Glossário sofia

125 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
125
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Glossário sofia

  1. 1. Universidade da Região de Joinville – UNIVILLE Departamento de Psicologia Orientação Profissional Professora Sofia Acadêmico Gustavo Antunes Glossário – o quadro de referência. 1-Adaptação a realidade: Processo pelo qual o sujeito deve encontrar maneiras diferentes de se adaptar a áreas e níveis diversos. Bohoslavsky aponta que o adolescente encontrará, ao longo dessa trajetória, dificuldades cuja magnitude determinará uma fase mais ou menos conflituoso-tensa. É entendida como uma adequação de meios a fins e como uma síntese entre originalidade pessoal e aceitação de padrões sociais ou de soluções pré-inventadas. 2-Aprendiz de Feiticeiro: como o jovem se sente em relação a escolha da carreira universitária já que creem que aprendendo determinadas ações ou movimentos podem chegar a conseguir efeitos na realidade. 3-Comportamentos Maníacos: Desprezo, controlo e triunfo. Cada um destes sentimentos implica alguma negação da relação com o objeto. Por isso, quando o desprezo, o controle e triunfo, estão presentes nas tentativas reparatórias, contaminando-as, falar-se-á de pseudo-reparações ou reparações maníacas. 4-Conquista da Identidade: Erikson define como a confiança em que a igualdade e a continuidade interiores coincidam com a igualdade e a continuidade do significado que tem para os outros e para si mesmo. 5-Contexto Social: Organizado em termos de ordens institucionais (religioso, política, militar, familiar, da produção) e esferas institucionais (organizações de produtos e processos culturais). 6-Culpa e tipos de Culpa: Experimenta-se culpa diante de si mesmo, por quem deixa alguma coisa sente o ego empobrecido. Há também a culpa pelo objeto, por que se fantasia que a separação é o abandono do objeto por parte do ego. 7-Defesas: Quarta função do Ego. São mecanismos protetores da desestruturação da personalidade e atuam quando o ego antecipa os conflitos, mediante a percepção de sinais de alarme. 8-Desejo: um impulso, um instinto, uma tendência ou uma manifestação. 9-Dessatelizar-se: Processo de separação de um sistema onde encontra-se como integrante periférico para converter-se em um núcleo de outro sistema. 10. Dimensão ética da OP Surge do fato de considerar o homem como sujeito de escolhas, considerando que não existem determinações ao seu futuro e este só a ele pertence.
  2. 2. 11. Dissociação trabalho e hobby Tem relação com o que visualizam no contexto social, comparando níveis de receita financeira e gratificações, quando ponderam acerca da escolha de um trabalho. Alguns optam por escolher uma carreira como “trabalho” e, outros, como “hobby”. 12. Emergente do contexto social mais amplo: tudo o que ocorra na relação Pessoa-Futuro-Outro é emergente de um contexto mais amplo que os engloba( estrutura social) e, num sentido mais restrito, da ordem institucional produção, família e educação. 13. Engenhos Espécie de aptidão inata da própria natureza do indivíduo que deveria ser descoberta. 14. Escolha madura Escolha que depende da elaboração de conflitos e não de sua negação. 15. Escolha ajustada Escolha na qual o autocontrole permite que o adolescente faça coincidir seus gostos e capacidades com as oportunidades exteriores, fazendo um balanço ou síntese, que pode ser defensivo. 16. Esquema corporal: esquemas corporais: crenças ambivalentes da realidade do que se quer ser ou não ser, quem é ou não é, quem crê que deve ser ou não deva ser, quem se pode ser e não se pode, quem se permite ser ou não se permite, que na totalidade surgira ou não uma síntese. 17. Explorador Sugere a ideia de alguém que penetra num lugar desconhecido. O momento quando o adolescente comparece à entrevista, é um momento de exploração propriamente dito. 18. Funções autônomas Sexta função do Ego. O ego tem uma orientação positiva no sentido da realidade, que se realiza através de mecanismos adaptativos, como o pensamento, a linguagem, a vontade, etc. 19. Futuro personalizado Possibilidade de futuro concreto (carreira, universidade), não abstrato. Cristalizações retiradas das relações interpessoais passadas, presentes e futuras. 20. Gênese do ideal do ego Dá-se através do mundo de objetos, pessoas, valores e atividades com as quais o “ego” se “envolve”, convertendo-o em algo próprio e pessoal e constituindo a proto-identidade ocupacional. Sendo assim, para gênese do ego são consideradas as relações gratificantes e frustradoras com pessoas que desempenham um papel social com as quais o sujeito se identifica, consciente ou inconscientemente. 21. Identificações e identidade de quem desempenha o papel A identificação tem caráter inconsciente de assunção de um “papel”, já a identidade se caracteriza pela assunção de um papel e/ou identidade vocacional de forma consciente.
