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E, pela calada da noite,
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do castelo que a
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Combinado o rapto com os seus criados, o alcaide simulou o
resgate. Desse modo, a donzela, agradecida, apaixonar-se-ia por...
E durante
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Ele era um mouro apaixonado e ela era
uma cristã devota, que ia ensinando
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Olhem, levem-na daqui, para esses montes e
matem-na lá, matem-na e que eu não a torne a
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O alcaide tinha um irmão qu...
Para não ser reconhecida, rasgou a face
com uma pedra afiada …
Ficou medonha e assustadora. Vestiu-se
de negro, e andava p...
Durante o dia,
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bondosa,
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Começou a
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como a bruxa
do Monte da
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Mas em terras em Santa Maria, o povo não aceitou a
maldade feita aos seus senhores.
Uma noite, amarram velas acesas aos se...
E em Terras de Santa Maria repete-se a lenda…
Pedro e Inês
• Quando o
Quando o príncipe D. Pedro
chegou à idade de casar, a
escolhida foi Constança Manuel,
que pertencia à família r...
D. Pedro recebeu D. Constança como sua
mulher mas apaixonou-se perdidamente
por uma das aias que a acompanhavam
O rei e da rainha, furiosos, fecharam
Inês no Convento de Santa Clara, em
Coimbra. D. Pedro não a podia visitar,
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D. Pedro ficou viúvo. Durante alguns anos
viveram felizes e despreocupados na
Quinta das Lágrimas, com os seus três
filhos.
D. Afonso IV e os
três fidalgos
decidiram matá-
la e nem as suas
súplicas os
demoveram .
Maria Dulce Murteira Cirino
Diz-se também
que D. Pedro,
quando foi rei,
retirou Inês do
túmulo, a sentou
no trono e
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Lenda dos Tripeiros
No ano de 1415, construíam-se
nas margens do Douro as naus
e os barcos que haveriam de
levar os portugueses, nesse
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O Infante confidenciou ao mestre
Vaz, o fiel encarregado da
construção, as verdadeiras e
secretas razões que estavam na
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Esse nome
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"tripeiros"
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Faremos o mesmo que
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Lenda da dama pé-de-cabra
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Em tempos que já lá vão
Quer acreditem ou não
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In ancient times
Believe it or not
The world was magic
The woods and the rivers
The lakes , the fogs
Were more than it seems
Os bosques e os
ribeiros
Os lagos, os
nevoeiros
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O que é que isto quer dizer?
O que temos de aprender
E que dantes se sabia?
What does it mean?
What we need to learn
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Em florestas
encantadas
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E cavalos a voar
Onde nos podem
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No voo, o que está
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Em tempos que já lá vão
Quer acreditem ou não
Passou-se uma coisa estranha:
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Quem vem ao verde verá
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Nada há que não lhe dê
Nem porta que não lhe abra.
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Pois mesmo assim a amou
E ela um filho lhe deu
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Bem rosada e pequenina
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D. Diogo keeps on hunting
And the lady stays at home
E o tempo foi passando
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Até que um dia ao jantar
Estava D. Diogo a dar
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Veio uma das cadelas
Pequena e às rosnadelas
Filou o ...
E a dama, quando isto
ouviu
Quando viu a benzedura
Solta um uivo, um
assobio
Com sua filha sumiu
Pelo ar, a grande altura....
E o tempo passou,
passou
Foi D. Diogo em cruzada
E contra os mouros
lutou
Mui valente se mostrou
Mas caiu numa
emboscada.
...
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Entre lendas ... de portugal final

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Entre lendas ... de portugal final

  1. 1. ENTRE LENDAS… …do meu ugal
  2. 2. Lenda do Monte das Corujeiras… …de Terras de Santa Maria
  3. 3. Em tempos que já lá vão… … das torres altaneiras do Castelo da Feira o alcaide mouro avistava toda a terra em redor. Ali mesmo, no sopé do morro, balançava o seu majestoso barco de velas desfraldadas. Ele sonhava com a bela donzela cristã daquela vila ali ao pé, Gaia.
