reprodução assistida

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reprodução assistida

  1. 1. UNIPAC - Universidade Presidente Antônio Carlos FAME – JF - Faculdade de Medicina de Juiz de Fora Reprodução Assistida Membros: Anillânen Souza Flávia Reis Marcus Sousa Mariana Silva Thais Colapietro Vanessa Miranda JUIZ DE FORA - 2009
  2. 2. Introdução <ul><li>A reprodução assistida vem ampliando sobremaneira os limites da fecundidade masculina e feminina </li></ul><ul><li>Dentre as técnicas que compõem o conjunto da reprodução assistida, destacaria: </li></ul><ul><li>- fertilização in vitro (FIV) </li></ul><ul><li>- inseminação artificial </li></ul><ul><li>- congelamento de embriões </li></ul>
  3. 3. Reprodução Assistida <ul><li>Conjunto de técnicas utilizadas por médicos especializados </li></ul><ul><li>Principal objetivo tentar viabilizar a gestação em mulheres com dificuldades de engravidar </li></ul><ul><li>Infertilidade do casal ou um de seus membros podem trazer sérios prejuízos ao relacionamento conjugal </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Técnicas de Reprodução Assistida </li></ul><ul><li> Inseminação Artificial : consiste em depositar os espermatozóides, previamente capacitados em laboratório, no interior do útero, usando meios artificiais em vez de cópula natural. </li></ul><ul><li>Sendo a mais antiga e mais simples </li></ul><ul><li>Inseminação HOMOLOGA : gametas obtidos do próprio casal </li></ul><ul><li>Inseminação HETERÓLOGA: caso um ou ambos os gametas sejam obtidos a partir de doadores anônimos </li></ul><ul><li>Esta técnica é empregada em casos de incapacidade de ejaculação, distúrbios de ovulação, alterações no muco cervical que impeçam a livre penetração dos espermatozóides no útero </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Fertilização in vitro (FIV) : fecundação se dá fora do corpo da mulher. </li></ul><ul><li>Sendo a técnica mais moderna </li></ul><ul><li>Indicada em casos de lesão das trompas, gravidez ectópica, laqueação irreversível das trompas de Falópio, endometriose, infertilidade masculina e em casos de infertilidade sem causa aparente </li></ul><ul><li>- Existem diversas variantes técnicas da FIV tais como o GIFT, o TV-TEST, o ICSI e o IAIU. </li></ul>Técnicas de Reprodução Assistida
  6. 7. <ul><li>Variantes técnicas da FIV </li></ul><ul><li>GIFT : Técnica que consiste na transferência do gameta masculino e feminino diretamente na tuba uterina da mulher, encontra o apoio da Igreja Católica, quando os gametas utilizados são do próprio casal </li></ul><ul><li>TV-TEST : Técnica que transfere por via vaginal um embrião já formado, em estágio pré-nuclear, na altura das tubas uterinas </li></ul><ul><li>ICS I : técnica mais conhecida popularmente, trata da realização de uma fertilização in vitro através da inoculação de um espermatozóide no interior de um ovócito, seguida da transferência via vaginal do embrião (pré-embrião) formado </li></ul><ul><li>- IAIU : Ocorre pela colocação via vaginal, de espermatozóides diretamente na altura da tuba uterina </li></ul>
  7. 9. Riscos da Reprodução Assistida <ul><li>Erro humano </li></ul><ul><li> Gestação múltiplas </li></ul><ul><li>Malformações congênitas </li></ul><ul><li>Desapontamento do casal, no caso de ineficácia do tratamento </li></ul><ul><li>Complicações resultantes do tratamento hormonal ou de uma gestação múltipla , aumentam os riscos para a saúde da mãe </li></ul>
  8. 10.  Atualizado em 24 de setembro de 2009  Responsabilidade profissional : É vedado ao médico: Art. 15. Descumprir legislação específica nos casos de transplantes de órgãos ou de tecidos, esterilização, fecundação artificial, abortamento, manipulação ou terapia genética. § 1º No caso de procriação medicamente assistida, a fertilização não deve conduzir sistematicamente à ocorrência de embriões supranumerários.   Novo Código de Ética
  9. 11. § 2º O médico não deve realizar a procriação medicamente assistida com nenhum dos seguintes objetivos: I – criar seres humanos geneticamente modificados; II – criar embriões para investigação; III – criar embriões com finalidades de escolha de sexo, eugenia ou para originar híbridos ou quimeras. § 3º Praticar procedimento de procriação medicamente assistida sem que os participantes estejam de inteiro acordo e devidamente esclarecidos sobre o mesmo. Novo Código de Ética
  10. 12. Questões éticas e polêmicas <ul><li>Complexa e polêmica, a reprodução assistida desperta intenso debate mundial </li></ul><ul><li>Vários países têm leis e regulamentações bem definidas, outros estão em vias de fazê-lo </li></ul><ul><li>No Brasil não existe, ainda, um marco legal abrangente, sendo que mais de uma dúzia de propostas legislativas e projetos de lei tramitam na Câmara dos Deputados </li></ul>
