Aulas Ergonomia aplicada ao Design de Interiores

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Aulas de Ergonomia aplicadas ao DESIGN DE INTERIORES, no SENAC.

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Aulas Ergonomia aplicada ao Design de Interiores

  1. 1. BEM VINDOSHÉCTOR ANTONIO BOENO MENENDEZwww.hectorantonio.com.brcontato@hectoantonio.com.brslideshare.net/hectorantoniodesignerDesigner de Produtos (UVV 2009); MBA emMarketing (Cursando na FGV)Professor deErgonomia Aplicada ao Design de Interior18:52 1
  2. 2. METODOLOGIA•Evitarei PROVA tradicional;•Avaliação com base em trabalhos, participação na sala de aulae envolvimento com a matéria;•Levar conteúdo a prática do cotidiano;•Ao final de cada aula vocês podem me passar por escrito asdúvidas que ficaram. Se quiserem pode ser por e-mail.•Se vocês tiverem algum conteúdo relacionado, podemcompartilhar com a turma durante a aula.18:52 2
  3. 3. REFERÊNCIASSites•Ergonomia em Casa (http://ergonomiaemcasa.blogspot.com.br/)•ABERGO (http://www.abergo.org.br/)•Biz Revolution / Direto das trincheiras(http://www.bizrevolution.com.br/)(canal no youtube)•Cool Hunter (http://www.thecoolhunter.net/)•Meu blog (www.hectorantonio.com.br/blog)Livro•Itiro Iida18:52 3
  4. 4. AULA 1 – Ergonomia é útilVocê sabe o que é Ergonomia?Ergon (trabalho) +nomos(normas, regras, leis)4EUA + Canada = “Human Factors”18:52
  5. 5. 18:52 ‹#›
  6. 6. Vamos pensarCada elemento que compõem o “Design deinterior” precisa mais que criar uma harmoniavisual, deve atender o objetivo principal que élevar bem estar para o usuário.Portanto, ERGONOMIA é útil pois ela vai te ajudara pensar nas necessidades do corpo humano, usode sistemas e outros elementos que o design temcondições de aperfeiçoar e potencializar.618:52
  7. 7. Interdisciplinar7Interdisciplinaridade da Ergonomia (Hubault, 1992, modificado por Vidal, 1998)18:52
  8. 8. História da Ergonomia8• Usada desde tempos remotos• Produção artesanal• Revolução industrial (1780) –PROBLEMA SE TORNOU UMAGRAVANTE18:52
  9. 9. História da Ergonomia918:52
  10. 10. História da Ergonomia10• Final século XIX – EUA – Frederick W.Taylor (Tempos e Movimentos)• I Guerra Mundial (1914 – 1917) –Comissão de saúde dos trabalhadoresda indústria de munições• 1929 – Se transformou no Instituto dePesquisa do Trabalho18:52
  11. 11. História da Ergonomia11•II Guerra Mundial (1939 – 1945) –BOOM DO PROBLEMA•8 de Julho de 1949 – Termo Ergonomia – ErgonomicResearch Society – Oxford (Uk)•Pós-guerra•Final da década de 40 nos EUA surgiram os primeiroscursos universitários•ABERGO 198318:52
  12. 12. Definição12Mesma definição da IEA - Associação Internacional de ErgonomiaÉ uma disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre osseres humanos e outros elementos ou sistemas, e à aplicação de teorias,princípios, dados e métodos a projetos a fim de otimizar o bem estar humano e odesempenho global do sistema. Os ergonomistas contribuem para oplanejamento, projeto e a avaliação de tarefas, postos de trabalho, produtos,ambientes e sistemas de modo a torná-los compatíveis com as necessidades,habilidades e limitações das pessoas.http://www.abergo.org.br/18:52
  13. 13. A GUERRA REVELOU O PROBLEMA1318:52
  14. 14. Domínios da ergonomia14Física, Cognitivae Organizacional18:52
  15. 15. Ergonomia Física15Anatomia humana, Antropométria,Fisiologia e Biomecânica.18:52
  16. 16. Ergonomia Cognitiva16Processos mentais: Percepção,Memória, Raciocínio e Resposta Motora18:52
  17. 17. Ergonomia Organizacional17Otimização de sistemas, Estruturas ePolíticas de processos18:52
  18. 18. Pontos que vamos abordar18•Análise ergonômica•Pesquisas ergonômicas•Antropométria•Estereótipos populares•Assentos•PRÁTICA!!!!!!!!!!!!!18:52
  19. 19. Design e cliente B2B19• Serviço é intangível• O tempo e custo de deslocamentosão considerados na decisão do local• Filas18:52
  20. 20. Atmosfera20• Iluminação• Cores• Crowding18:52
  21. 21. Vamos exercitar211. Desafio 1: Um colega de profissão fala “ergonomia é inútil”,prove que ele esta errado.2. Desafio 2: Crie uma definição que descreva o que éERGONOMIA do ponto de vista de um DESIGNER DEINTERIOR.3. Desafio 3: Imagine a situação, um cliente olha o orçamento oseu projeto e reclama que está muito caro. A principalreclamação do cliente é que você esta “enrolando” para ficarmais caro.Crie um argumento para provar que a Ergonomia trazbenefícios indispensáveis para o cliente (ou seja, você nãoestá enrolando).Não existe respostas erradas, é a sua visão.18:52
