Emprego, renda e escolarização em Anápolis

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Emprego, renda e escolarização em Anápolis

  1. 1. Universidade Estadual de Goiás - UEG Unidade de Ciências Sócio-Econômicas e Humanas - UnUCSEH Coordenação do Curso de Ciências Econômicas Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas - NEPE Centro de Estudos sobre Trabalho, Território e Desenvolvimento - CeTTeD <ul><li>Curso de Formação – Diretoras de Escolas da Rede Pública Municipal </li></ul><ul><li>A educação e o desenvolvimento humano no município de Anápolis </li></ul><ul><li>Emprego, renda e escolarização em Anápolis </li></ul><ul><li>Marcelo Jose Moreira </li></ul>
  2. 2. Elementos teóricos – Desenvolvimento e Subdesenvolvimento <ul><li>Desenvolvimento é um processo não interrompido de acumulação dos resultados da capacidade de gestão do conhecimento; </li></ul><ul><li>O aumento das rendas e da produção se destina em parte a ampliar as bases do processo econômico (bens de capital, acesso aos recursos naturais) e à capacitação da força de trabalho; </li></ul><ul><li>A capacidade de acumulação se verifica sempre dentro de um espaço físico territorial em que os seus ocupantes têm suficiente capacidade autônoma de interatuar e para resolver as questões fundamentais que os preocupam; </li></ul><ul><li>O desenvolvimento é acumulação, e esta se realiza, em primeiro lugar, dentro do espaço próprio de cada país; </li></ul><ul><li>O desenvolvimento requer densidade nacional. Compreende: a coesão social, a qualidade das lideranças, a estabilidade institucional e política, a existência de um pensamento crítico e próprio sobre a interpretação da realidade e políticas apropriadas ao processo de desenvolvimento econômico. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Desenvolvimento é o processo histórico autossustentado de acumulação de capital e incorporação de progresso técnico levando ao aumento do padrão de vida da população; </li></ul><ul><li>Características do Subdesenvolvimento (a existência de uma sociedade dual) na lógica da produção capitalista do espaço </li></ul><ul><ul><li>Heterogeneidade estrutural </li></ul></ul><ul><ul><li>Dependência externa </li></ul></ul><ul><ul><li>Limitações às tomadas de decisão </li></ul></ul><ul><ul><li>Oferta ilimitada de mão-de-obra </li></ul></ul><ul><li>O dualismo da estrutura econômica reflete-se, por um lado, na distribuição desigual da renda e, por outro, numa demanda de bens finais pouco vigorosa. Isso porque “a apropriação do excedente pelos grupos dirigentes não encontra resistência nos trabalhadores.” </li></ul>Elementos teóricos – Desenvolvimento e Subdesenvolvimento
  4. 4. Elementos teóricos – Educação e Desenvolvimento <ul><li>A relação surge como principal vínculo de transformação da sociedade </li></ul><ul><ul><li>Educação é a causa do desenvolvimento sócio-econômico; </li></ul></ul><ul><ul><li>A expansão educacional torna-se um dos motivos do desenvolvimento (expansão acelerada – desenvolvimento acelerado); </li></ul></ul><ul><ul><li>Teoria do Capital Humano </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Homogeneidade da mão de obra (os salários são determinados como os preços de qualquer bem o é); </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diferentes qualidades de mão-de-obra explicariam os diferenciais de salário. Diferentes pessoas incorporam diferentes quantidades de capital humano. Este capital é fruto de investimento - especialmente em educação - baseado em decisões racionais envolvendo a comparação de taxas de retorno e taxas de juro de mercado, como qualquer outro investimento; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os maiores salários correspondem à maior soma de investimento em capital humano, e a hierarquia salarial reflete estas diferenças. Esta não é reflexo senão das desigualdades no montante de competências adquiridas e das preferências individuais, que se traduzem em níveis variáveis de investimento, supondo-se que todos os indivíduos tenham a mesma oportunidade de investir; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>As diferenças de qualidade de mão-de-obra são vistas como diferenças em habilidades cognitivas, fruto de mais ou menos investimentos em educação. Estabelece-se uma relação direta envolvendo habilidade cognitiva (capital humano), produtividade da mão-de-obra e rendimento do trabalho; </li></ul></ul></ul>
