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Trabalho de psicologia escolar ifrn

Trabalho interdisciplinar que envolveu pesquisa de campo no Instituto Federal do Rio Grande do Norte.

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UNIVERSIDADE POTIGUAR – UnP

                Laureate International Universities

                Pró-reitoria de Graduação Superior

                    Bacharelado em Psicologia




                    TRABALHO DISCIPLINAR:



Psicologia, Pedagogia e Psicopedagogia – discussão do saber e suas
                             práticas




                            Natal/RN

                          Agosto, 2010.
UNIVERSIDADE POTIGUAR – UnP

                Laureate International Universities

                Pró-reitoria de Graduação Superior

                    Bacharelado em Psicologia

                 DANIEL PINHEIRO, HALINE DIAS

                LADY MILLIANE E THAÍS MORAIS




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                                        Trabalho disciplinar de graduação, sobre:
                                        Psicologia, Pedagogia e Psicopedagogia –
                                        discussão do saber e suas práticas, entregue à
                                        disciplina de Psicologia e Educação, ministrada
                                        pela Professora Edilaine Lins Golveia,
                                        desenvolvido pelos alunos da turma de
                                        Psicologia 4MA, da Universidade Potiguar -
                                        UnP.




                            Natal/RN

                          Agosto, 2010.
Sumário

1. Fundamentação teórica ...................................................................................................................01

2. Metodologia ....................................................................................................................................03

    2.1 Participantes ............................................................................................................................03

    2.2 Procedimentos .........................................................................................................................03

    2.3 Resultados................................................................................................................................03

3. Discussão ........................................................................................................................................09

4. Conclusão .......................................................................................................................................11

5. Referências .....................................................................................................................................12

6.Anexos .............................................................................................................................................13
1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

       A Pedagogia analisa e intervém nos aspectos que dificultam ou eventualmente
favorecem a aprendizagem de conteúdos escolares, tanto em termos gerais (como
estudar, como se organizar para as tarefas escolares, ler, escrever, como raciocinar, etc.)
como em termos específicos (alfabetização, matemática, linguagem, etc.) – tanto em
uma perspectiva individual (ou clínica) como coletiva (ou institucional).
       Nas escolas e universidades, o pedagogo (neste caso identificado também com o
professor) começa a assumir um novo perfil. A tecnologia não permite que se sustente
mais o mestre-transmissor de conteúdos - isso pode ser feito, a partir de agora, por
softwares interativos mais completos, abrangentes e dinâmicos, mas cabe ao novo
professor, atuar de uma forma muito mais importante, como uma espécie de arquiteto
cognitivo, projetando os caminhos que os estudantes deverão percorrer na grande rede
hipertextual, que é o currículo hoje. Além disso, ele precisa ser um dinamizador de
grupos, responsável não mais por formar alunos isoladamente, mas por constituir
comunidades de aprendizagem capazes de desenvolver projetos em conjunto, se
comunicar e aprender colaborativamente.
        O Psicólogo é um profissional com conhecimentos psicológicos e capacidade de
utilizá-los em diferentes contextos que demandam análise, avaliação, prevenção e
intervenção em processos psicológicos e psicossociais, e na promoção da qualidade de
vida.
        A Psicologia Escolar, enquanto área profissional específica vinha se
caracterizando pela psicologização das questões educacionais, originando práticas
individualistas e ajustatórias com ênfase nos processos de aprendizagem e nos
procedimentos remediativos.
        Os psicólogos escolares segundo Kupfer (1997), procurando construir um
referencial crítico, passaram a reorientar sua prática, adotando o discurso como
pressuposto básico. Propuseram a criação de um espaço em que não fosse ouvida apenas
a criança, mas seus professores e pais, com o objetivo de pensar a realidade da escola
como um processo de construção coletiva. Assim sendo, as soluções não são buscadas a
partir de um enfoque individual: é o contexto escolar e suas práticas que constituem o
objeto da análise.
        Em virtude de uma formação deficitária, os psicólogos têm contribuído para a
produção do fracasso escolar, na medida em que utilizam como referencial teorias sobre
o desenvolvimento da criança descoladas da realidade social na qual esse
desenvolvimento toma sentido, ou melhor, na qual, de nossa perspectiva, ele se
construiu. “Temos contribuído para que a educação escolar apareça como a grande
redentora de nossos problemas sociais, deixando definitivamente ocultados os
determinantes econômicos e os interesses políticos desses problemas” (BOCK, 2000, p.
31).
                 A didática reinante ainda considera o professor como o único detentor do saber, em
                 sala de aula. O aluno deve manter-se horas a fio, calado e atento. O professor vai-se
                 habituando a trabalhar com os “limites do não pode”, ao invés de privilegiar os
                 “limites da possibilidade”, não levando em conta que o objetivo do trabalho
                 pedagógico se efetua do aluno enquanto aluno, isto é, o trabalho pedagógico se
                 efetua para fazer com que a figura do estudante desapareça (CHAUI apud
                 BOARINI, 1998, p. 14).

