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Porto Alegre 25/11/2014
O Brasil em 2015
Sinplast
Porto Alegre, 18 março 2015
Setor Plástico
Indicadores de atividade
Perspectivas 2015
Cenário Econômico Brasil
Modelo Esgotado
Consumo
Mais Estado
Política Industrial
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
65,1%
58,9%
63,2%
1ºT97
3ºT98
1ºT00
3ºT01
1ºT03
3ºT04
1ºT06
3ºT07
1ºT09
3ºT10
1ºT12
3ºT13
Consumo Famílias/PIB
(Ac. Em 12 meses - % do PIB)
Consumo Governo/PIB
(Ac. Em 12 meses - % do PIB)
20,2% 20,6%
18,9%
22,2%
1ºT97
3ºT98
1ºT00
3ºT01
1ºT03
3ºT04
1ºT06
3ºT07
1ºT09
3ºT10
1ºT12
3ºT13
Mudança de comportamento
A crise foi uma oportunidade para o
Governo emplacar uma série de
medidas de estímulo ao consumo.
Visão clara do que acreditam
Isso foi mais pronunciado com os
gastos públicos.
Política keynesiana na veia!!!
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
65,1%
58,9%
63,2%
1ºT97
3ºT98
1ºT00
3ºT01
1ºT03
3ºT04
1ºT06
3ºT07
1ºT09
3ºT10
1ºT12
3ºT13
Consumo Famílias/PIB
(Ac. Em 12 meses - % do PIB)
Consumo Governo/PIB
(Ac. Em 12 meses - % do PIB)
20,2% 20,6%
18,9%
22,2%
1ºT97
3ºT98
1ºT00
3ºT01
1ºT03
3ºT04
1ºT06
3ºT07
1ºT09
3ºT10
1ºT12
3ºT13
Investimento/PIB
(em % - 12 meses)
18,3%
15,3%
19,5%
17,3%
4ºT95
2ºT97
4ºT98
2ºT00
4ºT01
2ºT03
4ºT04
2ºT06
4ºT07
2ºT09
4ºT10
2ºT12
4ºT13
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
Nunca se vendeu tanto automóveis
no Brasil....
Venda de Automóveis
(Ac. Em 12 meses – milhões de unidades)
Estamos diante de um novo ciclo
de estagnação?
1,62
0,95 1,08
2,96
2,45
dez/90
jun/92
dez/93
jun/95
dez/96
jun/98
dez/99
jun/01
dez/02
jun/04
dez/05
jun/07
dez/08
jun/10
dez/11
jun/13
dez/14
I
II I – 1996 a 1999
Queda de 41%
Estagnou por 3 anos
II – maio de 2013 até quando?
Atualmente está em 17%
Qual a magnitude
da queda?
Var.% Vendas (milhões)
20% 2,37
25% 2,22
30% 2,07
40% 1,78
45% 1,63
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
Consumidores se “fartaram” de
crédito...
0,8
1,2
1,4
1,6 1,6 1,6
mar/07
set/07
mar/08
set/08
mar/09
set/09
mar/10
set/10
mar/11
set/11
mar/12
set/12
mar/13
set/13
mar/14
set/14
Saldo de créditos livres
(R$ trilhões a preços constantes)
... Resultando em um elevado nível
de endividamento....
Endividamento das Famílias
(% médio em relação a renda – 12 meses)
20,2
23,5
27,1
31,5
33,8
37,6
40,9 43,1 44,8 45,9
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014*
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
Nunca o comércio vendeu tanto...
Vendas do Comércio Varejista
(Var.% em 12 meses)
5,0%
10,9%
8,6%
1,8%
dez/04
ago/05
abr/06
dez/06
ago/07
abr/08
dez/08
ago/09
abr/10
dez/10
ago/11
abr/12
dez/12
ago/13
abr/14
dez/14
Mas dá sinais de esgotamento:
É o menor resultado dos últimos 12
anos:
Volta a realidade?
Perspectiva de aquecimento à
frente?
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
... Todas as atividades desaceleram...
Combustíveis e Lubrificantes
(Var.% em 12 meses)
64,3%
10,6%
27,0%
0,0%
dez/04
ago/05
abr/06
dez/06
ago/07
abr/08
dez/08
ago/09
abr/10
dez/10
ago/11
abr/12
dez/12
ago/13
abr/14
dez/14
9,9%
18,5%
-0,1%
dez/04
ago/05
abr/06
dez/06
ago/07
abr/08
dez/08
ago/09
abr/10
dez/10
ago/11
abr/12
dez/12
ago/13
abr/14
dez/14
-9,0%
9,4% 7,7%
2,1%
dez/04
ago/05
abr/06
dez/06
ago/07
abr/08
dez/08
ago/09
abr/10
dez/10
ago/11
abr/12
dez/12
ago/13
abr/14
dez/14 Móveis e Eletrodomésticos
(Var.% em 12 meses)
Equip. Inform. Escritório
(Var.% em 12 meses)
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
Mercado imobiliário expandiu a
passos largos...
Lançamentos Residenciais -
RMSP
(Ac. Em 12 meses)
81.967
42.997
71.674
50.951
jan/05
set/05
mai/06
jan/07
set/07
mai/08
jan/09
set/09
mai/10
jan/11
set/11
mai/12
jan/13
set/13
mai/14
Estamos em um novo momento no
setor?
O pico de 2007 não foi atingido
desde então:
Esgotou o modelo no Brasil?
É o nosso patamar médio?
Quais os entraves?
Queda de 12%
em 12 meses
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
Mercado imobiliário expandiu a
passos largos...
Venda de Imóveis Novos - RMSP
(Ac. Em 12 meses)
Estamos em um novo momento no
setor?
O pico de 2007 não foi atingido
desde então:
Esgotou o modelo no Brasil?
É o nosso patamar médio?
Quais os entraves?
65.191
48.248
59.979
41.304
jan/06
abr/06
jul/06
out/06
jan/07
abr/07
jul/07
out/07
jan/08
abr/08
jul/08
out/08
jan/09
abr/09
jul/09
out/09
jan/10
A questão é que as vendas caíram
mais fortemente:
Há fatores positivos no front?
Juros e endividamento altos
Piora no mercado de trabalho
Queda da renda real
Maior incerteza
Queda de 29%
em 12 meses
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
Mercado imobiliário expandiu a
passos largos...
Financiamento Imobiliário SBPE
(Unidades Contratadas - Ac. Em 12 meses)
Estamos em um novo momento no
setor?
Estabilidade ou queda?
Unidades financiadas mostra
estabilidade.
Terceira parada técnica (ciclo) para
um novo avanço ou mudança de
patamar?
276.348
443.612
543.507
jan/06
ago/06
mar/07
out/07
mai/08
dez/08
jul/09
fev/10
set/10
abr/11
nov/11
jun/12
jan/13
ago/13
mar/14
Ciclo I
Ciclo II
29.635
84.343
112.922
jan/06
ago/06
mar/07
out/07
mai/08
dez/08
jul/09
fev/10
set/10
abr/11
nov/11
jun/12
jan/13
ago/13
mar/14
O Governo apostou no consumo como mola propulsora do
crescimento
Cenário Econômico Brasil
Consumo
Mercado imobiliário expandiu a
passos largos...
Financiamento Imobiliário SBPE
(valores - Ac. Em 12 meses – R$ milhões)
Estamos em um novo momento no
setor?
Há espaço?
A correlação entre financiamento e
unidades é alta.
Nos ciclos anteriores os fundamentos
da economia estavam bons.
E agora?
