Neoliberalismo prof. heraldo

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Neoliberalismo prof. heraldo

  1. 1. NEOLIBERALISMO E ANEOLIBERALISMO E A CRISE MUNDIALCRISE MUNDIAL Heraldo Bello da Silva JúniorHeraldo Bello da Silva Júnior Sociólogo e Cientista PolíticoSociólogo e Cientista Político Professor da UNIPProfessor da UNIP UNIP – São José do Rio Pardo 2009
  2. 2. TEORIAS ECONÔMICASTEORIAS ECONÔMICAS MODERNASMODERNAS  LIBERALISMOLIBERALISMO CLÁSSICOCLÁSSICO  KEYNESIANISMOKEYNESIANISMO  NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO
  3. 3. LIBERALISMO CLÁSSICOLIBERALISMO CLÁSSICO  SURGIMENTOSURGIMENTO:: Século XIX.Século XIX. Criador: Economista Inglês Adam SMITHCriador: Economista Inglês Adam SMITH Obra principal: “A riqueza das nações”, publicadaObra principal: “A riqueza das nações”, publicada em 1774.em 1774.  Teoria de Adam SMITH:Teoria de Adam SMITH: ““As oscilações de preço dos produtos depende daAs oscilações de preço dos produtos depende da Lei da Oferta e da Procura”.Lei da Oferta e da Procura”.
  4. 4. LIBERALISMO CLÁSSICOLIBERALISMO CLÁSSICO  Princípios LiberaisPrincípios Liberais:: 1.1. A maioria dos problemas econômicos eA maioria dos problemas econômicos e sociais decorre da intervenção do Estadosociais decorre da intervenção do Estado na economia ao pretender regularna economia ao pretender regular preços, salários e trocas comerciais.preços, salários e trocas comerciais. 2. O único papel reservado ao Estado seria o2. O único papel reservado ao Estado seria o de proteger a Propriedade Privada e ade proteger a Propriedade Privada e a Liberdade dos Cidadãos.Liberdade dos Cidadãos.
  5. 5. LIBERALISMO CLÁSSICOLIBERALISMO CLÁSSICO  Conclusão de Adam Smith:Conclusão de Adam Smith: ““Para equilibrar as disparidades entrePara equilibrar as disparidades entre a oferta e a procura de mercadorias,a oferta e a procura de mercadorias, existiria o que denominouexistiria o que denominou ‘‘MãoMão Invisível de MercadoInvisível de Mercado’, sem a’, sem a intervenção do Estado, que diga-seintervenção do Estado, que diga-se de passagem, apenas atrapalharia talde passagem, apenas atrapalharia tal equilíbrio natural”.equilíbrio natural”.
  6. 6. KEYNESIANISMOKEYNESIANISMO  Autoria:Autoria: Economista Inglês John MynardEconomista Inglês John Mynard KEYNES.KEYNES.  Obra principal:Obra principal: ““Teoria geral do emprego, doTeoria geral do emprego, do lucro elucro e da moeda”da moeda”, em 1936., em 1936.
  7. 7. KEYNESIANISMOKEYNESIANISMO  Princípio do KeynesianismoPrincípio do Keynesianismo:: KEYNES, depois da Grande Depressão, de 1929,KEYNES, depois da Grande Depressão, de 1929, defende que:defende que: ““o Estado deveria assumir a intervenção nao Estado deveria assumir a intervenção na Economia, garantindo, por meio de investimentosEconomia, garantindo, por meio de investimentos públicos, áreas como: Saúde, Transportes,públicos, áreas como: Saúde, Transportes, Seguro Social, Educação, Habitação, entreSeguro Social, Educação, Habitação, entre outras”.outras”.  O Keynesianismo é também chamadoO Keynesianismo é também chamado ‘Estado do‘Estado do bem-estar Social’, ‘Estado-Previdência’ oubem-estar Social’, ‘Estado-Previdência’ ou ‘‘Walfare StateWalfare State’’
  8. 8. Contexto HistóricoContexto Histórico O Estado Intervencionista agregou um infinito número de papéis, acumulando funções assistencialistas, paternalistas, previdenciárias, intervencionistas na economia, concedendo determinados benefícios aos grupos de oposição, para se sustentar a classe burguesa a nível político. Além de tudo, ele era regulador das atividades econômicas Franklin Delano⇨ Roosevelt ⇨ New Deal ⇨ Welfare state.
  9. 9. Contexto HistóricoContexto Histórico Em 1932, a música da moda nos Estados Unidos era: "Brother, Can You Spare a Dime? ("Irmão, Você Pode me Emprestar um Trocado?"). Esse era o espírito de um país com 14 milhões de desempregados. E, pior, tinha-se a nítida impressão de que a crise não iria ter fim, de que não existia um ponto de virada: era a Grande Depressão. "A única coisa a temer é o próprio medo".
