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  1. 1. Instituto IDESA AMAZÔNIA / IDESÃ Manaus - Amazonas WM Estabilização Química de Solos Í_ , . Pv 5T a: % C à f ! f.í; .~. AArs§_t§: Estabilizante Químico Í ug; "t, _,~;
  2. 2. "Erlvgropmental l Q Pfodtactsa prol-tábuas, Inc. -inHl-. IXJLI b °- _cAoL/ Lã/ ;tt L u! ” : ZLSTAJLÉÍGD-: TCDWTÀÀECT k _I A07.- -Ízta u: mouth : l,Lif: ~1l_-'LL; ,,1Ê: 'É| LJ_'. ¡1 uv! , . ., - O Mundo não faz pavimentação Sem o preliminar tratamento da base
  3. 3. O Início no Brasil A estabilização de Solos para fins rodoviários no Brasil começou em 1939, quando o DER-MG associou-se à ABCP, e construíram 25.000 km de bases de rodovias no estado de Minas Gerais. Um marco mundial (www. abcp. org. br) As bases foram construídas com solo natural mais 7 a 10% de cimento
  4. 4. l Em que consiste A estabilização do solo com adição do estabilizante ECOLOPAVI e seus reagentes, consiste em um método de aproveitar o solo, dando a ele condições para resistir a carregamentos e intempéries tornando-o impermeável e aplicável na construção de bases de pavimentos urbanos e rodoviários t, _« c-. . s . -
  5. 5. *. _,-v1c H . . - x xx , _ , .W x çç s t : gt tttt-tttt lt ét 'K . .__< _ xí x : Q ' à - t . o o _ _Í _ x l t t. O _W ~ xç 'lf, '.¡ç'çü&xk Nx xx: :- 'Xtfl ç "x _- a xx x ç. _c¡~_ç . _ , op ao_ A - 09-", , _oçoc'o. E ' "' XVÊ“§= §E-&I§ ; Nkw- -x É fx ' 1 Xfm . t¡ s' QV' ' < à it XXVVX XV' 'XX -1 i i t x I “$3.95 C55** “QÊV (k rñcgtlã” "' 'Âw 'W' ° * H 172w* b¡ __ 'V-. .I ! EV , still O '. ¡íf , p' gw¡ _ . _~ _ __ xp. _ ~ ív. ._'ç x to. t ^ . t. ~ 5:_ "sit. six, g * ç a j f ; .T| :'l à. te. .k. c.c': §I e* , u 2*. o «FOÊ cú Ó. §':1. °. »'¡: 'X' ' ÃcQRNNÍ . ' 5.1- - :  “ v É* x_'É~ ' lx? É; ' “x *Aki _ . Í s, " _ 'x R_ ' A Êkxvx. ¡ °' -l QA v , - f x Ó s 3 L H ' 'm . _ a x a x x x sx "s '« 'x0 *A* t ~ xx x t. x x xx ~ * t -t É ãlkíítãl. " . ~ . st ~ ~ x - a fl: - . x xx* f' , çA K . gx, tx x _ç t
  6. 6. 5 - VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DO ESTABILIZANTE ECOLOPAVI É apresentado a seguir um quadro-resumo de quantidades de materiais para pavimentação de uma hipotética rodovia, com extensão de 1,0 km, largura de 7,20 m, cuja base tem espessura básica de 0,15 cm de brita graduada (coeñciente estrutural k=1.0), e sendo a densidade máxima aparente do solo local y= 1.700 kg/ m3, dispondo- se, para transporte, de caminhões com capacidade máxima de 12 toneladas. Espessura da Coeficiente Quantidade Peso a Numero Tipo de Base Camada estrutural em especie transportar de viagens : Solo cimento a Sit'. 13.0 cm 1,4 2.546 sc l27 ton Z l I _Solo cal a 15.0 cm 1.2 7.344 sc l47 ton _i3 _Bruta graduada sintplcs ILLO (m l , O 1,296 m: 2.722 ton . 227 golo brita a 705a l. "s'_.0 (m l , O 1.196 m! 2.465 ton , Z_U_S kgqscalho | z2_5 cm 0.3 rezo m: |3.o73 ton : zw Solo aicnoso fino Iatciítico | ItLO cm 1,0 1.296 m: I2.462 ton +205 l Solo estabilizado ci Ecolopavi | 15.0 cm l 1,2 9 th. + 9 St. |2,3 ton I Como pode ser facilmente observado no quadro acima, além da economia em materiais. com a substituição das soluções tradicionais por camadas de solo local estabilizado quimicamente com ECOLOPAVI, é também muito signiñcativa a redução do item _ transporte.
