Mercado Imobiliário  com Sustentabilidade   A Construção de um Mundo Possível Pós Graduação em Negócios Imobiliários FAAP/...
Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li...
Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>1.1) Perspectiva Histórica </li></ul><ul><li>1.2) Conceitos </li></ul><ul...
Sustentabilidade não  é nenhuma novidade <ul><li>1400 A.C. Gênesis –  Deus  </li></ul><ul><li>colocou o homem no Jardim  <...
Da Idade Média para a Modernidade <ul><li>-Idade Média ->  fundada sobre o Teológico. </li></ul><ul><li>(Deus criou a natu...
História Recente <ul><li>1961,  1971 </li></ul><ul><li>1987 - ONU - Relatório de Brundtland </li></ul><ul><li>1992 - Agend...
Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>1.1) Perspectiva Histórica </li></ul><ul><li>1.2) Conceitos </li></ul><ul...
<ul><li>“ É o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de...
Tripé da Sustentabilidade Ambientalmente Correto Socialmente Justo + Culturalmente Aceito Economicamente Viável
Tripé da Sustentabilidade Ambientalmente Correto Socialmente Justo + Culturalmente Aceito Economicamente Viável
Práticas Sustentáveis  devem ser inerentes à atividade imobiliária <ul><li>Toda ação Empresarial deve estar alicerçada na ...
Tripé da Sustentabilidade Ambientalmente Correto Socialmente Justo + Culturalmente Aceito Economicamente Viável
Preservação e Recuperação do Patrimônio Histórico/Cultural <ul><li>Patrimônio Cultural de um povo compreende as obras de s...
Social <ul><li>População Mundial  </li></ul><ul><li>Expectativa de Vida  </li></ul><ul><li>Consumo  </li></ul><ul><li>Rend...
Metas do Milênio para a Humanidade <ul><li>A Declaração do Milênio foi aprovada pela ONU em 09/2000 e estabeleceu um compr...
Tripé da Sustentabilidade Ambientalmente Correto Socialmente Justo + Culturalmente Aceito Economicamente Viável
Ambiente <ul><li>I-) Edifícios e Cidades  </li></ul><ul><li>Conforto no ambiente  </li></ul><ul><li>interno nas edificaçõe...
Ambiente <ul><li>I-) Edifícios e Cidades  </li></ul><ul><li>Conforto no ambiente  </li></ul><ul><li>interno nas edificaçõe...
Ambiente Interno das Edificações (qualidade de vida, saúde e produtividade) <ul><li>Qualidade do Ar Interno </li></ul><ul>...
Deficiência - Evolução <ul><li>Grécia Antiga (Esparta) – Sub-humano </li></ul><ul><li>eliminação ou abandono </li></ul><ul...
Desenho Universal <ul><li>C oncepção de  espaços , artefatos e produtos  que visam atender simultaneamente todas as pessoa...
Desenho Universal <ul><li>Igualitário  - útil às pessoas com habilidades diferentes.  </li></ul><ul><li>Flexível  : atende...
Ambiente <ul><li>I-) Interno  </li></ul><ul><li>Conforto no ambiente  </li></ul><ul><li>interno nas edificações </li></ul>...
II-) Ambiente   Planetário <ul><li>Recursos não  </li></ul><ul><li>renováveis </li></ul><ul><li>Fauna </li></ul><ul><li>Fl...
Terreno <ul><li>Analises: Legal, RIV, EIA/RIMA, Topografia, Contaminação do Solo, Fontes poluidoras (redes de AT, esgotos,...
Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li...
“ Uma Verdade Inconveniente”   Al Gore <ul><li>Mudanças Climáticas </li></ul><ul><li>Prêmio Nobel da Paz </li></ul><ul><li...
Pânico! <ul><li>“ Existe um momento quando o pânico é a resposta mais apropriada” </li></ul><ul><li>Eugene Kleiner </li></...
Roteiro <ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>2.1.Social </li></ul><ul><li>2.2.Ambiental </li></ul>
  Social <ul><li>Aumento da população mundial </li></ul><ul><li>Aumento da expectativa de vida  </li></ul><ul><li>Aumento ...
Moradia Digna <ul><li>Déficit habitacional de 25 milhões de  </li></ul><ul><li>pessoas, e deste total, 93% está entre  </l...
FOME Com 1,6% do gasto  Mundial com o setor  Militar, seria possível  acabar com a  F O M E   no Planeta! U$24 bi (Organiz...
Roteiro <ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>2.1.Social </li></ul><ul><li>2.2.Ambiental </li></ul>
Emissão de  Gases de  Efeito  Estufa e Consumo de Recursos não Renováveis   <ul><li>Água </li></ul><ul><li>Energia </li></...
ÁGUA <ul><li>Apenas 0,6% da água do planeta é subterrânea, ou está na atmosfera (vapor), ou em rios e lagos. </li></ul><ul...
ENERGIA   <ul><li>As edificações representam quase metade do consumo de energia do País. Segundo informações do Ministério...
PETRÓLEO <ul><li>Grande responsável </li></ul><ul><li>pela emissão de GEE </li></ul><ul><li>Poluição Ambiental </li></ul><...
Mineração <ul><li>Areia  </li></ul><ul><li>Brita  </li></ul><ul><li>Calcário </li></ul><ul><li>Cimento </li></ul><ul><li>B...
Emissão de CO2 na produção de Cimento A  Produção  de  Cimento  gera  9%  de toda a emissão de CO2 no Brasil.     Luiz Hen...
Degradação de fauna e flora <ul><li>Extinção de Animais </li></ul><ul><ul><li>Pesca </li></ul></ul><ul><ul><li>Caça </li><...
O Homem pode ser extinto, não a Terra Estamos entrando  na sexta extinção em massa do planeta
Desmatamento da  Amazônia A área  desmatada  na  Amazônia  entre 2003  e 2007  é maior  do que  todo o  território  de  PO...
Madeira Entre 60% e 80% da madeira consumida tem origem ilegal!
Madeira A Construção Civil consome 84%
Poluição <ul><li>Emissões de Gases Efeito Estufa - GEE </li></ul><ul><li>(Mudanças Climáticas) </li></ul><ul><li>Destruiçã...
Solo Contaminado <ul><li>Atividades de usos e ocupação do solo, potencialmente poluentes:  www.cetesb.sp.gov.br/Solo/solo/...
Doenças relacionadas a poluição <ul><li>Ar:  asma, bronquite crônica, infecções nos pulmões, enfisema pulmonar, doenças do...
Ambiente Interno <ul><li>*Falta de Acessibilidade: Em 3.500 vistorias realizadas , a Secretaria Municipal de SP da Pessoa ...
Resíduos e Lixo <ul><li>Resíduos Líquidos </li></ul><ul><ul><li>Poluição de Rios, </li></ul></ul><ul><ul><li>Oceanos, Solo...
Filme: Pale Blue Dot Carl Sagan www.youtube.com/watch?v=EjpSa7umAd8&feature=related
Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li...
Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e S...
Custo x Benefício Socioambiental Custo de Implantação das Ações Benefícios Socioambientais Mais Sustentável BAIXO MÉDIO AL...
Aumento de Custos em Green Buildings
Custo de um edifício em 50 anos LCC- Life  Cycle Costing Fonte: Luiz H. Ceotto – Tishman Speyer
Possibilidade de Interferências no Custo do Edifício Fonte: Luiz H. Ceotto – Tishman Speyer
Benefícios Green Buildings Fonte: The Costs and Financial Benefits of Green Buildings -  Greg Kats, Capital E   Custo de C...
Crédito de Carbono <ul><li>Kyoto- metas de redução de emissão 5,2% de 6 gases efeito estufa para o 1º período, entre 2008 ...
Gráfico MDL
Índices & Investimentos Socialmente Responsáveis (SRI) <ul><li>GRI- Global Reporting Iniciative </li></ul><ul><li>Dow Jone...
Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e S...
Certificações nos paises AQUA SBAT LEED LIDERA VERDE ITACA BREEAM HQE ECO QUANTUM EKO PROFLE ECO EFFECT HK BEAM CASBEE KGB...
Certificações Se o objetivo for CERTIFICAR, pode ser que seja Sustentável.  Se o Objetivo for SER SUSTENTÁVEL, será certif...
Sistemas de Gestão da Sustentabilidade <ul><li>ISO14001; - ISO 1431 - ISO 19011;  </li></ul><ul><li>- OHSAS 18001; -  Pact...
The Natural Step (TNS ® ) <ul><li>www.naturalstep.org </li></ul><ul><li>www.willisharmanhouse.com.br  </li></ul><ul><li>Mé...
Projeto Sigma <ul><li>Sustainability – Integrated Guidelines for Managment www.projectsigma.co.uk- ver.2003 </li></ul><ul>...
Projeto Sigma  – Princípios Gerais Princípios Gerais
Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e S...
Fontes Alternativas de Água em Edificações <ul><li>ÁGUAS NÃO POTÁVEIS:   </li></ul><ul><li>Pluvial (NBR15.527/07) </li></u...
URA – Uso Racional da Água  (oferta) Programa de Conservação de Água  (+ demanda) <ul><li>Equipamentos: </li></ul><ul><ul>...
Energia <ul><li>Automação  </li></ul><ul><li>Iluminação </li></ul><ul><li>Softwares de avaliação de eficiência energética ...
Redução do Consumo de Energia em Green Buildings LEED <ul><li>Simulador on line para melhorias em  residências  existentes...
Energia Solar A região do Brasil com a menor incidência de radiação solar, tem 43% mais radiação solar do que a região com...
Torre Solar La Mancha Espanha US$ 1 milhão Máx. 60KW Área de coleta 4,4 hectares Veloc. do vento 150Km/h h=200m Ø=10m Víde...
Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e S...
Recomendações para escolha de Materiais <ul><li>1. Especificar  sistemas  em vez de materiais; </li></ul><ul><li>2. Especi...
Cradle to Cradle <ul><li>William McDonough </li></ul><ul><li>Vídeo:   www.ted.com/index.php/talks/william_mcdonough_on_cra...
Madeira <ul><li>Protocolo Estado/Município SP </li></ul><ul><li>DOF - Documento de Origem Florestal (IBAMA) </li></ul><ul>...
Resíduos e Lixo <ul><li>Resíduos Líquidos </li></ul><ul><li>Reciclagem </li></ul><ul><li>Educação Ambiental  </li></ul><ul...
Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e S...
Acessibilidade <ul><li>O Decreto Federal 5.296/2004, que regulamenta a Lei de Acessibilidade (10.098), determina que  a co...
Fontes de Consultas <ul><li>ATENDIMENTO ADEQUADO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E RESTRIÇÃO DE MOBILIDADE   </li></ul><ul><li>...
Mobilidade <ul><li>   Meios de Transporte Alternativos </li></ul><ul><li>transporte coletivo,  </li></ul><ul><li>carona, ...
Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e S...
Responsabilidade de todos <ul><li>Responsabilidade Pessoal </li></ul><ul><li>Responsabilidade Empresarial </li></ul><ul><l...