Queda da atividade
Aumento da inadimplência
Juros maiores
Maior exposição de risco dos
bancos
Ciclo I
Ciclo II
Cenário Econômico Brasil
Mais Estado
Despesas primárias do Governo Central
(% do PIB)
Carga Tributária no Brasil
(% do PIB)
32,7
34,0 34,0
34,5 34,5
33,3 33,5
35,3
35,9 36,0
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
16,4
17,5
18,3
18,9
20,1
Média 2000-
2010
2011 2012 2013 2014*Sempre que batemos recorde de
arrecadação, batemos recorde de
gastos.
Assim, fica difícil fazer ajuste fiscal.
E usou o Estado para fazer isso....
Cenário Econômico Brasil
Mais Estado
E usou o Estado para fazer isso....
Participação nas operações de crédito
(% do total de crédito)
62,2
66,0
58,6
46,4
37,8
34,0
40,9
53,6
jan/03
set/03
mai/04
jan/05
set/05
mai/06
jan/07
set/07
mai/08
jan/09
set/09
mai/10
jan/11
set/11
mai/12
jan/13
set/13
mai/14
Bancos Privados
Banco Públicos
0,5
10,7
jan.08 dez.14
Créditos concedidos pelo Tesouro
Nacional para Instituições Financeiras
Oficiais
(% do PIB)
A questão fiscal se
impõe como grande
limitadora da
expansão do crédito
Nunca desperdice
uma “boa” crise
Essa escolha custa caro...
Cenário Econômico Brasil
Mais Estado
E usou o Estado para fazer isso....
Captações do BNDES junto ao Tesouro
(Em R$ bilhões)
23
105
82
50 55
41
60
2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014
R$ 416 bilhões em
7 anos
Empréstimo da Carteira – R$ 520 bi
(% do total - 2014)
Grande 298.668 54,0%
Média 62.670 11,3%
Pequena 53.343 9,6%
Micro 77.332 14,0%
Subtotal 492.013 88,9%
Adm. Pública 19.296 3,5%
Pessoa Física 9.571 1,7%
Produção estagnou em 6 anos...
Produção Industrial
(Nº índice)
0
1
80
85
90
95
100
105
110
jan/05
dez/05
nov/06
out/07
set/08
ago/09
jul/10
jun/11
mai/12
abr/13
mar/14
Produção Industrial
(Nº índice – jan/2008=100)
80
90
100
110
120
130
140
01/01/2008
05/01/2008
09/01/2008
01/01/2009
05/01/2009
09/01/2009
01/01/2010
05/01/2010
09/01/2010
01/01/2011
05/01/2011
09/01/2011
01/01/2012
05/01/2012
09/01/2012
01/01/2013
05/01/2013
09/01/2013
01/01/2014
Australia Canadá
França Alemanha
UK Itália
Japão EUA
Brasil
Estamos tão mal que até os países
desenvolvidos já pagaram a crise...
Cenário Econômico Brasil
Política Industrial
17.4%
15.8%
19.3%
16.9%
12.6%
4ºT95
2ºT97
4ºT98
2ºT00
4ºT01
2ºT03
4ºT04
2ºT06
4ºT07
2ºT09
4ºT10
2ºT12
4ºT13
Pobre indústria...
...e indústria perde participação....
Indústria de Transformação
(Part.% no PIB)
Plano Brasil Maior
Automotivo
Petróleo, Gás e Naval
Bens de capital
TIC e complexo eletroeletrônico
Complexo da saúde
Defesa, automotivo e espacial
Celulose e papel
Energias renováveis
Indústria da mineração
Metalurgia
Higiene pessoal e perfumaria
Indústria química
Construção Civil e + 6...
308 reuniões
de conselho
em 4 anos
1 reunião a
cada 3 dias
úteis
17.4%
15.8%
19.3%
16.9%
12.6%
4ºT95
2ºT97
4ºT98
2ºT00
4ºT01
2ºT03
4ºT04
2ºT06
4ºT07
2ºT09
4ºT10
2ºT12
4ºT13
Pobre indústria...
...e indústria perde participação....
Indústria de Transformação
(Part.% no PIB)
Desde 2011 foram
205
desonerações
fiscais das mais
diversas
REPORTO
PRONON
INOVAR-AUTO
PRONAS/PCD
PADIS e mais um monte de
medida específica.....
17.4%
15.8%
19.3%
16.9%
12.6%
4ºT95
2ºT97
4ºT98
2ºT00
4ºT01
2ºT03
4ºT04
2ºT06
4ºT07
2ºT09
4ºT10
2ºT12
4ºT13
Pobre indústria...
...e indústria perde participação....
Indústria de Transformação
(Part.% no PIB)
3.095
44.939
76.258
109.255 113.616
77.168
2011 2012 2013 2014 2015 2016
Desonerações Fiscais
(Em R$ milhões)
Dadas as dificuldades fiscais do
Gov. Federal, será que teremos
mais incentivos?
2,40
2,11
2,97
3,64
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
17.4%
15.8%
19.3%
16.9%
12.6%
4ºT95
2ºT97
4ºT98
2ºT00
4ºT01
2ºT03
4ºT04
2ºT06
4ºT07
2ºT09
4ºT10
2ºT12
4ºT13
Pobre indústria...
...e indústria perde participação....
Indústria de Transformação
(Part.% no PIB)
Número de Processos Trabalhistas
(Brasil – todos os setores - Em milhões)
E ainda há a insegurança
jurídica.....
Cenário Econômico Brasil
Atividade Econômica
Esgotamento do modelo econômico
Plano Real
Inflação
Superávit
Primário
Câmbio
Flutuante
Deterioração do cenário político.
A principal mudança aqui
foi o aumento da
percepção Ruim/Péssimo
Antecipando problemas
O quadro político atual
pode significar mais
dificuldades econômicas a
frente.
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
Deterioração do cenário político.
Os mais otimistas
Os mais Pessimistas
Otimistas
Idosos e com baixo rendimento tem
relação com INSS.
O aumento da inflação e o menor
reajuste do benefício devem impactar
a popularidade aqui.
Pessimistas
Início da carreira profissional e os
com mais rendimento.
Classe média!! Tem tudo para piorar
com desvalorização do câmbio,
desaceleração da economia e aversão
a corrupção.
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
Deterioração do cenário político.
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
Os mais otimistas
Deterioração do cenário político.
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
Os mais otimistas
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
Governo implementou diversas medidas de
aumento de tributos
Qual a estimativa de arrecadação adicional?
R$ bilhões % do PIB
IPI automóveis 5,00 0,09%
IPI cosméticos 0,40 0,01%
PIS/Cofins Importação 0,70 0,01%
IOF crédito PF 7,40 0,13%
PIS/Cofins e CIDE combustíveis 12,20 0,22%
Total 25,70 0,46%
Metal total - Gov. Federal 55,30 1,00%
% da meta 46%
Impacto das Medidas Fiscais para
2015
Quase a metade do
ajuste proposto é via
aumento de tributos
Riscos: com a
desaceleração da
economia, esse resultado
pode não se materializar.
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
Seguro Desemprego
Atinge trabalhadores demitidos a partir de 28 de
fevereiro com impacto estimado de R$ 9 bilhões.
Mas, para a MP não perder a validade precisa de
aprovação do Congresso Nacional em até 120 dias
a contar de sua entrada (30/dez/2014).
Até o momento mais de 600 emendas já foram
apresentadas, aumentando as chances da MP ou
não ser aprovada ou ser aprovada com muitas
modificações. E isso reduz o potencial de
contribuição no ajuste fiscal.
2014: 8,5 milhões de pessoas solicitaram o
benefício e 351 mil recusados.