  22. 22. SistemaSistema, você sabe o que é?Conjunto de elementos (concretos ouabstratos) interligados ou combinados eque funciona como um todo. Pode servirtual ou físico.2218:52
  23. 23. SistemaExemplos2318:52
  24. 24. Sistemas24Todo sistema é lógicoNaturalmente obedece a ordem de:ENTRADA PROCESSAMENTO SAÍDA18:52
  25. 25. Sistemas25Sistema AbertoÉ aquele que permite interferênciaexterna. Não possui mecanismos paraefetuar ações não programadasENTRADA PROCESSAMENTO SAÍDAINFLUÊNCIA18:52
  26. 26. Sistemas26Sistema FechadoÉ aquele que programado pararealimentação automática. Programado paracorrigir possíveis falhas sem a influênciaexterna.ENTRADA PROCESSAMENTO SAÍDAINFLUÊNCIAFEEDBACK18:52
  27. 27. Sistemas27Sistema PassivoNão executa nenhuma ação sozinho. Existeapenas uma interação entre os elementosque executam a missão.Cadeira, sustentar o corpo humano.18:52
  28. 28. Sistemas28Sistema AtivoINTERAÇÃO entre as partes para executar amissão, por meio de uma entrada,processamento e uma saída.Exemplo, máquinas no geral.18:52
  29. 29. Sistemas29Sistema InterativoInteragem com o homem para executar afunção.18:52
  30. 30. Sistemas30Componentes•Sistema Alvo: MACRO, visão geral.•Subsistema: Uma parte do sistema maior (alvo).•Sub-subsistema: Uma parte do sub-sistema18:52
  31. 31. Sistemas31HierarquiaSISTEMA ALVOSUBSISTEMASUB-SUBSISTEMA18:52
  32. 32. Sistemas32Componentes•Elementos: Menor parte.•Funções: Ação para atingir o objetivo.•Fronteira do sistema: Limite Visual ou Físico e suaentrada e saída.18:52
  33. 33. Sistemas33Serie e Paralelo•Sistema em serie: Depende deoutro sistema para entrada e saída.•Sistema paralelo: Sistemaindependente.•Paralelo redundante: Mais de umelemento executa a mesma função.18:52
  34. 34. Sistemas34Hierarquia•Ecosistema•Supra-sistema•Sistema-alvo: Foco•Subsistema•Sub-subsistema•Elemento: Menor parte do sistema18:52
  35. 35. Vamos fazer juntos35Monte a hierarquia de um sistema passivoEcosistemaApartamentoSupra-sistemaSala de estarSistema-alvoSofáSubsistemaEstrutura físicaSub-subsistemaPés, Espuma, CaixaElementoForro, Botões...18:52
  36. 36. Exercício 136Monte a hierarquia de um sistema ativoEcosistemaApartamentoSupra-sistemaSala de estarSistema-alvoLumináriaSubsistemaEstrutura físicaSub-subsistemaBase, Cúpula, HasteElementoLâmpada, Bocal, Fiação18:52
  37. 37. Estratégia37Pontos que devemos ficar de olhoSistema AlvoSubsistemaENTRADAAmbienteescuroSAÍDAAmbienteiluminadoRequisito:EletricidadeResultado não esperado:Iluminação inadequadaSistema Paralelo:Cortina/JanelaSistema Paralelo:Luminária ExtraRestrições:Lâmpada queimada;Sem eletricidade.18:52
  38. 38. Sistema HOMEM - MÁQUINAO homem utiliza máquinas parafacilitar ou potencializar asatividades necessárias.3818:52
  39. 39. Sistema HOMEM - MÁQUINA3918:52
  40. 40. Sistema HOMEM - MÁQUINA40Características•Centrado no ser humano.•Operador: Antropometria, fisiologia,biomecânica, psicológica, idade, etc.•Ambiente: Luz, calor, humidade, etc.•Máquina: Qualidade dos controles, posição,assentamento; forma dos comandos, etc.18:52
  41. 41. Sistema HOMEM - MÁQUINA41Características•Centrado no ser humano;•Baseado nas habilidades dele;•Contempla: Tomada de informação,manipulação dela, deslocamento eresultado esperado.•Análise para saber onde buscarproblemas;•Busca de eficiência ergonomica.18:52
  42. 42. Sistema HOMEM - MÁQUINA42DiagramaMÁQUINA HOMEMDispositivo deinformaçãoReceptoressensoriaisDispositivo decontroleMecanismosinternosSistema nervosocentralMecanismo deação muscularINFORMAÇÃOAÇÃODECISÃOCaracterísticasdousuário18:52
  43. 43. Vamos fazer juntos43Sistema alvo: Abrir uma portaMÁQUINA HOMEMDispositivo deinformaçãoReceptoressensoriaisDispositivo decontroleMecanismosinternosSistema nervosocentralMecanismo deação muscularINFORMAÇÃOAÇÃOCaracterísticasdousuárioPORTANotou alguémchegandoVisão, audição,tato.Abrir ou nãoabrir a porta.Gira a maçanetacom as mãosDECISÃOMaçaneta gira ocomandoPortadestravada18:52
  44. 44. Ferramenta principal44Tabela FUNÇÃO – INFORMAÇÃO - AÇÃOINFORMAÇÃORequeridas Fontes DificuldadesAÇÃOAÇÕES Objetos DificuldadesFUNÇÃOLigar Onde liga Texto Ilegível Girar botão Botão DimensãoMudar velocidade Potência Texto Ilegível Mover botão Botão FormaLIQUIDIFICADORMAIS QUAL COLUNA VOCÊS COLOCARIAM?18:52
