Pina Bausch

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Resumo acadêmico, da coreógrafa Pina Bausch

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Pina Bausch

  1. 1. Uma dança pós-moderna Resumida
  2. 2. • Nascida em 27 de julho de 1940, na cidade de Solingen, Alemanha.• Cresceu com os pais em um restaurante da família, onde já observava o movimento dos corpos.• Ainda criança, aos cinco anos iniciou a dançar balé.• Aos 15 anos foi estudar na escola Folkwang Hochschule, formando-se em Dança e Pedagogia da Dança no ano de 1958.• Ao ganhar um bolsa de estudos, Pina continuou seus estudos no EUA, onde passou três anos na escola Juilliard School of Music, em Nova York, de 1959 a 1962.• 1973 – Bausch tem 33 anos e é contratada para dirigir o Wuppertaler Tanztheater; mais tarde mudado para Tanztheater Wuppertal Pina Bausch.• Aos 68 anos Pina bausch , parte para dançar em um horizonte infinito.
  3. 3. • Como bailarina Bausch recebeu o ensino da dança liderado por Kurte Jooss. • “Aprendendo técnicas de danças excelente“ Pina Bausch• Como tutores no EUA teve: Anthony Tudor, José Limon e Mary Hinkson. Colabora com o New American Ballet e com a Metropolitan Opera de Nova Iorque. No regresso integra a nova companhia de Folkwang dEssen, na localidade onde estudou.
  4. 4. • Em 1968, apresenta a sua primeira coreografia, "Fragments", com base numa obra do húngaro Bela Bartók. Assume a direção artística da companhia no ano seguinte, continuando a criar e a dançar.• Em 1973 inicia-se na direção do Tanztheater Wuppertal, na região do Ruhr, a mais populosa e industrializada da Alemanha.• Suas combinações de temas poéticos e cotidianos influenciou o desenvolvimento da dança internacional.• Tornando-se um ícone da dança pós-moderna.
  5. 5. • Em 1968, estreou como coreógrafa e caracteriza-se por uma junção de teatro e dança moderna, que refletia sentimentos humanos como a tristeza e o amor. Seus temas... sua marca....
  6. 6. • Bausch utilizava associações livre em cena.• Montagens aleatórias.• Repetição.• Realizava perguntas aos seus bailarinos.• Baseava-se nas histórias de seus bailarinos.• Temas Humanos.• Relações entre feminino e masculino.• Recursos tecnológicos sofisticados.
  7. 7. • A criadora foi agraciada com vários prémios:• Europeu de Teatro, o Praemium Imperiale japonês, a Cruz de Mérito do governo alemão, a condecoração da Legião de Honra.• Sendo o último dos quais o Prémio Goethe, na Alemanha. Na cerimônia de entrega, o realizador Wim Wenders dizia que este era um reconhecimento da sua criatividade na dança moderna e por ter inventado "uma nova arte". Segundo Wenders, as coreografias de Bausch mostram "o movimento como meio de comunicação vernáculo do ser humano".
  8. 8. • 1973 – FRIZ, IPHIGENIE AUF TAURIS• 1975 – ORPHEU UND EURYDIKE• 1976 – DIE SIEBEN TODSÜNDEN• 1978 – KANTAKTHOF (Pátio de contatos), CAFÉ MULLER• 1980 – EIN STUCK VON PINA BAUSCH• 1982 – WALSER• 1990 – DIE KLAGE DER KAISERN• 1991 – TANSABEND II• 2001 – ÁGUA• 2003 – NÉFES• 2009 – “COMO EL MUSGUITO EN LA PIEDRA, AY SI, SI SI…”
  9. 9. 1975 1975
  10. 10. • “ Meu interesse primário não é em como o corpo se movimenta, mas o que movimenta seu corpo.”• “Me parece importante que as pessoas mudem os momentos de sua vida. “• “O Sentimento sobre o que está acontecendo no mundo é sempre um novo momento.”• “Quando faço uma nova criação, ela surge não importa como.”
  11. 11. • O processo de criação se dá a partir de técnicas de dança, como o balé clássico e muitas formas de dança moderna.• Repetição diária de exercícios e de sequência de movimentos pré-estabelecidos.• Para introduzir a contribuição criativa dos bailarinos a coreógrafa apresenta uma questão, um tema , uma palavra, sons ou combinações de elementos.• Algumas questões devem ser respondidas em forma de movimento.• Ao final do processo, pede para cada um juntar os movimentos que ela trouxe, as improvisações pessoais que tenham sido selecionadas e compõe um solo de dança.
  12. 12. • A dança-teatro de Bausch inverte os papéis de executor e observador .• Rompe com formas tradicionais da dança-teatro, utilizando-se de ações paralelas, contraposições estéticas, repetições propositais e uma linguagem corporal incomum para a época.• A ruptura de tradições foi uma tarefa árdua.• Ela se voltou para uma dança cênica, diretamente ligada ao teatro falado. Colagens de música popular, clássica, jazz e enredos fragmentários culminaram numa nova forma de encenação, caracterizada por ações paralelas, contraposições estéticas e uma linguagem corporal incomum para a época.
  13. 13. • Cada peça é diferente, mas profundamente ligada a mim", descreve Pina Bausch na sua acepção de teatro-dança. Seu trabalho combina tristeza e desespero calado com "a expressão calorosa do amor à vida", descreveu uma crítica. "Os temas permanecem os mesmos; o que muda são as cores", explica a coreógrafa. Ao narrar, ela se mantém fiel a determinados princípios: ações simultâneas, marcação das diagonais do palco, repetições propositais e suspense dramático por meio de contraposições e progressões.• Apesar dos êxitos das últimas décadas, a coreógrafa e dançarina prossegue seu trabalho incansavelmente. "A única coisa a fazer é realizar o trabalho junto com os dançarinos, de modo que cada apresentação seja um prazer. E isso tem que ser retrabalhado todas as noites."

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