BOLETIM DE FOCOS DE CALOR E      DESMATAMENTO       Número 4 – outubro - 2011
Governo do Estado do Pará                   Simão Robison Oliveira Jatene                             Governador          ...
BOLETIM DE FOCOS DE CALOR E      DESMATAMENTO
ExpedienteDiretor de Pesquisas e Estudos Ambientais :Jonas Bastos da VeigaCoordenação Técnica de Estudos e Pesquisas Ambie...
LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURASA.P.A - Área de proteção ambientalDETER - Detecção do Desmatamento em Tempo RealESEC - Estaç...
SUMÁRIOAPRESENTAÇÃO                                              91 INFORMAÇÕES TÉCNICAS DOS DADOS UTILIZADOS             ...
APRESENTAÇÃO        As questões ambientais têm sido de grande interesse nos círculos políticos ecientíficos visando diminu...
1 INFORMAÇÕES TÉCNICAS DOS DADOS UTILIZADOS1.1 O SISTEMA DE DETECÇÃO DO DESMATAMENTO EM TEMPO REAL -DETER1       O DETER é...
1.2 O SISTEMA DE MONITORAMENTO DE FOCOS DE CALOR - QUEIMADAS2        O monitoramento dos focos de calor é realizado diaria...
2. DESMATAMENTO       Segundo o Sistema de Alerta do Desmatamento (DETER) do Instituto Nacionalde Pesquisas Espaciais (INP...
Gráfico 2- Evolução do desmatamento no estado do Pará no período jan - out 2011      No entanto, os acumulados dos dez pri...
comando e controle como o monitoramento mais eficiente através do uso de produtos desensoriamento remoto realizado pelo IN...
4 BOLETIM - OUTUBRO DE 2011Total de Desmatamento Detectado no Período3: 119,39 km².Total de Focos de Calor Detectados no P...
4.1 DESMATAMENTO      Os dados demonstram uma maior concentração de desmatamento nos municípiosde Novo Repartimento (19,05...
Oriximiná                   0,29                                 Total                    119,39                       Fon...
Figura 2 - Mapa de localização do desmatamento no estado do Pará em outubro de 2011.Fonte: Desmatamento DETER/INPEElaboraç...
4.2 FOCOS DE CALOR       Os dados demonstram uma maior concentração dos focos de calor nos municípiosde Placas (167), Novo...
Santana do Araguaia     31   0    0    0   31          Juruti           10   0    18   2   30       Brasil Novo         24...
São Miguel do Guamá        0   9   0   0   9       Dom Eliseu            3   6   0   0   9       Curralinho            0  ...
Augusto Corrêa              0          2           0            0           2            Irituia                 0        ...
Itaituba                           A.P.A. do Tapajós              7          Chaves                      A.P.A Arquipélago...
Água Azul do Norte                   AEM ERM Brasil Ltda               3    Curionópolis                     AEM ERM Brasi...
Itaituba                 Buffer interno PARNA do Jamanxim           1        Oriximiná                        REBIO do Rio...
Tabela 6 - Comparativo do total de focos de calor para o mês de outubro no estado do Pará6.                               ...
REFERÊNCIASBRASIL. Ministério de Ciência e Tecnologia. Ministério do meio ambiente.Monitoramento de queimadas e incêndios,...
