VII OFICINA - GESTAR II

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VII OFICINA DO GESTAR II DE LÍNGUA PORTUGUESA EM FORTALEZA.

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VII OFICINA - GESTAR II

  1. 1. Unidade 15 Mergulho no texto
  2. 2. Seção 1 - Unidade 15 Por que e para que perguntar Objetivo: Conhecer as várias funções e formas de perguntas, na ajuda à leitura do aluno.
  3. 3. <ul><li>A pergunta tem exatamente a intenção de instigar a curiosidade, fazendo-nos refletir sobre as intenções possíveis do autor; </li></ul><ul><li>Perguntas exigem posturas diferentes com relação às respostas dos alunos: </li></ul><ul><li>1. Questões que pedem apenas a extração de dados claros no texto, pretendem respostas praticamente iguais de todos os alunos; </li></ul>
  4. 4. <ul><li>2. Perguntas que supõem inferências, necessitam de intervenção do professor a fim de garantir respostas possíveis para o texto; </li></ul><ul><li>3. Perguntas que pressupõe respostas variáveis, em função de valores, não devem ser consideradas erradas, embora mereçam comentários e registros do professor; </li></ul>
  5. 5. <ul><li>4. Perguntas que se referem à expressão do gosto do aluno, não apresentam respostas erradas; </li></ul><ul><li>5. Perguntas em torno da relação do texto com os outros textos ou outras manifestações artísticas (intertextualidade) têm clara ligação com os conhecimentos prévios dos alunos; </li></ul>
  6. 6. CONCLUSÃO <ul><li>As perguntas formuladas aos nossos alunos serão mais pertinentes quando “conhecemos” o texto, suas condições de produção, a turma, bem como os objetivos da leitura do texto escolhido; </li></ul><ul><li>Leitura implica esforço; </li></ul><ul><li>Nossas perguntas devem ajudar nosso aluno a avançar na formulação de suas próprias perguntas, caminhando para uma leitura autônoma. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Seção 2 – Unidade 15 </li></ul><ul><li>Como chegar à estrutura do texto? </li></ul><ul><li>Objetivo: Utilizar procedimentos que levem à determinação da estrutura do texto para o processo de leitura e para a prática pedagógica. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Os procedimentos que levam à estrutura do texto devem considerar atividades diversificadas tais como: </li></ul><ul><li>Depreender as idéias principais do texto e sintetizá-las ou dar-lhes título; </li></ul><ul><li>Apresentar o texto de modo desordenado, para que seja ordenado de forma pertinente; </li></ul><ul><li>Inserir no texto trechos desconectados, para que sejam detectados. </li></ul><ul><li>OBS: A definição da estrutura do texto não significa uma divisão em partes, sempre aceitas unanimemente. Pode haver variações irrelevantes, que não interferem na compreensão global do texto. </li></ul>
  9. 9. Seção 3 Quando queremos aprender Objetivo: Utilizar procedimentos adequados para atingir o objetivo de ler para aprender.
  10. 10. <ul><li>Com relação ao objetivo de ler para aprender, é importante ter a consciência de que se trata de uma leitura lenta , de apreensão de dados , com várias releituras . Anotações suas no próprio texto, ou sobre ele, assim como a busca de sua estrutura são atividades facilitadoras para a compreensão global do texto e a retenção de seus dados. Fazer o resumo também é um excelente procedimento para apreender o mais importante do texto; </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Além de aprender o que nos diz um texto, podemos e devemos procurar horizontes mais amplos para nossa leitura: buscar dados sobre o assunto além do texto, relacioná-los, compará-los, na convergência e na divergência. Buscar conclusões são ações da pessoa curiosa e investigadora, que se interroga sobre as coisas, os fatos, o mundo, como gostaríamos que fossem nossos alunos; </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Poderíamos, assim, dizer que uma leitura mais cuidadosa do texto implica a compreensão do que está escrito “na linha” (o mais diretamente observável no texto), “por trás da linha” (o que está implícito, mesmo não conscientemente), “além da linha” (como o dito se relaciona com outros textos e outras vozes) e “na entrelinha” (no caso do texto literário, que sugere mais de uma interpretação). </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Unidade 16 </li></ul><ul><li>A produção textual – crenças teorias e fazeres </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Seção 1 – Unidade 16 </li></ul><ul><li>Escrita, crenças e teorias </li></ul><ul><li>Objetivo: Identificar crenças e teorias que subjazem às práticas de ensino da escrita </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Muitos acreditam que ser escritor é um dom que a pessoa desenvolve naturalmente e que, mesmo sem a intervenção de alguém, de um professor, escreve bem; </li></ul><ul><li>Outras pessoas não acreditam na existência de um dom que se desenvolve sem intervenção, mas que há pessoas que, por algum motivo, desenvolvem uma habilidade diferenciada, uma facilidade para escrever. São as circunstâncias de vida que geram motivações para que alguém goste de escrever e até se torne escritor(a); </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Há, ainda, aqueles que acreditam no dom, mas que este deve ser despertado e desenvolvido com a contribuição da escola, que deveria oferecer todas as oportunidades para que aqueles que o tenham o desenvolvam sem maiores prejuízos; </li></ul><ul><li>Existem professores que acham, também, que, muitas vezes, o aluno, por causa do dom, consegue desenvolver a competência sozinho, mesmo sem uma intervenção adequada; </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Há também aqueles que não acreditam no potencial do aluno e que têm que deixar tudo muito claro, trabalhando modelos para que seu aluno consiga encaixar os significados nas fôrmas dos gêneros; </li></ul><ul><li>E há, ainda, pessoas que acreditam tanto no aluno que deixam que tomem todas as decisões sobre a escrita sem exercício algum de ensino e de negociação. </li></ul>
  18. 18. Hipóteses que influenciam a pedagogia da escrita <ul><li>A escrita é uma transcrição da fala; </li></ul><ul><li>Só se escreve utilizando a norma padrão; </li></ul><ul><li>Todo bom leitor é um bom escritor; </li></ul><ul><li>Na escola escreve-se para produzir textos narrativos, descritivos e dissertativos; </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Seção 2 – Unidade 16 </li></ul><ul><li>O ensino da escrita como prática comunicativa </li></ul><ul><li>Objetivo: Relacionar as práticas comunicativas com o desenvolvimento e o ensino da escrita como processo. </li></ul>
  20. 20. Etapas da produção textual: <ul><li>Atividades de leitura e pesquisa (pré-escrita) </li></ul><ul><li>Atividades de planejamento </li></ul><ul><li>Escrita </li></ul><ul><li>Revisão </li></ul>
  21. 21. Como pensar a escrita? <ul><li>Linguagem </li></ul><ul><li>Interlocutores </li></ul><ul><li>Função (persuadir, informar, etc) </li></ul><ul><li>Objetivos </li></ul><ul><li>Gênero </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Seção 3 – Unidade 16 </li></ul><ul><li>A escrita e seu desenvolvimento comunicativ o </li></ul><ul><li>Objetivo: Identificar dimensões das situações sociocomunicativas que auxiliam no planejamento e na avaliação de atividades de escrita. </li></ul>
  23. 23. Dimensões da situação sociocomunicativa: <ul><li>Consciência da audiência (Para quem?) </li></ul><ul><li>Relevância do conteúdo (assunto) </li></ul><ul><li>Sequência da informação (disposição das informações no texto) </li></ul><ul><li>Nível de formalidade (linguagem) </li></ul><ul><li>Função da comunicação (referencial; emotiva ou expressiva; conativa ou apelativa ou imperativa; fática, metalinguística e poética) </li></ul><ul><li>Convenção (formato) </li></ul>

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