MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE
DO NORTE
CÂMPUS PAU DOS FERROS
PE...
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE
DO NORTE
CÂMPUS PAU DOS FERROS
Gr...
SUMÁRIO
1 O PROCESSO DE FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO .......................................1
1.1 A emancipação política ...........
5.1.1 Agricultura............................................................................................................
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1 - O PROCESSO DE FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO:
Podemos afirmar que o ponta pé inicial para a criação da cidade de Marcelino Vi...
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O município de Marcelino vieira se desanexou politicamente da cidade de Pau dos
Ferros no dia 24 de Novembro de 1953. E ...
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2–GEOGRAFIA:
2.1 - LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA:
O município de Marcelino Vieira está situado na Mesorregião Oeste Potiguar e
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O CLIMA é definido pelo conjunto de fenômenos meteorológicos, como a chuva, a
temperatura, a pressão atmosférica, a umid...
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agricultura e o rebanho de gado, que é amenizado através de carros pipas.Já no inicio de 2014
ainda não há previsão de c...
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2.3–Hidrografia
O município de Marcelino vieira esta localizado entre serras, planícies e valas de rios e
riachos, em vi...
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2.4–Solos
Podemos chamar de solos a coleção de corpos naturais compostos por água, ar,
matéria orgânica (encontrada nos ...
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Ocorrem em regiões com excessiva deficiência hídrica anual, sendo necessário o
emprego de irrigação nas culturas menos r...
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3 – DEMOGRAFIA:
“Vieirense” é o gentílico referente aqueles que são naturais de Marcelino Vieira. A
maioria deles tem o ...
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População População
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População
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População
(2010)
% do
Total
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Estrutura
Etária
População
(1991)
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Total
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População
(2000)
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Total
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População
(2010)
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IDHM e componentes 1991 2000 2010
IDHM Educação 0,093 0,251 0,510
% de 18 anos ou mais com ensino fundamental
completo
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PIB per capita, portanto, é o produto interno bruto dividido pela número de habitantes
de um país, região ou estado. Em...
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Por fim, podemos afirmar que os dados coletados sobre emprego, consumo, produção,
etc., são imprescindíveis para os pla...
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4– TURISMO:
4.1 - Jegue folia
Para não ficar fora do embalo dos carnavais foras de época, ou seja, das micaretas, os
id...
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4.2 -Bloco das virgens
Trata-se de um “esquenta” para o Jegue Folia. Esse bloco sai as ruas acompanhado de
paredões de ...
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Figura (04): Construções no complexo
Fonte: Blog Mundi (http://www.mundi.com.br/Fotos-Marcelino-Vieira-2712055.html)
Fi...
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4.4 – Festa do padroeiro Santo Antônio, ou “Festa de Junho”
De 03 a 13 de Junho a cidade passa a ter ruas enfeitadas co...
19
Figura (07): Programação social de 2012
Fonte: Blog Folha em Dia
Figura (08): Apresentação cultural do grupo de teatro ...
20
5 – ECONOMIA:
5.1 - Setor Primário
Como já foi mencionado, o PIB per capita de Marcelino Vieira é em torno de R$5.000.
...
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Produção Quantidade
Bovinos 9 465
Suínos 1 245
Caprinos 781
Equinos 352
Ovinos 4 110
Asininos 234
TABELA 07: Pecuária v...
22
5.2 - Setor Secundário
O setor secundário do município de Marcelino Vieira é o que menos contribui para a
economia da c...
23
6 – MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO VIEIRENSE:
No período de 2000 a 2010, a proporção de crianças de 5 a 6 anos na es...
24
REFERÊNCIAS:
Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Perfil do Município de
Marcelino Vieira, RN. Disponível em...
25
uivos/Perfil%202008/S%C3%A3o%20Miguel.pdf>. Acesso em: 24 de novembro de
2013.
Instituto de Desenvolvimento Sustentável...
26
<http://www.cprm.gov.br/rehi/atlas/rgnorte/relatorios/MAVI082.PDF> Acesso em: 24
de novembro de 2013.
Significados. Sig...
27
ANEXO A – Tabelas sobre escolaridade/frequência escolar vieirense
2.4%
4.8%
0.9%
58.7%
33.2%
Escolaridade da população ...
28
FONTE: PNUD, IPEA E FJP
24%
13%
10%
5%
44%
1% 3%
Frequência escolar de 15 a 17 anos - Marcelino Vieira - RN -
2010
Não ...
