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O flâneur na Avenida Paulista

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O flâneur na Avenida Paulista

  1. 1. O flâneur na Avenida Paulista Trabalho de Sociologia dos alunos do 1º ano de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero. São Paulo / SP
  2. 3. <ul><li>“ Enquanto para os pobres a rua era um interior , o lugar onde os sem-teto tinham de morar, para os ricos, o interior tornou-se uma rua , com toda a variedade de mercadorias, lojas e experiências urbanas exóticas reunida em cenários artificiais.” </li></ul>
  3. 4. <ul><li>A rua como espaço social </li></ul><ul><li>A feminização do flâneur </li></ul><ul><li>Tráfego: o fim do passeio despreocupado pela cidade </li></ul><ul><li>Locais de sociabilidade </li></ul><ul><li>O flâneur das compras e do misturar-se na multidão </li></ul><ul><li>O flâneur eletrônico </li></ul><ul><li>O labirinto </li></ul>
  4. 8. <ul><li>A rua como espaço social </li></ul><ul><li>A feminização do flâneur </li></ul><ul><li>Tráfego: o fim do passeio despreocupado pela cidade </li></ul><ul><li>Locais de sociabilidade </li></ul><ul><li>O flâneur das compras e do misturar-se na multidão </li></ul><ul><li>O flâneur eletrônico </li></ul><ul><li>O labirinto </li></ul>
  5. 12. <ul><li>“ Se o flâneur era evidentemente um tipo social masculino, então, a ascensão da loja de departamentos pode ser vista como compreendendo um processo de feminização do flâneur . </li></ul><ul><li>(...) </li></ul>
  6. 13. <ul><li>(...) </li></ul><ul><li>Essas lojas podem ser consideradas como mais uma tentativa de mudar a rua para o interior – algo que vemos no século XX com a ascensão das ruas comerciais fechadas, dos shopping centers e dos hotéis isolados.” </li></ul>
  7. 14. <ul><li>A rua como espaço social </li></ul><ul><li>A feminização do flâneur </li></ul><ul><li>Tráfego: o fim do passeio despreocupado pela cidade </li></ul><ul><li>Locais de sociabilidade </li></ul><ul><li>O flâneur das compras e do misturar-se na multidão </li></ul><ul><li>O flâneur eletrônico </li></ul><ul><li>O labirinto </li></ul>
  8. 17. <ul><li>“ Um outro motivo muito citado do declínio do flâneur é a ascensão do tráfego . </li></ul><ul><li>O surgimento do automóvel e o estreitamento e desaparecimento de calçadas é visto como marco do fim do passeio despreocupado pela cidade .” </li></ul>
  9. 18. <ul><li>A rua como espaço social </li></ul><ul><li>A feminização do flâneur </li></ul><ul><li>Tráfego: o fim do passeio despreocupado pela cidade </li></ul><ul><li>Locais de sociabilidade </li></ul><ul><li>O flâneur das compras e do misturar-se na multidão </li></ul><ul><li>O flâneur eletrônico </li></ul><ul><li>O labirinto </li></ul>
  10. 22. <ul><li>Eles vendem artigos que podem ser levados para casa e experiências que podem ser consumidas no local. Oferecem, ainda, experiências gratuitas (ou incluídas no ingresso geral), na forma do ambiente estetizado e desenhado. </li></ul><ul><li>(...) </li></ul>
  11. 23. <ul><li>(...) </li></ul><ul><li>Esses lugares são assim projetados para serem – e são usados como – locais de sociabilidade e associação ; as pessoas circulam, olham, conversam, brincam e participam de formas de exibição.” </li></ul>
  12. 24. <ul><li>A rua como espaço social </li></ul><ul><li>A feminização do flâneur </li></ul><ul><li>Tráfego: o fim do passeio despreocupado pela cidade </li></ul><ul><li>Locais de sociabilidade </li></ul><ul><li>O flâneur das compras e do misturar-se na multidão </li></ul><ul><li>O flâneur eletrônico </li></ul><ul><li>O labirinto </li></ul>
  13. 28. <ul><li>“ já se afirmou que o flâneur das compras contemporâneo é um consumidor de experiências que busca os estímulos e sensações estéticas dos espaços urbanos, gozando a liberdade de misturar-se na multidão e no mundo .” </li></ul>
  14. 29. <ul><li>A rua como espaço social </li></ul><ul><li>A feminização do flâneur </li></ul><ul><li>Tráfego: o fim do passeio despreocupado pela cidade </li></ul><ul><li>Locais de sociabilidade </li></ul><ul><li>O flâneur das compras e do misturar-se na multidão </li></ul><ul><li>O flâneur eletrônico </li></ul><ul><li>O labirinto </li></ul>
  15. 32. <ul><li>“ Em contraste com o lento flanar do flâneur , que tem de ir até a esquina para mudar de direção, o flâneur eletrônico pode, por assim dizer, saltar de uma rua para outra, a qualquer momento.” </li></ul><ul><li>(...) </li></ul>
  16. 33. <ul><li>“ (...) </li></ul><ul><li>o salto, para continuar na metáfora, pode se dar em direção a outra cidade: não somente a cidade do flâneur é um mundo , como o mundo se transformou em sua cidade, com tudo potencialmente acessível e visível.” </li></ul>
  17. 34. <ul><li>A rua como espaço social </li></ul><ul><li>A feminização do flâneur </li></ul><ul><li>Tráfego: o fim do passeio despreocupado pela cidade </li></ul><ul><li>Locais de sociabilidade </li></ul><ul><li>O flâneur das compras e do misturar-se na multidão </li></ul><ul><li>O flâneur eletrônico </li></ul><ul><li>O labirinto </li></ul>
  18. 38. <ul><li>“ Na verdade, o CD-ROM é como um labirinto: há múltiplos caminhos e pontos de entrada e saída , sem nenhuma possibilidade de uma única rota correta.” </li></ul>
  19. 39. <ul><li>A rua como espaço social </li></ul><ul><li>A feminização do flâneur </li></ul><ul><li>Tráfego: o fim do passeio despreocupado pela cidade </li></ul><ul><li>Locais de sociabilidade </li></ul><ul><li>O flâneur das compras e do misturar-se na multidão </li></ul><ul><li>O flâneur eletrônico </li></ul><ul><li>O labirinto </li></ul>
  20. 41. FIM
  21. 42. Encerrar apresentação
  22. 43. VOLTAR
  23. 44. VOLTAR
  24. 45. VOLTAR
  25. 46. VOLTAR
  26. 47. VOLTAR
  27. 48. VOLTAR
  28. 49. VOLTAR
  29. 50. VOLTAR
  30. 51. VOLTAR
  31. 52. VOLTAR
  32. 53. VOLTAR
  33. 54. VOLTAR
  34. 55. VOLTAR
  35. 56. VOLTAR
  36. 57. VOLTAR
  37. 58. VOLTAR
  38. 59. VOLTAR
  39. 60. VOLTAR
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