        A Psicopedagogia está registrada no “Novo Dicionário Aurélio da Língua
Portuguesa”, como “aplicação da psicologia experimental à Pedagogia”. A
Psicopedagogia teve seu início no século XIX. na Europa (França) com os autores
Françoise Dolto, Julian Ajuriaguerra, Pichon-Riviére, Pierre Vayer, Louise Picg e
outros, realizando estudos para resolver problemas de fracasso escolar articulando-os
com a Medicina, Psicologia, Psicanálise e Pedagogia. O problema do fracasso escolar
estava associado a problemas de conduta e comportamento, desenvolvimento cognitivo,
afetivo, emocional, orgânico e motor.
       Quanto ao seu conceito, a Psicopedagogia poderia ser definida como um campo
do saber que tem como objeto o ser em processo de construção do conhecimento (ser
cognoscente) e como objetivo trabalhar para a construção da autonomia desse sujeito,
afastando os obstáculos que se opõem a essa construção. “Está comprometida com a
melhoria das condições de aprendizagem, revelando sempre as condições pessoais de
quem adquire o conhecimento” (Código de Ética - capítulo 1 – art.1º). De acordo com
Neves (1991) a Psicopedagogia estuda o ato de aprender e ensinar, levando em
consideração as realidades internas e externas da aprendizagem e, mais, procurando
estudar a construção do conhecimento em toda sua complexidade, procurando colocar
em pé de igualdade os aspectos cognitivos, afetivos e sociais que lhe são implícitos. Já
para Golbert (1985, p.?),

                 O objeto de estudo da Psicopedagia deve ser entendido a partir de dois enfoques: o
                 preventivo e o terapêutico. O enfoque preventivo considera o objeto de estudo da
                 Psicopedagogia o ser humano em desenvolvimento enquanto educável. Seu objeto
                 de estudo é a pessoa ser educada, seus processos de desenvolvimento e as alterações
                 de tais processos. Focaliza as possibilidades do aprender, num sentido amplo. Não
                 se restringe a uma agência como escola, mas ir também à família e à sua
                 comunidade. Poderá esclarecer, de forma mais ou menos sistemática, a professores,
                 pais e administradores sobre as características das diferentes etapas do
                 desenvolvimento, sobre progresso nos processos de aprendizagem, sobre as
                 condições psicodinâmicas da aprendizagem, sobre as condições determinantes de
                 dificuldades da aprendizagem. O enfoque terapêutico considera o objeto de estudo
                 da Psicopedagogia a identificação, a análise, a elaboração de uma metodologia de
                 diagnóstico e tratamento das dificuldades de aprendizado.

.
2. METODOLOGIA

2.1 Participantes
       Participaram do presente estudo 10 (dez) sujeitos do curso de Educação Física
da Instituição de Ensino Superior (IES), Universidade Potiguar (UnP), do estado do Rio
Grande do Norte. A idade foi entre 21 e 35 anos (média aproximada de 24,9), sendo
que, quanto ao gênero, 40% eram do sexo feminino (F=04) e 60% do sexo masculino
(M=06), onde todos os participantes estudavam no turno noturno.

2.2 Procedimento
       Para o desenvolvimento do presente estudo foi elaborado um questionário,
contendo 04(quatro) questões com respostas abertas/livres. As questões abordavam
sobre as áreas de atuação do psicólogo, pedagogo e psicopedagogo. Após a devida
autorização para a realização da pesquisa, o questionário foi aplicado coletivamente em
sala de aula no curso de Educação Física, 8º período. Em seguida, os dados foram
organizados, tabulados e lançados em gráficos para análise e elaboração dos resultados.