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SUMÁRIO
1 O PROCESSO DE FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO .......................................1
1.1 A emancipação política ....................................................................................... 2
2 GEOGRAFIA ...................................................................................................... 3-8
2.1 Localização geográfica ........................................................................................ 3
2.2 Clima ..................................................................................................................... 3
2.3 Hidrografia ........................................................................................................... 6
2.4 Solos ....................................................................................................................... 7
2.5 Vegetação .............................................................................................................. 8
3 DEMOGRAFIA ................................................................................................... 9-14
4 TURISMO ............................................................................................................ 15-19
4.1 Jegue folia ............................................................................................................. 15
4.2 Bloco das virgens .................................................................................................. 16
4.3 Complexo turístico religioso ................................................................................ 16
4.4 Festa do padroeiro Santo Antônio, ou “Festa de Junho” ................................. 18
5 ECONOMIA ......................................................................................................... 20-22
5.1 Setor primário ....................................................................................................... 20
5.1.1 Agricultura............................................................................................................... 20
5.1.2 Criação..................................................................................................................... 20
5.2 Setor secundário ..................................................................................................... 22
5.3 Setor terciário .........................................................................................................22
6 MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO VIEIRENSE ......................23
REFERÊNCIAS ..................................................................................................... 24
ANEXO A – Tabelas sobre escolaridade/frequência escolar vieirense ............. 27

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Perfil de Marcelino Vieira

  1. 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMPUS PAU DOS FERROS PERFIL DAS PEQUENAS CIDADES DA MICRORREGIÃO DE PAU DOS FERROS/RN MARCELINO VIEIRA-RN Pau dos Ferros/RN 2013
  2. 2. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMPUS PAU DOS FERROS Grupo: Breno Matheus Rego do Nascimento Iago Felipe Camilo Souza Lorena Thays Rodrigues Sampaio Maria Andreza Costa de Oliveira RyssiaRaynalle Magalhães Nogueira de Souza Trabalho apresentado a disciplina de geografia como pré-requisito avaliativo do 3º bimestre. Orientado pelo professor: Renato Brasil. Pau dos Ferros/RN 2013
  3. 3. SUMÁRIO 1 O PROCESSO DE FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO .......................................1 1.1 A emancipação política ....................................................................................... 2 2 GEOGRAFIA ...................................................................................................... 3-8 2.1 Localização geográfica ........................................................................................ 3 2.2 Clima ..................................................................................................................... 3 2.3 Hidrografia ........................................................................................................... 6 2.4 Solos ....................................................................................................................... 7 2.5 Vegetação .............................................................................................................. 8 3 DEMOGRAFIA ................................................................................................... 9-14 4 TURISMO ............................................................................................................ 15-19 4.1 Jegue folia ............................................................................................................. 15 4.2 Bloco das virgens .................................................................................................. 16 4.3 Complexo turístico religioso ................................................................................ 16 4.4 Festa do padroeiro Santo Antônio, ou “Festa de Junho” ................................. 18 5 ECONOMIA ......................................................................................................... 20-22 5.1 Setor primário ....................................................................................................... 20
  4. 4. 5.1.1 Agricultura............................................................................................................... 20 5.1.2 Criação..................................................................................................................... 20 5.2 Setor secundário ..................................................................................................... 22 5.3 Setor terciário .........................................................................................................22 6 MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO VIEIRENSE ......................23 REFERÊNCIAS ..................................................................................................... 24 ANEXO A – Tabelas sobre escolaridade/frequência escolar vieirense ............. 27
  5. 5. 1 1 - O PROCESSO DE FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO: Podemos afirmar que o ponta pé inicial para a criação da cidade de Marcelino Vieira foi dado pelo latifundiário Antônio Fernandes de Oliveira quando ele fez uma doação de parte de suas terras, passagem do freijó, para construção da capela. Em virtude de uma promessa feita e alcançada a Santo Antônio, fato comum entre os fazendeiros da época. A promessa em questão tratava-se de um pedido para que sua família não fosse atingida pela grande epidemia de cólera, sarampo e diarreia, entre outras doenças, que assolavam toda a região. E como não havia recursos para cura da doença, o tenente de Varzinha, Antônio Fernandes apostou no devoto para se proteger das doenças. Na época, no município de Pau dos Ferros, cerca de 200 pessoas foram vitimas e chegaram a falecer. Depois de efetuada a doação, por meio de uma escritura publica ficou na responsabilidade do vigário de pau dos ferros, padre Bernardino José Fernandes de Queiroz, solicitar a licença para construir a capela, como também a celebração da primeira missa na nova capela, concluída em 1863. Em 1868, com a influência do padre Bernardino o povoado de passagem do frejó passou a ser chamado de Vitória. Logo mais, em 1890 passou a categoria de distrito. Através de um projeto realizado pelo representante da região, Marcelino Vieira da Costa. A partir do ocorrido, iniciou-se a tentativa de desligamento de Pau dos Ferros e Alexandria. Tendo como maior adversário, Joaquim Correia, chefe politico com uma enorme influencia em toda região. O mesmo conseguiu revogar o primeiro decreto de independência de Vitoria (decreto N° 66/1890). Então, apenas em 1940, foi estabelecida a denominação de Vila Vitoria. Com o decreto N° 06 de 09 de Outubro de 1940. Em homenagem aos primeiros habitantes da localidade, Vila de Vitoria passou a ser chamada de Vila de Panatis, denominação que novamente não durou por muito tempo. O deputado Israel Ferreira Nunes, apresentou um projeto em prol da independência da Vila, que ganhou sua autonomia politica, com a assinatura do decreto N° 909 de 24 de Novembro de 1953, assinado pelo governador Silvio pizza Pedrosa. Marcelino Vieira ganhou o nome do benfeitor da região, Marcelino Vieira da Costa. Tendo como primeiro prefeito eleito José Calazans Fernandes, em 03 de Janeiro de 1955 até 1960.