  10. 10. NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO  Surgimento:Surgimento: Após a 2ª Guerra Mundial, com o surgimentoApós a 2ª Guerra Mundial, com o surgimento de uma nova crise na economia nos anos 70.de uma nova crise na economia nos anos 70. Essa crise ocorreu devido a queda daEssa crise ocorreu devido a queda da produtividade e agravada pela subida dosprodutividade e agravada pela subida dos preços do petróleo em 1973 e 1979.preços do petróleo em 1973 e 1979. Surge o Neoliberalismo, afirmando que aSurge o Neoliberalismo, afirmando que a crise é culpa da intervenção do Estadocrise é culpa da intervenção do Estado na economia.na economia.  Representou forte reação contra o EstadoRepresentou forte reação contra o Estado Intervencionista (Keynesiano)Intervencionista (Keynesiano)  Obra principal do Neoliberalismo:Obra principal do Neoliberalismo: ““O caminho da servidãoO caminho da servidão”, do austríaco”, do austríaco Friedrich von HAYEK, escrito em 1944.Friedrich von HAYEK, escrito em 1944.
  11. 11. NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO  Características do neoliberalismoCaracterísticas do neoliberalismo:: 1.1. Corte de despesas públicas.Corte de despesas públicas. 2.2. Corte de benefícios sociais.Corte de benefícios sociais. 3.3. Liberalismo econômico.Liberalismo econômico. 4.4. Venda de empresas estatais. - PrivatizaçõesVenda de empresas estatais. - Privatizações 5.5. Suspensão do controle de Comércio Exterior/Suspensão do controle de Comércio Exterior/ Desaparecimento de subsídios.Desaparecimento de subsídios. 6.6. Prioridade absoluta no combate à inflação.Prioridade absoluta no combate à inflação. 7.7. Desaparecimento da legislação a favor dosDesaparecimento da legislação a favor dos sindicatos; do programa de construção desindicatos; do programa de construção de moradia do Estado; do programa demoradia do Estado; do programa de seguridade social; do controle dos preçosseguridade social; do controle dos preços agrícolas, etcagrícolas, etc
  12. 12. Contexto HistóricoContexto Histórico O neoliberalismo é uma reação à expansão da intervenção do Estado no estágio intensivo, em uma tentativa de recompor o âmbito e a primazia do mercado. .
  13. 13. Ideologia NeoliberalIdeologia Neoliberal Filosofia: na teologia neoliberal os homens não nascem iguais, nem tendem à igualdade. Logo qualquer tentativa de suprimir com a desigualdade é um ataque irracional à própria natureza das coisas. A desigualdade é um estimulante que faz com que os mais talentosos desejem destacar-se e ascender ajudando dessa forma o progresso geral da sociedade.
  14. 14. Ideologia NeoliberalIdeologia Neoliberal  Exclusão e pobreza: a sociedade é o cenário da competição, da concorrência. Se aceitamos a existência de vencedores, devemos também concluir que deve haver perdedores.  Qualquer política assistencialista mais intensa joga os pobres nos braços da preguiça e da inércia.
  15. 15. Ideologia NeoliberalIdeologia Neoliberal  Os ricos: eles são a parte dinâmica da sociedade. Deles é que saem as iniciativas racionais de investimentos baseados em critérios lucrativos.  A política de tributação sobre eles deve ser amainada o máximo possível para não ceifar-lhes os lucros ou inibi-los em seus projetos.
  16. 16. Ideologia NeoliberalIdeologia Neoliberal  Crise: é resultado das demandas excessivas feitas pelos sindicatos operários que pressionam o estado.  Estado: não há teologia sem demônio. Para o neoliberalismo ele se apresenta na forma do estado.O estado intervencionista.
  17. 17. Ideologia NeoliberalIdeologia Neoliberal  Inflação: resultado do descontrole da moeda. E esse por sua vez ocorre devido ao aumento constante das demandas sociais:  previdência,  seguro-desemprego,  aposentadorias especiais,  redução da jornada de trabalho,  aumentos salariais além da capacidade produtiva das empresas,  encargos sociais,  férias e etc
  18. 18. Ideologia NeoliberalIdeologia Neoliberal  Mercado: se há um demônio existe também um Céu. Para o neoliberalismo esse local divino é o mercado. Ele é quem tudo regula, faz os preços subirem ou baixarem, estimula a produção, elimina o incompetente e premia o sagaz e o empreendedor.  Socialismo: segundo demônio da teologia neoliberal. É um sistema político completamente avesso aos princípios da iniciativa privada e da propriedade privada.