  5. 5. Elementos teóricos – Educação e Desenvolvimento <ul><li>A lógica da TCH </li></ul><ul><ul><li>A TCH parte da observação estatística de que, na medida em que o nível educacional de um indivíduo cresce, cresce também sua renda, para afirmar que a educação aumenta a produtividade das pessoas, uma vez que, dentro da tradição neoclássica, é também suposto que os fatores são remunerados de acordo com sua produtividade marginal: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>As pessoas se educam; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A educação tem como principal efeito mudar suas “habilidades” e conhecimentos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Quanto mais a pessoa se educa, maior sua habilidade cognitiva e sua produtividade; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Maior produtividade, maiores rendimentos. </li></ul></ul></ul>
  6. 6. Elementos teóricos – Educação e Desenvolvimento <ul><li>A relação surge tendo a educação como condição necessária, mas não suficiente para o desenvolvimento </li></ul><ul><ul><li>O desenvolvimento sócio-econômico seria o resultado da expansão física das possibilidades de produção, dos investimentos em capital físico e da absorção de tecnologias já existentes ou em desenvolvimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Expansão acelerada da educação não seria capaz de, sozinha, impulsionar o processo de desenvolvimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Expansão educacional inadequada poderia atrasar tal processo ou mesmo estancá-lo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Teoria da Segmentação do Mercado de Trabalho </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>A segmentação não é resultado de imperfeições de mercado e nem tampouco da criação de um excedente de mão-de-obra “exilado” em um setor informal que guarda relações de subordinação com o chamado setor dinâmico da economia, mas sim uma conseqüência do próprio processo de valorização do capital e de mudanças nas relações sociais de produção, onde o progresso técnico é responsável pela introdução acelerada de processos automatizados. </li></ul></ul></ul>
  7. 7. Elementos teóricos – Educação e Desenvolvimento <ul><li>A lógica da TSMT </li></ul><ul><ul><li>O ponto de partida comum das teorias da segmentação é a constatação de uma cisão do mercado de trabalho em dois segmentos: um segmento protegido (mercado interno ou primário) e outro desprotegido (mercado externo ou secundário). Duas condições devem ser satisfeitas: i) o funcionamento de cada segmento, e portanto suas leis e regras, devem ser diferentes; ii) a existência de uma forte barreira à mobilidade entre os segmentos. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O mercado interno de trabalho é uma unidade administrativa (uma seção de uma empresa, por exemplo) na qual o controle, a remuneração e a distribuição do trabalho são regulados por um conjunto de regras e procedimentos que, em certo sentido, isolam a FT das pressões gerais do mercado. Este mercado é caracterizado por hábitos de trabalho e emprego estáveis, salários relativamente altos, produtividade alta, progresso técnico, canais de promoção etc. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>os mercados externos de trabalho estariam concentrados não apenas nas ocupações menos produtivas das firmas dominantes, mas também naquelas de menor produtividade média.. Este mercado é caracterizado por alta rotatividade da mão-de-obra, salários relativamente baixos, más condições de trabalho, baixa produtividade, estagnação tecnológica e níveis relativamente altos de desemprego. Os empregos secundários acham-se concentrados em pequenas firmas competitivas, que operam em mercados restritos e de demanda instável. </li></ul></ul></ul>
