Dos presocraticos a aristóteles

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Aula completa de Filosofia desde os pré socráticos aos medievais...
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Dos presocraticos a aristóteles

  1. 1. Dos Pré-Socráticos aos Medievais
  2. 2. "É sábio o homem que pôs em si tudo que leva à felicidade ou dela se aproxima"
  3. 3. EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO...?? • O Mito pretende narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. • O Mito aceita contradições e mesmo assim, era tido como verdadeiro. • A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são; Não admite contradições – exige explicação coerente e racional. • A Ciência Moderna não mostra a verdade das coisas em si mesmas; a ciência apresenta apenas modelos teóricos provisórios que tentam explicar a realidade. Essas ‘verdades’ que a ciência apresenta duram enquanto não surgirem outros modelos teóricos melhores
  4. 4. Os Pré-socráticos
  5. 5. Os primeiros Filósofos/Cientistas: Filósofos da Natureza. Cerca de 550 a.C.. Interesse: Desvendar os fenômenos da natureza, as transformações da natureza. Estudar o Cosmos e o surgimento da vida. Tales de Mileto, Pitágoras de Samos, Anaximandro de Mileto Anaxímenes de Mileto Heráclito de Éfeso Parmênides Demócrito
  6. 6. > Investigação cosmológicas (racionais) >Investigavam a natureza e os processos naturais >perceberam o dinamismo das mudanças que ocorrem na physis - realidade primeira, originária e fundamental (natureza). >procuravam uma substância básica, um princípio primordial (arché) causa de todas as transformações da natureza OS PRÉ-SOCRÁTICOS FILÓSOFOS DA NATUREZA (NATURALISTAS) OU FISICISTAS
  7. 7. • Encontraram respostas diversas. • Não queriam recorrer ao mito. • Os primeiros a dar um passo na forma científica de pensar.
  8. 8. • A palavra grega Physis pode ser traduzida por natureza, mas seu significado é mais amplo. Refere-se também à realidade, não aquela pronta e acabada, mas a que se encontra em movimento e transformação, a que nasce e se desenvolve, o fundo eterno, perene, imortal e imperecível de onde tudo brota e para onde tudo retorna.
  9. 9. • Para os filósofos pré-socráticos, a arché ou arqué (ἀρχή; origem), seria um princípio que deveria estar presente em todos os momentos da existência de todas as coisas; no início, no desenvolvimento e no fim de tudo. Princípio pelo qual tudo vem a ser.
  10. 10. Os três primeiros filósofos que surgiram foram da cidade de Mileto
  11. 11. Tales de Mileto (624 – 546 a.C) Queria descobrir um elemento físico que fosse constante em todas as coisas.
  12. 12. Água • Observando a vida animal e vegetal concluiu que a água, ou o úmido, é o princípio de todas as coisas. • somente a água permanece basicamente a mesma, em todas as transformações dos corpos, apesar de assumir diferentes estados.
  13. 13. Anaximandro de Mileto (610-547 a.C.)
  14. 14. • Introduziu o conceito de arché para designar o primum, a realidade primeira e última das coisas. • A arché para ele é algo que transcende os limites do observável. • Denominou-o apeíron, termo grego que significa “indeterminado”, “o infinito” • O ápeiron seria a “massa geradora” dos seres, contendo em si todos os elementos contrários.
  15. 15. Anaxímenes de Mileto (588-524 a.C)
  16. 16. • Admitia que a origem é indeterminada, mas não acreditava em seu caráter oculto. • Tentou uma possível conciliação entre as concepções de Tales e as de Anaximandro. • concluiu ser o ar o princípio de todas as coisas.
  17. 17. O Ar • o ar é a própria vida, a força vital, a divindade que “anima” o mundo, aquilo que dá testemunho à respiração.
  18. 18. Heráclito de Éfeso 544-484 a.C • Concebia a realidade do mundo como algo dinâmico, em permanente transformação. • A vida era impulsionada pela luta das forças contrárias. • É pela luta dessas forças que o mundo se modifica e evolui.
  19. 19. Origem do Cosmos: • FOGO • O fogo é um elemento natural que gera transformações nos seres, nesse sentido, o fogo está presente em todo o cosmos pois tudo está em constante transformação.
  20. 20. O SER É e NÃO É • Tudo está numa infinita transformação. Por isso, não podemos entrar em um rio duas vezes, o rio muda no passar de um segundo, assim como nós mesmos. • O ser é e não é. • Devir: Eterna Transformação.
  21. 21. “Devir” - vir a ser • “Nunca nos banhamos duas vezes no mesmo rio”, pois na segunda vez não somos os mesmo, e também o rio mudou.