Responsabilidade    Pessoal <ul><li>Ética </li></ul><ul><li>Respeito e amor ao próximo e ao planeta </li></ul><ul><li>Cons...
Pegada Ecológica  – WWF www.wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica <ul><li>É a fração da biosfera produtiva exigida para m...
Responsabilidade Empresarial <ul><li>Combate à Corrupção </li></ul><ul><li>Gestão da Qualidade  </li></ul><ul><li>Governan...
Resp. Poder Público  (Principal Indutor) <ul><li>Disponibilizar de recursos para P&D </li></ul><ul><li>Utilizar seu Poder ...
Responsabilidade  do Mercado Imobiliário <ul><li>Preservação patrimônio Histórico-Cultural </li></ul><ul><li>Impactos na v...
Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li...
Atividade em Grupo <ul><li>Que ações e atitudes práticas você pode tomar com relação a sustentabilidade, dentro da sua áre...
Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Por empresas e profissionais do Mercado Imobiliário: </li></ul><ul><li>Implantação ...
Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Na concepção de empreendimentos: </li></ul><ul><li>-elaboração de Estudo de Viabili...
Energia Eólica Lighthouse Tower Dubai – Emirados Árabes
Energia Eólica
Energia Eólica World Trade Center - Bahrein
Energia Solar A utilização de energia Solar pode ser de 3 formas: -Direta (jardins, muro Trombe, aquecimento de ambientes)...
Energia Eólica+Solar Pearl River Tower Guangzhou, China O Edifício  energeticamente  mais eficiente  do mundo.
Biomimetismo em Edificações East Gate Center, Harare, Zimbabwe, Arq. Mick Pearce
Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Nos projetos: </li></ul><ul><li>-aplicação do desenho universal (acessibilidade) </...
California Academy of Science
Green Building Sky Village - Copenhagen
Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Na construção: </li></ul><ul><li>-utilização de madeira certificada ou de reflorest...
Integração com ONGs locais
Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Em condomínios existentes: </li></ul><ul><li>Aplicação de ações de economia de água...
Muros Altos ou Integração?
CIDADES <ul><li>* Pela 1ª vez na História, a  partir de 2008, existem mais habitantes nas cidades do que no campo (1)  e e...
“Bogotá Como Vamos?” <ul><li>Programa que uniu ONGs e Empresários para cobrar ações de governo durante 5 gestões sucessiva...
“Bogotá Como Vamos?” Políticas públicas de priorização e respeito ao pedestre
“Bogotá Como Vamos?” Implantação de passeios e ciclovias protegidas dos automóveis
“Bogotá Como Vamos?”
[email_address] <ul><li>Vídeo: http://www.22barcelona.com/content/view/194/609/ </li></ul>Revitalização de 115 quadras. 4....
Masdar City – Abu Dhabi, Emirados Árabes
Dongtang Eco City, Shanghai, China www.youtube.com/watch?v=I-nCBFeTcMk   (40s)
Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li...
Sustentabilidade será pré-requisito <ul><li>Os jovens demandarão pela sustentabilidade, não como diferencial, mas como pré...
Echo Boomers População 2025 Nascidos entre  1980 e 2000 Gen-Y
Espiritualidade Corporativa <ul><li>Existe, quando valores e compromisos sustentáveis  emanam de todos colaboradores e aci...
Secovi - Sustentabilidade <ul><li>ISE-MI (Secovi/FGV-Ces) </li></ul><ul><li>Consumo em Condomínios Existentes  </li></ul><...
<ul><li>Ainda é uma novidade e um nicho de mercado e consequentemente, a grande oportunidade deste século.  </li></ul><ul>...
Obrigado! www.hamiltonleite.com.br - hl@hamiltonleite.com.br Se alguém ainda duvida que o clima está mudando!
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Aula de Sustentabilidade no Mercado Imobiliário

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  • Apresentações
  • Lei das Coisas: As seguintes coisas são comuns à Humanidade e protegidas: o Ar, a Água corrente, o mar e consequentemente as costas marítimas. Rei Ashoka – Editou os Sete Pilares, que tem entre outros, a Lei de Proteção aos animais: Vários animais foram declarados protegidos, papagaios, gansos, patos selvagens, morcegos, peixes, tartarugas, porco-espinho, veados, pombos, e todos quadrupedes que não são comestíveis ou utilitários. In Europe, King Edward I of England banned the burning of sea-coal by proclamation in London in 1272, after its smoke had become a problem
  • Renascimento-&gt;Copérnico: Sol é o centro, mas Deus é quem gira o Universo Modernidade -&gt;Galileu: método científico - Pitágoras: Matematiza as Leis da Natureza - Nietzsche: Só existe Física. Não existe Metafísica - Max Webber: Desencantamento do Munda. Tira a alma de tudo 1. A Idade Média era fundada sobre o Teológico e sobre o encantamento do mundo, ou seja, na natureza estava presente Deus. Esta presença se fazia por ser ela sua Criação e nela habitar a Alma do Mundo. As coisas tinham alma e esta alma participava da Alma Divina, como coisa criada 2.O Protestantismo inicia o processo de desencantamento do mundo e permite a mudança de paradigmas que culminam na Revolução Industrial (Inglaterra – não católica) 3. Martin Heidegger escreve no início do século XX um texto que critica a técnica. Neste ele diz que a Natureza está para o homem como um estoque de coisas a serem utilizadas para o proveito único do bem-estar humano. Discipulos: Herbert Marcuse, Theodor Adorno, e Max Horkheimer 4.O homem do século XXI tem se apercebido que a Natureza vive sem o homem, mas ele não sobrevive sem a preservação das condições básicas no Planeta.
  • décadas de 50/60 - Artigos e Livros - In 1949, A Sand County Almanac by Aldo Leopold was published. It explained Leopold’s belief that humankind should have moral respect for the environment and that it is unethical to harm it. The book is sometimes called the most influential book on conservation. In 1962, Houghton Mifflin published Silent Spring by American biologist Rachel Carson. The book cataloged the environmental impacts of the indiscriminate spraying of DDT in the US WWF - Worldwide Fund for Nature - wwf.org A ONU realizou, no Rio de Janeiro, em 1992, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, mais conhecida como Rio 92, e também como “Cúpula da Terra” por ter mediado acordos entre os Chefes de Estado presentes. 179 países participantes da Rio 92 acordaram e assinaram a Agenda 21 Global, um programa de ação baseado num documento de 40 capítulos, que constitui a mais abrangente tentativa já realizada de promover, em escala planetária, um novo padrão de desenvolvimento, denominado “desenvolvimento sustentável”. O termo “Agenda 21” foi usado no sentido de intenções, desejo de mudança para esse novo modelo de desenvolvimento para o século XXI. A Agenda 21 pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica. O Relatório Stern (Sir Nicholas Stern , economista britânico do Banco Mundial ) é um estudo encomendado pelo governo Britânico sobre os efeitos na economia mundial das alterações climáticas nos próximos 50 anos. Foi apresentado ao público no dia 30 de Outubro de 2006 e contem mais de 700 páginas e é um dos primeiros estudos encomendados por um governo sobre o assunto a um Economista e não a um cientista da área.
  • Gro Harlem Brundtland (nascida em 20 de Abril de 1939) em Bærum é uma política, diplomata e médica norueguesa, e uma líder internacional em desenvolvimento sustentável e saúde pública. Foi membro do Partido dos Trabalhadores da Noruega (social-democratas) desde a sua juventude. Em Fevereiro de 1981 tornou-se a primeira mulher chefe de governo do seu país, sendo atualmente Enviada Especial para as Alterações Climáticas da ONU. Entre 1983 e 1987 presidiu à Comissão Brundtland , da Organização das Nações Unidas, dedicada ao estudo do meio ambiente e a sua relação com o progresso.
  • Lucro ótimo é aquele que considera os interesses de todas as partes interessadas e tem as aplicações de ações sustentáveis como inegociáveis.
  • IPHAN – Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional CONDEPHAAT COMPRESP
  • www.nospodemos.org.br/objetivos.htm
  • A NBR tem cerca de 1.500 itens!
  • Iniciar o filme em 14min –&gt; Total 1h22
  • Eugene Kleiner (12 May 1923 – 20 November 2003) was one of the original founders of Kleiner Perkins, the Silicon Valley venture capital firm which later became Kleiner Perkins Caufield &amp; Byers . The company was an early investor in more than 300 information technology and biotech firms, including Amazon .com , AOL , Brio Technology , Electronic Arts , Flextronics , Genentech , Google , Hybritech , Intuit , Lotus Development , LSI Logic , Macromedia , Netscape , Quantum , Segway , Sun Microsystems and Tandem . In 1972 he joined Hewlett - Packard veteran Tom Perkins to found Kleiner Perkins, the venture capital firm now headquartered on Sand Hill Road . In 1977, the company added Brook Byers and Frank J. Caufield as named partners. He retired from day-to-day responsibilities in the early 1980s.
  • 1,4bilhão de pessoas vivem abaixo da linha de pobreza O coeficiente de Gini varia de zero a 1,00. Zero significaria, hipoteticamente, que todos os indivíduos teriam a mesma renda e 1,00, mostraria que apenas um indivíduo teria toda a renda de uma sociedade. O índice brasileiro foi de 0,593 em 2003, segundo o relatório do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) em 177 países. De acordo com o documento, no Brasil 46,9% da renda nacional concentram-se nas mãos dos 10% mais ricos. Já os 10% mais pobres ficam com apenas 0,7% da renda.
  • Os dados da Organização para Alimentação e Agricultura (FAO) das Nações Unidas apontam que a imensa maioria dos 840 milhões de famintos e desnutridos do planeta está nos países do Terceiro Mundo, boa parte deles distribuída entre a Ásia e a África. Mas nos cálculos entram também 11 milhões de pessoas que vivem em países industrializados e outros 30 milhões nos países em desenvolvimento. O desafio já tem preço: 24 bilhões de dólares anuais, a ser bancados tanto pelos países ricos como pelos pobres. 11/06/07 - 15h12 - Atualizado em 11/06/07 - 15h12 Gasto mundial com setor militar chega a R$ 2,4 trilhões, diz pesquisa Só os EUA gastaram cerca de R$ 1 trilhão em 2006. Estudo foi feito pelo Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo. Do G1, com informações da Reuters Os gastos mundiais com o setor militar elevaram-se 3,5% no ano passado, chegando a US$ 1,2 trilhão
  • Estamos exaurindo os recursos do Planeta, além da sua capacidade de renovação
  • CETESB - www.cetesb.sp.gov.br/Agua/rios/ciclo.asp
  • Portugal 92.391 Desmatamento 97157 Km2
  • Fonte rede amigos da amazônia FGV
  • Colocar dados do aumento de temperatura, e número de pesoas desabrigadas por conta do aumento do nível dos oceanos
  • Fonte de Consulta Alternativa: Guia: Avaliação Ambiental de Terrenos com Potencial de Contaminação Andreas Marker - Caixa/gtz - gemea@caixa.gov.br
  • Antes de apresentar o gráfico, perguntar aos alunos quanto acham que a construção sustentável aumenta no custo das obras.
