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O DRG Brasil é uma metodologia sofisticada de compra e venda de serviços, gerenciamento de custos e da qualidade assistencial-hospitalar, que permite a elaboração de pacotes - clínicos e cirúrgicos - para a comercialização de serviços hospitalares, tendo como base informações coletadas a partir da internação. Tem como base a metodologia DRG - Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados), concebida em Yale e há anos em uso por governos, hospitais e operadoras em países da América do Norte, de toda a Europa ocidental, da África (África do Sul), da Ásia e da Oceania. 
O DRG Brasil Refinado é a substituição dos códigos americanos pelos códigos de saúde brasileiros (da Saúde Suplementar e do SUS), adaptando-os ao perfil epidemiológico e estrutural do sistema de saúde do nosso País.

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DRG Brasil - Operadoras

  1. 1. Refinadoaoperfil epidemiológicoeestruturaldo sistemadesaúdedoBrasil. Metodologia de Gestão para Operadoras
  2. 2. DRG Brasil Refinado Uma nova metodologia em contínua adaptação ao sistema de saúde brasileiro O DRGBrasil é uma metodologia sofisticada de compra de serviços, gerenciamento de custos e da qualidade assistencial-hospitalar, que permite a mudança para a compra de serviços hospitalares por PROCEDIMENTOS GERENCIADOS - clínicos e cirúrgicos que tem como base informações coletadas a partir da internação de pacientes. O produto DRGBrasilfoi desenvolvido no Brasil por médicos PhD’s da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, em parceria com o Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde – IAG Saúde, para atender às necessidades brasileiras de codificação de doenças e de procedimentos, tendo como base a metodologia DRG-DiagnosisRelatedGroups (Grupos de Diagnósticos Relacionados), hoje em uso por governos, hospitais e operadoras de serviços de saúde em quase todo o mundo. Após 10 anos de trabalho, foi lançado em 2011 o DRGBrasil, que consiste no Medical Severity Diagnosis Related Groups (MS-DRG) – utilizado desde os anos 80 e atualizado anualmente pelo governo norte-americano – adaptado aos códigos de saúde brasileiros da Saúde Suplementar e do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, o DRGBrasil é utilizado em diversas regiões do Brasil por operadoras de saúde suplementar que cobrem aproximadamente 4 milhões de vidas, e por mais de 180 hospitais, já tendo avaliado o desempenho econômico e assistencial de mais de 250 mil altas hospitalares. Conheça os números exatos acessando o site: www.drgbrasil.com.br Essa base de informações, acumulada ao longo de cinco anos de uso, permitiu um segundo grande salto de adaptação da metodologia do DRGà realidade brasileira: trata-se do refinamento, que aumenta a capacidade de discernimento das diversas categorias de custo dentro da realidade epidemiológica dos pacientes brasileiros e da estrutura do sistema de saúde. O DRGBrasilRefinadoé o MS-DRG do governo norte-americano facilmente aplicável ao Brasil, por substituir os códigos americanos pelos códigos de saúde brasileiros (da Saúde Suplementar e do SUS), adaptando-os ao perfil epidemiológico e estrutural do sistema de saúde do nosso País. O caminho do DRGBrasilRefinadoé o mesmo aplicado na maior parte do mundo (África do Sul e países da América do Norte, Europa Ocidental, Ásia e Oceania), que se vale de um método amadurecido por quase 50 anos de uso do MS-DRG. Após a implantação da metodologia em um determinado país, são feitos os modelamentos que refinam sua capacidade de discernimento por levar em conta o perfil epidemiológico e estrutural do sistema de saúde local. OprocessoderefinamentodoDRGBrasil: 1ª FASE 2ª FASE 3ª FASE 4ª FASE Informatização do MS-DRG (Medical Severity –Diagnosis Related Groups - Governo americano) e tabela de equivalência para os códigos da Saúde Suplementar e do SUS Validação da metodologia em pesquisas de campo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Ferramentas gerenciais para Governança Clínica incorporadas à metodologia. – Início da comercialização do DRG Brasil: 2011 DRGBrasilRefinado: Refinamento do MS-DRG (Governo americano) para as características da população e do sistema de saúde brasileiros
