[Sermão] As Cinco Linguagens do Amor

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[Sermão] As Cinco Linguagens do Amor

  1. 1. Sermão baseado no livro de Gary Chapman “As Cinco Linguagens do Amor” 03 de Julho de 2015 | www.exegese.teo.br p. 1 AS CINCO LINGUAGENS DO AMOR I. AMOR É AMOR, NÃO É PAIXÃO “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria.” (Colossenses 3:5) 1. Após estudar o comportamento de vários casais, a psicóloga Dorothy Tennov concluiu que o tempo médio de extensão da obsessão romântica, que ela chama de paixão, é de dois anos. 2. A experiência da paixão não deveria, de forma alguma, ser chamada de amor, por três razões: Razão n.° 1: Apaixonar-se não é um ato da vontade nem uma escolha consciente. Não importa o quanto desejemos, não pode, simplesmente, acontecer em nossa vida. Muitas vezes apaixonamo-nos no momento errado e pela pessoa errada. Razão n. 2: Qualquer coisa que façamos apaixonados, requererá pouca disciplina e esforço. Os longos e dispendiosos telefonemas realizados, o dinheiro gasto em viagem para ficarmos juntos, os presentes, e todo trabalho envolvido, nada representam. Da mesma forma que os pássaros constroem instintivamente seus ninhos, a
  2. 2. Sermão baseado no livro de Gary Chapman “As Cinco Linguagens do Amor” 03 de Julho de 2015 | www.exegese.teo.br p. 2 natureza da pessoa apaixonada impulsiona na realização de atos inusitados e não naturais, de um para com o outro. Razão n. 3: A pessoa apaixonada não está genuinamente interessada em incentivar o crescimento pessoal daquela por quem nutre sua paixão. Se temos algum propósito em mente ao nos apaixonarmos, é o de terminar nossa própria solidão e, talvez, assegurar essa solução através do casamento. A paixão não se focaliza em nosso crescimento pessoal e nem tampouco no da outra pessoa amada. 3. Se paixão não é amor, então o que é? O psiquiatra Dr. M. Scott Peck classifica a paixão como: “Um colapso temporário das reservas do ego [...]; é uma reação estereotipada do ser humano a uma configuração de tendências sexuais internas e estimulações sexuais externas, as quais designam-se ao crescimento da probabilidade da união e elo sexual”. 4. Não se deve levar em consideração os atos de bondade praticados por alguém que se encontre sob a influência da paixão obsessiva. Uma força instintiva impulsiona e suscita ações que vão além do comportamento normal. 5. “Satanás está afanosamente empenhado em influenciar pessoas inteiramente desencontradas entre si, a ligarem seus interesses. Ele exulta nesta obra, pois pode assim trazer mais miséria e desesperado infortúnio à família humana do que
  3. 3. Sermão baseado no livro de Gary Chapman “As Cinco Linguagens do Amor” 03 de Julho de 2015 | www.exegese.teo.br p. 3 exercendo sua habilidade em qualquer outro sentido.” (Ellen G. White. Carta aos Jovens Namorados, p. 31). 6. Quando a paixão acaba, experimentamos um universo emocional diferente de tudo que já experimentamos e começamos a questionar como pudemos ter feito tais coisas. “Por que me casei? Não combinamos em nada”. 7. Diante dessa nova realidade, o mundo nos coloca duas opções: (1) Continuar destinado a uma vida miserável com meu cônjuge. Essa foi a escolha da geração passada. (2) Devo me separar e começar de novo. Essa tem sido a escolha da nossa geração. 8. Estudo realizado nos EUA demonstrou que 40% dos primeiros casamentos terminam em divórcio. 60% dos segundos e 75 dos terceiros. Estes estudos parecem indicar uma terceira e melhor opção: reconhecer que é a paixão é um pico emocional temporário e então desenvolver o amor verdadeiro com nosso cônjuge. 9. Essa é uma boa notícia aos casais que perderam sua paixão. Se o amor é uma opção, então eles possuem a capacidade de amar após a experiência da paixão haver passado e regressarem ao mundo real. Esse tipo de amor inicia-se com uma atitude — o modo de pensar.
