Seminario Evangelizacao Cept[1]

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Seminario Evangelizacao Cept[1]

  1. 1. <ul><li>EVANGELIZAÇÃO </li></ul><ul><li>E </li></ul><ul><li>ESPIRITISMO </li></ul>
  2. 2. POR QUE EVANGELIZAR NA CASA ESPÍRITA? O ESPIRITISMO NÃO É O CRISTIANISMO REDIVIVO?
  3. 3. O CHAMADO DE JESUS E traziam-lhe meninos, para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhos traziam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: (Marcos – 10:13-16) Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus. Em verdade vos digo, que qualquer que não receber o Reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele. E, tomando-os em seus braços, e impondo-lhes as mãos, os abençoou.
  4. 4. TAREFA IMPORTANTE NA CASA ESPÍRITA POR VEZES É NEGLIGENCIADA TRABALHO IMPERFEITO CONSEQUÊNCIAS FUNESTAS
  5. 5. O ESPIRITISMO É OBRA DE EDUCAÇÃO (LEOPOLDO MACHADO) EDUCAÇÃO: PRIORIDADE DE KARDEC
  6. 6. EDUCAÇÃO: REMÉDIO CONTRA O EGOÍSMO (LE – QUESTÃO – 917 – COMENTÁRIO DE KARDEC) Poderá ser longa a cura, porque numerosas são as causas, mas não é impossível. Contudo, ela só se obterá se o mal for atacado em sua raiz, isto é, pela educação, não por essa educação que tende a fazer homens instruídos, mas pela que tende a fazer homens de bem.
  7. 7. (LE – QUESTÃO – 917 – COMENTÁRIO DE KARDEC) A educação , convenientemente enten-dida, constitui a chave do progresso moral . Quando se conhecer a arte de manejar os caracteres, como se conhece a de manejar as inteligências, conseguir-se-á corrigi-los, do mesmo modo como se aprumam plantas novas.
  8. 8. EDUCAÇÃO EM ESPIRITISMO EVANGELIZAÇÃO É EDUCAÇÃO DO ESPÍRITO
  9. 9. EDUCAR PARA VIVER EDUCAR PARA EVOLUIR EDUCAR PARA TRANSFORMAR
  10. 10. EVANGELIZAÇÃO NÃO É SÓ AULA DE RELIGIÃO!
  11. 11. HISTÓRIA E ESTÓRIAS DA RELIGIÃO DA HUMANIDADE DA ATUALIDADE RELIGIÃO É PONTO DE PARTIDA MORAL CRISTÃ É MAIS AMPLA
  12. 12. TÓPICOS PARA IMPULSIONAR A EVOLUÇÃO TRABALHAR VALORES MORAIS E SOCIAIS DESENVOLVER O SENSO CRÍTICO CONTEXTUALIZAR O ENSINO TRABALHAR A REALIDADE
  13. 13. DEMOLIR OS HERÓIS VIOLENTOS MOISÉS, JOSUÉ, DAVI E OS HERÓIS DA TV EXALTAR OS HERÓIS DA PAZ GANDHI, FRANCISCO DE ASSIS E JESUS
  14. 14. TRABALHAR HISTÓRIAS E VIBRAÇÕES Vibrações de teor elevado desperta-rão os impulsos superiores e nobres, ao mesmo tempo em que propiciam o desenvolvimento dos sentimentos superiores do superconsciente, visto que a criança é um ser perfectível. (Educação do Espírito – Walter Oliveira Alves)
  15. 15. No entanto, vibrações de teor inferior poderão acordar prematuramente im-pulsos do mesmo teor, propiciando o surgimento de sentimentos inferiores com os quais o espírito guarda afinidade, ou que cultivou no passado, e que se encontram adormecidos em seu subconsciente. (Educação do Espírito – Walter Oliveira Alves)
  16. 16. ... quando a criança adota como modelo os “heróis” agressivos e violentos que a TV não cessa de oferecer, ou que a invigilância do adulto lhe oferece como exemplo, a imitação aparentemente inocente propicia a entrada em faixa vibratória de igual teor. A sintonia se estabelece, acordando prematuramente impulsos inferiores, em épocas que a criança deveria cultivar os melhores sentimentos que lhe servirão de sustentáculo mais tarde. (Educação do Espírito – Walter Oliveira Alves)
  17. 17. CONHECENDO O EVANGELIZANDO
  18. 18. CRIANÇAS JOVENS ADULTOS
  19. 19. COMPREENSÕES E OBJETIVOS DISTINTOS TODOS SÃO ESPÍRITOS MILENARES HERDEIROS DE SI MESMOS ARTÍFICES DO AMANHÃ MELHOR
  20. 20. A INFÂNCIA É A FASE ÓTIMA JUVENTUDE REQUER TATO ADULTOS REQUEREM PACIÊNCIA ENTORPECIMENTO DO ONTEM CONFLITO ONTEM-HOJE INDIVÍDUO VERSUS SOCIEDADE CONFLITOS DE AUTORIDADE IDÉIAS CRISTALIZADAS RESISTÊNCIA A APRENDER
  21. 21. EVANGELIZANDO ADULTOS APRENDIZADO EMPÍRICO NÃO ADIANTA SÓ PALESTRAS NÃO ADIANTA SÓ LEITURAS NÃO ADIANTA NÃO ESTUDAR TUDO JUNTO E APLICADO COMPREENSÃO CONTAMINADA MUDAR A VISÃO DE MUNDO E VIDA A ESCOLHA É SÓ DELES EVANGELIZAR PELA PERSUASÃO O CONVENCIMENTO DA DOR