  8. 8. Elementos teóricos – Educação e Desenvolvimento <ul><li>Teoria do Capital Humano </li></ul><ul><ul><li>Níveis mais altos de educação correspondem a níveis mais altos de renda. </li></ul></ul><ul><ul><li>O salário seria uma função das características pessoais do trabalhador, e a gama de características pessoais estaria reduzida àquelas que constituem o capital humano do trabalhador, isto é, àquelas habilidades cognitivas adquiridas no aprendizado geral mas também no treinamento específico para o desempenho de certas tarefas. </li></ul></ul><ul><li>Teoria da Segmentação do Mercado de Trabalho </li></ul><ul><ul><li>As teorias da segmentação, ao invés de colocarem a ênfase no papel da educação - esta seria importante na alocação de trabalhadores entre diferentes mercados (ou segmentos), mas não na determinação dos salários e da distribuição de renda, preocupam-se com o funcionamento do local exato onde a renda dos trabalhadores é gerada: a firma. Para esta abordagem, o mercado de trabalho não é contínuo, e indivíduos com diferentes níveis educacionais possuem diferentes “credenciamentos” que vão habilitá-los a acessar diferentes segmentos do mercados de trabalho. </li></ul></ul>
  9. 9. Elementos teóricos – Educação e Desenvolvimento <ul><li>As evidências verificadas não estabelecem relação interativa (intrinsecamente dinâmica) entre a melhoria nas condições de vida e o aumento do nível de escolaridade </li></ul><ul><ul><li>Investimentos generalizados em educação não são capazes de transformar a sociedade e acelerar o processo de desenvolvimento, tampouco a ausência destes investimentos torna o capital humano escasso ou emperra o processo de desenvolvimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>A escolaridade não tem impacto sobre os postos de trabalho, ou sobre os salários vigentes; </li></ul></ul><ul><ul><li>A educação não transforma, apenas permite aos mais escolarizados terem acesso aos melhores postos de trabalho, melhores níveis de renda e melhores condições de vida. </li></ul></ul><ul><ul><li>Abordagem dos teóricos do Subdesenvolvimento </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Oferta ilimitada de mão de obra; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O excedente estrutural de mão de obra e a desorganização dos trabalhadores dificultam que, nos momentos de difusão (é o processo de extensão do aumento do excedente aos participantes sociais: distribuição de renda e aumento dos salários), o salário médio aumente mais do que o aumento da produtividade. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A ideia de que o desenvolvimento econômico é um mito. </li></ul></ul></ul>
  10. 10. Elementos teóricos – Educação e Desenvolvimento <ul><li>A lógica dos TS </li></ul><ul><ul><li>O excedente estrutural de mão de obra não permite que os salários cresçam com a produtividade; </li></ul></ul><ul><ul><li>A tentativa de reproduzir os padrões de consumo do centro leva o país ao endividamento externo e à dependência. </li></ul></ul><ul><ul><li>A possibilidade do desenvolvimento é pouco provável porque, de um lado, se a taxa de salário permanece próxima às condições de vida prevalecentes em segmentos de trabalhos precários, a implantação de atividades com teor tecnológico avançado não chegar a modificar substancialmente a estrutura de uma economia subdesenvolvida; </li></ul></ul><ul><ul><li>Há incompatibilidade entre o projeto de desenvolvimento dos grupos dirigentes, visando reproduzir dinamicamente os padrões de consumo dos países cêntricos e o grau de acumulação alcançado pelo país. </li></ul></ul>
  11. 11. Figura 1: Goiás – Emprego formal segundo grupo ocupacional selecionado – 2006 Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: Centro de Estudo sobre Trabalho, Território e Desenvolvimento/ CeTTeD-CSEH/UEG
  12. 12. Figura 2: Goiás – emprego formal segundo faixa de remuneração média selecionada (em salários mínimos - SM) - 2006 Fonte: RAIS/MTE Elaboração: Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas/NEPE-CSEH/UEG
  13. 13. Tabela 1 - Goiás: os doze municípios que concentram postos de trabalho Municípios 2000 2008 Var. 2008/2000 Goiânia 325.547 486.279 49,37 Aparecida de Goiânia 40.431 85.668 111,89 Anápolis 40.123 70.145 74,82 Rio Verde 17.905 45.005 151,35 Itumbiara 12.483 20.027 60,43 Catalão 8.410 19.707 134,33 Luziânia 11.128 19.702 77,05 Jataí 10.514 15.056 43,20 Caldas Novas 6.733 13.630 102,44 Mineiros 4.112 10.948 166,25 Formosa 4.588 10.646 132,04 Trindade 6.280 9.889 57,47 Total de postos de trabalho 488.254 806.702 65,22 Total de postos de trabalho em Goiás 663.902 1.135.046 70,97 % em relação ao total de Goiás 73,5 71,1 - Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: Centro de Estudo sobre Trabalho, Território e Desenvolvimento/ CeTTeD-CSEH/UEG
