ENCONTRO SOBRE      TURISMO NO CONCELHO            DA MOITA                           Mesa redonda de intervenientes      ...
RESUMOA actividade turística no contexto do desenvolvimentosustentávelRazões para o turismo no ConcelhoPotencialidades e r...
O turismo num quadro de        Desenvolvimento SustentávelDesenvolvimento sustentável:“Desenvolvimento que satisfaz as nec...
O turismo num quadro de          Desenvolvimento Sustentável  Desenvolvimento económico + protecção do ambienteApós a Cime...
O turismo num quadro de          Desenvolvimento Sustentável               Concelho da Moita  Que desenvolvimento é susten...
TURISMO, PORQUÊ?Porque o Concelho dispõe de uma diversidade de elementosúnicos no contexto da AML (e da Costa Azul?)Esses ...
TURISMO, PARA QUÊ?Melhorar a auto-estimaPromover a imagem para o exteriorCriar actividades económicas de raíz localSustent...
RECURSOS TURÍSTICOS JÁ ORGANIZADOS           OU PREVISTOSFestas locaisTauromaquiaRomaria a cavaloRestauração, baresFeira d...
Zona turísticaGaio-Rosário               Sarilhos Pequenos                Moita
PotencialidadesTipicidade das localidades ribeirinhasGastronomia - Caldeirada à Fragateiro, Ferradura, etcEtnografia (Ranc...
Etnografia / Ranchos folclóricosExistem 5 Ranchos Folclóricos noConcelho...                                   ... E outros...
GastronomiaCaldeirada à FragateiroPratos ribeirinhosPetiscos diversosChurrascosOutros                          Ferradura
Património religioso                       Igreja de Nª Srª da Boa Viagem
Património Religioso
Oratório pelas Almas - RosárioOratório a N. Srª da Piedade - Moita
Património na Vila de Alhos Vedros
Artesanato                   AzulejariaMiniaturas debarcos típicos emmadeira e cortiçaCestariaLatoariaNós de Marinheiro   ...
Romaria a Cavalo
Tauromaquia
DebilidadesEdificado mal conservado (vilas da Moita e Alhos Vedros)Fábricas e ruínas que condicionam o espaço (vila de Alh...
ObjectivoAumentar a “atractividade” à MoitaCriar/ definir mais do que uma imagem turística,um “produto turístico-Moita”Est...
Vertentes temáticas para o  desenvolvimento turísticoVertentes             Intervenientes                      Clubes náut...
Sarilhos Pequenos                                          Gaio-Rosário       Baixa da Banheira                           ...
Zona ribeirinha (Moita)
Gaio (marginal)
O varino Boa­Viagem           O varino Boa-Viagem
O Parque das CanoasO Parque das Canoas (Gaio)
Coreto (Rosário)
Praia do Rosarinho
Posto de Depuração
Parque de Merendas
Regata partindo deSarilhos Pequenos
Zona ribeirinha da Moita    uma área com potencial diversificadoGrande superfície de REN com     Aldeias ribeirinhassapais...
Retrospectiva histórica sobre as “frentes de água”Revolução industrial (condicionalismos – ex: transportes fluviais)A zona...
A reabilitação das “frentes de água”                           Abandono, degradação do tempo, intempéries, etc            ...
Importância ecológica das zonas     ribeirinhas de estuário             Sujeitas ao regime de marés             Locais de ...
Zonas Húmidas (rios, estuários, etc)   Subscrita por 21 Estados, incluindo Portugal, na Conferência sobre    as Zonas Húmi...
Actividades humanas   Actividades compatíveis com a                       conservação:e de conservação      Pesca         ...
Debilidades / Problemas
Aterros
EutrofizaçãoDepósito de entulhos
Obstrução de canais
Assoreamento
porta de água
Conservação e reabilitação da            zona ribeirinha naturalConstrução de ETARsReconstrução de muros e portas de águaF...
...ideias para a zona ribeirinha    Limpeza e interpretação do Forno da Cal    Centro de Interpretação Ambiental    Marinh...
Forno da CalPatrimónio edificado do“circuito turístico”
...ideias para a zona ribeirinhaDesenvolvimento de Turismo Sustentável(Gaio-Rosário e Sarilhos Pequenos)Melhoramento e pro...
