Ianeorigemdocoronelismo

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Ianeorigemdocoronelismo

  1. 1. <ul><li>O coronelismo institucional surgiu com a formação da Guarda Nacional, criada em 1831, como resultado da deposição de dom Pedro I, ocorrida em abril daquele ano. </li></ul>Origem do Coronelismo
  2. 2. O coronelismo <ul><li>V oto de Cabresto : na República Velha, o sistema eleitoral era muito frágil e fácil de ser manipulado. Os coronéis compravam votos para seus candidatos ou trocavam votos por bens materiais (pares de sapatos, óculos, alimentos, etc) </li></ul>
  3. 3. Política do café-com-leite <ul><li>N o começo do século XX, os estados de São Paulo e Minas Gerais eram os mais ricos da nação. Enquanto o primeiro lucrava muito com a produção e exportação de café , o segundo gerava riqueza com a produção de leite e derivados. Os políticos destes estados faziam acordos para perpetuarem-se no poder central. </li></ul>
  4. 4. Política dos Governadores <ul><li>Os governadores dos estados e o presidente da República faziam acordos políticos, na base da troca de favores, para governarem de forma tranqüila. Os governadores não faziam oposição ao governo central e ganhavam , em troca deste apoio, liberação de verbas federais. Esta prática foi criada pelo presidente Campos Sales (1898-1902) e fortaleceu o poder dos coronéis em seus estados. </li></ul>
  5. 5. O Voto <ul><li>Como o voto era aberto, os coronéis mandavam capangas para os locais de votação , com objetivo de intimidar os eleitores e ganhar votos. As regiões controladas politicamente pelos coronéis eram conhecidas como currais eleitorais. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Voto coagido </li></ul>Voto de Cabresto
  7. 7. A autoridade do Coronel
  8. 8. Fraude eleitoral <ul><li>Os coronéis costumavam alterar votos, sumir com urnas e até mesmo patrocinavam a prática do voto fantasma. Este último consistia na falsificação de documentos para que pessoas pudessem votar várias vezes ou até mesmo utilizar o nome de falecidos nas votações.  </li></ul>
  9. 9. Fim do coronelismo <ul><li>Com a Revolução de 1930 e a chegada de Getúlio Vargas à presidência da República, o coronelismo perdeu força e deixou de existir em várias regiões do Brasil. Apesar disso, algumas práticas do coronelismo, como, por exemplo, a compra de votos e fraudes eleitorais continuou existindo, por muito tempo, em algumas regiões. </li></ul><ul><li>  </li></ul>

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