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INTRODUÇÃO <ul><li>Impactos do desenvolvimento científico e tecnológico atual </li></ul><ul><li>Integração de texto verbal...
INTRODUÇÃO <ul><li>Os PEP registram todas as informações referentes ao estado de saúde da pessoa doente, agregam em único ...
INTRODUÇÃO <ul><li>O SAME – Serviços de Arquivos Médicos e Estatísticas - e a organização dos prontuários (impressos e ele...
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PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE <ul><li>Prontuário como documento de referência </li></ul><ul><li>De redação peculiar </...
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REFLEXÕES CONCLUSIVAS <ul><li>A arquitetura da informação visa construir espaços informacionais semânticos visando ao aces...
REFERÊNCIAS (algumas) <ul><li>BENTES PINTO, V. Prontuário eletrônico do paciente: O documento de comunicação do domínio da...
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ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO: REPRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO DE PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE

  1. 1. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO: REPRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO DE PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE Virginia Bentes Pinto Universidade Federal do Ceará - UFC Hamilton Rodrigues Tabosa Universidade Federal do Ceará - UFC Silvana Ap. B. Gregorio Vidotti Universidade Estadual Paulista - Unesp
  2. 2. INTRODUÇÃO <ul><li>Impactos do desenvolvimento científico e tecnológico atual </li></ul><ul><li>Integração de texto verbal e não verbal em único documento multimidiático </li></ul><ul><li>No contexto da saúde: os Prontuários Eletrônicos do Paciente - PEP </li></ul>
  3. 3. INTRODUÇÃO <ul><li>Os PEP registram todas as informações referentes ao estado de saúde da pessoa doente, agregam em único documento mediático desde as narrativas da anamnese dos pacientes até as imagens capturadas pelos dispositivos de ponta, que fotografam nosso corpo fazendo-o transparente. (BENTES PINTO, 2005). </li></ul>
  4. 4. INTRODUÇÃO <ul><li>O SAME – Serviços de Arquivos Médicos e Estatísticas - e a organização dos prontuários (impressos e eletrônicos). </li></ul><ul><li>Aplicabilidade da Arquitetura da Informação para a organização e acesso aos PEPs. </li></ul>
  5. 5. INTRODUÇÃO <ul><li>“ Arquitetura da Informação diz respeito à organização de padrões inerentes aos dados de modo a transformar o que é complexo em algo mais claro por meio da criação de estruturas ou mapas informacionais que viabilizem o alcance do conhecimento” (WURMAN, 1975, p. 25). </li></ul>
  6. 6. INTRODUÇÃO <ul><li>Questão-problema : Que compreensão se deve ter da arquitetura da informação como ferramenta tecnológica para a representação dos PEP? </li></ul><ul><li>Objetivo: compreender a metáfora arquitetura da informação como ferramenta tecnológica para a representação dos PEPs e sua aplicabilidade ao ambiente do SAME, visando favorecer o acesso à informação e a comunicação intra e entre a equipe de saúde, pacientes e pesquisadores. </li></ul>
  7. 7. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO: METÁFORA TECNOLÓGICA DE ROTULAGEM E ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO <ul><li>A metáfora ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO </li></ul><ul><li>Atual necessidade de novos olhares para a representação da informação </li></ul><ul><li>Relação entre Arquiteto da Informação e Bibliotecário </li></ul>
  8. 8. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO: METÁFORA TECNOLÓGICA DE ROTULAGEM E ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO <ul><li>A popularização do conceito arquitetura da informação foi promovida pelos bibliotecários Rosenfeld e Morville (1998), como sendo a “arte e a ciência de organizar informações para auxiliar os indivíduos a satisfazerem as suas necessidades informacionais”. </li></ul>
  9. 9. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO: METÁFORA TECNOLÓGICA DE ROTULAGEM E ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO <ul><li>Os conceitos existentes sobre arquitetura da informação gravitam em torno de pelo menos quatro grandes eixos: </li></ul><ul><li>Layouts, interfaces e usabilidade </li></ul><ul><li>questões de organização da informação </li></ul><ul><li>estudos sobre a representação da informação </li></ul><ul><li>comunicação/ feedback /avaliação </li></ul>
  10. 10. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO: METÁFORA TECNOLÓGICA DE ROTULAGEM E ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO
  11. 11. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO: METÁFORA TECNOLÓGICA DE ROTULAGEM E ORGANIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO <ul><li>Esses princípios estabelecidos por Morville e Rosenfeld (2006) se configuram nos mesmos princípios dos sistemas de recuperação da informação, pois têm como finalidade básica a recuperação da informação com maior valor agregado. </li></ul>