  3. 3. 22. Identidade ocupacional É a autopercepção, ao longo do tempo, em termos de papéis ocupacionais. Esta etapa na vida do adolescente ocorre quando existe uma boa adaptação a realidade. 23. Identidade negativa Interferência na conquista da identidade ocupacional. É o produto das identificações com os aspectos recusados, fundamentalmente, pelo grupo familiar. É negativa pois é o oposto do que o grupo familiar espera que o adolescente seja. 24. Identidade vocacional Produto de “alguma coisa” que se deu na pessoa que escolhe. Uma pessoa tem identidade ocupacional, ou melhor, adquiriu sua identidade ocupacional, quando integrou suas diferentes identificações e sabe o que quer fazer, de que modo e em que contexto. 25. Identificações com o grupo familiar É formada a partir das relações que o sujeito estabelece com seu núcleo familiar que lhe serve de referência fundamental para constituição das bases significativas de orientação para o adolescente, quer sejam referências positivas ou negativas. Aqui também são considerados os anseios, as satisfações e insatisfações que podem influenciar de forma importante nas escolhas do adolescentes. 26. Identificações com o grupo de pares. Similar a identificação com o grupo familiar, contudo (devido a escolha dos pares) nunca é tomado como um grupo de referência negativa. Nestas relações o sujeito aprender novas regras e procura se adaptar as realidades impostas pelo grupo e que podem estar em acordo com ou desacordo com o que se estabelece em outros grupos relacionais. 27. Identificações sexuais Tem relação com a identificação com as ocupações que não são consideradas pelo autor como sexualmente neutras. Os padrões culturais quanto ao papel social esperado pelos distintos gêneros se interiorizam ao longo do desenvolvimento e fazem parta da constituição da gênese da identidade ocupacional do adolescente. 28. Ideal do ego Se estabelece sobre as bases de identificações com adultos significativos, em termos de relações carregadas afetivamente, com pessoas que desempenham papéis ocupacionais. 29. Imagem de si Derivada do confronto do ideal do ego com o confronto desse modelo com o status, papéis e atividades que o sujeito realiza. 30. Interpretação da realidade Relaciona-se, principalmente, com a discriminação entre ego e não-ego. Também se relaciona com a percepção da realidade e discriminação quanto à figura e fundo. 31. Luto:Podem estar ligados a escolha de uma carreira, são os lutos pela perda da onipotência, esse aspecto pode ser frustrante ao adolescente, porque o revela que não é onipotente, nem em suas possibilidades de destruir e reparar. 32. Lutos básicos (3) Luto pelos pais; luto pelo corpo infantil; e o luto pelas formas infantis de relação (papel e identidade).