2015: devem ser recusados 2,2 milhões.
O que representa o corte de benefícios sociais?
Gastos com Seguro Desemprego
(R$ milhões em 12 meses – IPCA)
15.443
55.339
dez/03
set/04
jun/05
mar/06
dez/06
set/07
jun/08
mar/09
dez/09
set/10
jun/11
mar/12
dez/12
set/13
jun/14
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
Pensão por morte
Tem mesma implicação política do Seguro
Desemprego, ou seja, precisa ser aprovado pelo
Congresso para realmente virar lei.
Deve ter impacto limitado no orçamento.
O que representa o corte de benefícios sociais?
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
Abono Salarial
É de 1 salário mínimo e pago a trabalhadores que
recebem até 2 mínimos e estiveram empregados
por pelo menos 30 dias.
Corrige uma distorção importante, pois recebe
esse abono quem trabalhou 30 dias ou 360.
Agora tem carência mínima de 6 meses.
Mas, tem impacto limitado no orçamento.
O que representa o corte de benefícios sociais?
Auxílio Doença
INSS paga ao trabalhador que ficar + de 15 dias
afastado.
Transfere o custo da sociedade para a empresa.
Possibilidade de uma “Tempestade Perfeita”?
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
O que ainda deve ocorrer nos próximos meses...
O aumento das tarifas de ônibus e energia  vai impactar
diretamente nos custos das famílias de mais baixa renda.
16,7
13,5 13,3
10,5
9,1
8,4
6,9
2,0
0,0 0,0
São
Paulo -
SP
Recife -
PE
Rio de
Janeiro -
RJ
Curitiba -
PR
Fortaleza
- CE
Belo
Horizonte
- MG
Salvador
- BA
Porto
Alegre -
RS
Belém -
PA
Grande
Vitória -
ES
2,0
5,9
7,5
8,2
8,5
10,0
11,7
11,8
15,5
18,0
Fortaleza - CE
Grande Vitória - ES
Rio de Janeiro - RJ
Belo Horizonte - MG
Curitiba - PR
Salvador - BA
Belém - PA
Recife - PE
Porto Alegre - RS
São Paulo - SP
Inflação acumulada no ano
(% - jan e fev 2015)
Ônibus Urbano
Energia Elétrica
Possibilidade de uma “Tempestade Perfeita”?
Cenário Econômico Brasil
CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
O que ainda deve ocorrer nos próximos meses...
O aumento das tarifas de ônibus e energia  vai impactar
diretamente nos custos das famílias de mais baixa renda.
O impacto dos juros maiores e da majoração das alíquotas sobre o
crédito  aumenta as dificuldades do comércio e, principalmente, da
venda de bens de consumo duráveis
Aumento da taxa de desemprego  o mercado de trabalho demora
para dar resposta ao ciclo econômico.
Mais escândalos por vir.
Manifestações de rua.
No ambiente internacional:
Aumento dos juros nos EUA em setembro.
Possível piora na relação política da Grécia com o Euro.
Impacta o câmbio
e expectativas
Realimenta
a inflação
A piora na confiança...
Confiança dos consumidores
(Nº índice)
170
132
113
jan/10
mai/10
set/10
jan/11
mai/11
set/11
jan/12
mai/12
set/12
jan/13
mai/13
set/13
jan/14
mai/14
set/14
Confiança do Empresário Industrial
(Nº índice)
47,4
68,5
53,8
45,8
2008-I
2008-III
2009-I
2009-III
2010-I
2010-III
2011-I
2011-III
2012-I
2012-III
2013-I
2013-III
2014-I
2014-III
Consumidores desconfiados
Desde o ano passado que a
confiança cai. É o pior nível dos
últimos 14 anos.
Empresários também
Mesmo cenário aconteceu com o
industrial. É o menor nível de
confiança desde 1999.
Mudança de
comportamento
Cenário Econômico Brasil
CRÉDITO E INCERTEZAS
Setor Plástico
Indicadores de atividade
Perspectivas 2015
Cenário Econômico Brasil
PIB
Contas públicas e eleições
Crédito e Incertezas
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
Participação no PIB da Indústria
(% do VTI)
Brasil
Rio Grande do Sul
Plástico tem mais peso que borracha no
Brasil
Participação no PIB é 2x maior no Brasil
Manteve-se estável nos últimos 5 anos
Movimento inverso no RS
Cai a participação do setor de Borracha
Aumenta a importância do Plástico
Borracha: mais importante para o RS que para
o BR
Plástico: peso igual nas duas indústrias (BR e
RS)
2007 2012 Part.%
Borracha 1,2% 1,0% 29%
Plástico 2,3% 2,4% 71%
Subtotal 3,5% 3,4% 100%
2007 2012 Part.%
Borracha 2,1% 1,5% 38%
Plástico 2,2% 2,4% 62%
Subtotal 4,3% 3,9% 100%
100
72
92
Dec-03
Aug-04
Apr-05
Dec-05
Aug-06
Apr-07
Dec-07
Aug-08
Apr-09
Dec-09
Aug-10
Apr-11
Dec-11
Aug-12
Apr-13
Dec-13
Aug-14
Produção em queda.....
Produtos de Material Plástico
(Nº índice – Junho/2008=100)
Setor estagnado...
Desde a crise de 2008 que o setor não
consegue avançar a produção.
Passados 6 anos, atualmente o setor
produz menos que produzia em 2008.
E ainda há indícios de mudança de
patamar para “menos” nesse nível de
produção.
Nota: Envolve embalagem e tubos e acessórios. Ajustado sazonalmente X-12
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
Produção em queda.....
Produtos de Material Plástico
(Var.% em 12 meses)
Setor estagnado...
Desde a crise de 2008 que o setor não
consegue avançar a produção.
Passados 6 anos, atualmente o setor
produz menos que produzia em 2008.
E ainda há indícios de mudança de
patamar para “menos” nesse nível de
produção.
Nota: Envolve embalagem e tubos e acessórios. Ajustado sazonalmente X-12
-9.6%
-12.8%
13.7%
-2.4%
-3.9%
Dec-03
Aug-04
Apr-05
Dec-05
Aug-06
Apr-07
Dec-07
Aug-08
Apr-09
Dec-09
Aug-10
Apr-11
Dec-11
Aug-12
Apr-13
Dec-13
Aug-14
Mais uma crise?
O resultado atual mostra sinais de
esgotamento.
Mesmo assim, a média de crescimento
do setor entre 2003 e 2014 é de apenas
0,7% ao ano.
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
Produção em queda.....
Fabricação de Embalagens
(Nº índice – junho/2008=100)
Nota: Ajustado sazonalmente X-12
100
89
113
94
Dec-03
Aug-04
Apr-05
Dec-05
Aug-06
Apr-07
Dec-07
Aug-08
Apr-09
Dec-09
Aug-10
Apr-11
Dec-11
Aug-12
Apr-13
Dec-13
Aug-14
Problema na produção de embalagens
Esse segmento da indústria apresenta os
piores resultados dentro do setor plástico.
Envolve: caixa, sacos, garrafas, frascos e
etc.).
Atualmente está produzindo abaixo do que
produzia em 2008.
Média de crescimento negativa entre 2003-
2014: -0,8% ao ano.
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
Produção em queda.....
Fabricação de Embalagens
(Var.% em 12 meses)
Nota: Ajustado sazonalmente X-12
Problema na produção de embalagens
Esse segmento da indústria apresenta os
piores resultados dentro do setor plástico.
Envolve: caixa, sacos, garrafas, frascos e
etc.).
Atualmente está produzindo abaixo do que
produzia em 2008.