  6. 6. 2 O município de Marcelino vieira se desanexou politicamente da cidade de Pau dos Ferros no dia 24 de Novembro de 1953. E está localizado na Zona Oeste do Rio Grande do Norte, abrangendo uma área de 323 km². 1.1 - A emancipação política A emancipação política da vila Panatis, que futuramente se tornaria o município de Marcelino Vieira, foi um processo duradouro a partir da assinatura de decretos e da união da população em prol de um único objetivo: o reconhecimento da vila. Tudo começou com o surgimento de um pequeno povoado, o qual em 1890 foi elevado a categoria de vila pelo decreto nº66/1890 assinado pelo Governador do Rio Grande do Norte Pedro Velho. Várias foram as tentativas de independência daquele povoado, porém todas foram barradas pelo deputado Joaquim Correia, que também lutava pela revogação do decreto nº 66 - luta que foi em vão, após 50 anos de desavenças o decreto de nº 06/1940 estabeleceu que o povoado passaria a se chamar oficialmente “Vila de Vitória”. Em 1943 a vila passou a chamar-se “Vila de Panatis” em homenagem aos índios Panatis – primeiros habitantes da região. O povo continuou a luta pela independência,derrotando todos os obstáculos até a aparição do Deputado Estadual Israel Ferreira Nunes, o qual foi responsável pelo decreto final nº 909/1953 que finalmente desmembrou partes dos municípios de Alexandria e de Pau dos ferros originando um novo município, o qual recebeu o nome de “Marcelino Vieira” em cortesia ao grande defensor Marcelino Vieira da Costa – agricultor e criador paraibano muito admirado pelo povoado. Tendo finalmente conquistado a independência, o município elegeu o agropecuarista João Batista Fernandes Vieira – filho de Marcelino Vieira - como seu primeiro prefeito. Desse modo a comunidade abriu as portas para o desenvolvimento e o progresso. Atualmente possui quase 9 mil habitantes e no dia 24 de novembro de 2013 completou 60 anos de uma história que ainda será contada e recontada por várias gerações.
  7. 7. 3 2–GEOGRAFIA: 2.1 - LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA: O município de Marcelino Vieira está situado na Mesorregião Oeste Potiguar e Microrregião de Pau dos Ferros-RN, limitando-se com os municípios dePau dos Ferros e Rafael Fernandes a norte; Tenente Ananias a sul; Pilões, Antônio Martins e Alexandria a leste; José da Penha e novamente Rafael Fernandes a oeste. Abrange uma área de 345,711 km² e distancia-se de Natal, cidade capital do estado, cerca de 395 km. Mapa (01):Localização geográfica do município de Marcelino Vieira-RN. Fonte: Wikipédia 2.2 - Clima O Rio Grande do Norte possui uma ampla variedade de climas, para ser mais específico temos no estado cinco tipos, que são: O úmido, sub-úmido, sub-úmido seco, semi- árido e semi-árido rigoroso. Mas o que é clima? Segundo Varejão-Silva (2006), em suas análises ele definiu clima como:
  8. 8. 4 O CLIMA é definido pelo conjunto de fenômenos meteorológicos, como a chuva, a temperatura, a pressão atmosférica, a umidade do ar e os ventos que caracterizam uma região. O CLIMA de um local só é definido após vários anos de observações. (VAREJÃO-SILVA, 2006) Com relação ao município de Marcelino vieira o clima predominante é o semi-árido que caracteriza-se por baixo volume pluviométrico, com chuvas escassas e irregulares,temperaturas relativamente altas e baixa umidade. Conforme o IDEMA o município possui como características de clima semi-árido, com altas temperaturas que variam de 21,0ºC a mínima a 36,0 ºC para a máxima estabelecendo uma média de 28,1 ºC, com índices pluviométrico igual a 750 mm e um período chuvoso que se estende de fevereiro a maio. O mapa (01) a seguir expõe o nível de precipitação do estado durante o período de agosto de 2013. Mapa (02): Precipitação - Agosto FONTE: IPARN/2013 No estado os índices pluviométricos desde 2012 estão abaixo do normal. Os municípios mais afetados são os que se localizam no interior do estado, abrangendo o município de Marcelino vieira que vem passando por uma grande estiagem, que prossegue ao longo do ano de 2013 e não possui previsões para seu termino, este cenário vem causando ao município problemas de abastecimento urbano, já na zona rural a falta de água compromete a
  9. 9. 5 agricultura e o rebanho de gado, que é amenizado através de carros pipas.Já no inicio de 2014 ainda não há previsão de chuva, o município permanece nas mesmas condições. O mapa abaixo foi disponibilizado pela EMPARN (Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio Grande do Norte) que exemplifica melhor a situação dos municípios do estado com estiagem no início do ano de 2013. Mapa (03): CHUVAS ACUMULADAS FONTE: EMPARN É visível no mapa que a estiagem no Rio Grande do Norte esta presente em todos os municípios estudados (127), nos quais compreendem como locais de clima muito seco. Dentre esses municípios é possível visualizar no mapa que Marcelino Vieira também esta inserido neste aspecto, no que implica que a situação de estiagem vem se prolongando, causando mais preocupações as autoridades do município, mediante a situação de seca vigente na cidade as medidas necessárias para reduzir os efeitos da estiagem na zona rural estão sendo realizadas.