  45. 45. Vamos fazer juntos45Tabela FUNÇÃO – INFORMAÇÃO - AÇÃO18:52
  46. 46. Sistema simples461. Definição de objetivos2. Subsistemas (Homem e Máquinas)3. Coleta de informação4. Formulação de alternativas5. Seleção de alternativas6. Avaliação e testes7. Configuração final18:52
  47. 47. Pesquisa em ErgonomiaTodos já pesquisaram algo.Pesquisar é uma etapa necessária paraatender as necessidades.4718:52
  48. 48. Pesquisa481.Lidar com seres humanos é mais complicadodo que com máquinas.2.Necessário controlar bem as variantes3. Pesquisa envolve um sistemaHOMEM-MÁQUINA-AMBIENTE(relação entre esses)18:52
  49. 49. Tipos de Pesquisa49• Descritiva• Experimental18:52
  50. 50. Tipos de Pesquisa50Descritiva• Descobri e observar fenômenos• Classificá-los• Interpretá-los• Observação• Inquirição18:52
  51. 51. Tipos de Pesquisa51Experimental• Manipular aspectos da realidade• Controle rigoroso18:52
  52. 52. Pesquisa521.Atividades preliminares2.Escolha das variáveis3.Controle das condições experimentais4.Definição da amostra5.Realização de medidas6.Análises e conclusões das pesquisa18:52
  53. 53. Análise Ergonômica53• Avaliar o entorno de um posto de trabalho• Técnica objetiva• Técnica subjetiva• Metaconhecimento• Dados coletados• Processamento e análise18:52
  54. 54. Exemplo de roteiro54• Análise da demanda• Definição das situações de trabalho a seremestudadas• Observações gerais e preliminares• Pré-diagnóstico• Levantamento de hipóteses• Plano de observação• Observações detalhadas e sistemáticas• Avaliação das exigências do trabalho• Análise da atividade (ou tarefa)• Diagnóstico• Recomendações18:52
  55. 55. Pesquisa55Atividades preliminares• Objetivos da Pesquisa• Estado da Arte• Projeto de pesquisa:- Contextualização- Problematização- Definição de Variáveis18:52
  56. 56. Atividades preliminares56Definição dos objetivosO que queremos descobrir?18:52
  57. 57. Atividades preliminares57“Estado da arte”O que já foi feito?Metodologia, Equipamentos, Sujeitos,Análises e conclusões18:52
  58. 58. Atividades preliminares58Elaboração do projetode pesquisaObjetivo, Metodologia, Equipe, Cronograma eOrçamento18:52
  59. 59. Escolha das variáveis59Estabelecer relação entredeterminadas variáveis18:52
  60. 60. Escolha das variáveis60Variáveis mais frequentesHOMEM MÁQUINA AMBIENTE SISTEMA•Antropometria•Índicesfisiológicos•Persepções•Desempenho•Acidentes•Subjetivos(conforto,segurança,fadiga...)•NívelTecnologico•Dimensões•Displays•Controles•Arranjos•Físico•Psico-social•Organização dotrabalho•Posto detrabalho•Produção•Confiabilidade18:52
  61. 61. Escolha das variáveis61•Independentes XDependentes•Laboratório X Campo18:52
  62. 62. Escolha das variáveis62Independentes (inputs)18:52
  63. 63. Escolha das variáveis63Dependentes (outputs)18:52
  64. 64. Escolha das variáveis64Laboratório18:52
  65. 65. Escolha das variáveis65Campo18:52
  66. 66. Condições experimentais66•Variáveis a seremcontroladas•Verificação do controle18:52
  67. 67. Condições experimentais67Variáveis a serem controladasDiferenças individuais18:52
  68. 68. Condições experimentais68Variáveis a serem controladasAtitudes e Expectativas18:52
  69. 69. Condições experimentais69Variáveis a serem controladasInstruções18:52
  70. 70. Condições experimentais70Variáveis a serem controladasMotivação18:52
  71. 71. Condições experimentais71Variáveis a serem controladasFatores sociais18:52
  72. 72. Condições experimentais72Verificação de controlesGrupos de Controle X Experimentais18:52
  73. 73. Condições experimentais73Verificação de controlesPlacebo X Realidade18:52
  74. 74. Definição da amostra74Caracterização dossujeitosTipos de amostragemTamanho da amostragem18:52
  75. 75. Definição da amostra75Caracterização dos SujeitosSer condizente X Quantidade1. Gerais2. Físicas-Dimensões- Sensoriais-Psicomotoras3. Psicossociais4. Experiência18:52
  76. 76. Definição da amostra76Tipos de amostragemCasualAleatóriaEstratificadaProporcionalEstratificada18:52
  77. 77. Definição da amostra77Tamanho da amostragemN=(T.S)²/2N = número de sujeitosT = Coeficiênte tabeladoS= Desvio padrãoE= Precisão estatística desejadahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Distribui%C3%A7%C3%A3o_t_de_StudentN=(1,99x8)²/2 >>>> N=6318:52
  78. 78. Realização de medidas78•Medidasobjetivas X subjetivas•Elaboração dequestionários18:52