  14. 14. Figura 3: Goiás e o Território de Acumulação de Trabalho – 2008 Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: Centro de Estudo sobre Trabalho, Território e Desenvolvimento/ CeTTeD-CSEH/UEG Território de Acumulação de Trabalho: 71% do Emprego Formal 52% da População 59% do PIB
  15. 15. Aumento de 23% no total de empregos formais gerados no grupo das regiões metropolitanas. Se compararmos o ano de 2006 com 1990: aumento de 26%
  16. 16. Aumento de 40,7% no total de empregos formais gerados no grupo das cidades médias. Se compararmos o ano de 2006 com 1990: aumento de 74,7%
  17. 17. Gráfico 3 – Anápolis – Evolução de empregados formais – 2000 a 2008 Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD Acréscimo de 75% no número de trabalhadores formais
  18. 18. Gráfico 4 – Anápolis – Empregados formais segundo setores de atividade econômica (em %) - 2000 a 2008 Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD
  19. 19. Gráfico 5 – Anápolis - Empregados formais segundo gênero (em %) - 2000 a 2008 Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD
  20. 20. Gráfico 6 – Anápolis – Empregados formais segundo a faixa de rendimento médio em salários mínimos – 2000 a 2008 Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD Acréscimo de 392% de trabalhadores na faixa de “até 0,5 SM”, 213,5% na de “0,51 a 1,00 SM” e de 109,7% na faixa de “1,01 a 1,5 SM”
  21. 21. Gráfico 7 – Anápolis – Empregados formais segundo faixa de tempo de emprego (em meses) – 2000 a 2008 Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD
  22. 22. Gráfico 8 – Anápolis – Empregados formais segundo tipo de admissão (em %) – 2000 a 2008 Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD
  23. 23. Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD Acréscimo de 193,5% com Médio Completo e de 191% com Superior Completo
  24. 24. Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD
  25. 25. 41 ESCRITURÁRIOS 410 SUPERVISORES DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS (exceto de atendimento ao público) 4101 Supervisores administrativos 4102 Supervisores de serviços financeiros, de câmbio e de controle 411 ESCRITURÁRIOS EM GERAL, AGENTES, ASSISTENTES E AUXILIARES ADMINISTRATIVOS 4110 Escriturários em geral, agentes, assistentes e auxiliares administrativos 412 SECRETÁRIOS DE EXPEDIENTE E OPERADORES DE MÁQUINAS DE ESCRITÓRIOS 4121 Operadores de equipamentos de entrada e transmissão de dados 4122 Contínuos 413 ESCRITURÁRIOS CONTÁBEIS E DE FINANÇAS 4131 Auxiliares de contabilidade 4132 Escriturários de serviços bancários 414 ESCRITURÁRIOS DE CONTROLE DE MATERIAIS E DE APOIO À PRODUÇÃO 4141 Almoxarifes e armazenistas 4142 Apontadores e conferentes 415 AUXILIARES DE SERVIÇOS DE BIBLIOTECA, DOCUMENTAÇÃO E CORREIOS 4151 Auxiliares de serviços de documentação, informação e pesquisa 4152 Carteiros e operadores de triagem de serviços postais
  26. 26. Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD
  27. 27. 51 TRABALHADORES DOS SERVIÇOS 510 SUPERVISORES DOS SERVIÇOS 5101 Supervisores dos serviços de transporte, turismo, hotelaria e administração de edifícios 5102 Supervisores de lavanderia 5103 Supervisores dos serviços de proteção, segurança e outros 511 TRABALHADORES DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE E TURISMO 5111 Trabalhadores de segurança e atendimento aos usuários nos transportes 5112 Fiscais e cobradores dos transportes coletivos 5114 Guias de turismo 512 TRABALHADORES DOS SERVIÇOS DOMÉSTICOS EM GERAL 5121 Trabalhadores dos serviços domésticos em geral 513 TRABALHADORES DOS SERVIÇOS DE HOTELARIA E ALIMENTAÇÃO 5131 Mordomos e governantas 5132 Cozinheiros 5133 Camareiros, roupeiros e afins 5134 Garçons, barmen, copeiros e sommeliers 514 TRABALHADORES NOS SERVIÇOS DE ADMINISTRAÇÃO, CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EDIFÍCIOS E LOGRADOUROS 5141 Trabalhadores nos serviços de administração de edifícios 5142 Trabalhadores nos serviços de manutenção e conservação de edifícios e logradouros 515 