  4. 4. Sermão baseado no livro de Gary Chapman “As Cinco Linguagens do Amor” 03 de Julho de 2015 | www.exegese.teo.br p. 4 9. O amor verdadeiro é emocional, mas não obsessivo, pois une emoção e razão. Envolve o ato da vontade e requer disciplina, pois reconhece a necessidade de um crescimento pessoal. 10. Nossa necessidade emocional básica como seres humanos não é apaixonar-se, mas ser genuinamente amado pelo outro; é conhecer o amor que cresce com base na razão e na escolha e não no instinto. Preciso ser amado por alguém que escolheu me amar. 11. “O verdadeiro amor não é uma forte, ardente e impetuosa paixão. Ao contrário, é calmo e profundo em sua natureza. Olha para além das meras exterioridades, sendo atraído pelas qualidades apenas. É sábio e apto a discernir, e sua dedicação é real e permanente” (Ellen G. White. Carta aos Jovens Namorados, p. 31). 12. Esse tipo de amor requer esforço e disciplina. É a escolha que fazemos de gastar nossa energia em benefício da outra pessoa, sabendo que, se sua vida é enriquecida por nosso esforço, também nos sentimos satisfeitos — a satisfação de termos realmente amado alguém.
  5. 5. Sermão baseado no livro de Gary Chapman “As Cinco Linguagens do Amor” 03 de Julho de 2015 | www.exegese.teo.br p. 5 II. AS CINCO LINGUAGENS DO AMOR 1. O livro “As Cinco Linguagens do Amor” (Mundo Cristão) propõe que o amor pode ser expresso de cinco formas: a) Palavras de Afirmação b) Qualidade de Tempo c) Receber Presentes d) Formas de Servir e) Toque Físico A) PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO 1. Encorajamento O potencial latente de seu cônjuge em áreas em que se sente inseguro pode estar esperando por suas palavras de encorajamento. 2. Gentileza e Humildade Há momentos em que as palavras estão dizendo uma coisa, mas o tom de voz está dizendo outra e o cônjuge geralmente interpretará a mensagem com base no tom de voz, e não nas palavras usadas. Esse simples cuidado evitaria muitas brigas. B) TEMPO DE QUALIDADE
  6. 6. Sermão baseado no livro de Gary Chapman “As Cinco Linguagens do Amor” 03 de Julho de 2015 | www.exegese.teo.br p. 6 1. Próximos, mas nem sempre juntos Duas pessoas sentadas no sofá da sala assistindo TV estão próximas, mas não juntas. Estar junto tem a ver com a atenção concentrada. 2. Diálogo de qualidade O foco da conversa de qualidade é o que estamos ouvindo e não o que iremos falar. Devo me concentrar em ouvir com interesse tudo o que meu cônjuge tem a dizer com objetivo de entender seus pensamentos, sentimentos e desejos. C) PRESENTES 1. O verdadeiro presente O presente não é o presente, na verdade, e sim apenas um símbolo do pensamento de alguém que lembrou de você. O presente é pensamento expresso em amor. 2. Presente da presença Estar ao lado de seu cônjuge quando ele precisa é o presente mais importante que ele receberá, mesmo que isso nos faça abrir mão de algo que gostemos de fazer. Amor é entrega. D) ATOS DE SERVIÇO 1. Exemplo de serviço
  7. 7. Sermão baseado no livro de Gary Chapman “As Cinco Linguagens do Amor” 03 de Julho de 2015 | www.exegese.teo.br p. 7 Jesus ensinou os discípulos a amar e deu o exemplo de como expressar esse amor quando pegou uma bacia e uma toalha e começou a lavar os pés dos discípulos. 2. Superando estereótipos Muitos homens foram criados ouvindo que serviço de casa é coisa de mulher. Homem e mulher tem habilidades diferentes para o lar, mas um deve ajudar o outro naquilo que consegue. E) TOQUE FÍSICO 1. O poder do toque Segurar as mãos, beijar, abraçar e se amar são formas de comunicar amor ao cônjuge. Um abraço carinhoso comunica amor. Não basta qualquer toque, tem que ser o toque do amor. 2. Criados para sentir Em todo nosso corpo há receptores sensíveis ao tato. É seu cônjuge quem vai te ensinar onde, quando e como um toque será expressão de amor. HINÁRIO ADVENTISTA: 453 – Amor no Lar | 225 – Se tens amor

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