  22. 22. Luta dos contrários • Belo e feio Alegria e a tristeza • Bem e mal
  23. 23. • só a mudança e o movimento são reais • identidade das coisas iguais a si mesmas é ilusória • Nessa dualidade, que é uma guerra, no fundo é harmonia entre os contrários • O que mantém o fluxo do movimento é a luta dos contrários, pois “a guerra é pai de todos, rei de todos”
  24. 24. Doutrina dos contrários • O ser é múltiplo, por estar constituído de oposições internas. • a forma do ser é devir pelo qual todas as coisas são sujeitas ao tempo e à sua relativa transformação • Heráclito chamou seu princípio de logos, que significa regra segunda a qual todas as coisas se realizam e lei comum que a todos governa – incluiu racionalidade e inteligência.
  25. 25. Escola itálica • Pitágoras de Samos • Filolau • Arquitas de Tarento.
  26. 26. Pitágoras de Samos (570-490 a.C.) • Fundador de poderosa sociedade de caráter religioso e filosófico - Sociedade pitagórica • As contribuições da escola pitagórica são encontradas matemática, música e astronomia.
  27. 27. Πυθαγόρας
  28. 28. Número • a essência de todas as coisas reside nos números, os quais representam a simetria ordem, harmonia, limitado e ilimitado.
  29. 29. Fundamento de tudo é o NÚMERO !!! # não abstrato, # elemento essencial da realidade, # dimensão espacial, # par, ímpar e par-ímpar, # harmonia.
  30. 30. • Acreditava na divindade do número. • O um é o ponto, o dois determina a linha, o três gera a superfície e o quatro produz o volume. • Os números constituem a essência de todas as coisas segundo sua doutrina, e são a verdade eterna.
  31. 31. Filolau • Discípulo de Pitágoras, segue a doutrina pitagórica.
  32. 32. Arquitas de Tarento • Representante da escola pitagórica de grande destaque • um dos responsáveis por mudanças fundamentais na matemática do quinto século antes de Cristo.
  33. 33. Escola Eleata • Parmênides de Eléia • Zenão.
  34. 34. Parmênides de Eléia: o ser é imóvel (540-470 a.C.) • o principal expoente da chamada escola eleática. • critica a filosofia heraclitiana. • ao “tudo flui”, contrapõe a imobilidade do ser. • Arché- “o ser é”
  35. 35. Defendia a existência de dois caminhos para a compreensão da realidade – expressou esse pensamento no poema Sobre a Natureza. • caminho da razão, que permite encontrar a Verdade, imutável e perfeita (épistêmê) • o dos sentidos, ou da Opinião (doxa) que só nos permite conhecer as aparências das coisas, confusas e contraditórias
  36. 36. O ser e o não ser O caminho da verdade nos leva a compreender que: • “o ser é” - e o “não ser não é” - o não ser não pode ser conhecido. • O ser, portanto, é e deve ser afirmado, o não- ser não é e deve ser negado, e esta é a verdade • o ser é a única coisa pensável e exprimível • o ser é único, imutável, incriado e eterno.
  37. 37. Mundo sensível e mundo inteligível • o movimento existe apenas no mundo sensível, e a percepção pelos sentidos é ilusória. • Só o mundo inteligível é verdadeiro, pois está submetido ao princípio que hoje chamamos de identidade e de não-contradição.
  38. 38. • Uma das conseqüências dessa teoria é a identidade entre o ser e o pensar: o que não conseguir pensar não pode ser na realidade. Penso, logo sou! Descartes
  39. 39. Adendo • Pode-se também pensar que a filosofia de Parmênides, isto é, a do imobilismo universal ou teoria do repouso absoluto, foi usada pelas tradições religiosas (principalmente a cristã) para descrever Deus e o céu. Notem que, em geral, os mortos são enterrados com máximas que dizem: “Aqui jaz (repousa) fulano...”. Deus seria esse princípio Uno e Todo sem partes divididas ou vazias que deveria ser compreendido, através do pensamento, como princípio de todo o conhecimento. É também interessante notar como a identidade entre SER e PENSAMENTO e LINGUAGEM, de Parmênides também associa-se com a tradição do Antigo Testamento. Neste, Deus se revela como o VERBO. Em grego, o verbo é o LÓGOS, é palavra, discurso e razão. E se para Parmênides o lógos é também o pensar e o ser, então é a divindade que fala e que fornece a base para conhecermos, isto é, a via da verdade é a razão, o lógosdivino. Por isso, Parmênides concebe o ser de forma circular, pois é, entre os gregos, a forma da perfeição.