  19. 19. Ideologia NeoliberalIdeologia Neoliberal  Regime político: o neoliberalismo afina- se com qualquer regime que assegure os direitos da propriedade privada.  Para ele é indiferente se o regime é democrata, autoritário ou mesmo ditatorial. O regime político ideal é o que consegue neutralizar os sindicatos e diminuir a carga fiscal sobre os lucros e fortunas, ao mesmo tempo que desregula o máximo possível a economia.
  20. 20. Ideologia NeoliberalIdeologia Neoliberal  Leis trabalhistas:Leis trabalhistas: Milton FriedmanMilton Friedman afirma que se há desemprego se deveafirma que se há desemprego se deve baixar os salários (o mesmo quebaixar os salários (o mesmo que recomenda o FMI para todos os paísesrecomenda o FMI para todos os países devedores e que têm problemas paradevedores e que têm problemas para pagar a dívida).pagar a dívida).  E se essa redução de salários não éE se essa redução de salários não é capaz de gerar emprego, então écapaz de gerar emprego, então é preciso continuar baixando.preciso continuar baixando.
  21. 21.  Para que os salários possam serPara que os salários possam ser rebaixados até que permita o plenorebaixados até que permita o pleno emprego, devem desaparecer osemprego, devem desaparecer os sindicatos que são a principalsindicatos que são a principal ameaça ao valor da força deameaça ao valor da força de trabalho, pois através de greves,trabalho, pois através de greves, direitos e protestos; lutam contra adireitos e protestos; lutam contra a queda dos salários.queda dos salários. Ideologia NeoliberalIdeologia Neoliberal
  22. 22. Neoliberalismo consiste na crença absoluta do mercado como força reguladora das atividades produtivas. Daí a necessidade de se eliminar a intervenção estatal ⇨ aumento da participação da iniciativa privada no mercado. Chile (1973) – Argentina (80) – Brasil (90)
  23. 23. BRASILBRASIL A crise no modelo deA crise no modelo de substituição de importaçõessubstituição de importações Crise da dívida externa ⇨ América Latina ⇨ anos perdidos
  24. 24. Plano CruzadoPlano Cruzado -- Austeridade fiscal e monetária – congelamentos  PPlano econômicolano econômico ((19861986) por) por DilsonDilson FunaroFunaro, ministro da Fazenda do governo, ministro da Fazenda do governo do presidentedo presidente José SarneyJosé Sarney..  O plano mudou aO plano mudou a moedamoeda do Brasil dedo Brasil de CruzeiroCruzeiro para opara o CruzadoCruzado e posteriormentee posteriormente para opara o Cruzado NovoCruzado Novo, congelou os, congelou os preçospreços e salários e criou o gatilho salarial.e salários e criou o gatilho salarial.  O objetivo principal do plano foi aO objetivo principal do plano foi a contenção da inflação e para isso foramcontenção da inflação e para isso foram adotadas várias medidasadotadas várias medidas
  25. 25. Plano BresserPlano Bresser – Congelamentos  OO Plano BresserPlano Bresser foi um planofoi um plano econômico brasileiro lançado emeconômico brasileiro lançado em 1616 de junhode junho de 1987, pelo entãode 1987, pelo então Ministro da FazendaMinistro da Fazenda Luiz CarlosLuiz Carlos Bresser PereiraBresser Pereira. O plano Bresser. O plano Bresser seguiu o plano Cruzado que haviaseguiu o plano Cruzado que havia fracassado na tentativa de controlarfracassado na tentativa de controlar a inflação.a inflação.
  26. 26.  O grande problema era o déficit público,O grande problema era o déficit público, pelo qual o governo gastava mais dopelo qual o governo gastava mais do arrecadava, sendo que nos primeirosarrecadava, sendo que nos primeiros quatro meses de 1987, já se haviaquatro meses de 1987, já se havia acumulado um déficit projetado deacumulado um déficit projetado de 7,2% do PIB.7,2% do PIB.  Então, em junho de 1987, foiEntão, em junho de 1987, foi apresentado um plano econômico deapresentado um plano econômico de emergência, o Plano Bresser, onde seemergência, o Plano Bresser, onde se instituiu o congelamento dos preços,instituiu o congelamento dos preços, dos aluguéis, dos salários e a UPR comodos aluguéis, dos salários e a UPR como referência monetária para o reajuste dereferência monetária para o reajuste de preços e salários.preços e salários.
  27. 27. Plano BresserPlano Bresser  Mesmo com todas essas medidas aMesmo com todas essas medidas a inflação atingiu o índice alarmante deinflação atingiu o índice alarmante de 366% em dezembro de 1987.366% em dezembro de 1987.