  79. 79. Realização de medidas79Medidas objetivasValores fixos18:52
  80. 80. Realização de medidas80Medidas objetivasVariações contínuas ediscretas18:52
  81. 81. Realização de medidas81Medidas objetivasFaixa de valores0,5s1s0,1s Tempo de reação muscular18:52
  82. 82. Realização de medidas82Medidas objetivasInstrumento de medida18:52
  83. 83. Realização de medidas83Medidas objetivasQuantidade de medidasFunções simples5 medidasMais complexos10 a 30 medidasSe der muita diferença, usaramostra dimensionada18:52
  84. 84. Realização de medidas84Medidas subjetivas• Fadiga, sentimento• Controle das condições• Padronização18:52
  85. 85. Realização de medidas85Elaboração de questionários• Perguntas e respostacoerentes• Organização• Evitar resposta aberta18:52
  86. 86. Realização de medidas86Elaboração de questionáriosEscalas de frase1. Excelente - ótimo2. Confortável3. Bom4. Aceitável5. Desconfortável18:52
  87. 87. Realização de medidas87Elaboração de questionáriosLinha com marcaçãoExcelentePéssimo18:52
  88. 88. Análise e Conclusões88• Construção do modelo• Conclusão da pesquisa18:52
  89. 89. Análise e Conclusões89Construção do modeloDefinições• Modelo científico:Teoria na prática• Modelo descritivo:estatística18:52
  90. 90. Análise e Conclusões90Construção do modeloClassificação• Verbais• Esquemáticos• Analógicos• Matemáticos• Simulações18:52
  91. 91. Análise e Conclusões91ConclusãoObjetivoDescobertasCondiçõesSituaçõesSugestões de exploraçãoBibliografia / referências18:52
  92. 92. Estrutura dos dados92• Projeto de pesquisa• Variáveis independentes• Variáveis dependentes• Experimentos de laboratório• Experimentos de campo• Grupo de controle• Placebo• Amostragem• Medidas objetivas• Medidas subjetivas• Construção do Modelo18:52
  93. 93. Colocando em prática931. Descreva as atividades preliminaresda pesquisa2. O que é variável independente edependente?3. Descreva as vantagens edesvantagens da pesquisas delaboratório e de campo4. De exemplo de 3 tipos deamostragem5. De exemplos de amostragemsubjetiva e objetiva18:52
  94. 94. BEM VINDOSHÉCTOR ANTONIO BOENO MENENDEZwww.hectorantonio.com.brcontato@hectoantonio.com.brslideshare.net/hectorantoniodesignerDesigner de Produtos (UVV 2009); MBA emMarketing (Cursando na FGV)Professor deErgonomia Aplicada ao Design de Interior18:52 94
  95. 95. Organismos humanoTudo é adaptado aofuncionamento docorpo humano9518:52
  96. 96. Organismos humanoNeuromuscularO cérebro manda, os nervos obedecem.•Sistema Nervoso;•Músculos;•Alavancas;9618:52
  97. 97. Organismos humanoNeuromuscular - Sistema Nervoso•Células e Neurônios.•É irritável (sensível a estímulos) eCondutível (passa sinais elétricos)•Transforma informação em movimentos9718:52
  98. 98. Organismos humanoSINAPSE•Ligação entre neurônios.•Transmite informação•Se deforma com repetição•Alcalinidade estimula (café) e Acidezdiminui (anestésicos)9818:52
  99. 99. Organismos humano9918:52
  100. 100. Organismos humanoMúsculos•Movimentam todo o corpo•Transformação energia química emcontrações/movimentos•3 tipos: Estriados, Lisos e Coração.•434 (40%) São Estriados e apenas75 estão envolvidos na postura emovimentos globais 10018:52
  101. 101. Organismos humanoForma dos MúsculosSão fibras longas ecilíndricas, comdiâmetro de 10 a100 microns epodem chegar a30cm decomprimento.10118:52
  102. 102. Organismos humanoContração Muscular•Estimulo elétrico;•Máximo de 3 a 4kg por cm²•Mulheres 30% inferior aoshomens•Formação de alavancas10218:52
  103. 103. Organismos humanoColuna vertebralSustenta e protege o sistema nervosocentral•Nutrição•Deformação – sensível.10318:52
  104. 104. Organismos humano10418:52
  105. 105. Organismos humanoColuna vertebralDica 1: Criar ambientes onde o dorso fica navertical, sem encurvar, isso aumenta oconforto a longo prazo e evita dores.10518:52
  106. 106. Organismos humanoMetabolismoEnergia do corpo.Provem da Alimentação10618:52
  107. 107. Organismos humanoGastos energéticosMulheresCostureira 2300kcal / Dona de casa ou vendedora 2.500kcal /Trabalhos pesados 3.000kcal / bailarina 3.300 kcalHomensEscritório 2.500kcal / Motorista 2.800kcal / Trabalho leve 3.000kcal / Mecânico ou Carpinteiro 3.500 kcal / Estivador chega a4.500 kcal10718:52Pessoa comum em média: 1.800 kcal / dia1 kg= 7.000 kcal. Então são 0,25g por diapara viver.