2.3 Resultados
       As questões foram escritas tendo em vista quatro áreas de conhecimento, a
saber: diferença entre a atuação do psicólogo e do pedagogo (1); atuação do psicólogo
(2); atuação do pedagogo (3); atuação do psicopedagogo (4). Em seguida,
apresentaremos os gráficos e tabelas para melhor compreensão do estudo em campo.

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Trabalho de psicologia escolar ifrn

  • 1. UNIVERSIDADE POTIGUAR – UnP Laureate International Universities Pró-reitoria de Graduação Superior Bacharelado em Psicologia TRABALHO DISCIPLINAR: Psicologia, Pedagogia e Psicopedagogia – discussão do saber e suas práticas Natal/RN Agosto, 2010.
  • 2. UNIVERSIDADE POTIGUAR – UnP Laureate International Universities Pró-reitoria de Graduação Superior Bacharelado em Psicologia DANIEL PINHEIRO, HALINE DIAS LADY MILLIANE E THAÍS MORAIS TRABALHO DISCIPLINAR: Psicologia, Pedagogia e Psicopedagogia – discussão do saber e suas práticas Trabalho disciplinar de graduação, sobre: Psicologia, Pedagogia e Psicopedagogia – discussão do saber e suas práticas, entregue à disciplina de Psicologia e Educação, ministrada pela Professora Edilaine Lins Golveia, desenvolvido pelos alunos da turma de Psicologia 4MA, da Universidade Potiguar - UnP. Natal/RN Agosto, 2010.
  • 3. Sumário 1. Fundamentação teórica ...................................................................................................................01 2. Metodologia ....................................................................................................................................03 2.1 Participantes ............................................................................................................................03 2.2 Procedimentos .........................................................................................................................03 2.3 Resultados................................................................................................................................03 3. Discussão ........................................................................................................................................09 4. Conclusão .......................................................................................................................................11 5. Referências .....................................................................................................................................12 6.Anexos .............................................................................................................................................13
  • 4. 1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A Pedagogia analisa e intervém nos aspectos que dificultam ou eventualmente favorecem a aprendizagem de conteúdos escolares, tanto em termos gerais (como estudar, como se organizar para as tarefas escolares, ler, escrever, como raciocinar, etc.) como em termos específicos (alfabetização, matemática, linguagem, etc.) – tanto em uma perspectiva individual (ou clínica) como coletiva (ou institucional). Nas escolas e universidades, o pedagogo (neste caso identificado também com o professor) começa a assumir um novo perfil. A tecnologia não permite que se sustente mais o mestre-transmissor de conteúdos - isso pode ser feito, a partir de agora, por softwares interativos mais completos, abrangentes e dinâmicos, mas cabe ao novo professor, atuar de uma forma muito mais importante, como uma espécie de arquiteto cognitivo, projetando os caminhos que os estudantes deverão percorrer na grande rede hipertextual, que é o currículo hoje. Além disso, ele precisa ser um dinamizador de grupos, responsável não mais por formar alunos isoladamente, mas por constituir comunidades de aprendizagem capazes de desenvolver projetos em conjunto, se comunicar e aprender colaborativamente. O Psicólogo é um profissional com conhecimentos psicológicos e capacidade de utilizá-los em diferentes contextos que demandam análise, avaliação, prevenção e intervenção em processos psicológicos e psicossociais, e na promoção da qualidade de vida. A Psicologia Escolar, enquanto área profissional específica vinha se caracterizando pela psicologização das questões educacionais, originando práticas individualistas e ajustatórias com ênfase nos processos de aprendizagem e nos procedimentos remediativos. Os psicólogos escolares segundo Kupfer (1997), procurando construir um referencial crítico, passaram a reorientar sua