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Continuum 2010

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Continuum 2010

  1. 1. escrever  código   é escrever  literatura h. d . ma bu se 0 re c i fe /2 01 @ h dm a b us e
  2. 2. h.d.mabuse > c.e.s.a.r > artes visuais > música
  3. 3. leitor
  4. 4. essa tarde, falaremos sobre  autoria có digo-fonte
  5. 5. essa tarde, falaremos sobre  autoria mas não direitos autorais nem  direito de cópia. có digo-fonte
  6. 6. essa tarde, falaremos sobre  autoria mas não direitos autorais nem  direito de cópia. có digo-fonte não necessariamente de open­ source.
  7. 7. essa tarde, falaremos sobre  autoria mas não direitos autorais nem  direito de cópia. có digo-fonte não necessariamente de open­ source. linguagem
  8. 8. essa tarde, falaremos sobre  autoria mas não direitos autorais nem  direito de cópia. có digo-fonte não necessariamente de open­ source. linguagem não como meio de representação...
  9. 9. William S. Burroughs A linguagem é um vírus do espaço
  10. 10. A linguagem não é um mero veículo de informações mas sim uma atividade profundamente enraizada no contexto social e nas necessidades e aspirações humanas. Wittgenstein
  11. 11. } void myMouse(int button, int state, int x, int y) { // If left button was clicked if(button == GLUT_LEFT_BUTTON && state == GLUT_DOWN) { // Store where the user clicked, note Y is backwards. abc[NUMPOINTS].setxy((float)x,(float)(SCREEN_HEIGHT - y)); NUMPOINTS++; // Draw the red dot. drawDot(x, SCREEN_HEIGHT - y); // If 3 points are drawn do the curve. if(NUMPOINTS == 3) { glColor3f(1.0,1.0,1.0); // Draw two legs of the triangle drawLine(abc[0], abc[1]); drawLine(abc[1], abc[2]); Point POld = abc[0]; /* Draw each segment of the curve. Make t increment in smaller amounts for a more detailed curve. */ for(double t = 0.0;t <= 1.0; t += 0.1) { Point P = drawBezier(abc[0], abc[1], abc[2], t); drawLine(POld, P); POld = P; } glColor3f(1.0,0.0,0.0); NUMPOINTS = 0; } } } void myDisplay() { glClear(GL_COLOR_BUFFER_BIT); glFlush(); } return 0;
  12. 12. tear mecânico - 1801 Joseph-Marie Jacquard
  13. 13. Ada Lovelace Byron William S. Burroughs
  14. 14. “A máquina de Babbage tece cálculos como o tear de Jacquard tece flores”
  15. 15. } void myMouse(int button, int state, int x, int y) { // If left button was clicked if(button == GLUT_LEFT_BUTTON && state == GLUT_DOWN) { // Store where the user clicked, note Y is backwards. abc[NUMPOINTS].setxy((float)x,(float)(SCREEN_HEIGHT - y)); NUMPOINTS++; // Draw the red dot. drawDot(x, SCREEN_HEIGHT - y); // If 3 points are drawn do the curve. if(NUMPOINTS == 3) { glColor3f(1.0,1.0,1.0); // Draw two legs of the triangle drawLine(abc[0], abc[1]); drawLine(abc[1], abc[2]); Point POld = abc[0]; /* Draw each segment of the curve. Make t increment in smaller amounts for a more detailed curve. */ for(double t = 0.0;t <= 1.0; t += 0.1) { Point P = drawBezier(abc[0], abc[1], abc[2], t); drawLine(POld, P); POld = P; } glColor3f(1.0,0.0,0.0); NUMPOINTS = 0; } } } void myDisplay() { glClear(GL_COLOR_BUFFER_BIT); glFlush(); } return 0;
  16. 16. na escrita do código existe intenção e estilo Don Knuth
  17. 17. Porque a dificuldade de ver  a produção de código como  uma produção cultural? hipótese 1: a indústria sem passado
  18. 18. Porque a dificuldade de ver  a produção de código como  uma produção cultural? hipótese 1: a indústria sem passado hipótese 2: a literatura não é  “funcional” 
  19. 19. Qual o objetivo de entender  a escrita de software como  literatura?
  20. 20. Qual o objetivo de entender  a escrita de software como  literatura? Tentar entender o mundo  hoje, através de uma  produção ligada diretamente  a esse novo momento  histórico.
  21. 21. ao analisarmos as expressões de conteúdo político, não chegamos, simplesmente, a um melhor entendimento da linguagem, mas, sobretudo, a uma visão mais clara do sistema político que experienciamos J.L. Austin
  22. 22. http://www.delicious.com/h.d.mabuse/continuum_2010

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