AnáLise De Risco Parada 2011

1.816 visualizações

Publicada em

Esse é o meu trabalho mais recente.

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.816
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
19
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
48
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

AnáLise De Risco Parada 2011

  1. 1. <ul><li>SEGURANÇA PATRIMONIAL </li></ul><ul><li>ANÁLISE DE RISCO </li></ul><ul><li>EMPRESA Y </li></ul><ul><li>PARADA DE MANUTENÇÃO </li></ul>
  2. 2. OBJETIVO <ul><li>Analisar o cenário atual e prospectivo da empresa Y, identificando os riscos que poderão se concretizar durante a Parada de Manutenção, com início em Março. Identificação do Grau de Probabilidade, Nível de Impacto, Tratamento e Plano de Ação, apresentando meios para eliminar, diminuir ou transferi-los, da maneira mais economicamente viável. </li></ul>
  3. 3. ETAPAS DA ANÁLISE <ul><li>1 - Construção dos Cenários; </li></ul><ul><li>2 - Identificação dos Riscos; </li></ul><ul><li>3 - Identificação dos Fatores de Risco; </li></ul><ul><li>4 – Identificação do Grau de Probabilidade; </li></ul>
  4. 4. <ul><li>5 – Nível do Impacto no Negócio; </li></ul><ul><li>6 - Matriz de Vulnerabilidade; </li></ul><ul><li>7 - Plano de Ação; </li></ul><ul><li>8 - Conclusão. </li></ul>ETAPAS DA ANÁLISE
  5. 5. FASE 2 - IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS <ul><li>1 - Consumo de Drogas e Bebidas Alcoólicas; </li></ul><ul><li>2 - Furtos; </li></ul><ul><li>3 - Acidentes de Trânsito; </li></ul><ul><li>4 - Sabotagem; </li></ul><ul><li>5 - Acesso Indevido/Invasão; </li></ul><ul><li>6 - Movimento Sindical; </li></ul><ul><li>7 - Desinteligências. </li></ul>
  6. 6. FASE 3 – IDENTIFICAÇÃO DOS FATORES DE RISCO <ul><li>Metodologia aplicada: Diagrama de Ishikawa. </li></ul><ul><li>O Diagrama de Ishikawa é a ferramenta que possibilita analisar e representar a relação entre os fatores que determinam a Causa e Efeito. </li></ul><ul><li>È possível a determinação da relação de causa e efeito múltipla, observando o processo sistematicamente. </li></ul>
  7. 14. FASE 4 – GRAU DE PROBABILIDADE
  8. 15. FASE 5 – NÍVEL DE IMPACTO
  9. 16. FASE 6 – MATRIZ DE VULNERABILIDADE
  10. 17. FASE 7 – PLANO DE AÇÃO
  11. 18. FASE 7 – PLANO DE AÇÃO
  12. 19. FASE 7 – PLANO DE AÇÃO
  13. 20. FASE 7 – PLANO DE AÇÃO
  14. 21. FASE 7 – PLANO DE AÇÃO
  15. 22. FASE 7 – PLANO DE AÇÃO
  16. 23. FASE 7 – PLANO DE AÇÃO
  17. 24. GRAU DE PROBABILIDADE APÓS IMPLANTAÇÃO DO PA
  18. 25. MATRIZ DE VULNERABILIDADE APÓS EXECUÇÃO DO PA
  19. 26. CONCLUSÃO <ul><li>Finalizada a Análise de Risco, apresentamos as ações que devem ser implantadas no ambiente interno da empresa Y visando os objetivos iniciais do projeto. Algumas devem ser corrigidas de imediato e outras a curto prazo, todas inseridas num Plano de Ação detalhado e específico. A medida que forem sendo eliminados os fatores de risco será diminuído também o grau de probabilidade de concretização dos riscos analisados. </li></ul>

×