  22. 22. CRIANÇAS E JOVENS UM CAMPO MAIS FÉRTIL
  23. 23. ETAPAS DISTINTAS DE DESENVOLVIMENTO NA CRIANÇA O EU VELHO DORME P: Qual, para este ( o Espírito ), a utilidade de passar pelo estado de infância? R: Encarnando, com o objetivo de se aperfeiçoar, o Espírito, durante esse período, é mais acessível às impressões que recebe, capazes de lhe auxiliarem o adiantamento, para o que devem contribuir os incumbidos de educá-lo. (LE – QUESTÃO 383)
  24. 24. As crianças são os seres que Deus manda a novas existências. Para que não lhes possam imputar excessiva severidade, dá-lhes ele todos os aspectos da inocência. Ainda quando se trata de uma criança de maus pendores, cobrem-se-lhe as más ações com a capa da inocência. Essa inocência não constitui superioridade real com relação ao que eram antes, não. É a imagem do que deveriam ser e, se não o são, o conseqüente castigo exclusivamente sobre elas recai. (LE – QUESTÃO 385)
  25. 25. A delicadeza da idade infantil os torna brandos, acessíveis aos conselhos da experiência e dos que devam fazê-los progredir. Nessa fase é que se lhes pode reformar os caracteres e reprimir os maus pendores. Tal o dever que Deus impôs aos pais , missão sagrada de que terão que dar contas. (LE – QUESTÃO 385)
  26. 26. MAS, NÃO NOS ILUDAMOS! P: É tão desenvolvido como o de um adulto, o Espírito que anima o corpo de uma criança? R: Pode até ser mais, se mais progrediu. Apenas a imperfeição dos órgãos infantis o impede de se manifestar. Obra de conformidade com o instrumento de que dispõe. (LE – QUESTÃO 379)
  27. 27. NO JOVEM O EU VELHO DESPERTA P: Que é o que motiva a mudança que se opera no caráter do indivíduo em certa idade, especialmente ao sair da adolescência? É que o Espírito se modifica? R: É que o Espírito retoma a natureza que lhe é própria e se mostra tal qual era. (LE – QUESTÃO 385) ... Desde que, porém, os filhos não mais precisam da proteção e assistência que lhes foram dispensadas durante quinze ou vinte anos, surge-lhes o caráter real e individual. Conservam-se bons, se eram fundamen-talmente bons; mas, sempre irisados de matizes que a primeira infância manteve ocultos.
  28. 28. APESAR DAS TENDÊNCIAS E VÍCIOS HÁ MUITO A SER FEITO DO EU VELHO AO EU NOVO CONSTRUIR UM SER MELHOR
  29. 29. AS FASES DO DESENVOLVIMENTO
  30. 30. ANOMIA HETERONOMIA AUTONOMIA
  31. 31. DESENVOLVIMENTO SEGUNDO PIAGET ANDRÉ LUIZ SENSÓRIO-MOTOR DE 0 A 2 ANOS PRÉ-OPERACIONAL DE 2 A 7 ANOS OPERACIONAL CONCRETO DE 7 A 12 ANOS OPERACIONAL FORMAL MAIS DE 12 ANOS CONSOLIDAÇÃO DA VIDA DE 0 A 7 ANOS EMOCIONAL CONCRETO DE 7 A 14 ANOS DESPERTAR DO ESPÍRITO MAIS DE 14 ANOS
  32. 32. O PERÍODO SENSÓRIO MOTOR A FASE DA ANOMIA APRENDER PELOS SENTIDOS AMOR É O MAIS IMPORTANTE A MISSÃO DOS PAIS
  33. 33. O PERÍODO PRÉ-OPERACIONAL INÍCIO DA HETERONOMIA APRENDER PELA IMITAÇÃO AMOR E BONS EXEMPLOS PAIS E EVANGELIZADORES IMITAR E QUESTIONAR
  34. 34. CRÊ NO QUE VÊ E TOCA O PERÍODO OPERACIONAL CONCRETO HETERONOMIA PLENA AUTORIDADE SEM TIRANIA (6x4) MODELOS: PAIS E EVANGELIZADORES A QUESTÃO DA AUTORIDADE
  35. 35. CONSTRUINDO O CONHECIMENTO O PERÍODO OPERACIONAL FORMAL A CAMINHO DA AUTONOMIA O ESPÍRITO SE REVELA AMIZADE DE PAIS E EVANGELIZADORES AFLORAR DA SEXUALIDADE
  36. 36. METODOLOGIA E ADEQUAÇÃO
  37. 37. TRABALHAR A REALIDADE DO EVANGELIZANDO RESPEITO ÀS INDIVIDUALIDADES EVANGELIZAR PARA A AUTONOMIA
  38. 38. METODOLOGIA DA ANOMIA INDIVÍDUO MEIO SOCIAL
  39. 39. METODOLOGIA DA HETERONOMIA INDIVÍDUO MEIO SOCIAL
  40. 40. METODOLOGIA DA AUTONOMIA INDIVÍDUO MEIO SOCIAL
  41. 41. METODOLOGIA ESPÍRITA INDIVÍDUO MEIO SOCIAL MUNDO ESPIRITUAL
  42. 42. (Educação do Espírito – Walter Oliveira Alves)
  43. 43. (Educação do Espírito – Walter Oliveira Alves)
  44. 44. EDUCAÇÃO DO ESPÍRITO NO LAR
  45. 45. MINHA MAIS SUBLIME E IMPORTANTE MISSÃO

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