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Manejo e Alimentação da Vaca
em Lactação
Parto
Curva de lactação Ingestão de matéria seca
Início da lactação Lactação média Final da lactação Período seco
Ciclo Produtivo:
 Curva de Lactação: Quais informações?
3,5 – 3,75 2,25 – 2,75 2,5 – 3,0 3,0 – 3,50 3,5 – 3,75
Ganho de peso
Crescimento fetal
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
ECC
Transição
Transição
Ciclo Produtivo: Período de Transição
Parto
30 dias 30 dias
Alterações fisiológicas e
metabólicas
Preparação para o parto e
futura lactação
 IMS
 Dieta pobre em nutrientes
Desafios:
Alta produção de leite
Manter/minimizar a perda de ECC
Baixa incidência de desordens metabólicas
Minimizar a perda de imunocompetência
Controlar/diminuir dias para a primeira ovulação
e manter/aumentar fertilidade
Ganhar $$
Ciclo Produtivo: Período de Transição
Ciclo Produtivo: Período de Transição
 Alterações hormonais pela proximidade do parto
 Maior demanda de nutrientes para a
síntese de colostro e leite
Baixo consumo
Desenvolvimento contaínlimuoendtaarglândula mamária;
Rápido crescimento fetal
Mudanças no ambiente, incluindo a introdução da vaca
recém parida em um novo grupo de vacas
Importante:
3,25 – 3,5
ECC: Período de Transição
Avaliação ECC
Vetscore:
Fonte: Embrapa RO
https://www.embrapa.br/rondonia
Manejo Alimentar ?
FDN ideal
35 a 40 %
< 35 %
 Forragem partículas longas: 5 a 8 cm
< 38 a 45 %
 Dieta alto densidade energética
Maior Risco:
esteatose hapática
e cetose
 Dieta baixa densidade energética  Acentuar BEN
 Mudança no consumo de ENERGIA
 Afetam CMS: GORDURA e FDN
 PROTEÍNA?
11 a 12 % NÃO afeta CMS
Parto
Curva de lactação Ingestão de matéria seca
Início da lactação Lactação média Final da lactação Período seco
Ciclo Produtivo:
 Curva de Lactação: Quais informações?
3,5 – 3,75 2,25 – 2,75 2,5 – 3,0 3,0 – 3,50 3,5 – 3,75
Ganho de peso
Crescimento fetal
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
ECC
 Duração da Lactação - DEL
Comparação entre os animais
Seleção dos animais
Vida produtiva
Identificar quem é quem ?
Identificar animais mais produtivos
Comparar animais mesmo rebanho 1 Cria
Quem tem maior potencial produção Idade Adulta
Manejo de lotes ( A. M. B. Produção / Nutrição )
Calculo de produção de leite por hectare.
Curva de lactação:
Curva de lactação:
 Duração da Lactação
80
75
70
65
60
55
50
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
0 100 200 300 500 600 700
Kg/Dia
400
Dias em Lactação
Produção de Leite Individual
Fonte: APCBRH, 2013.
305 dias (10 meses)
Curva de lactação:
 Pico da Lactação
Dia de maior produção de leite na curva, normalmente
entre 45 e 60 dias pós-parto
Importância: 1 kg de leite a mais no pico representa
potencialmente 200 kg de leite a mais na lactação
 Persistência:
Grau de queda ou de inclinação na curva
Curva de lactação:
Fonte: www.ideagri.com.br
Curva de Lactação: Resumo
1.Facilitar a divisão de lotes do rebanho
2.Formular dietas adequadas para cada lote
3.Acompanhar a curva de lactação de cada vaca
4.Facilitar a identificação de problemas
individuais
5.Verificar a eficiência produtiva
Parto
Curva de lactação Ingestão de matéria seca
Início da lactação Lactação média Final da lactação Período seco
Ciclo Produtivo:
Curva de IMS
3,5 – 3,75 2,25 – 2,75 2,5 – 3,0 3,0 – 3,50 3,5 – 3,75
Ganho de peso
Crescimento fetal
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
ECC
Curva de IMS:
Pico: 2º mês IMS: 4º mês
BEN
Curva de Ingestão de MS:
?
?