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Desmatamento outubro2011

  1. 1. BOLETIM DE FOCOS DE CALOR E DESMATAMENTO Número 4 – outubro - 2011
  2. 2. Governo do Estado do Pará Simão Robison Oliveira Jatene Governador Helenilson Cunha Pontes Vice-Governador / Secretário Especial De Estado De Gestão – SegesInstituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Maria Adelina Guglioti Braglia Presidente Cassiano Figueiredo Ribeiro Diretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas e Análise Conjuntural Sérgio Castro Gomes Diretor de Estatística, Tecnologia e Gestão da Informação Jonas Bastos da Veiga Diretor de Pesquisas e Estudos Ambientais Elaine Cordeiro Felix Diretora de Planejamento, Administração e Finanças
  3. 3. BOLETIM DE FOCOS DE CALOR E DESMATAMENTO
  4. 4. ExpedienteDiretor de Pesquisas e Estudos Ambientais :Jonas Bastos da VeigaCoordenação Técnica de Estudos e Pesquisas Ambientais:Andréa dos Santos CoelhoElaboração Técnica:Andréa de Melo ValenteBruna Stafanie Carvalho MaiaAndréa dos Santos CoelhoColaboração:Celeste Ferreira Lourenço e Sérgio Rodrigues FernandesRevisão:Anna Márcia Malcher Muniz e Fernanda GraimNormalização:Adriana Taís G. dos Santos Boletim de focos de calor e desmatamento, 2011. Belém: Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará, 2011. Mensal 24 p. (Análise Idesp, 3) 1. Focos de calor-queimadas. 2. Desmatamento. 3. Meio ambiente. 4. Pará (Estado). I. Instituto de Desenvolvimento Econômico Social e Ambiental do Pará. II.Série CDD 363.78115
  5. 5. LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURASA.P.A - Área de proteção ambientalDETER - Detecção do Desmatamento em Tempo RealESEC - Estação ecológica.F.E - Floresta EstadualFLONA - Floresta NacionalIBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente dos Recursos Naturais Renováveis.INPE - Instituto Nacional de Pesquisas EspaciaisMODIS - Moderate Resolution Imaging SpectroradiometerPARNA - Parque NacionalRDS - Reserva de desenvolvimento sustentávelREBIO - Reserva biológicaRESEX - Reserva ExtrativistaT.I - Terra indígenaU.C - Unidade de conservação
  6. 6. SUMÁRIOAPRESENTAÇÃO 91 INFORMAÇÕES TÉCNICAS DOS DADOS UTILIZADOS 111.1 O SISTEMA DE DETECÇÃO DO DESMATAMENTO EM TEMPO REAL - 11DETER1.2 O SISTEMA DE MONITORAMENTO DE FOCOS DE CALOR – 12QUEIMADAS2 DESMATAMENTO 133 FOCOS DE CALOR 154 BOLETIM – OUTUBRO DE 2011 164.1 DESMATAMENTO 174.2 FOCOS DE CALOR 20REFERÊNCIAS 28
  7. 7. APRESENTAÇÃO As questões ambientais têm sido de grande interesse nos círculos políticos ecientíficos visando diminuir o impacto e/ou prever os cenários futuros resultantes da açãoantrópica nos recursos florestais do Estado. O processo de desmatamento é dependente dequeimadas necessárias para a liberação de áreas para o plantio, quer de pastagens oucultivos agrícolas, tanto em áreas de vegetação primária quanto secundária. Os prejuízos causados são enormes e não se restringem apenas à vegetação,causando grandes danos sociais às populações local e regional. Com o avanço da tecnologia de monitoramento por satélites, hoje é possível obterinformações, em tempo consideravelmente rápido, de processos dinâmicos como é odesmatamento, graças também à popularização do uso da internet. O Sistema deDetecção do Desmatamento em Tempo Real (DETER) e o Centro de Previsão de Tempoe Estudos Climáticos - Queimada/Monitoramento de Focos, sob responsabilidade doInstituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), ligado ao Ministério da Ciência eTecnologia, monitoram diariamente o desmatamento e os focos de calor na Amazôniabrasileira. Objetivando contribuir para um melhor conhecimento da dinâmica dodesmatamento e das queimadas no estado do Pará, o Instituto de DesenvolvimentoEconômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP), passa a divulgar mensalmente em seusite o Boletim de Desmatamento e Focos de Calor utilizando os dados disponibilizadospelo INPE.