  • Life Cycle Costing (LCC) é uma metodologia usada para determinar o custo “total” de um edifício com o propósito de selecionar alternativas. LCC soma o custo de construção (custo de capital” ou inicial ) de um edifício ao custo total de operação CUSTO É EQUIVALENTE A CONSUMO DE RECURSOS
  • Custos com a Saúde da População – Políticas Públicas
  • comércio de permissões (allowances), apenas 3% em 2004 Paises desenvolvidos relacionados no Anexo I – responsáveis por limitar emissões de GEE, proteger e expandir sumidouros (biodigestores) e reservatórios (EUA, Japão, CE, Europa Ocidental, paises da Organização para a cooperação e Desenv. Economico, e ex. União Soviética) IC-uma empresa de um pais desenvolvido, pode financiar projetos de redução de GEE de outros paises e receber créditos por isso MDL – proposta Brasileira – fundo de contribuições dos paises do Anexo I que ultrapassarem as metas – permite que os paises do anexo I investirem em projetos de redução de emissões dos paises em desenvolvimento
  • SRI- Socially Responsible Index
  • Descrição dos Sistemas: ISO 14001 – Sistemas de Gerenciamento Ambiental ISO 1431 – Environmental performance evaluation ISO – 19011 – Auditoria de Sistemas de gerenciamento de qualidade/meio ambiente EMAS – European Eco-Managment and Audit Scheme – Regulation OHSAS – OHS Managment System Specification - SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL www.PactoGlobal.org.br EFQM – European Quality Foundation ou BEM Business Excellence Model Investors in People – SA – Social Accontability - Responsabilidade Social AS/NZS – Managment System Integration Guidence to Business, Government and Community Organizations AA1000 www.accountability.org.uk – NORMA PARA AVALIAR, ATESTAR, E FORTALECER A CREDIBILIDADE E QUALIDADE DO INFORME DE SUSTENTABILIDADE DA ORGANIZAÇÃO E DE SEUS PROCESSOS, SISTEMAS E COMPETÊNCIAS.
  • Criado na Suécia em 1989, por um médico oncologista preocupado com crescentes problemas de saúde decorrentes do aumento de toxinas no ambiente. A-Conscientização – Necessidade de práticas sustentáveis B-Mapeamento Básico – Realidade Atual C-Criação de uma visão clara de como seria seu futuro D-Mãos à Obra – Como priorizar e gerenciar seus passos para a sustentabilidade
  • British Standards Institution, AccountAbility; www.ForumfortheFuture.org.uk; Ethos; FGV/CES/ Akatu; Gife; Fundação Dom Cabral; (FIDES) Fund Instituto de Desenvolv. Empresarial e Social Lançado em 1999. Não é uma certificação É mais focado nos resultados e não tanto no acompanhamento de procedimentos pré-estabelecidos.
  • Gerenciamento Holístico de 5 diferentes tipos de capital (Humano, Social, Financeiro, Bens e Infra possuidos/Ativo Fixo e Natural/Ambiental) Accountability – Responsabilidadetomada para si – Transparência/Necessidade de Reportar às partes interessadas/ Atendimento às normas, regras, regulações e legislação pelas quais a empresa está comprometida, a seguir, seja voluntariamente ou por força legal. Utiliza 13 ferramentas, como GRI, AA1000, O propósito destes princípios é: 1-Ajudar organizações a entender como elas podem contribuir para o desenvolvimento sustentável 2-Promover um modelo que ajude as organizações a desenvolver um conjunto de princípios que elas possam seguir.
  • Pesquisar sistemas de Israel (Tahal)
  • A etiquetagem das edificações comerciais, públicas e residenciais opera, desde 2007, em caráter provisório, mas, a partir de 2012, passará a vigorar como lei. O primeiro prédio deverá ser certificado neste ano, na forma de um estudo piloto. O objetivo do Selo é estimular os construtores e incorporadores a aderirem aos conceitos de eficiência energética em edificações, viabilizando a implementação da Lei 10.295/01 (&amp;quot;Lei de Eficiência Energética&amp;quot;). Entre os itens a serem avaliados pelo programa estão o sistema de iluminação, o sistema de condicionamento de ar e a envoltória. Para cada um deles, já existem pré-requisitos e recomendações para alcançar as classificações que vão de &amp;quot;A&amp;quot; a &amp;quot;E&amp;quot;, dependendo do nível de eficiência energética da edificação. &amp;quot;Para cada item, será atribuído um peso. A média ponderada das três etiquetas irá determinar a classificação final do prédio Etiquetagem passo-a-passo : O processo de etiquetagem baseia-se na avaliação da edificação em duas fases, de projeto e construída. Confira os principais passos. Nível de eficiência : O requerente deverá apresentar o projeto e autodeclarar, por meio de um memorial de cálculo e diversas comprovações, o respectivo nível de eficiência energética da sua edificação a um laboratório acreditado pelo Inmetro.   Análise: Após a conferência dos dados, o laboratório valida ou não o nível autodeclarado. É facultado ao laboratório reiniciar o processo, desde que toda a documentação seja reapresentada com as devidas alterações para ser submetida à nova análise. Etiqueta: A última fase é a avaliação da edificação construída. Através de uma conferência por amostragem, verifica-se se a obra foi executada de acordo com as premissas do projeto, que servem de base para a avaliação.  A conferência é da obra pronta e a etiqueta é datada.
  • Fonte: Carlos Faria Café, 2009 - ABRAVA
  • www.enviromission.com.au/irm/content/images/videos/Beyond_2000.wmv
  • Materiais Perigosos: CFC (Camada de Ozônio); Amianto, Pentaclorofenol, PVC (100% reciclável, mas com cloro...) ; Compostos Orgânicos Voláteis VOC (Tinta, Plástico, Epoxi, Sinteko, Vinílico, Carpete...)
  • www.interfacesustainability.com
  • www.stcp.com.br CADMADEIRA – CAdastro Estadual das Madeireiras Paulistas - Decreto Estadual 53.047/08
  • Explicar o sistema de análise de projetos e acreditação da PMSP
  • Walk Score – exemplos:Imobiliária www.ziprealty.com - Desenvolvido por um grupo de programadores de software que leva em conta a presença de comércio, restaurantes e trabalho. Se o indice é maior que 90, você não precisa de carro. Se abaixo de 25 o carro é essencial. Apenas 9% dos Americanos constumam andar a pé, e de bicicleta, apenas 1%. Washington Post – Linda Koulakjan Paris/Copenhague – locação de bicicletas e ampliação da infra e dobraram a circulação em poucos anos e como consequencia houve diminuição de 9% nas emissões de carbono. Carro é como Sogra-&gt; Você deve manter uma boa relação mas ele não pode dominar sua vida – Jaime Lerner BOGOTÁ COMO VAMOS
  • Fazer cálculo da pegada ecológica com um aluno
  • www.footprintnetwork.org/en/index.php/GFN/page/calculators/
  • Proposta para a aula seguinte e Formação dos Grupos na aula de 6 horas, após o filme
  • O muro Trombe-Michel , es un muro o pared orientada al sol , preferentemente al norte en el hemisferio sur y al sur en el hemisferio norte construida con materiales que puedan acumular calor bajo el efecto de masa térmica (tales como piedra , hormigón , adobe o agua ), combinado con un espacio de aire, una lámina de vidrio y ventilaciones formando un colector solar térmico . Edward Morse patentó el diseño en 1881, pero este fue popularizado por el ingeniero Félix Trombe . Su funcionamiento se basa en la diferencia de densidad del aire caliente y el aire frío, que provoca corrientes en una u otra dirección dependiendo de las trampillas que estén abiertas. Estas corrientes de aire caliente o templado calientan o refrescan introduciendo o extrayendo el aire caliente del edificio o las habitaciones donde se instale. Gennevilliers in the outskirts of Paris. The project&apos;s creator, architect Skidmore Owings &amp; Merrill. The proposed building, which will be more than 70,000 sq m and house up to 5,000 people, will produce enough of its own electricity to power all the heating, lighting, and air conditioning required by tenants. It will also generate carbon credits which it hopes to trade for money in the future. &amp;quot;It will be 25pc to 30pc more expensive than a normal building to construct. But there will be big savings - tenants will not have to pay for any electricity, and maintenance costs will also be lower.&amp;quot; The Energy Plus building will generate its own electricity by having more solar panels on it than any other building in existence, while its cooling system will take water from the nearby river Seine and pump it around the offices.And by using a cutting-edge form of insulation, Mr Getreide said, his team would be able to get the amount of electricity consumption per square metre of office space per year down to 16 kilowatts, the lowest in the world for a building of its size.Most modern buildings use between 80 and 250 kilowatts per square metre, while older ones often use up to 300 kilowatts.
  • Completion Year: 2010, Site Area: 10,635 m 2, Project Area: 214,100 m 2 , Building Height: 309.60 m, # of Stories: 71 Project Awards: 2008 • Spark Awards • Green, Carbon-Lowering &amp; Environmental Category: Gold Award Wind Turbines:The most innovative of Pearl River’s elements, the two vertical axes integrated wind turbines harness prevailing winds from the south and the north with minor efficiency loss. The tower’s curvilinear form further enhances performance by helping to funnel air through turbine inlets in the façade. Wind studies have predicted the turbines will speed up the wind’s velocity two-and-a-half times. The power is then converted to energy and used to dehumidify the building. High-Performance Building Envelope: The design incorporates a dynamic high-performance building envelope. The façade system is oriented to optimize the use of daylight while controlling solar loads: - An internally ventilated high-performance double skin façade with automated blinds is used for the northern and southern orientation. - A triple-glazed façade with external shades and automated blinds within the glazing cavity is used for the east and west elevations. - A photovoltaic system is integrated into the building’s external shading system and glass outer skin. In addition, exhaust air is routed through the cavity of the double-layer curtain-wall, heating up as it travels upward to the mechanical floor. The ventilation and dehumidification system uses this hot, dry air from the double-wall as an energy source. Radiant Cooling/Chilled Beams with Displacement Ventilation The chilled beams and radiant cooling system delivers sensible cooling directly to the space by incorporating chilled water piping that cools the room by natural convection and radiation heat transfer. It is used in combination with direct outdoor air systems (DOAC) to allow for exceptional environmental comfort while addressing ventilation issues.