prática, adotando o discurso como pressuposto básico. Propuseram a criação de um espaço em que não fosse ouvida apenas a criança, mas seus professores e pais, com o objetivo de pensar a realidade da escola como um processo de construção coletiva. Assim sendo, as soluções não são buscadas a partir de um enfoque individual: é o contexto escolar e suas práticas que constituem o objeto da análise. Em virtude de uma formação deficitária, os psicólogos têm contribuído para a produção do fracasso escolar, na medida em que utilizam como referencial teorias sobre o desenvolvimento da criança descoladas da realidade social na qual esse desenvolvimento toma sentido, ou melhor, na qual, de nossa perspectiva, ele se construiu. “Temos contribuído para que a educação escolar apareça como a grande redentora de nossos problemas sociais, deixando definitivamente ocultados os
  • 5. determinantes econômicos e os interesses políticos desses problemas” (BOCK, 2000, p. 31). A didática reinante ainda considera o professor como o único detentor do saber, em sala de aula. O aluno deve manter-se horas a fio, calado e atento. O professor vai-se habituando a trabalhar com os “limites do não pode”, ao invés de privilegiar os “limites da possibilidade”, não levando em conta que o objetivo do trabalho pedagógico se efetua do aluno enquanto aluno, isto é, o trabalho pedagógico se efetua para fazer com que a figura do estudante desapareça (CHAUI apud BOARINI, 1998, p. 14). A Psicopedagogia está registrada no “Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa”, como “aplicação da psicologia experimental à Pedagogia”. A Psicopedagogia teve seu início no século XIX. na Europa (França) com os autores Françoise Dolto, Julian Ajuriaguerra, Pichon-Riviére, Pierre Vayer, Louise Picg e outros, realizando estudos para resolver problemas de fracasso escolar articulando-os com a Medicina, Psicologia, Psicanálise e Pedagogia. O problema do fracasso escolar estava associado a problemas de conduta e comportamento, desenvolvimento cognitivo, afetivo, emocional, orgânico e motor. Quanto ao seu conceito, a Psicopedagogia poderia ser definida como um campo do saber que tem como objeto o ser em processo de construção do conhecimento (ser cognoscente) e como objetivo trabalhar para a construção da autonomia desse sujeito, afastando os obstáculos que se opõem a essa construção. “Está comprometida com a melhoria das condições de aprendizagem, revelando sempre as condições pessoais de quem adquire o conhecimento” (Código de Ética - capítulo 1 – art.1º). De acordo com Neves (1991) a Psicopedagogia estuda o ato de aprender e ensinar, levando em consideração as realidades internas e externas da aprendizagem e, mais, procurando estudar a construção do conhecimento em toda sua complexidade, procurando colocar em pé de igualdade os aspectos cognitivos, afetivos e sociais que lhe são implícitos. Já para Golbert (1985, p.?), O objeto de estudo da Psicopedagia deve ser entendido a partir de dois enfoques: o preventivo e o terapêutico. O enfoque preventivo considera o objeto de estudo da Psicopedagogia o ser humano em desenvolvimento enquanto educável. Seu objeto de estudo é a pessoa ser educada, seus processos de desenvolvimento e as alterações de tais processos. Focaliza as possibilidades do aprender, num sentido amplo. Não se restringe a uma agência como escola, mas ir também à família e à sua comunidade. Poderá esclarecer, de forma mais ou menos sistemática, a professores, pais e administradores sobre as características das diferentes etapas do desenvolvimento, sobre progresso nos processos de aprendizagem, sobre as condições psicodinâmicas da aprendizagem, sobre as condições determinantes de dificuldades da aprendizagem. O enfoque terapêutico considera o objeto de estudo da Psicopedagogia a identificação, a análise, a elaboração de uma metodologia de diagnóstico e tratamento das dificuldades de aprendizado. .