Média de crescimento negativa entre 2003-
2014: -0,8% ao ano.
Crise?
Desde 2010 que o segmento experimenta
um ciclo recessivo.
Desaceleração atual ainda não dá sinais
de esgotamento
E pode ser mais intensa do que a
verificada em 2008.
-11.6%
-5.0%
10.0%
-3.8% -4.1%
Dec-03
Aug-04
Apr-05
Dec-05
Aug-06
Apr-07
Dec-07
Aug-08
Apr-09
Dec-09
Aug-10
Apr-11
Dec-11
Aug-12
Apr-13
Dec-13
Aug-14
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
Produção em queda.....
Fabricação de Tubos e
Acessórios para Construção Civil
(Nº índice – junho/2008=100)
Nota: Ajustado sazonalmente X-12
Por outro lado....
Esse segmento envolve a produção de
manilhas, tubos e conexões de material
plástico para construção civil.
Se beneficiou do boom do setor nos
últimos anos.
Mas já mostra sinais de estabilidade
desde 2011.
51
100
79
88
113
Dec-03
Aug-04
Apr-05
Dec-05
Aug-06
Apr-07
Dec-07
Aug-08
Apr-09
Dec-09
Aug-10
Apr-11
Dec-11
Aug-12
Apr-13
Dec-13
Aug-14
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
Produção em queda.....
Fabricação de Tubos e
Acessórios para Construção Civil
(Var.% em 12 meses)
Nota: Ajustado sazonalmente X-12
Por outro lado....
Esse segmento envolve a produção de
manilhas, tubos e conexões de material
plástico para construção civil.
Se beneficiou do boom do setor nos
últimos anos.
Mas já mostra sinais de estabilidade
desde 2011.
É o segmento com a melhor taxa de
crescimento média no setor: entre 2003 e
2014  2,5% ao ano.
Mas, isso foi no passado. Desde 2011
que o crescimento é mais baixo.
Média 2003-2010: 3,3% a.a.
Média 2011-2014: 0,9% a.a.-14.1%
25.3%
-7.6%
17.4%
5.6%
-2.8%
Dec-03
Aug-04
Apr-05
Dec-05
Aug-06
Apr-07
Dec-07
Aug-08
Apr-09
Dec-09
Aug-10
Apr-11
Dec-11
Aug-12
Apr-13
Dec-13
Aug-14
Desaceleração recente na construção
civil pode impactar mais ainda o segmento
nos próximos anos.
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
Borracha e Plástico
11%
-14%
16%
-7%
Dec-04
Jul-05
Feb-06
Sep-06
Apr-07
Nov-07
Jun-08
Jan-09
Aug-09
Mar-10
Oct-10
May-11
Dec-11
Jul-12
Feb-13
Sep-13
Apr-14
Nov-14
Faturamento Real
(Var.% em 12 meses)
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
Horas Trabalhadas
(Var.% em 12 meses)
6%
-8%
14%
-5%
Dec-04
Sep-05
Jun-06
Mar-07
Dec-07
Sep-08
Jun-09
Mar-10
Dec-10
Sep-11
Jun-12
Mar-13
Dec-13
Sep-14
Borracha e Plástico
Emprego
(Var.% em 12 meses)
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
5.2%
-4.8%
9.4%
0.3%
Dec-04
Jul-05
Feb-06
Sep-06
Apr-07
Nov-07
Jun-08
Jan-09
Aug-09
Mar-10
Oct-10
May-11
Dec-11
Jul-12
Feb-13
Sep-13
Apr-14
Nov-14
Atividade econômica em queda
Produção estagnada
Faturamento, horas trabalhadas e
emprego em queda.
E não há sinais de retomada no médio
prazo.
Setor Químico
Indicadores de Atividade
Situação Atual
(Número índice)
Empresários estão com baixa confiança
(Material Plástico)
Expectativa
(Número índice)
Confiança
(Número índice)
63.1
50.1
32.2
Jan10
Abr
Jul
Out
Jan11
Abr
Jul
Out
Jan12
Abr
Jul
Out
Jan13
Abr
Jul
Out
Jan14
Abr
Jul
Out
Jan15
71.2
63.1
43.6
Jan10
Abr
Jul
Out
Jan11
Abr
Jul
Out
Jan12
Abr
Jul
Out
Jan13
Abr
Jul
Out
Jan14
Abr
Jul
Out
Jan15
68.5
58.8
39.8
Jan10
Abr
Jul
Out
Jan11
Abr
Jul
Out
Jan12
Abr
Jul
Out
Jan13
Abr
Jul
Out
Jan14
Abr
Jul
Out
Jan15
Mesmo cenário que a
indústria total:
Situação atual: 32,7
Expectativa: 43,7
Confiança: 40
Setor Plástico
Indicadores de Atividade
Setor Externo – Setor Plástico
US$ Milhões
Preço Médio
Brasil é importador
Nosso saldo comercial no setor plástico é
negativo há tempos.
Preços
Até o momento o preço dos importados tem
caído.
Mas, com a desvalorização cambial recente é
de se esperar que ocorra um aumento nos
próximos meses.
2013 2014
Exportação 1,394 1,346
Importação 3,843 3,886
Saldo (2,449) (2,540)
2013 2014 Var.%
Exportação 5,665 5,705 0.7%
Importação 5,251 5,055 -3.7%
Perspectivas 2015
Um ano de incertezas
Política:
Cenário Impeachment é difícil. Tem que piorar
muito para chegarmos lá. E seria somente em 2016
Maior problema: os projetos de reforma param e não
há ambiente para criar agenda positiva  afeta
investimentos
Sim, há todos os elementos para jogar mais água na
economia.
Econômica:
Inflação, juros e câmbio são as variáveis que ainda
inspiram cuidados.
Enquanto o salário real permanecer elevado, a inflação não
irá ceder.
Reajuste do Salário Mínimo em 2015 ainda gera pressões,
tanto na inflação quanto nas contas públicas (INSS) – déficit de
2014 chegou a quase R$ 80 bilhões.
Um ano de incertezas
Deterioração do mercado de trabalho é dada como
certa.
Taxa de desemprego:
dezembro 2014: 4,3% 6,5%
janeiro 2015 : 5,3% 6,8%
PME PNAD
Perspectivas 2015
Um ano de incertezas
Expectativa do PIB para 2015
(var.% no ano)
ServiçosIndústria Total
2,00
-0,62
-1,00
-0,50
0,00
0,50
1,00
1,50
2,00
2,50
26/02/2014
25/03/2014
17/04/2014
15/05/2014
09/06/2014
03/07/2014
28/07/2014
20/08/2014
12/09/2014
07/10/2014
30/10/2014
24/11/2014
17/12/2014
13/01/2015
05/02/2015
2,00
0,30
0,00
0,50
1,00
1,50
2,00
2,50
26/02/2014
24/03/2014
15/04/2014
12/05/2014
03/06/2014
26/06/2014
18/07/2014
11/08/2014
02/09/2014
24/09/2014
16/10/2014
07/11/2014
01/12/2014
23/12/2014
16/01/2015
09/02/2015
2,00
-0,50
-1,00
-0,50
0,00
0,50
1,00
1,50
2,00
2,50
26/02/2014
25/03/2014
17/04/2014
15/05/2014
09/06/2014
03/07/2014
28/07/2014
20/08/2014
12/09/2014
07/10/2014
30/10/2014
24/11/2014
17/12/2014
13/01/2015
05/02/2015
Perspectivas 2015
Ano difícil no setor...