  28. 28. Plano VerãoPlano Verão - Privatizações – troca de moedas  O Plano VerãoO Plano Verão, 1989, governo Sarney, realizado pelo, 1989, governo Sarney, realizado pelo ministro Maílson Ferreira da Nóbrega.ministro Maílson Ferreira da Nóbrega.  Devido à crise inflacionária da década de 1980, foiDevido à crise inflacionária da década de 1980, foi editada uma lei que modificava o índice de rendimentoeditada uma lei que modificava o índice de rendimento da caderneta, promovendo ainda o congelamento dosda caderneta, promovendo ainda o congelamento dos preços e salários, a criação de uma nova moeda, opreços e salários, a criação de uma nova moeda, o Cruzado NovoCruzado Novo, inicialmente atrelada em paridade com, inicialmente atrelada em paridade com o Dólar.o Dólar.  O Plano Verão também gerou grandes desajustes àsO Plano Verão também gerou grandes desajustes às cadernetas de poupança, em que as perdas chegaram acadernetas de poupança, em que as perdas chegaram a 20%.20%.  Nenhuma regra foi definida em relação a ajustesNenhuma regra foi definida em relação a ajustes salariais. Atualmente, até dezembro de 2008, estassalariais. Atualmente, até dezembro de 2008, estas perdas podem ser reclamadas na justiça.perdas podem ser reclamadas na justiça.
  29. 29. 19891989  Plano Brady (securitização daPlano Brady (securitização da dívida)dívida)  Consenso de Washington  Nova tarefa para o FMI  Balança Comercial com Superávit Primário
  30. 30. Consenso de Washington  Consenso de Washington é um conjunto de medidas - que se compõe de dez regras básicas - formulado em novembro de 1989 por economistas de instituições financeiras baseadas em Washington, como o FMI, o Banco Mundial e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, fundamentadas num texto do economista John Williamson, do International Institute for Economy, e que se tornou a política oficial do Fundo Monetário Internacional em 1990, quando passou a ser "receitado" para promover o "ajustamento macroeconômico" dos países em desenvolvimento que passavam por dificuldades.
  31. 31. Consenso de Washington dez regras básicas:  •Disciplina fiscal  •Redução dos gastos públicos  •Reforma tributária  •Juros de mercado  •Câmbio de mercado  •Abertura comercial  •Investimento estrangeiro direto, com eliminação de restrições  •Privatização das estatais  •Desregulamentação (afrouxamento das leis econômicas e trabalhistas)  •Direito à propriedade
  32. 32. Anos 90Anos 90  ••Exaustão do modelo brasileiro deExaustão do modelo brasileiro de substituição de importaçõessubstituição de importações  ••Fim das políticas protecionistasFim das políticas protecionistas  Plano Collor - impõe confisco monetário, congela preços e salários e reformula os índices de correção monetária. A moeda muda de Cruzado Novo para Cruzeiro. Determina um enxugamento da máquina estatal e inicia a abertura da economia nacional.
  33. 33.  Plano Real (Itamar Franco) – procura conter os gastos públicos, acelerar o processo de privatização das estatais, controlar a demanda por meio da elevação dos juros e pressionar diretamente os preços pela abertura das importações. A moeda, que havia mudado de Cruzeiro para Cruzeiro Real, em agosto de 1993, muda para Real, em julho de 1994. O programa prevê continuação da abertura econômica do país e medidas de apoio à modernização das empresas brasileiras.
  34. 34. Anos 90 Política econômica Brasileira Áreas principais  Estabilização Econômica  Redução da Presença do Estado na Economia  Mudança de Protecionismo para abertura
  35. 35. NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO  Primeiros países a adotar oPrimeiros países a adotar o Neoliberalismo:Neoliberalismo: 1.1. Chile – nos anos 1970, sob o comandoChile – nos anos 1970, sob o comando do Gal. Pinochet.do Gal. Pinochet. 2.2. Inglaterra, em 1979.Inglaterra, em 1979. 3.3. Estados Unidos, em 1980.Estados Unidos, em 1980. 4.4. Alemanha, em 1982.Alemanha, em 1982. 5.5. Dinamarca, em 1983.Dinamarca, em 1983. 6.6. ..............., espalha-se pelo mundo................, espalha-se pelo mundo.
  36. 36. Medidas adotadas pelo governo brasileiro  1. Aumento das taxas de juros - No início do ano, a taxa básica de juros brasileira era de 16,5%. De junho até novembro de 2001 alcança 19%, uma das maiores do Planeta!  2. Enxugamento dos investimentos e gastos públicos, para cumprir as metas de superávit fiscal impostas pelo FMI e garantir o pagamento dos juros da dívida pública;
  37. 37. Medidas adotadas pelo governo brasileiro  3. Aumento da carga tributária, que já alcança o absurdo patamar de 34% do PIB, desacelerando ainda mais a economia;  4. Abertura indiscriminada e unilateral dos portos, fazendo crescer as importações, acirrando-se a competição dos importados com os produtos nacionais, com o objetivo de baixar os preços e reduzir a inflação. Essa medida rendeu polpudos frutos políticos ao governo atual, mas arrebentou inúmeras indústrias nacionais e provocou enorme desemprego no País, além de influenciar negativamente em nosso Balanço de Pagamentos.