  40. 40. Zenão • o que se move sempre está no mesmo agora • Tenta demonstrar que a própria noção de movimento era inviável e contraditória • paradoxo de Zenão, que se refere à corrida de Aquiles com uma tartaruga
  41. 41. Aquiles e a tartaruga • Zenão sabia que Aquiles pode alcançar a tartaruga ele pretendia demonstrar as conseqüências paradoxais de encarar o tempo e o espaço como constituídos por uma sucessão infinita de pontos e instantes individuais consecutivos
  42. 42. Isso demonstram as dificuldades por que passou o pensamento racional para compreender conceitos como : • movimento, espaço, tempo e infinito
  43. 43. Escola pluralista • Empédoclis de Agrigento: água, fogo, ar e terra. • Anaxágoras de Clazómena • Leucipo de Abdera • Demócrito de Abdera
  44. 44. Empédoclis de Agrigento • arché: água, fogo, ar e terra. • elementos são movidos e misturados de diferentes maneiras em função de dois princípios universais opostos
  45. 45. • Amor (philia, em grego) – responsável pela força de atração e união e pelo movimento de crescente harmonização das coisas; • ódio (neikos, em grego) – responsável pela força de repulsão e desagregação e pelo movimento de decadência, dissolução e separação das coisas.
  46. 46. • Aceitava de Parmênides a racionalidade que afirma a existência e permanência do ser • procurava encontrar uma maneira de tornar racional os dados captados por nossos sentidos.
  47. 47. Anaxágoras de Clazómena • propôs, um princípio que atendesse tanto às exigências teóricas do "ser" imutável, quanto à contestação da existência das múltiplas manifestações da realidade. • faz da multiplicidade o principal objeto do seu pensamento, • manifestando-se acerca da natureza do múltiplo:
  48. 48. Arché: nous • Nous:a força motriz que formou o mundo a partir do caos original, iniciando o desenvolvimento do cosmo.  é ilimitado, autônomo e não misturado com nada mais,  age sobre as homeomerias (sementes) ordenando-as e constituindo o mundo sensível • Homeomerias: sementes que dão origem a realidade na pluralidade de manifestações
  49. 49. Leucipo de Abdera • Primeiro professor da escola atomista. • Não se tem muito informação sobre ele.
  50. 50. Demócrito de Abdera (430-370) • Responsável pelo desenvolvimento do atomismo • todas as coisas que formam a realidade são constituídas por partículas invisíveis e indivisíveis (Δημόκριτος)
  51. 51. "Tudo que existe no universo é fruto do acaso e da necessidade" Tudo o que existe é composto por elementos indivisíveis chamados Átomos Demócrito avançou também com o conceito de um Universo Infinito, onde existem muito outros mundos como o nosso. Uma coisa nasce quando se produz um certo agrupamento de átomos; desaparece quando esse grupo se desfaz, muda quando muda a situação ou a disposição desse grupo ou quando uma parte é substituída por outra. Cresce quando Ihe são acrescentados novos átomos. Toda ação de uma coisa sobre outra se produz pelo choque dos átomos.
  52. 52. • Para ele, o átomo seria o equivalente ao conceito de ser em Parmênides. • Tudo tem uma causa. E os átomos são a causa última do mundo.
  53. 53. Os SOFISTAS Os mestres da argumentação
  54. 54. • NOVA FASE FILOSÓFICA caracterizada pelo interesse no próprio homem e nas relações políticas do homem com a sociedade.
  55. 55. • Eram professores viajantes que, por determinado preço, vendiam ensinamentos práticos de filosofia.
  56. 56. • Levando em consideração os interesses dos alunos, ensinavam: ELOQÜÊNCIA E SAGACIDADE MENTAL, HABILIDADE RETÓRICA.. Ensinavam conhecimentos úteis para o sucesso nos negócios públicos e privados.
  57. 57. Objetivo: desenvolvimento da argumentação, da habilidade retórica,
  58. 58. • Era uma época de lutas políticas e intenso conflito de opiniões nas assembleias democráticas. Por isso, os cidadãos mais ambiciosos sentiam necessidade de aprender a arte de argumentar em público para conseguir persuadir em assembleias e, muitas vezes, fazer prevalecer seus interesses individuais e de classe.
  59. 59. mundodafilosofia.com
  60. 60. Protágoras de Abdera: o homem como medida de todas as coisas; • Aprofundou o subjetivismo relativista de Protágoras a ponto de defender o ceticismo absoluto. • Ensinou por muito tempo em Atenas, tendo como principio básico de sua doutrina a idéia de que o homem é a medida de tudo que existe.
  61. 61. • Todas as , coisas são relativas aos homem, isto é, o mundo é o que o homem constrói e destrói. • Por isso não haveria verdades absolutas. A verdade seria relativa a determinada pessoa, grupo ou cultura.
  62. 62. Protágoras de Abdera Górgias
  63. 63. Górgias de Leontini: o grande Orador • Aprofundou o subjetivismo relativista de Protágoras a ponto de defender o ceticismo absoluto. • Afirma que: a) nada existe; b) se existisse, não poderia ser conhecido; c) mesmo que fosse conhecido, não poderia ser comunicado a ninguém.
