Logística Inversa

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Logística Inversa

  1. 1. Logística Inversa: Desafios e Oportunidades Resina Domingues
  2. 2. <ul><li>Fluxos físicos e de informação directos (montante para jusante) fluxos desde oo aprovisionamento das matérias primas até à distribuição física dos produtos acabados Fluxos físicos e de informação inversos (jusante para montante) correspondem aos fluxos relativos às actividades pós venda (devoluções) e pós consumo </li></ul>Resina Domingues
  3. 3. Definição de Logística do CLM (Council of Logistics Management ) <ul><li>Logística é a parte do processo da Cadeia de Abastecimento que planeia, implementa, e controla o eficiente e eficaz fluxo directo e inverso , e a armazenagem de produtos, serviços e informação relacionada, desde o ponto de origem até ao ponto de consumo, em ordem a satisfazer os requisitos dos clientes </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Logística Inversa </li></ul><ul><li>Conjunto de todas as actividades de recolha, separação e processamento de produtos usados, partes de produtos e/ou materiais, em ordem a assegurar a sua recuperação sustentada. </li></ul><ul><li>Revlog </li></ul>
  5. 5. Factores considerados pela Logística Inversa <ul><li>Que alternativas estão disponíveis para recuperar produtos, partes de produtos e materiais ? </li></ul><ul><li>Quem deve realizar as várias actividades de recuperação ? </li></ul><ul><li>Como devem ser realizadas as várias actividades ? </li></ul><ul><li>É possível integrar as actividades típicas da logística inversa com os clássicos sistemas de produção e distribuição? </li></ul><ul><li>Quais os custos e benefícios da logística inversa, do ponto de vista económico e ambiental ? </li></ul><ul><li>in Revlog, http://www.fbk.eur.nl/oz/revlog/Introduction.htm </li></ul>
  6. 6. Actividades de logística inversa <ul><li>A reintegração dos resíduos recuperados na cadeia de abastecimento, implicará um fluxo de material e de informação adicional </li></ul><ul><li>Actividades: recolha, inspecção/separação, reprocessamento, deposição e/ou redistribuição de resíduos recuperados. </li></ul>
  7. 7. Integração da Logística Inversa na cadeia de abastecimento <ul><li>O planeamento da rede de transportes é mais complexo </li></ul><ul><li>Maiores prazos de entrega/aprovisionamento </li></ul><ul><li>Maior espaço de armazenagem </li></ul><ul><li>Sistemas de informação mais complexos </li></ul><ul><li>Melhor formação dos operadores </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Lei de Lavoisier </li></ul><ul><li>Na natureza nada se perde nada se cria, tudo se transforma. </li></ul><ul><li>Não existem resíduos, só recursos para outros fins </li></ul>
  9. 9. Cadeia de recuperação de resíduos A.P. Barroso, V. H. Machado Investigação Operacional, 25 (2005)
  10. 10. Integração da logística inversa na cadeia de abastecimento <ul><li>A gestão logística visa a optimização dos fluxos dentro da organização. A gestão da cadeia de abastecimento estende a integração a entidades externas envolvidas no negócio desde os diversos fornecedores até aos utilizadores finais </li></ul><ul><li>A logística inversa focaliza-se essencialmente na gestão dos processos que ocorrem no sentido inverso na cadeia de abastecimento </li></ul>
  11. 11. Cadeia de Abastecimento em circuito fechado A.P. Barroso, V. H. Machado Investigação Operacional, 25 (2005)
  12. 12. Logística Verde ou Ecológica <ul><li>A logística verde propõe às actividades logísticas a inclusão de conceitos ambientais no seu desempenho que minimizem os efeitos negativos do impacto ambiental. </li></ul><ul><li>“ A logística verde refere-se à compreensão e minimizarão dos impactos ecológicos da logística. As suas actividades incluem a medida do impacto ambiental, dos modos de transporte, a certificação ISO 14000, a redução do consumo de energia nas actividades logísticas, a redução do consumo de materiais.” </li></ul><ul><li>Rogers e Tibben-Lemblek </li></ul>
  13. 13. Métodos de Primeira Linha e de Fim de Linha Benjamim Moura Logística pg. 190 reduzir reutilizar reciclar deposição Métodos de primeira linha Política dos 3Rs Métodos de primeira linha
  14. 14. Resíduos de embalagens enviados para reciclagem pela SPV (em ton.) http://www.pontoverde.pt 270831 4893 105911 119031 14979 26018 2004 218679 3655 91141 88680 14670 20534 2003 193502 2635 75681 79692 20344 15151 2002 173771 2445 68275 72421 19794 10636 2001 103003 98 56617 30332 11720 4236 2000 23475 42 17814 4032 586 1003 1999 1494 0 491 483 240 280 1998 Total Madeira Vidro Papel/ Cartão Metal Plástico Anos
  15. 15. Resíduos sólidos urbanos produzidos na UE 25 (Kg/pessoa) European Commission 2005 534 531 520 520 513 487 485 470 UE 25 452 447 472 472 442 423 402 399 Portugal 732 698 707 603 580 557 548 524 Irlanda 609 588 595 595 576 530 517 492 Espanha 675 668 677 665 627 593 588 619 Dinamarca 638 640 600 610 605 546 556 543 Alemanha 2003 2002 20001 2000 1999 1998 1997 1996 Países
  16. 16. Conclusões <ul><li>O interresse pela logística inversa tem vindo a aumentar nos ultimos anos </li></ul><ul><li>O conceito de logística inversa está muito associado aos aspectos ambientais e de responsabilidade social </li></ul><ul><li>Reduzir o consumo de matérias primas e a produção de resíduos é vital para o desenvolvimento sustentavel </li></ul>

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