  3. 3. Como funciona a metodologia DRGBrasil A metodologia define em categorias os tratamentos hospitalares (produtos) através da combinação dos seguintes dados coletados na internação dos pacientes: diagnósticos (principal e secundário), comorbidades, idade e procedimentos. Cada categoria do DRGBrasilé um produto, clínico ou cirúrgico, que tem a quantidade de recursos necessários para cada tipo de tratamento hospitalar: materiais, medicamentos e diárias, bem como os resultados assistenciais esperados, incluindo mortalidade e complicações associadas ao tratamento. Existem, hoje, 784 produtos DRG. Ao dar entrada em um hospital, o paciente é cadastrado em uma das categorias de DRGBrasil, baseado em seu diagnóstico inicial. Ao categorizar o paciente em um determinado produto DRG, o hospital e a operadora de saúde já têm os parâmetros pré-estabelecidos para conduzir o atendimento, tais como custos e tempo de permanência em internação para uma adequada resposta terapêutica e a condição segura para a alta hospitalar. Isso permite um melhor gerenciamento dos custos hospitalares, uma avaliação de qualidade do serviço prestado e do desempenho da equipe multidisciplinar, bem como a prevenção de erros e eventos adversos. Por mensurar com antecedência o valor dos custos assistenciais, o DRGBrasil permite que as organizações de saúde se planejem e tenham como foco a qualidade do serviço prestado no atendimento ao paciente, mudando radicalmente a forma de valorar o custo assistencial no Brasil: ao invés de focar na administração da quantidade de recursos gastos em cada tratamento, como é feito atualmente no País, as organizações de saúde passarão a ter a “relação recursos utilizados x qualidade entregue” levando em consideração a complexidade assistencial dos pacientes. É um instrumento que auxilia as operadoras a cumprir diversos requisitos legais da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), como a ResoluçãoNormativa nº267, de 24 de agosto de 2011, que institui o Programa de Divulgação da Qualificação de Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar; a Resolução Normativanº275, de 1º de novembro de 2011, que dispõe sobre a Instituição do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar (QUALISS); a ResoluçãoNormativanº277,de 4 de novembro 2011, que institui o Programa de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde e o Acordo de 6/12/12, que adota o Novo Modelo para Remuneração de Hospitais.
  4. 4. Módulos DRGBrasil - Operadoras Para as operadoras da saúde suplementar, o DRGBrasilse desdobra em oito módulos: 1 Categorizador de pacientes Neste módulo do DRGBrasilo sistema define a qual categoria de DRG o paciente pertence. Para esta definição, o codificador faz a leitura do prontuário, na alta hospitalar, e levanta diagnósticos e procedimentos realizados. Os dados são inseridos no software que gera automaticamente o DRG. Este módulo é a base para todos os outros módulos gerenciais do sistema. A partir da categorização é possível definir o perfil nosológico, avaliar o desempenho assistencial em comparação com referenciais internacionais e nacionais e criar condições para a gestão clínica e de custos hospitalares. Além disso, podem ser criados novos modelos de venda de serviços hospitalares, inclusive a composição de procedimentos gerenciados. Fazem parte deste módulo dois tipos de suporte: um de tecnologia da informação (TI) e outro relacionado à codificação das informações assistenciais. Ganhos: • Composição de procedimentos gerenciados; • Redução da sinistralidade hospitalar; • Redução dos custos administrativos; • Aumento da transparência e confiança no relacionamento operadora/prestador; • Melhoria dos níveis de saúde dos beneficiários. 2 Autorizador de tempo de internação e prorrogação Este módulo do DRGBrasilé um sistema eletrônico que permite a definição do tempo de internação à admissão e da sua prorrogação. O DRGBrasil integra-se ao sistema administrativo da operadora para: Solicitar e autorizar o tempo de internação, de acordo com o tempo de permanência definido na categoria do DRG em que o paciente foi inicialmente listado; Solicitar a prorrogação do tempo de internação, gerando informações relacionadas aos novos diagnósticos achados, permitindo reavaliar o tempo de internação definido para a nova categoria de DRG. Ganhos: • Previsibilidade do tempo médio de internação; • Controle dos custos de internação. 