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SOLUTION® 3,5 % LA, da Intervet/Schering-Plough: o novo conceito no controle dos principais parasitos bovinos

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  1. 1. A associação ivermectina 2,25% + abamectina 1,25%* foi avaliada em dois ensaios. No experimento I (Butiá, RS), um teste crítico (necropsias) em bovinos revelou que a associação foi estatisticamente mais Atividade eficaz que a ivermectina 3,15%** e 3,5%** contra Haemonchus placei e Cooperia punctata. Um segundo anti-helmíntica experimento, realizado em São João da Boa Vista/SP, demonstrou que bovinos de recria medicados com a associação apresentaram diferenciais de ganho em da associação peso de 12,4 e 12,54 kg, em relação à moxidectina 1%** e à doramectina 1%**, respectivamente. ivermectina 2,25% + abamectina 1,25%* comparativamente a diferentes endectocidas em bovinos e efeito no desenvolvimento D. C. RODRIGUES 1, A. STECKELBERG 1, W. D. Z. LOPES1, L. F. SANTANA1, ponderal J. R. MARTINS , F.A. BORGES1, R. P. MENDONÇA1, V.E. 2 SOARES1, F. B. BARUFI3, G. P. OLIVEIRA4, A. J. COSTA5 importantes: genética dos animais, disponi- 1 Daniel Castro Rodrigues, Ales- INTRODUÇÃO bilidade de alimentos de qualidade nutricional sandra Steckelberg, Welber Daniel MATERIAL E MÉTODOS e um manejo sanitário estruturado. Atualmente, Zanetti Lopes, Luís Fernando RESULTADOS E DISCUSSÃO a exigência dos consumidores, principalmente Santana, Rafael Paranhos de Mendonça, Vando Edésio Soares externos, quanto à qualidade da carne, tem e Fernando de Almeida Borges, motivado os pecuaristas a investirem geneti- Pesquisadores do CPPAR/FCAV/ INTRODUÇÃO camente na qualidade do rebanho, na melhoria UNESP, Jaboticabal, SP, BRASIL. das pastagens e em programas de controle de 2 João Ricardo Martins, Pesqui- O Brasil possui um rebanho bovino verminoses. Para este controle, é importante sador da FEPAGRO – Instituto de Pesquisas Veterinárias Desi- comercial com mais de 164 milhões de cabeças ressaltar a importância do conhecimento de dério Finamor. Eldorado do Sul, (Anualpec, 2004). A bovinocultura brasileira certos aspectos, principalmente as formas RS, BRASIL. desempenha importante papel econômico, em subclínicas (Coop & Holmes, 1996) que passam 3 Francisco B. Barufi, Assistente divisas, pelas exportações, além de empregar despercebidas pelos pecuaristas, impos- de Desenvolvimento, Akzo Nobel mais de 3,6 milhões de pessoas diretamente sibilitando maiores lucros, em decorrência da Ltda – Divisão Intervet, Cruzeiro, SP, BRASIL. no campo, o que caracteriza uma ótima perfor- espoliação causada no rebanho (Oliveira & 4 Gilson Pereira de Oliveira, Pesqui- mance em agronegócios. Neste contexto, o Freitas, 1998). Nesses casos, animais para- sador aposentado da EMBRAPA, rebanho zebuíno nacional, um dos maiores do sitados deixam de expressar a potencialidade São Carlos, SP; Pesquisador do mundo, vem sendo considerado como refe- genética, mesmo tendo acesso a uma boa CPPAR/FCAV/UNESP, Jabo- rência, sobretudo os da raça Nelore, man- alimentação. ticabal, SP, BRASIL. 5 Alvimar José da Costa, Professor tendo-se como padrão para as nossas condi- No Estado do Rio Grande do Sul foi esti- Titular de Parasitologia, Bolsista ções climáticas e também como base para mado em 10 a 30% o índice de mortalidade de do CNPq, Supervisor do CPPAR/ cruzamentos industriais (Rodrigues et al., 2001). bezerros desmamados, quando não desver- FCAV/UNESP, Jaboticabal, SP, De um modo geral, para que a pecuária minados. Comparando animais desta mesma BRASIL. se mantenha eficiente e competitiva, deve categoria, Pinheiro et al. (2000) verificaram em * Solution 3,5% LA – Akzo Nobel Ltda – Divisão Intervet. estar alicerçada sobretudo em três pontos terneiros um diferencial de ganho em peso de 48 A Hora Veterinária – Ano 24, nº 145, maio/junho/2005
  2. 2. até 50 kg, quando os mesmos são submetidos a tratamento (GII), ivermectina 3,5%** (GIII). Um quarto grupo foi mantido anti-helmíntico. Desta forma, para que se tenha um melhor como controle (GIV). aproveitamento do potencial produtivo do rebanho, é Decorridos 14 dias pós-tratamento (DPT), todos os 24 imprescindível que se faça um planejamento de controle bovinos foram necropsiados, sendo o sistema digestório parasitário eficaz, preferencialmente adequado ao manejo da separado em diferentes segmentos anatômicos. A carga propriedade. parasitária presente em cada segmento, foi quantificada e iden- Dependendo da susceptibilidade da raça e/ou cruza- tificada in totum. Os demais órgãos foram examinados, reco- mentos, bovinos podem albergar várias espécies de parasitos, lhendo-se também todos os