Embarcações típicas                      Classificação de                      recreio e                      classificaçã...
Passeios no Tejo  Papel dos clubes náuticos  Enquadramento legal e normativoDecreto-Lei nº 269/2003 de 28 de Outubro de 20...
ECOTURISMO                      Conceitos e pressupostos Insere-se no conceito de Turismo Sustentável e:- Contribui activa...
Passeio                                RibeirinhoUm projecto ecoturístico para a promoção da zona ribeirinha  Cria uma “ro...
VERTENTE “CAVALOS”
A vertente do “Campo”
A vertente do “Campo” Moita, terra fértil de hortas e pomares Pic-nics e passeios no campo Quintas e quintais
VERTENTE“Tauromaquia”                Foto: Manuel Monteiro                        Foto: Forevernet
VERTENTE “Tauromaquia”            Produtos “colaterais”            - Sevilhanas            - Tarde do Fogareiro           ...
Tendências do turismo regional1) Produtos turísticos mais relevantes no arco  Almada-Alcochete: praias, parques de  campis...
Desenvolvimento turístico  PRINCÍPIOS DE ACTUAÇÃO SUSTENTÁVEL                                      Sustentabilidade económ...
Campanha turística      Conceitos/Palavras-chaveCor, colorido                     Cavalos  Tradição                       ...
Campanha turísticaSloganPublicações diversas (folheto, mapa, etc)Vídeo promocionalPromoção gratuita e paga nos mediaPresen...
Campanha turísticaRoteiro turísticoO que fazer?O que comer?Onde comer?O que comprar?Onde comprar?Miradouros ou equivalente...
Vídeo/outdoorDuas raparigas moitensesRapariga a dançar em rancho folclóricoBarco miniatura e artesãoBarco e construtor nav...
MOITA – à medida do coração
Apresentação efectuada com                         Software Livre                                        impress 1.1.3    ...
Encontro sobre Turismo no Concelho da Moita
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Encontro sobre Turismo no Concelho da Moita

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Mesa redonda de intervenientes privados em actividades turísticas e de potencial turístico.

Este encontrou contou também com a presença do Sr. Vice-Presidente da Região de Turismo de Setúbal.

Moita, 21 de Maio 2005

Publicada em: Notícias e política
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Encontro sobre Turismo no Concelho da Moita

  1. 1. ENCONTRO SOBRE TURISMO NO CONCELHO DA MOITA Mesa redonda de intervenientes privados em actividades turísticas e de potencial turístico Moita, 21 de Maio 2005www.humaneasy.com
  2. 2. RESUMOA actividade turística no contexto do desenvolvimentosustentávelRazões para o turismo no ConcelhoPotencialidades e recursosDebilidadesObjectivo e orientação em 3 vertentesCampanha de promoção turística
  3. 3. O turismo num quadro de Desenvolvimento SustentávelDesenvolvimento sustentável:“Desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem as suas próprias necessidades” In: “O Nosso Futuro Comum, Comissão Mundial para o Ambiente e o Desenvolvimento, 1987”
  4. 4. O turismo num quadro de Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento económico + protecção do ambienteApós a Cimeira Social de Copenhaga em 1995: Desenvolvimento económico + protecção do ambiente + coesão social + dimensão institucionalFormas de governação, instituições, sistemas legislativos,transparência, democracia em diversos níveis e integrando aparticipação de grupos de interesse e da sociedade civil
  5. 5. O turismo num quadro de Desenvolvimento Sustentável Concelho da Moita Que desenvolvimento é sustentável a nível:SUSTENTABILIDADE – Que linhas de desenvolvimento Económica económico? Ecológica / Ambiental – Que conservação da paisagem ? Social – Que identidade local? ?