Produção
Desaceleração deve continuar, em especial no
segmento voltado para a construção civil
Faturamento
Perspectiva de queda no ano
Confiança
Indicadores sinalizam que setor está pessimista
com presente e futuro.
Ociosidade no setor deve aumentar.
Perspectivas 2015
Vem pra rua Levy
Perspectivas 2015
Contatos:
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www.igoracmorais.com.br

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  • 1. Porto Alegre 25/11/2014 O Brasil em 2015 Sinplast Porto Alegre, 18 março 2015
  • 2. Setor Plástico Indicadores de atividade Perspectivas 2015 Cenário Econômico Brasil Modelo Esgotado Consumo Mais Estado Política Industrial
  • 3. O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo 65,1% 58,9% 63,2% 1ºT97 3ºT98 1ºT00 3ºT01 1ºT03 3ºT04 1ºT06 3ºT07 1ºT09 3ºT10 1ºT12 3ºT13 Consumo Famílias/PIB (Ac. Em 12 meses - % do PIB) Consumo Governo/PIB (Ac. Em 12 meses - % do PIB) 20,2% 20,6% 18,9% 22,2% 1ºT97 3ºT98 1ºT00 3ºT01 1ºT03 3ºT04 1ºT06 3ºT07 1ºT09 3ºT10 1ºT12 3ºT13 Mudança de comportamento A crise foi uma oportunidade para o Governo emplacar uma série de medidas de estímulo ao consumo. Visão clara do que acreditam Isso foi mais pronunciado com os gastos públicos. Política keynesiana na veia!!!
  • 4. O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo 65,1% 58,9% 63,2% 1ºT97 3ºT98 1ºT00 3ºT01 1ºT03 3ºT04 1ºT06 3ºT07 1ºT09 3ºT10 1ºT12 3ºT13 Consumo Famílias/PIB (Ac. Em 12 meses - % do PIB) Consumo Governo/PIB (Ac. Em 12 meses - % do PIB) 20,2% 20,6% 18,9% 22,2% 1ºT97 3ºT98 1ºT00 3ºT01 1ºT03 3ºT04 1ºT06 3ºT07 1ºT09 3ºT10 1ºT12 3ºT13 Investimento/PIB (em % - 12 meses) 18,3% 15,3% 19,5% 17,3% 4ºT95 2ºT97 4ºT98 2ºT00 4ºT01 2ºT03 4ºT04 2ºT06 4ºT07 2ºT09 4ºT10 2ºT12 4ºT13
  • 5. O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo Nunca se vendeu tanto automóveis no Brasil.... Venda de Automóveis (Ac. Em 12 meses – milhões de unidades) Estamos diante de um novo ciclo de estagnação? 1,62 0,95 1,08 2,96 2,45 dez/90 jun/92 dez/93 jun/95 dez/96 jun/98 dez/99 jun/01 dez/02 jun/04 dez/05 jun/07 dez/08 jun/10 dez/11 jun/13 dez/14 I II I – 1996 a 1999 Queda de 41% Estagnou por 3 anos II – maio de 2013 até quando? Atualmente está em 17% Qual a magnitude da queda? Var.% Vendas (milhões) 20% 2,37 25% 2,22 30% 2,07 40% 1,78 45% 1,63
  • 6. O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo Consumidores se “fartaram” de crédito... 0,8 1,2 1,4 1,6 1,6 1,6 mar/07 set/07 mar/08 set/08 mar/09 set/09 mar/10 set/10 mar/11 set/11 mar/12 set/12 mar/13 set/13 mar/14 set/14 Saldo de créditos livres (R$ trilhões a preços constantes) ... Resultando em um elevado nível de endividamento.... Endividamento das Famílias (% médio em relação a renda – 12 meses) 20,2 23,5 27,1 31,5 33,8 37,6 40,9 43,1 44,8 45,9 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014*
  • 7. O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo Nunca o comércio vendeu tanto... Vendas do Comércio Varejista (Var.% em 12 meses) 5,0% 10,9% 8,6% 1,8% dez/04 ago/05 abr/06 dez/06 ago/07 abr/08 dez/08 ago/09 abr/10 dez/10 ago/11 abr/12 dez/12 ago/13 abr/14 dez/14 Mas dá sinais de esgotamento: É o menor resultado dos últimos 12 anos: Volta a realidade? Perspectiva de aquecimento à frente?
  • 8. O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo ... Todas as atividades desaceleram... Combustíveis e Lubrificantes (Var.% em 12 meses) 64,3% 10,6% 27,0% 0,0% dez/04 ago/05 abr/06 dez/06 ago/07 abr/08 dez/08 ago/09 abr/10 dez/10 ago/11 abr/12 dez/12 ago/13 abr/14 dez/14 9,9% 18,5% -0,1% dez/04 ago/05 abr/06 dez/06 ago/07 abr/08 dez/08 ago/09 abr/10 dez/10 ago/11 abr/12 dez/12 ago/13 abr/14 dez/14 -9,0% 9,4% 7,7% 2,1% dez/04 ago/05 abr/06 dez/06 ago/07 abr/08 dez/08 ago/09 abr/10 dez/10 ago/11 abr/12 dez/12 ago/13 abr/14 dez/14 Móveis e Eletrodomésticos (Var.% em 12 meses) Equip. Inform. Escritório (Var.% em 12 meses)
  • 9. O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo Mercado imobiliário expandiu a passos largos... Lançamentos Residenciais - RMSP (Ac. Em 12 meses) 81.967 42.997 71.674 50.951 jan/05 set/05 mai/06 jan/07 set/07 mai/08 jan/09 set/09 mai/10 jan/11 set/11 mai/12 jan/13 set/13 mai/14 Estamos em um novo momento no setor? O pico de 2007 não foi atingido desde então: Esgotou o modelo no Brasil? É o nosso patamar médio? Quais os entraves? Queda de 12% em 12 meses
  • 10. O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo Mercado imobiliário expandiu a passos largos... Venda de Imóveis Novos - RMSP (Ac. Em 12 meses) Estamos em um novo momento no setor? O pico de 2007 não foi atingido desde então: Esgotou o modelo no Brasil? É o nosso patamar médio? Quais os entraves? 65.191 48.248 59.979 41.304 jan/06 abr/06 jul/06 out/06 jan/07 abr/07 jul/07 out/07 jan/08 abr/08 jul/08 out/08 jan/09 abr/09 jul/09 out/09 jan/10 A questão é que as vendas caíram mais fortemente: Há fatores positivos no front? Juros e endividamento altos Piora no mercado de trabalho Queda da renda real Maior incerteza Queda de 29% em 12 meses
  • 11. O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo Mercado imobiliário expandiu a passos largos... Financiamento Imobiliário SBPE (Unidades Contratadas - Ac. Em 12 meses) Estamos em um novo momento no setor? Estabilidade ou queda? Unidades financiadas mostra estabilidade. Terceira parada técnica (ciclo) para um novo avanço ou mudança de patamar? 276.348 443.612 543.507 jan/06 ago/06 mar/07 out/07 mai/08 dez/08 jul/09 fev/10 set/10 abr/11 nov/11 jun/12 jan/13 ago/13 mar/14 Ciclo I Ciclo II
  • 12. 29.635 84.343 112.922 jan/06 ago/06 mar/07 out/07 mai/08 dez/08 jul/09 fev/10 set/10 abr/11 nov/11 jun/12 jan/13 ago/13 mar/14 O Governo apostou no consumo como mola propulsora do crescimento Cenário Econômico Brasil Consumo Mercado imobiliário expandiu a passos largos... Financiamento Imobiliário SBPE (valores - Ac. Em 12 meses – R$ milhões) Estamos em um novo momento no setor? Há espaço? A correlação entre financiamento e unidades é alta. Nos ciclos anteriores os fundamentos da economia estavam bons. E agora? Queda da atividade Aumento da inadimplência Juros maiores Maior exposição de risco dos bancos Ciclo I Ciclo II
  • 13. Cenário Econômico Brasil Mais Estado Despesas primárias do Governo Central (% do PIB) Carga Tributária no Brasil (% do PIB) 32,7 34,0 34,0 34,5 34,5 33,3 33,5 35,3 35,9 36,0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 16,4 17,5 18,3 18,9 20,1 Média 2000- 2010 2011 2012 2013 2014*Sempre que batemos recorde de arrecadação, batemos recorde de gastos. Assim, fica difícil fazer ajuste fiscal. E usou o Estado para fazer isso....