  38. 38. Consequências:Consequências:
  39. 39. E o governo Lula?E o governo Lula?
  40. 40. Folha de São Paulo 29 de novembro de 2006
  41. 41. Estado de São Paulo Setembro de 2008
  42. 42. Medidas adotadas pelo governo dos Estados Unidos  1. Redução drástica das taxas de juros: no início do ano, a taxa de juros americana era de 6,5% e em novembro de 2001 alcança 1,8%;  2. Aumento dos gastos públicos, promovendo investimentos e viabilizando diversas ações, a fim de aquecer a economia.  3. Redução de impostos, a fim de permitir aumento do volume de recursos nas mãos da população, para garantir aumento do consumo interno;  4. Política de rígido controle das importações, através de barreiras tarifárias e não tarifárias, aplicação de sanções a produtos importados e adoção de medidas de proteção à indústria nacional.
  43. 43. A política econômica adotada pelo atual governo tem sido boa para quem?  “O setor financeiro foi o que mais se beneficiou nos sete anos de governo FHC. Os bancos aumentam com facilidade o preço dos serviços prestados, o que explica as altíssimas margens de lucro. ” (Revista “ Isto É”- nº1675)  “Quem aplicou R$100 na poupança em agosto de 94, tem hoje, R$324”.  Quem pediu emprestado a mesma quantia, deve R$160 mil.” (Revista “ Isto É”- nº1675)
  44. 44. E a CriseE a Crise Mundial?Mundial?
  45. 45. Origens da CriseOrigens da Crise  Origens da Crise Tudo começou em 2001,Origens da Crise Tudo começou em 2001, com o furo da "bolha da Internet". Paracom o furo da "bolha da Internet". Para proteger os investidores, Alan Greenspan,proteger os investidores, Alan Greenspan, presidente da Reserva Federal Americana,presidente da Reserva Federal Americana, decidiu orientar os investimentos para odecidiu orientar os investimentos para o setor imobiliário. Adotando uma política desetor imobiliário. Adotando uma política de taxas de juros muito baixas e de reduçãotaxas de juros muito baixas e de redução das despesas financeiras, induziu osdas despesas financeiras, induziu os intermediários financeiros e imobiliários aintermediários financeiros e imobiliários a incitar uma clientela cada vez maior aincitar uma clientela cada vez maior a investir em imóveis.investir em imóveis.
  46. 46. Origens da CriseOrigens da Crise  Foi assim criado o sistema dasFoi assim criado o sistema das hipotecas subprimes, empréstimoshipotecas subprimes, empréstimos hipotecários de alto risco e de taxahipotecários de alto risco e de taxa variável concedidos às famíliasvariável concedidos às famílias "frágeis"."frágeis".  Na realidade, eram financiamentos deNa realidade, eram financiamentos de casas concedidos a famílias que oscasas concedidos a famílias que os bancos sabiam de antemão não terbancos sabiam de antemão não ter renda familiar suficiente para poderrenda familiar suficiente para poder arcar com suas prestações.arcar com suas prestações.
  47. 47. Origens da CriseOrigens da Crise  Num passo seguinte, os bancos queNum passo seguinte, os bancos que criaram essas hipotecas criaramcriaram essas hipotecas criaram instrumentos sofisticados parainstrumentos sofisticados para securitizá-las, isto é, transformá-lassecuritizá-las, isto é, transformá-las em títulos livremente negociáveisem títulos livremente negociáveis que passaram a ser vendidos paraque passaram a ser vendidos para outros bancos, instituiçõesoutros bancos, instituições financeiras, companhias de seguros efinanceiras, companhias de seguros e fundos de pensão pelo mundo afora.fundos de pensão pelo mundo afora.
  48. 48. Origens da CriseOrigens da Crise  Quando a Reserva Federal, em 2005,Quando a Reserva Federal, em 2005, aumentou a taxa de juros paraaumentou a taxa de juros para tentar reduzir a inflação, desregulou-tentar reduzir a inflação, desregulou- se a máquina; esses títulos sese a máquina; esses títulos se tornaram impossíveis de sertornaram impossíveis de ser negociados a qualquer preço, o quenegociados a qualquer preço, o que desencadeou um efeito dominó,desencadeou um efeito dominó, fazendo balançar o sistema bancáriofazendo balançar o sistema bancário internacional a partir de agosto deinternacional a partir de agosto de 2007.2007.