  • 6. 2. METODOLOGIA 2.1 Participantes Participaram do presente estudo 10 (dez) sujeitos do curso de Educação Física da Instituição de Ensino Superior (IES), Universidade Potiguar (UnP), do estado do Rio Grande do Norte. A idade foi entre 21 e 35 anos (média aproximada de 24,9), sendo que, quanto ao gênero, 40% eram do sexo feminino (F=04) e 60% do sexo masculino (M=06), onde todos os participantes estudavam no turno noturno. 2.2 Procedimento Para o desenvolvimento do presente estudo foi elaborado um questionário, contendo 04(quatro) questões com respostas abertas/livres. As questões abordavam sobre as áreas de atuação do psicólogo, pedagogo e psicopedagogo. Após a devida autorização para a realização da pesquisa, o questionário foi aplicado coletivamente em sala de aula no curso de Educação Física, 8º período. Em seguida, os dados foram organizados, tabulados e lançados em gráficos para análise e elaboração dos resultados. 2.3 Resultados As questões foram escritas tendo em vista quatro áreas de conhecimento, a saber: diferença entre a atuação do psicólogo e do pedagogo (1); atuação do psicólogo (2); atuação do pedagogo (3); atuação do psicopedagogo (4). Em seguida, apresentaremos os gráficos e tabelas para melhor compreensão do estudo em campo.
  • 7. Universidade Potiguar – Estudantes graduandos Educação Física (8º período) AGOSTO - 2010 Gênero Entrevistados Masculino 6 Feminino 4 Total 10 FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Amostra realizada na sala de aula Universidade Potiguar – Estudantes graduandos Educação Física (8º período) AGOSTO - 2010 4 idade média (27 anos) 6 idade média Masculino (23 anos) Feminino FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Amostra realizada na sala de aula
  • 8. 1ª PERGUNTA Universidade Potiguar – A diferença entre Psicólogo e Pedagogo Educação Física (8º período) AGOSTO - 2010 Na sua formação discutiu-se a diferença entre Quantidade Psicólogo e Pedagogo? (%) Sim - Não 100% Total 100% FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Amostra realizada na sala de aula Na sua formação discutiu-se a diferença entre Psicólogo e Pedagogo? 100% Sim Não FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Universidade Potiguar - Educação Física (8º período) AGOSTO - 2010
  • 9. 2ª PERGUNTA Universidade Potiguar – O fazer do Psicólogo Educação Física (8º período) AGOSTO – 2010 Em sua opinião, o que faz o Psicólogo? Quantidade (%) Estuda pessoas com problemas emocionais e resolução de problemas 40% Estuda o comportamento humano 30% Estuda o ser humano, realiza acompanhamentos e orientações 20% Discutem e/ou ouvem seus pacientes 10% Total 100% FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Amostra realizada na sala de aula Em sua opinião, o que faz o Psicólogo? Estuda pessoas com problemas 10% emocionais e resolução de problemas 20% Estuda o comportamento 40% humano Estuda o ser humano, realiza 30% acompanhamentos e orientações Discutem e/ou ouvem seus pacientes FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Universidade Potiguar - Educação Física (8º período) AGOSTO - 2010
  • 10. 3ª PERGUNTA Universidade Potiguar – O fazer do Pedagogo Educação Física (8º período) AGOSTO – 2010 Em sua opinião, o que faz o Pedagogo? Quantidade (%) Responsável por educar e ensinar 60% Acompanhamento escolar e orientação de carreira profissional 20% Coordena o espaço escolar e as pessoas 10% Estuda Pedagogia 10% Total 100% FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Amostra realizada na sala de aula Em sua opinião, o que faz o Pedagogo? Responsável por educar e ensinar 10% 10% Acompanhamento escolar e orientação de carreira 20% 60% profissional Coordena o espaço escolar e as pessoas Estuda Pedagogia FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Universidade Potiguar - Educação Física (8º período) AGOSTO - 2010
  • 11. 4ª PERGUNTA Universidade Potiguar – O fazer do Psicopedagogo Educação Física (8º período) AGOSTO – 2010 Em sua opinião, o que faz o Psicopedagogo? Quantidade (%) Atua na educação e no comportamento 40% Acompanha alunos com dificuldades de aprendizagem 20% Não sabe 20% Estuda os problemas no ambiente do aprendizado 10% Trata problemas e/ou distúrbios dos alunos 10% Total 100% FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Amostra realizada na sala de aula Em sua opinião, o que faz o Psicopedagogo? Atua na educação e no 10% comportamento 10% Acompanha alunos com 40% dificuldades de aprendizagem 20% Não sabe 20% Estuda os problemas no ambiente do aprendizado Trata problemas e/ou distúrbios dos alunos FONTE: Alunos de Psicologia (4MA) NOTA: Universidade Potiguar - Educação Física (8º período) AGOSTO - 2010