  64. 64. • Essas características dos ensinamentos dos sofistas favoreceram o surgimento de concepções filosóficas relativistas sobre as coisas. • o relativismo de suas teses fundamenta-se numa concepção flexível sobre os homens, a sociedade e a compreensão do real. • Para os sofistas, as opiniões humanas são infindáveis, diversas e não podem ser reduzidas a uma única verdade. Assim, não existiriam valores ou verdades absolutas.
  65. 65. • o termo sofista significa “sábio”. Entretanto, com o decorrer do tempo, ganhou o sentido de “impostor”, devido às críticas de Platão.
  66. 66. • Considerou-se a sofística - a arte dos sofistas - apenas uma atitude viciosa do espírito, uma arte de manipular raciocínios, de produzir o falso, de iludir os ouvintes, sem qualquer amor pela verdade.
  67. 67. •A verdade, em grego – aletheia - a manifestação daquilo que é, o não-oculto, se opõe a pseudos que significa o falso, aquilo que se esconde, que ilude. Os sofistas parecem não buscar a aletheia, se contentam com pseudos. Tanto assim, que se usa a palavra sofisma, derivada de sofista, para designar um raciocínio aparentemente correio, mas que na verdade é falso ou inconclusivo, geralmente formulado com o objetivo de enganar alguém.
  68. 68. Quem foi Sócrates? • Local: Atenas. • Nascimento: 470 a.C. • Falecimento: 339 a.C. • Escola/tradição: Filosofia Grega. • Principais interesses: Ética, Epistemologia, Virtude. Sócrates
  69. 69. Quem foi Sócrates? • Idéias notáveis: Ironia, Método Socrático. • Influências: Anaxágoras, Parmênides, Pródigo. • Influenciados: Platão, Aristóteles, Aristipo de Cirene, Antístenes, Filosofia Ocidental.
  70. 70. Método Socrático • Sócrates é considerado o “Pai da Filosofia” por procurar atingir a verdade a partir da prática filosófica do diálogo. • Para ele a busca pelo conhecimento verdadeiro passava pelas questões humanas, pela reflexão sobre o Homem. • Diferencia-se dos filósofos anteriores que procuravam refletir sobre a natureza ou praticar a retórica.
  71. 71. Método Socrático Diálogo Teeteto de Platão: Filósofo como sendo uma parteira: seu objetivo era dar à luz Idéias! MAIÊUTICA: A verdade é acessível a todos e o filósofo (como a parteira) auxilia o encontro com a verdade, por meio das perguntas, do diálogo!
  72. 72. Sócratese a Maiêutica • Quando se diz que a maiêutica é a arte de dar à luz as idéias, está se subentendendo que o conhecimento está dentro da pessoa e por meio maiêutica ela vai “parir” o conhecimento.
  73. 73. Método SocráticoO primeiro passo para se chegar a verdade era reconhecer a própria ignorância! Só sei que nada sei! Conhece-te a ti mesmo! Usava a Ironia nos diálogos para abalar as crenças e expor a fragilidade das argumentações.
  74. 74. Sócratese a Maiêutica • Maiêutica: método para chegar ao conhecimento. • Para Sócrates o papel do filósofo fazer com que as pessoas chegassem ao conhecimento e para isso criou a maiêutica. • Sócrates tinha um método de diálogo para levar o seu interlocutor (pessoas com quem estava debatendo) a perceber por si só sua própria ignorância sobre os assuntos tratados.
  75. 75. Sócrates • Seus primeiros estudos e pensamentos discorrem sobre a essência da natureza da alma humana.
  76. 76. Sócrates • Para viver bem (de acordo com a virtude) é preciso ser sábio. • Como atingir a sabedoria? • Para Sócrates a sabedoria é fruto de muita investigação que começa pelo conhecimento de si mesmo. • Segundo ele, deve-se seguir a inscrição do templo de Apolo: conhece-te a ti mesmo. • À medida que o homem se conhece bem, ele chega à conclusão de que não sabe nada. • Para ser sábio, é preciso confessar, com humildade, a própria ignorância. Só sei que nada sei, repetia sempre Sócrates.
  77. 77. • Por meio da ironia, fazendo perguntas e respondendo as perguntas com outras perguntas, levava o interlocutor a cair em contradição, Sócrates o conduzia a confessar a própria ignorância. • Uma vez confessada a ignorância, o interlocutor estaria disposto a percorrer o caminho da verdade.