  49. 49. O socorro governamentalO socorro governamental  O socorro governamental Segundo oO socorro governamental Segundo o FMI declarou em 7 de outubro deFMI declarou em 7 de outubro de 2008, as perdas decorrentes de2008, as perdas decorrentes de hipotecas do mercado imobiliáriohipotecas do mercado imobiliário subprime já realizadassubprime já realizadas contabilizavam 1,4 trilhão de dólarescontabilizavam 1,4 trilhão de dólares e o valor total dos créditos subprimee o valor total dos créditos subprime ainda em risco se elevava a 12,3ainda em risco se elevava a 12,3 trilhões, o que corresponde a 89%trilhões, o que corresponde a 89% do PIB estadunidense.do PIB estadunidense.
  50. 50. O socorro governamentalO socorro governamental  Desde que a crise de confiança se agravou eDesde que a crise de confiança se agravou e se generalizou, paralisando o sistema dese generalizou, paralisando o sistema de empréstimos interbancário mundial, oempréstimos interbancário mundial, o governo estadunidense decidiu pôr de ladogoverno estadunidense decidiu pôr de lado suas teorias neoliberais e passou a socorrersuas teorias neoliberais e passou a socorrer ativamente as empresas financeiras emativamente as empresas financeiras em dificuldades. Um pacote, aprovado às pressasdificuldades. Um pacote, aprovado às pressas pelo congresso estadunidense, destinoupelo congresso estadunidense, destinou setecentos bilhões de dólares de dinheiro dosetecentos bilhões de dólares de dinheiro do contribuinte americano a socorro doscontribuinte americano a socorro dos banqueiros.banqueiros.
  51. 51. O socorro governamentalO socorro governamental  Desde a quebra do Bear Sterns (banco deDesde a quebra do Bear Sterns (banco de investimentos e provedor de outrosinvestimentos e provedor de outros serviços financeiros com sede em Novaserviços financeiros com sede em Nova Iorque) , até outubro de 2008, o governoIorque) , até outubro de 2008, o governo estadunidense e a Reserva Federal jáestadunidense e a Reserva Federal já haviam desprendido cerca de dois trilhõeshaviam desprendido cerca de dois trilhões de dólares na tentativa de salvarde dólares na tentativa de salvar instituições financeiras. Os países da UEinstituições financeiras. Os países da UE também desprenderam várias centenas detambém desprenderam várias centenas de bilhões de euros na tentativa de salvarbilhões de euros na tentativa de salvar seus próprios bancos.seus próprios bancos.
  52. 52. Efeitos no BrasilEfeitos no Brasil  Todos os países sentiram de uma modoTodos os países sentiram de uma modo maior ou menor, os efeitos da crisemaior ou menor, os efeitos da crise financeira que teve origem nos Estadosfinanceira que teve origem nos Estados Unidos. No Brasil, o que primeiramente seUnidos. No Brasil, o que primeiramente se sentiu foi a baixa das cotações das açõessentiu foi a baixa das cotações das ações em bolsas de valores, que foi causada pelaem bolsas de valores, que foi causada pela grande venda de ações, e que depois segrande venda de ações, e que depois se atropelaram para repatriar seus capitais, eatropelaram para repatriar seus capitais, e também pela alta do dólar, que por sua veztambém pela alta do dólar, que por sua vez foi causada por esse repatriamentofoi causada por esse repatriamento repentino de capitais.repentino de capitais.
  53. 53. Efeitos no BrasilEfeitos no Brasil  Como o Brasil tem optado há anos emComo o Brasil tem optado há anos em pagar seus débitos junto ao FMIpagar seus débitos junto ao FMI antecipadamente e tem acumuladoantecipadamente e tem acumulado reservas, que antes da crise eram dereservas, que antes da crise eram de duzentos e oito bilhões de dólares, fezduzentos e oito bilhões de dólares, fez com que fiquemos temporariamentecom que fiquemos temporariamente confortáveis.confortáveis.
  54. 54. Efeitos no BrasilEfeitos no Brasil  A alta do dólar, apesar de a primeiraA alta do dólar, apesar de a primeira vista parecer ruim, foi benéfica paravista parecer ruim, foi benéfica para a competitividade internacional dosa competitividade internacional dos produtos brasileiros, diminuindo oprodutos brasileiros, diminuindo o custo para os nossos clientescusto para os nossos clientes importarem.importarem.  Porém, a alta do dólar aumenta aPorém, a alta do dólar aumenta a nossa dívida externa.nossa dívida externa.
  55. 55. Efeitos no BrasilEfeitos no Brasil  No mercado interbancário, houve umaNo mercado interbancário, houve uma paralisação quase que total deparalisação quase que total de empréstimos feitos pelos grandesempréstimos feitos pelos grandes bancos aos pequenos.bancos aos pequenos.  Para tentar evitar isso, o BancoPara tentar evitar isso, o Banco Central do Brasil decidiu isentá-los deCentral do Brasil decidiu isentá-los de depositar obrigatoriamente o valordepositar obrigatoriamente o valor emprestado , só que tal medida nãoemprestado , só que tal medida não foi suficiente em meio ao clima defoi suficiente em meio ao clima de quase pânico.quase pânico.