Curva de IMS:
 Prioridade é produção de leite
 Mobilização das reservas energéticas (tecido adiposo)
Consequências:
 Perda de peso
 Perda de tecido adiposo - ECC
Curva de IMS:
Prioridades:
Curva de IMS:
 Maior número de tratos por dia
 Adoção da dieta total misturada TMR
 Inclusão de ingredientes de alta palatabilidade
Desempenho Reprodutivo
Objetivos: estabelecer ou restabelecer a lactação
Índices zootécnicos:
Intervalo entre partos: 12 meses
Gestação: 283 dias
Período Voluntário de Espera: 45-60 dias
Período de serviço: 82 dias
Involução uterina: de 20 a 40 dias após o parto
Primeira ovulação: 20 dias pós-parto (cio silencioso)
Primeiro cio: 40 dias pós-parto
Período seco (descanso): 60 dias
80 % prenhas 20 % vazias DEL > 150 d = perda 0,08 litros/dia
Relação: Vaca seca X Lactante
 Nº de vacas secas / total de vacas adultas = 12 a 20 %
> 20 % indicativo de problemas reprodutivos (vaca seca por
baixa produção)
 Nº vacas em lactação / Nº de vacas secas = Meta 25 %
Para cada 5 vacas em lactação, 1 estará seca
Fase Lactacional X Reprodução
 Meio da Lactação
 Balanço energético começa a ficar positivo
 Inicia-se a recuperação do ECC
Aumento % de ingredientes:
Volumosos
Coprodutos
VACA DEVE FICAR PRENHE!
Fase Lactacional: Fim da Lactação
- Balanço energético positivo
- Recuperação completa do ECC (3,25-3,50)
-Período de menor retorno econômico, pelo decréscimo
na produção
-Maximizar o uso de ingredientes de menor custo
-Preparar a vaca para a secagem (60 dias antes do
próximo parto)
Manejo Nutricional:
 Agrupamento em lotes: Produção x Dias em Leite x ECC
 Lotes: alta produção, mediana/baixa
produção, primíparas e recém-paridas
Razões por separar as primíparas das
vacas adultas:
1º) Menor competição
2º) Permite ordenhar por primeiro as vacas
mais jovens (menor incidência de mastite)
Manejo Nutricional:
 Agrupamento em lotes: Produção x Dias em Leite x ECC
 Lote de vacas recém-paridas:
 Controle diário do comportamento ingestivo
 Condições clínicas
 Recomendações:
Dieta de moderada
energética
concentração
 Alta palatabilidade
Nutrição de Precisão e Saúde Animal:
Fonte: novembro de 2014 | REVISTA LEITE INTEGRAL | 69
AJUSTE DA
DIETA:
 Ordem de produção
 Ordem de parto
 Formação de grupos homogênios
DADOS DO REBANHO:
 Nº de animais por lote
 Média de peso vivo
 DEL
 Produção média de leite/Kg/dia
 ECC
F
O
R
R
A
G
E
M
/
C
O
N
C
E
N
T
R
A
D
O
Formulação de dietas
Degradação dos CHO
Acetato
Energia Gordura
Propionato
Glicose Gliconeogênese
Butirato
Energia
Gordura
Formulação de dietas:
Dieta rica em volumoso
(60 a 100% de volumoso)
Grande quantidade de Celulose
Ruminação prolongada
(40-50 min/kg de MS cons)
Muita secreção de saliva
pH ruminal: 6,0 a 6,8
Fermentação  Lenta
Relação Acético:Propiônico
4:1
Dieta rica em concentrado
(35 a 60% de volumoso)
Grande quantidade de Amido
Ruminação reduzida
(25-30 min/kg de MS cons)
Pouca secreção de saliva
pH ruminal: 5,5 a 5,9
Fermentação  Rápida
Relação Acético:Propiônico
2:1
Formulação de dietas:
COM CELULOSE
 Estimular ruminação
 Produção de saliva
 ACETATO
 Diminuir custos da dieta
 Estabilidade pH ruminal
SEM CELULOSE
 Incrementar:
ENERGIA e PROTEÍNA
Suprir a carência de
nutrientes ausentes na
forragem
 Ajustar os níveis da dieta
Concentrado
Propionato
Dieta X Produção de Leite:
Volume de leite
Volumoso
Acetato
Acetato = Fonte de C para a
produção de ácidos graxos
Dieta X Produção de Leite:
Gordura do leite
Dúvidas?