  7. 7. Mais vantagens a) mesmo que seja preciso importar solo para execução de camadas do pavimento estabilizadas com ECOLOPAVI, será bastante reduzido o movimento de transporte, por não serem necessários solos com características especiais, que somente são encontrados a grandes distâncias. b) o solo estabilizado com ECOLOPAVI pode ser remanejado em qualquer tempo, pois não perdejamais as propriedades adquiridas com a estabilização c) quando for necessária a adição de aglomerantes como cal ou cimento, não será preciso cuidados especiais, tendo em vista sua pequena percentagem. d) os equipamentos a serem utilizados para a execução de camadas de solo estabilizado quimicamente com ECOLOPAVI são os mesmos utilizados para terraplenagem ou para conservação de estradas rurais, como motoniveladoras, grades-de-discos, caminhões-pipa, tratores agrícolas, e equipamentos de compactação de solos argilosos. e) o custo de conservação de estradas pavimentadas com camadas de solos estabilizadas com ECOLOPAVI é mínimo, quase inexistente.
  8. 8. ' L An 8h39 de CU SÍO PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA DA AV. ANASTÁCIO BRAGA CLIENTE- PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPIPOCA - cE Esludc' °'8b°'a<! ° pe") e"_9e"he¡'° _ ESTABILIZAÇÀO DA BASE . com ESTBILIZANTE Raimundo Almeida, da Cia. Vale do Rio ECOLOPAVI M3 Doce para projeto de pavimentação na “MTM/ u “MD Cidade de ITAPIPOCA. no estado do SOLO NATURAL M3 “o No M9 Ceará ESTABILIZANTE ECOLOPAVI LITRO 0.03 12,00 0.30 Custo por m3 de solo aplicado RS 27,54. ciumm Kg aos mo m¡ 52¡ / RS 4,23 por m2. Ou seja. Uma pista com Total A 0.8421 8 metros de largura com 20cm de espessura : ÊQSJTLEÊLÃÊOR e 1.000m de comprimento: A H 0,05. ineo 55o R$ 4,23 X 8 = RS 33,84 X 1.000 = RS 33.840,00 CAM| NH^0 ? IPA H 0.06 80.00 4.40 ROLO PE DE CARNEIRO H aos 55.00 3.575 _ _ ROLO Liso H 0.00 50.00 3.30 Considerando a saca de cimento de 50kg a R3 TRATOR « GRADE os DISCO H 0.06' 45.00 2.475¡ 20,00 e o tambor de ECOLOPAVI de 200 litros Total B 20.35 A IQ$ 1.450,00 + R$ 130,00 de frete de Sao Paulo TOTAL A Ô 8 2MB” ate ITAPIPOCA. a 130km de Fortaleza. 3D. 3m, 535753 ' ' 27.5497 TOTAL GERAL V ' Çzusto do m2 wespessura :20cm O 6.5Im2 4.23342 'ii
  9. 9. _ Para solos areno-siltsos/ argilosos Cimento l Em solos de predominância argilosa : Cal H Seca ç i I Em solos de predominância arenosa Sulfato de a
  10. 10. à Emprego ele EsLa. l:eiIizant. e ECOLÓEQâÉI Todo solo que, quando seco, resista à ação das cargas das rodas dos veiculos comerciais sem se esboroar, está apto a ser estabilizado com ECOLOPAVI e seu reagentes. Partindo desta premissa os solos devem ser submetidos a ensaios em laboratório para confirmação da possibilidade de sua utilização em camadas de pavimentos. ? Granulometria Ensaios Requeridos ? Compactação ? Limite de Plasticidade ? Determinação do CBR (Proctor Intermediário)
  11. 11. Dosagens Referências lt . m. , l. : *: Ecolopavi Cal Cimento Argiloso I: 1500 2% Siltoso I : l 500 2% Areno-argiloso I : l 000 2% Areno-siltoso I : l 000 2% ArgiIo-siltoso l : l 000 2% Recomenda-se que as dosagens sejam confirmadas em laboratório ou pesquise a dosagem ideal 'ii
  12. 12. .---_-w~ tl ~ , ^ ”“ 'Ri' , . L/ n- , ÍÍKV [vid ffm E H . |L1LL$) Equipamentos utilizados _ _ Motoniveladora Patrol , J '“"=9“"**5Ê3s'5 Caminhão Pipa com - - ' , ~_. ¡_--~5;' S: Barra esparzidora de f" Água cap.6000 litros . ;sa Trator agrícola com Grade de discos (arado) '7', .i j_ Rolo compressor ; aja A Pé-de-carneiro _ç í'; :-¡Í_1:~. ._ 7 Vibratório de 120HP * at". ..