  • 14. Cenário Econômico Brasil Mais Estado E usou o Estado para fazer isso.... Participação nas operações de crédito (% do total de crédito) 62,2 66,0 58,6 46,4 37,8 34,0 40,9 53,6 jan/03 set/03 mai/04 jan/05 set/05 mai/06 jan/07 set/07 mai/08 jan/09 set/09 mai/10 jan/11 set/11 mai/12 jan/13 set/13 mai/14 Bancos Privados Banco Públicos 0,5 10,7 jan.08 dez.14 Créditos concedidos pelo Tesouro Nacional para Instituições Financeiras Oficiais (% do PIB) A questão fiscal se impõe como grande limitadora da expansão do crédito Nunca desperdice uma “boa” crise Essa escolha custa caro...
  • 15. Cenário Econômico Brasil Mais Estado E usou o Estado para fazer isso.... Captações do BNDES junto ao Tesouro (Em R$ bilhões) 23 105 82 50 55 41 60 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 R$ 416 bilhões em 7 anos Empréstimo da Carteira – R$ 520 bi (% do total - 2014) Grande 298.668 54,0% Média 62.670 11,3% Pequena 53.343 9,6% Micro 77.332 14,0% Subtotal 492.013 88,9% Adm. Pública 19.296 3,5% Pessoa Física 9.571 1,7%
  • 16. Produção estagnou em 6 anos... Produção Industrial (Nº índice) 0 1 80 85 90 95 100 105 110 jan/05 dez/05 nov/06 out/07 set/08 ago/09 jul/10 jun/11 mai/12 abr/13 mar/14 Produção Industrial (Nº índice – jan/2008=100) 80 90 100 110 120 130 140 01/01/2008 05/01/2008 09/01/2008 01/01/2009 05/01/2009 09/01/2009 01/01/2010 05/01/2010 09/01/2010 01/01/2011 05/01/2011 09/01/2011 01/01/2012 05/01/2012 09/01/2012 01/01/2013 05/01/2013 09/01/2013 01/01/2014 Australia Canadá França Alemanha UK Itália Japão EUA Brasil Estamos tão mal que até os países desenvolvidos já pagaram a crise... Cenário Econômico Brasil Política Industrial
  • 17. 17.4% 15.8% 19.3% 16.9% 12.6% 4ºT95 2ºT97 4ºT98 2ºT00 4ºT01 2ºT03 4ºT04 2ºT06 4ºT07 2ºT09 4ºT10 2ºT12 4ºT13 Pobre indústria... ...e indústria perde participação.... Indústria de Transformação (Part.% no PIB) Plano Brasil Maior Automotivo Petróleo, Gás e Naval Bens de capital TIC e complexo eletroeletrônico Complexo da saúde Defesa, automotivo e espacial Celulose e papel Energias renováveis Indústria da mineração Metalurgia Higiene pessoal e perfumaria Indústria química Construção Civil e + 6... 308 reuniões de conselho em 4 anos 1 reunião a cada 3 dias úteis
  • 18. 17.4% 15.8% 19.3% 16.9% 12.6% 4ºT95 2ºT97 4ºT98 2ºT00 4ºT01 2ºT03 4ºT04 2ºT06 4ºT07 2ºT09 4ºT10 2ºT12 4ºT13 Pobre indústria... ...e indústria perde participação.... Indústria de Transformação (Part.% no PIB) Desde 2011 foram 205 desonerações fiscais das mais diversas REPORTO PRONON INOVAR-AUTO PRONAS/PCD PADIS e mais um monte de medida específica.....
  • 19. 17.4% 15.8% 19.3% 16.9% 12.6% 4ºT95 2ºT97 4ºT98 2ºT00 4ºT01 2ºT03 4ºT04 2ºT06 4ºT07 2ºT09 4ºT10 2ºT12 4ºT13 Pobre indústria... ...e indústria perde participação.... Indústria de Transformação (Part.% no PIB) 3.095 44.939 76.258 109.255 113.616 77.168 2011 2012 2013 2014 2015 2016 Desonerações Fiscais (Em R$ milhões) Dadas as dificuldades fiscais do Gov. Federal, será que teremos mais incentivos?
  • 20. 2,40 2,11 2,97 3,64 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 17.4% 15.8% 19.3% 16.9% 12.6% 4ºT95 2ºT97 4ºT98 2ºT00 4ºT01 2ºT03 4ºT04 2ºT06 4ºT07 2ºT09 4ºT10 2ºT12 4ºT13 Pobre indústria... ...e indústria perde participação.... Indústria de Transformação (Part.% no PIB) Número de Processos Trabalhistas (Brasil – todos os setores - Em milhões) E ainda há a insegurança jurídica.....
  • 21. Cenário Econômico Brasil Atividade Econômica Esgotamento do modelo econômico Plano Real Inflação Superávit Primário Câmbio Flutuante
  • 22. Deterioração do cenário político. A principal mudança aqui foi o aumento da percepção Ruim/Péssimo Antecipando problemas O quadro político atual pode significar mais dificuldades econômicas a frente. Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
  • 23. Deterioração do cenário político. Os mais otimistas Os mais Pessimistas Otimistas Idosos e com baixo rendimento tem relação com INSS. O aumento da inflação e o menor reajuste do benefício devem impactar a popularidade aqui. Pessimistas Início da carreira profissional e os com mais rendimento. Classe média!! Tem tudo para piorar com desvalorização do câmbio, desaceleração da economia e aversão a corrupção. Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES
  • 24. Deterioração do cenário político. Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES Os mais otimistas
  • 25. Deterioração do cenário político. Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES Os mais otimistas
  • 26. Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES Governo implementou diversas medidas de aumento de tributos Qual a estimativa de arrecadação adicional? R$ bilhões % do PIB IPI automóveis 5,00 0,09% IPI cosméticos 0,40 0,01% PIS/Cofins Importação 0,70 0,01% IOF crédito PF 7,40 0,13% PIS/Cofins e CIDE combustíveis 12,20 0,22% Total 25,70 0,46% Metal total - Gov. Federal 55,30 1,00% % da meta 46% Impacto das Medidas Fiscais para 2015 Quase a metade do ajuste proposto é via aumento de tributos Riscos: com a desaceleração da economia, esse resultado pode não se materializar.