3 Auditoria e gestão assistencial Este módulo do DRGBrasilpermite a mudança de foco da operadora do modelo de auditoria de contas para auditoria centrada na assistência e nos seus resultados, criando as bases para a gestão assistencial. As comparações, parametrizáveis, são realizadas automaticamente baseadas em padrões internacionais e nacionais. Nestemóduloocorreaidentificaçãodosseguintespacientes: Sensíveis ao cuidado primário; Reinternados; Com condições adquiridas; Com óbitos potencialmente previsíveis; De elevada complexidade e de alto custo pela alta utilização; Elegíveis para integração aos Programas de Promoção de Saúde ou de Gerenciamento de Crônicos; Elegíveis para os programas de desospitalização, identificando aqueles que ultrapassam o tempo de internação de acordo com a categoria de DRG e o referencial internacional; Que formam o perfil nosológico de internados para planejamento do sistema de saúde. • • •
  5. 5. Neste módulo do DRGBrasil as operadoras podem analisar os consumos e determinar os valores médios de consumo de materiais, medicamentos , OPME e permanência esperados por categoria de DRG, levando em consideração a complexidade assistencial. Os consumos que extrapolem o padrão estabelecido por categoria de DRG poderão ser identificados em tempo real, direcionando a análise e a auditoria de contas, tornando-a mais ágil, econômica e eficaz. Além disso, o módulo permite a construção de bases para negociação que considerem o consumo de material, medicamento e OPME, ajustado à complexidade assistencial mensurada pelo DRGBrasil. 4 Gestão de custos de materiais, medicamentos e OPME 5 Gestão de desempenho de hospitais e médicos O software DRGBrasilemite relatórios com todos os pacientes elegíveis para a auditoria e direciona as atividades do auditor dentro de cada unidade hospitalar, o qual pode registrar análises críticas e relatar não conformidades. Ganhos: • Redução da sinistralidade pela melhoria da assistência; • Cuidado aos pacientes de alta utilização do sistema de saúde, baseado no perfil epidemiológico; • Avaliação da efetividade dos programas de promoção de saúde, gerenciamento de casos complexos e crônicos e desospitalização, incluindo as variações de custo e da ocorrência de reinternação; • Planejamento e controle da qualidade do sistema de saúde, com foco em prioridades baseadas no perfil nosológico, na melhoria da atenção primária, na melhoria do cuidado pós alta e na segurança de assistência hospitalar; • Atendimento aos requisitos da Resolução Normativa 277/2011, da ANS, na sua Dimensão 5: Programas de Gerenciamento de Doenças e Promoção da Saúde. • • • Ganhos: • Redução do custo administrativo para a análise da conta; • Aumento da eficácia do sistema de análise de conta; • Controle do consumo de materiais, medicamentos e OPME; • Determinação de bases para a comparação de desempenho de consumo de materiais medicamentos e OPME, entre médicos e hospitais, levando em conta a complexidade dos casos. Neste módulo do DRGBrasil, a operadora pode acompanhar o desempenho econômico e assistencial por médico, por equipe, por especialidade, por procedimento e por hospital, levando em consideração a complexidade dos casos atendidos, por meio de painéis (dashboard). É possível avaliar se um hospital de alto custo é realmente caro ou se atende pacientes mais complexos, bem como se um hospital de baixo custo só alcança esses resultados porque seleciona casos de baixa complexidade. Por meio dos relatórios, é possível identificar se os custos de entrega, por grupo de DRG, foram diferentes do esperado, assim como se os resultados assistenciais foram efetivos. Ganhos: • Possibilidadedecompararprestadoresquantoaocusto(material,medicamento,OPME, diárias etc.) e quanto ao desempenho assistencial (óbito, complicações, reinternações), criando as bases necessárias para a negociação com a rede de prestadores; • Direcionamento e concentração dos serviços assistenciais nos prestadores mais efetivos (hospitais e médicos); • Estruturação das bases para um sistema de pagamento por resultados; • Estabelecimento de projetos de melhoria do desempenho, com compartilhamento dos ganhos desta melhoria; • Atendimento aos requisitos da Resolução Normativa 277/2011, da ANS, em sua Dimensão 2: Dinâmica da Qualidade e Desempenho da Rede Prestadora.
