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MY LIFE NEXT DOOR 
by 
Huntley Fitzpatrick 
Tradução e Revisão
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Capítulo Um 
Os Garrett foram proibidos desde o início. Mas não é por isso que eles eram importantes. Estávamos no noss...
4 
"Ele é bonito." Ela disse, olhando por cima do muro novamente. Olhei para ver um garoto mais velho se desdobrando na pa...
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"É indecente." Mamãe dizia, observando. 
"É legal." Tracy, futura advogada, sempre respondia, lançando para trás os cab...
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Garrett. Durante todo o tempo. Fora da janela do meu quarto, há uma pequena parte plana telhado com uma pequena cerca e...
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Capítulo Dois 
Na primeira sufocante noite quente de junho, eu estou sozinha em casa, tentando desfrutar da calma, mas ...
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Tracy e eu não levamos a sério princípio. Nós conhecíamos mamãe um pouco para votar. Mas um dia ela chegou em casa de u...
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continua. "Eu disse que Samantha era uma menina grande." pisco. Tenho 1,57cm. Nos saltos. "Garota grande" é um exagero....
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eles se formaram na semana passada. O resto do tempo, eles estão estacionados em seu conversível em nossa garagem, ass...
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depois eu ainda estou esperando. Ele provavelmente esqueceu de que ele mesmo atendeu o telefone. Eu desligo e deito na...
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Capítulo Três 
Eu fico olhando para o garoto. Ele é, obviamente, um Garrett, e não Joel, mas qual? De perto, à luz der...
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"Be-em." ele responde, finalmente. "Eu imagino que um monte de princesas já se sentiu assim... casamentos arranjados e...
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"É uma boa ideia manter seus olhos sobre os caras que pensam sabem o verdadeiro caminho." Jase diz pensativo. "Eles só...
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Capítulo Quatro 
Na luz da manhã, escovo os dentes, faço a minha mesma velha rotina matinal, olhando para a minha mesm...
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"Por que eu estaria aqui?" Ela pergunta. "O que há para qualquer uma de nós aqui? Nada." 
Eu quero dizer "eu estou aqu...
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"Ma-mãe! Nós já passamos por isso. Eu estou indo para Vineyard. Flip tem um doce trabalho de ensinar tênis para um gru...
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"Grace." Ele beija uma bochecha, a outra, em seguida, puxa cadeira ao lado da mamãe, sentando numa posição indecisa. "...
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estudantes do ensino médio! Daniel teve o seu ensaio no ano passado e ele diz que isso ajudou totalmente a passar no M...
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"Então." Diz Clay, sorrindo para mim, Tracy, e Flip. "Vocês se importariam sua mãe e eu falarmos de trabalho?" 
"Fale ...
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com o seu terceiro pão, lançando um longo olhar para a porta. Eu não culpo por querer escapar. "A última pessoa que us...
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Capítulo Cinco 
Quando eu chego em casa do trabalho no dia seguinte, pegajosa de voltar andando calor do verão, meus o...
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"O uniforme?" 
"Meu chefe projetou." 
Jase examina-me em silêncio por um minuto ou dois, em seguida, diz: "Ele deve te...
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dessas bocas peculiares que parecem estão sempre prestes a sorrir. Além disso, tem este constante olhar: “Não tenho pr...
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"Uau. Ela ainda congela pequenos pedaços de casca limão e hortelã nos cubos gelo. E os coloca na limonada." 
"Ela é me...
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Flip diz: "Então... Eu não sabia que vocês dois se conheciam." 
"Nós não nos conhecemos." Eu disse, ao mesmo tempo que...
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As paredes dos Garretts são amarelas ensolaradas. As cortinas são do mesmo amarelo com folhas verdes sobre elas. Mas t...
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"Ela também sabe que não há nenhum em lugar algum perto de Connecticut. Não é, Samantha?" 
Eu me sinto horrível. "Nem ...
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"Você sabia que no espaço é muito, muito frio? E não há oxigênio? se um astronauta cair de um ônibus sem a sua roupa e...
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"Que história você leu para o seu cochilo?" 
"Mamãe. George o Curioso. Eu editei-o também. Houve um incidente com balã...
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zoológicos? Ele é repleto de plantas, umas realmente altas e penduradas, e cactos. Há três periquitos em uma gaiola e ...
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Eu aceno. "Há muito tempo. Eles aperfeiçoaram as coisas muito mais agora." 
"Eu ficaria na equipe de terra da NASA. Nã...
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"Minha ex-namorada. Lindy. Ela fez esta etiqueta no shopping. Agora eu não posso tirá-la." 
" Sua ex? "Por que estou f...
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mais jovem, alto, com o tipo de carisma que faz lugar parecer completo só porque ele está no local. Seu cabelo é o mes...
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"Bem, eu terei que ficar mais atento sobre isso então. Eu não sabia porém que Jase tinha-" 
"Eu vou levá-la para fora,...
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Capítulo Seis 
Flip e Tracy voltaram para casa, queimados amarrotados, com amêndoas fritas cerveja Birch e cachorros-q...
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dois. Eu amo como você pode dizer a estação e hora do dia apenas fechando os olhos respirando fundo. Fechei os olhos a...
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nariz e as sobrancelhas cílios são escuros, enquanto seu cabelo é um castanho avermelhado profundo. Ele seria um gato,...
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"Você poderia pelo menos dizer oi para Samantha, Timmy." 
"Eiiiii, garota. Sinto-me como se tivéssemos falado apenas h...
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"Eu tenho sim." Tim diz em voz alta, todo indignação fora de proporção. Ele puxa um baseado do bolso da frente de sua ...
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Capítulo Sete 
Na varanda, eu pego a mão de Nan, aperto. 
"Eu sei." Ela diz. "Está muito pior desde que ele foi expuls...
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caverna subterrânea horrível e esqueceriam que ele existe. Ou irritaria o agressor do campus e seria espancado até a m...
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"Esse é o novo namorado da minha mãe." Agora Clay aperta o ombro e afasta a mulher, ainda sorrindo. 
"Sua mãe tem um n...
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"Não importa." Eu digo a ela, tirando algumas notas do bolso. 
"Eu te pago de volta." Nan me diz, pegando o dinheiro. ...
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Vargas mexe mais e mais lentamente, em seguida, estremece uma parada. 
"O filme?" Nan diz vagamente. "Oh, certo. A Dor...
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anos. Eu fui picada por uma água-viva. Tim chorou porque sua mãe, e a minha, não iriam deixá-lo fazer xixi na minha pe...
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Capítulo Oito 
Na tarde seguinte, eu estou chutando meus sapatos de trabalho na nossa varanda, preparando-me para troc...
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"É claro que não." Ela sorri para mim novamente. Eu sei que todos devem acreditar que eu faço isso, pergunto a cada me...
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Concordo, digo a ela meu horário, antes mesmo que me ofereça mais do eu ganho no Breakfast Ahoy. Então, ela pergunta, ...
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"Bem, porcos com, um, sem alma." Isso não parece bom. Eu jogo em torno de uma boa explicação. "Como os animais que não...
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"Mas eu posso nadar agora. Eu sei muito bem. E ela sabe como fazer o mergulho de costas. Ela poderia me ensinar a faze...
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"George. Harry. Quem vocês trouxeram para casa?" Diz Joel. Ele tem boa aparência, mas um pouco demais no bem-ele-sabe-...
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"Na porta ao lado. Eu venho da porta do lado." 
"Você é irmã de Tracy Reed? 
Claro. Naturalmente, ele não teria esquec...
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Cleve, um cara de aparência doce numa Havaiana estampada, roupa banho e uma camisa PacSun, não parece como se soubesse...
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Capítulo Nove 
Com mãe e Tracy fora, a casa é tão tranquila durante noite que eu posso contar os sons. O zumbido-baque...
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My life next door - Huntley Fitzpatrick

  1. 1. 1
  2. 2. 2 MY LIFE NEXT DOOR by Huntley Fitzpatrick Tradução e Revisão
  3. 3. 3 Capítulo Um Os Garrett foram proibidos desde o início. Mas não é por isso que eles eram importantes. Estávamos no nosso quintal aquele dia, há dez anos, quando seu sedan batido foi puxado até a casa de telhas rebaixada ao lado, logo atrás da van em movimento. "Oh não." Mamãe suspirou, braços caindo para os lados. "Eu esperava que pudéssemos ter evitado isso." "Isso o quê?" Minha irmã mais velha perguntou da calçada. Ela tinha oito anos e já estava inquieta com a tarefa da mamãe para o dia, plantar bulbos junquilho no nosso jardim da frente. Caminhando rapidamente para o piquete que dividia a nossa casa da do vizinho, ela se empoleirou na ponta dos pés para espiar os novos vizinhos. Eu pressionei meu rosto contra a abertura nas ripas, observando com espanto enquanto um casal e cinco crianças se derramaram do sedan, como um carro de palhaço no circo. "Esse tipo de coisa." Mamãe fez um gesto em direção ao carro com a espátula, torcendo o cabelo loiro prateado em um coque com a outra mão. "Há uma cada bairro. A família que nunca corta seu gramado. Tem brinquedos espalhados por toda parte. As que plantam flores, ou fazem e as deixam morrer. A família bagunçada que desvaloriza os imóveis. Aqui estão eles. Ao lado. Você colocou a lâmpada do lado errado, Samantha." Eu troquei lâmpada, apoiando meus joelhos na sujeira para ficar mais perto da cerca, olhos nunca deixando o pai enquanto ele tirava um bebê de assento carro, enquanto uma criança de cabelos encaracolados escalava suas costas. "Eles parecem bons." Eu disse. Eu me lembro que houve um silêncio, então, eu olhei para a minha mãe. Ela estava balançando a cabeça para mim, uma expressão estranha no rosto. "Bom não é o ponto aqui, Samantha. Você tem sete anos de idade. precisa entender que importante. Cinco crianças. Bom Deus. Assim como a família de seu pai. Insanidade." Ela balançou a cabeça novamente, revirando os olhos para o céu. Cheguei mais perto de Tracy e tirei uma mancha de tinta branca cima do muro com a unha polegar. Minha irmã olhou para mim com a mesma cara de aviso que ela usou quando estava assistindo TV e eu fui até ela para lhe fazer uma pergunta.
  4. 4. 4 "Ele é bonito." Ela disse, olhando por cima do muro novamente. Olhei para ver um garoto mais velho se desdobrando na parte de trás do carro, luva beisebol mão, voltando para transportar uma caixa de papelão cheia equipamentos esportivos. Mesmo assim, Tracy gostava de se esquivar, para esquecer o quanto foi duro nossa mãe descobrir como ser pai e mãe. Nosso foi embora sem sequer um adeus, deixando a mãe com um bebê de ano idade, a caminho, muita desilusão e, felizmente, o fundo fiduciário de seus pais. Como os anos provaram, nossos novos vizinhos, Garretts, eram exatamente o que mamãe previu. Seu gramado era aparado de forma esporádica na melhor das hipóteses. Suas luzes Natal ficavam penduradas até à Páscoa. Seu quintal era uma mistura de piscina de chão, um trampolim, um balanço e barras de macaco1. Periodicamente, a Sra. Garrett fazia um esforço em plantar algo sazonal, crisântemos em setembro, impatiens2 em junho, apenas para deixá-la ofegar e murchar enquanto ela tende para algo mais importante, como seus cinco filhos. Eles se tornaram oito crianças ao longo dos anos. Todos com cerca de três anos diferença. "Minha zona insegura." Ouvi a Sra. Garrett explicar um dia no supermercado quando a Sra. Mason comentou sobre sua barriga em expansão. "É de vinte e dois meses. É quando repente eles não são mais bebês. Eu amo tanto bebês." A Sra. Mason levantou as sobrancelhas e sorriu, em seguida, virou-se com os lábios comprimidos e uma sacudida perplexa de sua cabeça. Mas a Sra. Garrett parecia ignorá-la, feliz consigo mesma e contente com sua família caótica. Cinco meninos e três meninas no momento em que completei dezessete anos. Joel, Alice, Jase, Andy, Duff, Harry, George, e Patsy. Nos dez anos desde que os Garretts se mudaram para a casa ao lado, mamãe quase nunca olhava para fora pelas janelas laterais da nossa casa sem soltar um suspiro impaciente. Muitas crianças no trampolim. Bicicletas abandonadas gramado. Outro balão rosa ou azul amarrado à caixa de correio, balançando a esmo com brisa. Barulhentos jogos de basquete. Música aos berros, enquanto Alice e seus amigos se bronzeavam. Os meninos maiores lavavam carros e pulverizavam uns aos outros com mangueiras. Se não fosse apenas aquilo, estava a Sra. Garrett, calmamente amamentando nos degraus da frente, ou sentada no colo do Sr. Garrett, para todo o mundo ver. 1 Barras de macaco – São barras que encontramos geralmente em parques e as crianças usam para se pendurar. 2 Impatiens é um género botânico pertencente à família Balsaminaceae.