  • 27. Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES Seguro Desemprego Atinge trabalhadores demitidos a partir de 28 de fevereiro com impacto estimado de R$ 9 bilhões. Mas, para a MP não perder a validade precisa de aprovação do Congresso Nacional em até 120 dias a contar de sua entrada (30/dez/2014). Até o momento mais de 600 emendas já foram apresentadas, aumentando as chances da MP ou não ser aprovada ou ser aprovada com muitas modificações. E isso reduz o potencial de contribuição no ajuste fiscal. 2014: 8,5 milhões de pessoas solicitaram o benefício e 351 mil recusados. 2015: devem ser recusados 2,2 milhões. O que representa o corte de benefícios sociais? Gastos com Seguro Desemprego (R$ milhões em 12 meses – IPCA) 15.443 55.339 dez/03 set/04 jun/05 mar/06 dez/06 set/07 jun/08 mar/09 dez/09 set/10 jun/11 mar/12 dez/12 set/13 jun/14
  • 28. Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES Pensão por morte Tem mesma implicação política do Seguro Desemprego, ou seja, precisa ser aprovado pelo Congresso para realmente virar lei. Deve ter impacto limitado no orçamento. O que representa o corte de benefícios sociais?
  • 29. Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES Abono Salarial É de 1 salário mínimo e pago a trabalhadores que recebem até 2 mínimos e estiveram empregados por pelo menos 30 dias. Corrige uma distorção importante, pois recebe esse abono quem trabalhou 30 dias ou 360. Agora tem carência mínima de 6 meses. Mas, tem impacto limitado no orçamento. O que representa o corte de benefícios sociais? Auxílio Doença INSS paga ao trabalhador que ficar + de 15 dias afastado. Transfere o custo da sociedade para a empresa.
  • 30. Possibilidade de uma “Tempestade Perfeita”? Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES O que ainda deve ocorrer nos próximos meses... O aumento das tarifas de ônibus e energia  vai impactar diretamente nos custos das famílias de mais baixa renda. 16,7 13,5 13,3 10,5 9,1 8,4 6,9 2,0 0,0 0,0 São Paulo - SP Recife - PE Rio de Janeiro - RJ Curitiba - PR Fortaleza - CE Belo Horizonte - MG Salvador - BA Porto Alegre - RS Belém - PA Grande Vitória - ES 2,0 5,9 7,5 8,2 8,5 10,0 11,7 11,8 15,5 18,0 Fortaleza - CE Grande Vitória - ES Rio de Janeiro - RJ Belo Horizonte - MG Curitiba - PR Salvador - BA Belém - PA Recife - PE Porto Alegre - RS São Paulo - SP Inflação acumulada no ano (% - jan e fev 2015) Ônibus Urbano Energia Elétrica
  • 31. Possibilidade de uma “Tempestade Perfeita”? Cenário Econômico Brasil CONTAS PÚBLICAS E ELEIÇÕES O que ainda deve ocorrer nos próximos meses... O aumento das tarifas de ônibus e energia  vai impactar diretamente nos custos das famílias de mais baixa renda. O impacto dos juros maiores e da majoração das alíquotas sobre o crédito  aumenta as dificuldades do comércio e, principalmente, da venda de bens de consumo duráveis Aumento da taxa de desemprego  o mercado de trabalho demora para dar resposta ao ciclo econômico. Mais escândalos por vir. Manifestações de rua. No ambiente internacional: Aumento dos juros nos EUA em setembro. Possível piora na relação política da Grécia com o Euro. Impacta o câmbio e expectativas Realimenta a inflação
  • 32. A piora na confiança... Confiança dos consumidores (Nº índice) 170 132 113 jan/10 mai/10 set/10 jan/11 mai/11 set/11 jan/12 mai/12 set/12 jan/13 mai/13 set/13 jan/14 mai/14 set/14 Confiança do Empresário Industrial (Nº índice) 47,4 68,5 53,8 45,8 2008-I 2008-III 2009-I 2009-III 2010-I 2010-III 2011-I 2011-III 2012-I 2012-III 2013-I 2013-III 2014-I 2014-III Consumidores desconfiados Desde o ano passado que a confiança cai. É o pior nível dos últimos 14 anos. Empresários também Mesmo cenário aconteceu com o industrial. É o menor nível de confiança desde 1999. Mudança de comportamento Cenário Econômico Brasil CRÉDITO E INCERTEZAS
  • 33. Setor Plástico Indicadores de atividade Perspectivas 2015 Cenário Econômico Brasil PIB Contas públicas e eleições Crédito e Incertezas
  • 34. Setor Plástico Indicadores de Atividade Participação no PIB da Indústria (% do VTI) Brasil Rio Grande do Sul Plástico tem mais peso que borracha no Brasil Participação no PIB é 2x maior no Brasil Manteve-se estável nos últimos 5 anos Movimento inverso no RS Cai a participação do setor de Borracha Aumenta a importância do Plástico Borracha: mais importante para o RS que para o BR Plástico: peso igual nas duas indústrias (BR e RS) 2007 2012 Part.% Borracha 1,2% 1,0% 29% Plástico 2,3% 2,4% 71% Subtotal 3,5% 3,4% 100% 2007 2012 Part.% Borracha 2,1% 1,5% 38% Plástico 2,2% 2,4% 62% Subtotal 4,3% 3,9% 100%
  • 35. 100 72 92 Dec-03 Aug-04 Apr-05 Dec-05 Aug-06 Apr-07 Dec-07 Aug-08 Apr-09 Dec-09 Aug-10 Apr-11 Dec-11 Aug-12 Apr-13 Dec-13 Aug-14 Produção em queda..... Produtos de Material Plástico (Nº índice – Junho/2008=100) Setor estagnado... Desde a crise de 2008 que o setor não consegue avançar a produção. Passados 6 anos, atualmente o setor produz menos que produzia em 2008. E ainda há indícios de mudança de patamar para “menos” nesse nível de produção. Nota: Envolve embalagem e tubos e acessórios. Ajustado sazonalmente X-12 Setor Plástico Indicadores de Atividade
  • 36. Produção em queda..... Produtos de Material Plástico (Var.% em 12 meses) Setor estagnado... Desde a crise de 2008 que o setor não consegue avançar a produção. Passados 6 anos, atualmente o setor produz menos que produzia em 2008. E ainda há indícios de mudança de patamar para “menos” nesse nível de produção. Nota: Envolve embalagem e tubos e acessórios. Ajustado sazonalmente X-12 -9.6% -12.8% 13.7% -2.4% -3.9% Dec-03 Aug-04 Apr-05 Dec-05 Aug-06 Apr-07 Dec-07 Aug-08 Apr-09 Dec-09 Aug-10 Apr-11 Dec-11 Aug-12 Apr-13 Dec-13 Aug-14 Mais uma crise? O resultado atual mostra sinais de esgotamento. Mesmo assim, a média de crescimento do setor entre 2003 e 2014 é de apenas 0,7% ao ano. Setor Plástico Indicadores de Atividade
  • 37. Produção em queda..... Fabricação de Embalagens (Nº índice – junho/2008=100) Nota: Ajustado sazonalmente X-12 100 89 113 94 Dec-03 Aug-04 Apr-05 Dec-05 Aug-06 Apr-07 Dec-07 Aug-08 Apr-09 Dec-09 Aug-10 Apr-11 Dec-11 Aug-12 Apr-13 Dec-13 Aug-14 Problema na produção de embalagens Esse segmento da indústria apresenta os piores resultados dentro do setor plástico. Envolve: caixa, sacos, garrafas, frascos e etc.). Atualmente está produzindo abaixo do que produzia em 2008. Média de crescimento negativa entre 2003- 2014: -0,8% ao ano. Setor Plástico Indicadores de Atividade