  4. 4. A belíssima donzela era adorada por todos os povos que a conheciam, dado que tudo o que possuía era para dar aos pobrezinhos
  5. 5. O alcaide mouro, roído de curiosidade, disfarçou-se de pobre e foi até Gaia pedir esmola. Quando a viu, ficou tão encantado que resolveu raptá-la.
  6. 6. E, pela calada da noite, subornou uns criados do castelo que a apanharam, fingindo um rapto. O mouro, armado em homem bom e defensor da donzela, fingiu que lutou para a libertar dos seus raptores, parecendo, aos olhos desta, como um anjo libertador. Com o intuito de “fugir” aos malfeitores, convenceu-a a entrar num barco e trouxe-a para o Castelo da Feira. Esta donzela há-de ser minha!
  7. 7. Combinado o rapto com os seus criados, o alcaide simulou o resgate. Desse modo, a donzela, agradecida, apaixonar-se-ia por ele.
  8. 8. E durante muitos anos viveram felizes… Ele era um mouro apaixonado e ela era uma cristã devota, que ia ensinando àquelas pessoas o Cristianismo.
  9. 9. Olhem, levem-na daqui, para esses montes e matem-na lá, matem-na e que eu não a torne a ver!”. O alcaide tinha um irmão que morria de inveja . Ele queria ser o senhor do castelo e não gostava que uma cristã viesse para as suas terras contar as leis de Cristo. Um dia, o mau irmão assalta o castelo, mata o alcaide e quando ia matar a donzela, sentiu-se a fraquejar, porque além de ser mulher, havia, secretamente uma paixão pela cunhada .
  10. 10. Para não ser reconhecida, rasgou a face com uma pedra afiada … Ficou medonha e assustadora. Vestiu-se de negro, e andava por ali à noite, como alma penada. Os soldados abandonaram a donzela no meio das giestas
  11. 11. Durante o dia, sempre bondosa, recebia numa barraca de cascas e folhas das árvores e arbustos, as pessoas com maleitas. A todos tratava bem. Curava feridas dos viandantes, e dizia coisas proféticas.
  12. 12. Começou a ser conhecida como a bruxa do Monte da Corujeira e tudo o que dizia batia certo. Então o mau alcaide ouviu falar da Bruxa do Monte e também lá foi ouvi-la numa altura de crise. Esta noite vais morrer!
  13. 13. Mas em terras em Santa Maria, o povo não aceitou a maldade feita aos seus senhores. Uma noite, amarram velas acesas aos seus bois imitando um grande exército para atacarem o Castelo. Com medo, o mau irmão foge, deixando aquelas terras ao mando da boa donzela.
  14. 14. E em Terras de Santa Maria repete-se a lenda…
  15. 15. Pedro e Inês
  16. 16. • Quando o Quando o príncipe D. Pedro chegou à idade de casar, a escolhida foi Constança Manuel, que pertencia à família real
  17. 17. D. Pedro recebeu D. Constança como sua mulher mas apaixonou-se perdidamente por uma das aias que a acompanhavam
  18. 18. O rei e da rainha, furiosos, fecharam Inês no Convento de Santa Clara, em Coimbra. D. Pedro não a podia visitar, mas continuava a contactar a sua amada .
  19. 19. D. Pedro ficou viúvo. Durante alguns anos viveram felizes e despreocupados na Quinta das Lágrimas, com os seus três filhos.
  20. 20. D. Afonso IV e os três fidalgos decidiram matá- la e nem as suas súplicas os demoveram .
  21. 21. Maria Dulce Murteira Cirino Diz-se também que D. Pedro, quando foi rei, retirou Inês do túmulo, a sentou no trono e obrigou a corte a beijar-lhe a mão.
  22. 22. Lenda dos Tripeiros
  23. 23. No ano de 1415, construíam-se nas margens do Douro as naus e os barcos que haveriam de levar os portugueses, nesse ano, à conquista de Ceuta e, mais tarde, à epopeia dos Descobrimentos.
  24. 24. O Infante confidenciou ao mestre Vaz, o fiel encarregado da construção, as verdadeiras e secretas razões que estavam na sua origem: a conquista de Ceuta.
  25. 25. Esse nome de "tripeiros" é uma verdadeira honra para o povo do Porto. Faremos o mesmo que fizemos há trinta anos atrás aquando da guerra com Castela: damos toda a carne da cidade e comemos apenas as tripas.