  12. 12. PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE <ul><li>Prontuário como documento de referência </li></ul><ul><li>De redação peculiar </li></ul><ul><li>De leitura hipertextual </li></ul><ul><li>Ricas fontes de informação e de comunicação, tanto para a equipe de saúde e os pacientes, como também para os estudos e pesquisas </li></ul>
  13. 13. PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE <ul><li>Friedman (2005) e Uzuner et al. (2008) ensinam que o prontuário se caracteriza como uma coleção de documentos muito heterogêneos do ponto de vista do formato, do conteúdo e da semântica. </li></ul><ul><li>A organização de informações registradas em prontuário do paciente se faz necessária e urgente </li></ul>
  14. 14. PRONTUÁRIO ELETRÔNICO DO PACIENTE <ul><li>Uma tecnologia para a organização das informações do PEP deve permitir que o acesso e a recuperação de informações nele contida possam se processar com maior qualidade. </li></ul>
  15. 15. ESTUDO EMPÍRICO <ul><li>Estudo de caráter exploratório </li></ul><ul><li>Pautado na Fenomenologia </li></ul><ul><li>Foram estudadas a estrutura física e lógica de 20 prontuários de pacientes, bem como o espaço físico do SAME a fim de podermos propor algumas ideias para a arquitetura da informação nesses espaços. </li></ul>
  16. 16. RESULTADOS E DISCUSSÕES <ul><li>Os usuários do PEP são todos aqueles que fazem parte da equipe de saúde, os pacientes, os pesquisadores e a equipe do SAME. Faz-se necessário que inicialmente se faça um estudo de usuários de modo que venha refletir suas necessidades informacionais. </li></ul>
  17. 17. RESULTADOS E DISCUSSÕES <ul><li>Quanto aos conteúdos do sítio: </li></ul><ul><li>estrutura física e lógica dos PEPs </li></ul><ul><li>atentar para questões de ética e segurança </li></ul><ul><li>Quanto a especificidades do contexto de uso do sistema de informação: </li></ul><ul><li>cultura organizacional dos SAMES </li></ul><ul><li>políticas </li></ul><ul><li>restrições tecnológicas </li></ul>
  18. 18. RESULTADOS E DISCUSSÕES <ul><li>Em que concerne aos cinco princípios estabelecidos por Morville e Rosenfeld (2006), fizemos um rol com os seguintes conteúdos: </li></ul><ul><li>dados relativos ao paciente; </li></ul><ul><li>anamnese, </li></ul><ul><li>exames, </li></ul><ul><li>dados relativos às contas médicas etc. </li></ul><ul><li>categorizar as informações estruturando-as por grupos de conteúdos </li></ul><ul><li>No que diz respeito ao sistema de navegação, percebemos que pode ser conforme as categorias estabelecidas anteriormente, porém, tendo-se o cuidado de seguir a legislação vigente sobre o acesso a esse documento. </li></ul>
  19. 19. RESULTADOS E DISCUSSÕES <ul><li>Sistema de busca: </li></ul><ul><li>viabilizar certos tipos de informação </li></ul><ul><li>estabelecer regras de acesso </li></ul><ul><li>estratégias de busca </li></ul><ul><li>que dados poderão ser mostrados e como mostrá-los. </li></ul><ul><li>Sistema de rotulagem/etiquetagem: </li></ul><ul><li>clareza e linguagem mais próxima da utilizada pelo usuário </li></ul><ul><li>utilização de remissivas </li></ul>
  20. 20. REFLEXÕES CONCLUSIVAS <ul><li>A arquitetura da informação se constitui em um sistema de recuperação da informação (SRI) no ambiente do ciberespaço e, portanto, visa oferecer alternativas que possam apresentar representações de informações de modo claro para os usuários. Logo, possui as unidades de entrada, processamento, saída e feedback. </li></ul>
  21. 21. REFLEXÕES CONCLUSIVAS <ul><li>A arquitetura da informação visa construir espaços informacionais semânticos visando ao acesso e ao compartilhamento de informação. </li></ul><ul><li>É possível se planejar arquitetura da informação no ambiente do SAME e no espaço informacional dos prontuários do paciente </li></ul><ul><li>A arquitetura da informação traz a ideia de “cartografia” utilizada para a visualização de dados espaciais no território do ciberespacial dos PEPs e do SAME </li></ul>
  22. 22. REFERÊNCIAS (algumas) <ul><li>BENTES PINTO, V. Prontuário eletrônico do paciente: O documento de comunicação do domínio da saúde In: CONGRESSO LUSO-BRASILEIRO DE ESTUDOS JORNALÍSTICOS, 2., 2005, Porto-Portugal. Actas... . Porto: [s.n], 2005. </li></ul><ul><li>FRIEDMAN, C. Semantic text parsing for patient records . New York: Springer, 2005. </li></ul><ul><li>MORVILLE, P.; ROSENFELD, L. Information architecture for the world wide web . 3. ed. Sebastopol: O’Really, 2006. </li></ul><ul><li>ROSENFELD, L.; MORVILLE, P. Information architecture for the world wide web . Sebastopol: O’Really, 1998. </li></ul><ul><li>ROSENFELD, L.; MORVILLE, P. Information architecture for the world wide web . 2. ed. Sebastopol: O’Really, 2002. </li></ul><ul><li>UZUNER, O. et al. Identifying patient smoking status from medical discharge records. JAMIA , v. 15, n. 1, p. 14-24, jan., 2008. </li></ul><ul><li>WURMAN, R. S. Ansiedade da Informação 2 . São Paulo: Cultura Editores Associados, 2005. </li></ul><ul><li>ZILLES, Urbano. Teoria do conhecimento . Porto Alegre: EDIPUCRS, 1998. </li></ul>
  23. 23. Obrigados! <ul><li>Virginia Bentes Pinto </li></ul><ul><li>Hamilton Rodrigues Tabosa </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>Silvana Ap. B. Gregorio Vidotti </li></ul>

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