Além da telona slides

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Além da telona slides

  1. 1. Ada LuzFernanda H.Gisele G.Hugo ReisTamires B.A produção de roteiros para outrasmídias
  2. 2.  Trabalho do roteirista não é limitado atelevisão e ao cinema Mídias emergentes:internet, games, videoclips Adaptação: transcrição de linguagem
  3. 3.  Adaptar é transubstanciar, isto é, recriar. O maior risco é da adaptação é a perdada relação do adaptado com a versãooriginal. Escolher obra adaptável – aquela quepode ser transformada sem perder aqualidade.
  4. 4.  Adaptação propriamente dita – ser o mais fielpossível à obra segundo os elementos:história, tempo, localização e personagens Baseado em – história se mantém, mas podem seralterados o final, alguns personagens, algumassituações – mas original deve ser reconhecido. Inspirado em – seleção de um ponto de partida deuma obra original (personagem, situação dramáticaetc) e desenvolve história com nova estrutura Recriação – Roteirista se apropria do plot principal etrabalha livremente sobre ele – podem ser alteradospersonagens, história, tempo e espaço Adaptação livre – próximo da adaptaçãopropriamente dita – tudo é mantido, contudo dá-semaior ênfase a determinado aspecto dramático.
  5. 5. VANTAGEM Diálogos já escritos ematerial organizadodramaticamente.DIFICULDADE Perde-se o contato vivocom o interlocutor.
  6. 6. Conto Material condensado O texto, porém, pode tornar-seirreconhecível.Romance Necessidade de condensação da obra. Criação de diálogos.
  7. 7.  Verificar se é possível adaptar a obra Seguir o mesmo processo de criação original– story line, desenvolvimento, argumentoetc. Reduzir o material aos seus aspectosessenciais e começar daí. Dedicar tempo à reflexão juntamente com aleitura de outras obras do autor. Ser fiel ao original. O importante étransformar sem transfigurar. Estar alerta aos direitos autorais.
  8. 8.  Obra aberta, cheia de significados. Cuidado: Capacidade de absorçãoinfantil. Público exigente. “O autor se livra do mundo real e cai nomágico, na fantasia pura, e deixa a ficção rolar.Se liberta de conceitos formados, porquecriança não tem preconceito. Sedesatina, porque criança tem tino e sabe que oautor desatinou. E perdoa.” Doc Comparato
  9. 9. Podem ser subdivididos em: Shows de Cantores Shows e programas de variedades Musicais Operetas Grandes eventos
  10. 10.  Desenvolvimento de tema central Mesmo esquema:Apresentação, desenvolvimento, clímax(apoteose) e final. Exemplo: Lady Gaga – Born this way:http://www.youtube.com/watch?v=U7GZ8TKcf20&feature=relmfu(8`05 até o fim - Government Hooker)
  11. 11.  Grande quantidade de artistas variadospelo roteiro. Módulos Alternância de momentos densos comoutro mais leves. Ex: Fantástico, Cirque du Soleil.
  12. 12.  Música, canções, dança e diálogosfalados. A história não congela para que sejaexecutada a canção. Ela segue firmedentro da canção. Ex: Broadway
  13. 13.  Pequenas óperas – Versão maiscurta, menos ambiciosa e ostensiva daópera. Possui partes dialogadas. É mais recitativa que o musical. Ex: Forrobodó. http://www.youtube.com/watch?v=SeNiaF7shaI – 5`50
  14. 14.  Comparato começa essa parte do capítulo mencionando o grande evento brasileiro há vários anos, queé o desfile de escolas de samba. Ele lembra resumidamente da estrutura de organização que essedesfile requer: enredo, desenvolvimento, evolução, ritmo, abertura, encerramento, cadência, que sãoetapas teóricas de um roteiro. Por sua vez, a adaptação que se faz é que a expressão desse roteiro érealizada separadamente pelas escolas de samba e suas gigantescas equipes, que trabalhamrigorosamente ao longo de um ano para criar toda a arte colocada para apreciação no desfile. Todoesse esforço se traduz ao públivo basicamente em melodia, expressão corporal, figurino, cenografia eharmonia. Não por acaso, logo na sequência, ele também menciona uma brasileira, ex-aluna dele, que foipremiada com o Emmy (na categoria evento) pela abertura dos jogos pan-americanos de 2007, queocorreu no Rio de Janeiro. E lembra de sua experiência durante os jogos de Barcelona, em1992, quando trabalhava para a empresa que organizou a abertura das Olimpíadas, que ocorreram naEspanha naquele ano. Todos esses eventos são de diferentes naturezas, assim como a Copa do Mundo de Futebol, os JogosOlímpicos, os Jogos Panamericanos, os festivais de música, festas como o Oscar, Emmy e Grammy, oCarnaval, a Festa do Boi Bumbá, as organizações de festas de virada de ano, e tantos outros exemplosque todos podemos recordar. Todas são monumentais, cada uma à sua maneira e proporção, eapresentam um rigor que é o resultado de milhares de responsáveis orbitando um grande roteiro, que éa espinha dorsal de qualquer grande ocasião que envolva diversas manifestações, apresentações eperformances, todos entrelaçados, e que acontecerão para um grande público e/ou uma grandeaudiência. Daí, desses grandes eventos, Comparato mira os programas de TV interativos, como o BigBrother, citando um exemplo de como campos não imaginados antes se abrem no horizonte doroteirista, sem esquecer que trabalhando com ele estãocoreógrafos, cenógrafos, diretores, iluminadores, publicitários, e outros tantos profissionaisdiversificados. Salientando a importância do roteirista, Comparato faz a ressalva importante: são sempre muitaspessoas trabalhando juntas nesses eventos e nessas programações, no entando, a linha temática, aconcepção original que é a base para o trabalho de toda essa gente, sai das mãos dos roteiristas. Sãoestes quem criam os story lines, as ideias, que depois de todo um processo, se torna o espetáculo