  8. 8. 1 INFORMAÇÕES TÉCNICAS DOS DADOS UTILIZADOS1.1 O SISTEMA DE DETECÇÃO DO DESMATAMENTO EM TEMPO REAL -DETER1 O DETER é um sistema de apoio à fiscalização e controle do desmatamento daAmazônia. Com ele, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgamensalmente um mapa de alertas, com áreas maiores que 25 ha. Esses mapas indicamáreas totalmente desmatadas (corte raso) e outras em processo de desmatamento pordegradação florestal progressiva (quando há uma alta intensidade de perturbação).Aquelas de manejo florestal de baixo impacto, em geral, não são detectadas por essesistema, o qual utiliza imagens dos sensores MODIS (Moderate Resolution ImagingSpectroradiometer), a bordo do satélite TERRA, da NASA (National Aeronautics andSpace Administration) e WFI (Wide Field Imager), a bordo do satélite sino-brasileiroCBERS-2B do INPE. O objetivo do DETER é fornecer indicadores para fiscalização produzindo ummapa digital com todas as ocorrências de desmatamento observadas. Dessa forma,permite aos órgãos responsáveis pela fiscalização (IBAMA, Secretarias de meioambiente, Promotoria Pública) planejar suas ações de campo e operações de combate aodesmatamento ilegal. Ressalta-se que o DETER é uma ferramenta concebida para dar suporte àfiscalização e não para fornecer um mapa fiel do desmatamento mensal da Amazônia.Isso é devido à resolução pouco detalhada dos satélites utilizados e à cobertura de nuvens,variável de um mês para outro. A vantagem desse sistema está na rapidez com que oDETER é capaz de detectar novos desflorestamentos, possibilitando gerar em um curtoperíodo de tempo, dados para a fiscalização. A conversão de floresta primária até o estágio de corte raso pode levar de algunsmeses até vários anos para ser concluída. Os dados do DETER podem incluir áreascortadas em períodos anteriores ao do mês de mapeamento ou em processo dedesmatamento progressivo, mas cuja detecção não fora possível por limitações decobertura de nuvens. Ao analisar o dado de um determinado mês é necessário fazê-lo em conjunto coma área de cobertura de nuvens. Assim, são disponibilizadas informações de cobertura denuvens de todas as imagens utilizadas para a avaliação. O DETER deve ser usado apenas como indicador de tendências do desmatamentoanual. Para obter mais informações sobre a metodologia consulte: http://www.obt.inpe.br/deter/metodologia_v2.pdf1 INPE - Coordenação-Geral de Observação da Terra - OBT, Sistema DETER - Detecção de Desmatamentoem Tempo Real - Metodologia. 11
  9. 9. 1.2 O SISTEMA DE MONITORAMENTO DE FOCOS DE CALOR - QUEIMADAS2 O monitoramento dos focos de calor é realizado diariamente pelo INPE paradetectar focos de queima da vegetação. Para tanto, o INPE utiliza imagens de diversossatélites (ex. imagens MODIS dos satélites polares NASA TERRA e AQUA, as imagensdos satélites geoestacionários GOES-12 e MSG-2, imagens AVHRR (Advanced VeryHigh Resolution Radiometer) dos satélites polares NOAA-15, NOAA-16, NOAA-17,NOAA-18 e NOAA-19). Dentro do universo de satélites, desde 22 de agosto de 2011, o INPE utiliza osatélite AQUA (sensor MODIS) como “satélite de referência”. Este corresponde aosatélite cujos dados diários de focos detectados são usados para compor a série temporalao longo dos anos e assim permitir a análise de tendências nos números de focos paramesmas regiões em períodos de interesse. Anterior ao satélite AQUA, eram utilizadas imagens do satélite NOAA-15 eNOAA-12 como “satélite de