Coprodutos na dieta:
O que são coprodutos?
 Material resultante de um processo industrial:
Resíduo de cervejaria, farelo de glúten de milho, bagaço de polpa cítrica,
bagaço da uva....
 Sucesso da utilização:
Qualidade nutricional, valor econômico, eliminação de poluentes da
indústria, diminui a competição com alimentos para humanos
Coprodutos na dieta:
Bagaço da uva:
Pele, sementes e caules
Vantagens:
 Altas concentrações de FB
 Bom teor de gordura (óleo) e taninos condensados
 Baixo custo de produção
 Período estratégico de produção
Coprodutos na dieta:
Emissão de gás metano (CH4)
As dietas contendo bagaço de uva, contribuíram para:
20 % emissão de metano durante o período
experimental
23 % no rendimento da produção quando utilizou-se EGM ou
DGM na dieta
1º Relato na
literatura
científica MOATE, et. al, (2014)
J. Dairy Sci
Coprodutos na dieta:
Quais substâncias
presentes no
subproduto, seriam
responsáveis por
este efeito?
O BAGAÇO DA UVA DEMONSTROU-SE EFICIENTE NA REDUÇÃO DA EMISSÃO DO
METANO.
 Óleo (gordura)
 Lignina
 Taninos condensados
 Ácido tartárico
Coprodutos na dieta:
Utilização de coprodutos agroindustriais na
alimentação de animais de produção: avaliação
nutricional, reprodutiva, zootécnica, clínica e ambiental
Objetivos:
•Determinar a composição nutricional dos coprodutos da vinificação
•Avaliar o percentual de digestibilidade dos coprodutos nas dietas para
ruminantes
•Determinar o nível ótimo de inclusão dos coprodutos nas dietas
•Caracterizar o impacto do uso dos coprodutos no perfil de ácidos graxos
do leite
•Avaliar a relação econômica em substituição a alimentos energéticos e
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Manejo Alimentação Vaca Lactação

  • 1. Manejo e Alimentação da Vaca em Lactação
  • 2. Parto Curva de lactação Ingestão de matéria seca Início da lactação Lactação média Final da lactação Período seco Ciclo Produtivo:  Curva de Lactação: Quais informações? 3,5 – 3,75 2,25 – 2,75 2,5 – 3,0 3,0 – 3,50 3,5 – 3,75 Ganho de peso Crescimento fetal 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 ECC Transição Transição
  • 3. Ciclo Produtivo: Período de Transição Parto 30 dias 30 dias Alterações fisiológicas e metabólicas Preparação para o parto e futura lactação  IMS  Dieta pobre em nutrientes
  • 4. Desafios: Alta produção de leite Manter/minimizar a perda de ECC Baixa incidência de desordens metabólicas Minimizar a perda de imunocompetência Controlar/diminuir dias para a primeira ovulação e manter/aumentar fertilidade Ganhar $$ Ciclo Produtivo: Período de Transição
  • 5. Ciclo Produtivo: Período de Transição  Alterações hormonais pela proximidade do parto  Maior demanda de nutrientes para a síntese de colostro e leite Baixo consumo Desenvolvimento contaínlimuoendtaarglândula mamária; Rápido crescimento fetal Mudanças no ambiente, incluindo a introdução da vaca recém parida em um novo grupo de vacas
  • 6. Importante: 3,25 – 3,5 ECC: Período de Transição
  • 7. Avaliação ECC Vetscore: Fonte: Embrapa RO https://www.embrapa.br/rondonia
  • 8.
  • 9.
