PROCESSO DESENCARNATÓRIO   MANOEL P. DE MIRANDA
<ul><li>Para desvencilhar-se das amarras do organismo físico, o Espírito necessita de adestramento e habilidade que se des...
<ul><li>Impressões longamente fixadas e sensações vividas com sofreguidão assinalam profundamente os tecidos sutis do peri...
<ul><ul><li>Da mesma forma que o processo reencarnacionista se alonga desde a concepção até os primeiros momentos da adole...
 
<ul><li>A ruptura dos vínculos de manutenção do Espírito ao corpo é somente um passo inicial na demorada proposta da desen...
<ul><li>Normalmente encharcado de impressões de forte teor material, o Espírito se demora mimetizado pelas vibrações a que...
<ul><li>Quando aclimatado às experiências psíquicas e mediúnicas, mais fácil se lhe faz o desenovelar-se dos grilhões que ...
<ul><li>Mesmo assim, necessita de conveniente adaptação, a fim de readquirir as funções que jaziam bloqueadas pelo corpo o...
<ul><li>A mente responde, portanto, por vasta quota de responsabilidade no fenômeno da morte física. </li></ul><ul><li>  <...
<ul><li>Nesse transe, para o qual todos os homens se devem preparar, através de exercícios de renúncia e desapego, torna-s...
 
<ul><li>Desimpregnar-se das sensações mortificantes, que anteriormente escravizaram, é o capítulo mais penoso da convalesc...
<ul><li>Acostumado a viciações e hábitos perniciosos, que se comprazia em vitalizar com as atitudes físicas e mentais, vê-...
<ul><li>Ávido de gozo impossível, nele próprio produzindo estados umbralinos de perturbação psíquica em que passa a jazer ...
<ul><li>A morte já não é um ponto de interrogação, como antes, graças às informações dos que lhe transpuseram a aduana e r...
<ul><li>O Espírito veste-se e despe-se do corpo obedecendo ao automatismo das leis do progresso, que propõem a solução dos...
 
<ul><li>Compreendendo que o fenômeno da morte faz parte do compromisso da vida, o homem se arma de valores para o momento ...
<ul><li>Com esse cuidado completa-se o quadro de auxílio aos desencarnados, por parte dos familiares e amigos que permanec...
 
<ul><li>Morrer é desnudar-se diante da vida, é verdadeira bênção que traz o Espírito de volta ao convívio da família de on...
<ul><li>A experimentação mediúnica desenvolvida pelo Espiritismo é o mais seguro guia destinado a esclarecer o transe da m...
<ul><li>A libertação, todavia, depende de cada criatura que experimenta  o  acidente   fisiológico que lhe interrompe o ci...
<ul><li>Partindo-se da experiência espírita que elucida o fenô­meno da morte, ressuma a filosofia comportamental que se al...
 
ESPÍRITO:  MANOEL P. DE MIRANDA FONTE: TEMAS DA VIDA E DA MORTE FEB
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Processo Desencarnatório

3.091 visualizações

Publicada em

Publicada em: Turismo, Tecnologia
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.091
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
120
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
100
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Processo Desencarnatório

