Ocupação antrópica

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Ocupação antrópica

  1. 1. Isabel Lopes
  2. 2. Ocupação antrópica eproblemas de ordenamento• A ocupação de grandes áreas pela população humana tem acentuado a pressão sobre o ambiente, provocando desequilíbrios. • A Desflorestação… • Construção de vias de comunicação e de grandes áreas habitacionais… …são apenas alguns exemplos IL 2012 2/40
  3. 3. Impermeabilização de solosDificulta a infiltração de águas. Dificulta a interação entre o subsolo, a atmosfera, a hidrosfera e a biosfera. Aumenta a probabilidade de inundações e de falta de água nos aquíferos. IL 2012 3/40
  4. 4. Risco……é a probabilidade de acontecimentos perigosos ocorrerem numa dada área e num determinado período de tempo, com prejuízos humanos e materiais.(ex.:entre os riscos naturais, temos erupções vulcânicas, inundações e deslizamentos de terras associados a riscos geológicos) Adaptado do manual da Porto Editora: Terra Universo de Vida 11º ano) IL 2012 4/40
  5. 5. Adaptado do manual da Porto Editora: Terra Universo de Vida 11º ano)IL 2012 5
  6. 6. “O deslizamento de terras cobriu a auto-estrada nacional nº 3, perto de Keelung, nortede Taiwan.” “O deslizamento de terra engoliu uma pequena vila e enterrou mais de 40 pessoas após um poderoso terramoto no oeste da ilha de Java, na Indonésia..” ”…atingida por um deslizamento de terras após quatro dias de chuva na localidade de Cap, no norte do Haiti” IL 2012 6/40
  7. 7. IL 2012 7/40
  8. 8. Ordenamento do território …assegurar um processo integrado de organização do espaço biofísico, tendo como objetivo a sua ocupação e transformação de acordo com as capacidades do mesmo espaço. Adaptado do manual da Porto Editora: Terra Universo de Vida 11º ano) IL 2012 8/40
  9. 9. Rios.. HistóriaHistória do Homem Margem dos rios IL 2012 9/40
  10. 10. Bacias HidrográficasÉ a área do território drenada por uma rede fluvial…Rede hidrográfica é o conjunto de todos os cursos de água ligados a um rio principal. IL 2012 10/40
  11. 11. Bacias Hidrográficas IL 2012 11/40
  12. 12. Leito do Rio IL 2012 12/40
  13. 13. Leito do RioO leito de um rio (leito aparente ou leito ordinário), é a zona que se encontra cobertapela corrente de água durante a maior parte do ano. O caudal de água em geral variacom o teor de pluviosidade das estações do ano.Leito de estiagem ou de seca - durante a estação seca, normalmente no VerãoLeito de cheia - durante a estação húmida, em regra o Inverno, inundando as áreasenvolventes e originando as cheias. As zonas que ficam cobertas de água durante o leitode cheia constituem a planície de inundação. IL 2012 13/40
  14. 14. Leito do Rio O comportamento de cada rio depende da sua geometria, relevo, composição rochosa, materiais dos solos, cobertura vegetal e grau de A acção erosiva de um rio interferência humana.depende de vários factores tais como: A actividade geológica de um rio compreende três acções: a) Declive do leito do rio; b) Caudal meteorização e erosão*, •a c) Natureza da rocha do leito• o transporte d) Carga sólida (tipo de • e a deposição dos materiais materiais por ele ou sedimentação. transportados) *A acção erosiva de um rio depende de factores como: a) Declive do leito do rio; b) Caudal c) Natureza da rocha do leito d) Carga sólida (tipo de materiais por ele transportados) IL 2012 14/40
  15. 15. Rios IL 2012 15/40
  16. 16. Rios – transporte de detritos Suspensão, saltação, rolamento ou arrastamento IL 2012 16/40
  17. 17. BarragensPositivosRegulação caudalArmazenamento de água (agricultura eabastecimento populações)Produção energia elétrica Negativos p. 11 Impacto nos ecossistemas (quer durante a construção quer depois) Perigos de ruptura com o tempo Depósito de sedimentos que não são descarregados no mar IL 2012 17/40
  18. 18. Barragens de terraA sua estrutura éfundamentalmenteconstituída por soloou enrocamento. Osolo é extraído daárea de implantaçãoda barragem, o queas torna sob o pontode vista ambiental,menos agressivas doque as barragens debetão. Imagem e texto adaptados de: http://www.engenhariacivil.com/barragens-terra IL 2012 18/40