  5. 5. 5 "É indecente." Mamãe dizia, observando. "É legal." Tracy, futura advogada, sempre respondia, lançando para trás os cabelos de platina. Ela tinha se posto ao lado de mamãe, inspecionando os Garrett pela grande janela lateral da cozinha. "Os tribunais dizem que é absolutamente legal amamentar onde quiser. Seus próprios degraus de varanda deixam definitivamente o jogo justo." "Mas por quê? Por que fazer isso quando há garrafas e fórmulas? E se você tem que fazer, por que não entrar?" "Ela está observando as outras crianças, mãe. Isso é o que ela deveria fazer." Às vezes eu apontava, tornando a minha posição próxima Tracy. Mamãe suspirava, sacudia cabeça, e tirava o aspirador do armário, como se fosse um Valium. A canção de ninar da minha infância era minha mãe trabalhando com o aspirador de pó, fazendo linhas perfeitamente simétricas em nosso tapete bege da sala. As linhas de alguma forma pareciam importantes para ela, tão essenciais que ela ligava a máquina enquanto Tracy e eu estávamos tomando café da manhã, em seguida, lentamente nos seguia até a porta enquanto pegávamos nossos casacos e mochilas. Então ela voltava, eliminando nosso rastro de pegadas, e o seu próprio, até que estávamos fora. Finalmente, ela guardava o aspirador de pó com cuidado atrás uma das nossas colunas da varanda, só para pegá-lo de volta à noite, quando ela chegava em casa do trabalho. Ficou claro desde o início que não brincaríamos com os Garrett. Depois de levar mais por obrigatoriedade a lasanha de "bem-vindo ao bairro", minha mãe fez o seu melhor para ser muito hostil. Ela respondia aos cumprimentos sorridentes da Sra. Garrett com acenos legais. Ela recusava as ofertas do Sr. Garrett para cortar, varrer as folhas ou tirar a neve com uma pá. "Temos uma empresa, obrigada mesmo assim." Finalmente, os Garrett pararam de tentar. Apesar de eles viverem na casa ao lado e um filho ou outro pode ter passado pedalando por mim enquanto eu regava as flores da mamãe, era fácil para não topar com eles. Seus filhos foram para as escolas públicas locais. Tracy e eu participávamos da Hodges, a única escola particular em nossa pequena cidade de Connecticut. Uma coisa que a minha mãe nunca soube, e desaprovaria acima de tudo, era que eu olhava os
  6. 6. 6 Garrett. Durante todo o tempo. Fora da janela do meu quarto, há uma pequena parte plana telhado com uma pequena cerca em torno dela. Não é realmente uma varanda, mas parece com uma sacada. É entre dois espigões pontudos, protegendo ambos, a frente e quintal, que fica de frente ao lado direito da casa dos Garrett. Mesmo antes eles chegarem, era o meu lugar para sentar e pensar. Mas depois, virou meu lugar para sonhar. Eu saia depois de deitar, olhava através das janelas iluminadas, e via a Sra. Garrett fazendo os pratos, um dos filhos mais jovens sentado no balcão ao lado dela. Ou o Sr. Garrett lutando com os meninos velhos na sala de estar. Ou as luzes continuando acesas onde o bebê devia dormir, a figura do Sr. ou Sra. Garrett andando para lá e cá, se esfregando um pouco. Era como assistir a filme mudo, tão diferente da vida que eu vivia. Ao longo dos anos, tenho ousado mais. Às vezes eu olhava durante o dia, depois da escola, curvada com as costas contra o lado áspero do espigão, tentando descobrir qual Garrett acompanhava cada nome que eu ouvia chamar pela porta de tela. Era complicado porque todos eles tinham cabelos castanhos ondulados, pele morena, e constituição forte, como uma raça própria. Joel foi o mais fácil de identificar. O mais velho e o atlético. Sua imagem, muitas vezes aparecia nos jornais locais por várias realizações esportivas, eu sabia disso em preto e branco. Alice, a próxima na linha, tingia o cabelo de cores extravagantes e usava roupas que provocavam comentário da Sra. Garrett, então eu a tinha bem. George e Patsy eram os menores. Os três meninos do meio, Jase, Duff, e Harry... eu não podia tê-los em linha reta. Eu tinha quase certeza que Jase era o mais velho dos três, mas isso significava que ele era o mais alto? Duff parecia ser o inteligente, competindo em vários campeonatos de xadrez e soletrar, mas ele não usava óculos e nem emitia sinal óbvio de genialidade. Harry estava constantemente em apuros. "Harry! Como você pôde?" Era o refrão. E Andy, a menina do meio, sempre parecia estar perdida, seu nome era o chamado por mais tempo para a mesa de jantar ou entrar no carro: "Annnnnnnnndeeeeeeeeee" Do meu poleiro escondida, eu espiava o quintal, tentando localizar Andy, visualizando a mais recente aventura de Harry, ou vendo qual roupa ultrajante Alice usava. Os Garrett eram a minha história antes de dormir, muito eu sequer pensar em ser eu mesma parte da história.
  7. 7. 7 Capítulo Dois Na primeira sufocante noite quente de junho, eu estou sozinha em casa, tentando desfrutar da calma, mas me encontro passando pela sala, incapaz de sossegar. Tracy saiu com Flip, outro tenista loiro em sua série interminável de namorados. Eu não posso chegar até a minha melhor amiga, Nan, que está completamente distraída por seu namorado, Daniel, desde que a escola terminou na semana passada e ele se formou. Não há nada na TV que queira ver, não há lugar na cidade que sinta vontade de ir. Eu tentei ficar fora, na varanda, mas na maré baixa, o ar úmido é avassalador, enlameado com cheiro da brisa do rio. Então eu estou sentada na nossa sala abobadada, esmagando o gelo que sobrou da minha água, folheando a pilha de revistas Touch de Tracy. De repente, ouço um som alto, zumbido contínuo. Quando ele continua mais e eu olho em volta, assustada, tentando identificá-lo. O secador? detector de fumaça? Finalmente, eu percebo que é a campainha, zumbido e zumbido, mais, mais, assim por diante. Corro para abrir a porta, esperando, suspiro, um dos ex- namorados de Tracy, depois muitos daiquiris morango no clube campo, ousando vir para reconquistá-la. Em vez disso, eu vejo a minha mãe, pressionada contra a campainha, sendo beijada luz do dia por algum homem. Quando eu abro a porta, eles quase tropeçam, então ele coloca sua mão no batente e só continua beijando-a mas afastado. Então eu fico lá, me sentindo estúpida, de braços cruzados, a minha camisola fina balançando um pouco com o ar espesso. Tudo ao meu redor são vozes de verão. A volta da praia ao longe, o barulho de uma moto subindo a rua, shhhh do vento nas árvores Cornus3. Nada disso, e certamente nem a minha presença, parou minha mãe ou esse cara. Nem mesmo quando uma moto sai pela culatra enquanto descasca a garagem dos Garrett, que normalmente deixa mamãe louca. Finalmente, eles vêm à tona para respirar, e ela se vira mim com uma risada estranha. "Samantha. Deus! Você me assustou." Ela está nervosa, com a voz alta e feminina. Sem autoridade. "É assim que vai ser." A voz que ela geralmente usa em casa ou a voz xarope misturado com aço que ela usa no trabalho. Cinco anos atrás, a mamãe entrou para política. 3 Cornus - É um género Botânico pertencente à Família Cornaceae.
  8. 8. 8 Tracy e eu não levamos a sério princípio. Nós conhecíamos mamãe um pouco para votar. Mas um dia ela chegou em casa de um comício carregada e determinada a ser senadora do estado. Ela concorreu, e ganhou, nossa vida mudou completamente. Estávamos orgulhosas dela. Claro que estávamos. Mas, em vez de fazer o café da manhã e peneirar os nossos sacos livro para ter certeza que nosso dever de casa foi feito, mamãe saia às cinco horas da manhã e se dirigia para Hartford "antes do trânsito começa a enrolar". Ela ficava até tarde para as comissões e sessões especiais. Fins de semana não eram sobre as práticas de ginástica Tracy ou o meu encontro de mergulho. Eles eram para estudar intensamente sobre os próximos votos, ficar para as sessões especiais, ou participar de eventos locais. Tracy tirou todos os truques de má adolescente do livro. Ela brincou com drogas e bebidas, ela afanou, dormiu com muitos garotos. Eu li montes de livros, registrando a Democracia na minha mente (Republica da mamãe), e passei mais tempo do que o habitual observando os Garrett. Então, agora, esta noite, eu estou aqui, chocada e imóvel do inesperado prolongado PDA4, até que mamãe finalmente solta o cara. Ele se vira para mim e eu suspiro. Depois que um homem a deixa, grávida e com uma criança, você não precisa manter sua imagem em cima da lareira. Temos apenas algumas fotos de nosso pai, e elas estão todas no quarto de Tracy. Ainda assim, eu reconheço: a curva de sua mandíbula, as covinhas, o cabelo loiro trigo brilhante e ombros largos. Este homem tem todas essas coisas. "Pai?" A expressão da mamãe se transforma de deslumbramento sonhador para choque total, como se eu tivesse amaldiçoado. O cara se afasta da mamãe, estende a mão para mim. Quando ele move luz da sala, eu percebo que ele é muito mais jovem meu pai seria agora. "Olá, querida. Eu sou o mais novo e mais entusiasmado membro da campanha de reeleição sua mãe." Entusiasmado? Eu vou dizer. Ele pega a minha mão e aperta, aparentemente sem participação. "Este é Clay Tucker." Mamãe diz, em tom de reverencia que podia ser usado por Vincent van Gogh ou Abraham Lincoln. Ela se vira e me dá um olhar de reprovação, sem dúvida, para o comentário "pai", mas rapidamente se recupera. Clay trabalhou em campanhas nacionais. Tenho muita sorte que ele concordou em me ajudar." Em instância? Pergunto-me enquanto ela balança os cabelos em um gesto que não pode ser nada além de paquera. Mãe? "Então, Clay." Ela 4 PDA- Public Demonstration of Affection ou Demonstração Pública de Afeto.
  9. 9. 9 continua. "Eu disse que Samantha era uma menina grande." pisco. Tenho 1,57cm. Nos saltos. "Garota grande" é um exagero. Então, eu entendo. Ela quer dizer em idade. Velha para alguém tão jovem quanto ela é. "Clay estava muito surpreso ao descobrir que eu tinha uma adolescente." Minha mãe enfia atrás da orelha a mecha do cabelo recém solta. "Ele diz que eu mesma pareço com uma." Pergunto-me se ela mencionou Tracy, ou se ela vai mantê-la guardada por um tempo. "Você é tão bonita quanto a sua mãe." Ele me diz. "Agora eu acredito nisso." Ele tem o tipo de sotaque sulista que faz você pensar em manteiga derretida em biscoitos, e balanços de varanda. Clay olha ao redor da sala de estar. "Que fantástica." Diz ele. "Apenas convida um homem a colocar os pés para cima depois de um dia longo e difícil. " Mamãe sorri. Ela tem orgulho de nossa casa, renova os cômodos o tempo todo, aprimorando que já é perfeito. Ele caminha lentamente, examinando as pinturas gigantescas de paisagens nas paredes brancas, pegando no sofá bege tão suave-que-você-não-pode-sentar e nas imensas poltronas, finalmente se estabelecendo na frente da lareira. Estou chocada. Eu verifico o rosto de mamãe. Seus acompanhantes sempre param na porta. Na verdade, ela mal está tendo um encontro de todo. Mas minha mãe não faz o seu habitual, como olha para o relógio e dizer: "Oh, Deus, olha a hora", e educadamente empurrá-lo porta afora. Em vez disso, ela dá aquela risadinha de menina de novo, brincando com os brincos de pérola em sua orelha, e diz: "Eu vou fazer café." Ela vira em direção à cozinha, mas antes que ela possa dar um passo, Clay Tucker vem até mim, colocando a mão no meu ombro. "Parece-me." Diz ele. "Que você é o tipo de garota que faria o café você mesma para deixar sua mãe relaxar." Meu rosto esquenta e eu dou um passo involuntário para trás. O fato é, eu costumo fazer chá a mãe quando ela chega tarde. É uma espécie de ritual. Mas ninguém nunca me disse para fazê-lo. Parte de mim acha que eu devo ter ouvido mal. Eu conheci esse cara, tipo, há dois segundos. A outra parte sente se envergonhada instantaneamente, da maneira que eu fico na escola, quando esqueço de fazer o problema de matemática adicional crédito, ou em casa, quando eu enfio minhas roupas recém lavadas desdobradas em uma gaveta. Fico ali, lutando por resposta, e vem um branco. Finalmente eu aceno a cabeça, me viro e vou para cozinha. Enquanto eu meço o pó de café, eu posso ouvir murmúrios e risos baixos vindo da sala de estar. Quem é esse cara? Tracy o conheceu? Acho que não, se eu sou a menina grande. E de qualquer maneira, Tracy tem estado fora torcendo por Fip em seus jogos de tênis, uma vez que
  10. 10. 10 eles se formaram na semana passada. O resto do tempo, eles estão estacionados em seu conversível em nossa garagem, assentos para baixo, enquanto a mamãe ainda está no trabalho. "O café já está pronto, querida?" Mamãe chama. Clay poderia se acostumar a me pegar aqui. Ele está trabalhando como um cão de caça me ajudando." Cão de caça? Eu derramo o café fresco nas xícaras, coloco-os em uma bandeja, encontro o creme, açúcar, guardanapos, e volto para a sala de estar. "Está bom para mim, querida, mas Clay bebe o seu em uma caneca grande. Certo, Clay?" "Está certo." Diz ele com um largo sorriso, segurando a xícara de chá para mim. "A maior que você tiver Samantha. Eu corro em cafeína. É uma fraqueza." Ele pisca. Voltando da cozinha uma segunda vez, eu ponho a caneca na frente de Clay. Mamãe diz: "Você vai amar Samantha, Uma menina tão inteligente. No ano passado ela teve A em todas as matérias. vantagem em todas. Ela estava com o pessoal do anuário, jornal da escola, costuma ficar com a equipe de natação... Uma estrela, a minha menina." Mamãe me dá seu sorriso verdadeiro, aquele que segue todo o caminho até seus olhos. Eu começo a sorrir de volta. "Tal mãe, tal filha." Diz Clay, e os olhos de minha mãe deslizam volta para seu rosto ficam lá, paralisados. Eles trocam um olhar particular e minha mãe vai se empoleira no braço da cadeira. Pergunto-me por um segundo se eu ainda estou na sala. Claramente, dispensada. Legal. Estou salva da distinta possibilidade de perder o controle e despejar café ainda quente da grande caneca de Clay em seu colo. Ou derramar algo muito frio na mãe. Atende, atende, eu imploro à outra extremidade do telefone. Finalmente há um clique, mas não é Nan. É Tim. "Residência dos Mason." Ele diz. "Se você é Daniel, Nan saiu com outro cara. Com um pau maior." "Eu não sou Daniel." Digo a ele. "Mas ela está realmente? A parte de sair?" "Não, claro que não. Nan? Ela tem sorte ela Daniel, e isso é muito triste pra caralho." "Onde ela está?" "Em algum lugar." Tim oferece amavelmente. "Estou no meu quarto. Alguma vez você já se perguntou qual o propósito do cabelo em seus dedos do pé?" Tim é grosseiro. Como de costume. Eu fecho meus olhos. "Posso falar com ela agora?" Tim diz que vai chamá-la, mas dez minutos
  11. 11. 11 depois eu ainda estou esperando. Ele provavelmente esqueceu de que ele mesmo atendeu o telefone. Eu desligo e deito na minha cama por um momento, olhando para o ventilador de teto. Então eu abro minha janela e saio. Como de costume, a maioria das luzes estão acesas nos Garrett. Incluindo as da calçada, onde Alice, alguns de seus amigos com roupas baixo, e dos meninos Garrett estão jogando basquete. Tem alguns namorados lá também. É difícil dizer, todos eles estão pulando tanto, música tocando alto nos alto-falantes para iPod empoleirados nos degraus da frente. Eu não sou boa em basquete, mas parece divertido. Espio na janela da sala de estar e vejo o Sr. E a Sra. Garrett. Ela está encostada na parte de trás sua cadeira, braços cruzados, olhando para ele, enquanto ele aponta algo em uma revista. A luz no seu quarto, onde o bebê dorme, ainda está acesa, mesmo que seja muito tarde. Eu me pergunto se Patsy tem medo do escuro. Então, de repente, ouço uma voz, bem perto mim. Logo abaixo "Ei." Assustada, eu quase perco o equilíbrio. Então sinto uma mão firme no meu tornozelo e ouço um farfalhar, quando alguém, cara, sobe na grade de ripas cruzadas e no telhado, meu próprio lugar secreto. "Ei." Ele diz novamente, sentando-se ao meu lado, como ele me conhecesse bem. "Precisando de resgate?"