  • -aplicação de Plano de Conservação de Água (Cartilha FIESP 2005)
  • UN HABITAT – UNFPA relatório State of World Population 2007 Megacidades tem mais de 10 milhões de habitantes Mega-Regiões: BosWashstrech-USA, Chonqing-China, e ABCD-Brasil Maior densidade representa menos consumo de energia per-capta
  • Outro exemplo de revitalização é San Francisco Mission Bay
  • world&apos;s first carbon-neutral, zero-waste city. Currently under construction in Abu Dhabi, the capital of the United Arab Emirates (UAE), Masdar City will feature all of the modern conveniences, services and benefits of living in one of the great cities of the world, but in a carbon-neutral environment. Masdar City, soon to become home to 40,000 residents and 50,000 daily commuters, is being built around pedestrians, where open public squares intersect with narrow shaded walkways and connect to homes, schools, restaurants, theatres and shops. The architecture of the city is inspired by the traditional medinas, souks and wind towers of the Arab world The City is a free zone clean-tech cluster. Academics, researchers, students, entrepreneurs and financers and more than 1,500 visionary companies will have offices, research centers and operations within city walls, benefiting from 100% foreign ownership, zero taxes, zero import tariffs, zero restrictions on capital movement and among the strongest intellectual property protection in the region. Masdar City is more than a concept - it is happening. Phase One of Masdar City has now begun - The Masdar Institute of Science and Technology is underway and Masdar City will be home to 100 students and faculty by fall 2009.
  • Dongtan was presented at the by China as an example of an eco-city, and is the first of up to four such cities to be designed and built in China by Arup. The cities are planned to be ecologically friendly, with zero-greenhouse-emission transit and complete self-sufficiency in water and energy, together with the use of zero energy building principles. Energy demand will be substantially lower than comparable conventional cities due to the high performance of buildings and a zero emission transport zone within the city. Waste is considered to be a resource and most of the city&apos;s waste will be recycled. However, the planned ecological footprint for each citizen in Dongtan is currently 2.2 hectares [1] , higher than the 1.9 hectares that the World Wildlife Fund claims is theoretically sustainable on a global scale. Dongtan was planned to open, with accommodation for 50,000, in time for the Expo 2010 in Shanghai. By 2040, the city is slated to be one-third the size of Manhattan , with a total planned population of 500,000, however no construction of the eco-city has taken place yet, so the project has fallen behind schedule.
  • Aula de Sustentabilidade no Mercado Imobiliário

    1. 1. Mercado Imobiliário com Sustentabilidade A Construção de um Mundo Possível Pós Graduação em Negócios Imobiliários FAAP/Secovi 0 8 / 2009 Hamilton de França Leite Júnior Administrador de Empresas - FAAP, Diretor da CASOI Desenvolvimento Imobiliário, Diretor de Sustentabilidade do SECOVI Professor de Sustentabilidade no Mercado Imobiliário na Pós Graduação em Negócios Imobiliários da FAAP
    2. 2. Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>4-) Possíveis Soluções </li></ul><ul><li>5-) Considerações Finais </li></ul>
    3. 3. Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>1.1) Perspectiva Histórica </li></ul><ul><li>1.2) Conceitos </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>4-) Possíveis Soluções </li></ul><ul><li>5-) Considerações Finais </li></ul>
    4. 4. Sustentabilidade não é nenhuma novidade <ul><li>1400 A.C. Gênesis – Deus </li></ul><ul><li>colocou o homem no Jardim </li></ul><ul><li>do Éden para cuidar dele... </li></ul><ul><li>600 A.C. Budismo – Enfatiza o vegetarianismo e a compaixão por todos os seres vivos. </li></ul><ul><li>500 A.C. – 535 D.C. Roma (Lei das Coisas) </li></ul><ul><li>256 A.C. Rei Ashoka, Índia (Lei de proteção aos animais) </li></ul><ul><li>Legislações Européias séc. XIII </li></ul>
    5. 5. Da Idade Média para a Modernidade <ul><li>-Idade Média -> fundada sobre o Teológico. </li></ul><ul><li>(Deus criou a natureza, portanto Ele estava nela.) </li></ul><ul><li>-Modernidade -> processo de desencantamento do mundo (retirada da alma das coisas) que fez a mudança de paradigmas que culminam na Revolução Industrial. </li></ul><ul><li>(Galileu, Pitágoras, Newton, Darwin, Nietzsche, Webber, Lutero) </li></ul><ul><li>Início do séc. XX - filósofo Alemão Martin Heidegger: Identificou e denunciou que a Natureza está para o homem como um estoque de coisas a serem utilizadas unicamente para o bem-estar humano. (Marcuse, Adorno e Horkheimer) </li></ul><ul><li>-Últimos 50 anos –> </li></ul><ul><li>Percepção de que para a manutenção da vida do Homem na Terra, a preservação da Natureza é fundamental. </li></ul>
    6. 6. História Recente <ul><li>1961, 1971 </li></ul><ul><li>1987 - ONU - Relatório de Brundtland </li></ul><ul><li>1992 - Agenda 21 Global – Eco 92 (Rio) </li></ul><ul><li>1997 - Protocolo de Kyoto - 121 paises </li></ul><ul><li>2000 - Carta da Terra - http://mma.gov.br/agenda21 </li></ul><ul><li>2002 - Agenda 21 Brasileira - http://mma.gov.br/agenda21 </li></ul><ul><li>2002 - Rio + 10 - Johanesburgo </li></ul><ul><li>2006 - Relatório Stern: com um investimento </li></ul><ul><li>de apenas 1% do PIB Mundial se pode evitar </li></ul><ul><li>a perda de 20% do mesmo PIB em 50 anos. </li></ul>Nicholas Stern • 2009 – Copenhagen – (Pós Kyoto)
    7. 7. Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>1.1) Perspectiva Histórica </li></ul><ul><li>1.2) Conceitos </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>4-) Possíveis Soluções </li></ul><ul><li>5-) Considerações Finais </li></ul>
    8. 8. <ul><li>“ É o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”. </li></ul><ul><li>Relatório de Brundtland - Nosso Futuro Comum – 1987 </li></ul><ul><li>UN- Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento </li></ul>Desenvolvimento Sustentável Gro Harlem Brundtland
    9. 9. Tripé da Sustentabilidade Ambientalmente Correto Socialmente Justo + Culturalmente Aceito Economicamente Viável
    10. 10. Tripé da Sustentabilidade Ambientalmente Correto Socialmente Justo + Culturalmente Aceito Economicamente Viável
    11. 11. Práticas Sustentáveis devem ser inerentes à atividade imobiliária <ul><li>Toda ação Empresarial deve estar alicerçada na viabilidade econômica, para que tenha sustentabilidade, porém precisamos considerar a mudança do “Lucro Máximo” (apenas os interesses dos acionistas) para o Lucro Ótimo* . </li></ul>* Lucro Ótimo é aquele que considera os interesses de todas as partes interessadas e tem as aplicações de ações sustentáveis como inegociáveis.
    12. 12. Tripé da Sustentabilidade Ambientalmente Correto Socialmente Justo + Culturalmente Aceito Economicamente Viável
    13. 13. Preservação e Recuperação do Patrimônio Histórico/Cultural <ul><li>Patrimônio Cultural de um povo compreende as obras de seus artistas, arquitetos, músicos, escritores e sábios, assim como as criações anônimas populares e o conjunto de valores com os quais um povo vive e é identificado. </li></ul><ul><li>Podem ser tangíveis (por ex. imóveis) ou intangíveis (por ex. lendas e costumes). </li></ul><ul><li>Órgãos Públicos: UNESCO (Humanidade) IPHAN (Federal), CONDEPHAAT (Estado S.P.), COMPRESP (Município de São Paulo) </li></ul><ul><li>Retrofit – Potencial a ser desenvolvido (Centros) </li></ul>
    14. 14. Social <ul><li>População Mundial </li></ul><ul><li>Expectativa de Vida </li></ul><ul><li>Consumo </li></ul><ul><li>Renda </li></ul><ul><li>Moradia </li></ul><ul><li>Saúde </li></ul><ul><li>Alimentação </li></ul><ul><li>Educação </li></ul><ul><li>Trabalho </li></ul>
    15. 15. Metas do Milênio para a Humanidade <ul><li>A Declaração do Milênio foi aprovada pela ONU em 09/2000 e estabeleceu um compromisso compartilhado com a sustentabilidade do Planeta. </li></ul><ul><li>São 8 macro-objetivos a serem atingidos pelos 191 países signatários até 2015, </li></ul><ul><li>por meio de ações concretas dos governos e da sociedade. </li></ul>
    16. 16. Tripé da Sustentabilidade Ambientalmente Correto Socialmente Justo + Culturalmente Aceito Economicamente Viável
    17. 17. Ambiente <ul><li>I-) Edifícios e Cidades </li></ul><ul><li>Conforto no ambiente </li></ul><ul><li>interno nas edificações </li></ul><ul><li>II-) Planetário </li></ul><ul><li>Fauna/Flora/Água </li></ul><ul><li>Ar/Solo/Sub-solo </li></ul>
    18. 18. Ambiente <ul><li>I-) Edifícios e Cidades </li></ul><ul><li>Conforto no ambiente </li></ul><ul><li>interno nas edificações </li></ul><ul><li>II-) Planetário </li></ul><ul><li>Fauna/Flora/Água </li></ul><ul><li>Ar/Solo/Sub-solo </li></ul>
    19. 19. Ambiente Interno das Edificações (qualidade de vida, saúde e produtividade) <ul><li>Qualidade do Ar Interno </li></ul><ul><li>Conforto Térmico </li></ul><ul><ul><li>ar condicionado </li></ul></ul><ul><ul><li>insolação, ventilação e isolamento térmico </li></ul></ul><ul><li>Conforto Acústico </li></ul><ul><li>Conforto Visual </li></ul><ul><li>Iluminação </li></ul><ul><ul><li>Natural / Artificial </li></ul></ul><ul><li>Acessibilidade </li></ul><ul><ul><li>Desenho Universal </li></ul></ul><ul><li>Mobilidade (Cidades) </li></ul>
    20. 20. Deficiência - Evolução <ul><li>Grécia Antiga (Esparta) – Sub-humano </li></ul><ul><li>eliminação ou abandono </li></ul><ul><li>Idade Média - Incapacitado – Segregação (castigo divino) </li></ul><ul><li>Cristianismo – Inválido - Cura e cuidado </li></ul><ul><li>1971 - (ONU) Direitos das Pessoas com Retardo Mental </li></ul><ul><li>NBR 9050 ABNT </li></ul><ul><li>1985 – Adequação das edificações e do mobiliário urbano à pessoa deficiente . </li></ul><ul><li>1994 – Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificações, espaços, mobiliário e equipamentos urbanos . </li></ul><ul><li>2004 - Acessibilidade a Edificações Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos. </li></ul>
    21. 21. Desenho Universal <ul><li>C oncepção de espaços , artefatos e produtos que visam atender simultaneamente todas as pessoas , com diferentes características antropométricas e sensoriais, de forma autônoma, segura e confortável, constituindo-se nos elementos ou soluções que compõem a acessibilidade . </li></ul>