  10. 10. 6 2.3–Hidrografia O município de Marcelino vieira esta localizado entre serras, planícies e valas de rios e riachos, em virtude disso passam pelo município vários rios e córregos. O rio, no qual o município está totalmente inserido na sua bacia hidrográfica é o rio Apodi-Mossoró que nasce no município de Luiz Gomes, no qual faz divisa com o estado da Paraíba, e deságua no mar entre as cidades de Grossos e Areia Branca. Os principais rios do município são o Apodi e o Pilões. Em concordância com Valdecir-Nascimento o mais importante açude do município com a capacidade de 100 000 m3 é o açude caiçara, que passa pela cidade com o nome de rio Panatis, indo desaguar na barragem de Pau dos Ferros. O município ainda possui riachos que banham o município, os principais deles são: Algodões, Albuquerque e o barro preto. A figura (01) a seguir mostra o rio Apodi-Mossoró. FIGURA (01): RIO APODI-MOSSORÓ FONTE: WIKIPEDIA COMMONS
  11. 11. 7 2.4–Solos Podemos chamar de solos a coleção de corpos naturais compostos por água, ar, matéria orgânica (encontrada nos restos animais e vegetais), e minerais (que vêm das alterações das rochas, por exemplo, a areia da praia e o barro). No Rio Grande do Norte concentra-se uma grande diversidade de solos. Segundo (SILVA et tal, 2010, p 117.) essa diversidade está relacionada aos vários materiais de origens dos solos no estado, tais como sedimentos aluviais e coluviais, dunas , mangue, calcário, arenito, micaxitos, quartzitos, basaltos, granitos e gnaisses. No município de Marcelino Vieira – RN, os solos predominantes são o Podzólico Vermelho-Amarelo, mais abundante, e o Bruno Não-Cálcico, encontrado em menor abundância. Os solos Podzólico Vermelho-Amarelo apresentam grande variaçõesmorfológicas e analíticas, apresenta textura argilosa, com variadas profundidades, com ou sem presença de calhaus e cascalhos. Podem ser encontradas pedras em alguns destes solos. Contém grande diversidade de atributos de interesse agronômico: profundidade, textura, eutrofismo, distrofismo, nutrientes, cascalhos, calhaus, pedras, além da ocorrência nos mais variados relevos. Juntamente com os Latossolos Vermelho-Amarelos, constituem a classe de solos mais comum do Brasil. Está presente do Rio Grande do Sul até o Amapá, e do Acre até Pernambuco. Outro solo encontrado em Marcelino Vieira é o Bruno Não-Cálcico. Este solo é um solo mineral raso, com argila de atividade alta, eutróficos, consistência dura quando seco, estrutura maciça ou em blocos fracamente desenvolvidos. São solos com elevado potencial nutricionais, por apresentar altas quantidades de nutrientes disponíveis às plantas e de minerais primários ricos em bases trocáveis, especialmente o potássio. A maior parte desses solos situa-se em relevo suavemente ondulado, o que facilitaria o emprego de máquina; contudo, ocorrem também em relevo mais movimentado, chegando a forte ondulado. A principal limitação ao uso agrícola decorre da falta d'água: intensa deficiência nas áreas onde ocorrem, como no caso da cidade de Marcelino Vieira.
  12. 12. 8 Ocorrem em regiões com excessiva deficiência hídrica anual, sendo necessário o emprego de irrigação nas culturas menos resistentes à seca. No entanto, considerando as condições semiáridas, essa prática exige cautela, pois esses solos são ricos em bases e alguns apresentam apreciáveis teores de sódio nas camadas subsuperficiais (Bruno Não- Calcicossolódicos). A ocupação principal do Bruno Não-Cálcico tem sido com pecuária extensiva e cultura de sisal, forrageira e, em menor escala, milho e feijão. A irrigação deveria ser usada nas áreas dos solos menos rasos e de relevo plano e suave ondulado. 2.5–Vegetação O clima está ligado diretamente a vegetação, dessa forma o clima semiárido com baixos índices pluviométricos e altas temperaturas favorece o desenvolvimento de um tipo de vegetação endêmica encontrada somente no Nordeste brasileiro: a Caatinga. No município de Marcelino Vieira assim como na maioria das cidades nordestinas, a Caatinga é a vegetação predominante. Na maioria das vezes, apresenta uma forma arbustiva, composta por espécies lenhosas de baixo porte (geralmente até 5 m de altura), porém a caatinga pode se comportar também como uma vegetação de porte mais elevada e densa, que é a chamada caatinga arbórea (espécies de mais de 20 m de altura), raríssimas atualmente devido à exploração histórica. São encontradas espécies como o cedro, o cumaru, a aroeira, o angico entre outras espécies, porém o número de exemplares tem diminuído no decorrer do tempo. Atualmente esta vegetação na cidade vem sofrendo um intenso processo de degradação, a mata está sendo derrubada para dar lugar à área de pastos e para o desenvolvimento da agricultura. Assim, os impactos ambientais têm produzido sérios prejuízos às caatingas vieirenses, gerando um significativo prejuízo no recurso vegetal. O desmatamento e o desenvolvimento da agricultura em áreas não aptas têm contribuído para o fenômeno da desertificação, culminando em prejuízos ambientais e socioeconômicos.