  • 10. Manejo Alimentar ? FDN ideal 35 a 40 % < 35 %  Forragem partículas longas: 5 a 8 cm < 38 a 45 %  Dieta alto densidade energética Maior Risco: esteatose hapática e cetose  Dieta baixa densidade energética  Acentuar BEN
  • 11.  Mudança no consumo de ENERGIA  Afetam CMS: GORDURA e FDN  PROTEÍNA? 11 a 12 % NÃO afeta CMS
  • 12. Parto Curva de lactação Ingestão de matéria seca Início da lactação Lactação média Final da lactação Período seco Ciclo Produtivo:  Curva de Lactação: Quais informações? 3,5 – 3,75 2,25 – 2,75 2,5 – 3,0 3,0 – 3,50 3,5 – 3,75 Ganho de peso Crescimento fetal 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 ECC
  • 13.  Duração da Lactação - DEL Comparação entre os animais Seleção dos animais Vida produtiva Identificar quem é quem ? Identificar animais mais produtivos Comparar animais mesmo rebanho 1 Cria Quem tem maior potencial produção Idade Adulta Manejo de lotes ( A. M. B. Produção / Nutrição ) Calculo de produção de leite por hectare. Curva de lactação:
  • 14. Curva de lactação:  Duração da Lactação 80 75 70 65 60 55 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 0 100 200 300 500 600 700 Kg/Dia 400 Dias em Lactação Produção de Leite Individual Fonte: APCBRH, 2013. 305 dias (10 meses)
  • 15. Curva de lactação:  Pico da Lactação Dia de maior produção de leite na curva, normalmente entre 45 e 60 dias pós-parto Importância: 1 kg de leite a mais no pico representa potencialmente 200 kg de leite a mais na lactação
  • 16.  Persistência: Grau de queda ou de inclinação na curva Curva de lactação: Fonte: www.ideagri.com.br
  • 17. Curva de Lactação: Resumo 1.Facilitar a divisão de lotes do rebanho 2.Formular dietas adequadas para cada lote 3.Acompanhar a curva de lactação de cada vaca 4.Facilitar a identificação de problemas individuais 5.Verificar a eficiência produtiva
  • 18. Parto Curva de lactação Ingestão de matéria seca Início da lactação Lactação média Final da lactação Período seco Ciclo Produtivo: Curva de IMS 3,5 – 3,75 2,25 – 2,75 2,5 – 3,0 3,0 – 3,50 3,5 – 3,75 Ganho de peso Crescimento fetal 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 ECC
  • 19. Curva de IMS: Pico: 2º mês IMS: 4º mês BEN
  • 20.
  • 21. Curva de Ingestão de MS: ? ?
  • 22. Curva de IMS:  Prioridade é produção de leite  Mobilização das reservas energéticas (tecido adiposo) Consequências:  Perda de peso  Perda de tecido adiposo - ECC
  • 24. Curva de IMS:  Maior número de tratos por dia  Adoção da dieta total misturada TMR  Inclusão de ingredientes de alta palatabilidade
  • 25. Desempenho Reprodutivo Objetivos: estabelecer ou restabelecer a lactação Índices zootécnicos: Intervalo entre partos: 12 meses Gestação: 283 dias Período Voluntário de Espera: 45-60 dias Período de serviço: 82 dias Involução uterina: de 20 a 40 dias após o parto Primeira ovulação: 20 dias pós-parto (cio silencioso) Primeiro cio: 40 dias pós-parto Período seco (descanso): 60 dias
  • 26. 80 % prenhas 20 % vazias DEL > 150 d = perda 0,08 litros/dia
  • 27. Relação: Vaca seca X Lactante  Nº de vacas secas / total de vacas adultas = 12 a 20 % > 20 % indicativo de problemas reprodutivos (vaca seca por baixa produção)  Nº vacas em lactação / Nº de vacas secas = Meta 25 % Para cada 5 vacas em lactação, 1 estará seca
  • 28. Fase Lactacional X Reprodução  Meio da Lactação  Balanço energético começa a ficar positivo  Inicia-se a recuperação do ECC Aumento % de ingredientes: Volumosos Coprodutos VACA DEVE FICAR PRENHE!