  12. 12. 12 Capítulo Três Eu fico olhando para o garoto. Ele é, obviamente, um Garrett, e não Joel, mas qual? De perto, à luz derramando do meu quarto, ele parece diferente da maioria dos Garretts, mais esguio, magro, com o cabelo ondulado, um marrom mais claro, já com os traços de loiro que alguns morenos ficam no verão. "Por que eu preciso de resgate? Esta é a minha casa, o meu telhado." "Eu não sei. Só me bateu, vendo você aí, que poderia ser a Rapunzel. A coisa da princesa na torre. Com todo esse cabelo loiro comprido e... bem..." "E você seria?" Eu sei que vou rir, se ele disser "o príncipe". Em vez disso, ele responde: "Jase Garrett." Esticando o braço para apertar a minha mão balançando-a, como se nós estivéssemos em uma entrevista de faculdade ao invés sentados aleatoriamente juntos no meu telhado à noite. "Samantha Reed." Eu resolvo apertar minha mão na sua, automaticamente educada, apesar das circunstâncias bizarras. "Um nome muito princesa." Ele responde com aprovação, virando a cabeça para sorrir para mim. Ele tem dentes muito brancos. "Eu não sou nenhuma princesa." Ele me dá um olhar considerando. "Você diz isso enfaticamente. Tem algo importante que eu deveria saber sobre você? " Toda essa conversa é surreal. O fato de que Jase Garrett deve saber, ou precisa algo sobre mim é de todo ilógico. Mas em vez dizer isso a ele, eu me encontro confidenciando: "Bem, por exemplo, um segundo atrás eu queria ferir fisicamente alguém que acabei de conhecer." Jase leva um longo tempo para responder, como se estivesse pesando seus pensamentos e suas palavras.
  13. 13. 13 "Be-em." ele responde, finalmente. "Eu imagino que um monte de princesas já se sentiu assim... casamentos arranjados e tudo mais. Quem poderia saber com quem você iria ficar? Mas... Essa pessoa que você quer ferir sou eu? Porque eu posso dar uma dica. Você pode me pedir para deixar o seu telhado, em vez de quebrar meus joelhos." Ele estende suas pernas, cruzando os braços atrás da cabeça, oh tão confortável, naquilo que com certeza, não é o seu território. Apesar disso, me vejo contando-lhe tudo sobre Clay Tucker. Talvez seja porque Tracy não está em casa e minha mãe está agindo como uma estranha. Talvez seja porque Tim é um desperdício e Nan está perdida com o namoro. Talvez seja algo sobre Jase mesmo, jeito que ele fica lá com calma, à espera para ouvir a história, como se o mau humor de uma garota aleatória fosse interessante para ele. De qualquer forma, eu conto Depois que eu termino, há uma pausa. Finalmente, fora da metade escura, seu perfil é iluminado pela luz minha janela, ele diz: "Bem, Samantha... você foi apresentada a esse cara. E por água abaixo. O que pode tornar um homicídio justificável. De tempos em tempos, eu queria matar pessoas que eu conhecia ainda bem menos... estranhos em supermercados." Estou no meu telhado com um psicopata? Quando eu começo me afastar, ele continua. "Essas pessoas que caminham até a minha mãe o tempo todo, quando ela está com toda a nossa multidão, e diz: 'Você sabe, existem maneiras de evitar isso’. Como se ter uma família grande fosse como, sei lá, um incêndio na floresta, e eles fossem o Urso Smokey5. Os que falam para o meu pai sobre a vasectomia e alto custo da faculdade, como se ele não tivesse nenhuma pista sobre nada disso. Mais de uma vez eu queria dar um soco neles." Uau. Eu nunca conheci um menino, na escola ou em qualquer lugar, que cortasse a conversa fiada tão rapidamente. 5 Urso Smokey - Ele é considerado uma celebridade nos Estados Unidos. É o mascote da Guarda Florestal Americana. Em sua imagem repousa a bravura, honestidade, respeito aos ideais ecológicos e sociais. Ele é o Urso Smokey, um dos símbolos mais irretocáveis da cultura americana.
  14. 14. 14 "É uma boa ideia manter seus olhos sobre os caras que pensam sabem o verdadeiro caminho." Jase diz pensativo. "Eles só poderiam te devastar se você estiver no caminho deles." Lembro-me de todos os comentários sobre vasectomia e faculdade da minha própria mãe. "Sinto muito." Digo. Jase se mexe, parecendo surpreso. "Bem, minha mãe diz ter pena deles, sinto de quem acha que o eles pensam é o certo e que tem ser uma lei universal." "O que seu pai diz?" Pergunto. "Ele e eu estamos na mesma página aí. Assim como o resto da família. Mamãe é a nossa pacifista." Ele sorri. Um som de gargalhada vem da quadra de basquete. Eu olho por cima e vejo um garoto pegar uma garota pela cintura, girando em torno dela, seguida, baixando-a e apertando-a contra ele. "Por que você não está lá?" Eu pergunto. Ele olha para mim por um longo tempo, mais uma vez, como se considerasse o que dizer. Finalmente: "Diga-me você, Samantha." Então ele se levanta, estica, diz boa noite, e desce de volta pela treliça.
  15. 15. 15 Capítulo Quatro Na luz da manhã, escovo os dentes, faço a minha mesma velha rotina matinal, olhando para a minha mesma cara velha no espelho: cabelo loiro, olhos azuis, sardas, nada de especial. É fácil acreditar que foi um sonho, estive lá fora na escuridão de camisola, falando sobre meus sentimentos com um estranho, Garrett, nada menos. Durante o café da manhã, pergunto a mamãe onde ela conheceu Clay Tucker, que me leva a lugar nenhum, já que ela, preocupada com aspiração de seu caminho para fora da porta, apenas responde: "Em um evento político." Uma vez que é praticamente tudo o ela vai dizer, dificilmente resume as coisas. Eu percebo Tracy na cozinha enquanto ela aplica rímel à prova d'água no espelho sobre o bar molhado, se preparando para um dia na praia com Flip, e lhe digo tudo sobre a noite passada. Exceto parte de Jase no teto. "Qual é o grande problema?" Ela responde, inclinando-se mais perto de seu reflexo. "Mamãe finalmente encontrou alguém que está mexendo com ela. Se ele pode ajudar na campanha, tanto melhor. Você sabe como ela já está estressada sobre novembro." Ela desliza seus olhos com máscara no meu. "Isso é tudo sobre você e seu medo de intimidade?" Eu odeio quando Tracy puxa o lixo de autoajuda psicanalítica em mim. Desde que sua fase rebelde resultou um ano terapia, ela se sente qualificada para dar sua própria consulta. "Não, não é a mamãe." Eu insisto. "Ela não era ela mesma. Se você estivesse aqui, você teria visto." Tracy joga as mão abertas, o gesto toma a nossa cozinha totalmente atualizada, ligada à nossa enorme sala de estar e hall entrada. Eles são todos muito grandes para três pessoas, muito grande, e Deus sabe que tipo mais de afirmação. A casa é, provavelmente, três vezes o tamanho da dos Garrett. E há dez deles.
  16. 16. 16 "Por que eu estaria aqui?" Ela pergunta. "O que há para qualquer uma de nós aqui? Nada." Eu quero dizer "eu estou aqui". Mas vejo seu ponto. Nossa casa tem tudo o que é de alta capacidade e tecnologia é brilhantemente limpa. E três pessoas que preferiam estar em outro lugar. Mamãe gosta de rotinas. Isso significa que temos certas refeições em certas noites: sopa e salada na segunda-feira, massas na terça-feira, bife na quarta-feira, para você ter uma ideia. Ela mantém tabelas de nossas atividades escolares na parede, mesmo que ela na verdade não tenha tempo para atendê-las, e se certificar de que não temos muito tempo para desaparecer durante o verão. Algumas de suas rotinas caíram no esquecimento desde que foi eleita. Algumas foram reanimadas. Jantares sexta-feira no Stony Bay Bath e Tennis Club continuam sacrossantos. O Stony Bay Bath e Club são o tipo de construção que todos na cidade pensavam ser brega, se "todos" não quisessem pertencer a eles. Foi construído há 15 anos atrás, mas parece um castelo Tudor. Fica nas colinas acima da cidade, por isso há uma grande vista para o rio e som de ambos, os Jogos Olímpicos e as piscinas da Lagoa. Mamãe ama o B & T. Ela é membro do conselho de administração. O que significa que, graças à equipe natação, eu estava amarrada como salva-vidas lá no verão passado e estou inscrita novamente este ano, duas vezes por semana a partir da próxima segunda-feira. Ou seja, dois dias inteiros no B & T, além de jantares sexta-feira. E assim, porque hoje é sexta-feira, aqui estamos todos nós, Tracy, Flip, e eu, andando pelas portas de carvalho imponentes atrás de mamãe. Apesar da eterna busca pelo ouro nos Jogos Olímpicos de PDA Tracy e Flip, mamãe ama Flip. Talvez seja porque o pai dirige maior negócio em Stony Bay. Por alguma razão, desde que Flip e Tracy começaram a namorar há seis meses, ele sempre consegue vir para o jantar da sexta à noite. Cara de sorte. Nós temos nossa mesa de sempre, debaixo uma gigantesca pintura um navio baleeiro rodeado por enormes baleias, esfaqueadas arpões, mas ainda capaz de morder alguns marinheiros azarados. "Precisamos traçar nossos planos de verão." Mamãe diz quando a cesta de pão chega. "Vamos tratar de tudo isso."
  17. 17. 17 "Ma-mãe! Nós já passamos por isso. Eu estou indo para Vineyard. Flip tem um doce trabalho de ensinar tênis para um grupo famílias, e eu consegui uma casa com minhas amigas, e eu vou ser garçonete no Salt Air Smithy. O aluguel começa esta semana. Está tudo planejado." Mamãe desliza seu guardanapo de pano do prato e o dobra. "Você já abordou isso, Tracy, sim. Mas eu não concordei com isso." "Este é o meu verão para ter diversão. Eu ganhei isso." Diz Tracy, inclinando-se sobre o prato para copo de água. "Certo, Flip?" Flip sabiamente atacou a cesta de pão, besuntando seu pedaço com manteiga de bordo, e não pode responder. "Eu tenho mais responsabilidade com o colégio. Estou em Middlebury. Eu não preciso provar nada." "Trabalhar duro e fazer o bem são só para provar alguma coisa?" Mamãe arqueia as sobrancelhas. "Flip?" Tracy diz novamente. Ele ainda está achando seu pedaço de pão fascinante, acrescentando mais manteiga enquanto ele continua a mastigar. Mamãe concentra a sua atenção em mim. "Então, Samantha. Eu quero ter certeza que você está com tudo pronto para o verão. O seu trabalho no Breakfast Ahoy são quantas manhãs por semana?" Ela dá ao garçom que serve nossa água gelada, seu charmoso sorriso público. "Três, mãe." "Depois, há os dois dias de salva-vidas." Um pouco de frisos vincam sua testa. "Isso te deixa três tardes livres. Além disso, os fins de semana. Hmm." Eu a vejo dividir um pedaço de Parker House e passar manteiga, sabendo que ela não vai comê-lo. É apenas algo que ela faz para se concentrar. "Mãe! Samantha tem dezessete anos! Deus!" Diz Tracy. "Deixe que ela tenha algum tempo livre." Enquanto ela está dizendo isso, uma sombra cai sobre a mesa e todos nós olhamos para cima. É Clay Tucker.
