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Vandrea CurríCulo E Nomadismo

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Vandrea CurríCulo E Nomadismo

  1. 1. CURRÍCULO E NOMADISMO 1.Maria Ângela de Melo Pinheiro-Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Unicamp e Professora da Rede Municipal de Campinas.
  2. 2. I Seminário Produção de Conhecimento. <ul><li>Alegria e Honra; </li></ul><ul><li>Temerosa e Insegura; </li></ul><ul><li>Atuantes e Militantes; </li></ul><ul><li>Receio e insegurança; </li></ul><ul><li>Atores e Protagonista; </li></ul><ul><li>Valorizada e Confiante; </li></ul><ul><li>Nômade e Dicionário; </li></ul><ul><li>Mesa Redonda e Reflexão. </li></ul>
  3. 3. Projeto/Fapesp. <ul><li>. Programa de Ensino do Projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. </li></ul><ul><li>.Objetivo: melhorar o ensino de Botânica numa perspectiva interdisciplinar com alunos de 6ª série durante dois anos. </li></ul><ul><li>.Reuniam-se semanalmente, professores da escola e especialistas na área de Botânica para discutir, planejar e tecer novos caminhos, planejamento coletivo. </li></ul>
  4. 4. Currículo. <ul><li>O currículo ia sendo construído e reconstruído no cotidiano com multiplicidade de olhares. </li></ul><ul><li>As estratégias de ensino vinham sendo criadas com novas possibilidades de trajetos e recursos pelos profissionais agora nômades. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>A interdisciplinariedade deu condições de se trabalhar com o pensamento, sentimento, emoções e ações. </li></ul><ul><li>Aprender Botânica e Ecologia é lidar com sensibilidade, memória, vivência, dramatização, observação e aspecto históricos. </li></ul>
  6. 6. Espaços Curriculares. <ul><li>Espaços foram criados em torno da escola, como o canteiro plantas medicinais e ornamentais, o tanque de plantas aquáticas, a área verde ao redor da escola e em especial, a Biblioteca. </li></ul><ul><li>A Biblioteca tornou-se um espaço sagrado, onde aconteciam todas as reuniões semanais da equipe. </li></ul>
  7. 7. BIBLIOTECA. <ul><li>A Biblioteca passou a ser os bastidores, onde se realizavam aquecimentos e ensaios para sala de aula . </li></ul><ul><li>A partir daí o avaliar-se e o replanejar-se, tornou-se constante, possibilitando a complementariedade e divergência de idéias. </li></ul><ul><li>O espaço da biblioteca possibilitou a procura de livros, artigos de revistas, contos, notícias de jornal, poesias, entre outros. </li></ul>
  8. 8. FORA DA SALA DE AULA. <ul><li>Nos canteiros, os alunos aprenderam a produzir mudas utilizando várias técnicas. </li></ul><ul><li>Cada metro quadrado foi observado e as mudanças que ocorreram foram sendo registradas periodicamente. </li></ul><ul><li>Os alunos pesquisaram as propriedades das plantas medicinais, fizeram cartilhas,poesias, atlas com mapas das origens das plantas medicinais cultivadas. </li></ul>
  9. 9. DENTRO DA ESCOLA. <ul><li>Alunos e professores montaram o tanque de plantas após uma visita à Unicamp. </li></ul><ul><li>Os alunos registram periodicamente as alterações que ocorrem no tanque: domínio de determinadas plantas, desaparecimento de outras, adaptação ou não de plantas e animais. </li></ul><ul><li>Este local tornou-se a paixão de todos os alunos da Escola. </li></ul>
  10. 10. ENTORNO DA ESCOLA. <ul><li>Os alunos e professores identificaram e colocaram placas de identificação, com nome científico, nome popular, família e origem em árvores plantadas há muitos anos pelos moradores. </li></ul><ul><li>Os alunos acompanharam as mudanças e foram registrando através de fotografias, desenhos e textos; estas observações, anotações e descobertas, foram transformada em livros. </li></ul>
  11. 11. CURRÍCULO TRANSFORMADO. <ul><li>O currículo vai se formando através das ações/reflexões coletivas e não é meramente uma sucessão de assuntos, muitas vezes desconectados entre si. </li></ul><ul><li>Também acontecia de planejar atividades conjuntas em que dois ou três professores estavam juntos trabalhando com a mesma turma, as aulas não tinham mais 45 min., continuavam nas aulas seguintes. </li></ul>
  12. 12. REFLEXÃO. <ul><li>“ Há sempre que haver um norte, uma direção, um lugar onde queremos chegar. Mas que o caminho não seja sempre aquelas mesmas trilhas antes pisadas, aquele mesmo velho a previsível trajeto. Que possa haver atalhos, novos rumos, novos ritmos, paradas quando necessárias, rotas alteradas, a busca constante de novos caminhos. Que possamos sair do lugar-comum e ir em busca de novos espaços. Se acreditarmos que isso é possível, já é um bom começo.” </li></ul>
  13. 14. EPÍGRAFE. <ul><li>“ Somos o que fazemos repetidamente. </li></ul><ul><li>Por isso o mérito não está na ação e sim no hábito.” </li></ul><ul><li>(Aristóteles) </li></ul>

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