  13. 13. Procedimentos Executivos Pista experimental construida para os participantes do Segundo Seminário Amazônico de Estabilização de Solos - Manaus - Ouutubro/2005 Local- Ramal da estrada da Vivenda Verde - Bairro Tarumã. . _ Tliiigiitçzriit-. Iiiiqittt I Comprimento 250 m Largura S m ç Espessura 0.15 m Área da pista 1.250, m2 Volume do solo __ 187,5 _m3 Massa a ser tratada (d: I .8) 337,5 ton l Materiais I Ecolopavi dosagem 121000 (Ikgxt) 337,5 kg I Reagente (cimento) 25114. 6,75 ton _rsvlfrbíllh Granulometria A-2-4 (Areia argilosal_ Compactação Umid Ot. 13,5 l Plasticidade CBR 27 3% i Os participantes do seminário Que acompanharam a obra Para solicitar cópias dos ensaios
  14. 14. .FIC ” Piocacliiiieiitos ÉXECLIEÍVOS Seleção do solo Primeira Etapa - Selecionado o solo, já procedido os ensaios em laboratório e verificada a viabilidade de aplicação. Foram feitos ensaios de 1 Granulometria por peneiramento Limites de Plasticidade Compactação e CBR
  15. 15. N. " *, - K PV ' f( . Ê~«lt-xt§~: at, .~t~. ~t . este. « 3. *''. « t-it . i : -"«“~: l~'~i. .^ _ ç sã, ixiltgtàbloltbtiitíãsscàçsà ? Saktítgêl , _nn x k _' ~ n T_'Ç'“Y'~_. ~.'§, T-. _J"w ttc . ~-'. ¡| _t. «¡_'-¡"4,'. " ' ›. ' . àxxxitvttkixtkgttñ-LÊÇ | *Ãêgçir-“t ~: * '^ s 'up' , N 1 . zu J '› ' , KN v. h 7 . VXÊX at. : 4 h Vu: -Ç _i'- j g. . <. .'"O. , . .W . _”, - . Inf f, .¡ --iTer . ..x fl¡. :tpíz , Jiçvxíwx m, a . gx ç¡ ç . gta ¡J-Ítçy , K . _A x_ i -- w , _ Í s» ' -. ~, t: : , tàttzistilttztsttttiàvttttrà#~^iààttttiii§gtt›tittittitae: ' ' 1 ai; koMstltytL-iis “ . . 'V u, xttttttit Y§LXÊÉ&› t. ~'~ 'tar-l . QA ? Ô 1 . ' t3 4 K3_ , x jxtgtÊttíitàxx i3 . v. . , n »i t a I, . . .ü W¡ ú, -, «, , . 't' ' . A* R* - I w . -'. F., “à, -. * mil-iss. .NP- “i“'ãt, ~tk_ “X93, 't, à.'› **7›É-'(l'› v~. .2>“› *R* tNV-, xx *YA* “'Í4:x~w '›, ~ . wo , . . a» * “N? '~)'. “°1§»'Àt 'N-L-x) 1x5; têltstyt “~x_~. ,r; xii§_tt'x. ;.'sat int_ f a i3 e viii: . i °- 1ÊW, :ÀSYI, d** *i*titiiilt“'l " *lili* “t§~*tti~t~*t<*5:«t= i*t~*lili*° ; Wi ' F 'âtçittttrg-Êrx, Q 'MÍWÍ _, . _a - 3, -s , _ í '_, . _ _tt tgitttà , tw att_ x_ at, ¡; /- ›: tx; «x, -._«. xtx; xit-s i-i t ; t : ~t= ,t; «.