  • 29. Fase Lactacional: Fim da Lactação - Balanço energético positivo - Recuperação completa do ECC (3,25-3,50) -Período de menor retorno econômico, pelo decréscimo na produção -Maximizar o uso de ingredientes de menor custo -Preparar a vaca para a secagem (60 dias antes do próximo parto)
  • 30. Manejo Nutricional:  Agrupamento em lotes: Produção x Dias em Leite x ECC  Lotes: alta produção, mediana/baixa produção, primíparas e recém-paridas Razões por separar as primíparas das vacas adultas: 1º) Menor competição 2º) Permite ordenhar por primeiro as vacas mais jovens (menor incidência de mastite)
  • 31. Manejo Nutricional:  Agrupamento em lotes: Produção x Dias em Leite x ECC  Lote de vacas recém-paridas:  Controle diário do comportamento ingestivo  Condições clínicas  Recomendações: Dieta de moderada energética concentração  Alta palatabilidade
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36. Nutrição de Precisão e Saúde Animal: Fonte: novembro de 2014 | REVISTA LEITE INTEGRAL | 69
  • 37.
  • 38. AJUSTE DA DIETA:  Ordem de produção  Ordem de parto  Formação de grupos homogênios DADOS DO REBANHO:  Nº de animais por lote  Média de peso vivo  DEL  Produção média de leite/Kg/dia  ECC F O R R A G E M / C O N C E N T R A D O
  • 39. Formulação de dietas Degradação dos CHO Acetato Energia Gordura Propionato Glicose Gliconeogênese Butirato Energia Gordura
  • 40. Formulação de dietas: Dieta rica em volumoso (60 a 100% de volumoso) Grande quantidade de Celulose Ruminação prolongada (40-50 min/kg de MS cons) Muita secreção de saliva pH ruminal: 6,0 a 6,8 Fermentação  Lenta Relação Acético:Propiônico 4:1 Dieta rica em concentrado (35 a 60% de volumoso) Grande quantidade de Amido Ruminação reduzida (25-30 min/kg de MS cons) Pouca secreção de saliva pH ruminal: 5,5 a 5,9 Fermentação  Rápida Relação Acético:Propiônico 2:1
  • 41. Formulação de dietas: COM CELULOSE  Estimular ruminação  Produção de saliva  ACETATO  Diminuir custos da dieta  Estabilidade pH ruminal SEM CELULOSE  Incrementar: ENERGIA e PROTEÍNA Suprir a carência de nutrientes ausentes na forragem  Ajustar os níveis da dieta
  • 42. Concentrado Propionato Dieta X Produção de Leite: Volume de leite
  • 43. Volumoso Acetato Acetato = Fonte de C para a produção de ácidos graxos Dieta X Produção de Leite: Gordura do leite
  • 45. Coprodutos na dieta: O que são coprodutos?  Material resultante de um processo industrial: Resíduo de cervejaria, farelo de glúten de milho, bagaço de polpa cítrica, bagaço da uva....  Sucesso da utilização: Qualidade nutricional, valor econômico, eliminação de poluentes da indústria, diminui a competição com alimentos para humanos
  • 46. Coprodutos na dieta: Bagaço da uva: Pele, sementes e caules Vantagens:  Altas concentrações de FB  Bom teor de gordura (óleo) e taninos condensados  Baixo custo de produção  Período estratégico de produção
  • 47. Coprodutos na dieta: Emissão de gás metano (CH4) As dietas contendo bagaço de uva, contribuíram para: 20 % emissão de metano durante o período experimental 23 % no rendimento da produção quando utilizou-se EGM ou DGM na dieta 1º Relato na literatura científica MOATE, et. al, (2014) J. Dairy Sci
  • 48. Coprodutos na dieta: Quais substâncias presentes no subproduto, seriam responsáveis por este efeito? O BAGAÇO DA UVA DEMONSTROU-SE EFICIENTE NA REDUÇÃO DA EMISSÃO DO METANO.  Óleo (gordura)  Lignina  Taninos condensados  Ácido tartárico
  • 49. Coprodutos na dieta: Utilização de coprodutos agroindustriais na alimentação de animais de produção: avaliação nutricional, reprodutiva, zootécnica, clínica e ambiental Objetivos: •Determinar a composição nutricional dos coprodutos da vinificação •Avaliar o percentual de digestibilidade dos coprodutos nas dietas para ruminantes •Determinar o nível ótimo de inclusão dos coprodutos nas dietas •Caracterizar o impacto do uso dos coprodutos no perfil de ácidos graxos do leite •Avaliar a relação econômica em substituição a alimentos energéticos e proteicos • Estimar a produção de metano