  78. 78. • A ironia pode ter um significado depreciativo, sarcástico ou de zombaria, mas no grego, quer dizer “interrogação”, e Sócrates fazia isso e no decorrer do dialogo
  79. 79. O Destino de Sócrates • A maior arte de Sócrates era a investigação, feita com o auxílio de seus interlocutores. Aquele que investiga, questiona. Aquele que questiona, perturba a ordem estabelecida. Isso faz surgir muitos inimigos de Sócrates.
  80. 80. • Sócrates é acusado de corromper a juventude e de desprezar os deuses da cidade. Com base nessas acusações ele é condenado a beber cicuta (veneno extraído de uma planta do mesmo nome). Segundo testemunho de Platão em Apologia de Sócrates, ele ficou imperturbável durante o julgamento e, no final, ao se despedir de seus discípulos, ele diz: Já é hora de irmos; eu para a morte, vós para viverdes. Quanto a quem vai para um lugar melhor, só deus sabe.
  81. 81. Platão
  82. 82. Platão • É filho de uma nobre família ateniense e seu nome verdadeiro é Arístocles. Seu apelido de Platão é devido à sua constituição física e significa “ombros largos”. Ele foi discípulo de Sócrates e após a sua morte, fez muitas viagens, ampliando sua cultura e suas reflexões. • Por volta de 387 a.C., Platão fundou sua própria escola de filosofia, nos jardins construídos pelo seu amigo Academus, o que deu à escola o nome de Academia. É uma das primeiras instituições de ensino superior do mundo ocidental.
  83. 83. • Platão, diferentemente se Sócrates, tinha o hábito de escrever sobre suas idéias. Foi ele quem resgatou boa parte do pensamento de seu mestre Sócrates. • Platão não andava promovendo debates pelos locais públicos como seu mestre, mas ao contrário, fundou uma academia de filosofia. • Devido a isso, Platão era mais restrito, pois para chegar a ele somente quem pudesse entrar na academia, ou seja, os filhos dos aristocratas da época.
  84. 84. Platão • Do mundo sensível das opiniões ao mundo inteligível das idéias. • Segundo Platão, os sentidos só podem nos fornecer o conhecimento das sombras da verdadeira realidade, e através deles só conseguimos ter opiniões. • O conhecimento verdadeiro se consegue através da dialética, que é a arte de colocar à prova todo conhecimento adquirido, purificando-o de toda imperfeição para atingir a verdade.
  85. 85. Platão e a Teoria das ideias • Ele procura explicar como se desenvolve o conhecimento humano. O processo de conhecimento se desenvolve por meio da passagem progressiva do mundo das sombras e aparências para o mundo das idéias e essências.
  86. 86. • Para atingir esse mundo, o homem não pode ter apenas “amor às opiniões”, precisa possuir um “amor ao saber”.
  87. 87. • Platão, assim como seu mestre Sócrates, acreditava que o conhecimento era inato ao ser humano, ou seja, todo o conhecimento estava na pessoa, bastava exercitar ou refletir para “relembrar” as respostas dos questionamentos.
  88. 88. Mito da Caverna
  89. 89. Mito da Caverna Explicação: • As sombras que os homens enxergam no fundo da caverna representam as aparências da realidade e não a realidade em si. Mas aqueles homens que foram, desde a infância, acostumados a crer que as sombras eram a realidade, não podiam imaginar que a realidade verdadeira estava lá fora. • Quando um desses homens consegue escapar da caverna e tem contato com o mundo verdadeiro, ele percebe que as projeções na parede nada mais são do que uma ilusão, pois a realidade das coisas era outra. O homem cai em si e entende que sempre foi enganado pelas sombras.
  90. 90. O mito da caverna representa as etapas da educação de um filósofo, ao sair do mundo das sombras (das aparências) para alcançar o conhecimento verdadeiro. Após essa experiência ele deve voltar à caverna e para orientar os demais e assumir o governo da cidade.
  91. 91. Dois pontos de vista a analise da caverna: • O político: com retorno do filósofo-político que conhece a arte de governar; • Epistemológico: quando o filósofo volta para despertar nos outros o verdadeiro.
  92. 92. Platão distingue dois tipos de conhecimento: O sensível e o inteligível. • Na ilustração da caverna vemos: 1. As sombras: a aparência sensível das coisas; 2. As marionetes: a representação de animais, plantas...; 3. O exterior da cave;rna: a realidade das ideias; 4. O Sol: suprema ideia do bem.
  93. 93. O muro representa a separação de dois tipos de conhecimento: O sensível As duas primeiras realidades O inteligível As duas últimas
  94. 94. Platão e o Mundo das Ideias- Idealismo • Explicou o mundo das idéias através do Mito da Caverna contido em A República. Mundo dos Idéias Mundo Sensível Real; supra-sensível; causa o mundo sensível; contém idéias, o verdadeiro ser das coisas; possui hierarquia; a idéia de Bem e Uno ocupa o ápice. Participado Não se explica a si mesmo; cópia imperfeita do mundo das idéias; existe por participação. Cf. Mito da Caverna.
