Afirse 2007

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Apresentação na Conferência AFIRSE 2007
Proceedings, Afirse 2007

Publicada em: Educação, Tecnologia
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Afirse 2007

  1. 1. As funções da tutoria nos fóruns de discussão on-line : Contributos para a definição de uma taxionomia
  2. 2. Estrutura da comunicação <ul><li>Os objectivos da investigação </li></ul><ul><li>Fundamentação teórica </li></ul><ul><li>A estratégia da investigação </li></ul><ul><li>Resultados e comparação com investigações idênticas </li></ul><ul><li>Recomendações </li></ul>
  3. 3. Contexto: a comunidade de aprendizagem Presença Social Presença cognitiva Presença do professor Experiência de Aprendizagem Estimular a Participação Criar clima Seleccionar conteúdos
  4. 4. Objectivo da investigação <ul><li>A investigação que esteve na origem desta comunicação teve como principal objectivo, a partir da construção de um questionário sobre o papel e funções do tutor , saber quais as tarefas consideradas mais importantes pelos estudantes que frequentam cursos on-line . </li></ul>
  5. 5. Fundamentação teórica Instrução Dinamização Concepção e Organização Anderson et al. (2001) Intelectual Social Organização Paulsen (1995) Intelectual Social Organização Mason (1997) Tecnológica Pedagógica Social Organização Berge (1995) Definição das funções do tutor Investigador(es)
  6. 6. Metodologia <ul><li>As questões de investigação </li></ul><ul><li>Neste estudo, procurei responder às seguintes questões de investigação: </li></ul><ul><li>Como é que os estudantes avaliam a importância das tarefas dos tutores no fórum de discussão? </li></ul><ul><li>As diferenças demográficas influenciam significativamente essa avaliação? </li></ul><ul><li>Como é que os tutores categorizam essas funções? É possível, a partir dessa categorização, estabelecer uma taxinomia das funções dos tutores? </li></ul>
  7. 7. Metodologia <ul><li>Os instrumentos </li></ul><ul><li>Os dados para este estudo foram recolhidos através da aplicação de um questionário composto por três grandes grupos de questões: </li></ul><ul><li>O grupo A, para recolha de informação demográfica: o género, a idade e a formação académica. </li></ul><ul><li>O grupo B, para recolha de informação sobre a experiência dos participantes com os computadores, designadamente com o processador de texto, e a Internet. </li></ul><ul><li>O grupo C, constituído por um conjunto de vinte e cinco tarefas do tutor nos fóruns on-line, cuja importância os estudantes tinham de avaliar numa escala de 1 (pouco importante) a 4 (muito importante). </li></ul>
  8. 8. Metodologia <ul><li>Os participantes </li></ul><ul><li>Participaram neste estudo, na fase da aplicação do questionário, 286 estudantes de cursos de pós graduação e de Mestrado, das áreas da Educação, das Ciências Económicas e Empresariais, das Ciências Jurídicas e da Fiscalidade. </li></ul><ul><li>Posteriormente, na fase da categorização das tarefas dos tutores, participaram vinte e oito tutores de cursos on-line , todos eles professores do Ensino Básico, Secundário e Superior. </li></ul>
  9. 9. A taxionomia das funções dos tutores no fórum <ul><li>Os níveis de concordância na categorização das funções variaram, sobretudo no que diz respeito às tarefas de ensino, que alguns tutores consideram inexistentes no fórum. </li></ul><ul><li>Foram mantidas as vinte e cinco funções inventariadas em três categorias: </li></ul><ul><li>Concepção e organização do ensino </li></ul><ul><li>Dinamização/ socialização </li></ul><ul><li>Instrução/ensino </li></ul>
  10. 10. Os resultados <ul><li>Média e desvio padrão obtidos em cada uma das tarefas dos tutores no fórum </li></ul><ul><li>Análise das diferenças demográficas </li></ul><ul><li>Proposta de grelha de avaliação da reflexão crítica no fórum </li></ul>
  11. 11. Algumas conclusões e recomendações <ul><li>Os professores têm de ensinar os estudantes a fazerem as perguntas certas; mas não basta dar-lhes os meios sem os apoiar; através de uma participação activa, hábil, intencional e arguta, o professor deve conduzir as actividades com um objectivo bem delineado e comunicado aos estudantes. </li></ul><ul><li>Os professores devem dar aos estudantes as indicações de como organizar as suas intervenções e permitir-lhes accionar procedimentos de auto-regulação e de auto-monitorização das suas intervenções, tarefas consideradas essenciais a uma boa transferência das aprendizagens. </li></ul>
  12. 12. Algumas conclusões e recomendações <ul><li>A tecnologia deve permitir a identificação e a visualização das fases do debate, de molde a conduzir os estudantes para formas de reflexão progressivamente mais avançadas. </li></ul><ul><li>O/a tutor(a) deve determinar o momento em que o debate deve deixar de expandir, para entrar em formas de integração e de síntese. </li></ul>
  13. 13. Algumas conclusões e recomendações <ul><li>Há estudantes que preferem e precisam de estudar sozinhos - os momentos de colaboração devem ser judiciosamente seleccionados em função dos objectivos de aprendizagem, mas também tendo em conta – isto é fundamental – as características e o estilo de aprendizagem dos estudantes. </li></ul>
  14. 14. Algumas conclusões e recomendações <ul><li>A coesão do grupo nunca deve fazer-se à custa da reflexão crítica individual, ou abdicando da responsabilidade individual, ou à custa de elevado stresse comunicacional. </li></ul><ul><li>A tecnologia deve permitir um acesso rápido às intervenções do fórum, para que as contribuições possam ser posteriormente utilizadas pelos estudantes e facilmente avaliadas pelo tutor. </li></ul>
  15. 15. Algumas conclusões e recomendações <ul><li>Um debate assíncrono em contexto de aprendizagem tem de ser mais que um conjunto aleatório de opiniões não fundamentadas e sem orientação, uma vez que os processos superiores de cognição requerem um discurso crítico sistemático e apoiado, uma interacção sinergética e coordenada, que encare a dissonância como uma vantagem. </li></ul>

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