  • 38. Produção em queda..... Fabricação de Embalagens (Var.% em 12 meses) Nota: Ajustado sazonalmente X-12 Problema na produção de embalagens Esse segmento da indústria apresenta os piores resultados dentro do setor plástico. Envolve: caixa, sacos, garrafas, frascos e etc.). Atualmente está produzindo abaixo do que produzia em 2008. Média de crescimento negativa entre 2003- 2014: -0,8% ao ano. Crise? Desde 2010 que o segmento experimenta um ciclo recessivo. Desaceleração atual ainda não dá sinais de esgotamento E pode ser mais intensa do que a verificada em 2008. -11.6% -5.0% 10.0% -3.8% -4.1% Dec-03 Aug-04 Apr-05 Dec-05 Aug-06 Apr-07 Dec-07 Aug-08 Apr-09 Dec-09 Aug-10 Apr-11 Dec-11 Aug-12 Apr-13 Dec-13 Aug-14 Setor Plástico Indicadores de Atividade
  • 39. Produção em queda..... Fabricação de Tubos e Acessórios para Construção Civil (Nº índice – junho/2008=100) Nota: Ajustado sazonalmente X-12 Por outro lado.... Esse segmento envolve a produção de manilhas, tubos e conexões de material plástico para construção civil. Se beneficiou do boom do setor nos últimos anos. Mas já mostra sinais de estabilidade desde 2011. 51 100 79 88 113 Dec-03 Aug-04 Apr-05 Dec-05 Aug-06 Apr-07 Dec-07 Aug-08 Apr-09 Dec-09 Aug-10 Apr-11 Dec-11 Aug-12 Apr-13 Dec-13 Aug-14 Setor Plástico Indicadores de Atividade
  • 40. Produção em queda..... Fabricação de Tubos e Acessórios para Construção Civil (Var.% em 12 meses) Nota: Ajustado sazonalmente X-12 Por outro lado.... Esse segmento envolve a produção de manilhas, tubos e conexões de material plástico para construção civil. Se beneficiou do boom do setor nos últimos anos. Mas já mostra sinais de estabilidade desde 2011. É o segmento com a melhor taxa de crescimento média no setor: entre 2003 e 2014  2,5% ao ano. Mas, isso foi no passado. Desde 2011 que o crescimento é mais baixo. Média 2003-2010: 3,3% a.a. Média 2011-2014: 0,9% a.a.-14.1% 25.3% -7.6% 17.4% 5.6% -2.8% Dec-03 Aug-04 Apr-05 Dec-05 Aug-06 Apr-07 Dec-07 Aug-08 Apr-09 Dec-09 Aug-10 Apr-11 Dec-11 Aug-12 Apr-13 Dec-13 Aug-14 Desaceleração recente na construção civil pode impactar mais ainda o segmento nos próximos anos. Setor Plástico Indicadores de Atividade
  • 41. Borracha e Plástico 11% -14% 16% -7% Dec-04 Jul-05 Feb-06 Sep-06 Apr-07 Nov-07 Jun-08 Jan-09 Aug-09 Mar-10 Oct-10 May-11 Dec-11 Jul-12 Feb-13 Sep-13 Apr-14 Nov-14 Faturamento Real (Var.% em 12 meses) Setor Plástico Indicadores de Atividade Horas Trabalhadas (Var.% em 12 meses) 6% -8% 14% -5% Dec-04 Sep-05 Jun-06 Mar-07 Dec-07 Sep-08 Jun-09 Mar-10 Dec-10 Sep-11 Jun-12 Mar-13 Dec-13 Sep-14
  • 42. Borracha e Plástico Emprego (Var.% em 12 meses) Setor Plástico Indicadores de Atividade 5.2% -4.8% 9.4% 0.3% Dec-04 Jul-05 Feb-06 Sep-06 Apr-07 Nov-07 Jun-08 Jan-09 Aug-09 Mar-10 Oct-10 May-11 Dec-11 Jul-12 Feb-13 Sep-13 Apr-14 Nov-14 Atividade econômica em queda Produção estagnada Faturamento, horas trabalhadas e emprego em queda. E não há sinais de retomada no médio prazo.
  • 43. Setor Químico Indicadores de Atividade Situação Atual (Número índice) Empresários estão com baixa confiança (Material Plástico) Expectativa (Número índice) Confiança (Número índice) 63.1 50.1 32.2 Jan10 Abr Jul Out Jan11 Abr Jul Out Jan12 Abr Jul Out Jan13 Abr Jul Out Jan14 Abr Jul Out Jan15 71.2 63.1 43.6 Jan10 Abr Jul Out Jan11 Abr Jul Out Jan12 Abr Jul Out Jan13 Abr Jul Out Jan14 Abr Jul Out Jan15 68.5 58.8 39.8 Jan10 Abr Jul Out Jan11 Abr Jul Out Jan12 Abr Jul Out Jan13 Abr Jul Out Jan14 Abr Jul Out Jan15 Mesmo cenário que a indústria total: Situação atual: 32,7 Expectativa: 43,7 Confiança: 40
  • 44. Setor Plástico Indicadores de Atividade Setor Externo – Setor Plástico US$ Milhões Preço Médio Brasil é importador Nosso saldo comercial no setor plástico é negativo há tempos. Preços Até o momento o preço dos importados tem caído. Mas, com a desvalorização cambial recente é de se esperar que ocorra um aumento nos próximos meses. 2013 2014 Exportação 1,394 1,346 Importação 3,843 3,886 Saldo (2,449) (2,540) 2013 2014 Var.% Exportação 5,665 5,705 0.7% Importação 5,251 5,055 -3.7%
  • 45. Perspectivas 2015 Um ano de incertezas Política: Cenário Impeachment é difícil. Tem que piorar muito para chegarmos lá. E seria somente em 2016 Maior problema: os projetos de reforma param e não há ambiente para criar agenda positiva  afeta investimentos Sim, há todos os elementos para jogar mais água na economia.
  • 46. Econômica: Inflação, juros e câmbio são as variáveis que ainda inspiram cuidados. Enquanto o salário real permanecer elevado, a inflação não irá ceder. Reajuste do Salário Mínimo em 2015 ainda gera pressões, tanto na inflação quanto nas contas públicas (INSS) – déficit de 2014 chegou a quase R$ 80 bilhões. Um ano de incertezas Deterioração do mercado de trabalho é dada como certa. Taxa de desemprego: dezembro 2014: 4,3% 6,5% janeiro 2015 : 5,3% 6,8% PME PNAD Perspectivas 2015
  • 47. Um ano de incertezas Expectativa do PIB para 2015 (var.% no ano) ServiçosIndústria Total 2,00 -0,62 -1,00 -0,50 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 26/02/2014 25/03/2014 17/04/2014 15/05/2014 09/06/2014 03/07/2014 28/07/2014 20/08/2014 12/09/2014 07/10/2014 30/10/2014 24/11/2014 17/12/2014 13/01/2015 05/02/2015 2,00 0,30 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 26/02/2014 24/03/2014 15/04/2014 12/05/2014 03/06/2014 26/06/2014 18/07/2014 11/08/2014 02/09/2014 24/09/2014 16/10/2014 07/11/2014 01/12/2014 23/12/2014 16/01/2015 09/02/2015 2,00 -0,50 -1,00 -0,50 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 26/02/2014 25/03/2014 17/04/2014 15/05/2014 09/06/2014 03/07/2014 28/07/2014 20/08/2014 12/09/2014 07/10/2014 30/10/2014 24/11/2014 17/12/2014 13/01/2015 05/02/2015 Perspectivas 2015
  • 48. Ano difícil no setor... Produção Desaceleração deve continuar, em especial no segmento voltado para a construção civil Faturamento Perspectiva de queda no ano Confiança Indicadores sinalizam que setor está pessimista com presente e futuro. Ociosidade no setor deve aumentar. Perspectivas 2015
  • 49. Vem pra rua Levy Perspectivas 2015