  18. 18. 18 "Grace." Ele beija uma bochecha, a outra, em seguida, puxa cadeira ao lado da mamãe, sentando numa posição indecisa. "E o resto de sua família linda. Eu não sabia que você tinha um filho." Tracy e mamãe se apressam para corrigir este equívoco enquanto o garçom chega com o menu. É meio desnecessário até mesmo oferecer um, já que B & T tinha menu e preços fixos para o jantar de sexta-feira, desde que os dinossauros viviam na terra e usavam roupas xadrez sapatos estilo boat. "Eu estava acabando de dizer a Tracy que ela deveria escolher algo mais objetivo, orientado para o verão." Mamãe diz, entregando seu pão com manteiga a Clay. "Algo mais direcionado do que se divertir na Vineyard." Ele apoia seus braços sobre as costas da cadeira e olha para Tracy, a cabeça inclinada. "Eu acho que um bom verão longe de casa pode ser apenas o bilhete para sua Tracy, Grace, boa preparação para ir a faculdade. E vai te dar mais espaço se concentrar na campanha." Mamãe verifica o seu rosto por um momento, em seguida, parece encontrar algum sinal invisível lá. "Bem, então." Ela admite: Talvez eu tenha sido precipitada, Tracy. Se você puder me dar os nomes, números e endereços dessas garotas com quem você está compartilhando uma casa, e suas horas no trabalho." "Gracie." Clay Tucker ri, com voz baixa e divertida. "Esta é a maternidade. Não política. Nós não precisamos dos endereços delas." Mamãe sorri para ele, um rubor ventilando sobre as maçãs do rosto. " Você está certo. Aqui estou eu, enchendo todos sobre as coisas erradas. Enchendo? Desde quando minha mãe usa uma palavra como essa? Diante dos meus olhos, ela está se transformando em Scarlett O'Hara. Será que isso vai ajudá-la com a vitória em Connecticut? Eu puxo meu celular do bolso debaixo da mesa e digito um texto para Nan: Mãe sequestrada por alienígenas. Por favor avise. Adivinha o quê? Nan digita de volta, ignorando isso. Eu ganhei o prêmio Laslo de Literatura! recebo o meu ensaio sobre Huck Finn e Holden Caulfield no State CT Lit para jornal dos
  19. 19. 19 estudantes do ensino médio! Daniel teve o seu ensaio no ano passado e ele diz que isso ajudou totalmente a passar no MIT! Columbia, aí vou eu! Eu me lembro daquele ensaio. Nan suou com isso, e eu pensei que o tópico era como uma escolha estranha, porque eu sabia que ela odeia Catcher in the Rye. "E todos aqueles palavrões. E ele é louco." Eu respondo quando mamãe estende a mão para o meu telefone, fechando-o e colocando em sua bolsa. "Samantha Mary Mason, ligue-me hoje sobre Tim." Ela toma um deliberado gole de água e olha para mim, as sobrancelhas levantadas de novo. Isso não pode ser bom. "Sobre Tim?" É sempre um código para "Desastre" nos dias de hoje. "Ela quer que eu mexa os pauzinhos para conseguir um emprego de salva-vidas para ele aqui. Aparentemente, o trabalho no Haven Hot Dog não deu certo." Certo. Porque se você tem problemas para colocar ketchup e mostarda em um cachorro-quente, você deve mudar totalmente para salva vidas. "O outro trabalho de salva-vidas está disponível no clube, agora que eles estão abrindo a piscina Lagoon. O que você acha?" Uh, catástrofe? Tim e salva-vidas não são exatamente uma combinação natural. Eu sei que ele pode nadar bem, ele estava na equipe de Hodges, antes ser expulso, mas... "O quê?" Ela pergunta, impaciente enquanto eu me preocupo com meu lábio entre os dentes. Quando eu sou salva-vidas, eu mal tiro os olhos da piscina por um segundo. Imagino Tim sentado naquela cadeira de salva-vidas e estremeço. Mas eu estive falsificando o que ele está fazendo, com seus pais, com a minha mãe há anos.... "Mãe, ele está meio... distraído nestes dias. Eu não acho que-" "Eu sei." Sua voz é impaciente. "Esse o ponto, Samantha, por que algo como isso seria bom para ele. Ele precisa se concentrar, sair ao sol e ar livre. Acima de tudo, ele vai ficar bem em suas aplicações para a faculdade. Eu vou apoiá-lo." Ela pega seu próprio celular, me dando seu aceno de fim conversa.
  20. 20. 20 "Então." Diz Clay, sorrindo para mim, Tracy, e Flip. "Vocês se importariam sua mãe e eu falarmos de trabalho?" "Fale a vontade." Tracy diz alegremente. Clay mergulha direto "Eu estive olhando para as especificações desse cara, este Ben Christopher, você está correndo contra o tempo, Grace. E aqui que eu estou pensando: Você precisa ser mais relacionável." Isso é uma palavra? Mamãe olha para ele como se estivesse falando uma língua estrangeira, ou talvez não. "Ben Christopher." Clay descreve: "Cresceu em Bridgeport, família pobre, escola preparatória ABC com uma bolsa, construiu a sua própria empresa de fabricação painéis solares, recebendo o voto verde lá." Ele faz uma pausa para passar a manteiga na outra metade do pão da mamãe e dá uma mordida grande. "Ele tem aquela coisa de homem do povo acontecendo. Você, querida, pode parecer um pouco dura. Fria." Outro pedaço de pão, mais mordida. "Eu sei que forma diferente, mas..." Olho para Tracy, esperando que ela esteja tão mal por isso quanto eu estou, mas está preocupada com Flip, entrelaçando suas mãos. "O que eu faço, então?" Um sulco se forma entre as sobrancelhas da minha mãe. Eu nunca a ouvi pedir um conselho ninguém. Ela não pede indicações nem mesmo quando estamos completamente perdidas. "Relaxa." Clay coloca a mão em seu antebraço, apertando-o. "Nós acabamos de mostrar o que está lá. O lado mais suave de Grace." Soa como um anúncio de detergente. Ele enfia a mão no bolso e tira algo, segurando-o para que nós víssemos. Um dos velhos panfletos de campanha da mamãe. "Veja, aqui está o que eu estou falando. O slogan sua última campanha. Grace Reed: Trabalhando pelo bem comum. Isso é simplesmente horrível, querida." Mamãe diz na defensiva: "Eu ganhei, Clay." estou um pouco impressionada que ele esteja sendo tão rude com ela. Tracy e eu tivemos nosso quinhão de provocação na escola sobre esse slogan de campanha. "Você ganhou." Ele lhe dá um sorriso. "O que é uma homenagem a seu charme e habilidade. Mas ‘felicidade’? Dá um tempo. Estou certo, meninas? Flip?" Flip geme
  21. 21. 21 com o seu terceiro pão, lançando um longo olhar para a porta. Eu não culpo por querer escapar. "A última pessoa que usou isso em uma campanha política foi John Adams. Ou talvez Alexander Hamilton. Como eu disse, você precisa ser mais relacionável, ser o que as pessoas estão procurando. Mais famílias, famílias jovens, estão se mudando para o nosso estado tempo todo. Esse é seu tesouro escondido. Você não vai pegar o voto do homem comum. Ben Christopher tem isso bloqueado. Então aqui vai a minha ideia: Grace Reed trabalha duro para sua família porque família é o seu foco. O que você acha?" Neste momento, o garçom chega com os nossos aperitivos. Ele não perde um segundo sobre Clay estar à mesa, fazendo-me imaginar se isso foi planejado o tempo todo. "Meu Deus, isso parece muito bom." Clay Tucker diz enquanto o garçom coloca uma grande tigela de sopa em frente a ele. "Agora, alguns diriam que os sulistas não saberiam como apreciar este tipo de coisa. Mas eu gosto apreciar o que está diante de mim. E isso...", ele inclina a sua colher para minha mãe, piscando um sorriso para o resto de nós. “Está delicioso." Tenho a sensação de que vou ver muito Clay Tucker.
  22. 22. 22 Capítulo Cinco Quando eu chego em casa do trabalho no dia seguinte, pegajosa de voltar andando calor do verão, meus olhos imediatamente se voltam para a casa dos Garretts. A casa parece estranhamente quieta. Eu fico ali, olhando, e então vejo Jase na calçada, deitado de costas, fazendo algum tipo trabalho em uma enorme motocicleta preta e prata. Eu quero dizer aqui, que eu não sou de maneira nenhuma o tipo garota acha motocicletas e jaquetas de couro atraente. No mínimo. Michael Kristoff, com suas golas escuras e seu humor de poeta, foi o mais perto que eu cheguei a gostar um "bad boy", e foi o suficiente para eu colocá-los para fora da minha vida. Nós namoramos quase toda a primavera, até que eu percebi ele era mais uma tortura do que um artista torturado. Dito isto, sem planejamento, eu ando até o fim do nosso quintal, na altura da cerca que mamãe chama de: “bom vizinho", estaca de seis pés que ela instalou até a calçada, alguns meses após os Garrett se mudarem. "Olá." Digo. Abertura brilhante, Samantha. Jase se apoia sobre um cotovelo, olhando para mim por um minuto, sem dizer nada. Seu rosto ganha uma expressão indecifrável, e eu gostaria de poder voltar. Em seguida, ele observa: "Eu estou supondo que isso é um uniforme." Porcaria. Eu tinha esquecido que eu ainda estava usando isso. Eu olho para mim mesma, para a minha saia azul curta, blusa branca bufante de marinheiro, e lenço vermelho enrolado no pescoço. "Bingo." Estou completamente envergonhada. Ele acena com a cabeça, então sorri largamente para mim. "Isso não me diz muito sobre Samantha Reed de forma alguma. Onde na terra você trabalha?" Ele limpa a garganta. "E por que lá?" "Breakfast Ahoy. Perto do cais. Eu gosto de me manter ocupada."
  23. 23. 23 "O uniforme?" "Meu chefe projetou." Jase examina-me em silêncio por um minuto ou dois, em seguida, diz: "Ele deve ter uma vida fantasiosa de rico." Eu não sei como responder a isso, então eu pego um dos movimentos de indiferença Tracy e imito. "Paga bem?" Jase pergunta, pegando uma chave. "Melhores gorjetas da cidade." "Eu aposto." não tenho ideia por que eu estou tendo essa conversa. E nenhuma ideia de como continuar isso. Ele está se concentrando em desmontar alguma coisa ou desapertando algo ou sei lá como chama isso. Então, eu pergunto: "Essa moto é sua?" "É do meu irmão Joel." Ele para de trabalhar e se senta, como fosse indelicado continuar se estamos realmente mantendo uma conversa. "Ele gosta de cultivar toda essa imagem fora da lei ‘nascido para ser selvagem’. Prefere a de atleta, embora ele seja, de fato, um atleta. Ele diz que acaba com as meninas mais espertas dessa maneira." Concordo com a cabeça, como se eu soubesse. "É assim?" "Eu não tenho certeza." Jase vinca a testa. A coisa de cultivo imagem sempre me pareceu meio manipulador." "Então, você não tem um personagem?" Sento-me na grama ao lado da calçada. "Não. O que você vê é o tem." Ele sorri para mim novamente. eu vejo, francamente, de perto e à luz do dia, é bastante agradável. Além cabelo castanho ondulado tingido pelo sol e dentes brancos, Jase Garrett tem olhos verdes, uma
  24. 24. 24 dessas bocas peculiares que parecem estão sempre prestes a sorrir. Além disso, tem este constante olhar: “Não tenho problema em te olhar no olho”. Oh meu. Eu olho em volta, tentando pensar em algo para dizer. Finalmente: "Bastante tranquilo por aqui hoje." "Eu estou de babá." Eu olho em volta novamente. "Onde está o bebê? Na caixa de ferramentas?" Ele inclina a cabeça para mim, reconhecendo piada. "Hora da soneca." Ele explica. "George e Patsy. Minha mãe está fazendo compras na mercearia. Isso leva horas." "Eu aposto." Tirando meus olhos de seu rosto, percebo que a sua camiseta está molhada de suor no pescoço e debaixo dos braços. "Você está com sede?" Eu pergunto. Sorriso largo. "Eu estou. Mas eu não estou a fim de pôr a minha vida em risco e te pedir para pegar algo para eu beber. Eu sei que o novo namorado de sua mãe é um homem marcado por ter mandado você servi-lo." "Estou com sede também. Está quente. Minha mãe faz uma boa limonada." Eu levanto e começo a recuar. "Samantha." "Hum." "Volte, ok?" Eu olho para ele um segundo, assentindo, em seguida, entro casa, chuveiro, descobrindo assim que Tracy novamente usou todo o meu condicionador, coloco um short e top, volto com dois copos de plástico enormes cheios limonada e gelo tilintando. Quando eu ando até a calçada, Jase está de costas para mim, fazendo algo em uma das rodas, mas ele se vira com o barulho do meu chinelo. Eu lhe entrego a limonada. Ele olha para ela do jeito que eu estou percebendo Jase Garrett olha para tudo, com cuidado, observando.