  6. 6. TURISMO, PORQUÊ?Porque o Concelho dispõe de uma diversidade de elementosúnicos no contexto da AML (e da Costa Azul?)Esses elementos estão juntos numa mesma unidade espacialpequenaExistem potencialidades turísticas, mas dissociadas entre siou incipientesPorque o Concelho é uma “área de fractura social”Porque é importante definir um rumo / perfil para o Concelho
  7. 7. TURISMO, PARA QUÊ?Melhorar a auto-estimaPromover a imagem para o exteriorCriar actividades económicas de raíz localSustentabilizar a preservação do patrimónioIr contra a corrente da sub-urbanidadeCombater a pobrezaBem acolher
  8. 8. RECURSOS TURÍSTICOS JÁ ORGANIZADOS OU PREVISTOSFestas locaisTauromaquiaRomaria a cavaloRestauração, baresFeira de Maio, do Cavalo, etcHotel Sarilhos Pequenos
  9. 9. Zona turísticaGaio-Rosário Sarilhos Pequenos Moita
  10. 10. PotencialidadesTipicidade das localidades ribeirinhasGastronomia - Caldeirada à Fragateiro, Ferradura, etcEtnografia (Ranchos Folclóricos)Artesanato - Miniaturas de barcos, azulejaria, etcRegatas e passeios náuticosPatrimónio edificado - religioso, arqueologia industrial, etcPasseios - Passeios Equestres, P. Ribeirinho, Carros Antigos, etcOutras ?
  11. 11. Etnografia / Ranchos folclóricosExistem 5 Ranchos Folclóricos noConcelho... ... E outros recursos
  12. 12. GastronomiaCaldeirada à FragateiroPratos ribeirinhosPetiscos diversosChurrascosOutros Ferradura
  13. 13. Património religioso Igreja de Nª Srª da Boa Viagem
  14. 14. Património Religioso
  15. 15. Oratório pelas Almas - RosárioOratório a N. Srª da Piedade - Moita
  16. 16. Património na Vila de Alhos Vedros
  17. 17. Artesanato AzulejariaMiniaturas debarcos típicos emmadeira e cortiçaCestariaLatoariaNós de Marinheiro Azulejaria Guerreiro http://escudo.paginas.sapo.pt/
  18. 18. Romaria a Cavalo
  19. 19. Tauromaquia
  20. 20. DebilidadesEdificado mal conservado (vilas da Moita e Alhos Vedros)Fábricas e ruínas que condicionam o espaço (vila de Alhos Vedros)Descaracterização de elementos arquitectónicos Ex: portas de alumínio Gaio-Rosário, Moita, Alhos VedrosMau estado das margens do rio e qualidade da água Ex: assoreamento, eutrofização, entulho, esgotos, etcFalta de um museu / património visitável ou interpretadoActual inexistência de alojamento, hoteleiro ou campismo?
  21. 21. ObjectivoAumentar a “atractividade” à MoitaCriar/ definir mais do que uma imagem turística,um “produto turístico-Moita”Estratégia de promoção, inserida nos canaisapropriados
  22. 22. Vertentes temáticas para o desenvolvimento turísticoVertentes Intervenientes Clubes náuticos, proprietários de barcos,Rio restauração, artesãos e artistas, etc Cavalos/campo: AEM, proprietários de cavalosCavalos/campo e carros, restauração, quintas, artesãos, etc DiversosTauromaquia Rio + Cavalos e campo + Tauromaquia = “Produto” e imagem integrados
  23. 23. Sarilhos Pequenos Gaio-Rosário Baixa da Banheira Moita Alhos Vedros Vale da AmoreiraVertente Rio
  24. 24. Zona ribeirinha (Moita)
  25. 25. Gaio (marginal)
  26. 26. O varino Boa­Viagem O varino Boa-Viagem
  27. 27. O Parque das CanoasO Parque das Canoas (Gaio)
  28. 28. Coreto (Rosário)
  29. 29. Praia do Rosarinho
  30. 30. Posto de Depuração
  31. 31. Parque de Merendas
  32. 32. Regata partindo deSarilhos Pequenos
  33. 33. Zona ribeirinha da Moita uma área com potencial diversificadoGrande superfície de REN com Aldeias ribeirinhassapais e avifauna RestauraçãoExistência de uma ZPE Futura unidade hoteleiraAntigas marinhas Passeios de barco / outrosContacto com o espaço agrícola Praia fluvialArtesanato com temática ligada Património arquitectónicoao Tejo religiosoEstaleiros navais Arqueologia industrialClubes náuticos / regatas – Fornos de CalEventos de carácter popular / Outro património arqueológicoreligioso Moinhos de maré e ventoOutras tradições Parques e jardins Outros?