  13. 13. 9 3 – DEMOGRAFIA: “Vieirense” é o gentílico referente aqueles que são naturais de Marcelino Vieira. A maioria deles tem o dom de pintar, escrever, atuar e cantar de forma admirável; e, principalmente, sabe como recepcionar um visitante. Pessoas simples, porém de fé inabalável e coração enorme. Discorremos, agora, sobre a demografia (dêmos: população, graphein: estudo) do município em questão. Mas, em primeiro lugar, qual o definição desse termo?Segundo Cézar Augusto Cerqueira e Gustavo Henrique Naves Givisiez (2003): “A Demografia é uma ciência que tem por finalidade o estudo de populações humanas, enfocando aspectos tais como sua evolução no tempo, seu tamanho, sua distribuição espacial, sua composição e características gerais.” A densidade populacional é uma medida que expressa o total de habitantes de um país ou região relacionado ao seu território. Em resumo, matematicamente, densidade populacional = número de indivíduos/área. Essa medida também é conhecida como densidade demográfica ou população relativa e conforme dados do IBGE, Marcelino Vieira possui 23,91 (hab/km²). Tratando-se da evolução população de 1980 à 2013, notamos que houve baixo crescimento, considerando-se que a população prevista para o ano atual seja de 8.506, em concordância com o IBGE. Ano Marcelino Vieira 1991 8.813 1996 8.055 2000 8.373 2007 8.112 2010 8.265 TABELA 01: Crescimento populacional Fonte: IBGE: Censo Demográfico 1991, Contagem Populacional 1996, Censo Demográfico 2000, Contagem Populacional 2007 e Censo Demográfico 2010.
  14. 14. 10 População População (1991) % do Total (1991) População (2000) % do Total (2000) População (2010) % do Total (2010) População total 8.813 100,00 8.373 100,00 8.265 100,00 Homens 4.318 49,00 4.106 49,04 4.064 49,17 Mulheres 4.495 51,00 4.267 50,96 4.201 50,83 Urbana 3.371 38,25 4.138 49,42 4.894 59,21 Rural 5.442 61,75 4.235 50,58 3.371 40,79 Taxa de Urbanização - 38,25 - 49,42 - 59,21 TABELA 02: População Total, por Gênero, Rural/Urbana e Taxa de Urbanização Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) eFundação João Pinheiro (FJP). A expectativa de vida, como o próprio nome já diz, é a estimativa do tempo de vida que os habitantes de um país ou região possivelmente terão. A esperança de vida (outra nomenclatura para o indicador socioeconômico já citado) dos vieirenses era de 56,51 em 1991. Já em 2000, aumentou para 63,91. Mais recentemente, no ano de 2010, passou para 71,56. Estrutura Etária População (1991) % do Total (1991) População (2000) % do Total (2000) População (2010) % do Total (2010) Menos de 15 anos 3.557 40,36 2.731 32,62 2.085 25,23 15 a 64 anos 4.669 52,98 4.992 59,62 5.375 65,03 65 anos ou mais 587 6,66 650 7,76 805 9,74 CONTINUAÇÃO:
  15. 15. 11 Estrutura Etária População (1991) % do Total (1991) População (2000) % do Total (2000) População (2010) % do Total (2010) Razão de dependência1 88,76 1,01 67,73 0,81 53,62 0,65 Índice de envelhecimento2 - 6,66 - 7,76 - 9,74 TABELA 03: Estrutura Etária da População Fonte: PNUD, IPEA e FJP Em conformidade com Samuel Jorge Moyses (2000): O Índice de desenvolvimento humano (IDH) é uma medida criada por um grupo de especialistas da ONU/PNUD, no início dos anos 90. Seu objetivo é incluir na avaliação do progresso dos países e das regiões, outros aspectos essenciais, além da dimensão econômica tradicionalmente medida pelo PIB per capita. O IDH procura espelhar, além da renda, mais duas características desejadas e esperadas do desenvolvimento humano: a longevidade de uma população (expressa pela sua esperança de vida ao nascer) e o grau de maturidade educacional (que é avaliado pela taxa de alfabetização de adultos e pela taxa combinada de matrícula nos três níveis de ensino). A renda é calculada através do PIB real per capita, expresso em dólares e ajustado para refletir a paridade do poder de compra entre os países. (MOYSES,2000) De acordo com o Atlas Brasil, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Marcelino Vieira em 2010 era de 0,609. A cidade está na faixa de Desenvolvimento Humano Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699). Entre 1991 e 2000, a dimensão que teve maior crescimento foi Educação (aumento de 0,158), seguida por Longevidade e por Renda. Entre 2000 e 2010, o aspecto que mais cresceu foi também Educação (com crescimento de 0,259), novamente seguido por Longevidade e por Renda. 1Percentual da população de menos de 15 anos e da população de 65 anos e mais (população dependente) em relação à população de 15 a 64 anos (população potencialmente ativa). 2Razão entre a população de 65 anos ou mais de idade em relação à população total.