  25. 25. 25 "Uau. Ela ainda congela pequenos pedaços de casca limão e hortelã nos cubos gelo. E os coloca na limonada." "Ela é meio perfeccionista. Vê-la fazer isso é como um laboratório de ciências." Ele bebe a coisa toda em um gole, então pega o outro copo. "Esse é meu." Digo. "Oh, caramba. Claro. Desculpe. Estou com sede." Eu estendo meu braço com a limonada. "Você pode pegar. Sempre tem mais." Ele balança a cabeça. "Eu nunca iria privá-la." Eu sinto meu estômago fazer aquela estranha coisa de cambalhota que a gente ouve falar. Não é bom. Esta nossa segunda conversa. Não é bom de jeito nenhum, Samantha. Só então eu ouço o barulho de um carro estacionando em nossa calçada. "Oi, Samantha!" É Flip. Ele desliga o motor, então passa por nós. "Ei, Flip," Jase chama. "Você o conhece?" "Ele namorou minha irmã Alice no ano passado." Flip imediatamente diz: "Não diga a Tracy." Jase olha para mim esclarecimentos. "Minha irmã é muito possessiva." Explico. "Bastante." Acrescenta Flip. "Se ressente de antigas namoradas seus namorados." Digo. "Muito mesmo." Flip concorda. "Booommmm." Diz Jase. Flip parece defensivo. "Mas ela é leal. Não dormiu com o meu parceiro de tênis." Jase estremece. "Você sabia com o que você estava se metendo Alice, cara." Eu olho para frente e trás entre eles.
  26. 26. 26 Flip diz: "Então... Eu não sabia que vocês dois se conheciam." "Nós não nos conhecemos." Eu disse, ao mesmo tempo que Jase responde: "Sim." "Ok. Seja qual for." Flip balança suas mãos, claramente desinteressado. "Então, onde está Tracy?" "Suponho que eu tenho te dizer que ela está ocupada o dia todo." Admito. Minha irmã: mestre de jogar duro para conseguir algo. Mesmo quando ela já conseguiu. "Legal. Então, onde ela está realmente?" "Stony Bay Beach." "Eu vou lá." Flip vira para ir embora. "Leva ela a revista People e um Frozen de coco." Eu falo depois dele. "Então, você é de ouro." Quando eu volto para Jase, ele está novamente sorrindo para mim. "Você é legal." Ele parece satisfeito, como se ele não esperasse esse aspecto da minha personalidade. "Não é verdade. Melhor para mim se ela está feliz. Então, pede menos as minhas roupas. Você conhece irmãs." "Sim. Mas as minhas não pedem minhas roupas." De repente eu ouço um sonoro grito, choro. Eu pulo, com os olhos arregalados. Jase aponta para o monitor do bebê conectado na porta da garagem. "George." Ele começa a andar para casa, em seguida, se vira, gesticulando para eu segui-lo. Então assim, eu vou para a casa dos Garretts, depois de todos esses anos. Graças a Deus, mamãe trabalha até tarde. A primeira coisa que me atinge é cor. Nossa cozinha é branca e cinza-prata em todos os lugares, as paredes, bancadas em granito, o freezer, a máquina de lavar louça Bosch.
  27. 27. 27 As paredes dos Garretts são amarelas ensolaradas. As cortinas são do mesmo amarelo com folhas verdes sobre elas. Mas tudo é uma profusão de cores diferentes. A geladeira é coberta com pinturas e desenhos, mais gravuras coladas nas paredes. Latas de Play-Doh e bichos de pelúcia caixas cereal estão desordenados nos balcões fórmica verde. Pratos oscilam alto na pia. Há uma mesa grande o suficiente para todos os Garretts comerem, mas não grande o suficiente para conter as pilhas de jornais e revistas, as meias e embalagens de lanche óculos natação, maçãs meio comidas cascas de banana. George nos encontra antes de estarmos no meio da cozinha. Ele está segurando um grande tricerátopo de plástico, vestindo apenas uma camisa que diz Brooklyn Botanical Gardens. Isso quer dizer que, sem calças, e cueca. "Ei, amigo." Jase se abaixa, indicando a meia nudez de seu irmão com um aceno sua mão. "O que aconteceu aí?" George, ainda em lágrimas, mas já sem gritar, toma uma respiração profunda. Ele tem cabelo castanho ondulado também, mas os grandes olhos cheios de lágrimas são azuis. "Eu sonhei com buracos negros." "Entendo." Jase acena, endireitando-se. "A cama está toda molhada?" George acena com culpa, então espia sob os cílios úmidos espetados para mim. "Quem é essa?" "A garota da casa ao lado. Samantha. Ela provavelmente sabe tudo sobre buracos negros." George me olha desconfiado. "Você sabe?" "Bem." Eu digo "Eu, hum, sei que eles são estrelas usaram todo a sua energia e, em seguida, entraram colapso interno, devido à força de sua própria gravidade, e, uma vez que algo caia dentro deles, desaparece do universo visível." George começa a gritar novamente. Jase o pega com seu bumbum descoberto e tudo.
  28. 28. 28 "Ela também sabe que não há nenhum em lugar algum perto de Connecticut. Não é, Samantha?" Eu me sinto horrível. "Nem mesmo em nosso universo." Digo-lhe às pressas, embora eu tenha certeza que há um na Via Láctea. "Há um na Via Láctea." George soluça. "Mas isso está longe de Stony Bay." Esticando as mãos para dar batidinhas nas costas dele, eu, inadvertidamente, toco a mão de Jase, enquanto ele está fazendo o mesmo. Eu a retiro. "Então você está completamente seguro, amigo." O choro de George se transforma em soluços, seguida, param completamente sob a influência de um picolé limão. "Estou sinto muito, muito." Sussurro para Jase, declinando o picolé restante na caixa, laranja. Alguém já teve um de laranja? "Como você poderia saber?" Ele sussurra de volta. "E como eu poderia saber que você era uma astrofísica?" "Eu passei por uma fase de grande observação estrelas." Meu rosto aquece, pensando em todas as noites que eu sentei no telhado, olhando as estrelas... e os Garretts. Ele levanta uma sobrancelha para mim, como se soubesse por que isso seria embaraçoso. A pior coisa de ser loira é que todo o seu corpo cora: ouvidos, garganta, tudo. Impossível de ignorar. Há um outro gemido no andar cima. "Isso vem a ser Patsy." Jase segue para as escadas. "Espere aqui." "É melhor eu ir para casa." Eu digo, mas não há realmente nenhuma razão para fazer isso. "Não. Fica. Eu vou levar apenas um segundo." Sou deixada com George. Ele chupa seu picolé pensativamente por alguns minutos, em seguida, pergunta:
  29. 29. 29 "Você sabia que no espaço é muito, muito frio? E não há oxigênio? se um astronauta cair de um ônibus sem a sua roupa ele iria morrer logo?" Eu sou um aprendiz rápido. "Mas isso nunca iria acontecer. Porque os astronautas são muito, muito cuidadosos." George me dá um sorriso, o mesmo sorriso deslumbrante do seu irmão mais velho, embora, neste momento, com os dentes verdes. "Eu poderia me casar com você." Ele diz. "Você quer uma família grande?" Eu começo a tossir e sinto uma mão acariciando minhas costas. "George, é geralmente melhor para discutir esse tipo de coisa com as calças." Jase coloca um bermudão aos pés de George, em seguida, coloca Patsy no chão ao lado dele. Ela está usando um body rosa e tem desses pequenos rabos de cavalo altos que fazem seu cabelo balançar de um lado para o outro, é e toda braços gordinhos pernas arqueadas. Ela é, o que, uma graça? "Dat." Ela diz, apontando para mim um pouco beligerante. "Dat é Samantha." Diz Jase. "Parece que em breve será sua cunhada." Ele ergue uma sobrancelha. "Você e George estão se entendendo rápido." "Nós conversamos sobre astronautas." Eu explico, assim que a porta se abre e vem Sra. Garrett, cambaleando sob o peso de cerca cinquenta sacolas supermercado. "Entendi." Ele pisca, então se vira para sua mãe. "Ei, mãe." "Oi, querido. Como eles foram?" Ela está completamente focada em seu filho mais velho e não parece me notar. "Razoável." Jase diz a ela. "Precisamos mudar os lençóis de George, no entanto." Ele pega alguns dos sacos de plástico, colocando-os no chão próximo a geladeira. Ela estreita os olhos para ele. Eles são verdes como de Jase. Ela é bonita, uma mãe, cara amigável e aberta, rugas nos cantos dos olhos, como se ela sorrisse muito, a pele oliva, cabelos castanhos encaracolados.
  30. 30. 30 "Que história você leu para o seu cochilo?" "Mamãe. George o Curioso. Eu editei-o também. Houve um incidente com balão de ar quente que eu pensei poderia ser problemático." Então ele se vira para mim. "Oh, desculpe. Samantha, esta é a minha mãe. Mãe, Samantha Reed. A da casa ao lado." Ela me dá um grande sorriso. "Eu nem sequer a vi ai. Como eu negligenciei uma menina tão bonita, eu não sei. Eu gosto do gloss cintilantes." "Mãe." Jase soa um pouco envergonhado. Ela se vira de costas para ele. "Esta é apenas a primeira leva. Você pode pegar os outros sacos?" Enquanto Jase traz uma série aparentemente interminável de mantimentos, a Sra. Garrett conversa comigo como se nós sempre tivéssemos nos conhecido. É tão estranho sentar na cozinha com essa mulher que eu tenho visto a distância por dez anos. É como encontrar uma celebridade no elevador. Eu reprimo a vontade de dizer: "sou um grande fã." Eu a ajudo arrumar os mantimentos, o que ela consegue fazer durante amamentação. Minha mãe iria morrer. E eu tento fingir que estou acostumada a ver este tipo de coisa o tempo todo. Depois uma hora nos Garretts, e eu já vi um deles seminus, e um monte de mama da Sra. Garrett. Tudo o que eu preciso agora é que Jase tire a camisa. Felizmente, para o meu equilíbrio, ele não tira, apesar de anunciar, após pegar todas as bolsas, que ele precisa de um chuveiro e acena-me para segui-lo, e marcha para o andar de cima. E eu vou. Esta é a parte louca. Eu nem sequer o conheço. não sei que tipo de pessoa ele é em tudo. Embora eu acho que se a mãe de aparência normal, deixa ele levar uma garota para o quarto dele, ele não vai ser um estuprador louco. Ainda assim, que mamãe acha agora? Caminhando para o quarto de Jase é como andar em... bem, eu não tenho certeza... Uma floresta? Um santuário de pássaros? desses habitats tropicais que têm em
  31. 31. 31 zoológicos? Ele é repleto de plantas, umas realmente altas e penduradas, e cactos. Há três periquitos em uma gaiola e enorme, de aparência hostil, cacatua em outro. Onde quer que eu olhe, há outras criaturas. Uma tartaruga em um gabinete ao lado do gabinete. Um grupo de roedores em outra gaiola. terrário com algum tipo coisa de aparência estranha. Uma doninha em uma pequena rede outra gaiola. Um peludo e indistinguíveis animal roedor cinza e preto. E, finalmente, na cama bem feita de Jase, um enorme gato branco tão gordo que parece balão com pequenos apêndices peludos. "Mazda." Jase me informa e convida para sentar em uma cadeira ao lado da cama. Quando eu faço, Mazda pula no meu colo e começa se esfregando loucamente, tentando mamar em meus shorts e fazendo sons estrondosos baixos. "Amigável." "Eufemismo. Foi desmamada muito cedo." Diz Jase. "Eu vou tomar aquele banho. Sinta-se em casa." Certo. Em seu quarto. Sem problemas. Eu tinha de vez em quando que visitar o quarto de Michael, mas geralmente no escuro, onde recitava a poesia triste que ele tinha memorizado. E demorou muito mais tempo do que duas conversas para eu chegasse lá. Eu namorei esse cara Charley Tyler no ano passado também, até que percebi que eu gostar de suas covinhas e ele do meu cabelo loiro, ou, vamos dizer a verdade, meus peitos, não era base suficiente para uma relação. E eu nunca entrei em seu quarto. Talvez Jase Garrett é uma espécie de encantador serpentes. Isso explicaria os animais. Eu olho em volta novamente. Oh Deus, existe uma cobra. Uma dessas laranja, branco e preto de aparência assustadora que eu sei são inofensivas, mas assustam-me completamente de qualquer maneira. A porta se abre, mas não é Jase. É George, agora vestindo bermudão, sem camisa. Ele vem e senta-se na cama, olhando para mim com ar sombrio. "Você sabia que o ônibus espacial Challenger explodiu?"
  32. 32. 32 Eu aceno. "Há muito tempo. Eles aperfeiçoaram as coisas muito mais agora." "Eu ficaria na equipe de terra da NASA. Não no ônibus. não quero morrer nunca." Vejo-me querendo abraçá-lo. "Eu também não, George." "Jase vai se casar com você?" Eu começo a tossir novamente. Uh. Não. Não, George. Eu tenho só dezessete anos." Como se essa fosse a única razão pela qual não estamos noivos. "Eu tenho isto, muitos." George mostra quatro dedos ligeiramente sujos. "Mas Jase tem dezessete anos e meio. Você podia casar com ele. Então você pode viver aqui ele. E ter uma família grande." Jase volta para o quarto, é claro, no meio desta proposição. "George. Cai fora. O Discovery Channel está ligado." George sai do quarto, mas não antes de dizer: "Sua cama é muito confortável. E ele nunca faz xixi nela." A porta se fecha e nós dois começamos a rir. "Oh Jesus." Jase, agora está vestido com uma camisa verde e um short de corrida da Marinha, senta-se na cama. Seu cabelo é ondulado quando molhado, e pequenas gotas de água pingam sobre seus ombros. "Está tudo bem. Eu o amo." Eu digo. "E eu acho que vou me casar com ele." "Você pode querer pensar sobre isso. Ou pelo menos ter muito cuidado a leitura antes de dormir." Ele sorri preguiçosamente para mim. E eu preciso sair do quarto dele. Rápido. Eu me levanto, começo a atravessar sala, em seguida, observo imagem de uma menina presa no espelho sobre a cômoda. Eu ando mais perto para dar uma olhada. Ela tem o cabelo preto encaracolado em um rabo de cavalo e uma expressão séria. Ela também é muito bonita. "Quem é esta?"