    22. 22. Desenho Universal <ul><li>Igualitário - útil às pessoas com habilidades diferentes. </li></ul><ul><li>Flexível : atende a uma ampla gama de indivíduos. </li></ul><ul><li>Uso Simples e intuitivo: fácil compreensão. </li></ul><ul><li>Óbvio : comunica eficazmente as informações. </li></ul><ul><li>Seguro : minimiza o risco de ações imprevistas. </li></ul><ul><li>Mínimo esforço físico : eficiente e confortável. </li></ul><ul><li>Abrangente : o design oferece dimensões apropriadas. </li></ul>
    23. 23. Ambiente <ul><li>I-) Interno </li></ul><ul><li>Conforto no ambiente </li></ul><ul><li>interno nas edificações </li></ul><ul><li>II-) Planetário </li></ul><ul><li>Fauna/Flora/Água </li></ul><ul><li>Ar/Solo/Sub-solo </li></ul>
    24. 24. II-) Ambiente Planetário <ul><li>Recursos não </li></ul><ul><li>renováveis </li></ul><ul><li>Fauna </li></ul><ul><li>Flora </li></ul><ul><li>Água </li></ul><ul><li>Ar/Atmosfera </li></ul><ul><li>Solo/Sub-solo </li></ul>
    25. 25. Terreno <ul><li>Analises: Legal, RIV, EIA/RIMA, Topografia, Contaminação do Solo, Fontes poluidoras (redes de AT, esgotos, lixões, poluição sonora, etc..), Infra-estrutura próxima, Insolação e Regime de ventos/chuvas. </li></ul><ul><li>Evitar: </li></ul><ul><ul><li>Movimentações de terra </li></ul></ul><ul><ul><li>A edificação deve se adequar ao terreno e não o contrário </li></ul></ul><ul><ul><li>Impermeabilização do solo </li></ul></ul><ul><ul><li>Supressão de vegetação nativa </li></ul></ul><ul><ul><li>Exposição do solo a processos de erosão </li></ul></ul>
    26. 26. Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>4-) Possíveis Soluções </li></ul><ul><li>5-) Considerações Finais </li></ul>
    27. 27. “ Uma Verdade Inconveniente” Al Gore <ul><li>Mudanças Climáticas </li></ul><ul><li>Prêmio Nobel da Paz </li></ul><ul><li>e </li></ul><ul><li>Oscar em 2007 </li></ul><ul><li>www.climatecrisis.net </li></ul>
    28. 28. Pânico! <ul><li>“ Existe um momento quando o pânico é a resposta mais apropriada” </li></ul><ul><li>Eugene Kleiner </li></ul>Vídeo: John Doerr: Seeking salvation and profit in greentech www.ted.com/index.php/talks/john_doerr_sees_salvation_and_profit_in_greentech.html
    29. 29. Roteiro <ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>2.1.Social </li></ul><ul><li>2.2.Ambiental </li></ul>
    30. 30. Social <ul><li>Aumento da população mundial </li></ul><ul><li>Aumento da expectativa de vida </li></ul><ul><li>Aumento do consumo </li></ul><ul><li>Grandes desigualdades </li></ul><ul><ul><li>Populações Carentes de: </li></ul></ul><ul><ul><li>Trabalho </li></ul></ul><ul><ul><li>Educação </li></ul></ul><ul><ul><li>Saúde </li></ul></ul><ul><ul><li>Moradia </li></ul></ul><ul><ul><li>Alimentação </li></ul></ul>1 em cada 4 pessoas no mundo vive abaixo da linha de pobreza (U$1,25/dia)
    31. 31. Moradia Digna <ul><li>Déficit habitacional de 25 milhões de </li></ul><ul><li>pessoas, e deste total, 93% está entre </li></ul><ul><li>famílias com renda de até 5 sal. mínimos </li></ul><ul><li>Falta de Moradia: </li></ul><ul><ul><li>Desagregador familiar </li></ul></ul><ul><ul><li>Favorece o aumento da Criminalidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Favorece o aparecimento de Doenças </li></ul></ul><ul><ul><li>Reduz chances do individuo ser inserido </li></ul></ul><ul><ul><li>dignamente na sociedade </li></ul></ul><ul><ul><li>Perda da Dignidade Moral </li></ul></ul>
    32. 32. FOME Com 1,6% do gasto Mundial com o setor Militar, seria possível acabar com a F O M E no Planeta! U$24 bi (Organização para Alimentação e Agricultura – ONU) x U$1,48 tri ( Instituto de Pesquisa Internacional da Paz de Estocolmo)
    33. 33. Roteiro <ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>2.1.Social </li></ul><ul><li>2.2.Ambiental </li></ul>
    34. 34. Emissão de Gases de Efeito Estufa e Consumo de Recursos não Renováveis <ul><li>Água </li></ul><ul><li>Energia </li></ul><ul><ul><li>Petróleo </li></ul></ul><ul><ul><li>Carvão </li></ul></ul><ul><ul><li>Atômica </li></ul></ul><ul><li>Minérios </li></ul><ul><li>Fauna/Flora </li></ul>Os EDIFÍCIOS (construção e operação) consomem até 75% dos Recursos Naturais e são responsáveis pela emissão de 40% dos GEE no Planeta
    35. 35. ÁGUA <ul><li>Apenas 0,6% da água do planeta é subterrânea, ou está na atmosfera (vapor), ou em rios e lagos. </li></ul><ul><li>Brasil detém 14% de toda água doce superficial do planeta, porém deste total, 68% está na região Norte. </li></ul><ul><li>A relação entre demanda x disponibilidade hídrica na cidade de São Paulo é muito crítica </li></ul><ul><ul><li>Abundante 20.000 m3/hab/ano, Correta 5.000, </li></ul></ul><ul><ul><li>Pobre 2.500, Crítica 1.500, Brasil 35.000, </li></ul></ul><ul><ul><li>Estado SP 2.468, Bacia Alto Tietê 201 </li></ul></ul><ul><li>Impermeabilização – Velocidade das enchentes </li></ul>
    36. 36. ENERGIA <ul><li>As edificações representam quase metade do consumo de energia do País. Segundo informações do Ministério de Minas e Energia, elas são responsáveis por 42% de toda a energia elétrica consumida. O setor residencial contribui com 23%, o comercial, com 11% e o público, com 8% desse percentual. Um dos grandes vilões, nesses dois últimos setores, é o sistema de condicionamento de ar, com 48% do consumo de energia elétrica, seguido pelo sistema de iluminação, com 24%. </li></ul>
    37. 37. PETRÓLEO <ul><li>Grande responsável </li></ul><ul><li>pela emissão de GEE </li></ul><ul><li>Poluição Ambiental </li></ul><ul><li>Previsão de prazo </li></ul><ul><li>de esgotamento </li></ul>Esta década marca o início do declínio da era do petróleo. Não porque ele vá acabar logo, pois ele ainda poderá ser extraído pelos próximos 75 anos, mas porque outras fontes de energia, mais limpas e mais baratas, vão tomar o seu lugar.
    38. 38. Mineração <ul><li>Areia </li></ul><ul><li>Brita </li></ul><ul><li>Calcário </li></ul><ul><li>Cimento </li></ul><ul><li>Bauxita </li></ul><ul><li>Ferro </li></ul><ul><li>Mármores </li></ul><ul><li>Granitos </li></ul><ul><li>Argila </li></ul><ul><ul><li>Tijolo </li></ul></ul><ul><ul><li>Telha </li></ul></ul><ul><ul><li>Blocos </li></ul></ul><ul><ul><li>Pisos </li></ul></ul>Causa desmatamento, deposição de rejeitos, erosão, desfigura-ção paisagística, destruição de eco-sistemas, descarga de parti-culados/gases na atmosfera, ruídos, assoreamento dos cursos d’água, contaminação de mananciais e problemas sociais. Carajás
    39. 39. Emissão de CO2 na produção de Cimento A Produção de Cimento gera 9% de toda a emissão de CO2 no Brasil. Luiz Henrique Ceotto
    40. 40. Degradação de fauna e flora <ul><li>Extinção de Animais </li></ul><ul><ul><li>Pesca </li></ul></ul><ul><ul><li>Caça </li></ul></ul><ul><ul><li>Destruição de </li></ul></ul><ul><ul><li>Habitat </li></ul></ul><ul><li>Desmatamento </li></ul><ul><ul><li>Agropecuária </li></ul></ul><ul><ul><li>Expansão </li></ul></ul><ul><ul><li>Urbana </li></ul></ul><ul><ul><li>Madeira </li></ul></ul>Por ano, são extintas pelo menos 15.000 espécies de seres vivos!
    41. 41. O Homem pode ser extinto, não a Terra Estamos entrando na sexta extinção em massa do planeta
    42. 42. Desmatamento da Amazônia A área desmatada na Amazônia entre 2003 e 2007 é maior do que todo o território de PORTUGAL 2050 Cenário: Desmatado 2,698,735 km 2 (~50%) Floresta 3,320,409 km 2 Não-floresta 1,497,685 km 2 500 km Soares-Filho, et al. 2006, Nature
    43. 43. Madeira Entre 60% e 80% da madeira consumida tem origem ilegal!
    44. 44. Madeira A Construção Civil consome 84%
    45. 45. Poluição <ul><li>Emissões de Gases Efeito Estufa - GEE </li></ul><ul><li>(Mudanças Climáticas) </li></ul><ul><li>Destruição camada de Ozônio </li></ul><ul><li>Extinção de eco-sistemas </li></ul><ul><li>Resíduos e Lixo </li></ul><ul><li>Transporte </li></ul><ul><li>Doenças </li></ul>
    46. 46. Solo Contaminado <ul><li>Atividades de usos e ocupação do solo, potencialmente poluentes: www.cetesb.sp.gov.br/Solo/solo/poluicao.asp </li></ul><ul><li>Relação de 2.272 Áreas Contaminadas (nov/07) </li></ul><ul><li>www.cetesb.sp.gov.br/Solo/areas_contaminadas/relacao_areas.asp </li></ul><ul><li>Guia para Avaliação do Potencial de Contaminação em Imóveis </li></ul><ul><ul><li>www.cetesb.sp.gov.br/Solo/relatorios/guia_final.zip </li></ul></ul><ul><ul><li>Levantar histórico de ocupação do imóvel em: </li></ul></ul><ul><ul><li>Prefeituras municipais; • Secretaria de Estado do Meio Ambiente e seus órgãos, em particular a •CETESB, o •DAEE e o •DPRN; •Agência Nacional </li></ul></ul><ul><ul><li>do Petróleo, •Cartórios de registro de imóveis, •Juntas Comerciais, • Mapas </li></ul></ul><ul><ul><li>e fotografias aéreas, •Entrevistas com vizinhos, dentre outras fontes... </li></ul></ul>a despoluição de um lençol freático leva mais de 300 anos geólogo Luiz Amore, consultor técnico da Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente
    47. 47. Doenças relacionadas a poluição <ul><li>Ar: asma, bronquite crônica, infecções nos pulmões, enfisema pulmonar, doenças do coração, cancro do pulmão </li></ul><ul><li>Lixo : cisticercose, cólera, disenteria, febre tifoide, filariose, giardíase, leishmaniose, leptospirose, peste bubônica, salmonelose, toxoplasmose, tracoma, triquinose e mais outras nove </li></ul>De cada 8 óbitos fetais tardios registrados por dia, 2 podem estar associados à poluição Dr. Luiz Alberto Pereira, do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Universidade de São Paulo (USP). Moradores de São Paulo tem uma expectativa de vida de 1,5 ano menor do que moradores de outras cidades
    48. 48. Ambiente Interno <ul><li>*Falta de Acessibilidade: Em 3.500 vistorias realizadas , a Secretaria Municipal de SP da Pessoa com Deficiência não encontrou nenhum local que obedeça a todas as normas brasileiras de acessibilidade. (Set.2008) </li></ul>*Péssima Qualidade do Ar Interior: Sick Building Syndrome São “doentes” os edifícios nos quais mais de 20% dos usuários apresentam sintomas , tais como: dor de cabeça, náuseas, cansaço, irritação dos olhos, nariz e garganta, falta de concentração, problemas de pele, dentre outros, causados por microorganismos decorrentes de falta de manutenção de ar condicionado ou por poluentes como monóxido de carbono, dióxido de carbono, amônia, óxido de enxofre e nitrogênio que são produzidos dentro do edifício por materiais de construção baseados em solventes orgânicos, por materiais de limpeza, mofo, bolor e metabolismo humano, além de deficiência de iluminação, ventilação e temperatura.