  19. 19. Rios – extração de inertesA extração de inertes pode ser um negócio fácil e muito rentável Rigor e fiscalização para evitar riscos: o Alterações na corrente e equilíbrio do rio o Redução da quantidade de sedimentos que chegam à foz o Alterações na estabilidade de infraestruturas (ex.: pontes, marinas …) IL 2012 19/40
  20. 20. Queda ponte Hintze-Ribeiro(Castelo de Paiva (4 -3- 2001)Causas apontadas pelos peritos: Extração de inertes e erosão fluvial associada às cheias ocorridas na região IL 2012 20/40
  21. 21. Zonas costeirasocupação antrópica do litoral 2/3 do planeta ocupado pelo mar. Energia mecânica das ondas é um importante fator modelador. ABRASÃO MARINHA – desgaste provocado pelo impacto das ondas sobre a costa. IL 2012 21/40
  22. 22. Abrasão marinha Zonas de risco em Portugal – p. 18 IL 2012 22/40
  23. 23. IL 2012 23/40
  24. 24. IL 2012 24/40
  25. 25. Portugal • Recuo da linha da costa; • Em média 15km2 de costa são “roubados” pelo mar;Subida nível do mar Causas Subida do nível mar; Retenção de sedimentos pelas barragens que já não chegam ao mar para alimentar a linha da costa; Remoção de areias para a construção civil… IL 2012 25/40
  26. 26. Deposição no litoralSubida nível do mar p. 22 IL 2012 26/40
  27. 27. Erosão na faixa litoral Intervenção humana – obras de proteçãoSubida nível do mar IL 2012 27/40
  28. 28. Erosão na faixa litoral Intervenção humana – ESPORÃOSubida nível do mar IL 2012 28/40
  29. 29. Erosão na faixa litoral Caparica com nova reposição de areias (2009)Subida nível do mar IL 2012 29/40
  30. 30. Erosão na faixa litoral Intervenção humana – PAREDÃOSubida nível do mar IL 2012 30/40
  31. 31. Erosão na faixa litoral Intervenção humana – QUEBRA-MAR Estruturas formadas por rochas, onde as ondas irão perder aSubida nível do mar energia originando um depósito de areia, que evita o avanço do maré, evitando a erosão e assim, proteger a zona costeira abrangente ou um porto, da constante ação das marés e consequentemente das ondas. IL 2012 31/40
  32. 32. Erosão na faixa litoral Intervenção humana – obras de proteção Estabilização das arribas Alimentação das praias com inertesSubida nível do mar Recuperação de dunas IL 2012 32/40
  33. 33. Zonas de Vertenteperigos naturais e antrópicos IL 2012 33/40
  34. 34. Zonas de Vertente perigos naturais e antrópicosLocais de instabilidade geomorfológica – declive acentuado implicaque os materiais situados nas zonas superiores tendam a sermobilizados para zonas inferiores. Movimentos de materiais soltos ou movimentos em massa Movimentos em massa: deslocamentos em zonas de vertente, de grandes volumes de materiais, solo ou de substrato rochoso, devido à ação da gravidade. IL 2012 34/40
  35. 35. Zonas de Vertente fatores a considerarGravidadeInclinaçãoTeor de água no soloTipo de materiais geológicosVariações de temperatura IL 2012 35/40
  36. 36. Água no solo Imagem: Porto Editora -Terra Universo de Vida, 11º ano Geologia p.30 IL 2012 36/40
  37. 37. Zonas de Vertentemedidas para minimizar os riscos - Elaboração de cartas de risco geológico, de acordo com a probabilidade de movimentos em massa; - Execução de medidas de ordenamento que considerem as cartas de risco geológico; - Implementação de mecanismos de contenção para os materiais geológicos (florestação de vertentes, muros de suporte, redes de contenção e pregagens) e de drenagem (escoar a água que satura os solos). IL 2012 37/40
  38. 38. Pregagensmedidas para minimizar os riscos Imagem: http://www.engenhariacivil.com/dimensionamento-dinamico-muros-suporte IL 2012 38/40
  39. 39. Muros de suportemedidas para minimizar os riscos Imagem: http://www.engenhariacivil.com/dimensionamento-dinamico-muros-suporte IL 2012 39/40
  40. 40. Redes de contençãomedidas para minimizar os riscos IL 2012 40/40
  41. 41. Agora resolve…p.19, 24, 27 e 34 a 37 IL 2012

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