  33. 33. 33 "Minha ex-namorada. Lindy. Ela fez esta etiqueta no shopping. Agora eu não posso tirá-la." " Sua ex? "Por que estou fazendo isso? "Ela pode ser muito perigosa." Diz Jase. "Você sabe, agora que penso nisso, acho eu poderia colocar uma outra etiqueta em cima da dela." "Você pode." Eu me inclino mais para o espelho, examinando suas feições perfeitas. "Defina perigoso." "Ela rouba lojas. Um monte delas. E ela sempre quis ir ao shopping em encontros. Difícil não ser taxado como um cúmplice assim. Não é a minha maneira favorita de passar uma noite, esperando pagarem a fiança." "Minha irmã roubou lojas também." Eu digo, como se isso é alguma coisa bacana que temos em comum. "Ela sempre a levou junto?" "Não, graças a Deus. Eu morreria se eu ficasse em apuros." Jase me olha atentamente, como se o que eu disse fosse profundo. "Não, você não faria isso, Samantha. Você ia morrer. só ficaria em apuros e depois você seguiria em frente. " Ele está de pé atrás mim, muito perto novamente. tem cheiro de xampu hortelã e pele limpa, sem excessos. Aparentemente, qualquer distância em tudo é muito perto. "Sim, bem, eu tenho que seguir em frente. Casa. Eu coisas para fazer." "Você tem certeza?" Concordo com a cabeça vigorosamente. Assim quando nós chegamos à cozinha, a porta de tela bate e Sr. Garrett vem, seguido por um pequeno menino. Pequeno, mas maior do que George. Duff? Harry? Como todo mundo na família até agora, eu só vi o pai de Jase à distância. De perto, ele parece
  34. 34. 34 mais jovem, alto, com o tipo de carisma que faz lugar parecer completo só porque ele está no local. Seu cabelo é o mesmo ondulado marrom profundo como o de Jase, mas com algumas mechas de cinza ao invés loiras. George corre e agarra a perna de seu pai. Sra. Garrett recua da pia para sorrir ele. Ela se ilumina completamente, como eu já vi acontecer com as meninas na escola, ao avistar suas paixões em salas lotadas. "Jack! Você chegou em casa mais cedo." "Nós batemos a marca de três horas na loja sem ninguém entrar." Sr. Garrett põe uma mecha de seu cabelo longe rosto, colocando-a atrás da orelha. "Eu decidi que meu tempo seria melhor gasto em um pouco mais de treinamento com Jase, então eu peguei Harry na recreação e vim para casa." "Eu consigo usar o cronômetro! Eu consigo usar o cronômetro! "Harry grita. "É a minha vez! Papai! É a minha vez!" George franze o rosto. "Você não pode sequer ler os números." Disse Harry. "Não importa o quão rápido ou lento ele é executado, você sempre diz que tem sido onze minutos. É a minha vez." "Eu trouxe para casa um cronômetro extra da loja." Diz Garrett. "Você vai com ele, Jason?" Ele está com Samantha, mas-" A Sra. Garrett começa, mas eu interrompo. "Eu estava saindo." Sr. Garrett se vira para mim. "Bem, Olá, Samantha." Sua grande mão envolve a minha e ele me olha atentamente, então sorri. "Então você é a garota misteriosa da casa lado." Eu olho rapidamente para Jase, mas seu rosto é inescrutável. "Eu sou da casa ao lado. Mas não há nenhum verdadeiro mistério acontecendo lá."
  35. 35. 35 "Bem, eu terei que ficar mais atento sobre isso então. Eu não sabia porém que Jase tinha-" "Eu vou levá-la para fora, pai. Então eu vou ficar pronto levantar o que tiver fazer hoje, primeiro, certo?" À medida que vou para fora da porta cozinha, a Sra. Garrett me convida para visitar a qualquer hora. "Estou feliz que você veio." Jase diz quando chegamos ao fim do caminho. "Desculpa novamente sobre George." "Eu gosto de George. Para o que você está treinando?" "Oh, uh, temporada de futebol. Eu sou cornerback este ano. Talvez um passo para conseguir uma bolsa de estudos, o que, tenho que dizer, seria coisa boa." Eu estou ali, no calor, olhando para o sol, pensando que dizer em seguida, como fazer uma boa saída, ou qualquer e por que também estou incomodada sobre o que farei enquanto minha mãe estará fora por horas. Eu dou um passo para trás, tropeçando em uma pá de plástico presa na terra. A mão Jase me segura. "Cuidado aí." "Uh. Certo. Ops. Bem. Adeus. " Depois de dar um rápida aceno, corro para casa. Ops? Deus, Samantha.
  36. 36. 36 Capítulo Seis Flip e Tracy voltaram para casa, queimados amarrotados, com amêndoas fritas cerveja Birch e cachorros-quentes a metro do Clam Shack. Eles colocaram tudo no balcão da cozinha, parando para pegar um ao outro pela cintura, beliscar a bunda do outro, beijar o ouvido um outro. Eu gostaria de ter ficado mais tempo nos Garretts. Por que não fiquei? Tim ainda deve ter a guarda da cela de Nan, porque é isso que eu consigo quando ligo: "Ouça, Heidi, não é realmente uma boa ideia nós saímos juntos novamente." "É Samantha. Onde está Nan?" "Oh, pelo amor de Cristo. Você sabe que nós não somos gêmeos siameses, certo? Por que você continua me perguntando esta merda?" "Oh, eu não sei. Talvez porque você continue atendendo seu celular. Ela está em casa?" "Eu acho que sim. Provavelmente. Ou não." Diz Tim. Eu desligo. O telefone fixo está ocupado e os Masons não têm chamada em espera ("Apenas um meio eletrônico para ser rude." De acordo com a Sra. Mason), então eu decido ir de bicicleta para a casa Nan. Tracy e Flip se mudaram o sofá da sala, e há muito riso e sussurros. Quando eu chego ao corredor, ouço Flip sussurrar, todo urgente, "Oh baby, o que você faz comigo." Piada. "Você me faz sentir tão bem por deeennnntro." Eu canto de volta. "Sai fora." Grita Tracy. É maré alta, e quente, o que significa cheiro salgado do mar está especialmente forte, quase superando o cheiro de pântano do rio. Os dois lados da cidade. Eu amo os
  37. 37. 37 dois. Eu amo como você pode dizer a estação e hora do dia apenas fechando os olhos respirando fundo. Fechei os olhos agora, inalando o ar quente e espesso, então ouvi um grito assustado e olho bem a tempo de desviar uma mulher vestindo viseira rosa e sandálias com meias. Stony Bay está em uma pequena península na foz do rio Connecticut. Temos um grande porto, assim os turistas gostam da nossa cidade. É três vezes mais lotada no verão, então eu acho que deveria pensar melhor antes de andar bicicleta com os meus olhos fechados. Nan abre a porta quando eu bato, o telefone da casa em sua orelha. Ela sorri, e então coloca o dedo indicador nos lábios, empurrando queixo em direção à sala de estar enquanto ela diz ao telefone: "Bem, você é a minha primeira escolha, então eu realmente quero ter um salto na aplicação." Eu sempre tenho o mesmo sentimento quando entro pela porta da frente dos Masons. Tem estatuetas Hummel cara feliz em todo o lugar, e pequenas placas de parede com bênçãos irlandesas sobre elas, e panos bordados jogados por cima de todas as poltronas e até mesmo da televisão. Quando você vai ao banheiro, o papel higiênico está escondido debaixo de uma saia balão malha fofa e rosa boneca olhos brancos. Não há livros nas estantes, apenas mais estatuetas e fotografias de Nan Tim, muito idênticos, em seus primeiros anos. Eu os estudo pela milionésima vez enquanto soletram seu endereço. Nan e Tim bebês vestidos como Papai e Mamãe Noel. Nan Tim crianças, cabelos alongados e olhos arregalados, como pintos para a Páscoa. Pré escolares Nan e Tim em um colete calças de couro. As fotos param abruptamente quando eles chegam próximos aos oito anos. Se bem me lembro, eles estavam vestidos como Tio Sam e Betsy Ross para o Quatro de Julho daquele ano, e Tim mordeu o fotógrafo. Nas fotos eles parecem muito mais idênticos do que eles são agora. Ambos ruivos e sardentos. Mas, porque a vida é injusta, o cabelo de Nan um pálido e desbotado loiro morango, ela tem sardas em todos os lugares e cílios loiros. Tim tem poucos pontos de sardas em seu
  38. 38. 38 nariz e as sobrancelhas cílios são escuros, enquanto seu cabelo é um castanho avermelhado profundo. Ele seria um gato, se ele não estivesse sempre tão fora de si. "Estou em espera com a Columbia, recebendo o meu pedido." Nan sussurra. "Estou feliz que você veio. Estava totalmente desligada." "Eu liguei para o seu celular, mas Tim atende, e ele não procura por você." "É lá que ele está! Deus. Ele usou de todos os seus minutos, e agora está atrás dos meus. Eu vou matá-lo." "Você não pode apenas ir ao site da Columbia e pedir a aplicação?" Sussurro, apesar de saber a resposta. Nan está sem esperança com seu computador, ela mantém várias janelas abertas ao mesmo tempo e nunca as fecha, seu laptop está constantemente quebrando. "Meu laptop está em cirurgia com Macho Mitch novamente." é incrivelmente bonito, e um pouco sinistro, o cara de reparo computadores que atende em casa conserta o PC da Nan. Nan acha que ele se parece com Steve McQueen, seu ídolo. Eu acho que ele parece mal-humorado e irritado porque ele está constantemente corrigindo os mesmos problemas. "Obrigada, sim, e quando isso será enviado?" Nan diz ao telefone, logo que Tim entra na sala, cabelo espetado em todas as direções, usando uma surrada calça de pijama xadrez de flanela e uma camiseta do Prep Ellery Lacrosse. Ele não olha para nós, só anda até a exibição da Arca de Noé Hummel no assento ao lado janela e reorganiza as figuras em combinações obscenas. Ele tinha acabado de colocar a Sra. Noah e um camelo em uma posição comprometedora anatomicamente difícil quando Nan desliga. "Eu estava querendo te chamar." Diz ela. "Quando você começa a ser salva-vidas? Estarei na loja de presentes a partir da próxima semana." "Eu também." Tim boceja alto, coça o peito, e coloca um par de macacos rinoceronte em um trio improvável. Eu posso sentir o cheiro dele de onde eu estou sentada, maconha e cerveja.
  39. 39. 39 "Você poderia pelo menos dizer oi para Samantha, Timmy." "Eiiiii, garota. Sinto-me como se tivéssemos falado apenas há alguns breves momentos. Oh, está certo. Nós falamos. Desculpe. Não sei onde diabos estão as minhas maneiras. Elas não têm sido as mesmas desde que encolheram na lavanderia. Quer um pouco?" Ele pega um frasco de colírio no bolso de trás e oferece a mim. "Obrigado, não, eu estou tentando cortar." Eu digo. Os olhos cinzentos de Tim estão com a necessidade do colírio. Eu odeio isso, ver alguém inteligente e perspicaz gastar todo o seu tempo ficando entorpecido estúpido. Ele cai de costas no sofá com um gemido, segurando uma mão sobre os olhos. É difícil lembrar como ele era antes de começar a fazer audições para Betty Ford. Quando éramos pequenos, nossas famílias gastaram um monte de fins semana verão juntos em Stony Bay Beach. Naquela época, eu era realmente mais próxima de Tim do que Nan. Nan e Tracy iriam ler e tomar sol, mexer seus dedos dos pés na água, mas Tim nunca teve medo de surfar e me puxar com ele para as maiores ondas. Também foi quem descobriu a correnteza do riacho, a que puxava você para baixo e te chicoteava o mar. "Então, baby, ficando quaisquer dias desses?" Ele mexe as sobrancelhas para mim a partir de sua posição supina. "Charley estava enlouquecendo porque você não viria para suas bolas, se você sabe o que quero dizer." "Divertido, Timmy. Você pode parar de falar agora." Diz Nan. "Não, de verdade, é, uma coisa boa que você rompeu com Charley, Samantha. Ele era um idiota. Eu não sou mais amigo dele também porque, estranhamente, ele pensou que eu era um idiota também." "Difícil imaginar." Diz Nan. "Timmy, basta ir para a cama. Mamãe estará em casa logo e ela não vai continuar comprando que você tomou muito Benadryl por causa de suas alergias. Ela sabe que você não tem alergias."