helmintos eventualmente presen- tornando-se vantajoso o uso de produtos que apresentam tes (Wood et al., 1995; Vercruysse et al., 2001). A colheita, amplo espectro de ação, atuando contra endo e ectoparasitos contagem e identificação específica dos helmintos encontrados (Shoop et al., 1995). Como opção econômica, os endectocidas, foram efetuadas segundo critérios taxonômicos descritos por sobretudo os de longa ação do grupo das lactonas macro- Levine (1968), Costa (1982) e Ueno & Gonçalves (1988). cíclicas, podem constituir uma alternativa adequada para o A eficácia terapêutica de cada uma das formulações foi controle das parasitoses, sobretudo pelo maior período de obtida a partir de médias geométricas resultantes das proteção, diminuindo, desta forma, o numero de tratamentos quantificações de helmintos encontrados nos diferentes (Borges, 2003). órgãos de cada bovino (Wood et al., 1995; Brasil, 1997). Por outro lado, o uso indiscriminado e muitas vezes Na análise de variância relativa aos resultados helmin- errôneo de determinados compostos, principalmente as tométricos, dados transformados em log (x + 5), utilizou-se um avermectinas, vem desencadeando um processo de resistência delineamento do tipo inteiramente casualizado, com quatro em algumas cepas de parasitos, tais como Boophilus microplus tratamentos e seis repetições cada, conforme preconizado por (Martins & Furlong, 2001) e algumas espécies de helmintos Little & Hills (1978). Utilizou-se os testes “F” e “t” (duas (Souza et al., 2001; Cardoso et al., 2002; Borges et al., 2004). amostras, presumindo variâncias equivalentes), sendo as com- Os escassos conhecimentos sobre os mecanismos de parações múltiplas aferidas pelo teste de Duncan (SAS, 1996). sobrevivência dos parasitos e o decréscimo de investimentos na inovação de moléculas anti-parasitárias, pela indústria Experimento II: desenvolvimento Ponderal farmacêutica veterinária, diminuem as perspectivas de O experimento foi realizado na Fazenda Santa Helena, surgimento de novos grupos químicos eficazes no controle situada no município de São João da Boa Vista, SP. Sessenta das parasitoses (Geary & Thompson, 2003). A associação de bezerras, da raça Canchin, entre 9 e 12 meses de idade, foram princípios ativos pode constituir uma alternativa promissora selecionadas de um rebanho de 100 animais recém-desma- (Costa et al., 2004 e Nascimento et al., 2003). mados, não desverminados nos últimos 90 dias. Para realização do presente trabalho foram conduzidos Os bovinos foram randomizados, utilizando-se como dois experimentos (eficácia anti-helmíntica e desenvolvimento critério o diferencial de ganho em peso obtido nos 30 dias que ponderal) em bovinos medicados com endectocidas, mantidos antecederam os tratamentos, em quatro grupos com 15 animais em regime de pastejo. cada. Tais grupos não diferiram estatisticamente (P>0,05) quanto ao peso inicial e ao ganho em peso. Após sorteio, os MATERIAL E MÉTODOS grupos foram tratados com ivermectina 2,25% + abamectina 1,25%* (GI), moxidectina 1%** (GII) e doramectina 1%** (GIII). No primeiro ensaio utilizou-se a associação ivermectina Um quarto grupo foi mantido como controle (GIV). Durante 2,25% + abamectina 1,25%*, comparativamente à ivermectina todo experimento, os grupos foram mantidos juntos, em pas- 3,15%** e à 3,5%**. Para avaliação do efeito no ganho em peso, tagem de Brachiaria decumbens, recebendo sal mineralizado a associação foi comparada à moxidectina 1% e à doramectina e água ad libitum. 1% (Experimento II). Para avaliação do ganho em peso, foram realizadas pesagens individuais nos dias -30, zero (dia do tratamento), 60 Experimento I: eficácia anti-helmíntica. e 120 dias pós-tratamento. Precedendo a cada pesagem, os Utilizou-se metodologia preconizada nos protocolos animais eram mantidos em jejum alimentar e hídrico por um período internacionais recomendados para avaliação de anti- de 12 horas. Os ganhos em peso em cada período, foram helmínticos em ruminantes (WAAVP - Wood et al., 1995; VICH calculados considerando-se a diferença entre as pesagens. - Vercruysse et al., 2001). Para análise estatística dos resultados ponderais utilizou- De um rebanho pertencente ao município de Butiá, RS, se um delineamento inteiramente casualizado, considerando o foram selecionados 24 bovinos, fêmeas, de cruzamento de raças peso inicial dos bovinos como covariável (Banzato & Kronka, de origem européia (Angus x Charolês x Hereford), entre 16 e 1992). As comparações múltiplas foram obtidas pelo teste T, 18 meses de idade, por meio de contagens de ovos de ao nível de 95% de confiabilidade (SAS, 1996). nematódeos por grama de fezes (OPG>500), empregando-se a técnica descrita por Gordon & Whitlock (1939). Utilizando-se RESULTADOS E DISCUSSÃO médias de três contagens consecutivas de OPG, os bovinos foram randomizados em quatro grupos de seis bovinos cada. Estudos preliminares sobre a helmintofauna de bovinos, Após sorteio, os animais foram tratados com a associação realizados por Silva-Santos (1995), no município de Eldorado ivermectina 2,25 + abamectina 1,25%* (GI), ivermectina 3,15%** do Sul, RS, revelaram que os gêneros Haemonchus, Cooperia e A Hora Veterinária – Ano 24, nº 145, maio/junho/2005 49