›. *~ttít ~ '. f; “~. ›” t“~›. -ítír~. ,:; , _'~. '~C“~“=1'i“§5t . ~~§~>~.3t~-xt. s~. ~, Ç-i'%: ti1' *x “ x . -“~. “«* «os YQNYN : ›;*Íi"§~*tt^: 'iàyt-*x 'Cú : ~“~ tits* t. ;i§› Fxtvwi. ~ ' ^ ' Xitttiitstlãtiétttt“têttittsfititiitstit**tits*M* "““Wiltifãtsitittii. = t t* x . , v . . 'q q s (Í - -, *o "t ' --›ti~: 't t : i . t. -›: -- 'N' 2st' x Asics. .. làtlíkítxtxlttílltswsüãkk 'lQt-&ii Quim . “Éltt a . t&f_x; ii§. _ , _¡. _ “ * 57x- t» l 'Í~: §.~t-'; l~: ~t *t e. x93* ', _ 'm' _x , .. 1 at¡ L- ; XEHR ç , (XXYN _- &ski; Yi~§§l~3§: tíiio11ttÍ: Â~i'i-Êk ttitttttotst ”* Íixzàlt
  16. 16. A incorporação do reagente ao solo Etapa (cimento portland) 2% sobre a massa do solo. 2% X 337,5t = 6,75t
  17. 17. s 5WNN “ t* N? ) Sàdã ___to§N 1X1_ Í ' 1 l x xxx: . it x tt *x t t. N . A . x . ~ “ . tax t v RML, &Á&WW'~ q i, , 1 i_eJ__çtgtAt ç_ , _e , f _t N; . t. x à '~~k: A¡ §x *O N Y' O i " o z x : 7' x “ 'A _ ; x _K x u) NOK t “s xsix Xt *Ã X* x lux
  18. 18. A preparação da camada após a incorporação do reagente para receber o estabilizante ECOLOPAVI l. 'mdf' Í à I ',825' 't . _ q à à - i 1 . j - _ -- -- s , ' "' *x É . ixo › - r 1 . r | ' ' , r *- . 'j-Z; . - p ¡ l V ¡. ;.: .~ »J ~ - f¡ r" . . " _ x S' 4 lr¡ ~ - 1 1: l 7téxíífemríáií» I l : ij-rn ÍWFIL, - *, vl 0 | " J n y *.41 r I 7') V '› ll' I I . l" l! ¡. CU' I Í 'al' ll 'l u Terrcgjrenageruw coníormacao Etapa 4.
  19. 19. Cálculo da Umidade Ótima de Compactação u¡ t. .. - , in 4_ q» . . , 'l i . J , I E* , i l _ r « -- _ ' , - ~ 7/“2- ' . . x . 'r wñ. w_n . ,F v a V h ¡, f:' l _Í _V JV - . r ¡ . __. V. *s __ T*"*jv '- 1 M73** l l* , 1 ¡. ... .h«_ -N. n" : ,_y . -. _ _d_ “ 4» "Í armar. ? , _i - . v - ' l z. ~»'. /.. .. .E 1'. : ; n¡ l l ; | i"': . ; ln : n III. : : :lulu ? '31 l; V1'; ':a; v4 II: 'l 1M; 'i l I; Z. I É¡ . .ç 'win 1 mu¡ i5' ' ' Nesta fase faz-se o cálculo da umidade ótima de compactação. ' O Ensaio de compactação encontrou que essa umidade é de 13,5. Então vamos precisar de um volume de água equivalente a 13,5% em relação ao volume do solo seco ' Volume do solo seco l87.5m3 13,5 96 = 25,31 m3 de água. «I- 2 . .. i u¡ . u I i. .. u¡ 'i-IÍ¡ u II. . ; lllIH t: : l: 4441:' u'. u 1 n u: : i l ul'. nf: : t: n; ;ui im : m n . ".“I| nl- Ã 'm1,' ' . ' X1¡ '