  4. 4. 33. Momentos de escolha: Momento de Escolha: é o momento em que o adolescente deve elaborar, antecipada mente, este comportamento. O momento da escolha é um momento de ensaio antecipado deste comportamento futuro. 34. Moratória psicossocial: nesta moratória, as tarefas fundamentais de um adolescente são a discriminação, a seleção e a escolha das identificações. 35. Papel Derivado do caráter concreto dado a uma ocupação que recebe a síntese de expectativas sobre o que seria um “papel”. O papel em si é então uma sequência estabelecida de ações aprendidas e executadas por uma pessoa em situação de interação. Ou seja, ao assumir/possuir um papel, assume-se consequentemente uma identidade ocupacional. 36. Processo de elaboração em orientação:em orientação profissional o processo de elaboração passa por três etapas. A primeira etapa é a de lamentação, uma lamentação raivosa. Nesse momento de lamentação, a acusação se expressa como nota manifesta. A segunda etapa é a de decepção e desesperação. Este momento desempenha um papel funcional muito importante porque nele o jovem rompe com os antigos padrões de comportamento. E a terceira etapa e a da separação, a separação do antigo,daquilo que deixa se si. 37. Relação dialética do comportamento X sistema institucional: a relação dialética é onde o adolescente não está condicionado passivamente pela escola, nem pela família e nem pelo trabalho. Já o sistema institucional acontece na medida em que muitas vezes o indivíduos solicitam aconselhamento sobre carreiras a seguir. 38. Relações primárias Com membros da família. 39. Relações secundárias Com outras pessoas, fundamentalmente professores, psicólogos, técnicos. 40. Relações de objeto Quinta função do Ego. O ego estabelece vínculo com os objetos e, quanto à orientação vocacional, esta função interessa quanto aos comportamentos narcisistas, aos comportamentos simbióticos e àqueles ligados à elaboração do luto. 41. Reparação e seus tipos:a reparação é uma variável independente e a identidade ocupacional como uma variável dependente dela. A reparação compulsiva é quando a culpa persecutória, suscitada pela destruição do objeto na fantasia é tal que impõe, ao ego, atividades sumamente exigentes. A reparação melancólica possui matizes autodestrutivos, como se a única maneira de reparar o objeto fosse destruir-se a si mesmo. 42. Sentido da realidade Terceira função do Ego. Estado equilibrado entre as variáveis tempo, espaço, e outros. Quando o sentido de realidade se mantem, o indivíduo sente evidências de que ele é um ser vivo em coexistência. De forma contrária isso pode se manifestar como despersonalização.
  5. 5. 43. Sujeito reator e sujeito proator Quando o sujeito é visto como objeto passivo de observação, diagnóstico e orientação (reator); ou quando entende-se o adolescente como sujeito de comportamentos com possibilidades de escolha não- determinadas (proator). 44. Síntese Sétima função do Ego. Diz respeito a integração, à homeostase. Tal função provavelmente encontra-se bastante alterada no adolescente, produto da crise evolutiva que enfrentam. 45. Situação e seus tipos: Designa a percepção que o adolescente tem daquilo que vai explorar e daquilo com que pode contar para a tarefa. Podem ser segundo o acumulo de ansiedade, o tipo de conflito e as defesas evidenciadas no comportamento do adolescente: predilemáticas (o adolescente não se dá conta do que deve explorar), dilemáticas (ele percebe que há algo importante ao seu redor e que deve fazer), problemáticas (parece realmente preocupado) ou de resolução (os conflitos que surgem são ambivalentes e combivalentes). 46. Situações de ocorrência do luto: Os lutos se realizam principalmente em quatro situações: a) luto peça escolha secundária b)luto pelo paraíso perdido;c) luto pela imagem ideal dos pais; e d) luto pelas fantasias onipotentes. 47. Separação e suas formas: separação do antigo, daquilo que deixa de si. Ela manifesta-se através de um sentimento peculiar de que os objetos são as vezes distantes, às vezes próximos. A separação desperta sentimentos onde os jovens recordam situações passadas, vêm-nas distantes no tempo, como algo que nunca mais farão, pois já pertencem ao passado, mas ao mesmo tempo falam delas como algo próprio. Outro sentimento despertado pela separação são as fantasias de morte ou sentimentos intensos de solidão. 48. Vínculos atuais Vínculos onde se expressam os aspectos manifestos e não manifestos do sujeito. O psicólogo concentra-se nos vínculos atuais, diagnostica os vínculos passados e atua sobre os potenciais. 49. Vínculos com aspectos manifestos e não manifestos Com relação aos vínculos que o sujeito estabelece no futuro, contudo o autor frisa que qualquer um deles pode conter conteúdos latentes, inconscientes e/ou reprimidos, ou não. Estes dois vínculos podem apresentar correlações positivas ou negativas, oposições, contradições, dissociações, etc. 50. Vínculos passados Anteriores, da história do sujeito. 51. Vínculos potenciais Com objetos do futuros, em termo de projetos.

×