  34. 34. Retrospectiva histórica sobre as “frentes de água”Revolução industrial (condicionalismos – ex: transportes fluviais)A zona ribeirinha como local de implantação de unidades fabris e de logística (armazenamento e transporte) O tecido urbano fica expurgado de contactos directos com  as margens de rios e estuários Segunda metade do Séc. XX: o desenvolvimento técnico torna muitas unidades obsoletas
  35. 35. A reabilitação das “frentes de água” Abandono, degradação do tempo, intempéries, etc As estruturas tornam­se barreiras inúteis e por vezes perigosas Últimas décadas: grande esforço, a nível europeu para a recuperação, recriação e revalorização das “frentes de água” dos tecidos urbanos.  Aproximação das populações à água:  Um modelo típico de urbanização contemporânea?* *Arqº Joan Busquets, Prof. Catedrático Esc. Arquitectura Barcelona
  36. 36. Importância ecológica das zonas  ribeirinhas de estuário Sujeitas ao regime de marés Locais de grande produtividade vegetal e animal Base de teias tróficas Nurseries de peixes Abrigo e alimentação para avifauna Grande capacidade de depuração e dispersão de poluentes
  37. 37. Zonas Húmidas (rios, estuários, etc) Subscrita por 21 Estados, incluindo Portugal, na Conferência sobre  as Zonas Húmidas Mediterrânicas, Veneza, 1996: Objectivo fundamental: Parar e inverter a perda e degradação  das zonas húmidas e contribuir para a  diversidade e desenvolvimento durável  da região.http://www.ramsar.orghttp://www.medwet.org
  38. 38. Actividades humanas Actividades compatíveis com a  conservação:e de conservação Pesca Salinicultura Culturas diversas Ecoturismo Algumas actividades desportivas Actividades incompatíveis: Construção Impermeabilização Aterros / Destruição do coberto  vegetal Indústrias poluentes
  39. 39. Debilidades / Problemas
  40. 40. Aterros
  41. 41. EutrofizaçãoDepósito de entulhos
  42. 42. Obstrução de canais
  43. 43. Assoreamento
  44. 44. porta de água
  45. 45. Conservação e reabilitação da  zona ribeirinha naturalConstrução de ETARsReconstrução de muros e portas de águaFuncionamento regular de portas de águaDesobstrução de canais/marinhas constrangidas por aterrosDragagens?Limpeza (entulhos, lixos, terras)FiscalizaçãoSinalização / Interpretação
  46. 46. ...ideias para a zona ribeirinha Limpeza e interpretação do Forno da Cal Centro de Interpretação Ambiental Marinha Pedagógica Eco-Museu– Qualificação do Cais de Alhos Vedros– Retirada do GPL de Alhos Vedros (actividade relocalizável)– Reconversão da zona industrial de Alhos Vedros– Plano para a REN de Alhos Vedros
  47. 47. Forno da CalPatrimónio edificado do“circuito turístico”
  48. 48. ...ideias para a zona ribeirinhaDesenvolvimento de Turismo Sustentável(Gaio-Rosário e Sarilhos Pequenos)Melhoramento e promoção da restauraçãoRequalificação para a Estação Depuradora OstreiraInterpretação das ruínas do Forno de Cal do RosárioMelhoria do estacionamento na zona balnear do RosárioValorizar a imagem da Zona Ribeirinha da MoitaValorizar o património histórico da Moita e Alhos VedrosParque de Campismo / Caravanismo na Moita (IC32)Hostel em Alhos Vedros (maior proximidade da estação da CP)
  49. 49. Embarcações típicas Classificação de recreio e classificação marítimo-turística
  50. 50. Passeios no Tejo Papel dos clubes náuticos Enquadramento legal e normativoDecreto-Lei nº 269/2003 de 28 de Outubro de 2003DR 250 - SÉRIE I-AEmitido pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e HabitaçãoAltera o Regulamento da Actividade Marítimo-Turística, aprovado pelo Decreto-Lei n.º21/2002, de 31 de Janeiro.O Decreto-Lei n.º 21/2002, de 31 de Janeiro, aprovou o Regulamento da ActividadeMarítimo-Turística (RAMT), o qual veio consagrar como inovação fundamental apossibilidade de esta actividade ser exercida por embarcações de recreio.