  95. 95. Platão e a Alma A alma é composta de 3 partes; *Vegetativa ou apetitiva: desejo de prazer sensível. *Irascível: superação do prazer sensível para obter o bem árduo. *Racional: corresponde ao cérebro: superior deve subjugar todas as outras.
  96. 96. Platão: Sociedade, Política e Arte Constrói um modelo de sociedade Justa. Conceito de justiça para Platão: “a cada um faça o que lhe compete fazer” A justiça só existe exteriormente se existir antes interiormente na alma. O Estado deve ser governado por Filósofos, que seriam as pessoas mais prudentes e honestas para alcançar o bem da cidade.
  97. 97. Platão: Sociedade, Política e Arte Modelo da Sociedade Justa, onde cada um deveria desempenhar uma função social. Filósofos: mente do Estado. Deveriam possuir a virtude da sabedoria. Guerreiros : o peito, o coração da sociedade; encarregados da defesa; não teriam direitos políticos. Deveriam possuir a virtude da fortaleza Trabalhadores ou operários: encarregados da subsistência, não teriam nenhum direito político. Exercitariam a virtude da temperança.
  98. 98. Aristóteles
  99. 99. Ἀριστοτέλης
  100. 100. “Aristóteles representa o apogeu do pensamento filosófico grego, e o mesmo se pode dizer para a filosofia do direito. Após sua morte, durante toda a Antiguidade e a Idade Média, suas reflexões jusfilosóficas foram tidas como o mais alto patamar de ideias sobre o direito e o justo já construídas”.
  101. 101. ALUNO DE PLATÃO.
  102. 102. A acentuada tendência platônica a uma construção filosófica ideal passa a ser amenizada no pensamento de Aristóteles, na medida em que a experiência é elemento fundamental de sua reflexão. Filho de médico, desde a infância em contato com a empiria nos casos clínicos, Aristóteles construiu sua filosofia tendo por base as realidade que se apresentavam ao seu estudo”.
  103. 103. Professor de Alexandre – o Grande.
  104. 104. Foi ao mesmo tempo...... - Filósofo; - Físico; - Biólogo; - Músico; - Professor; - Político;
  105. 105. CONHECIMENTO • Aristóteles discorda de Platão e procura uma outra forma de definir o conhecimento. • Antes de qualquer coisa, ele rejeita a proposta de que existem dois mundos, o sensível e o inteligível. • Para ele podemos obter o conhecimento através de observações concretas, feitas no mundo real.
  106. 106. Para Aristóteles, o verdadeiro conhecimento é o conhecimento das causas, que pode superar o engano e explicar as mutações que ocorrem no mundo. Ele utiliza a noção de substância como o suporte de todos os atributos, como “aquilo que é em si mesmo”.
  107. 107. O SER E A SUBSTÂNCIA O conceito de ser não pode ser reduzido a um gênero, menos ainda a uma espécie. As várias coisas que são ditas exprimem significados diversos do ser, mas, ao mesmo tempo, todas elas implicam a referência a algo uno, que é a substância. Portanto, o centro unificador dos significados do ser é a substância (ousía). A substância, é o princípio em relação ao qual todos os outros significados subsistem.
  108. 108.  Dentre os atributos que compõem uma substância, podemos destacar: a) aquilo que é ESSENCIAL; b) aquilo que é ACIDENTAL.  Se tomarmos o homem como exemplo, veremos que ele tem propriedades que são acidentais, isto é, que podem variar (altura, peso, idade, aparência) e uma propriedade que não varia, ou seja, que é essencial: o homem é um ser racional.
  109. 109. Ainda para explicar a questão do movimento, Aristóteles propõe os conceitos de ATO e POTÊNCIA. Potência significa ausência de perfeição, a capacidade de se tornar alguma coisa. Por exemplo: - A semente de laranja lançada na terra tem a potência de tornar-se uma laranjeira. - O filhote de gato guarda em si a capacidade de tornar-se adulto e procriar.
  110. 110. Os ciclos que compõem a vida de cada ser vão se atualizando, isto é, a potência dentro deles vai se realizando. O que Aristóteles chama de ATO constitui cada uma das etapas pelas quais a potência vai se atualizando. Todo ser tende a tornar atual a forma que tem em si mesmo como potência. Portanto, o movimento é a passagem da potência para o ato.
  111. 111. • As Quatro Causas • • Segundo Aristóteles, há quatro causas implicadas na existência de algo: • - Causa material: daquilo que a coisa é feita como, por exemplo, o ferro. • - Causa formal: é a coisa em si como, por exemplo, uma faca de ferro. • - Causa eficiente: aquilo que dá origem a coisa feita como, por exemplo, as mãos de um ferreiro. • - Causa final: seria a função para a qual a coisa foi feita como, por exemplo, cortar carne.