  16. 16. 12 IDHM e componentes 1991 2000 2010 IDHM Educação 0,093 0,251 0,510 % de 18 anos ou mais com ensino fundamental completo 10,35 17,58 33,72 % de 5 a 6 anos frequentando a escola 16,57 61,74 100,00 % de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental 18,54 30,86 86,68 % de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo 0,00 16,43 32,76 % de 18 a 20 anos com ensino médio completo 0,00 10,87 31,22 IDHM Longevidade 0,525 0,649 0,776 Esperança de vida ao nascer (em anos) 56,51 63,91 71,56 IDHM Renda 0,365 0,470 0,571 Renda per capita (em R$) 77,64 148,78 279,42 TABELA 04: Índice de Desenvolvimento Humano Municipal e seus componentes Fonte: PNUD, IPEA e FJP A Taxa de alfabetização consiste em uma avaliação, geralmente feita pelos estados ou por instituições como a ONU, da porcentagem de pessoas que têm aptidão para ler e escrever na população de um país. Conforme dados do Observatório da Educação do Rio Grande do Norte, fundamentados no censo de 2010, a taxa de analfabetismo no município era de 29,6%. Representando a probabilidade que tem um recém-nascido de falecer antes de completar um ano de vida, a TMI (taxa de mortalidade infantil) é uma das taxas mais importantes no que diz respeitoa mortalidade. No ano de 1991,na cidade estudada essa taxa era de 85,80. Diminuindo em 2000 para 54,50 e mais ainda em 2010, quando passou para 22,20. Sobre Produto Interno Bruto (PIB), Lúcia Marina e Tércio (2009) afirmam: É a soma de bens e serviços produzidos por uma nação no decorrer de um ano. Esse índice não considera rendas eventualmente enviadas ou recebidas do exterior, por isso é denominado interno.Ajuda a medir a capacidade de produção de um país: quanto maior o PIB, mais rica é a nação. (MARINA e TÉRCIO, 2009, p. 226)
  17. 17. 13 PIB per capita, portanto, é o produto interno bruto dividido pela número de habitantes de um país, região ou estado. Em 2010, o Produto Interno Bruto da localidade era de R$ 42.046 mil reais e o PIB per capita erade R$ 5.087,21. TABELA 05: PIB Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA. Conforme o Atlas Brasil: A renda per capita média de Marcelino Vieira cresceu 259,89% nas últimas duas décadas, passando de R$77,64 em 1991 para R$148,78 em 2000 e R$279,42 em 2010. A taxa média anual de crescimento foi de 91,63% no primeiro período e 87,81% no segundo. A extrema pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 70,00, em reais de agosto de 2010) passou de 70,77% em 1991 para 43,03% em 2000 e para 23,94% em 2010. A desigualdade diminuiu: o Índice de Gini3 passou de 0,53 em 1991 para 0,63 em 2000 e para 0,52 em 2010. 1991 2000 2010 Renda per capita (em R$) 77,64 148,78 279,42 % de extremamente pobres 70,77 43,03 23,94 % de pobres 88,11 65,91 38,87 Índice de Gini 0,53 0,63 0,52 TABELA 06:Renda, Pobreza e Desigualdade - Marcelino Vieira - RN Fonte: PNUD, IPEA e FJP 3Usado para medir o nível de concentração de renda. Setor Contribuição para o PIB Agropecuária 5.974 Indústria 3.198 Serviços 29.663
  18. 18. 14 Por fim, podemos afirmar que os dados coletados sobre emprego, consumo, produção, etc., são imprescindíveis para os planejamentos que visam a qualidade de vida dos habitantes. Nesse sentido,conhecer os dados demográficos do lugar onde moramos é essencial para que ele seja administrado de forma que supra as necessidades da população, uma vez que a construção de estradas, a produção de alimentos, os programas de saúde, educação e habitação têm que se adequarem ao perfil da população.
  19. 19. 15 4– TURISMO: 4.1 - Jegue folia Para não ficar fora do embalo dos carnavais foras de época, ou seja, das micaretas, os idealizadores iniciam nos anos de 1990 uma grande festividade, o Jegue Folia. O evento teve origem no início dos festejos alusivos ao padroeiro da cidade, Santo Antônio. A chamada “Festa de Junho” era a principal festa do município antes da implementação dessa micareta, a qual era apenas um bloco de rua que participava de um outro carnaval fora de época, o Katorzão. Por volta de 1999, percebendo a grandiosidade do evento, uma família tradicional, através das suas influências, investiu no projeto, trazendo bandas e trios famosos para o Jegue. Além disso, foi esse mesmo grupo familiar que transferiu o Jegue Folia para o mês de Janeiro, afastando-o do âmbito da festa do padroeiro. O Jegue acontece até hoje, com grande popularidade e significado cultural, além de incrementar o turismo na cidade e o comercio local. O símbolo e a logomarca escolhidos propagam bastante a dinâmica do evento, tornando-o conhecido como uma das maiores micaretas do Rio Grande do Norte. Figura (02): Símbolo da micareta Fonte:Blog Folha em Dia (http://www.folhaemdia.com/)
  20. 20. 16 4.2 -Bloco das virgens Trata-se de um “esquenta” para o Jegue Folia. Esse bloco sai as ruas acompanhado de paredões de som na noite anterior do primeiro dia de micareta. Nele os destaques são os homens caracterizados de mulheres. Boa parte dos vieirenses e dos “filhos ausentes” sempre marcam presença. Figura (03): Percurso do bloco Fonte: Blog O Cidadão (http://www.ocidadao.blog.br/) 4.3 – Complexo turístico religioso Projeto idealizado em 2004. Toda população esperava ansiosamente pela estátua de Santo Antônio, mas atualmente as obras estão paralisadas. Apesar de não ter a estátua, a vista do local, que fica em um ponto alto da cidade, é encantadora.