  6. 6. Neste módulo do DRGBrasil o usuário – e quem mais ele autorizar - pode acessar, via web, seu(s) resumo(s) de alta hospitalar com todos os diagnósticos e procedimentos realizados nas diversas internações ao longo de sua vida. Este resumo de alta apresenta elevada qualidade, pois um codificador treinado faz, no software, a leitura do prontuário, na alta hospitalar, e levanta e registra todos os diagnósticos e procedimentos realizados. Há um elevado custo da operadora comprando métodos (consultas, exames, etc.) para definir diagnósticos. Todo esse investimento pode ser desperdiçado se os diagnósticos não estiverem arquivados e disponíveis em tempo real a todos os pontos de encontro do paciente com o sistema de saúde. Ganhos: • Preservação e compartilhamento da informação assistencial; • Acessibilidade ampla pela disponibilidade via web; • Elevado nível de segurança da informação; • Melhoria dos níveis de cuidado do usuário; • Empoderamento do usuário. O sistema DRGBrasilpermite a realização de Análise Crítica dos desempenhos econômicos de cada médico e das equipes assistenciais, porta de entrada para Relatos de Não Conformidade (RNC) e estabelecimento de Projetos de Melhoria. Os participantes do gerenciamento podem, através do Gerenciador Eletrônico de Documentos, realizar troca eletrônica de documentos, arquivar e controlar documentos, incluindo rotinas e protocolos. O módulo de Processos permite mapear os processos como forma de melhorar o desempenho, assim como construir linhas de cuidado. A aplicação possui ainda um módulo de Gerenciamento de Riscos, que instrumentaliza as equipes multidisciplinares para estabelecer programas de gerenciamento de riscos para a melhoria assistencial. 6 Resumo de alta hospitalar 7 Compra de serviços por procedimentos gerenciados 8 Módulos administrativos A metodologia do DRGBrasildisponibiliza as categorias de procedimentos gerenciados possíveis em uma relação comercial com os hospitais: são 784 categorias de DRG, levando em conta a complexidade dos casos, baseadas na combinação das diversas condições clínicas, procedimentos e idade de cada paciente. A partir das informações de custo de compra desses procedimentos na rede de hospitais, é possível estabelecer o custo de cada procedimento DRG para a compra dos serviços. Nesse módulo também é gerada a fatura para pagamento por procedimento gerenciado para hospitais e médicos. Possui, ainda, funcionalidades que permitem introduzir o pagamento por ganhos de produtividade e qualidade assistencial. Assim, o processo de compra de serviços hospitalares se torna simples e transparente. Ganhos: • Redução da sinistralidade pelo uso de “pacotes” que estimulam a gestão de custos pela rede prestadora; • Gestão orçamentária baseada no perfil nosológico; • Redução dos custos administrativos, pela diminuição do sistema de controle de compra de serviços hospitalares; • Redução da desconfiança e simplicidade de faturamento.
  7. 7. www.drgbrasil.com.br drgbrasil@drgbrasil.com.br

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