O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere suas preferências de anúncios quando desejar.
 O Evangelho Segundo o Espiritismo.
 Cap. 5: 1; 13
 Expositor: Humberto E. Hasegawa
1. Bem-aventurados os que choram, porque serão
consolados. Bem-aventurados os que têm fome
e sede de justiça, porque serão...
2. Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é
o Reino de Deus. Bem-aventurados os que
agora tendes fome, porque sereis...
3. Vendo as desigualdades na distribuição dos males e dos
bens entre as pessoas fica difícil entender onde fica a justiça
...
4. As vicissitudes da vida são de duas espécies: umas têm
sua causa na vida presente; outras, fora desta vida.
Que todos o...
5. A justiça terrena alcança certas faltas e as pune. Mas ela
castiga principalmente as que causam prejuízo à
sociedade e ...
6. Mas se há males, nesta vida, de que o homem é a própria
causa, há também outros que, pelo menos em aparência,
são estra...
7. Os sofrimentos produzidos por causas anteriores são
sempre, como os decorrentes de causas atuais, uma
consequência natu...
8. As tribulações da vida podem ser impostas aos Espíritos
menos evoluídos, mas são livremente escolhidos e
aceitas pelos ...
9. Nem tudo é castigo. Frequentemente são provas
escolhidas pelo próprio espírito para acabar a sua
purificação e acelerar...
10. Os espíritos não podem aspirar à perfeita felicidade
enquanto não estão puros; toda mancha lhes impede
a entrada nos m...
11. É em vão que se aponta o esquecimento como um
obstáculo ao aproveitamento da experiência das
existências anteriores.
O...
De resto, esse esquecimento só existe durante a vida
corpórea. Voltando à vida espiritual, o Espírito
reencontra a lembran...
12. Traduzindo as palavras bem-aventurados os aflitos,
porque eles serão consolados, Jesus indica a
compensação que espera...
O devedor não ficaria feliz de submeter-se a todas
privações para se ver livre da dívida, pagando
somente a centésima part...
Ao entrar no mundo dos Espíritos o homem é
semelhante ao trabalhador que comparece no
dia do pagamento. A uns, dirá o patr...
13. O homem pode abrandar ou aumentar o amargor das
suas provas, pela maneira de encarar a vida terrena.
Maior é o seu sof...
 Que Deus os acompanhem aos vossos lares!!
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Bem aventurados os aflitos