  26. 26. Lenda da dama pé-de-cabra The legend of goat foot
  27. 27. Em tempos que já lá vão Quer acreditem ou não O mundo tinha magia. In ancient times Believe it or not The world was magic
  28. 28. The woods and the rivers The lakes , the fogs Were more than it seems Os bosques e os ribeiros Os lagos, os nevoeiros Eram mais do que se via.
  29. 29. O que é que isto quer dizer? O que temos de aprender E que dantes se sabia? What does it mean? What we need to learn And what had you known?
  30. 30. Em florestas encantadas Eram demónios ou fadas Seduzindo quem lá ia? Demónios o que é que são? Fugimos deles ou não? O que é o desconhecido? In charmed woods Were demons or fairies? Seducting who went there ? Demons, what are they?
  31. 31. E cavalos a voar Onde nos podem levar? No voo, o que está escondido? And flying horses Where can they take us? What is hidden in the flight?
  32. 32. Em tempos que já lá vão Quer acreditem ou não Passou-se uma coisa estranha: In passed times Believe it or not Something strange had hapen:
  33. 33. D. Diogo, cavaleiro Que era hábil Monteiro E caçava na montanha Andando um dia a caçar Perseguindo um javali Ouviu uma voz a cantar Em fonte perto dali: D. Diogo, knight He was an artful rider And he hunts in the mountains Spending all day hunting Chasing a wild boar Heard a voice singing
  34. 34. “Quem vem ao verde tão verde Quem vem ao verde verá Quem não vem em vão e vede Que o verde o ajudará.” “who comes to the green , so green Who comes to the green will see Who doesn’t come will not see The green on will help him
  35. 35. “- Quem sois? Vossa voz me chama! - Sou de mui alta linhagem. ” “- Sede minha, linda dama E eu serei vosso pagem.” “- Irei contigo, porém Nunca mais te hás-de benzer.” “-who are you? Your voice calls for me “- I am from a high birth “- Be mine, pretty lady And I will be your servant “- I will go with you, however You will never get blessed yourself again
  36. 36. P´ro seu castelo a levou E com ela partilhou Tudo o que tinha de seu. Nada há que não lhe dê Nem porta que não lhe abra. Mesmo quando um dia vê Que ela tinha pés de cabra. To the castle he takes her And with her he left Everything that belongs him He gives her everything that he has The door he opens to her Even when a day ??? She has a goat feet
  37. 37. Pois mesmo assim a amou E ela um filho lhe deu D. Enheguez lhe chamou. Depois veio uma menina Bem rosada e pequenina Que em seus braços embalou. But in the same way he loves her And a son she gives him His name was D. Enheguez After that a litle girl comes Very pinkish and very litle In her arms snuggle them
  38. 38. And the time was passed D. Diogo keeps on hunting And the lady stays at home E o tempo foi passando D. Diogo ia caçando E a dama em casa ficava
  39. 39. Até que um dia ao jantar Estava D. Diogo a dar A um dos cães um osso Veio uma das cadelas Pequena e às rosnadelas Filou o cão p’lo pescoço. E matou o seu alão! E o cavaleiro, então Ao ver isto se benzeu. So one day at dinner D. Diogo was given A bone to one of his dogs Comes a female dog Litle and growling Bite the dog in neck
  40. 40. E a dama, quando isto ouviu Quando viu a benzedura Solta um uivo, um assobio Com sua filha sumiu Pelo ar, a grande altura. E subiu, subiu bem alto Passou além do planalto Se confundiu com a verdura. When the lady heard this When the lady saw him getting blessed Gives a howl, a whistle With her daughter she vanishes Through the air, big high And climb, climb very high Went beyond the plateau Mixed with the bushes
  41. 41. E o tempo passou, passou Foi D. Diogo em cruzada E contra os mouros lutou Mui valente se mostrou Mas caiu numa emboscada. Mesmo lutando sem medo Por fim o bom cavaleiro Foi levado prisioneiro P’ra cidade de Toledo. And the time passed, passed D. Diogo went in a cruzade And against moors he fought He proved to be very brave But in an ambush he felt down Even fighting without fear Lastly the good knight Was taken as prisioner

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