  108. 108. Organismos humanoFADIGA•Cansaço•Motivo?10818:52
  109. 109. Organismos humanoVisão•Sentido que maisdamos valor•Célulasfotossensíveis: Luze Calor•Adaptação aIluminação:Cuidado com oclaro para escuro! 10918:52
  110. 110. Organismos humanoCaracterísticas da visão•Acuidade visual: Enxergar Detalhes•Acomodação: Foco•Convergência: Sincronia•Cores: Pelo menos 7 receptores11018:52Movimentos sacádicos•O olho da pulos•10º pulo padrão
  111. 111. Organismos humanoBiomecânicaInteração Homem X Posto de Trabalho•Estático: Algo está pressionado constantemente•Dinâmico: AlternaPosturas e meio termos•Deitado•Sentado•Em pé11118:52
  112. 112. Organismos humanoTipos de indivíduosEndomorfos / Mesomorfos / Ectomorfos11218:52
  113. 113. Organismos humanoInfluênciasSexo / Idade / Etinias11318:52
  114. 114. Organismos humano11418:52
  115. 115. Organismos humanoMedidas•Não existe tabela nacional•Para que? Dinâmica ou estática? Quaispontos? Metodos (Diretos ou indiretos)11518:52
  116. 116. Organismos humanoFique atento•País de origem•Quem foi medido•Faixa etária•Condições (nuas, descalças)•Sexo•Estático X Dinâmico11618:52
  117. 117. Organismos humanoDeixe claro quem vai usar•Tipo médio•Exclusivo•Faixas da população11718:52•Dica: Não da para ajudar todos. Foque namaioria e crie acertos.
  118. 118. Organismos humanoMovimentos e alcances11818:52
  119. 119. 18:52 ‹#›
  120. 120. Organismos humanoMesas e assentos83% da sua vida você passa sobre assentos,camas e afins.Desde 1743 existem estudos12018:52
  121. 121. Organismos humanoProblema 1•Praticamente apenas ossos entram emcontato com o assento•Em 25cm² concentram-se 75% do peso dapessoa sentada12118:52
  122. 122. Organismos humanoComo resolver isso?•Estofamentos levemente macios. (141)•Dica: Use materiais antiderrapantes, e comcapacidade para dissipar calor e umidade12218:52
  123. 123. Organismos humanoEscolha dos assentosPRINCÍPIOS GERAIS•Existe um assento específico para cada função;•O assento deve ser adequado as dimensõesantropométricas do usuário;•O assento deve permitir variações de postura;•O encosto deve ajudar no relaxamento;•O assento e a mesa formam um conjuntointegrado12318:52ANOTEM
  124. 124. 18:52 ‹#›
  125. 125. Organismos humanoDicas•A altura da mesa deve ficar na altura doscotovelos da pessoa;•Entre o assento e a mesa tem que haver pelomenos 20cm.12518:52ANOTEM
  126. 126. Organismos humanoDimensionamento dos assentos•Postura ereta•(Fatigante X Funcionalidade)•Postura relaxada• (Antifatigante X Funcionalidade)Curiosidade•Pessoas em assentos desconfortáveis chegam amudar 83 vezes de postura por hora 12618:52
  127. 127. Organismos humanoDICAS GERAIS• Na escolha dos dados antropométricos odesigner deve verificar a definição exata dasmedidas e as características físicas dapopulação amostrada;• A influência econômica nas medidas.Trabalhadores mal alimentados são menoresque os bem alimentados;• Projetos feitos no exterior nem sempreservem para os brasileiros, é necessárioadaptar ou dispensar o estudo; 12718:52
  128. 128. Organismos humanoDICAS GERAIS• Verificar qual a tolerância aceitável eprovidenciar os ajustes estáticos, dinâmicose funcionais;• Os espaços podem ser dimensionados paramédia da população (50%) ou um de seusextremos (5% ou 95%);• Os espaços devem permitir acomodação depelo menos 90% da população;• Posto de trabalho e postura estão ligados.12818:52
  129. 129. Organismos humanoDICAS GERAIS• Na decisão do trabalho sentado ou de pé,devem ser considerados:- A localização das atividades e itens- Intensidade da força a ser aplicada- A frequência do trabalho e o tempo- O espaço para acomodar as pernas• Projeto de assento deve considerar:- Altura do assento e do trabalho- Facilidade de sentar e levantar- Estabilidade do assento- Conforto no estofado 12918:52
  130. 130. Organismos humanoDICAS GERAIS• Assento confortável permite variar posição. Muitasvezes é necessário ou indicado variar entre sentadoe em pé.• A ergonomia vai criar postos de trabalho focandonas exigências biomecânicas, pensando na postura,objetos no alcance dos movimentos e percepçãode informação.13018:52
  131. 131. Organismos humanoPerguntas1. o que é espaço de trabalho e quais fatoresinfluenciam na sua determinação?1. Como se determina a altura da mesa? E a altura dabancada de trabalho?2. Explique como o assento suporta o peso do tronco.1. Explique os princípios gerais sobre assentos.13118:52
  132. 132. BEM VINDOSHÉCTOR ANTONIO BOENO MENENDEZwww.hectorantonio.com.brcontato@hectoantonio.com.brslideshare.net/hectorantoniodesignerDesigner de Produtos (UVV 2009); MBA emMarketing (Cursando na FGV)Professor deErgonomia Aplicada ao Design de Interior18:52 132