  21. 21. 17 Figura (04): Construções no complexo Fonte: Blog Mundi (http://www.mundi.com.br/Fotos-Marcelino-Vieira-2712055.html) Figura (05): Vista do complexo Fonte: Blog Marcelino Viera (http://marcelinovieiramv.blogspot.com.br/)
  22. 22. 18 4.4 – Festa do padroeiro Santo Antônio, ou “Festa de Junho” De 03 a 13 de Junho a cidade passa a ter ruas enfeitadas com bandeiras, balões, luzes e tudo que tiver direito. Durante a festa do padroeiro há novenas, apresentações culturais, leilões, barracas com comidas típicas, parque de diversões, etc. A fé movimenta o povo e o povo movimenta a economia e cultura locais. Figura (06): Igreja Matriz durante os festejos de 2009 Fonte: Wikipédia
  23. 23. 19 Figura (07): Programação social de 2012 Fonte: Blog Folha em Dia Figura (08): Apresentação cultural do grupo de teatro Amigos da Arte Fonte:Blog Amigos da Arte (http://culturamv.blogspot.com.br/2013/06/festa-de-padroeiro-santo-antonio.html)
  24. 24. 20 5 – ECONOMIA: 5.1 - Setor Primário Como já foi mencionado, o PIB per capita de Marcelino Vieira é em torno de R$5.000. Osetor primário é o segundo setor econômico mais relevante na cidade. 5.1.1 – Agricultura A predominância da economia primária no município está na produção de milho, feijão, arroz, mandioca e batata-doce. A partir da metade da década de 1980, a produção de algodão praticamente desapareceu, por causa do aparecimento do bicudo (praga que desenvolveu no sertão). As frutas e cereais que mais se destacam na região são o caju, a goiaba e a manga, já as verduras e legumes são produzidos em pequena escala. Hoje em dia, são poucas as fazendas com plantio de cana-de-açúcar, diferentemente de antigamente, onde cada fazenda tinha seu engenho. 5.1.2 – Criação A criação bovina é muito importante para o desenvolvimento da cidade. A pecuária é a criação que mais se destaca e garante uma vida mais tranquila aos fazendeiros durante o inverno. Com a chegada da chuva, a vegetação sofre mudanças e a criação cresce. A pecuária é predominante nas grandes fazendas, porém os ovinos, suínos e caprinos também estão presentes nessas fazendas.
  25. 25. 21 Produção Quantidade Bovinos 9 465 Suínos 1 245 Caprinos 781 Equinos 352 Ovinos 4 110 Asininos 234 TABELA 07: Pecuária vieirense Fonte: IBGE - 2011 Produção Quantidade (toneladas) Arroz 10 Mandioca 16 Cana-de-açúcar 640 Milho 321 Tomate 140 Batata-doce 35 Fumo 5 TABELA 08: Agricultura vieirense Fonte: IBGE - 2011
  26. 26. 22 5.2 - Setor Secundário O setor secundário do município de Marcelino Vieira é o que menos contribui para a economia da cidade. De acordo com dados do IBGE do ano de 2008 o Produto Interno Bruto (PIB) de Marcelino Vieira é de R$ 34.432, deste valor apenas R$ 2.440 são do valor bruto vindo do setor secundário. Deste modo, a cidade revela ter o mínimo de serviços industriais, como: indústrias alimentícias, indústrias químicas, fábricas de confecções, indústrias de cigarros, e indústrias de energia. Predominando as pequenas indústrias alimentícias e de confecções. 5.3 - Setor Terciário O setor que mais se destaca em relação à geração de renda no município é o setor terciário, que tem o comercio como principal atividade econômica. Juntamente com a prestação de serviços estes foram responsáveis no ano de 2010, por cerca de 70%(R$ 29 663 mil) do Produto Interno Bruto Total. Em 2008, conforme os dados da prefeitura municipal publicados pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte, Marcelino Vieira contava com vinte supermercados, três restaurantes, um matadouro público, um mercado público e uma feira livre.
  27. 27. 23 6 – MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A EDUCAÇÃO VIEIRENSE: No período de 2000 a 2010, a proporção de crianças de 5 a 6 anos na escola cresceu 61,97% e no de período 1991 e 2000, 272,60%. A proporção de crianças de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental cresceu 180,88% entre 2000 e 2010 e 66,45% entre 1991 e 2000. A proporção de jovens entre 15 e 17 anos com ensino fundamental completo cresceu 99,39% no período de 2000 a 2010 e 0,00% no período de 1991 a 2000. E a proporção de jovens entre 18 e 20 anos com ensino médio completo cresceu 187,21% entre 2000 e 2010 e 0,00% entre 1991 e 2000. (Fonte: PNUD, IPEA e FJP) Nível Quantidade de Docentes Quantidade de Escolas Quantidade de Matrículas Pré - Escolar 14 18 272 Fundamental 84 23 1.346 Médio 20 1 340 TABELA 09: Sobre a educação da cidade Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2012