  51. 51. ECOTURISMO  Conceitos e pressupostos Insere-se no conceito de Turismo Sustentável e:- Contribui activamente para a conservação do património natural e cultural- Inclui as comunidades locais no seu planeamento, desenvolvimento e operações e contribui para o seu bem-estar- Interpreta o património natural e cultural do destino junto dos visitantes- Destina-se sobretudo a visitantes independentes ou pequenos grupos organizados   In: Declaração da Cimeira Mundial do Ecoturismo, Québec, Canada, 2002
  52. 52. Passeio RibeirinhoUm projecto ecoturístico para a promoção da zona ribeirinha Cria uma “rota turística” Moita / Gaio Rosário / S. Pequenos Promove agentes locais (Associação Equestre, Artesãos, Restauração, Clubes Náuticos, tradições) Promove a Educação Ambiental
  53. 53. VERTENTE “CAVALOS”
  54. 54. A vertente do “Campo”
  55. 55. A vertente do “Campo” Moita, terra fértil de hortas e pomares Pic-nics e passeios no campo Quintas e quintais
  56. 56. VERTENTE“Tauromaquia” Foto: Manuel Monteiro Foto: Forevernet
  57. 57. VERTENTE “Tauromaquia” Produtos “colaterais” - Sevilhanas - Tarde do Fogareiro - Outros
  58. 58. Tendências do turismo regional1) Produtos turísticos mais relevantes no arco Almada-Alcochete: praias, parques de campismo, desportos náuticos, passeios no Tejo, património histórico, tipicismo (folclore, cavalos, toiros), gastronomia e natureza In: Diagnóstico prospectivo do PEDEPES2) Tendências no sistema turístico regional no horizonte 2010: Crescimento da oferta turística e recreativa em meio natural e rural In: Plano Reg. Ord. Território - AML
  59. 59. Desenvolvimento turístico PRINCÍPIOS DE ACTUAÇÃO SUSTENTÁVEL Sustentabilidade económicaAlicerçar actividades que possam A antiga sustentabilidade com basegerar ou complementarrendimentos sem agredir o numa actividade económica (sal) vsambiente novas soluções. Ex: piscicultura Sustentabilidade ecológicaPreservar e valorizar a paisagem na A paisagem ribeirinha e o seusua funcionalidade ecológica equilíbrio. Ex: AvifaunaValorizar o potencial endógeno e os Sustentabilidade social“recursos humanos” existentes processos participativos
  60. 60. Campanha turística Conceitos/Palavras-chaveCor, colorido Cavalos Tradição Rio,Luz ribeirinho Sorriso TejoAlegria Fado Paixão Vinho Touros Desportivo
  61. 61. Campanha turísticaSloganPublicações diversas (folheto, mapa, etc)Vídeo promocionalPromoção gratuita e paga nos mediaPresença da campanha em feirasRoteiro turísticoSugestão de percursosIntegração em circuitos turísticosSinalética turísticaSinalética de acessibilidadesValorização de actividades simples como “produtos”turísticos (ex: caldeirada à fragateiro a bordo, passeioem carro antigo, almoço na tarde do fogareiro, etc)Promoção valorizada de coisas simples mas com algode inovador. Tirar partido do aspecto pictoresco
  62. 62. Campanha turísticaRoteiro turísticoO que fazer?O que comer?Onde comer?O que comprar?Onde comprar?Miradouros ou equivalentesLocais ou marcos de interesse histórico (ex. Igreja Matriz de Alhos Vedros e Capela do Rosário)Outros
  63. 63. Vídeo/outdoorDuas raparigas moitensesRapariga a dançar em rancho folclóricoBarco miniatura e artesãoBarco e construtor naval A nToureiro ou forcado IT i -Caldeirada e fragateiro MO deFerradura e cozinheira MaRegatas e sarilhense/sHuga-HugaFogareiro com bifana e moitense -Exposição de arte no Moinho de Alhos Vedros
  64. 64. MOITA – à medida do coração
  65. 65. Apresentação efectuada com Software Livre impress 1.1.3 GIMP 2.0 GNU Image Manipulation Programwww.humaneasy.com Obrigada

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