  15. 15.  curso de idiomas da TV Cultura Telecurso 2000 da Globo Mundo de Beakman Kan university
  16. 16.  Neste caso especial de roteiro, são executados trabalhos para o ambiente educacional, oque exige uma equipe bastante específica, pela função didática e por lidar com umpúblico direcionado. Para tanto, o roteirista educativo deve reunir experiências comoescritor, educador (ou pedagogo) e professor, ou, como Comparato resume, esseroteirista precisa explicar com clareza e escutar com atenção, para encontrar a melhorfórmula, a mais adequada para converter a mensagem a ser transmitida da melhor forma. O uso educativo da TV tem apontado para o ensino flexível, ou aquele material que édidático para diferentes aplicações. Por isso, a equipe responsável por produzir eexecutar um bom roteiro para programas educativos deve ser guiada porprofessores, educadores, pessoas que conheçam e entendam bem do assunto. Claro queessa equipe lerá, se reunirá com esses profissionais do ensino, ela terá que aprender alidar nesse nicho, mas com todo o embasamento que os profissionais da educação lhesfornecerão. As vantagens que a tecnologia proporcionam, tanto ao público receptor desse tipo dematerial como para o produtor e divulgador dele, é que existem cada vez mais facilidadespara ambos. Tanto agora é mais fácil acessar programas dessa natureza como criá-lo, fazê-lo e torná-lo acessível. E assim, tornar este recurso algo estimulador e reveladorpara o estudante passa a ser um desafio cada vez mais interessante - lembrando quetrata-se de um material que serve tanto ao público escolar como, se não mais, ao públicouniversitário, técnico, profissional, e para serviços de utilidade pública. A educação a distância é uma realidade atual e cada vez mais próxima de nós devido aesse advento. Ela funciona no conceito da instrução, exercício e manual, servindo comocanal para a transferência de experiência por meio de diversos recursos deinteração, utilizados sistematicamente com o intuito de estimular a capacidade doreceptor e motivá-lo. Neste ponto, Comparato nos lembra que faz parte da atividade doroteirista (e do educador) envolvido em programas educativos que deve ser rigoroso paranão transformar motivação em euforia, e nem esperança em frustração.
  17. 17.  À primeira vista parece que se trata de uma propagandaenganosa per se, mas não é isso. Embora em geral sejaproduzido (e roteirizado) por publicitários, sua função é, deum modo educativo, mostrar ao público (ou a um públicoespecífico) a existência de uma organização, suafinalidade, demonstrar quais são os serviços prestador porela, e em que ela se empenha para o seu bomfuncionamento e para colaborar com a população residenteonde ela está instalada -- ou até mesmo com iniciativasfilantrópicas, ecológicas, de benefício coletivo. Geralmente esses programas fazem parte de umacampanha, sendo o filme apenas uma parte dele. E osucesso do filme depende bastante de como o projeto foiestruturado, uma vez que nem sempre esses projetos sãoatraentes. Para o êxito de um roteiro dessa natureza, até osdetalhes mais sutis devem ser pensados com atenção peloroteirista, o que o impele a uma organização maior para
  18. 18.  Os programas institucionais são osinformes publicitários com o intuito devender a imagem de uma instituição. Ver:<http://www.youtube.com/watch?v=t6wHAZVCj3M>
  19. 19.  Tempo curto – sem espaço paraaprofundamento de enredo, personagemetc. Exposição de uma situação (gimmick). Objetivo: vender um produto por meio deuma ideia. Função valorativa da mensagem, nuncadepreciativa. Arsenal retório: linguagem usada parapersuadir.
  20. 20.  Não há cena essencial. As cenas sãointegradas e sucessivas. Publicidade fonográfica. Efeito publicitário potencializado peloYoutube. Letra da canção serve de argumento parao roteiro.
  21. 21. Robert Capa. Dia D.
  22. 22.  Nasce com na Segunda Guerra com afotografia. Em seguida, torna-se veículode propaganda política. Função informativa. Compromisso ético com a verdade. Reflexão sobre um dado tema.
  23. 23.  Biografias – Composição individual.Retrata a vida e a importância histórica deuma ou mais pessoas a partir dedepoimentos. Grupos – Composição social. Visãosociológica de grupos humanos. Assuntos – Composição temática.Dissertação audiovisual sobre um tópicoqualquer. Misto – Composição múltipla. Tomam-se
  24. 24.  Comics  roteiros escritos em quadrinhos desenhista. Procedimento: o roteirista escreve ahistória dividindo em cenas, identificandoa ação e o diálogo que devem ficardentro de cada quadrinho e o desenhistao faz.
  25. 25. • Histórias emquadrinhos• Utilizam desenhos etextos
  26. 26. • A fotonovela apresenta uma narrativa queutiliza em conjunto a fotografia e o textoverbal.
  27. 27. • Audição é um dossentidos maisprimitivos.• Descritivo em excesso.• Estimula a imaginação.
  28. 28.  Roteirista de esportes – “ficção do real”. No Brasil há poucas ficções audiovisuaissobre futebol. Enraizado na televisão brasileira. Dar ênfase às interpretaçõessubjetivas dos expectadores,explorar a emoção e tecnologia. Não assumir „sorte‟ ao lance.
  29. 29.  Trabalho do roteiristaé diversificado, não selimitando a escrita deroteiros originais paracinema e TV; A metodologia básicade escrita deroteiro, que sirva debase para qualquerum.

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