Monera Para 19032010

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Monera Para 19032010

  1. 1. Reino Monera Archaea Bacterias Myxobacterias, Halófilas, Ricketsias Metanogênicas e Termófilas Mycoplasmas
  2. 2. As Bactérias 1. Caracterização: Indivíduos e colônias 2. Estrutura da célula bacteriana 3. Reprodução e resistência 4. Diversidade Metabólica 5. Importância (Biotecnológica e ecológica)
  3. 3. Caracterização? Formas : Indiviuais ou coloniais
  4. 4. Estrutura da Célula bacteriana Membrana plasmática Citoplasma Parede celular Mesossomo Cápsula Ribossomos Fímbrias Enzimas relacionadas com a respiração, ligadas à face interna da membrana plasmática Plasmídeos Nucleóide Flagelo DNA associado ao mesossomo
  5. 5. Flagelos • Estruturas para locomoção - (quimiotaxia positiva e negativa, respectivamente). • "ancorados" na membrana celular e estendem-se através do envelope celular e se projetam como longos filamentos • Proteínas, dentre elas a flagelina. Eles movem a célula por meio de um movimento rotatório semelhante ao de uma hélice. Nos espiroquetas, os filamentos axiais apresentam funções similares às dos flagelos. Proteínas de ligação no espaço periplásmico ou na membrana celular ligam-se a nutrientes (tais como açúcares e aminoácidos) causando a metilação de outras proteínas da membrana celular que, por sua vez, afetam o movimento da célula pelos flagelos. • As permeases são proteínas que transportam esses nutrientes através da membrana celular. Energia e fontes de carbono podem ser, então, armazenados no citoplasma na forma de "grânulos" que consistem de glicogênio, poliidroxibutirato ou polifosfato.
  6. 6. Cápsulas e camadas limosas • envolvem exteriormente o envelope celular. • bem definidas = cápsulas • mais amorfas são chamadas de camadas limosas ou glicocálix. • constituídas por polissacarídios. ou polipeptídio: o ácido poliglutâmico. • Não são essenciais à viabilidade celular e algumas linhagens dentro de uma espécie produzirão cápsulas enquanto que outras não. • As cápsulas de bactérias patogênicas inibem a sua ingestão e destruição pelos fagócitos do hospedeiro.
  7. 7. Parede celular: método de Gram Bactéria gram-positiva Esquema de bactéria com parte da célula removida. Parede celular formada por camada espessa de peptidoglicano Membrana plasmática Esquema de parte da parede celular e da membrana plasmática de bactéria gram-positiva.
  8. 8. Parede celular: método de Gram Bactéria gram-negativa Esquema de bactéria com parte da célula removida. Parede celular Fosfolipídios Camada lipoprotéica Lipopolissacarídeo externa, espessa, Proteína semelhante à membrana plasmática, com lipopolissacarídeos Camada de peptidoglicano Lipoproteínas Membrana plasmática Esquema de parte da parede celular e da membrana plasmática de bactéria gram-negativa.
  9. 9. Contaminação do meio de cultura geral (Agar- Agar) com bactérias Profa.Ionara
  10. 10. • Estufa com as placas de meio de cultura Profa.Ionara
  11. 11. Alça de platina para transferir as bactérias Profa.Ionara
  12. 12. Fixação do esfregaço Profa.Ionara
  13. 13. Coloração de Gram Profa.Ionara
  14. 14. • Cobrir o esfregaço com gotas de cristal violeta (ou violeta genciana- roxo), esperar 1 minuto. Profa.Ionara
  15. 15. • Lavar a lâmina rapidamente em água corrente. Profa.Ionara
  16. 16. • Desprezar excesso de corante no ralo e sem lavar, colocar gotas de lugol, deixar durante 1 minuto. Profa.Ionara
  17. 17. • Descorar a lâmina com álcool etílico. Profa.Ionara
  18. 18. • Lavar com água corrente. Profa.Ionara
  19. 19. • Cobrir a lâmina com gotas de safranina, deixar durante 30segundos. Profa.Ionara
  20. 20. • Lavar em água corrente. Profa.Ionara
  21. 21. Observaçã o com aumento de 1000x Streptococcus gram negativo Em microscópio óptico Streptococcus gram - positivos Profa.Ionara
  22. 22. Profa.Ionara
  23. 23. Profa.Ionara
  24. 24. Reprodução das bactérias: divisão por amitose Parede celular Duplicação do DNA Membrana plasmática Molécula de DNA Separação das células
  25. 25. Transformação Molécula de DNA circular Fragmentos de Célula bacteriana DNA doador Lise celular Quebra Célula bacteriana do DNA Fragmentos de DNA ligam-se à superfície da célula receptora. O fragmento de DNA é incorporado à célula receptora. O fragmento de DNA é integrado ao cromossomo da célula receptora. Célula transformada
  26. 26. Transdução Fago O DNA do fago Quando o profago inicia o ciclo integra-se ao DNA lítico, o DNA da bactéria é da bactéria como degradado e novos fagos pode O DNA de um profago. conter algum trecho do DNA um fago penetra da bactéria. na célula de uma bactéria. DNA do fago com genes da bactéria Genes de outra bactéria A célula são introduzidos e O fago infecta bacteriana se integrados ao DNA nova bactéria. rompe e libera da bactéria hospedeira. muitos fagos, que podem infectar outras células.