  133. 133. Organismos humano13318:52
  134. 134. Organismos humanoTipos de indivíduosEndomorfos / Mesomorfos / Ectomorfos13418:52
  135. 135. Organismos humano13518:52
  136. 136. Organismos humanoMovimentos e alcances13618:52
  137. 137. Organismos humanoProblema 1•Praticamente apenas ossos entram emcontato com o assento•Em 25cm² concentram-se 75% do peso dapessoa sentada13718:52
  138. 138. Organismos humanoComo resolver isso?•Estofamentos levemente macios. (141)•Dica: Use materiais antiderrapantes, e comcapacidade para dissipar calor e umidade13818:52
  139. 139. Organismos humanoDicas•A altura da mesa deve ficar na altura doscotovelos da pessoa;•Entre o assento e a mesa tem que haver pelomenos 20cm.13918:52ANOTEM
  140. 140. Tabelas14018:52
  141. 141. Tabelas14118:52
  142. 142. Organismos humanoPerguntas1. o que é espaço de trabalho e quais fatoresinfluenciam na sua determinação?1. Como se determina a altura da mesa? E a altura dabancada de trabalho?2. Explique como o assento suporta o peso do tronco.1. Explique os princípios gerais sobre assentos.14218:52
  143. 143. CuriosidadeO trabalho doméstico é considerado demédia intensidade, exigindo um gastoenergético de 2400 a 28000 kcal/dia,podendo chegar a 3000 kcal/dia.Algumas tarefas gastam mais energiacomo esfregar e lavar paredes ejanelas, passar a ferro e arrumar camas.Quanto maior for a incidência dessastarefas, maior será o gasto calórico.14318:52
  144. 144. Dicahttp://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2010-2/ergonomia-II.pdfhttp://www.cliquearquitetura.com.br14418:52
  145. 145. Corpo Humano - MedidasTabelas = Receita de bolo.14518:52
  146. 146. IluminaçãoMedida em LUX (1 lumem por m²)Até 1.000 lux a fadiga cai e o rendimentoaumenta, a partir daí o rendimentoaumenta e a fadiga visual também. 2.000lumem é o máximo indicado.14618:52
  147. 147. Iluminação14718:52
  148. 148. Iluminação14818:52
  149. 149. Iluminação•Tipos: Geral, Localizada e Combinada•Luminárias: Devem ser posicionadas a 30º em relação a linha de visãoe atrás ou lateralmente a pessoa.•Fonte de luz na frente da pessoa: Precisa de um anteparo eficiente•Onde precisa de mais precisão o ideal é colocar um foco de luzadicional;•Evitar superfícies refletoras e optar pelas difusoras;•Cores claras ajudam a iluminar melhor o ambiente;•Aproveite a iluminação natural;•As Janelas devem começar ao menos na altura das mesas;•A luz natural propaga até 2x a altura da janela;14918:52
  150. 150. Cor•O uso de muitas cores claras pode reduzirem até 30% o consumo de energia;•A sensação psicológica das cores ajuda areduzir problemas de sensação física:- Muito calor: Usar cores frias no ambiente- Frio: Usar cores quentes15018:52
  151. 151. CorAzul sobre brancoPreto sobre amareloVerde sobre brancoPreto sobre brancoVerde sobre vermelhoVermelho sobre amareloVermelho sobre brancoLaranja sobre pretoPreto sobre magentaLaranja sobre branco 15118:52
  152. 152. Arranjos Físicos ou LayoutsImportância;Frequência de uso;Agrupamento funcional;15218:52
  153. 153. Arranjos Físicos ou Layouts•Superfície Estática (Se): Superfície projetada no chão•Superfície de Utilização(Su): É a área necessária emtorno do posto de trabalho para utilização. Su=Se.N•Superfície de Circulação (Sc): É a área necessáriapara circulação entre postos de trabalho (ou ocorredor). Sc=K.(Se+Su)k= Coeficiente de circulação, que vária de 0,5 a 3 (omais adotado é 1,5).15318:52
  154. 154. Vamos praticar15418:5281cm42cm1m1mK=1,5Su=Se.NSc=K.(Se+Su) 4m²7,3m²
  155. 155. Organismos humano15518:5236cm25cm4m²3m²
  156. 156. Vamos praticarPergunta15618:52Nossa sala temuma divisão corretadas carteiras?K=1,5Su=Se.NSc=K.(Se+Su)
  157. 157. 1 carteira15718:52
  158. 158. Grupo de carteiras15818:52
  159. 159. Espaço pessoal15918:5245cm 120cm360cm
  160. 160. Arquitetura inclusivaAdaptação estrutural do ambiente às maisdiferentes características dos usuários,incluindo os portadores de necessidadesespeciais.Deficiência, Incapacidade, Desvantagem,“Pessoas com mobilidade reduzida”16018:52
  161. 161. Arquitetura inclusivaLei nº 10.048/00Dá prioridade de atendimento às pessoas portadoresde deficiência, aos idosos, às gestantes, às lactantese às pessoas acompanhadas por crianças de coloLei nº 10.098/00Estabele normas gerais e critérios básicos para apromoção da acessibilidade das pessoas portadoresde deficiência ou com mobilidade reduzidaDecreto nº 5.296/04Regulamenta as leis acima16118:52