referência”. De maneira geral, os focos nas imagens AQUAsão em número maior que os do NOAA-15. Esta alteração para o AQUA decorreu de limitações e degradação na qualidadedas imagens do NOAA-15, que apresentam muito ruído devido a restrições em sua antenatransmissora, impedindo o monitoramento da região mais ao norte e noroeste do País. Em termos de impacto nos dados de focos, com o AQUA o norte do Amazonas edo Pará, Roraima e Acre passam a ter cobertura regular e, portanto, mais adequados nascomparações temporais. Mesmo indicando uma fração do número real de focos (e de queimadas eincêndios florestais), por usarem o mesmo método e o mesmo horário de imageamento aolongo dos anos, os resultados do "satélite de referência" permitem analisar as tendênciasespaciais e temporais dos focos. O sistema do INPE detecta a existência de fogo na vegetação sem ter condições deavaliar o tamanho da área que está queimando ou o tipo de vegetação afetada. As informações sobre queimadas são divulgadas demonstrando a ocorrência defocos de calor e a suscetibilidade ao fogo. A suscetibilidade irá relacionar o foco de calorao tipo de vegetação, ao período sem chuva e à precipitação. Assim, a suscetibilidadeindica a vulnerabilidade da região ao uso do fogo. Os dados de focos de calor são divulgados diariamente pelo INPE, através dainternet, cerca de três horas após sua geração. Considerando a possibilidade de análise temporal e a periodicidade dos dados, osrelacionados a focos de calor divulgados neste boletim referem-se ao “satélite dereferência”. Para obter mais informações sobre a metodologia consulte:http://sigma.cptec.inpe.br/queimadas/2 INPE - Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos - Queimadas. Perguntas freqüentes e Amudança do satélite de referencia. Disponível em: http://www.inpe.br/queimadas/faq.php. 12
  10. 10. 2. DESMATAMENTO Segundo o Sistema de Alerta do Desmatamento (DETER) do Instituto Nacionalde Pesquisas Espaciais (INPE), no mês de outubro foram desmatados 385,56 km² naAmazônia Legal, com destaque para os estados de Rondônia com 128,59 km², Pará com119,39 km² e Mato Grosso com 98,08 km² de desmatamento, o que equivale a 33,35;30,97 e 25,44%, respectivamente, do total (Gráfico 01). Gráfico 1- Distribuição do desmatamento nos estados da Amazônia Legal Durante o mês analisado, o desmatamento no estado do Pará, em relação aos46,94 km² de setembro, sofreu um acréscimo de 154,35%. Esse aumento pode estarassociado à época de preparo de área para o cultivo agrícola e limpeza de pastagens,práticas muito utilizadas, em especial pela agricultura tradicional que se baseia naderrubada e queima da vegetação. Já em relação a outubro de 2010, quando foi registradoum desmatamento de 166,40 km², observa-se um decréscimo de 39,42%. Os dados demonstram uma maior concentração de desmatamento nos municípiosde Novo Repartimento (19,05 km²), Altamira (14,21 km²) e Cumaru do Norte (12,48km²), correspondente a 38,31% do total desmatado no estado no mês em questão (Gráfico02). 13
  11. 11. Gráfico 2- Evolução do desmatamento no estado do Pará no período jan - out 2011 No entanto, os acumulados dos dez primeiros meses dos anos, de 2004 a 2011,apontam uma tendência de queda do desmatamento no estado (Gráfico 03). Gráfico 3- Evolução do desmatamento no estado do Pará nos anos de 2004 a 2011 Essa diminuição pode ser atribuída, também, às políticas públicas voltadas para ocombate ao desmatamento como o Plano de Ação para a Prevenção e Controle doDesmatamento na Amazônia Legal (PCCDAM), e o respectivo Plano de Prevenção,Controle e Alternativas ao Desmatamento do Estado do Pará (PPCAD), ações de 14
