Deuses Lusitanos Pedro Miguel

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Deuses Lusitanos Pedro Miguel

  1. 1. Júpiter – O pai dos Deuses, filho de Saturno e de Reia. Era o deus romano do dia, comummente identificado com o deus grego Zeus, era filho de Saturno e de Reia. À medida que Reia dava à luz, Saturno devorava todos os filhos varões. Júpiter e Juno nasceram do mesmo parto, e Reia, para salvar a vida do filho, apresentou-lhe a filha Juno e, em lugar de Júpiter, deu-lhe uma pedra embrulhada, que Saturno devorou imediatamente. Reia deu Júpiter a criar aos Coribantes, sacerdotes de Cibele, filha do Céu e da Terra, que o levaram para Creta, onde foi amamentado pela cabra Amalteia. Júpiter cresceu e, quando descobriu a sua origem, pediu a Saturno que o aceitasse como herdeiro. Saturno, sabendo então que Júpiter havia nascido para governar todo o Universo, procurou, por todos os meios, contrariá-lo, mas Júpiter expulsou-o do céu e apoderou-se do trono do pai, tornando-se senhor do Céu e da Terra. Casou com a irmã Juno e fez a partilha do Universo com seus irmãos: reservou para si o céu, deu o império das águas a Neptuno e o império dos infernos a Plutão. Júpiter, como senhor absoluto, representa-se sentado sobre uma águia, com um raio na mão. N’ Os Lusíadas também é identificado como Tonante, porque era o deus do trovão. Baco − Deuses do vinho É o deus do vinho, da ebriedade, dos excessos, especialmente sexuais, e da natureza. Príapo é um de seus companheiros favoritos (também é considerado seu filho, em algumas versões de seu mito). As festas em sua homenagem eram chamadas de bacanais - a percepção contemporânea de que tais eventos eram "bacanais" no sentido moderno do termo, ou seja, orgias, ainda é motivo de controvérsia. Baco apaixona-se pela cultura da vinha e descobre a arte de extrair o suco da fruta. A pantera, o cântaro, a vinha e um cacho de uvas. Outras associações que não eram feitas com Baco foram atribuídas a Dioniso, como o tirso que ele empunha ocasionalmente. Marte – Deus da guerra, filho de Júpiter e de Juno. Presidia a todos os combates, mas nem por isso era pequena a ternura que votava a Vénus, por apaixonadamente amada. Era representado na figura de um guerreiro, completamente armado, com um galo junto de si. Deus da guerra sangrenta, ao contrário de sua irmã Minerva, que representa a guerra justa e diplomática. Os dois irmãos tinham uma rixa, que acabou culminando no frente-a-frente de ambos, junto das muralhas de Tróia, cada um dos quais defendendo um dos exércitos. Marte, protector dos troianos, acabou derrotado. Marte, apesar de bárbaro e cruel, tinha o amor da deusa Vênus, e com ela teve um filho, Cupido e uma filha mortal, Harmonia. Na verdade tratava-se de uma relação adúltera, uma vez que a deusa era esposa de Vulcano, que arranjou um estratagema para os descobrir e prender numa rede enquanto estavam juntos na cama. 1
  2. 2. Mercúrio – Deus da eloquência, do comércio e dos ladrões, filho de Júpiter e de Maia. Era o mensageiro dos deuses, particularmente de Júpiter, que lhe pegara na cabeça e nos calcanhares asas para as suas ordens serem executadas com uma maior rapidez. Neptuno – Filho de Saturno e de Reia, irmão de Júpiter e de Plutão. Deus do Mar, casou com Anfitrite. Era representado com um tridente na mão sobre um coche puxado por cavalos- marinhos. Vénus – Deusa do Amor e da beleza, filha do Céu e da Terra. Vénus, a deusa romana do Amor, pertence ao Plano do Maravilhoso de Os Lusíadas. Tocada pela coragem e bravura dos navegadores portugueses, tem um papel decisivo no sucesso da viagem de Vasco da Gama para a Índia, ao defender os marinheiros lusitanos das ciladas de Baco, o deus do Vinho. Para proteger os portugueses, a deusa do Amor usou dos seus poderes divinos para amansar os ventos, ou para livrá-los da armadilha montada pelos Mouros em Mombaça. Mais tarde, no último Canto da grande obra épica portuguesa, Vénus premeia o esforço dos navegadores portugueses, proporcionando-lhes a recompensa das ninfas na Ilha dos Amores. 2
  3. 3. Parcas − Determinavam o curso da vida humana, decidindo questões como vida e morte, de maneira que nem Júpiter (Zeus) podia contestar as suas decisões. Nona tecia o fio da vida, Décima cuidava da sua extensão e caminho, Morta cortava o fio. Eram também designadas fates, daí o termo em inglês "fate" (destino) é interessante notar que em Roma se tinha a estrutura de calendário solar para os anos, e lunar para os actuais meses. A gravidez humana é de nove luas, não nove meses; portanto Nona tece o fio da vida no útero materno, até a nona lua; Décima representa o nascimento efectivo, o corte do cordão umbilical, o início da vida terrena, o indivíduo definido, a décima lua. Morta é a outra extremidade, o fim da vida terrena, que pode ocorrer a qualquer momento. Apolo − Filho de Júpiter e Leto e irmão gémeo de Ártemis, deusa da caça, era um dos mais importantes e multifacetados deuses do Olimpo. Nas mitologias grega, romana e etrusca, Apolo foi identificado como o deus da luz e do sol, da verdade e da profecia, do pastoreio, do tiro com arco, da beleza, da medicina e da cura, da música, da poesia e das artes. Vulcano − Era o deus romano do fogo, filho de Júpiter e de Juno ou ainda, segundo alguns mitólogos, somente de Juno com o auxílio do Vento. Foi lançado aos mares devido à vergonha de sua mãe pela sua disformidade, foi, porém, recolhido por Tetis e Eurínome, filhas do Oceanus. Noutras versões, a sua fealdade era tal mesmo recém- nascido, que Júpiter o teria lançado do Monte olimpo abaixo. A esse facto de deveria a sua deformidade, pois Vulcano era coxo. Sua figura era representada como um ferreiro. Era ele quem forjava os raios, atributo de Júpiter. Este deus, o mais feio de todos, era o marido de Vénus ( a Afrodite grega), a deusa da beleza e do amor, que, aliás, lhe era tremendamente infiel. No entanto, Vulcano forjou armas especiais para Eneias, filho de Vénus de Anquises de Tróia e para Aquiles quando este havia emprestado para Pátroclo, que por sua vez a perdeu para Heitor. Em certa altura, Vulcano preparou uma rede com que armadilhou a cama onde Vénus e Marte mantinham uma relação adúltera. Deste modo o deus ferreiro conseguiu demonstrar a infidelidade da sua esposa, que no entanto foi perdoada por Júpiter. 3
  4. 4. Dóris Na mitologia grega, Dóris é uma das três mil oceânicos, divindades aquáticas. São filhas de Oceanus, um dos doze titãs, e de, Tétis, que representa a fecundidade feminina do mar. Dóris irá desposar Nereu, chamado “o velho do mar”. Este é filho de Gaia, a Terra, e de Pontos, a onda marinha. Da união dos dois nascerão as nereidas, divindades marinhas. Além dessas cinquenta filhas, Dóris conceberá de seu esposo o jovem Nérites. Dotado de grande beleza, este será amado por Afrodite. Mas, por não querer seguir a deusa, abandonando o reino de seus pais, é metamorfoseado em concha. Dessa forma, acaba permanecendo para sempre junto de sua mãe. 4

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