  3. 3. Trichostrongylus, nesta ordem, constituem os de maior Deve-se ressaltar o efeito nematodicida da associação intensidade parasitária naquela região. No presente trabalho, ivermectina 2,25% + abamectina 1,25%* contra Haemonchus verificou-se uma alteração desta seqüência, ou seja, observou- sp. e Cooperia spp., uma vez que é fato notório na literatura se maior prevalência dos gêneros Trichostrongylus, Ostertagia, relatos de populações, destes gêneros, resistentes à Haemonchus e Cooperia. ivermectina (Ramos et al., 2002; Paiva et al., 2001; Cardoso et Pela quantificação das espécies de nematódeos (formas al., 2002; Borges et al., 2004). Esta superioridade da adultas e imaturas), verifica-se claramente que das dez espécies associação* em questão, sobre a ivermectina 3,15%** e a de helmintos diagnosticadas (Tabela 1), houve eliminação total ivermectina 3,5%**, deve-se provavelmente à presença da (100%) de seis delas, em conseqüência da ação anti-helmíntica abamectina, que apresenta maior atividade anti-helmíntica do da associação ivermectina 2,25% + abamectina 1,25%* que a ivermectina (Shoop & Soll, 2002). (Haemonchus similis, Cooperia pectinata, Trichostrongylus Os resultados referentes ao desenvolvimento ponderal colubriformis, Oesophagostomum radiatum, Ostertagia lyrata (Experimento II), sobretudo quando analisados estatistica- e L4 de Ostertagia spp.). A formulação ivermectina 3,15%**, mente (Tabela 2) demonstram que os três grupos tratados em contraposição à literatura compulsada (Armour & Bairden, diferiram significativamente (P<0,05) em relação ao grupo 1980; Ogunsusi et al., 1986; Yazwinski et al., 1997; Eddi et al., controle. Das mensurações registradas, referentes às pesagens 1997; Willians et al., 1997), foi ineficaz contra as espécies obtidas, no 120º dia pós-tratamento, de cada grupo experi- Cooperia punctata e C. pectinata. mental, para o ganho em peso vivo e ganho em peso vivo Em virtude da visível diferença entre o número médio de diário, obteve-se os seguintes resultados respectivamente: GI Haemonchus placei recolhidos dos bovinos tratados com a (ivermectina 2,25% + abamectina1,25%*) 52,97 e 0,441 kg; GII associação, em relação aos demais grupos, efetuou-se um (moxidectina 1%**) 40,57 e 0,338 kg; GIIII (Doramectina 1%**) estudo estatístico baseado no “teste t”. Detectou-se que os 40,43 e 0,337 kg e GIV (controle) 21,63 e 0,180 kg. animais tratados com a associação* apresentaram carga Trabalhos semelhantes desenvolvidos por Bresciani et parasitária por H. placei significativamente menor (P=0,0307) al. (2003) e Costa et al. (2004) também demonstraram a do que os bovinos pertencentes aos grupos tratados com superioridade da associação ivermectina + abamectina 3,5%* ivermectina 3,15%** e 3,5%**. Resultado semelhante foi no desenvolvimento ponderal de bezerros nelorados, observado no que concerne ao parasitismo por Cooperia comparativamente à ivermectina 3,15** e 3,5%**. punctata (P=0,0026). As lactonas macrocíclicas, indiscutivelmente, têm trazido Esta associação medicamentosa* alcançou menor relevantes contribuições à pecuária em todos os seus aspectos. atividade anti-helmíntica em relação à ivermectina 3,5%** Kennedy et al. (1989) verificaram que mesmo em caso de apenas sobre Trichostrongylus axei. Entretanto, vale frisar reduzido número de ovos de nematódeos nas fezes, os animais que ambas formulações alcançaram percentuais de eficácia, quando medicados com ivermectina, apresentavam um retorno contra este nematódeo, superiores a 90%, índice mínimo econômico considerável (ganho em peso). No Brasil, os necessário para que um anti-helmíntico seja considerado de benefícios obtidos com uso de endectocidas foram eficácia satisfatória (WAAVP - Wood et al., 1995; VICH - substanci)almente demonstrados, entre outros autores, por Vercruysse et al., 2001). Bianchin et al. (1995) e Soutello et al. (2001). * Solution 3,5% LA – Akzo Nobel Ltda – Divisão Intervet. ** Formulações comerciais adquiridas no mercado. 50 A Hora Veterinária – Ano 24, nº 145, maio/junho/2005
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