  162. 162. Arquitetura inclusivaABNT NBR 9050•Promulgada em 31 de maio de 2004•Válida desde 30 de junho de 2004•Estabelece normas gerais para a acessibilidade depessoas portadoras de deficiência a edificações,espaço, mobiliário e equipamento urbano.16218:52
  163. 163. CozinhasEstudos mostram que os fluxos mais intensos sãoBancada > Pia / Bancada > FogãoE são menores entreBancada > geladeira / Bancada > ArmáriosO fogão, A geladeira e Pia devem formar umtriângulo, de forma que a soma das distâncias sãoultrapasse 7m em cozinhas peq. e 8m nas grandes.As pessoas se sentem melhor com temperaturasentre 20 a 24ºC16318:52
  164. 164. BEM VINDOSHÉCTOR ANTONIO BOENO MENENDEZwww.hectorantonio.com.brcontato@hectorantonio.com.brslideshare.net/hectorantoniodesignerDesigner de Produtos (UVV 2009); MBA emMarketing (Cursando na FGV)Professor deErgonomia Aplicada ao Design de Interior18:52 164
  165. 165. Vamos pensarCada elemento que compõem o “Design deinterior” precisa mais que criar uma harmoniavisual, deve atender o objetivo principal que élevar bem estar para o usuário.Portanto, ERGONOMIA é útil pois ela vai te ajudara pensar nas necessidades do corpo humano, usode sistemas e outros elementos que o design temcondições de aperfeiçoar e potencializar.16518:52
  166. 166. Domínios da ergonomia166Física, Cognitivae Organizacional18:52
  167. 167. Pontos que vamos abordar167•Análise ergonômica•Pesquisas ergonômicas•Antropométria•Estereótipos populares•Assentos•PRÁTICA!!!!!!!!!!!!!18:52
  168. 168. Sistemas168Todo sistema é lógicoAberto X FechadoPassivo X Ativo X InterativoENTRADA PROCESSAMENTO SAÍDA18:52
  169. 169. Sistemas169HierarquiaSISTEMA ALVOSUBSISTEMASUB-SUBSISTEMA18:52
  170. 170. Estratégia170Pontos que devemos ficar de olhoSistema AlvoSubsistemaENTRADAAmbienteescuroSAÍDAAmbienteiluminadoRequisito:EletricidadeResultado não esperado:Iluminação inadequadaSistema Paralelo:Cortina/JanelaSistema Paralelo:Luminária ExtraRestrições:Lâmpada queimada;Sem eletricidade.18:52
  171. 171. Sistema HOMEM - MÁQUINA17118:52
  172. 172. Sistema HOMEM - MÁQUINA172Características•Centrado no ser humano.•Operador: Antropometria, fisiologia,biomecânica, psicológica, idade, etc.•Ambiente: Luz, calor, humidade, etc.•Máquina: Qualidade dos controles, posição,assentamento; forma dos comandos, etc.18:52
  173. 173. Sistema HOMEM - MÁQUINA173DiagramaMÁQUINA HOMEMDispositivo deinformaçãoReceptoressensoriaisDispositivo decontroleMecanismosinternosSistema nervosocentralMecanismo deação muscularINFORMAÇÃOAÇÃODECISÃOCaracterísticasdousuário18:52
  174. 174. Ferramenta principal174Tabela FUNÇÃO – INFORMAÇÃO - AÇÃOINFORMAÇÃORequeridas Fontes DificuldadesAÇÃOAÇÕES Objetos DificuldadesFUNÇÃOLigar Onde liga Texto Ilegível Girar botão Botão DimensãoMudar velocidade Potência Texto Ilegível Mover botão Botão FormaLIQUIDIFICADORMAIS QUAL COLUNA VOCÊS COLOCARIAM?18:52
  175. 175. Sistema simples1751. Definição de objetivos2. Subsistemas (Homem e Máquinas)3. Coleta de informação4. Formulação de alternativas5. Seleção de alternativas6. Avaliação e testes7. Configuração final18:52
  176. 176. Atividades preliminares176“Estado da arte”O que já foi feito?Metodologia, Equipamentos, Sujeitos,Análises e conclusões18:52
  177. 177. Atividades preliminares177Elaboração do projetode pesquisaObjetivo, Metodologia, Equipe, Cronograma eOrçamento18:52
  178. 178. Estrutura dos dados178• Projeto de pesquisa• Variáveis independentes• Variáveis dependentes• Experimentos de laboratório• Experimentos de campo• Grupo de controle• Placebo• Amostragem• Medidas objetivas• Medidas subjetivas• Construção do Modelo18:52
  179. 179. Organismos humano17918:52
  180. 180. Organismos humanoMúsculos•Movimentam todo o corpo•Transformação energia química emcontrações/movimentos•3 tipos: Estriados, Lisos e Coração.•434 (40%) São Estriados e apenas75 estão envolvidos na postura emovimentos globais 18018:52
  181. 181. Organismos humanoColuna vertebralSustenta e protege o sistema nervosocentral•Nutrição•Deformação – sensível.18118:52
  182. 182. Organismos humanoColuna vertebralDica 1: Criar ambientes onde o dorso fica navertical, sem encurvar, isso aumenta oconforto a longo prazo e evita dores.18218:52
  183. 183. Organismos humanoMetabolismoEnergia do corpo.Provem da Alimentação18318:52
  184. 184. Organismos humanoGastos energéticosMulheresCostureira 2300kcal / Dona de casa ou vendedora 2.500kcal /Trabalhos pesados 3.000kcal / bailarina 3.300 kcalHomensEscritório 2.500kcal / Motorista 2.800kcal / Trabalho leve 3.000kcal / Mecânico ou Carpinteiro 3.500 kcal / Estivador chega a4.500 kcal18418:52Pessoa comum em média: 1.800 kcal / dia1 kg= 7.000 kcal. Então são 0,25g por diapara viver.