TRABALHADORES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE 5151 Agentes comunitários de saúde e afins 5152 Auxiliares de laboratório da saúde 516 TRABALHADORES NOS SERVIÇOS DE EMBELEZAMENTO E CUIDADOS PESSOAIS 5161 Trabalhadores nos serviços de embelezamento e higiene 5162 Cuidadores de crianças, jovens, adultos e idosos 5163 Tintureiros, lavadeiros e afins, à máquina 5164 Lavadores e passadores de roupa, à mão 5165 Trabalhadores dos serviços funerários 5166 Trabalhadores auxiliares dos serviços funerários 5167 Astrólogos e numerólogos 5168 Esotéricos e paranormais 517 TRABALHADORES NOS SERVIÇOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA 5171 Bombeiros e salva-vidas 5172 Policiais, guardas civis municipais e agentes de trânsito 5173 Vigilantes e guardas de segurança 5174 Porteiros e vigias 519 OUTROS TRABALHADORES DE SERVIÇOS DIVERSOS 5191 Motociclistas e ciclistas de entregas rápidas 5192 Catadores de material reciclável 5193 Trabalhadores de serviços veterinários, de higiene e estética de animais domésticos 5198 Profissionais do sexo 5199 Outros trabalhadores dos serviços
  28. 28. Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD
  29. 29. 52 VENDEDORES E PRESTADORES DE SERVIÇOS DO COMÉRCIO 520 SUPERVISORES DE VENDAS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 5201 Supervisores de vendas e de prestação de serviços 521 VENDEDORES E DEMONSTRADORES 5211 Operadores do comércio em lojas e mercados 523 INSTALADORES DE PRODUTOS E ACESSÓRIOS 5231 Instaladores de produtos e acessórios 524 VENDEDORES A DOMICÍLIO, AMBULANTES E EM BANCAS 5241 Vendedores em domicílio 5242 Vendedores em bancas, quiosques e barracas 5243 Vendedores ambulantes
  30. 30. Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD
  31. 31. 78 TRABALHADORES DE FUNÇÕES TRANSVERSAIS 780 SUPERVISORES DE TRABALHADORES DE EMBALAGEM E ETIQUETAGEM 7801 Supervisores de trabalhadores de embalagem e etiquetagem 781 OPERADORES DE ROBÔS E EQUIPAMENTOS ESPECIAIS 7811 Condutores de processos robotizados 7813 Operadores de veículos subaquáticos controlados remotamente 7817 Trabalhadores subaquáticos 782 CONDUTORES DE VEÍCULOS E OPERADORES DE EQUIPAMENTOS DE ELEVAÇÃO E DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS 7821 Operadores de máquinas e equipamentos de elevação 7822 Operadores de equipamentos de movimentação de cargas 7823 Motoristas de veículos de pequeno e médio porte 7824 Motoristas de ônibus urbanos, metropolitanos e rodoviários 7825 Motoristas de veículos de cargas em geral 7826 Operadores de veículos sobre trilhos e cabos aéreos 7827 Trabalhadores aquaviários 7828 Condutores de animais e de veículos de tração animal e pedais 783 TRABALHADORES DE MANOBRAS SOBRE TRILHOS E MOVIMENTAÇÃO E CARGAS 7831 Trabalhadores de manobras de transportes sobre trilhos 7832 Trabalhadores de cargas e descargas de mercadorias 784 EMBALADORES E ALIMENTADORES DE PRODUÇÃO 7841 Trabalhadores de embalagem e de etiquetagem 7842 Alimentadores de linhas de produção
  32. 32. Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD Em 2008, 57% dos trabalhadores com ensino médio completo e 43% com ensino superior completo são homens. Em relação ao total dos homens, 33% possuem ensino médio completo e 9% ensino superior completo
  33. 33. Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD Em 2008, 43% dos trabalhadores com ensino médio completo e 57% com ensino superior completo são mulheres. 41% das trabalhadoras possuem ensino médio completo e 19% ensino superior completo.
  34. 34. Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD 56,4% é a participação dos trabalhadores desse intervalo de tempo de emprego no total dos empregos gerados em Anápolis. 60% dos trabalhadores com ensino médio completo, estão nesta faixa de tempo de emprego.
  35. 35. Fonte: RAIS/MTE - Elaboração: UEG/UnUCSEH/CeTTeD Em 2000, 74% dos trabalhadores recebiam de 0,51 a 3,00 SM. Em 2008, a participação dos trabalhadores, nessa faixa, elevou-se para 79%.
  36. 36. Coordenador: Marcelo Jose Moreira – marcelo.moreira@ueg.br Membros: Bruna de Oliveira Angelo Rafael Nascimento Nunes Eliezer da Silva Freitas João Felipe Silva Fleming Renato Lopes Santos Vinícius de Almeida Silva Brandão

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