escolhas múltiplas: Marque com X a opção correta! (4 pts.) 1. Em sistemas bioquímicos, o termo redução é frequentemente utilizado para referir-se a: a. Perda de eletrões. b. Ganho de oxigênio. c. Ganho de hidrogénio ou eletrões por um composto. © d. Perda de hidrogénio ou eletrões por um composto. e. Uma reação de liberação de energia. (0.2 pt) 2. Reações anabólicas ou anabolismo são reações que: a. Quebram moléculas grandes em moléculas pequenas. b. Necessitam de energia. © c. Ocorrem nas mitocôndrias. d. Usam oxidação mais não redução. e. Emitem energia. (0.2 pt) 3. O primeiro estágio do catabolismo é: a. A produção de acetil-CoA. b. O acúmulo de macromoléculas de monômeros. c. A produção de piruvato. d. A digestão de moléculas grandes. © e. O ciclo cítrico ou ciclo de krebs. (0.2 pt) 4. Os aminoácidos são primeiramente processados por remoção do grupo amino através de: a. Desaminação.© b. Transaminação. c. Tanto desaminação como aminação. d. Nenhum dos dois processos (desaminação e transaminação). (0.2 pt) 5. Qual é o produto final do metabolismo da leucina? a. Acetil-CoA. © b. Ácido pirúvico. c. Ácido oxalacético. d. Acetil carnitina. (0.3 pt) 6. Co-A é uma molécula cuja função é: a. Ajudar na quebra de macromoléculas; b. Ativar enzima A; c. Submeter-se a fosforilação; d. Ativar grupos acil para reação; © e. Fornecer energia para o ciclo de Krebs. (0.4 pt)
  • 2. Page 2 of 4 7. Qual das seguintes descrições descreve com mais precisão o ciclo cítrico? Uma sequência cíclica de reações bioquímicas que por via delas: a. ATP é produzido. b. Ácido pirúvico é reduzido. c. Glicose é quebrada em ácido pirúvico. d. ATP é produzido a partir da oxidação do ácido pirúvico. e. NADH2 é produzido a partir da oxidação do ácido pirúvico. © (0.4 pt) 8. No ciclo cítrico: a. A energia é armazenada na forma de ATP. © b. A energia é armazenada na forma de ADP. c. A energia é libertada na forma de ADP. d. A energia é libertada na forma de ATP. (0.2 pt) 9. Ainda no ciclo cítrico, um composto de seis carbonos é formado a partir da combinação de acetil-CoA e: a. Ácido cítrico. b. Ácido málico. c. Ácido oxalacético. © d. Ácido siccinico. (0.4 pt) 10. Qual das seguintes é a sequência correta das reações encontradas no ciclo cítrico? a. Ácido pirúvico -> ácido cítrico -> ácido oxalacético. © b. Ácido cítrico -> ácido alfa-cetoglutárico -> ácido isocitirico. c. Ácido alfa-cetoglutárico -> ácido succínico -> succinil-CoA. d. Ácido succínico -> ácido fumárico -> ácido málico. e. Ácido fumárico -> ácido oxaloacético -> ácido cítrico. (0.4 pt) 11. Quantas moléculas de CO2 são liberadas durante um ciclo cítrico? a. 1. b. 2.© c. 3. d. 4. (0.2 pt) 12. Começando com a reação da transcarbamilase de ornitina, a ordem em que ocorreriam os intermediários do ciclo da ureia é: (0.4 pt) a. Citrulina, argininosuccinato, arginina, ornitina; © b. Argininosuccinato, citrulina, arginina, ornitina; c. Citrulina, arginina, arginosuccinato, ornitina; d. Citrulina, arginina, ornitina, argininosuccinato. 13. A enzima que controla o ciclo da ureia é______e é regulada por ___________. a. Arginase: inibição alostérica por uréia. b. Liase Argininosuccinase: inibição alostérica por fumarato. c. Argininosuccinato sintetase: inibição alostérica por AMP. d. Transcarbamilase Ornitina: ativação alostérica por citrulina. e. Carbamoilfosfato sintetase-1: ativação alostérica por N- acetilglutamato. ©
  • 3. Page 3 of 4 (0.4 pt) 14. Quando a ureia é sintetizada no fígado, todos processos a seguir podem ocorrer/ocorrem, EXCEPTO: a. O glutamato pode ser sintetizado a partir de α-cetoglutarato, utilizando uma série de reações de transaminação. b. O aspartato pode ser sintetizado a partir do oxalacetato e glutamato, utilizando aspartato transaminase. c. O glutamato pode ser sintetizado utilizando a reação de glutamato desidrogenase se o ião amónio estiver em excesso. © d. O glutamato pode estar fornecendo íons de amônio livre se a concentração de íons de amônio livre for baixa. (0.4 pt) 15. Os aminoácidos abaixo participam do "ciclo da uréia", EXCETO: (0.2 pt) a. Ornitina. b. Alanina. © c. Citrulina. d. Arginossuccinato. e. Arginina. Parte II Verdadeiro ou Falso (2 pts) 1. Assinale com V as afirmações verdadeiras e com F as falsas: a. ATP é a fonte primária de energia para a célula. V (0.5 pt) b. NAD+ atua como aceptor de hidrogénio nas reações metabólicas.V(0.5 pt) c. O primeiro passo do ciclo de ureia é caracterizado por uma reação reversível de formação de fosfato de carbamoílo. F (1 pt) Parte III Perguntas abertas (14 pts) 1. O que as transaminações fazem no metabolismo geral do nitrogénio? (0.5 pt) R: Elas possibilitam o aproveitamento do nitrogénio pelo organismo e garantem a remoção do excesso na forma do composto menos tóxico possível ao organismo (Ureia, Amônia ou Ácido úrico). 2. Dê exemplo de sete (7) metabólitos intermediários que são produzidos durante o catabolismo de aminoácidos. (2.5 pt.) R: Oxaloacetato (Aspargina e Aspartato); α-ketoglutarato (Glutamina, Prolina, Arginina, Histidina); Piruvato (Alanina, Serina, Glycina, Cysteina Treonina); Fumarato (Fenilalanina e Tirosina); Succinol-coenzyme A ((CoA) Valina, Isoleucina e Threonine); Acetil-CoA e Acetoacetato. 3. Que efeito a entrada de unidades acetil tem sobre os níveis dos intermediários do ciclo dos ácidos tricarboxílicos (ciclo de Krebs)? (3 pt.)
  • 4. Page 4 of 4 R:Nenhum; a entrada de unidades acetil não altera a quantidade de intermediários no ciclo de Krebs. 4. Qual é a importância do oxigênio para o funcionamento do ciclo de Krebs? (2 pt) R: O O2 regenera o NAD+ e o FAD que são necessários para o funcionamento do ciclo de Krebs. 5. Por qual razão a principal excreta nitrogenado dos humanos é a uréia, se nosso organismo produz inicialmente amônia em maior concentração, através da degradação de aminoácidos? (3pt.) R: Na degradação de aminoácidos ocorre uma grande produção de amônia, porém este composto é muito tóxico para o organismo, necessitando de muita água para sua eliminação. Assim, as moléculas de amônia produzidas participam de uma via metabólica (ciclo da ureia) junto com o aspartato para gerar a uréia, composto nitrogenado menos tóxico ao organismo e que necessitada de pequena quantidade de água para ser eliminado, devido à sua boa solubilidade. 6. Cite três funções do ciclo de Krebs. (3pt.) R: Oxidação do acetil-CoA em água; produção de energia na forma de coenzima reduzida e função anabólica. BOM TRABALHO!