  28. 28. 24 REFERÊNCIAS: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Perfil do Município de Marcelino Vieira, RN. Disponível em: <http://atlasbrasil.org.br/2013/perfil_print/marcelino-vieira_rn>. Acesso em: 23 de novembro de 2013. CARVALHO, José Alberto Magno de; SAWYER, Diana Oya; RODRIGUES, Roberto do Nascimento. Introdução a alguns conceitos básicos e medidas em demografia. Disponível em: <http://www.ifch.unicamp.br/pos/dm/selecao/2009/texto_carvalho.pdf>. Acesso em: 23 de novembro de 2013. CERQUEIRA, Cézar Augusto; GIVISIEZ, Gustavo Henrique Naves. Parte I: Conceitos básicos de Demografia. Disponível em: <http://www.abep.nepo.unicamp.br/docs/outraspub/demoedu/parte1cap1p13a44.pdf>. Acesso em: 23 de novembro de 2013. COSTA, Gildo. Marcelino Vieira completa 60 anos de emancipação política hoje! Disponível em: <http://www.circulodefogo.net/2013/11/marcelino-vieira-completa- 60-anos-de.html>. Acesso em: 23 de novembro de 2013. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. METEOROLOGIA. Disponível em: <http://www.emparn.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/emparn/pesquisa/gerados/m eteorologia.asp> Acesso em: 24 de novembro de 2013. IBGE (cidades). Marcelino Vieira. Disponível em: <http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=240730&search=rio- grande-do-norte|marcelino-vieira%3E>. Acesso em: 23 de novembro de 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2010). Produto Interno Bruto dos Municípios 2010. IBGE Cidades. Arquivado do original em 26 de maio de 2013.Acesso em: 12 de dezembro de 2013. Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente. PERFIL DO SEU MUNICÍPIO- MARCELINO VIEIRA. Disponível em: <http://www.idema.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/idema/socio_economicos/arq
  29. 29. 25 uivos/Perfil%202008/S%C3%A3o%20Miguel.pdf>. Acesso em: 24 de novembro de 2013. Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente. PERFIL DO RIO GRANDE DO NORTE. Disponível em: <http://www.seplan.rn.gov.br/arquivos/download/PERFIL%20DO%20RN.pdf>. Acesso em: 24 de novembro de 2013. JÚNIOR, Eliezer Targino de Oliveira. BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO APODI- MOSSORÓ: MACROINVERTEBRADOS COMO BIOINDICADORES E A PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS PESCADORES E MARISQUEIRAS DO SEU ENTORNO. Disponível em: <http://www.prpg.ufpb.br/prodema/novosite/smartgc/uploads/arquivos/eliezer_targino .pdf> Acesso em: 24 de novembro de 2013. LOPES, Ivanúcia. Marcelino Vieira completa 60 anos! Disponível em: <http://www.folhaemdia.com/2013/11/cidade-de-marcelino-vieira-completa-60.html>. Acesso em: 23 de novembro de 2013. MARINA, Lúcia; Tércio. Geografia Geral do Brasil. São Paulo. Editora Ática, 1ª Edição, 1ª impressão, volume único, 2009. MOURA, Magna SoelmaBeserra de; GALVINCIO, DomicianoGalvincio; BRITO Luiza Teixeira de Lima; SOUZA, Luciana Sandra Bastos de; SÀ, Ivan Ighour Silva; SILVA, Thieres George Freire da.Clima e água de chuva no semi-árido. Disponível em: <http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CPATSA/36534/1/OPB1515.pdf>. Acesso em: 24 de novembro de 2013. MOYSÉS, S. J. Desigualdades em saúde bucal e desenvolvimento humano: um ensaio em preto, branco e alguns tons de cinza. Revista Brasileira de Odontologia em Saúde Coletiva, v.1, n.1, p.7-17. 2000. Disponível em: <http://www.universidadesaudavel.com.br/wpcontent/uploads/ARTIGOS/Moyses- RBOSC-v1-n1.pdf>. Acesso em: 23 de novembro de 2013. NASCIMENTO, Valdecir Carneiro do. Marcelino Vieira – Sinopse de sua História e Linhagem de Famílias. Campina Grande: Lopes Studio: 1ª edição, 2001. Projeto cadastro de fontes de abastecimento por água subterrânea - Estado do Rio Grande do Norte. Diagnóstico do Município de Marcelino Vieira. Disponível em:
  30. 30. 26 <http://www.cprm.gov.br/rehi/atlas/rgnorte/relatorios/MAVI082.PDF> Acesso em: 24 de novembro de 2013. Significados. Significado de PIB per capita. Disponível em: <http://www.significados.com.br/pib-per-capita/>. Acesso em: 23 de novembro de 2013. VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e Climatologia, Versão Digital 2, 2006. v. 1. Disponível em: http://www.agritempo.gov.br/publish/publicacoes/livros/METEOROLOGIA_E_CLI MATOLOGIA_VD2_Mar_2006pdf. > Acesso em: 24 de novembro de 2013.
  31. 31. 27 ANEXO A – Tabelas sobre escolaridade/frequência escolar vieirense 2.4% 4.8% 0.9% 58.7% 33.2% Escolaridade da população de 25 anos ou mais - 1991 Com fundamental completo Médio completo Superior completo Analfabetos Outros 4.3% 8.6% 1.4% 46.6% 39.1% Escolaridade da população com 25 anos ou mais - 2000 Com fundamental completo Médio completo Superior completo Analfabetos Outros 10.6% 13.4% 4.4% 37.8% 33.9% Escolaridade da população de 25 anos ou mais - 2010 Com fundametal completo Médio completo Superior completo Analfabetos Outros
  32. 32. 28 FONTE: PNUD, IPEA E FJP 24% 13% 10% 5% 44% 1% 3% Frequência escolar de 15 a 17 anos - Marcelino Vieira - RN - 2010 Não frequenta (24,37%) No ensino médio sem atraso (12,79%) No ensino médio com uma ano de atraso (9,73%) No ensino médio com dois anos de atraso (4,83%) Frequentando o fundamental(43,52%) 3% 66% 15% 14% 1%1% Frequência escolar de 6 a 14 anos - Marcelino Vieira - RN - 2010 Não frequenta (2,75%) Fundamental sem atraso (66,54%) Fundametal com um anos de atraso (15,36%) Fundamental com dois anos de atraso (13,81%) 64,63% 13,96% 2,93% 10,27% 8,21% Frequência escolar de 18 a 24 anos - Marcelino Vieira - RN - 2010 Não frequenta (64,63%) Frequentando o curso superior (13,96%) Frequentando o fundamental(2,93%) Frequentando o ensino médio (10,27%) Outros (8,21%)

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