  56. 56. Efeitos no BrasilEfeitos no Brasil  Para evitar a falta de liquidez nosPara evitar a falta de liquidez nos mercados de câmbio, o Banco Centralmercados de câmbio, o Banco Central do Brasil tem feito leilões de venda dedo Brasil tem feito leilões de venda de dólar físico à vista, usando asdólar físico à vista, usando as reservas internacionais do Brasil.reservas internacionais do Brasil.
  57. 57. Efeitos no BrasilEfeitos no Brasil  O Banco Central, com medo da faltaO Banco Central, com medo da falta de liquidez, tem liberado por váriasde liquidez, tem liberado por várias vezes, dezenas de bilhões de reais emvezes, dezenas de bilhões de reais em depósitos obrigatórios.depósitos obrigatórios.  É umas maneira que o Banco CentralÉ umas maneira que o Banco Central achou de irrigar o sistema bancárioachou de irrigar o sistema bancário sem ter que reduzir os juros básicos, osem ter que reduzir os juros básicos, o que poderia vir a causar inflação eque poderia vir a causar inflação e diminuir os investimentosdiminuir os investimentos estrangeiros.estrangeiros.
  58. 58. Portanto a crise mundialPortanto a crise mundial é um resultado doé um resultado do NeoliberalismoNeoliberalismo..
  59. 59. E o Resultado disso?E o Resultado disso?  DesempregoDesemprego  Fusões e MonopóliosFusões e Monopólios  Intervenção EstatalIntervenção Estatal  Aumento da Desigualdade SocialAumento da Desigualdade Social  Cortes nos Gastos PúblicosCortes nos Gastos Públicos  Reforma Tributária e PrevidenciáriaReforma Tributária e Previdenciária
  60. 60. NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO Globalização produtivaGlobalização produtiva  AutomóveisAutomóveis  EletroeletrônicosEletroeletrônicos  Telefones CelularesTelefones Celulares  AlimentosAlimentos  TênisTênis  Higiene e LimpezaHigiene e Limpeza  Fast-foodFast-food  VideolocadorasVideolocadoras  Comércio VarejistaComércio Varejista Toyota, GM, Ford.Toyota, GM, Ford. Sony, Philips, LG.Sony, Philips, LG. Nokia, Motorola.Nokia, Motorola. Nestlé, Danone.Nestlé, Danone. Nike, Adidas.Nike, Adidas. Unilever, Colgate.Unilever, Colgate. McDonald’s.McDonald’s. Blockbuster.Blockbuster. Wal Mart.Wal Mart.
  61. 61. NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO 10 MAIORES EMPRESAS DO10 MAIORES EMPRESAS DO MUNDOMUNDO 1.1. Wal Mart – Bens deWal Mart – Bens de consumoconsumo 2.2. Exxon/Mobil – ÓleoExxon/Mobil – Óleo &Gás.&Gás. 3.3. Royal Dutch Broup –Royal Dutch Broup – Óleo & Gás.Óleo & Gás. 4.4. BP – Óleo &GásBP – Óleo &Gás 5.5. General Motors –General Motors – Automóveis.Automóveis. FONTE: RevistaFONTE: Revista Fortune/2007Fortune/2007 6. Toyota Motors -6. Toyota Motors - Automotivo.Automotivo. 7. Chevron - Óleo &Gás.7. Chevron - Óleo &Gás. 8. DaimlerChryster8. DaimlerChryster -Automotivo.-Automotivo. 9. CONOCOPhilips – Óleo9. CONOCOPhilips – Óleo &Gás.&Gás. 10. TOTAL - Óleo &Gás10. TOTAL - Óleo &Gás
  62. 62. NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO 10 MARCAS MAIS CARAS DO10 MARCAS MAIS CARAS DO MUNDOMUNDO 1.1. Coca-cola – EUACoca-cola – EUA (US$ 65,3 bilhões).(US$ 65,3 bilhões). 2.2. Microsoft – EUAMicrosoft – EUA (58,7 bilhões).(58,7 bilhões). 3.3. IBM – EUA (US$ 57,5IBM – EUA (US$ 57,5 bilhões).bilhões). 4.4. GE – EUA (US$ 51,6GE – EUA (US$ 51,6 bilhões).bilhões). 5.5. Nokia – FinlândiaNokia – Finlândia (US$ 33,7 bilhões).(US$ 33,7 bilhões). FONTE: RevistaFONTE: Revista Fortune/2007.Fortune/2007. 6. Toyota – Japão (US$6. Toyota – Japão (US$ 32,1 bilhões).32,1 bilhões). 7. Intel – EUA (US$ 30,17. Intel – EUA (US$ 30,1 bilhões).bilhões). 8. McDonald’s – EUA8. McDonald’s – EUA (US$ 29,4 bilhões).(US$ 29,4 bilhões). 9. Disney – EUA (US$9. Disney – EUA (US$ 29,4 bilhões).29,4 bilhões). 10. Mercedes Benz –10. Mercedes Benz – Alemanha (US$ 23,6Alemanha (US$ 23,6 bilhões).bilhões).