  12. 12. comando e controle como o monitoramento mais eficiente através do uso de produtos desensoriamento remoto realizado pelo INPE.3. FOCOS DE CALOR Segundo dados do monitoramento dos focos de calor realizado pelo INPE, o totalde focos identificados no estado do Pará, no mês de outubro, foi de 3.141, o que significouuma redução de 65,07% em relação ao mês de setembro, e de 22,35% em relação ao mês deoutubro de 2010. Os municípios paraenses com maior concentração de focos de calorforam Placas (167), Novo Repartimento (129) e Uruará (125). A alta concentração de focos de calor nesse período segue a lógica dodesmatamento nessa época do ano, e está ligada ao processo de desmatamento e/ou àspráticas agropecuárias. 15
  13. 13. 4 BOLETIM - OUTUBRO DE 2011Total de Desmatamento Detectado no Período3: 119,39 km².Total de Focos de Calor Detectados no Período4: 3.141 focos de calor.Figura 1 - Mapa de localização do desmatamento e focos de calor em outubro de 2011.Fonte: Queimadas/INPEElaboração: IDESP3 Fonte: DETER/INPE.4 Fonte: Queimada/INPE - satélite de referência AQUA-UMD. 16
  14. 14. 4.1 DESMATAMENTO Os dados demonstram uma maior concentração de desmatamento nos municípiosde Novo Repartimento (19,05), Altamira (14,21 km²) e Cumaru do Norte (12,48 km²).Tabela 1 - Distribuição do desmatamento por Município do estado do Pará. ESTADO DO PARÁ - OUTUBRO - 2011 Município Área (km²) Novo Repartimento 19,05 Altamira 14,21 Cumaru do Norte 12,48 São Félix do Xingu 8,75 Novo Progresso 6,11 Trairão 6,01 Itaituba 5,13 Santa Maria das Barreiras 4,94 Santana do Araguaia 4,34 Senador José Porfírio 4,11 Itupiranga 3,44 Brasil Novo 3,10 Marabá 3,08 Pacajá 3,00 Rondon do Pará 2,09 Jacareacanga 1,95 Uruará 1,74 Breu Branco 1,56 Medicilândia 1,51 Pau DArco 1,44 Bannach 1,25 Portel 1,21 Eldorado dos Carajás 1,06 Almeirim 1,02 Moju 0,89 Tucuruí 0,86 Faro 0,78 Terra Santa 0,64 Goianésia do Pará 0,61 Redenção 0,60 Floresta do Araguaia 0,50 Ourilândia do Norte 0,49 Barcarena 0,41 Baião 0,39 Rio Maria 0,35 17
  15. 15. Oriximiná 0,29 Total 119,39 Fonte: DETER/INPE. Elaboração: Idesp. O total de desmatamento em Unidades de Conservação (U.C’s) e terras indígenas(T.I’s) foi de 24,85 km². Não foi detectado desmatamento em áreas especiais.Tabela 2 - Distribuição do desmatamento em U.C’s por município do estado do Pará. ESTADO DO PARÁ – OUTUBRO - 2011 Município U.C e T.I Área (km²) São Féliz do Xingu A.P.A. Triunfo do Xingu 6,83 Itaituba Buffer interno A.P.A. do Tapajós 2,31 Marabá Buffer externo REBIO do Tapirapé 2,19 Jacareacanga T.I Kayabi 1,95 Novo Progresso FLONA do Jamanxim 1,74 Trairão FLONA de Itaituba II 1,68 Trairão Buffer interno FLONA de Itaituba II 1,60 Altamira T.I Cachoeira Seca do Iriri 1,60 Itaituba Buffer interno PARNA do Jamanxim 1,26 Itaituba A.P.A. do Tapajós 1,12 Trairão Buffer externo FLONA do Trairão 1,09 Novo Progresso Buffer interno FLONA do Jamanxim 0,84 Altamira FLONA de Altamira 0,64 Terra Santa Buffer interno FLONA de Saracá - Taquera 0,64 São Féliz do Xingu Buffer interno FLONA do Tapirapé-Aquiri 0,64 Trairão Buffer externo FLONA de Itaituba II 0,49 Itaituba Buffer externo A.P.A. do Tapajós 0,44 Itupiranga T.I Parakanã 0,42 Novo Progresso Buffer externo FLONA do Jamanxim 0,40 Baião Buffer interno RESEX Ipaú-Anilzinho 0,39 Terra Santa FLONA de Saracá - Taquera 0,28 São Féliz do Xingu Buffer externo PARNA da Serra do Pardo 0,27 Total 28,82Fonte: DETER/INPE.Elaboração: Idesp.Tabela 3 - Comparativo do total de desmatamento para o mês de outubro no estado do Pará. Estado do Pará - Outubro Ano Desmatamento (km²) 2011 119,39 2010 166,35 Fonte: DETER/INPE. Elaboração: Idesp. 18
  16. 16. Figura 2 - Mapa de localização do desmatamento no estado do Pará em outubro de 2011.Fonte: Desmatamento DETER/INPEElaboração: IDESP 19