  11. 13. Questões éticas e polêmicas <ul><li>Os pontos de discussão que deverão ser considerados pelos Conselhos de Medicina na revisão da Resolução da reprodução assistida são : </li></ul><ul><li>- falta de consenso entre os conceitos de maternidade e paternidade biológica e afetiva </li></ul><ul><li>- direito dos filhos de conhecerem  suas origens biológicas </li></ul><ul><li>- as repercussões jurídicas em relação à herança e patrimônio </li></ul><ul><li>-o funcionamento de bancos de óvulos e esperma </li></ul><ul><li>- a gestação de substituição (barriga de aluguel) </li></ul><ul><li>- destino de embriões congelados </li></ul><ul><li>- clonagem terapêutica de células embrionárias </li></ul>
  12. 14. Manutenção e destino dos embriões excedentes <ul><li> Os embriões excedentes é um dos casos que levantou questionamentos no mundo científico ,uma vez que assume contornos éticos e jurídicos </li></ul><ul><li>A Resolução do Conselho Federal de Medicina autoriza que clínicas especializadas conservem embriões, desde que: </li></ul><ul><li>- comuniquem aos pacientes sobre a quantidade de embriões criopreservados </li></ul><ul><li>- a finalidade que lhes será dada no futuro </li></ul><ul><li>- proiba a destruição ou o descarte destes </li></ul>
  13. 15.  Possíveis soluções ou destinos a serem dados aos embriões excedentários: - adoção pré-natal; - retirada de apenas 3 a 4 óvulos da mulher - doados ou cedidos de forma gratuita, - anonimato dos doadores - crioconservação para serem usados futuramente para fins procriativos; - comunicação ao casal do número de embriões produzidos, para que decida quantos serão transferidos ao útero Manutenção e destino dos embriões excedentes
  14. 16. . O congelamento embrionário  O objetivo deste procedimento é possibilitar transferência destes embriões posteriormente caso não ocorra gravidez ou quando houver desejo de outra  O congelamento é extremamente discutível sob a ótica da ética, pois fere a dignidade do embrião e muitos não sobrevivem ao processo de congelamento e descongelamento
  15. 17. A seleção de sexo por motivo não médicos  A seleção de sexo se justifica quando utilizada para evitar transtornos genéticos ligados ao sexo  No Brasil, o Conselho Federal de Medicina recomenda que as técnicas de reprodução assistida não devem ser aplicadas com a intenção de selecionar sexo ou qualquer outra característica do futuro filho, exceto quando se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do filho que venha a nascer.
  16. 18. A inseminação artificial em casais com vírus HIV  É crescente o número de solicitações de RA para o tratamento da infertilidade ou visando gestação sem contagiar o parceiro, no caso de só um estar contaminado .  A inseminação artificial elimina o risco de contaminação do parceiro, mas não elimina o risco de transmissão fetal
  17. 19. Reprodução póstuma  Solicitação de uso do sêmen em caso de morte do homem, pela viúva ou pelos pais do morto  O Comitê de Ética da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, deliberou que: se um indivíduo determina que gametas ou embriões congelados possam ser usados após sua morte pela esposa(o), deve ser acatado  A resolução do CFM do Brasil não aborda a reprodução póstuma
  18. 20. <ul><li>A esterilidade atinge aproximadamente 20% dos casais e nos últimos anos houve intenso desenvolvimento de técnicas de reprodução assistida, obtendo importantes vitórias no sentido da resolução do problema do casal infértil. </li></ul><ul><li>Desde o desenvolvimento das técnicas de reprodução assistida, obtivemos importantes vitórias no sentido da resolução do problema do casal infértil. </li></ul>Conclusão
  19. 22. <ul><li>Bibliografia </li></ul><ul><li>- BISCAIA, Jorge. Problemas é ticos da reprodu ç ão assistida. Bio é tica, Bras í lia, DF: CFM, v. 11, n. 2, p. 81-90, 2003. </li></ul><ul><li>- ABDELMASSIH, Roger. Aspectos gerais da reprodu ç ão assistida . Bio é tica, Bras í lia, DF: CFM, v. 9, n. 2, p. 15-24, 2001. </li></ul><ul><li>- CORRÊA, Marilena Cordeiro Dias Villela. É tica e reprodu ç ão assistida: a medicaliza ç ão do desejo de filhos. Bio é tica, Bras í lia, DF: CFM, v. 9, n. 2, p. 71-82, 2001. </li></ul><ul><li>www.pucrs.br/ bioetica /cont/mariangela/ bioetica e reproducao .pdf </li></ul><ul><li>www.ghente.org/temas/ reproducao /index.htm </li></ul><ul><li>www.cremesp.org.br/?siteAcao=Jornal&id </li></ul>
  20. 23. FIM

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