    49. 49. Resíduos e Lixo <ul><li>Resíduos Líquidos </li></ul><ul><ul><li>Poluição de Rios, </li></ul></ul><ul><ul><li>Oceanos, Solo e Sub-solo </li></ul></ul><ul><ul><li>Resíduos de Construção e Demolição – RCD </li></ul></ul><ul><li>A quantidade de entulho gerada por m2 de construção nova é de 49,58Kg e considerando-se reformas, o número chega à 150Kg. </li></ul><ul><li>Estim. da quant. de entulho produzido em constr. de edifícios - Andrade, Artemária; Souza, Ubiraci; Paliari, José; Agopyan, Vahan, 2001 </li></ul><ul><li>Na construção empresarial a intensidade da perda se situa entre 20 e 30% da massa total de materiais, dependendo do patamar tecnológico do executor. </li></ul><ul><li>Pinto, Tarcísio de Paula - Metodologia para a gestão diferenciada de resíduos sólidos da construção urbana. São Paulo, 1999 ( www.reciclagem.pcc.usp.br </li></ul><ul><ul><li>80% dos esgotos no pais não são tratados </li></ul></ul><ul><ul><li>Associação Brasileira de Entidades do Meio Ambiente (Abema) </li></ul></ul>
    50. 50. Filme: Pale Blue Dot Carl Sagan www.youtube.com/watch?v=EjpSa7umAd8&feature=related
    51. 51. Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>4-) Possíveis Soluções </li></ul><ul><li>5-) Considerações Finais </li></ul>
    52. 52. Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e Sistemas de Gestão 3.3.Fontes Alternativas </li></ul><ul><li>3.3.Materiais e Resíduos </li></ul><ul><li>3.4.Acessibilidade e Mobilidade </li></ul><ul><li>3.5.Responsabilidades </li></ul>
    53. 53. Custo x Benefício Socioambiental Custo de Implantação das Ações Benefícios Socioambientais Mais Sustentável BAIXO MÉDIO ALTO BAIXO MÉDIO ALTO
    54. 54. Aumento de Custos em Green Buildings
    55. 55. Custo de um edifício em 50 anos LCC- Life Cycle Costing Fonte: Luiz H. Ceotto – Tishman Speyer
    56. 56. Possibilidade de Interferências no Custo do Edifício Fonte: Luiz H. Ceotto – Tishman Speyer
    57. 57. Benefícios Green Buildings Fonte: The Costs and Financial Benefits of Green Buildings - Greg Kats, Capital E Custo de Construção: US$150-250/ft2
    58. 58. Crédito de Carbono <ul><li>Kyoto- metas de redução de emissão 5,2% de 6 gases efeito estufa para o 1º período, entre 2008 e 2012, tendo 1990 como ano base. </li></ul><ul><li>Mecanismos de Flexibilização (IC e CE apenas p/ paises do Anexo I) : </li></ul><ul><li>1-Implementação Conjunta de Projetos (IC) </li></ul><ul><li>2-Comércio de Emissões (CE) </li></ul><ul><li>(compra/venda do direito de emitir GEE, ou Créditos de Carbono) </li></ul><ul><ul><li>comércio de permissões (allowances), dentro do regime Cap and Trade </li></ul></ul><ul><ul><li>Projetos de Redução de Emissão - REs (project-based transactions) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Kyoto compliance </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Kyoto non-compliance (EUA/China/Índia/Japão/Coréia do Sul) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Negociados nas bolsas de commodities ambientais no Reino Unido, Dinamarca, Holanda, Alemanha, Chicago, entre outros e o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (BM&F) </li></ul></ul><ul><ul><li>Evolução recente dos preços: de 20 para 10 Euros após o início da crise. </li></ul></ul><ul><ul><li>3-Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) – Certificados de Emissões Reduzidas (CERs) emitidos por organizações credenciadas </li></ul></ul><ul><ul><li>É com este mecanismo que o Brasil pode participar neste mercado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Como comercializar créditos de Carbono – Antônio Carlos Porto Araujo - Ed. Trevisan </li></ul></ul>
    59. 59. Gráfico MDL
    60. 60. Índices & Investimentos Socialmente Responsáveis (SRI) <ul><li>GRI- Global Reporting Iniciative </li></ul><ul><li>Dow Jones Sustainability Index </li></ul><ul><li>FTSE4good Global, Londres </li></ul><ul><li>JSE – Johanesburgo - África do Sul </li></ul><ul><li>ISE/Bovespa - Índice de Sustentabilidade Empresarial </li></ul><ul><li>Ações das Empresas listadas são comparativamente mais valorizadas... </li></ul><ul><li>ISE-Mercado Imobiliário (Secovi e FGV-Ces) </li></ul><ul><li>Fundos de Investimento com Respons. Socioambiental </li></ul><ul><li>HSBC/Unibanco/Itaú/Real/Caixa/Principle for Responsible Investing (UNEP-FI) </li></ul>
    61. 61. Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e Sistemas de Gestão 3.3.Fontes Alternativas </li></ul><ul><li>3.3.Materiais e Resíduos </li></ul><ul><li>3.4.Acessibilidade e Mobilidade </li></ul><ul><li>3.5.Responsabilidades </li></ul>
    62. 62. Certificações nos paises AQUA SBAT LEED LIDERA VERDE ITACA BREEAM HQE ECO QUANTUM EKO PROFLE ECO EFFECT HK BEAM CASBEE KGBC EEWH GREEN STAR TERI GRIHA DGNB PROMISE
    63. 63. Certificações Se o objetivo for CERTIFICAR, pode ser que seja Sustentável. Se o Objetivo for SER SUSTENTÁVEL, será certificado por qualquer uma...
    64. 64. Sistemas de Gestão da Sustentabilidade <ul><li>ISO14001; - ISO 1431 - ISO 19011; </li></ul><ul><li>- OHSAS 18001; - Pacto Global (ONU) ; </li></ul><ul><li>EFQM; - Investors in People; - EMAS; </li></ul><ul><li>- SA8000; - AS/NZS 4581; - Charter Mark; </li></ul><ul><li>AA1000; Indicadores ETHOS Resp. Social; </li></ul><ul><li>Projeto Sigma; - The Natural Step. </li></ul>
    65. 65. The Natural Step (TNS ® ) <ul><li>www.naturalstep.org </li></ul><ul><li>www.willisharmanhouse.com.br </li></ul><ul><li>Método de planejamento para a sustentabilidade baseado na dinâmica de sistemas e em princípios científicos e socioeconômicos. Utiliza ciência básica, a metodologia ABCD e o backcasting (pós-visão). </li></ul>
    66. 66. Projeto Sigma <ul><li>Sustainability – Integrated Guidelines for Managment www.projectsigma.co.uk- ver.2003 </li></ul><ul><li>Visa construir a capacidade das empresas de alcançarem seus objetivos de negócios e institucionais tratando, de modo mais eficaz, os dilemas, ameaças e oportunidades nos campos econômico, social e ambiental. Suas diretrizes oferecem soluções flexiveis e viáveis que podem ser implementadas em uma ampla gama de setores, tipos de organizações e funções. É uma síntese de vários modelos de gestão da área de Responsabilidade Social e Ambiental e pode ser utilizado sozinho ou integrado à outras iniciativas. </li></ul>
    67. 67. Projeto Sigma – Princípios Gerais Princípios Gerais
    68. 68. Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e Sistemas de Gestão 3.3.Fontes Alternativas </li></ul><ul><li>3.3.Materiais e Resíduos </li></ul><ul><li>3.4.Acessibilidade e Mobilidade </li></ul><ul><li>3.5.Responsabilidades </li></ul>
    69. 69. Fontes Alternativas de Água em Edificações <ul><li>ÁGUAS NÃO POTÁVEIS: </li></ul><ul><li>Pluvial (NBR15.527/07) </li></ul><ul><li>Captação Direta em Mananciais </li></ul><ul><li> Reuso (Cinza/Negra) </li></ul><ul><li> Subterrânea </li></ul><ul><li>(Cuidado com a estabilidade do solo) </li></ul><ul><li>Não existe fiscalização da qualidade da água quando esta está no sistema predial. Existem riscos de contaminação, conexão cruzada e saúde na utilização de fontes alternativas. Necessidade de implantação de processos de avaliação técnica, realização de testes periódicos e qualificação dos responsáveis pela operação. Restrição e controle de acesso. </li></ul>
    70. 70. URA – Uso Racional da Água (oferta) Programa de Conservação de Água (+ demanda) <ul><li>Equipamentos: </li></ul><ul><ul><li>vasos sanitários 3 e 6L, chuveiros </li></ul></ul><ul><ul><li>mictórios waterless, aeradores, </li></ul></ul><ul><ul><li>reguladores de vazão, torneiras aut. </li></ul></ul><ul><li>Consumo consciente </li></ul><ul><li>Atenção à vazamentos </li></ul><ul><li>Hidrometria Individualizada </li></ul><ul><li>Projetos - Novos parâmetros de vazão e pressão </li></ul> (redução de 25%) Cuidados com equipamentos não normatizados. P. ex. vasos 4,5L
    71. 71. Energia <ul><li>Automação </li></ul><ul><li>Iluminação </li></ul><ul><li>Softwares de avaliação de eficiência energética </li></ul><ul><li>Elevadores com regeneração de energia </li></ul><ul><li>PROCEL Edifíca A-E (obrigatório em 5 anos) </li></ul><ul><li>Fontes Alternativas de Energia em Edificações </li></ul><ul><ul><li>Eólica (deve ser avaliado o potencial eólico do local) </li></ul></ul><ul><ul><li>Solar (evolução tecnológica favorecerá maior utilização) </li></ul></ul><ul><ul><li>Hidráulica (depende da existência de rios/córregos no local) </li></ul></ul><ul><ul><li>Geotérmica (ainda pouco explorada) </li></ul></ul><ul><ul><li>Biomassa (Sudeste) </li></ul></ul>
    72. 72. Redução do Consumo de Energia em Green Buildings LEED <ul><li>Simulador on line para melhorias em residências existentes: </li></ul><ul><li>www.energystar.gov/index.cfm?fuseaction=popuptool.atHome </li></ul>
    73. 73. Energia Solar A região do Brasil com a menor incidência de radiação solar, tem 43% mais radiação solar do que a região com maior incidência na Alemanha. Potência instalada na Alemanha = 4,0 GWt – 4,8 MWt/100.000 hab Potência instalada no Brasil = 1,6 GWt - 1,2 MWt/100.000 hab *
    74. 74. Torre Solar La Mancha Espanha US$ 1 milhão Máx. 60KW Área de coleta 4,4 hectares Veloc. do vento 150Km/h h=200m Ø=10m Vídeo: www.enviromission.com.au/irm/content/images/videos/SolarTower_Animation_Metric.wmv
    75. 75. Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e Sistemas de Gestão 3.3.Fontes Alternativas </li></ul><ul><li>3.3.Materiais e Resíduos </li></ul><ul><li>3.4.Acessibilidade e Mobilidade </li></ul><ul><li>3.5.Responsabilidades </li></ul>
    76. 76. Recomendações para escolha de Materiais <ul><li>1. Especificar sistemas em vez de materiais; </li></ul><ul><li>2. Especificar para uso mínimo de materiais; </li></ul><ul><li>3. Não selecionar produtos, mas ciclos de vida ; </li></ul><ul><li>4. Avaliar a energia incorporada dos materiais; </li></ul><ul><li>5. Especificar desempenho : avaliar o teor reciclado dos materiais e especificar produtos reutilizados, renováveis, recicláveis. </li></ul><ul><li>6. Avaliar a toxicidade potencial dos materiais e selecionar alternativas a materiais tóxicos/perigosos. </li></ul><ul><li>7. Sistematizar as informações para que possa revisá-lo sempre que a informação se modificar. </li></ul><ul><li>8.Especificar materiais produzidos o mais próximo possível da obra . </li></ul>
