PORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIX

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PORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIX

  1. 1. PORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIX
  2. 2. A 2ª METADE DO SÉC. XIX
  3. 3. Sé de Lisboa -gravura séc XIX
  4. 4. Lisboa e Almada séc. XIX
  5. 5. Lisboa 2ª metade séc. XIX
  6. 6. Porto séc. XIX
  7. 7. Porto séc. XIX
  8. 8. A BURGUESIA
  9. 9. A BURGUESIA
  10. 10. A BURGUESIA
  11. 11. A BURGUESIA
  12. 12. RECONSTITUIÇÃO DE UMA CASA BURGUESA
  13. 13. A MODA feminina
  14. 14. A Moda masculina
  15. 15. A BURGUESIA NA PRAIA
  16. 16. A MODA EM GRAVURAS
  17. 17. A Modernização das cidades na 2ª metade do século XIX
  18. 18. PALÁCIO DE CRISTAL-PORTO
  19. 19. Entrada do “Passeio Público”
  20. 20. O PASSEIO PÚBLICO
  21. 21. O TEATRO D.MARIA II
  22. 22. A RUA DOS INGLESES NO PORTO
  23. 23. Lisboa e Porto tiveram um grande crescimento e modernizaram-se: <ul><li>      Novas Avenidas </li></ul><ul><li>      Ruas pavimentadas / passeios </li></ul><ul><li>      Os jardins foram arranjados </li></ul><ul><li>      Novos edifícios públicos </li></ul><ul><li>mercados, tribunais, teatros, escolas… </li></ul><ul><li>São criados serviços públicos: </li></ul><ul><li>      Recolha de lixo </li></ul><ul><li>      Esgotos </li></ul><ul><li>      Água canalizada </li></ul><ul><li>      Iluminação pública </li></ul><ul><li>      Bombeiros / policiamento de ruas </li></ul><ul><li>      Aparecem os 1º transportes públicos colectivos – “americano” e “chora”. </li></ul>A vida na cidade torna-se mais cómoda, segura e saudável
  24. 24. O CARRO DO LIXO
  25. 25. A ILUMINAÇÃO PÚBLICA
  26. 26. O TELÉGRAFO E O MARCO DO CORREIO MARCO DO CORREIO
  27. 27. O POVO
  28. 28. OS “ PREGÕES ”
  29. 29. AS FAMÍLIAS OPERÁRIAS
  30. 30. CASAS OPERÁRIAS
  31. 31. OS PÁTIOS ALFACINHAS
  32. 32. O TRABALHO DOMÉSTICO
  33. 33. PRODUÇÃO ARTESANAL
  34. 34. AS ÁREAS INDUSTRIAIS
  35. 37. Fábrica séc. XIX
  36. 38. IMPRENSA OPERÁRIA
  37. 39. RECONSTITUIÇÃO DE UMA CASA OPERÁRIA
  38. 42. AS FUNDIÇÕES
  39. 43. FÁBRICA TÊXTIL
  40. 44. ARTESANATO E INDÚSTRIA
  41. 45. FAZENDO FÓSFOROS
  42. 46. O ENSINO
  43. 48. O 1º DIA NA ESCOLA
  44. 51. MANIFESTAÇÕES OPERÁRIAS
  45. 53. A TABERNA
  46. 54. A TASCA
  47. 55. A EMIGRAÇÃO
  48. 56. A PARTIDA PARA O BRASIL
  49. 57. A EMIGRAÇÃO PARA O BRASIL
  50. 58. A CARTA DO BRASIL
  51. 60. “ O BRASILEIRO ”
  52. 61. A CULTURA
  53. 62. AS CONFERÊNCIAS DO CASINO
  54. 63. SÁ DA BANDEIRA
  55. 64. O FIM DA ESCRAVATURA
  56. 65. O FIM DA ESCRAVATURA
  57. 66. O FIM DA ESCRAVATURA
  58. 68. Salões cafés e botequins
  59. 71. Mercearia “ Fina” séc. XIX
  60. 72. O Palácio da Pena
  61. 73. O Palácio da Pena
  62. 74. O Palácio da Pena
  63. 75. O Palácio de Cristal - Porto
  64. 76. O Zé Povinho
  65. 77. Enquanto o Zé dorme….
  66. 78. O CAMPO
  67. 79. A CASA DO CAMPONÊS
  68. 80. A DESFOLHADA
  69. 81. O FOLCLORE
  70. 82. AS PROCISSÕES
  71. 83. AS LAVADEIRAS
  72. 84. A TENDA DA ALDEIA
  73. 85. O VINHO
  74. 86. O JOGO