  40. 40. 40 "Eu tenho sim." Tim diz em voz alta, todo indignação fora de proporção. Ele puxa um baseado do bolso da frente de sua camisa e o acena para ela triunfante. "Eu sou alérgico a maconha." Então, ele começa rir. Nan e eu trocamos um olhar. Tim geralmente estar drogado e bêbado. Mas tem uma energia injuriada se içando sobre ele agora, e que aponta para coisas mais pesadas. "Vamos sair daqui." Digo. "Vamos andar no centro." Ela acena com a cabeça. "Que tal Doane’s? Eu preciso de um pouco sorvete de chocolate maltado." Ela pega a bolsa de uma cadeira fofa florida, se inclina, dando a Tim, que ainda está rindo, um aceno. "Vá lá para cima." Diz ela. "Agora. Antes de cair no sono." "Eu não vou cair no sono, mana. só estou descansando meus olhos." Tim murmura. Nan cutuca seu ombro novamente. Quando ela se afasta, ele pega a bolsa dela então sacode para ela parar. "Espera. Mana. Nan, garota, eu preciso de uma coisa." Diz ele urgentemente, seu rosto todo desesperado. Ela levanta a pálida sobrancelha para ele. "Uma porrada de jujubas de Doane’s, ok? Mas não verdes. Elas me assustam."
  41. 41. 41 Capítulo Sete Na varanda, eu pego a mão de Nan, aperto. "Eu sei." Ela diz. "Está muito pior desde que ele foi expulso de Ellery. Ele passa o dia todo assim, e Deus sabe o que faz durante a noite. Meus pais estão completamente e totalmente sem noção. Mamãe compra todas as suas mentiras: 'Oh, isso na bolsa é nepeta, Mãe. Oh, essas pílulas? Aspirina. Essa coisa branca? Apenas sal.' Então ela o golpeia com promessas, fazendo-o colocar o dinheiro na caixa de promessa. Ele só rouba mais da minha bolsa. E o papai? Bem." Ela encolhe os ombros. Sra. Mason é a pessoa mais implacavelmente alegre que eu já conheci. Todas as suas frases começam com exclamações: Então! Meu! Bem! Deus! Por outro lado, Mr. Mason raramente diz alguma coisa. Quando éramos pequenos, eu tinha esse brinquedo de corda, uma garota de plástico cesta Páscoa, e, eu pensava nele como algo como aquilo. Ele permanecia praticamente imóvel em uma poltrona xadrez do momento que ele chegava em casa até o jantar, e depois do jantar, retomava a sua posição até dormir, mudando apenas o tempo suficiente para ir e voltar do trabalho para a mesa. "E Tim ainda tem o seu vaso com suas próprias plantas, lhe dando Miracle-Gro. Que tipo de homem que foi jovem, nos anos oitenta não reconhece a maconha?" Ela está rindo, mas sua voz tem uma nota histérica. "É como se Tim estivesse afogando e eles estão mais preocupados com a cor da sua sunga." "E você não pode dizer a eles?" Eu pergunto, não pela primeira ou segunda centésima vez. Embora quem sou eu para falar? Eu não exatamente confessei a minha mãe sobre Tim também. Nan ri, mas realmente não responde. "Esta manhã, quando desci para o café, papai estava dizendo que talvez Tim precisasse de uma escola militar para fazer dele um homem. Ou temporada no exército. Você pode imaginar? apenas sabe que ele seria aquele tipo de soldado que deixa seus oficiais superiores com tanta raiva que ele seria jogado em alguma
  42. 42. 42 caverna subterrânea horrível e esqueceriam que ele existe. Ou irritaria o agressor do campus e seria espancado até a morte. Ou começaria ter problemas com alguma esposa de sargento e, em seguida, levaria um tiro nas costas pelo marido enfurecido." "Que bom que você não gastou muito tempo se preocupando com as possibilidades." Digo. Nan põe um braço em volta do meu ombro. "Eu senti saudade de você, Samantha. Sinto muito. estou toda presa com Daniel, indo para suas festas de formatura, na verdade, apenas para ficar longe de casa." "O que está acontecendo lá?" Eu posso dizer que ela está morrendo de vontade falar sobre isso, ficar longe do drama de Tim. "Daniel ..." Ela suspira. Talvez eu devesse dar uns amassos com Macho Mitch e Steve McQueen. Eu não consigo descobrir o que está acontecendo com ele. Ele todo tenso e irritado sobre ir para o MIT, mas você sabe quão brilhante ele é, e a escola não começa por três meses de qualquer maneira. Quero dizer, é junho. Ele não pode apenas relaxar?" "Certo." Eu a cutuco com meu ombro. "Porque você sabe tudo sobre isso, menina que organiza catálogos no milésimo segundo após o término do primeiro ano." "É por isso que eu e ele somos uma combinação perfeita, certo?" Diz ela com uma pequena careta. Uma brisa surge quando viramos a Main Street, balançando as folhas nos bordos que alinham a estrada então eles fazem um som suave de suspiro. O ar cheira exuberante e verde, salgado até no som. Como estamos perto do Dark Storm, o misto local que é bar e lanchonete, duas figuras emergem da porta, piscando um pouco no sol brilhante. Clay. E uma mulher morena muito bonita em um terno de grife. Eu paro, presto atenção, quando ele lhe dá um grande sorriso, e depois se inclina para beijá-la. Nos lábios. Com uma pequena massagem. Eu esperava Clay Tucker mias vezes, mas não assim. "O que é, Samantha?" Nan pergunta, puxando meu braço. está acontecendo? Não foi um beijo francês, mas definitivamente não era um beijo tipo, ela é minha irmã.
  43. 43. 43 "Esse é o novo namorado da minha mãe." Agora Clay aperta o ombro e afasta a mulher, ainda sorrindo. "Sua mãe tem um namorado? Você está brincando. Quando isso aconteceu?" A mulher ri e alisa a manga da camisa de Clay. Nan olha para mim, fazendo uma careta. "Eu não sei quando eles se conheceram. Parece algo sério. Quero dizer, parecia que era. É o fim para minha mãe." Agora a morena, que eu noto é, pelo menos, uma década mais jovem do minha mãe, abre a maleta e passa para as mãos de Clay uma pasta de documentos. Ele inclina a cabeça para ela de um jeito você-é-a-melhor. "Ele é casado, você sabe?" Nan pergunta em voz baixa. De repente, me ocorre que estamos paradas na calçada, obviamente olhando. Só então, Clay olha e nos nota. Ele acena para mim, aparentemente imperturbável. Se você engana a minha mãe, eu penso, então não deixe pistas, porque, com toda a honestidade, o que vou eu fazer? "Ela provavelmente é apenas uma amiga." Nan sugere, sem convencer. "Vamos lá, vamos pegar esse sorvete." Dou uma última olhada em Clay, espero transmitir o dano iminente a partes preciosas do corpo se ele estiver traindo minha mãe. Então eu sigo Nan. O que mais posso fazer? Eu tento apagar Clay da minha mente, pelo menos até que eu possa chegar em casa e pensar. Nan não traz isso à tona de novo, graças a Deus. Estou aliviada quando chegarmos ao Doane’s. É nessa pequena caixa forte construída perto do cais, que divide a foz do rio da oceano. Doane’s era loja de balas sortidas lá atrás, quando não havia essa coisa de balas sortidas. Agora seu grande atrativo é Vargas, o doce-de milho-galinha-bicando, uma galinha falsa comida pela traça com penas reais que você tem que pagar R$ 1,00 para ativar seu TOC frenético ela bique os doces de milho espalhados. Por alguma razão, este é um grande atrativo turístico, junto com o sorvete, o puxa-puxa e a boa visão do farol de Doane. Nan procura em sua carteira. "Samantha! Eu tinha vinte dólares. Agora eu não tenho nada! Eu vou matar o meu irmão."
  44. 44. 44 "Não importa." Eu digo a ela, tirando algumas notas do bolso. "Eu te pago de volta." Nan me diz, pegando o dinheiro. "Não é nenhum problema, Nanny. Então, você quer o sorvete?" "Eventualmente. De qualquer forma, Daniel me levou para New Haven ver um filme na noite passada. Eu acho que tivemos um grande momento, mas ele apenas mandou uma mensagem vez hoje e tudo que ele disse foi 'AVC6' em vez de escrever toda a frase. O que você acha que isso significa?" Daniel sempre foi impenetrável para mim. Ele é o tipo de inteligente que faz você se sentir estúpido. "Talvez ele estivesse com pressa?" "Comigo? Se você tem que perder tempo, não deveria ser com sua namorada?" Nan enche o saco de plástico com barris cerveja e ursinhos goma chocolate coberto de bolas malte. Açúcar concorre com terapia varejo. Eu não tenho muito o que dizer. Finalmente, sem olhar para ela, eu apenas deixar escapar o que pensei por um tempo. "Parece que Daniel sempre te deixa nervosa. Está tudo bem?" Nan agora está contemplando Vargas, que parece estar no meio de um ataque epiléptico. Ele já não está bicando o doce de milho, apenas para frente e trás. "Eu não sei." Diz ela finalmente. "Daniel é o meu primeiro namorado real. Você teve Charley e Michael. E mesmo Taylor Oliveira lá atrás na oitava série." "Taylor não conta. Nós nos beijamos uma vez." " E ele disse a todos que tinha ido fundo!" Nan diz, como se isso provasse seu ponto. "Certo, eu tinha esquecido isso. Que príncipe. Ele era o amor da minha vida, é verdade. Como foi o filme com Daniel?" 6 AVC é traducao de lvya, acrônimo love you, q significa amo você.
  45. 45. 45 Vargas mexe mais e mais lentamente, em seguida, estremece uma parada. "O filme?" Nan diz vagamente. "Oh, certo. A Dor e a Piedade. Bem, foi bem, para um filme de três horas em preto e branco sobre os nazistas, mas depois fomos a este café havia alguns estudantes de graduação de Yale lá. Daniel repente ficou completamente pretensioso e começou a usar palavras como "tautológico" "subtexto”." Eu ri. Apesar de ter sido o cérebro Daniel que conquistou Nan, sua raia pomposa é um tema recorrente. "Eu finalmente tive que puxá-lo para o carro e levá-lo a me beijar para que ele parasse de falar." Antes que a palavra "beijo" estivesse fora de sua boca, eu estou imaginando os lábios de Jase Garrett. Lábios agradáveis. Lábio inferior cheio, mas não rabugento ou mal- humorado. Eu me viro para olhar Nan. Ela pega as jujubas, seu cabelo morango bem escondido atrás de uma orelha, unha irregular em sua boca. Seu nariz está um pouco queimado de sol, descascando, suas sardas estão mais escuras do que eram na semana passada. Eu abri minha boca para dizer a ela que eu conheci esse rapaz, mas não consigo dizer as palavras. Nem mesmo Nan soube que eu olhava os Garrett. Não é exatamente que eu guardasse isso dela. Eu nunca toquei no assunto. Além disso ... conheci esse rapaz? Essa história poderia ir a qualquer lugar. Ou lugar nenhum afinal. Eu volto para o doce. "O que você acha?" Pergunta Nan. Não pegamos as jujubas de Tim? Você é a única com o dinheiro." "Sim, vamos pegá-las. Mas apenas as verdes assustadoras." Nan fecha a parte superior de seu saco com um forte movimento. "Samantha? O que vamos fazer com ele?" Eu jogo uma cascata de Jelly Belly sabor maçã verde para dentro do saco de papel branco lembrando quando tínhamos sete
  46. 46. 46 anos. Eu fui picada por uma água-viva. Tim chorou porque sua mãe, e a minha, não iriam deixá-lo fazer xixi na minha perna, que ele ouviu ser um antídoto para a picada. "Mas Mãe, eu tenho o poder de salvá-la!" Ele soluçou. Isso foi uma piada entre nós por anos: Não se esqueça que tenho o poder de te salvar! Agora, parece que ele não pode nem mesmo se salvar. "Além disso, tenho esperança que esses sejam feijões mágicos." Digo: "Eu não tenho nenhuma ideia."
  47. 47. 47 Capítulo Oito Na tarde seguinte, eu estou chutando meus sapatos de trabalho na nossa varanda, preparando-me para trocar, quando eu ouço a Sra. Garrett. "Samantha! Samantha, você poderia vir aqui um segundo?" Ela está de pé na entrada, segurando Patsy. George ao seu lado, apenas boxers. Mais acima da calçada, Harry se esconde atrás de um vagão com dos bocais que se ligam a uma mangueira de jardim na mão, evidentemente, brincando atirador. Quando eu chego perto, vejo que ela está novamente amamentando Patsy. Ela me dá seu sorriso escancarado, e diz: "Oh Samantha... Eu só estava pensando. Jase me dizendo o quão ótima você estava com George... e eu me perguntava se alguma vez-” Ela para de repente, olhando mais de perto pra mim, com os olhos arregalados. Eu olho para baixo. Oh. O uniforme. "É a minha roupa de trabalho. Meu chefe desenhou." Eu não sei porque eu sempre adiciono isso, a ser para estabelecer que, caso contrário não há nenhuma maneira no inferno que eu iria ser encontrada morta numa minissaia azul e uma camiseta da guarda-marinha. "Um homem, eu assumo." A Sra. Garrett diz secamente. Concordo com a cabeça. "Naturalmente. Enfim..." Ela começa a falar numa corrida. "Gostaria de saber se você está interessada em fazer algum serviço de babá? Jase não queria que eu te perguntasse. Ele estava com medo de você achar que ele atrai meninas inocentes em nossa casa para que eu pudesse explorá-las para minhas próprias necessidades. Como uma versão de mãe desesperada da escravidão branca." Eu rio. "não acho isso."