  20. 20. ' *. -›. ~»›-*: >:~í*~~**; :=t; «s» i: '~xx~r~*<›>x, &it; i“*. **. ~-“›*-'*1:*&1f*« í= .***~*: I*”x i aim* í* . l I v * K . . x «VM i 01)' 23s 4;' t 'x 'a i' 'el' *'- QÍ. ' à JK? ) , 7 = x» v ' lil*"§x§ Í' WÉ, §MR»ÍSÍÍYÔFÉ*§Í)L vii 'àgtfãi: _~. iqilã›àxça“ “à “ I ›n “É W i l_ K ç, V' __ . , a¡ n . .à Rh _WM _ vç_ yi% _'ü5| _§. : à : àÀíÉx 1. *to . ~ ' af . l ~. « , a 4 '23'- / ÊL 1 A ' . .v . . * 1” ”*->1.“§°*”~^ : "i ¡fgg/ /f/ Ílíí, x/ f “Ê ç _ __ _ _ x ~ x "à y! 'A N “SV “< Í 1 . V] . v, m» . É* ; At &vçà «ç “izíêf « K &. jll^* x L X, .pç __ 1 '“: :› u' w R¡ '»~ v 7 ', -MÍÀK ~ . j _J_ A¡¡_'__. ¡', ..Q. =E' . *zx 1' Í : I : Í x f-Ei* t_ ____a- “m 5x» r . t. x». Í: - . . 2 . , E u». x; - _ : :ç c. ; « x '_ x_ . .-1 = ' x a. a a, * , ~ x . xx an' u: p¡ , çtc-f; ' x~'~; -.u_“« -ç . ;_ ~ «xi l ” ¡m! _r a ' ' Pá? '32 “l ~ _ __ . .ú x_'_, _§: ~§ _ _ mx_ _-. _x«__ ~ › '1~'x-Ê°ÉÃ$SZKK'°'*~°Q5 K WM 'a«. <l~ê: ;.~'. =4'a*›: *:: =âêizlsàtâãaà ' Wi. tãíkkiãà . .à ' _ v¡ r . K N L k ; É i “làgl x à? ? &âíwéà ; as -taa 'Íáaítêgàâãvãàíüêiâüllk
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  22. 22. . rea. : u ' . ' u . xi-i . xe. xxx vv . ›§“' t» *Wt *ri io: . .. _, « N , “Qi . S ›_ ¡ _i_. ~~. MX . j~. x; , .- . .Km xx . x1 m** »a t* ' * “N” “ im . iii. ›if't«fixíi ~: x. "~.2it§“-*; - ii. “itíàíxiil , ._; - ç , - -, à y. . __ A. 3:¡ -_, .~ i . a , w M' 'x X353, 'à «__: '¡ a _Lxqu_ . t3 x' i” x xrxxuàgxblfx i; Wàk _'c$"i§(ã i x i *i§, §§ê$$§§5à2§§§. fj; §à': çuõpih ~, “i L s_ *i Nx @iii giras *i a §¡íç›~: :¡'&“. *! .xi . .i -_ . x- . .x «l su». iiíigicíiítàtiààtstãxa o - ieiziiitasixii O i , .~ x . .u . . Swat, kiwi; mà °i' 'ii a t_ i2' ^ : Gil a» *i: t›= i~“<: -:ii: *~. i-xixiiiii-iiiàiiiiwiiis* xwiiiiin l “it 3:** “W í“°“itií§°là“àkôàitiã§lõiii '-5 a . . ú i &Àwlàixkñ Àik Í-Ç$*x* sit. A. *x &xwâiàxixxâiitxxxsrçxxxtz * _ - , Í , ._¡p, r¡_«~r'. _' v f . .