  63. 63. NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO OS 10 HOMENS MAIS RICOS DO MUNDOOS 10 HOMENS MAIS RICOS DO MUNDO 1. Bill Gates (americano, Microsoft – US$ 561. Bill Gates (americano, Microsoft – US$ 56 bilhões).bilhões). 2. Warren Buffet (Americano, investidor - US$ 522. Warren Buffet (Americano, investidor - US$ 52 bilhões).bilhões). 3. Carlos Slin Helu (Mexicano, Telmex, America3. Carlos Slin Helu (Mexicano, Telmex, America Movil, Televisa - US$ 49 bilhões).Movil, Televisa - US$ 49 bilhões). 4. Ingvar Kamprad (Sueco, Ikea - US$ 33 bilhões).4. Ingvar Kamprad (Sueco, Ikea - US$ 33 bilhões). 5. Lakshmi Mittal (Indiano, International Steel5. Lakshmi Mittal (Indiano, International Steel Group – US$32 bilhões).Group – US$32 bilhões).
  64. 64. NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO OS 10 HOMENS MAIS RICOS DO MUNDOOS 10 HOMENS MAIS RICOS DO MUNDO 6. Sheldon Adelson (Americano, cassinos e hotéis -6. Sheldon Adelson (Americano, cassinos e hotéis - US$ 26,5 bilhões)US$ 26,5 bilhões) 7. Bernrd Arnault (Francês, LVMH – inclui Louis7. Bernrd Arnault (Francês, LVMH – inclui Louis Vuitton e Tag Heuer - US$ 26 bilhões)Vuitton e Tag Heuer - US$ 26 bilhões) 8. Amancio Ortega (Espanhol, Inditex, ZARA - US$8. Amancio Ortega (Espanhol, Inditex, ZARA - US$ 24 bilhões)24 bilhões) 9.Li Ka – Shing (Chinês, Cheung Kong (Holding) -9.Li Ka – Shing (Chinês, Cheung Kong (Holding) - US$ 23 bilhões)US$ 23 bilhões) 10. David Thomson (Canadense, Media,10. David Thomson (Canadense, Media, Entretenimento - US$ 22 bilhões)Entretenimento - US$ 22 bilhões) FONTE: Revista Forbes/2007FONTE: Revista Forbes/2007
  65. 65. NEOLIBERALISMONEOLIBERALISMO Globalização FinanceiraGlobalização Financeira  Principais crises internacionais:Principais crises internacionais: 1.1. México – dezembro de 1994.México – dezembro de 1994. 2.2. Sudeste Asiático – julho de 1997, com aSudeste Asiático – julho de 1997, com a desvalorização dodesvalorização do bathbath. A crise afetou a. A crise afetou a Indonésia, Malásia e Coréia do Sul.Indonésia, Malásia e Coréia do Sul. 3.3. Rússia – agosto de 1998. A crise doRússia – agosto de 1998. A crise do rublorublo apressou a desvalorização do Real.apressou a desvalorização do Real. 4.4. Turquia – em 2000. Fuga de capitais na TurquiaTurquia – em 2000. Fuga de capitais na Turquia e Argentina.e Argentina. 5.5. EUA – em 2007 – Crise no mercado imobiliárioEUA – em 2007 – Crise no mercado imobiliário norte-americano.norte-americano.
  66. 66. BIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIA 1.1. BARBOSA, A.F.BARBOSA, A.F. O mundo globalizadoO mundo globalizado:: política, sociedade e economia. São Paulo,política, sociedade e economia. São Paulo, Contexto, 2001.Contexto, 2001. 2.2. CARMO, P. S. do.CARMO, P. S. do. O trabalho na economiaO trabalho na economia globalglobal.São Paulo, Moderna, 1998..São Paulo, Moderna, 1998. 3.3. IANNI, O. A.IANNI, O. A. A sociedade globalA sociedade global. Rio de. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2001.Janeiro, Civilização Brasileira, 2001. 4.4. MAGNOLI, D.MAGNOLI, D. GlobalizaçãoGlobalização: estado nacional e: estado nacional e espaço mundial. São Paulo, Moderna, 2003.espaço mundial. São Paulo, Moderna, 2003. 5.5. TOURAINE, A.TOURAINE, A. Como sair doComo sair do liberalismoliberalismo.Bauru, SP. EDUSC, 1999..Bauru, SP. EDUSC, 1999.

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