  1. 1. PROCESSO DESENCARNATÓRIO MANOEL P. DE MIRANDA
  2. 2. <ul><li>Para desvencilhar-se das amarras do organismo físico, o Espírito necessita de adestramento e habilidade que se desenvolvem desde quando deambula encarcerado no mecanismo da reencarnação. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Impressões longamente fixadas e sensações vividas com sofreguidão assinalam profundamente os tecidos sutis do perispírito, impondo necessidades e dependências que a morte não logra, de imediato, interromper. </li></ul>
  4. 4. <ul><ul><li>Da mesma forma que o processo reencarnacionista se alonga desde a concepção até os primeiros momentos da adolescência, num complexo assenhoreamento das células que se submetem aos moldes do corpo de plasma biológico, a liberação da clausura exige um período de adaptação à realidade de retomo. </li></ul></ul>
  5. 6. <ul><li>A ruptura dos vínculos de manutenção do Espírito ao corpo é somente um passo inicial na demorada proposta da desencarnação. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Normalmente encharcado de impressões de forte teor material, o Espírito se demora mimetizado pelas vibrações a que se ambientou, prosseguindo sob estados de variadas emoções que o aturdem. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Quando aclimatado às experiências psíquicas e mediúnicas, mais fácil se lhe faz o desenovelar-se dos grilhões que o prendem à retaguarda, readquirindo a lucidez, cuja claridade racional apressa o mecanismo de libertação. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Mesmo assim, necessita de conveniente adaptação, a fim de readquirir as funções que jaziam bloqueadas pelo corpo ou sem uso conveniente, em razão do comportamento carnal. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>A mente responde, portanto, por vasta quota de responsabilidade no fenômeno da morte física. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Conforme a experiência corporal, assim se fará o desligamento espiritual. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Nesse transe, para o qual todos os homens se devem preparar, através de exercícios de renúncia e desapego, torna-se imprescindível o conhecimento da vida espiritual, que estua, atraente, dando curso a quaisquer empreendimentos que, por acaso, fiquem interrompidos... </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Desimpregnar-se das sensações mortificantes, que anteriormente escravizaram, é o capítulo mais penoso da convalescença post mortem. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Acostumado a viciações e hábitos perniciosos, que se comprazia em vitalizar com as atitudes físicas e mentais, vê-se o desencarnado subitamente interditado de dar-lhes prosseguimento, o que então lhe constitui tormento inenarrável, levando-o a arrojar-se sobre os despojos em decomposição. </li></ul>
  13. 15. <ul><li>Ávido de gozo impossível, nele próprio produzindo estados umbralinos de perturbação psíquica em que passa a jazer por longo período, ou se atira, por afinidade de gostos, em intercursos obsessivos, em que as suas vítimas lhe emprestam o veículo para a nefária dependência... </li></ul>
  14. 16. <ul><li>A morte já não é um ponto de interrogação, como antes, graças às informações dos que lhe transpuseram a aduana e retornam para desvelar os aparentes enigmas que a vestiam com o misterioso e o sobrenatural. </li></ul>
  15. 17. <ul><li>O Espírito veste-se e despe-se do corpo obedecendo ao automatismo das leis do progresso, que propõem a solução dos seres, sendo facultado aos que o desejem, pelo esforço e estudo, a aprendizagem e o uso das técnicas de renascer e desencarnar sem choques nem padecimentos perfeitamente evitáveis. </li></ul>
  16. 19. <ul><li>Compreendendo que o fenômeno da morte faz parte do compromisso da vida, o homem se arma de valores para o momento da própria como da libertação dos afetos, que voltará a encontrar na grande pátria de onde todos procedemos. </li></ul>
  17. 20. <ul><li>Com esse cuidado completa-se o quadro de auxílio aos desencarnados, por parte dos familiares e amigos que permanecerão por mais um pouco no corpo, evitando-se as emissões de ondas mentais de rebeldia e desespero, de mágoa e angústia, que são verdadeiros ácidos que ardem e requeimam naqueles desencarnados em cuja direção se arremessam tais vibrações de desconforto e insatisfação. </li></ul>
  18. 22. <ul><li>Morrer é desnudar-se diante da vida, é verdadeira bênção que traz o Espírito de volta ao convívio da família de onde partiu... </li></ul>
  19. 23. <ul><li>A experimentação mediúnica desenvolvida pelo Espiritismo é o mais seguro guia destinado a esclarecer o transe da morte e preparar os homens para a inevitável decorrência libertadora. </li></ul>
  20. 24. <ul><li>A libertação, todavia, depende de cada criatura que experimenta o acidente fisiológico que lhe interrompe o ciclo, propiciando a tranqüilidade ou o demorado sofrimento que carpirá. </li></ul>
  21. 25. <ul><li>Partindo-se da experiência espírita que elucida o fenô­meno da morte, ressuma a filosofia comportamental que se alicerça na moral cristã, lavrada no amor a Deus e ao próximo, a expressar a vivência da caridade sob todas as modalidades e em cuja prática o Espírito evolve, progredindo sem cessar no rumo da plenitude. </li></ul>
  22. 27. ESPÍRITO: MANOEL P. DE MIRANDA FONTE: TEMAS DA VIDA E DA MORTE FEB

×