  17. 17. 4.2 FOCOS DE CALOR Os dados demonstram uma maior concentração dos focos de calor nos municípiosde Placas (167), Novo Repartimento (129) e Uruará (125).Tabela 4 - Distribuição dos focos de calor nos municípios do estado do Pará com relação à suscetibilidade5. ESTADO DO PARÁ - OUTUBRO DE 2011 Susc. Susc. Susc. Não N° de Municípios Alta Média Baixa informado Focos Placas 95 0 72 0 167 Novo Repartimento 98 0 24 7 129 Uruará 87 0 38 0 125 São Félix do Xingu 47 0 68 0 115 Itupiranga 98 0 10 0 108 Aveiro 82 0 21 0 103 Pacajá 47 0 51 0 98 Altamira 39 0 56 0 95 Marabá 85 0 2 0 87 Monte Alegre 76 0 6 0 82 Santarém 39 0 30 8 77 Moju 35 15 24 0 74 Rurópolis 66 0 5 0 71 Medicilândia 51 0 18 0 69 Rondon do Pará 46 19 0 0 65 Portel 12 0 42 7 61 Santa Maria das Barreiras 59 0 0 0 59 Itaituba 33 0 24 0 57 Óbidos 50 0 4 1 55 Acará 2 53 0 0 55 Conceição do Araguaia 54 0 0 0 54 Goianésia do Pará 31 16 2 1 50 Anapu 31 0 14 0 45 Senador José Porfírio 16 0 29 0 45 Paragominas 6 18 16 0 40 Baião 40 0 0 0 40 Alenquer 39 0 0 0 39 Cametá 27 0 0 10 37 Oriximiná 23 0 9 0 32 Tailândia 27 0 4 0 31 Bujaru 0 31 0 0 315 A suscetibilidade corresponde a vulnerabilidade da região ao uso do fogo. 20
  18. 18. Santana do Araguaia 31 0 0 0 31 Juruti 10 0 18 2 30 Brasil Novo 24 0 5 0 29 Porto de Moz 6 0 19 3 28 Novo Progresso 9 0 17 0 26 Eldorado dos Carajás 25 0 0 0 25 Breu Branco 25 0 0 0 25 Bom Jesus do Tocantins 24 0 0 0 24 Tucuruí 19 0 5 0 24 Cachoeira do Arari 22 0 0 1 23 Oeiras do Pará 19 0 4 0 23 Muaná 8 0 14 0 22 Água Azul do Norte 21 0 0 0 21 São Domingos do Capim 0 20 0 0 20 Curuá 19 0 0 0 19 Floresta do Araguaia 19 0 0 0 19 Ipixuna do Pará 5 13 1 0 19 Santa Cruz do Arari 12 0 6 0 18 Almeirim 4 0 14 0 18 Pau DArco 17 0 0 0 17 Rio Maria 17 0 0 0 17 Trairão 13 0 4 0 17 Ulianópolis 14 2 0 0 16 Tomé-Açu 0 15 0 0 15 Cumaru do Norte 14 0 1 0 15 Jacareacanga 2 0 12 0 14 Prainha 10 0 4 0 14 Cachoeira do Piriá 0 12 1 0 13 Ponta de Pedras 12 0 0 0 12 Salvaterra 12 0 0 0 12São Domingos do Araguaia 12 0 0 0 12 Melgaço 0 0 12 0 12 Tracuateua 0 11 0 1 12 São Geraldo do Araguaia 11 0 0 0 11 Mocajuba 11 0 0 0 11 Concórdia do Pará 0 11 0 0 11 Bannach 11 0 0 0 11 Vitória do Xingu 10 0 0 0 10 Breves 0 0 10 0 10 Abaetetuba 0 8 2 0 10 21
  19. 19. São Miguel do Guamá 0 9 0 0 9 Dom Eliseu 3 6 0 0 9 Curralinho 0 0 9 0 9 Terra Santa 0 0 0 9 9 Capitão Poço 0 9 0 0 9 Bragança 0 8 0 0 8 Soure 8 0 0 0 8 Palestina do Pará 8 0 0 0 8 Viseu 0 8 0 0 8 Marapanim 0 7 0 0 7 Faro 0 0 0 7 7 Belterra 2 0 2 3 7 Chaves 5 0 2 0 7 Gurupá 0 0 7 0 7 Piçarra 7 0 0 0 7 São João do Araguaia 6 0 0 0 6São Sebastião da Boa Vista 0 0 5 1 6 Abel Figueiredo 6 0 0 0 6 Jacundá 6 0 0 0 6 Nova Ipixuna 5 0 0 0 5 Redenção 5 0 0 0 5 Xinguara 5 0 0 0 5 Santo Antônio do Tauá 0 5 0 0 5 Barcarena 0 3 0 2 5Brejo Grande do Araguaia 5 0 0 0 5 Tucumã 4 0 0 0 4 Igarapé-Miri 2 0 2 0 4 Bonito 0 3 0 0 3 Nova Esperança do Piriá 1 1 1 0 3 São Francisco do Pará 0 3 0 0 3 Garrafão do Norte 0 2 1 0 3 Vigia 0 3 0 0 3 Mãe do Rio 0 3 0 0 3 Limoeiro do Ajuru 1 0 0 2 3 Santa Isabel do Pará 0 3 0 0 3 Curionópolis 3 0 0 0 3 Bagre 0 0 2 0 2 Inhangapi 0 2 0 0 2 Parauapebas 2 0 0 0 2 Belém 0 1 0 1 2 22