* 9a" "x *ix* -xx &Ékãítiü i ~ 0m 'A &Kçwy ç *r UNI § t: v* “Nx i“, àxflààãkíiigàizâõtbàâ §À ; Jâ- 7'/ j: : i . l i 'I / i 4 v V ' '/ / l . ., . '"~““ I 'iutr"i% A COm pactação x , . . - t , iãíiiiíititigç *'ÃÉÊIx. Ç. ,x§xl~ *à* ii x _ ç §Q%'›. _¡'. t“§3§çi¡ : Í x « _ , . V? -x Esta operação é feita dez vezes em x u «i i . l t** '. i' ãtx w WQV ih - › - 'T 2x . @**Í. *NKFɧQ ¡. cada faixa de trafego. Na faixa “V_. ,_›¡-Ê , ax. ;1v_ʧ͓Ã'/ &ÇNF _ ; i _ seguinte passar sobre 50% da faixa " . çq®çt . v ; K N» ? à anterior. @x i @iai-trt 'W ii aiii *tits “iit*iitiiii. *Nikita-*tiiçtiiw~Atiiii$xti s¡ , _:§ . xa. Ns , ¡§__§¡. ;§›, §,. xi§_, _ ¡Fiààxjlâs ; ¡§¡§'i§; _;; ¡x. ›Ç~. àQ_§›i§-›&Q Q¡ àiü A¡ @Mixà . ài x m_ É** ›. x kit . .. *i . _iu
  23. 23. ?Vittiíñxtiiãítitlftjií'? iii ôíi-*iítft * D lK'-l_'l'-. _*^ *x '. $:i1i . gli-gx *x pÇ-ãwv _y . VMA! _xÃwt-V: f * I~ ; pi 'xx &at; , guest . ' " ç c l(l. _ là): 'ü I_ ' W§Ê§%§F§Ê§ÃÀÊÊɧÊQ~ʧÊFXÃWiÍÃX$x_ ' 9ç1. &2x2§_;5^? $*§x”§ÂÉt~§'? Ê». : ;C3: . _ . _ p* V. , l) ›" 'A u tx. ;tii§§~ . :. f , f* * iu n *CW- * x , ›.*”~É^: ›“ii~›'. ~~ * * iu › , x Nf Í 1_ ma. x »ill 'ax j** tbalaY' "E í . §i“~¡t @à iq u' »p aiexitjigigi 5. -. › t. . _“ Í x 4 il - . ¡“xfçiw&§§iàiiixç§w . , , A _. Tiki? . 'Í *ly i _ s "çãfslí É . É i i : Vi X ¡ = . XE x: §§$_3~: §§; àígit: gççgigçgiàiàizç ; .., '§§§çí§gtg§i§: i1. Vi_ . .ic , É iiiiii 15333** sikraitii* i. r l-t» »iii iii-iii ii” üàüàxfféãã» xfciu 'DÍÉÁÀÉÂYÊXVE : ›'s§iiÍ'§íÕÍ/ ÀF§ÊÔXÕàÍçIÍÕͧW, Íãàéxê§uãx§xxêr_K§â§§xÍD§§ÊÕÊq 2X». .' x ' p' ' l' 'J ' ~, ' "NníVxfxx . 'x 'lx*>~'ÍI§; §.EÍ: a-É, &.~Í~B~VÀ 53a _ _ l ç . _ _›! ¡_§_, .. .y. _xx "vã-Q" a . 'xi VÍÂÂSÍ v s ; asia . o ! v 1 r 'E A_ _ . aiii i. .K . a »faia , . . l i-tX$êÍ%~k°í§ÉɧÉXIf§-§0§5ÍÊÉ *gi um « cial. :à : si: í 'k - W ç? ›i? *xx'┧f5(~1ÍZ'&QÂJ t**hi3iii*@gifiãiiiiísifiíãxtiiiiãiíiiiiiii»»iiàríx Íígçiâiãâiiêiittüiekizlia v, axa' ; :ap 'v , .53 ›* -. '_ 'av ; $3.71 _› ¡_ *, ij_; ~r«; ;f . fig g_ : x _; ,_ n “i 4.3 _ l ' ix. *xx “ w. _. --»_= 'NÊààCtÃÍÊàS-Êiã*Êàâtlzàíâàíàix "Êta-asda m” K 5 I 1 M
  24. 24. IivsTrfuTo IDESA AIVI/ ÀZÔIVIII-“t 5535?¡ 5ÍrifÍlIr)g_ri: i“-i'_ I ÉHÇY-Hhtlult- »nun-- Agradece a sua participação, sua atenção e o seu interesse. Rua Tapajós 13, 2° andar - Centro - CEP 69010150 Manaus - Amazonas - Fone (092) 30823918 E-mail - idesa@idesaamamzonia. com. br 'I Cs Ó . Í-x

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