3.629 visualizações

Publicada em

Publicada em: Espiritual
  • Seja o primeiro a comentar

Bem aventurados os aflitos

  1. 1.  O Evangelho Segundo o Espiritismo.  Cap. 5: 1; 13  Expositor: Humberto E. Hasegawa
  2. 2. 1. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. Bem- aventurados os que padecem perseguição por amor a justiça, porque deles é o Reino dos Céus. (Matheus, V: 5, 6 e 10).
  3. 3. 2. Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus. Bem-aventurados os que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem- aventurados vós, que agora chorais, porque rireis. (Lucas, VI: 20,21). Mas ai de vós, ricos, porque tendes no mundo a vossa consolação. Ai de vós, os que estai fartos, porque tereis fome. Ai de vós, os que agora rides, porque gemereis e chorareis. (Lucas, VI: 24, 25).
  4. 4. 3. Vendo as desigualdades na distribuição dos males e dos bens entre as pessoas fica difícil entender onde fica a justiça de Deus. Deus sendo soberanamente justo e bom, não age por capricho ou com parcialidade. As dificuldades da vida tem uma causa, e sendo Deus justo, essa causa deve ser justa. Deus nos mandou Jesus para, através dos seus ensinamentos, fazer-nos compreender essa causa, e atualmente considerando-nos suficientemente maduros para entender essa causa, revela-a por completo através do Espiritismo.
  5. 5. 4. As vicissitudes da vida são de duas espécies: umas têm sua causa na vida presente; outras, fora desta vida. Que todos os que têm o coração ferido pelas vicissitudes e as decepções da vida, interroguem friamente a própria consciência e verão que são os causadores dos seus próprios sofrimentos na maioria das vezes. Mas, em vez de reconhecê-lo, acham mais fácil culpar a sorte. O homem evitará essas vicissitudes a partir do momento que começar a trabalhar para o seu adiantamento moral e intelectual.
  6. 6. 5. A justiça terrena alcança certas faltas e as pune. Mas ela castiga principalmente as que causam prejuízo à sociedade e não as que prejudicam apenas os que as cometem. Mas Deus não deixa impune nenhum desvio do caminho reto, o homem é sempre punido naquilo em que pecou. Os sofrimentos consequentes são então uma advertência de que ele andou mal. Dão-lhe a experiência e o fazem sentir, a diferença entre o bem e o mal. Sem isso, ele não teria nenhum motivo de se emendar, e confiante na impunidade, retardaria o seu adiantanto. Mas, as vezes, a experiência chega um pouco tarde e como o trabalhador preguiçoso que diz: “ Perdi o meu dia”, ele também diz: “ Perdi a minha vida”.
  7. 7. 6. Mas se há males, nesta vida, de que o homem é a própria causa, há também outros que, pelo menos em aparência, são estranhos à sua vontade e parecem golpeá-lo por fatalidade. Os que nascem nessas condições, nada fizeram, seguramente, nesta vida para merecer uma sorte tão triste. Todo efeito tendo sua causa, e sendo Deus justo, essa causa deve ser justa. O homem não é punido sempre, ou completamente punido na sua existência presente, mas jamais escapa às consequências das suas faltas. A desgraça que, à primeira vista, parece imerecida, tem portanto a sua razão de ser, e aquele que sofre poderá dizer: “Perdoai-me Senhor, porque eu pequei”.
  8. 8. 7. Os sofrimentos produzidos por causas anteriores são sempre, como os decorrentes de causas atuais, uma consequência natural da própria falta cometida. É dessa maneira que se explicam, pela pluralidade das existências e pelo destino na Terra, como mundo expiatório que é, as anomalias na distribuição da felicidade e da desgraça, entre os bons e os maus neste mundo. O homem não deve esquecer-se que está num mundo inferior, onde só é detido pelas suas imperfeições. A cada vicissitude, deve lembrar que, se estivesse num mundo mais avançado, não teria de sofrê-la, e que dele depende não voltar a este mundo, desde que trabalhe para se melhorar.
  9. 9. 8. As tribulações da vida podem ser impostas aos Espíritos menos evoluídos, mas são livremente escolhidos e aceitas pelos Espíritos arrependidos, que querem reparar o mal que fizeram e tentar fazer melhor. Essas tribulações, portanto, são ao mesmo tempo, expiações do passado, que castigam, e provas para o futuro, que preparam. Renda-mos graças a Deus que, na sua bondade, concede aos homens a faculdade da reparação, e não o condena irremediavelmente pela primeira falta.
  10. 10. 9. Nem tudo é castigo. Frequentemente são provas escolhidas pelo próprio espírito para acabar a sua purificação e acelerar o seu adiantamento. Assim, a expiação serve sempre de prova, mas nem sempre a prova é uma expiação. Provas e expiações são sempre sinais de uma inferioridade relativa. Mas pode ocorrer de espíritos mais elevados solicitarem tarefas, o quanto mais penosas, se saírem vitoriosas, maior será sua recompensa. São casos de pessoas naturalmente boas que sofrem com resignação Cristã as maiores provações e dores, pedindo forças a Deus para suporta-las sem reclamar. O sofrimento que não provoca murmurações pode ser, sem dúvida, uma expiação, mas indica que foi escolhido voluntariamente do que imposto, o que indica sinal de progresso.
  11. 11. 10. Os espíritos não podem aspirar à perfeita felicidade enquanto não estão puros; toda mancha lhes impede a entrada nos mundos felizes. É nas diversas existências corpóreas que os Espíritos se livram, pouco a pouco, de suas imperfeições. As provas da vida fazem progredir, quando bem suportadas; como expiações, apagam as faltam e purificam. Aquele, portanto, que muito sofre, deve dizer que tinha muito a expiar e alegrar-se de ser curado logo. Dele depende, por meio da resignação, tornar proveitoso o seu sofrimento e não perder os seus resultados por causa de reclamações, sem o que teria de recomeçar
  12. 12. 11. É em vão que se aponta o esquecimento como um obstáculo ao aproveitamento da experiência das existências anteriores. O espírito renasce frequentemente no mesmo meio em que viveu. Deus nos deu, para nos melhorarmos, apenas o que necessitamos e nos é suficiente: a voz da consciência e as tendências instintivas; e nos tira o que poderia prejudicar-nos. O homem traz, ao nascer, aquilo que adquiriu. Cada existência é para ele um novo ponto de partida.
  13. 13. De resto, esse esquecimento só existe durante a vida corpórea. Voltando à vida espiritual, o Espírito reencontra a lembrança do passado. E durante o sono, tem-se a oportunidade da liberdade e consciência dos seus atos anteriores. Então, ele sabe por que sofre e que sofre justamente. A lembrança só se apaga durante a vida exterior de relação. A falta de uma lembrança precisa, permite-lhes reunir novas forças nesses momentos de emancipação da alma, se ele souber aproveitá-los.
  14. 14. 12. Traduzindo as palavras bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados, Jesus indica a compensação que espera os que sofrem e a resignação que nos faz bendizer o sofrimento, como o prelúdio da cura. O homem que sofre é igual a um devedor de grande soma a quem o credor dissesse: “Se me pagares hoje mesmo a centésima parte, darei quitação do resto e ficarás livre; se não, vou perseguir-te até que me pagues o ultimo centavo.
  15. 15. O devedor não ficaria feliz de submeter-se a todas privações para se ver livre da dívida, pagando somente a centésima parte dela? Em vez de queixar-se do credor, não lhe agradeceria? É esse o sentido das palavras: “Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados”. Eles são felizes porque pagam suas dívidas, e após a quitação estarão livres. Mas se procurar quitá-las de um lado, de outro se endividarem, nunca ficarão livres.
  16. 16. Ao entrar no mundo dos Espíritos o homem é semelhante ao trabalhador que comparece no dia do pagamento. A uns, dirá o patrão: “Eis a paga do teu dia de trabalho”. A outros, aos felizes da Terra, aos que viveram na ociosidade, que puseram a sua felicidade na satisfação do amor-próprio e dos prazeres mundanos dirá: “Nada tendes a receber, porque já recebestes o vosso salário na Terra. Ide e recomeçai a vossa tarefa.”
  17. 17. 13. O homem pode abrandar ou aumentar o amargor das suas provas, pela maneira de encarar a vida terrena. Maior é o seu sofrimento, quando o considera mais longo. Do ponto de vista espiritual o tempo de uma encarnação na terra, por mais longeva que pareça, é apenas um ponto no infinito. E dessa maneira, em vez de lamentar-se, se agradece pelas dores que o fazem avançar. O resultado da maneira espiritual de encarar a vida é a diminuição da importância das coisas mundanas. Assim fica mais fácil passar pelas provas sem se prender à inveja, ao ciúme e à ambição, que tanto aumentam as angustias da sua curta existência.
  18. 18.  Que Deus os acompanhem aos vossos lares!!

×