  185. 185. Organismos humanoFADIGA•Cansaço•Motivo?18518:52
  186. 186. Organismos humanoCaracterísticas da visão•Acuidade visual: Enxergar Detalhes•Acomodação: Foco•Convergência: Sincronia•Cores: Pelo menos 7 receptores18618:52Movimentos sacádicos•O olho da pulos•10º pulo padrão
  187. 187. Organismos humanoTipos de indivíduosEndomorfos / Mesomorfos / Ectomorfos18718:52
  188. 188. Organismos humano18818:52
  189. 189. Organismos humanoTabelas - Fique atento•País de origem•Quem foi medido•Faixa etária•Condições (nuas, descalças)•Sexo•Estático X Dinâmico18918:52
  190. 190. Organismos humanoMovimentos e alcances19018:52
  191. 191. Organismos humanoProblema 1•Praticamente apenas ossos entram emcontato com o assento•Em 25cm² concentram-se 75% do peso dapessoa sentada19118:52
  192. 192. Organismos humanoComo resolver isso?•Estofamentos levemente macios. (141)•Dica: Use materiais antiderrapantes, e comcapacidade para dissipar calor e umidade19218:52
  193. 193. Organismos humanoEscolha dos assentosPRINCÍPIOS GERAIS•Existe um assento específico para cada função;•O assento deve ser adequado as dimensõesantropométricas do usuário;•O assento deve permitir variações de postura;•O encosto deve ajudar no relaxamento;•O assento e a mesa formam um conjuntointegrado19318:52ANOTEM
  194. 194. Organismos humanoDicas•A altura da mesa deve ficar na altura doscotovelos da pessoa;•Entre o assento e a mesa tem que haver pelomenos 20cm.19418:52ANOTEM
  195. 195. Organismos humanoDimensionamento dos assentos•Postura ereta•(Fatigante X Funcionalidade)•Postura relaxada• (Antifatigante X Funcionalidade)Curiosidade•Pessoas em assentos desconfortáveis chegam amudar 83 vezes de postura por hora 19518:52
  196. 196. Organismos humanoDICAS GERAIS• Na decisão do trabalho sentado ou de pé,devem ser considerados:- A localização das atividades e itens- Intensidade da força a ser aplicada- A frequência do trabalho e o tempo- O espaço para acomodar as pernas• Projeto de assento deve considerar:- Altura do assento e do trabalho- Facilidade de sentar e levantar- Estabilidade do assento- Conforto no estofado 19618:52
  197. 197. IluminaçãoMedida em LUX (1 lumem por m²)Até 1.000 lux a fadiga cai e o rendimentoaumenta, a partir daí o rendimentoaumenta e a fadiga visual também. 2.000lumem é o máximo indicado.19718:52
  198. 198. Iluminação19818:52
  199. 199. Cor•O uso de muitas cores claras pode reduzirem até 30% o consumo de energia;•A sensação psicológica das cores ajuda areduzir problemas de sensação física:- Muito calor: Usar cores frias no ambiente- Frio: Usar cores quentes19918:52
  200. 200. Arranjos Físicos ou LayoutsImportância;Frequência de uso;Agrupamento funcional;20018:52
  201. 201. Organismos humano20118:5236cm25cm4m²3m²K=1,5Su=Se.NSc=K.(Se+Su)
  202. 202. Espaço pessoal20218:5245cm 120cm360cm
  203. 203. Arquitetura inclusivaABNT NBR 9050•Promulgada em 31 de maio de 2004•Válida desde 30 de junho de 2004•Estabelece normas gerais para a acessibilidade depessoas portadoras de deficiência a edificações,espaço, mobiliário e equipamento urbano.20318:52
  204. 204. CozinhasEstudos mostram que os fluxos mais intensos sãoBancada > Pia / Bancada > FogãoE são menores entreBancada > geladeira / Bancada > ArmáriosO fogão, A geladeira e Pia devem formar umtriângulo, de forma que a soma das distâncias sãoultrapasse 7m em cozinhas peq. e 8m nas grandes.As pessoas se sentem melhor com temperaturasentre 20 a 24ºC20418:52
  205. 205. Vamos lá!1. O que podemos trabalhar no ambiente para queprover mais qualidade de vida ao nosso cliente?2. Como vamos trabalhar cada um desseselementos?20518:52

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