  27. 27. Conjugação Plasmídeo DNA bacteriano Célula “macho” Ponte citoplasmática Célula “fêmea” Célula “macho” Separação das células Célula “macho”
  28. 28. Esporulação e resistência a adversidades ambientais
  29. 29. 4. Diversidade metabólica das Bactérias Respiração Parasitas: instalam –se em seres ainda vivos usam O2 Heterótrofas Decompositoras: usam matéria Fermentação de seres mortos Não usam O2 Fotossíntese Fotoautotróficas Usam energia da Luz CO2 e H2O (ou H2S) Autótrofas Quimiossíntese Quimioautotróficas Usam a energia química de reações que provocam
  30. 30. Diversidade Nutricional F o n Fonte de energia t e Luz Elétrons Liberados de Reações Químicas d e inorgânicas orgânicas c Quimio- Quimio- Compostos a AUTOTRóFICAS heteroTRóFICAS orgânicos r b o Foto AUTOTRÓFICAS CO2 n o
  31. 31. 5. Importância ecológica das bactérias HETERÓTROFAS Parasitismo Saprofitismo Mutualismo AUTÓTROFAS Químiossíntese Fotossíntese
  32. 32. Importância ecológica das bactérias HETERÓTROFAS Doenças Parasitismo Produção de alimentos e medicamentos Saprofitismo Decomposição de resíduos Mutualismo Produção de vitamina K Digestão e absorção de alimentos Digestão de celulose nos ruminantes Controle de bactérias patogênicas na flora intestinal Produção de alimento onde não há luz AUTÓTROFAS Químiossíntese Ciclo do Nitrogênio Fotossíntese Produção de matéria orgânica Ciclagem de elementos
  33. 33. Contagem de Coliformes fecais em água Colônias típicas: azuis Colônias típicas: brilho metálico
  34. 34. 1 Plantas Passam compostos FIXAR nitrogenados para a cadeia alimentar DECOMPOSIÇÃO 2 Decomposição Ou de cadáveres e excretas Amonização liberando compostos no solo Nitrosação 3 Nitrito e o nitrato servem e geram energia NitrataÇÃO = para a quimiossíntese NITRIFICAÇÃO As plantas usam o Nitrato 4 Devolução DESNITRIFICAÇÃO De Nitrogênio gasoso Para o ar
  35. 35. ETAPAS do ciclo do nitrogênio Captação de Composição de Nitrogênio FIXAR aminoácidos atmosférico N2 Usando o nitrogênio DECOMPOSIÇÃO Destruição (ou Formação de De compostos Amonização) Amônia ( NH3) orgânicos Liberada no solo Nitrosação Transformação de Transformação e Nitratação Amônia( NH3) em Nitrito(NO2) de amônia = e Em nitrato NITRIFICAÇÃO do Nitrito( NO2) em Nitrato(NO3) Utilização de Transformação Nitrato ( NO3) De Como fonte de DESNITRIFICAÇÃO Nitrato ( NO3) Oxigênio em Nitrogênio ( N2)
  36. 36. agentes etapas processos 1 Cianobactérias 1 Plantas e Bactérias fixadoras dos Passam compostos nódulos de raízes de nitrogenados plantas para a cadeia alimentar Rhizobium 2 Decomposição 2 Bactérias de cadáveres e excretas decompositoras liberando compostos no solo 3 Bactérias Nitirificantes Gêneros Nitrosomoonas e Nitrosococus 3 Nitrito e o nitrato servem Transformação Usam compostos do solo DeEnergia em Nitrito Amônia para gerar Na quimiossíntese para a quimiossíntese e As plantas podem usar Nitrato Do Nitrito em Nitrato 4 Bactérias Denitrificantes 4 Devolução gênero De Pseudomonas Nitrogênio gasoso Usam o Nitrato Para o ar Como fonte de O2
  37. 37. agentes etapas processos 1 Cianobactérias 1 Plantas e Bactérias fixadoras dos Passam compostos nódulos de raízes de FIXAR nitrogenados plantas para a cadeia alimentar Rhizobium DECOMPOSIÇÃO 2 Decomposição 2 Bactérias Ou de cadáveres e excretas decompositoras liberando Amonização compostos no solo 3 Bactérias Nitirificantes Gêneros Nitrosomoonas 3 Amônia oxidada Nitrosação Transformação gera Nitrito e energia e Nitrosococus Usam compostos do solo e De Amônia em Nitrito para a quimiossintese Na quimiossíntese NitrataÇÃO = e |Nitrito oxidado gera nitrato Do Nitrito em Nitrato e energia. NITRIFICAÇÃO As plantas podem usar Nitrato 4 Bactérias Denitrificantes 4 Devolução gênero De Pseudomonas DESNITRIFICAR Nitrogênio gasoso Usam o Nitrato Para o ar Como fonte de O2
  38. 38. Alguns usos das bactérias em Biotecnologia • Fabricação de alimentos :laticínios • Produção de medicamentos: transgênicas (ou não) • Produção de aminoácidos, vitaminas e antibióticos • Reciclagem de elementos no solo.(ciclo do Nitrogênio e degradação de petróleo e pesticidas) • Controle biológico. • Engenharia genética- produção de hormônios e outras substâncias usando genes humanos . Plantas e plasmídios Ti ( tumor induction)
  39. 39. Cianobatérias
  40. 40. Cianobactérias (ou algas azuis ) Sempre Fotossintetizantes
  41. 41. Importância de Cianobactérias • Produtoras de alimento e Oxigênio, base das cadeias alimentares • São Fixadoras de Nitrogênio atmosférico Colonizadoras de ambientes. • Podem produzir toxinas (maré vermelha)
  42. 42. Sites utilizados • http://www.cientic.com/tema_procariota.html

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