  112. 112. • Exemplo 1: A ESTÁTUA - A causa material é o mármore (isto é, do que a coisa é feita); - A causa eficiente é o próprio escultor (aquilo com que a coisa é feita); - A causa formal é a forma da estátua, seus contornos, sua aparência (aquilo que a coisa vai ser) - A causa final envolve a finalidade da estátua (aquilo para o qual a coisa é feita)
  113. 113. • Formas de governo, retórica (argumentação), etc. • Em suma, ele organizou ou sistematizou praticamente todo conhecimento acumulado até então.
  114. 114. • Principais obras de Aristóteles: • - Ética e Nicômano • - Política • - Órganon • - Retórica das Paixões • - A poética clássica • - Metafísica • - De anima (Da alma) • - O homem de gênio e a melancolia • - Magna Moralia (Grande Moral) • - Ética a Eudemo • - Física • - Sobre o Céu
  115. 115. Afinal O que é Filosofia FILOSOFIA Philo / Philia Sophia grego = amizade, amor fraterno = sabedoria
  116. 116. O que é Filosofia FILOSOFIA Amizade pela sabedoria Amor e respeito pelo saber Indica um estado de espírito Pessoa que ama, deseja o conhecimento
  117. 117. O que é Filosofia FILÓSOFO Aquele que ama a sabedoria Tem amizade pelo saber Deseja saber
  118. 118. O nascimento da Filosofia • Pitágoras = filósofo grego (séc.V a.C.) – responsável pela invenção da palavra “Filosofia” – Sabedoria plena e completa pertence aos deuses – Homens podem desejá-la ou amá-la, tornando-se filósofos.
  119. 119. Pitágoras JOGOS OLÍMPICOS Comerciante Atletas Artistas Público Satisfação da própria cobiça Sem interesse pelas disputas Assistir os jogos e torneios Avaliar o desempenho e julgar o valor dos que competiam
  120. 120. O Filósofo • Não é movido por interesses comerciais ou financeiros; • Não coloca o saber como propriedade sua; • Não é movido pelo desejo de competir; • Não faz das idéias e dos conhecimentos uma habilidade para vencer competidores;
  121. 121. O Filósofo • É movido pelo desejo de observar, contemplar, julgar e avaliar a vida; • É movido pelo desejo de saber.
  122. 122. A Verdade • Não pertence a ninguém; • Não é um prêmio conquistado por competição; • Está diante de todos nós; • É algo a ser procurado; • É encontrada por todos aqueles que a desejarem, que tiverem olhos para vê-la e coragem para buscá-la.
  123. 123. O surgimento da Filosofia • Gregos – Começaram a fazer perguntas e buscar respostas para a realidade; Mundo Natureza Ser humano Podem ser conhecidos pela razão humana
  124. 124. O surgimento da Filosofia • Pensadores gregos: – Verdade do mundo e dos humanos não era algo secreto e misterioso; – Verdade podia ser conhecida por todos por meio das operações mentais de raciocínio; – Linguagem respeita as exigências do pensamento; – Conhecimentos verdadeiros podem ser transmitidos e ensinados a todos.
  125. 125. Características • Tendência à racionalidade • Recusa de explicações preestabelecidas • Tendência à argumentação • Capacidade de generalização • Capacidade de diferenciação = análise
  126. 126. Legado filosófico grego • Conhecimento = leis e princípios universais – Verdade = provas ou argumentos racionais – Conhecimento não se impõe aos outros – Conhecimento deve ser compreendido por todos – Capacidade de pensar e conhecer é a mesma em todos os seres humanos – Conhecimento só é verdadeiro quando explica racionalmente seus objetos
  127. 127. Legado filosófico grego • Natureza segue uma ordem necessária – Opera obedecendo a leis e princípios necessários e universais; – Essas leis podem ser plenamente conhecidas pelo nosso pensamento. • Surgimento da cosmologia • Surgimento da física
  128. 128. Legado filosófico grego • A razão (ou o nosso pensamento) também opera obedecendo a princípios, leis, regras e normas universais e necessários. – Podemos distinguir o que é verdadeiro do falso; – Razão obedece à lei da identidade, da diferença, da contradição e da alternativa.
  129. 129. Legado filosófico grego • O agir humano exprime a conduta de um ser racional dotado de vontade e de liberdade – As práticas humanas não se realizam por imposições misteriosas e incompreensíveis (forças secretas, invisíveis, divinas e impossíveis de serem conhecidas)
  130. 130. Legado filosófico grego • Seres humanos naturalmente aspiram: – Ao conhecimento verdadeiro (pois são seres racionais) – À justiça (pois são seres dotados de vontade livre) – À felicidade (pois são seres dotados de emoções e desejos) Os seres humanos instituem valores pelos quais dão sentido às suas vidas e às suas ações.
