Henrique Tabosa Plantas Medicinais e Fitoterapia: Bioprospecção e Controle Qualidade Mesa Redonda: BOAS PRÁTICAS RELACIONA...
Boas Práticas?? Cultivo de Plantas Medicinais Drauzio Varella? P.M. & Fitoterápicos
Medicamentos Fitoterápicos X Medicamentos Sintéticos Depende da concentração de princípio ativo Não é garantida necessaria...
Metabólitos Secundários x Efeitos Farmacológicos Eficácia Segurança Controle Qualidade
 
Produção de Fitoterápicos Cultivo - BPA
Muitos Programas Incentivam as BPA
Colheita, secagem e armazenamento - BPC Produção de Fitoterápicos Concentração (mg/g)
Produção em Pequena Escala - BPMPMF Produção de Fitoterápicos
Produção de Fitoterápicos Produção em Larga Escala - BPFPMF
Qualificação de Fornecedores de Plantas Medicinais Qualidade - Logística - Pontualidade na entrega - Preço <ul><li>Cadastr...
Perspectivas:  Mercado de Plantas Medicinais e Fitoterápicos BOAS PRÁTICAS ATRELADAS
 
Obrigado ! Prof.  Henrique Tabosa Professor do curso de Farmácia da ASCES [email_address] henriquetabosa.blogspot.com
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Palestra IX Congresso Brasileiro de Farmácia - Centro de Convenções Olinda-PE

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Esta Palestra foi realizada no IX Congresso Brasileiro de Farmácia. Realizado no Centro de Convenções de Olinda-PE. A mesa redonda era intitulada: Plantas Medicinais e Fitoterapia: Bioprospecção e Controle de Qualidade.
Palestra proferida pelo Professor Henrique

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  • Sementes (dormência), identificação correta da espécie, forma de propagação, isolar de fossas, esgotos e trânsito, adubação (química ou orgânica), combate às pragas (herbívoros – insetos), rotação de culturas.
  • Época do ano com maior quantidade de PA, local de secagem limpo, bem ventilado, protegido do ataque de insetos, abrigo de luz. Relação biomassa x produção de PA. Relação tempo de cultivoxPA
  • Produção dos extratos (triturar para aumentar superfície de contato). Relação tempo extraçaoxPA. compatibilidades entre os extratos e os constituintes da formulação, temperatura, melhor forma farmacêutica (crianças – xaropes, xampus – para cabeça, pomadas – regiões secas), relação custoxbenefício. Definição da cara do produto. Estudo de estabilidade.
  • Produção em larga escala, relatividade do que significa larga escala, notificação de lotes pilotos do produto. Distribuidores do produto, o farmacêutico é treinado apenas para produzir, mas n consegue vender. Controle de qualidade com o próximo palestrante.
  • Reduz o ciclo de compras;- Reduz os estoques;- Racionaliza custos de testes de controle de qualidade;- Reduz a variabilidade dos materiais;- Diminui retrabalho interno;- Melhora a qualidade do produto final;- Qualidade assegurada;- Propicia parcerias envolvendo desenvolvimento tecnológico e inovação;- Sustentabilidade da cadeia- Evita devoluções que podem acarretar em atrasos do início do processo de fabricação de dado produto.- Evita não-conformidades que podem ser detectadas adiante. Dificuldades/problemas- Falsificação e mistura;- Teor de principio ativo variável;- Contaminação com matéria orgânica estranha;- Contaminação microbiológica elevada;- Processo de secagem deficiente
  • Palestra IX Congresso Brasileiro de Farmácia - Centro de Convenções Olinda-PE

    1. 1. Henrique Tabosa Plantas Medicinais e Fitoterapia: Bioprospecção e Controle Qualidade Mesa Redonda: BOAS PRÁTICAS RELACIONADAS A PRODUTOS A BASE DE PLANTAS
    2. 2. Boas Práticas?? Cultivo de Plantas Medicinais Drauzio Varella? P.M. & Fitoterápicos
    3. 3. Medicamentos Fitoterápicos X Medicamentos Sintéticos Depende da concentração de princípio ativo Não é garantida necessariamente pela concentração de marcadores Reprodutibilidade da ação Ausentes Presentes Efeitos de sazonalidade Quantifica princípio ativo/seletividade simples Quantifica marcadores/ seletividade é crítica Controle de qualidade Comprovada Prevista/Assumida frente à eficácia (Farmacol. Clínica) Biodisponibilidade Atribuída a um único constituinte ou associa-ção de composto definida Frequentemente atribuída a mais de um componente/grupo Ação Farmacológica Simples Complexa Composição Convencional (Síntese ou Fitofármaco) Fitoterápico
    4. 4. Metabólitos Secundários x Efeitos Farmacológicos Eficácia Segurança Controle Qualidade
    5. 6. Produção de Fitoterápicos Cultivo - BPA
    6. 7. Muitos Programas Incentivam as BPA
    7. 8. Colheita, secagem e armazenamento - BPC Produção de Fitoterápicos Concentração (mg/g)
    8. 9. Produção em Pequena Escala - BPMPMF Produção de Fitoterápicos
    9. 10. Produção de Fitoterápicos Produção em Larga Escala - BPFPMF
    10. 11. Qualificação de Fornecedores de Plantas Medicinais Qualidade - Logística - Pontualidade na entrega - Preço <ul><li>Cadastro de Fornecedores Qualificados </li></ul><ul><li>Dificuldades encontradas/Problemas </li></ul><ul><li>Laudos contendo: </li></ul><ul><li>Origem/colheita </li></ul><ul><li>Parte da planta </li></ul><ul><li>Processamento </li></ul><ul><li>Solventes/excipientes </li></ul><ul><li>Teor/contaminantes </li></ul><ul><li>Outros </li></ul>
    11. 12. Perspectivas: Mercado de Plantas Medicinais e Fitoterápicos BOAS PRÁTICAS ATRELADAS
    12. 14. Obrigado ! Prof. Henrique Tabosa Professor do curso de Farmácia da ASCES [email_address] henriquetabosa.blogspot.com

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