  20. 20. Augusto Corrêa 0 2 0 0 2 Irituia 0 2 0 0 2 Santarém Novo 0 2 0 0 2 Maracanã 0 2 0 0 2 Peixe-Boi 0 1 0 0 1 Castanhal 0 1 0 0 1 Ourilândia do Norte 1 0 0 0 1 Curuçá 0 1 0 0 1 Aurora do Pará 0 1 0 0 1 Total 1994 332 749 66 3.141Fonte: Queimadas/INPE.Elaboração: IDESP. Os focos de calor com suscetibilidade não informada estão localizados em áreasurbanas ou corpos d’água. O total de Focos de Calor em Unidades de Conservação (U.C’s), Terras Indígenas(T.I’s) e Áreas Especiais foi de 685 focos.Tabela 5 - Distribuição dos focos de calor em U.C’s, T.I’s e áreas especiais nos municípios doestado do Pará. ESTADO DO PARÁ - OUTUBRO - 2011 Municipio U.Cs, T.Is e áreas especiais N° de Focos Marabá AEM ERM Brasil Ltda 55 São Félix do Xingu A.P.A Triunfo do Xingu 29 Novo Repartimento A.P.A do Lago de Tucuruí 27 Óbidos T.I. Tumucumaque 27 Cachoeira do Arari A.P.A Arquipélago do Marajó 26 Muaná A.P.A Arquipélago do Marajó 19 Placas Buffer externo FLONA do Tapajós 18 Porto de Moz RESEX Verde para Sempre 16 Santa Cruz do Arari A.P.A Arquipélago do Marajó 15 Placas Buffer interno FLONA do Tapajós 14 Baião Buffer externo RESEX Ipaú-Anilzinho 14 Altamira A.P.A Triunfo do Xingu 13 Oriximiná T.I. Tumucumaque 13 Ponta de Pedras A.P.A Arquipélago do Marajó 12 Aveiro Buffer externo FLONA do Tapajós 12 Santarém RESEX Tapajós-Arapiuns 12 Eldorado dos Carajás AEM ERM Brasil Ltda 10 Breves A.P.A Arquipélago do Marajó 9 Altamira T.I. Cachoeira Seca do Iriri 9 Prainha RESEX Renascer 8 Marabá Buffer externo REBIO do Tapirapé 8 23
  21. 21. Itaituba A.P.A. do Tapajós 7 Chaves A.P.A Arquipélago do Marajó 7 Soure A.P.A Arquipélago do Marajó 7 Novo Progresso FLONA do Jamanxim 7 Rurópolis Buffer externo FLONA do Tapajós 7 Aveiro Buffer interno FLONA do Tapajós 7 Salvaterra Buffer externo RESEX Marinha de Soure 7São Sebastião da Boa Vista A.P.A Arquipélago do Marajó 6 Tucuruí A.P.A do Lago de Tucuruí 6 Novo Progresso Buffer interno FLONA do Jamanxim 6 Rurópolis Buffer interno FLONA do Tapajós 6 Monte Alegre F.E do Paru 6 Uruará T.I. Cachoeira Seca do Iriri 6 Almeirim T.I. Tumucumaque 6 Monte Alegre Buffer externo FLONA de Mulata 6 Tracuateua Buffer externo RESEX Marinha de Tracuateua 6 Belterra Buffer interno FLONA do Tapajós 5 Baião Buffer interno RESEX Ipaú-Anilzinho 5 Curralinho RESEX Terra Grande - Pracuúba 5 Brasil Novo Buffer externo RESEX Verde para Sempre 5 Aveiro T.I. Andirá-Marau 5 São Félix do Xingu T.I. Apyterewa 5 Tracuateua Buffer interno RESEX Marinha de Tracuateua 5 Curralinho A.P.A Arquipélago do Marajó 4 Salvaterra A.P.A Arquipélago do Marajó 4 Gurupá Buffer externo RESEX de Gurupá-Melgaço 4 Baião RESEX Ipaú-Anilzinho 4 Altamira RESEX Riozinho do Anfrísio 4 Santarém Buffer interno RESEX Tapajós-Arapiuns 4 Placas T.I. Cachoeira Seca do Iriri 4 Itupiranga T.I. Parakanã 4 Jacundá A.P.A do Lago de Tucuruí 3 Goianésia do Pará A.P.A do Lago de Tucuruí 3 Itaituba FLONA de Altamira 3 Faro Buffer interno FLONA de Saracá - Taquera 3 Placas FLONA do Tapajós 3 Aveiro PARNA da Amazônia 3 Itaituba Buffer interno PARNA da Amazônia 3 Oeiras do Pará RESEX Arióca Pruanã 3 Aveiro Buffer externo RESEX Tapajós-Arapiuns 3 Muaná Buffer externo RESEX Terra Grande - Pracuúba 3 Novo Repartimento RDS do Pucuruí-Ararão 3 24
  22. 22. Água Azul do Norte AEM ERM Brasil Ltda 3 Curionópolis AEM ERM Brasil Ltda 3 Faro Buffer interno FLONA de Saracá - Taquera 3 São Félix do Xingu Buffer interno FLONA do Itacaiunas 3 Itaituba Buffer externo A.P.A. do Tapajós 2 Altamira Buffer externo ESEC da Terra do Meio 2 Altamira Buffer interno ESEC da Terra do Meio 2 Trairão FLONA de Itaituba II 2 Faro Buffer externo FLONA de Saracá - Taquera 2 Oriximiná Buffer interno FLONA de Saracá - Taquera 2 Jacareacanga FLONA do Amana 2 Belterra Buffer externo FLONA do Tapajós 2 Itaituba Buffer externo PARNA da Amazônia 2 Trairão Buffer interno PARNA do Jamanxim 2 Oeiras do Pará Buffer externo RESEX Arióca Pruanã 2 Melgaço RESEX de Gurupá-Melgaço 2 Melgaço Buffer interno RESEX de Gurupá-Melgaço 2 Moju Buffer externo RESEX Ipaú-Anilzinho 2 Altamira RESEX Rio Xingu 2 Placas Buffer interno RESEX Riozinho do Anfrísio 2 Medicilândia Buffer externo RESEX Verde