  48. 48. 48 "É claro que não." Ela sorri para mim novamente. Eu sei que todos devem acreditar que eu faço isso, pergunto a cada menina vejo se elas são babás, mas eu não faço. Poucas pessoas são boas com George dessa maneira, e Jase disse que você ganhou ele imediatamente. Eu posso usar as crianças mais velhas, é claro, mas eu odeio fazê-las se sentir como eu esperasse isso. Alice, por exemplo, sempre age como se fosse um fardo enorme." Ela está falando rápido, como se ela estivesse nervosa. "Jase nunca cuida, mas seu trabalho na loja de ferragens e treinamento tomam parte do seu tempo, por isso ele saí bastante, exceto uma tarde semana, e, claro, parte do fim de semana. De qualquer forma, eu só preciso algumas horas aqui e ali." "Seria bom." Digo. "Eu não tenho muito experiência, mas eu aprendo rápido, e eu ficaria feliz em cuidar das crianças." Contando que você não diga a minha mãe. Sra. Garrett me dá um olhar agradecido, em seguida, puxa Patsy fora de peito e, após alcançar e pegar algo, move ela para o outro. Patsy lamenta em protesto. Sra. Garrett revira os olhos. "Ela só gosta de um lado." Ela confessa. "Muito desconfortável." Concordo com a cabeça novamente, embora eu não tenha ideia do por que seria. Graças a conversa detalhada da minha mãe "seu corpo está mudando", eu sou bem informada sobre sexo e gravidez, mas ainda vaga o propósito da amamentação. Graças a Deus. Neste ponto, George comenta. "Você sabia que se você deixar cair um centavo do topo do Empire State Building, você poderia matar alguém?" "Eu sabia. Mas isso nunca acontece." Digo rapidamente. "Porque as pessoas sobre o deck de observação são muito, muito cuidadosas. E há uma grande parede de plástico. Sra. Garrett balança a cabeça. "Jase está certo. Você é uma física." Sinto um brilho de prazer que Jase pensa eu fiz alguma coisa direito. "De qualquer forma." Ela continua. "Você poderia fazer uma ou talvez duas vezes por semana no período da tarde, isso funcionaria com o seu trabalho de verão?"
  49. 49. 49 Concordo, digo a ela meu horário, antes mesmo que me ofereça mais do eu ganho no Breakfast Ahoy. Então, ela pergunta, mais uma vez olhando um pouco autoconsciente, se eu me importaria de começar hoje. "Claro que não. Apenas deixe-me trocar de roupa." "Não se troque." George alcança minha saia com um dedo sujo. "Eu gosto disso. Você se parece com Sailor Supergirl." "Mais como Sailor Barbie, eu temo, George. Eu tenho que me trocar porque trabalhei com ele toda a manhã e cheira a ovos bacon ." "Eu gosto de ovos e bacon." George me diz. "Mas" Seu rosto nubla. "você sabe que o bacon é?" Lágrimas saltam aos seus olhos. "Wilbur?” Sra. Garrett se senta ao lado dele imediatamente. "George, nós já passamos por isso. Lembra-se? Wilbur não se transformou em bacon." "Isso é certo." Eu me curvo também enquanto a umidade transborda dos cílios de George. "A aranha Charlotte salvou ele. Ele viveu uma vida longa e feliz com as filhas de Charlotte, hum, Nelly e Urania e-" "Joy." A Sra. Garrett conclui. "Você, Samantha, é uma zeladora. Eu espero que você não roube." Eu começo a tossir. "Não. Nunca." "Então Babe, o porquinho é bacon, mamãe? Babe isso?" "Não, não, Babe ainda está pastoreando as ovelhas. Bacon não é Babe. só é feito a partir de porcos realmente maus, George." Sra. Garrett acaricia o cabelo dele, então limpa suas lágrimas. "Porcos ruins." eu esclareço. "Há porcos ruins?" George parece nervoso. Opa.
  50. 50. 50 "Bem, porcos com, um, sem alma." Isso não parece bom. Eu jogo em torno de uma boa explicação. "Como os animais que não falam em Nárnia." Dã. George tem quatro anos. Será que ele já conhece Nárnia? Ele ainda está em George o Curioso. Editado. Mas o entendimento ilumina seu rosto. "Oh. Tudo bem então. Porque eu realmente gosto de bacon." Quando eu volto, George já está de pé na piscina inflável enquanto Harry pulveriza água nela. Sra. Garrett remove eficientemente a fralda de Patsy, puxando uma espécie de calça plástica inchada com pequenos sóis sobre ela. "Você realmente não conheceu Harry. Harry, esta é a amiga de Jase, Samantha, que vai cuidar de você por um tempo." Como cheguei a ser amiga de Jase? Eu falei com ele duas vezes. Uau, Sra. Garrett sempre diferente da minha mãe. Harry, que tem olhos verdes, mas o cabelo castanho escuro bastante simples e muitas sardas, olha para mim desafiadoramente. "Você pode mergulhar de costas?" "Hum. Sim." "Você vai me ensinar? Agora?" Sra. Garrett interrompe. "Harry, nós discutimos isso. Samantha não pode levá- lo na piscina grande, porque ela tem que manter os olhos dela nos pequenos." O lábio inferior de Harry se sobressai. "Ela poderia colocar Patsy no canguru como você e entrar na água. Ela podia segurar a mão de George. Ele pode nadar muito bem com suas boias." Sra. Garrett olha para mim se desculpando. "Meus filhos esperam que todos tenham multitarefas a um grau extremo. Harry, não. É esta piscina ou nada."
  51. 51. 51 "Mas eu posso nadar agora. Eu sei muito bem. E ela sabe como fazer o mergulho de costas. Ela poderia me ensinar a fazer o mergulho de costas." Enquanto ''vestia'' o bebê e segurando George pela mão? Eu preciso ser Sailor Supergirl. "Não." A Sra. Garrett repete com firmeza. Então, para mim: "Uma vontade de ferro. Basta continuar dizendo não. Eventualmente, ele vai seguir em frente." Ela me leva de volta para a casa, onde me mostra as fraldas estão, diz ficar à vontade e me beneficiar com qualquer coisa na geladeira, dá-me seu número de telefone celular, aponta a lista de números emergência, adverte-me para não trazer à tona o assunto de tornados na frente George, pula em sua van e vai embora. Deixando-me com Patsy, que está tentando puxar minha camisa, George, quer que eu saiba você nunca deve tocar um polvo de anéis azuis, e Harry, parece que quer me matar. Na verdade, isso não vai tão mal. Eu tenho evitado principalmente serviço de babá. Não é que eu não goste de crianças, mas eu odeio as horas incertas disso. Eu nunca quis lidar com pais que chegam tarde e apologéticos, ou aquela viagem de carro estranha com algum pai tentando elaborar uma conversa fiada. Mas as crianças Garrett são bastante fáceis. Eu os levei na minha casa para que eu pegar o nosso regador que é todo complicado parado e girando a coisa de cobre. Harry, felizmente, acha que é incrível, ele George passam uma hora e meia brincando com isso, em seguida, pulando de volta para a piscina de bebê enquanto Patsy senta no meu colo, mordendo polegar com suas gengivas e babando na minha mão. Eu terminei fazendo a coisa do petisco e estou levando as crianças de volta para a piscina quando motocicleta encosta. Viro-me com um arrepio de antecipação, mas não é Jase. É Joel, que fica fora da moto, inclina-se contra ela, e faz toda a coisa do lento-exame-apreciativo-do-seu-corpo que eu ganho bastante no Breakfast Ahoy.
  52. 52. 52 "George. Harry. Quem vocês trouxeram para casa?" Diz Joel. Ele tem boa aparência, mas um pouco demais no bem-ele-sabe-disso na ponta da balança. “Esta é Sailor Supergirl." diz George. "Ela sabe tudo sobre os buracos negros." "E de mergulhos costas." Acrescenta Harry. "Mas você não pode tê-la, porque ela vai se casar Jase." Conclui George. Maravilhoso. Joel parece surpreso, o que é natural. "Você é uma amiga de Jase?" "Bem, não realmente, quero dizer, nós nos conhecemos. Eu estou aqui para cuidar das crianças." "Mas ela já foi para o seu quarto." George acrescenta. Joel levanta uma sobrancelha para mim. Novamente eu coro de corpo inteiro. Por demais evidente num biquíni. "Eu sou apenas a babá." George me agarra pela cintura, beijando meu umbigo. "Não. Você é Sailor Supergirl." "Então, de onde você veio?” Joel cruza os braços, inclinando-se contra a motocicleta. George e Harry correm de volta para o regador cobre. Estou segurando Patsy no quadril, mas ela continua tentando tirar o top do meu biquíni. "Mova-a para o outro lado." Joel sugere, sem mover um cílio. "Oh. Certo." Patsy, o bebê com a preferência de um seio. "Você estava dizendo?" Joel ainda está inclinando-se preguiçosamente contra a motocicleta.
  53. 53. 53 "Na porta ao lado. Eu venho da porta do lado." "Você é irmã de Tracy Reed? Claro. Naturalmente, ele não teria esquecido Tracy. Enquanto eu sou loira, Tracy é A Loira. Ou seja, eu sou uma subespécie de loira cor palha e mel com sardas do papai, enquanto o foco principal de Tracy é a pele pálida. Ela, forma injusta, parece que nunca viu o sol, embora ela passe a maior parte de seus verões na praia. "Sim." Então, de repente, pergunto-me se minha irmã também tem secretamente interagido com os Garrett. Mas Joel não é loiro, principal exigência para ser namorado de Tracy, mas pode haver exceções. Joel fazer um bom backhand. Só para ter certeza, eu pergunto: "Será que você joga tênis?" Joel parece não se incomodar com a abordagem idiota, sem dúvida, já usada por meninas afobadas e que não fazem nenhum sentido. "Mal." Ele estende a mão para Patsy, que está aparentemente decidindo neste ponto qualquer peito serve. Seus dedinhos voltam sempre com determinação para o meu top. "Sim, a jaqueta de couro, provavelmente, retarda o seu rendimento no vôlei." Eu lhe entrego o bebê. Ele me dá uma saudação zombeteira. "Sailor Supergirl é espertinha. Legal." Só então um Jeep estaciona na calçada, muito rápido. Alice desce, parando para desembaraçar a alça da bolsa do câmbio e arrancar a bolsa dela. O cabelo dela no momento é azul elétrico, puxado num rabo de cavalo lateral. Ela está usando um top preto e shorts muito curtos. "Você sabe a pontuação, Cleve?" ela pisca para motorista do carro. "Você sabia onde você estava." Ela se endireita, entrando pela porta da cozinha e batendo-a atrás de si. Ao contrário seus irmãos, ela é pequena, mas isso não faz nada para desviar de seu ar inconfundível autoridade.
  54. 54. 54 Cleve, um cara de aparência doce numa Havaiana estampada, roupa banho e uma camisa PacSun, não parece como se soubesse o placar. Ele despenca atrás do volante. Joel entrega Patsy de volta para mim e vai até o carro. "Que chatice, homem." Diz a Cleve, que inclina cabeça em reconhecimento, mas não diz nada. Eu volto para o regador e sento. George senta ao meu lado. "Você sabia que um pássaro-comedor de tarântula é tão grande quanto a sua mão?" "Jase não tem uma dessas, é?" George me dá seu sorriso iluminado. "Não. Ele costumava ter uma tarântula chamada Agnes, mas ela." Sua voz reduz tristemente. "Morreu." "Tenho certeza de que ela está no céu tarântulas agora." Asseguro-lhe apressadamente, estremecendo ao pensar o que isso pode parecer. A van da Sra. Garrett estaciona atrás motocicleta, descarregando o que eu assumo ser Duff e Andy, ambos de rosto vermelho golpeados pelo vento. A julgar pelos seus coletes salva-vidas, eles estiveram no acampamento de vela. George e Harry, meus fãs leais, deliram para sua mãe sobre todas as minhas realizações, enquanto Patsy imediatamente irrompe em lágrimas, apontando um dedo acusador para a mãe, e lamentando. "Boob." "Foi a primeira palavra dela." Sra. Garrett leva ela de mim, sem se importar com maiô úmido de Patsy. "Uma para o livro do bebê."
  55. 55. 55 Capítulo Nove Com mãe e Tracy fora, a casa é tão tranquila durante noite que eu posso contar os sons. O zumbido-baque do gelo caindo da máquina de gelo para o caixote do congelador. O deslocamento da central de ar uma velocidade para outra. Em seguida, um incômodo, a dúvida, dentro da minha cabeça, em meu quarto as dez horas da noite, questionando se eu deveria dizer alguma coisa à mamãe sobre aquela mulher com Clay. É este estrondo rítmico, som externo de bang, abaixo da minha janela. Eu abro ela, saio, olhando para baixo encontrar Jase, martelo na mão, pregando algo na grade. Ele olha para cima, prego entre os dentes, e acenando. Estou feliz em vê-lo, mas isso é um pouco estranho. "O que você está fazendo?" "Você tem uma tábua solta aqui." Ele pega o prego de sua boca, posiciona-o na treliça, e começa a martelar novamente. "Isso não parecia seguro." "Para mim ou você?" "Você me diz." Ele dá um golpe final no prego, coloca o martelo sobre a grama, e, em segundos, sobe acima da treliça e está sentado ao meu lado. "Eu ouvi que você foi engolida pela minha família. Desculpe por isso." "Está tudo bem." Eu ando de lado, um pouco para trás. Eu estou novamente na minha camisola, o que parece uma desvantagem. "Eles são a melhor coisa que eu tenho, mas eles podem ser um pouco." Ele faz uma pausa, como se procurasse definição. "Esmagadores." "Eu não sou facilmente dominada." Jase olha para mim, aqueles olhos verdes procurando o meu rosto. "Não. Você não seria, é?" Isso me ocorre, sentada ali, que eu posso ser quem eu quiser ser ali com ele. Então noto algo se movendo em seu ombro.

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