  75. 87. AS FEIRAS
  76. 88. Festa na Aldeia
  77. 89. A AGRICULTURA
  78. 90. A ALTERNÂNCIA DAS CULTURAS
  79. 91. REVOLUÇÃO AGRÍCOLA E REVOLUÇÃO INDUSTRIAL-1
  80. 92. CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO/DISPONIBILIDADE DE MÃO DE OBRA REVOLUÇÃO AGRÍCOLA E REVOLUÇÃO INDUSTRIAL-2
  81. 95. ÊXODO RURAL
  82. 96. Classes Populares carvoeira e lavadeira
  83. 97. VENDEDORES AMBULANTES
  84. 98. Peixeira Lisboeta
  85. 99. LIMPA-CHAMINÉS VENDEDEIRA DE TAPETES
  86. 100. O Moço de Fretes
  87. 101. OS ARDINAS
  88. 102. Os Transportes e Comunicações Séc.XIX
  89. 103. A DILIGÊNCIA
  90. 105. A MALAPOSTA
  91. 107. <ul><li>O “ CHORA “ </li></ul><ul><li>e o “ AMERICANO “ </li></ul>
  92. 108. O ELÉCTRICO- 2ª metade séc. XIX
  93. 109. O automóvel
  94. 110. O “ Coupé”
  95. 111. Fontes Pereira de Mello
  96. 112. D. Pedro V
  97. 113. D. Luís I
  98. 114. Inauguração do Caminho de Ferro
  99. 115. SANTA APOLÓNIA
  100. 116. O COMBOIO <ul><li>&quot;Grande acontecimento, o caminho de ferro! A vantagem da sua construção em Portugal fora discutidíssima [...]. era curioso ouvir nos serões lá de casa as diversas opiniões [...] a Nação ia gastar montes de libras e um país que possuía o Tejo e o Douro não precisava de mais nada. Os rios muito mais seguros e muito mais barato. Outro dizia que só começassem os comboios onde acabassem os rios [...]. Em todo o caso a maioria era pelo caminho de ferro [...]. </li></ul><ul><li>Chegou enfim, o solene dia da inauguração [...]. Murmurava-se insistentemente que a ponte de Sacavém não podia resistir ao peso. </li></ul><ul><li>Finalmente avistámos longe um fumozinho branco [...]. </li></ul>
  101. 117. <ul><li>Quando o comboio se aproximou vimos que trazia menos carruagens do que supúnhamos. Vinha festivamente engalanado o vagão em que viajava El-Rei D. Pedro V. O comboio parou um momento na estação de onde se ergueram girândolas de foguetes: Vimos El-Rei debruçar-se um instante e fazer-nos uma cortesia [...] Só no dia seguinte ouvimos contar certas peripécias dessa jornada da inauguração. A máquina, das mais primitivas, não tinha força para puxar todas as carruagens que lhe atrelaram, e fora-as largando ao longo da linha. </li></ul><ul><li>[...] Passaram muita fome os que ficaram pelo caminho. Esses desprotegidos da sorte, semeados pela linha, só chegaram alta noite a Lisboa depois de variadíssimas aventuras [...] Até andou gente com archotes pela linha, à procura dos náufragos do progresso.&quot; </li></ul><ul><li>Testemunho da Marquesa do Cadaval, (Adaptado). </li></ul>
  102. 119. Ponte D. Luís I
  103. 120. Ponte D. Maria
  104. 121. A PONTE DONA MARIA II
  105. 123. A Ligação ferroviária Lisboa - Paris
  106. 124. Inauguração da ligação por comboio de Madrid à fronteira Portuguesa
  107. 126. O TELEFONE
  108. 127. CENTRAL TELEFÓNICA
  109. 128. CENTRAL TELEFÓNICA
  110. 129. O TELÉGRAFO
  111. 130. CENTRAL DE TELÉGRAFO
  112. 131. OS AVANÇOS NA MEDICINA
  113. 132. A ARQUITECTURA DO FERRO
  114. 133. A EXPOSIÇÃO UNIVERSAL-PARIS 1889

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