para Sempre 2 Porto de Moz Buffer interno RESEX Verde para Sempre 2 Ipixuna do Pará T.I. Sarauá 2Senador José Porfírio T.I. Trincheira/Bacajá 2 Gurupá Buffer externo FLONA de Caxiuana 2 Faro Buffer externo FLONA de Saracá - Taquera 2 São Félix do Xingu Buffer externo FLONA do Tapirapé-Aquiri 2 Soure Buffer externo RESEX Marinha de Soure 2 Oriximiná Buffer interno FLONA de Saracá - Taquera 2 Viseu Buffer externo RESEX Marinha de Gurupi-Piriá 2 Maracanã Buffer interno RESEX Maracanã 2 Santarém Novo Buffer externo RESEX Chocoaré-Mato Grosso 2 Itupiranga A.P.A do Lago de Tucuruí 1 Altamira ESEC da Terra do Meio 1 Itaituba Buffer interno FLONA de Itaituba I 1 Oriximiná FLONA de Saracá - Taquera 1 Terra Santa Buffer interno FLONA de Saracá - Taquera 1 Novo Progresso Buffer externo FLONA do Jamanxim 1 Rurópolis FLONA do Tapajós 1 Itaituba PARNA da Amazônia 1 Itaituba PARNA do Jamanxim 1 Trairão Buffer externo PARNA do Jamanxim 1 25
  23. 23. Itaituba Buffer interno PARNA do Jamanxim 1 Oriximiná REBIO do Rio Trombetas 1 Bagre Buffer externo RESEX Arióca Pruanã 1 Gurupá RESEX de Gurupá-Melgaço 1 Melgaço Buffer externo RESEX de Gurupá-Melgaço 1 Bragança RESX Marinha de Caeté-Taperaçu 1 Bragança Buffer interno RESEX Marinha de Caeté-Taperaçu 1 Prainha Buffer externo RESEX Renascer 1 Prainha Buffer interno RESEX Renascer 1 Altamira RESEX Rio Iriri 1 Placas Buffer externo RESEX Riozinho do Anfrísio 1 Rurópolis Buffer externo RESEX Riozinho do Anfrísio 1 Santarém Buffer externo RESEX Tapajós-Arapiuns 1 Porto de Moz Buffer externo RESEX Verde para Sempre 1 Almeirim Buffer externo RESEX Verde para Sempre 1 Nova Esperança do Piriá T.I. Alto Rio Guamá 1 Paragominas T.I. Alto Rio Guamá 1 Senador José Porfírio T.I. Arara da Volta Grande do Xingu 1 Jacareacanga T.I. Kayabi 1 Almeirim T.I. Rio Paru dEste 1 Anapu T.I. Trincheira/Bacajá 1 Parauapebas AEM ERM Brasil Ltda 1 Porto de Moz Buffer externo FLONA de Caxiuana 1 Portel Buffer externo FLONA de Caxiuana 1 Portel Buffer interno FLONA de Caxiuana 1 São Félix do Xingu Buffer externo FLONA do Itacaiunas 1 Marabá Buffer externo FLONA do Itacaiunas 1 São Félix do Xingu Buffer interno FLONA do Tapirapé-Aquiri 1 Marabá Buffer interno REBIO do Tapirapé 1 Terra Santa Buffer interno FLONA de Saracá - Taquera 1 Marabá Buffer interno FLONA do Itacaiunas 1 São Félix do Xingu Buffer externo PARNA da Serra do Pardo 1 Altamira Buffer externo PARNA da Serra do Pardo 1 Viseu Buffer interno RESEX Marinha de Gurupi-Piriá 1 Curuçá Buffer interno RESEX de São João da Ponta 1 Breves Buffer interno RESEX Mapuá 1 Rurópolis Buffer interno FLONA do Trairão 1 Monte Alegre Buffer interno FLONA de Mulata 1 Total 685Fonte: Queimadas/INPE.Elaboração: Idesp. 26
  24. 24. Tabela 6 - Comparativo do total de focos de calor para o mês de outubro no estado do Pará6. Estado do Pará - Outubro Ano N° de focos 2011 3.141 2010 3.843 Fonte: Queimadas/INPE. Elaboração: Idesp.Figura 3 - Mapa de localização dos focos de calor no estado do Pará em outubro de2011.Fonte: Queimadas/INPEElaboração: IDESP6 Imagem MODIS do satélite de referência AQUA-UMD 27
  25. 25. REFERÊNCIASBRASIL. Ministério de Ciência e Tecnologia. Ministério do meio ambiente.Monitoramento de queimadas e incêndios, set. 2010. Disponível em<http://www.inpe.br/queimadas/> Acesso em: 03 de nov. 2011.BRASIL. Ministério de Ciência e Tecnologia. Sistema Deter: detecção de desmatamentoem tempo real, set. 2010. Disponível em <http://www.inpe.br/deter/> Acesso em: 30 denov. 2011._______. Sistema Deter: detecção de desmatamento em tempo real, set. 2011.Disponível em <http://www.inpe.br/deter/> Acesso em: 05 de dez. 2011. 28

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