  131. 131. Períodos da História da Filosofia Filosofia Medieval Escolástica Patrística Renascimento Período: queda do Império Romano (sec. V) ao sec. XV. Guerras, a fome e as grandes epidemias. O cristianismo propaga-se por diversos povos. Crenças e superstições. A filosofia clássica sobrevive, confinada nos mosteiros religiosos .
  132. 132. Aspectos gerais  Correntes da filosofia medieval e principais representantes: Patrística (séc. II-V), com Agostinho de Hipona, e Escolástica (séc. IX-XV), com Tomás de Aquino.  A herança da filosofia antiga pagã foi adaptada à tradição cristã pelos teólogos da patrística, os chamados Padres da Igreja.  Os textos antigos foram preservados pelos monges medievais. CRISTIANOPALAZZINI/SHUTTERSTOCK Castelo medieval de Cascassone, na França, em 2011
  133. 133. Patrística  Os apologistas adaptaram os textos platônicos, mais adequados à nova fé.  Principais temas: a natureza de Deus e da alma, a vida futura, o confronto entre o bem e o mal, a noção de pecado e de salvação, a questão do tempo.  Agostinho de Hipona redigiu: Confissões, De magistro, A cidade de Deus, Sobre a trindade, entre outras obras. Santo Agostinho, quadro de Piero della Francesca, século XV BRIDGEMAN/KEYSTONE
  134. 134. •Período: do século I até o século VII •a criação do mundo por Deus, •pecado original, •Deus e a trindade una, •encarnação e morte de Deus, juízo final, ressurreição, •origem do mal, já que tudo foi criado por Deus. Filósofos: Santo Ireneu, Tertúliano, Justino, Clemente de Alexandria, Orígenes, Gregório de Nazianzo, Basílio Magno, Gregório de Nissa Destaque: Santo Agostinho.
  135. 135.  Agostinho foi o primeiro a usar o conceito de livre-arbítrio, como faculdade da razão e da vontade.  Para ele, o mal não tem uma existência real, mas é uma carência, a ausência do Bem.  Desenvolveu a teoria da iluminação, segundo a qual possuímos as verdades eternas porque as recebemos de Deus.  O tempo é percebido pela nossa consciência, na qual o passado existe como memória e o futuro, como expectativa.  Ao discutir sobre as relações entre política e religião, refere-se às duas cidades, a “cidade de Deus” e a “cidade terrestre”. Agostinho de Hipona
  136. 136. Escolástica  A escolástica sofreu influência decisiva do aristotelismo.  Principal representante da escolástica: Tomás de Aquino, século XIII, auge da escolástica.  As universidades foram importantes como foco de fermentação intelectual.  Principais temas: prova da existência de Deus, criação do mundo, verdade, ética, imortalidade da alma, política. São Tomás de Aquino, pintura de Adam Elsheimer, século XVI PETWORTHHOUSE,SUSSEX/BRIDGEMAN/KEYSTONE
  137. 137. •Período:do século XIII ao século XIV •a questão da razão e da fé, da filosofia e da teologia. •As investigações científicas e filosóficas não poderiam contrariar as verdades estabelecidas pela fé católica •a prova da existência de Deus e da imortalidade da alma, ou seja, a prova racional da existência do criador e do espírito imortal Filósofos: Boaventura. Alberto Magno. Mestre Eckhart. Nicolau de Cusa. Santo Anselmo. Pedro Abelardo Destaque: Santo Tomás de Aquino
  138. 138. A questão dos universais  O universal é o conceito, a ideia, a essência comum a todas as coisas.  A questão era: os universais seriam realidades, ideias ou apenas palavras?  Principais respostas: realismo (Anselmo), realismo moderado (Tomás de Aquino), nominalismo (Guilherme de Ockham) e conceptualismo (Pedro Abelardo).
  139. 139. Tomás de Aquino  A grande síntese aristotélico-tomista expressa-se na obra Suma Teológica.  Aquino prioriza a fé, mas valoriza a importância da razão.  Na teoria do conhecimento, reconhece a participação dos sentidos e do intelecto.  Diferentemente de Aristóteles, destaca a imortalidade da alma.  Aquino segue de perto a ética aristotélica, mas, segundo ele, pela revelação e pela fé, pode-se alcançar uma felicidade mais alta.
  140. 140. Provas da existência de Deus  As “cinco vias” são baseadas nas provas aristotélicas sobre a causa primeira, o Primeiro Motor Imóvel.  São elas: o movimento, a causa eficiente, a contingência, os graus de perfeição, a causa final.

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