    77. 77. Cradle to Cradle <ul><li>William McDonough </li></ul><ul><li>Vídeo: www.ted.com/index.php/talks/william_mcdonough_on_cradle_to_cradle_design.html </li></ul>Exemplo: Carpete Interface www.interfacesustainability.com
    78. 78. Madeira <ul><li>Protocolo Estado/Município SP </li></ul><ul><li>DOF - Documento de Origem Florestal (IBAMA) </li></ul><ul><li>Licença obrigatória para o transporte e armazenamento de produtos e subprodutos florestais de origem nativa (toras, toretes, postes, escoramentos, palanques, dormentes, estacas, moirões, achas, lascas, pranchões, bloco, toras, lenha, madeira serrada, laminada e faqueada). </li></ul><ul><li>Madeira Certificada (www.FSC.org.br) </li></ul><ul><li>Exigência Caixa (Jul/2009) </li></ul><ul><li>Madeira: Uso Sustentável na </li></ul><ul><li>Construção Civil - www.ipt.br/areas/ctfloresta/lmpd/manual/ </li></ul><ul><li>C ADMADEIRA - comerciantes de produtos florestais </li></ul><ul><li>Guia Seja Legal - wwf.org.br/publicacao_madeira </li></ul>
    79. 79. Resíduos e Lixo <ul><li>Resíduos Líquidos </li></ul><ul><li>Reciclagem </li></ul><ul><li>Educação Ambiental </li></ul><ul><li>Destinação correta e em locais licenciados </li></ul><ul><li>Necessidade de infra-estrutura -> ECTs </li></ul><ul><li>(Estações de Classificação e Transbordo) </li></ul><ul><li>Resíduos de Construção e Demolição – RCD </li></ul>
    80. 80. Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e Sistemas de Gestão 3.3.Fontes Alternativas </li></ul><ul><li>3.3.Materiais e Resíduos </li></ul><ul><li>3.4.Acessibilidade e Mobilidade </li></ul><ul><li>3.5.Responsabilidades </li></ul>
    81. 81. Acessibilidade <ul><li>O Decreto Federal 5.296/2004, que regulamenta a Lei de Acessibilidade (10.098), determina que a concepção e a implantação dos projetos arquitetônicos e urbanísticos devem atender aos princípios do D esenho Universal , tendo como referências básicas as normas técnicas de acessibilidade da ABNT, a legislação específica e as regras contidas no Decreto </li></ul>
    82. 82. Fontes de Consultas <ul><li>ATENDIMENTO ADEQUADO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E RESTRIÇÃO DE MOBILIDADE </li></ul><ul><li>www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/transporte-e-mobilidade/arquivos/Brasil Acessivel - Caderno 1.pdf </li></ul><ul><li>CONSTRUINDO A CIDADE ACESSÍVEL </li></ul><ul><li>www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/transporte-e-mobilidade/arquivos/Brasil Acessivel - Caderno 2.pdf </li></ul><ul><li>IMPLEMENTAÇÃO DO DECRETO Nº 5.296/04 </li></ul><ul><li>www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/transporte-e-mobilidade/arquivos/Brasil Acessivel - Caderno 3.pdf </li></ul><ul><li>IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS MUNICIPAIS DE ACESSIBILIDADE </li></ul><ul><li>www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/transporte-e-mobilidade/arquivos/Brasil Acessivel - Caderno 4.pdf </li></ul><ul><li>IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSPORTES ACESSÍVEIS </li></ul><ul><li>www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/transporte-e-mobilidade/arquivos/Brasil Acessivel - Caderno 5.pdf </li></ul><ul><li>BOAS PRÁTICAS EM ACESSIBILIDADE </li></ul><ul><li>www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/transporte-e-mobilidade/arquivos/Brasil Acessivel - Caderno 6.pdf </li></ul><ul><li>SOFTWARE E MANUAL DE MOBILIDAE ACESSÍVEL NA CIDADE DE SÃO PAULO </li></ul><ul><li>http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/deficiencia_mobilidade_reduzida/programas/0004 </li></ul><ul><li>SISTEMA DE ACREDITAÇÃO EM ACESSIBILIDADE DA PREFEITURA DE SÃO PAULO </li></ul><ul><li>www.acessibilidade.prefeitura.sp.gov.br/sacre/ControleAcesso/paginaInicial.aspx </li></ul>
    83. 83. Mobilidade <ul><li> Meios de Transporte Alternativos </li></ul><ul><li>transporte coletivo, </li></ul><ul><li>carona, bi-combustíveis, </li></ul><ul><li>bio-combustíveis, bicicleta </li></ul><ul><li>Caminhar: www.walkscore.com </li></ul><ul><li>Google Maps </li></ul><ul><li>(Rotas a pé) </li></ul><ul><li>Desenvolvimento Urbano e Zoneamento </li></ul><ul><li>Transporte Insum os </li></ul>
    84. 84. Roteiro <ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>3.1.Aspectos Econômicos </li></ul><ul><li>3.2.Certificações e Sistemas de Gestão 3.3.Fontes Alternativas de Energia </li></ul><ul><li>3.3.Materiais </li></ul><ul><li>3.4.Acessibilidade e Mobilidade </li></ul><ul><li>3.5.Responsabilidades </li></ul>
    85. 85. Responsabilidade de todos <ul><li>Responsabilidade Pessoal </li></ul><ul><li>Responsabilidade Empresarial </li></ul><ul><li>Responsabilidade do Poder Público </li></ul><ul><li>Responsabilidade do </li></ul><ul><li>Mercado Imobiliário </li></ul>
    86. 86. Responsabilidade Pessoal <ul><li>Ética </li></ul><ul><li>Respeito e amor ao próximo e ao planeta </li></ul><ul><li>Consumo (Reduzir o Consumo, Reciclar, Usar Reciclados, Uso Eficiente dos Recursos Não Renováveis) </li></ul><ul><li>Locomoção (andar mais de bicicleta e a pé) </li></ul><ul><li>Doação (financeira + trabalho voluntário ) </li></ul><ul><li>“ Nunca deu, quem sempre deu do seu sem nunca dar de si” </li></ul><ul><li>Estilo de Vida </li></ul><ul><li>“ Ganhe muito, gaste pouco e doe generosamente” Viv Grigg </li></ul>Vídeo: “A História das Coisas” www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E
    87. 87. Pegada Ecológica – WWF www.wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica <ul><li>É a fração da biosfera produtiva exigida para manter o fluxo material na economia humana. Expresso em unidades de área necessárias para sustentar o estilo de vida corrente, ex.: hectares/pessoa. </li></ul>Calculadora de Pegada Ecológica WWF www.pegadaecologica.org.br Brasil=2,4 EUA=9,4 Congo=0,5
    88. 88. Responsabilidade Empresarial <ul><li>Combate à Corrupção </li></ul><ul><li>Gestão da Qualidade </li></ul><ul><li>Governança Corporativa </li></ul><ul><li>Responsabilidade </li></ul><ul><li>Sócio-ambiental </li></ul><ul><li>Colaboradores </li></ul><ul><li>Ética </li></ul><ul><li>Programa de Voluntariado </li></ul>
    89. 89. Resp. Poder Público (Principal Indutor) <ul><li>Disponibilizar de recursos para P&D </li></ul><ul><li>Utilizar seu Poder de Compra </li></ul><ul><li>Certificações Indutoras (Selo Azul Caixa) </li></ul><ul><li>Incentivos Fiscais/Tributários </li></ul><ul><li>Informação (população e empresários) </li></ul><ul><li>Etiquetagem equipamentos e edifícios (Procel) </li></ul><ul><li>Marcos Regulatórios com fundamentação técnica-econômica (Algumas vezes são equivocados) </li></ul><ul><li>Planejamento Urbano orientado para a sustentabilidade </li></ul><ul><li>Adequações e Novos Edifícios Públicos Verdes (Liderança) </li></ul><ul><li>Mecanismos de venda de energia excedente (prod. local) </li></ul>
    90. 90. Responsabilidade do Mercado Imobiliário <ul><li>Preservação patrimônio Histórico-Cultural </li></ul><ul><li>Impactos na vizinhança </li></ul><ul><li>(durante e pós obra) </li></ul><ul><li>Construção Sustentável </li></ul><ul><li>Imagem negativa do setor </li></ul><ul><li>Formalidade e Legalidade </li></ul><ul><li>Moradia Digna </li></ul><ul><li>Estética e qualidade visual </li></ul>
    91. 91. Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>4-) Possíveis Soluções </li></ul><ul><li>5-) Considerações Finais </li></ul>
    92. 92. Atividade em Grupo <ul><li>Que ações e atitudes práticas você pode tomar com relação a sustentabilidade, dentro da sua área de atuação profissional? </li></ul><ul><li>Incorporação Imobiliária </li></ul><ul><li>Desenvolvimento Urbano/Loteamentos </li></ul><ul><li>Poder Público </li></ul><ul><li>Imobiliária </li></ul><ul><li>Marketing </li></ul><ul><li>Condomínio/Administradora </li></ul><ul><li>Arquitetura </li></ul><ul><li>Construtora </li></ul>
    93. 93. Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Por empresas e profissionais do Mercado Imobiliário: </li></ul><ul><li>Implantação de programas de voluntariado </li></ul><ul><li>Implantação de programas de gestão de qualidade </li></ul><ul><li>Combate a todos os tipos de corrupção </li></ul><ul><li>Apoio/parceria/patrocínio a ONGs ligadas as áreas sócio-ambiental-cultural </li></ul><ul><li>Atuar dentro da formalidade e legalidade </li></ul><ul><li>Agir com ética, responsabilidade e solidariedade perante colaboradores, parceiros, clientes, fornecedores, meio ambiente e comunidade. </li></ul>
    94. 94. Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Na concepção de empreendimentos: </li></ul><ul><li>-elaboração de Estudo de Viabilidade Ambiental </li></ul><ul><li>-recuperação e preservação do patrimônio histórico </li></ul><ul><li>-desenvolvimento e/ou apoio a iniciativas culturais </li></ul><ul><li>-recuperação de meio ambientes degradados </li></ul><ul><li>-preservação de fauna e flora existentes e reflorestamento </li></ul><ul><li>-implantação arquitetônica orientada para privilegiar a iluminação e ventilação natural, considerando o clima regional, reduzir movimentação de terra, aproveitando a declividade do terreno, criar permeabilidade no terreno, etc.. </li></ul><ul><li>-qualidade do ambiente interno do edifício </li></ul><ul><li>-utilização de fontes de energia renováveis. </li></ul>
    95. 95. Energia Eólica Lighthouse Tower Dubai – Emirados Árabes
    96. 96. Energia Eólica
    97. 97. Energia Eólica World Trade Center - Bahrein
    98. 98. Energia Solar A utilização de energia Solar pode ser de 3 formas: -Direta (jardins, muro Trombe, aquecimento de ambientes) -Painéis Coletores Solares (aquecimento por passagem da água) -Painéis Fotovoltaicos (células de silício produzem eletricidade) Centro Comercial Gennevilliers Paris, França Edifício com maior área de paineis fotovoltáicos do Mundo
    99. 99. Energia Eólica+Solar Pearl River Tower Guangzhou, China O Edifício energeticamente mais eficiente do mundo.