  • 12. 3. DISCUSSÃO De acordo com a apresentação das respostas dos alunos em pesquisa, notamos que, os mesmos, não recebem em sua formação conhecimento científico a respeito do saber e as práticas dos psicólogos, pedagogos e psicopedagogos. Desta forma, supomos que tais respostas direcionadas por eles são embasadas no senso comum, suas experiências de vida e sua forma de entender o meio em que vive. Quanto a atuação do psicólogo, como podemos ver no gráfico 2 (dois), a maioria dos estudantes (40%) respondeu que a mesma equivale ao estudo de pessoas com problemas emocionais e quanto a resolução destes. Fazendo um paralelo com a fundamentação teórica, percebemos que o papel do psicólogo vai além de tais respostas, já que, o profissional dispõe do conhecimento científico específico, tendo, portanto, uma importância psicossocial abrangente, atuando também na prevenção e intervenção em processos psicológicos para a promoção da qualidade de vida, e que envolve diversas áreas, tais como educacional, esportiva, jurídica, entre outras. O pedagogo, na visão de grande parte dos estudantes (60%), é responsável por educar e ensinar. No entanto, cabe ao professor, atuar de uma forma muito mais importante, como uma espécie de arquiteto cognitivo, ou seja, projetando os caminhos que os estudantes deverão percorrer ao longo da vida, seja nos campos profissional ou pessoal. Além disso, ele precisa ser um dinamizador de grupos, formando alunos capazes de constituir-se em comunidades de aprendizagem a fim de desenvolver projetos em conjunto, possibilitando uma boa comunicação para o aprendizado de uma forma colaborativa. Pensando na associação dos dois saberes (psicológico e pedagógico), os estudantes relataram que o psicopedagogo atua na educação e no comportamento (40%), acompanha alunos com dificuldades de aprendizagem (20%), além de estudar as problemáticas existentes no ambiente do aprendizado (10%) e tratar problemas e/ou distúrbios dos alunos (10%). Tais respostas, pelo que podemos perceber, se assemelham ao estudo científico mesmo sendo do senso comum. Sob a perspectiva de Neves (1991), a Psicopedagogia estuda o ato de aprender e ensinar, levando em consideração as realidades internas (ex: a capacidade cognitiva e afetiva do aluno) e externas da aprendizagem (ex: o meio em que o aluno se insere), buscando a interrelação com a construção do conhecimento em toda sua complexidade. A Psicopedagogia tem dois
  • 13. enfoques: o preventivo (se insere na possibilidade do aprendizado, levando em consideração as realidades – interna e externa) e o terapêutico (está relacionado ao diagnóstico e tratamento quanto a possíveis alterações do aprendizado).
  • 14. 4. CONCLUSÃO É possível que os aspectos principais do saber e das funções das áreas de psicologia (pois os educadores físicos irão lidar a todo tempo com pessoas) e pedagogia (pois os mesmos poderão lecionar, e precisam estar aptos a lidar com toda a diversidade humana), possam ser definidos e incluídos com clareza nos currículos do curso de Educação Física na referida instituição. A formação profissional em geral tem a responsabilidade de proporcionar uma formação crítica, que gere atuações seguras e que possa servir à sociedade da melhor forma possível (Ferreira, Almeida & Soares, 2001). Apesar da Instituição dos participantes não abordar na formação acadêmica os conceitos em andamento, de forma crítica- reflexiva, suas respostas em alguns pontos tangenciam a cientificidade e produção elaborada pelas áreas em estudo, onde as mesmas são retiradas de acordo com o seu conhecimento de mundo.
  • 15. 5. REFERÊNCIAS BOARINI, M. L. Indisciplina escolar e dificuldades de aprendizagem escolar: questões em debate. Apontamentos, Maringá, n. 69, p. 1-26, 1998. Disponível em: www.scielo.br/pdf/rdpsi/v17n1/v17n1a10.pdf. Acessado em 17.ago.2010. BOCK, A. B. As influências do Barão de Münchhausen na psicologia da educação.In: TANAMACHI, E. R.; ROCHA, M. L. P. Psicologia e educação: desafiosteóricos- práticos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000. p. 11-34. Disponível em: www.scielo.br/pdf/rdpsi/v17n1/v17n1a10.pdf. Acessado em 17.ago.2010. Ferreira, Almeida & Soares, 2001. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v21n1/a04v21n1.pdf GOLBERT, Clarissa S. Considerações sobre as atividades dos profissionais em Psicopedagogia na Região de Porto Alegre, in Boletim da Associação Brasileira de Psicopedagogia, ano 4, no. 8, agosto de 1985. Disponível em: www.baze.hpg.com.br/texto_aula_psicop.doc . Acessado em 17. ago. 2010. KUPFER, M. C. M. O que toca à/a psicologia escolar. In: MACHADO, A. M.;SOUZA, Marilene Proença (Org.). Psicologia escolar: em busca de novos rumos.São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997. Disponível em: www.scielo.br/pdf/rdpsi/v17n1/v17n1a10.pdf. Acessado em 17.ago.2010. www.pedroarrupe.com.br/upload/PEDAGOGO.pdf http://www.prograd.ufrn.br/conteudo/cursos/curso.php?id=50