    100. 100. Biomimetismo em Edificações East Gate Center, Harare, Zimbabwe, Arq. Mick Pearce
    101. 101. Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Nos projetos: </li></ul><ul><li>-aplicação do desenho universal (acessibilidade) </li></ul><ul><li>-Plano de Conservação de Água </li></ul><ul><li>-Plano de Gestão de Energia, Iluminação e Emissões </li></ul><ul><li>-especificação de materiais em conformidade com as normas técnicas, que causem o menor impacto possível no seu ciclo de vida e produção, que tenham eficiência no uso, que não emitam compostos orgânicos voláteis (VOC), que não contenham amianto, sejam produzidos próximos ao local da obra, recicláveis e reutilizáveis, de fácil manutenção, de fontes renováveis, moduláveis, etc... </li></ul><ul><li>-utilização de sistemas de automação predial e equipamentos com alta eficiência energética </li></ul><ul><li>-implantação de tetos verdes (Green Roof) </li></ul>
    102. 102. California Academy of Science
    103. 103. Green Building Sky Village - Copenhagen
    104. 104. Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Na construção: </li></ul><ul><li>-utilização de madeira certificada ou de reflorestamento </li></ul><ul><li>-utilização de areia e brita de empresas licenciadas e aderentes ao protocolo SMA/SP x Setor Minerário </li></ul><ul><li>-gerenciamento de desperdício, reciclagem e destinação de resíduos </li></ul><ul><li>-implantação de programas de saúde, alfabetização e qualificação de funcionários nos canteiros de obra. </li></ul><ul><li>-impedir qualquer tipo de trabalho infantil dentro de toda cadeia de produção </li></ul><ul><li>-busca constante por novas tecnologias visando ganhos sócio-ambientais alinhados com os benefícios econômicos. </li></ul><ul><li>-comunicação, parcerias, e relacionamento com as comunidades do entorno </li></ul>
    105. 105. Integração com ONGs locais
    106. 106. Exemplos de Ações Sustentáveis <ul><li>Em condomínios existentes: </li></ul><ul><li>Aplicação de ações de economia de água/energia e reciclagem de lixo e óleos </li></ul><ul><li>Implantação de parcerias com as comunidades do entorno </li></ul><ul><li>Instalação de hidrometria individualizada e sistemas de automação </li></ul><ul><li>Educação Ambiental aos condôminos </li></ul><ul><li>Utilização de lâmpadas fluorescentes e produtos de limpeza biodegradáveis </li></ul><ul><li>Implantação de fontes alternativas de água e energia, quando viável. </li></ul>
    107. 107. Muros Altos ou Integração?
    108. 108. CIDADES <ul><li>* Pela 1ª vez na História, a partir de 2008, existem mais habitantes nas cidades do que no campo (1) e em 20 anos as cidades dos paises em desenvolvimento concentrarão 80% da população urbana, onde inclusive estarão localizadas a maioria das 25 mega-cidades do Planeta. </li></ul><ul><li>* Cidades Sustentáveis: devem ser compactas e densas. </li></ul><ul><li>* As 15 Cidades mais Sustentáveis do Mundo: </li></ul><ul><li>1-Reykjavik, Islândia; 2-Portland, U.S.; 3-Curitiba, Brasil; 4-Malmö, Suécia; </li></ul><ul><li>5-Vancouver, Canada; 6-Copenhage, Dinamarca; 7-Londres, Inglaterra; </li></ul><ul><li>8-São Francisco, U.S.; 9-Bahía de Caráquez, Ecuador; 10-Sydney, Australia; 11-Barcelona, Espanha; 12-Bogotá, Colombia; 13-Bangkok, Thailand; </li></ul><ul><li>14-Kampala, Uganda; 15-Austin, U.S. Fonte: www.grist.org/article/cities3 </li></ul>
    109. 109. “Bogotá Como Vamos?” <ul><li>Programa que uniu ONGs e Empresários para cobrar ações de governo durante 5 gestões sucessivas. </li></ul><ul><li>Construção de 300 Km de ciclovias </li></ul><ul><li>Aumento de 900% na circulação de bicicletas </li></ul><ul><li>350.000 pessoas vão de bicicleta diariamente ao trabalho </li></ul>Vídeo: Enrique Peñalosa http://download.autodesk.com/us/green/e2_bogotabuild_209/e2_bogotabuild_209.html
    110. 110. “Bogotá Como Vamos?” Políticas públicas de priorização e respeito ao pedestre
    111. 111. “Bogotá Como Vamos?” Implantação de passeios e ciclovias protegidas dos automóveis
    112. 112. “Bogotá Como Vamos?”
    113. 113. [email_address] <ul><li>Vídeo: http://www.22barcelona.com/content/view/194/609/ </li></ul>Revitalização de 115 quadras. 4.000.000 m2 4.000 habitações sociais 75.000 m2 de Áreas Verdes
    114. 114. Masdar City – Abu Dhabi, Emirados Árabes
    115. 115. Dongtang Eco City, Shanghai, China www.youtube.com/watch?v=I-nCBFeTcMk (40s)
    116. 116. Roteiro <ul><li>1-) Introdução </li></ul><ul><li>2-) Temos um Problema.... </li></ul><ul><li>3-) Algumas Alternativas </li></ul><ul><li>4-) Possíveis Soluções </li></ul><ul><li>5-) Considerações Finais </li></ul>
    117. 117. Sustentabilidade será pré-requisito <ul><li>Os jovens demandarão pela sustentabilidade, não como diferencial, mas como pré-requisito. </li></ul><ul><li>Existe uma certa revolta pela acomodação das gerações mais velhas. Desabafo de uma paulistana de 15 anos: “Em dez anos, a gente vai estar sobrevivendo nessa droga de mundo que estragaram para a gente”. </li></ul><ul><li>“ Na questão do meio ambiente, esta é uma geração (idade média pesquisada de 21 anos) que carrega uma carga de informações muito pesada. Escutam desde pequenos que eles são responsáveis pelo planeta e que eles têm que fazer alguma coisa.” </li></ul><ul><ul><ul><li>Dossiê Universo Jovem 4 (2008), MTV </li></ul></ul></ul>
    118. 118. Echo Boomers População 2025 Nascidos entre 1980 e 2000 Gen-Y
    119. 119. Espiritualidade Corporativa <ul><li>Existe, quando valores e compromisos sustentáveis emanam de todos colaboradores e acionistas da empresa. </li></ul><ul><li>Por ex., se pudéssemos perguntar à cada um deles: </li></ul><ul><li>Como é que tratam a sociedade e o planeta? , </li></ul><ul><li>em resposta certamente ouviríamos: </li></ul><ul><li>Com o mesmo amor, respeito e cuidado que </li></ul><ul><li>nós mesmos gostamos de ser tratados! </li></ul>
    120. 120. Secovi - Sustentabilidade <ul><li>ISE-MI (Secovi/FGV-Ces) </li></ul><ul><li>Consumo em Condomínios Existentes </li></ul><ul><li>Guia de Materiais Sustentáveis (ASBEA / FGV-CES) </li></ul><ul><li>Protocolos Ambientais (entregar cópias) </li></ul><ul><li>Manuais Condomínios (Coleta Seletiva/Água/Gás/Energia) </li></ul><ul><li>Manuais (projetos, incorporação, loteamentos, imobiliárias) </li></ul><ul><li>Responsabilidade Social (Ampliar/outras ações) </li></ul><ul><li>Acessibilidade (emissão de Certificados no Estado) </li></ul><ul><li>Patrimônio Histórico/Cultural </li></ul><ul><li>Cursos Universidade Secovi </li></ul><ul><li>CBIC/CII – Campanha Moradia Digna (abaixo assinado) </li></ul><ul><li> www.moradia.org.br </li></ul>
    121. 121. <ul><li>Ainda é uma novidade e um nicho de mercado e consequentemente, a grande oportunidade deste século. </li></ul><ul><li>Por exemplo: Troca de verba de MKT por custos de ações que geram interesse por mídia espontânea Haverá muito mais sustentabilidade nas próximas gerações. </li></ul><ul><li>Desafio Comum à toda Humanidade. </li></ul>Façamos cada um a nossa parte, pessoal e profissionalmente! A união planetária é a exigência racional mínima de um mundo encolhido e interdependente. Tal união pede a consciência e um sentimento de pertencimento mútuo que nos una à nossa Terra, considerada como primeira e última pátria. (Edgard Morin) <ul><li>A tomada de consciência e o AMOR ao próximo e a Natureza nos motivarão à ações concretas e o 1º passo é sabermos que precisamos fazer algo, portanto: </li></ul>
    122. 122. Obrigado! www.hamiltonleite.com.br - hl@hamiltonleite.com.br Se alguém ainda duvida que o clima está mudando!

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