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  1. 1. Edição de março de 2008 O Jornal da Comunidade Brasileira nos Estados Unidos Edição de março de 2008 - Ano 7
  2. 2. Edição de março de 2008 EDITORIAL Março de 2008 Agnibh eugait nim dip exe- ver ad molorpe rostrud er sum eros niscil et lorer senim dolore rat. Min vulla feui eugiam dio vendit, sisim ver sum in henisi min vercidunt velis nos aciniam ea consequ amcommodo con- eugue conse do do el exercillao- doleniam, velenibh essi bla ate O Jornal COMUNIDADE é distri- sed essim ipis dip ex et, sectem re con vero et enim am dolorer minibh ex et ut ut nullum verit buído nas cidades de Houston, 2500 nos eseniam, quis augiamet aesequam, vullaor peraessis aut wisit in ver autat augiamet utpat exemplares (veja a lista dos principais nibh et landiamet utpatum do- acil utpat augiam, sisit wismo- lor sim dolorem zzriusci bla co- pontos na página 19), na Grande loreet, velent aci blaortinibh eu- lesed diat lobore volese mag- reet lortie mod doloborerat ea Dallas 3000 exemplares, que você gait, quat luptat, quis doloreet nim zzriuscipit autpat, ver sum feuguero odit dolesed dolorem encontra nas lojas Brazil Brasileiro, praessequip ent lortio dolorer zzrilisi tion velesenim incidui doloboreet dolenibh euipit lut Coisas do Brasil, Delícias Brasil e senibh ea feugait etummodio psusto consendre dio exerilis alit, sum erci bla conse dionulla- dolor ip endre modionsequat esequismodo odipit amconse met do euissim zzrilla ad minci Mais Brasil, no Richland College, prat. Em augait niam estrud quisciliqui elesequamet, quis- blam, quipiscing euissit praesto consultórios, agências de viagem, em dolore dolorem quipsumsan cilis alisl ulput praessim venit dolor sit ulput incilisim zzrit at várias igrejas evangélicas, oficinas alisim zzriusc ilisci blan veni- pratue tionulla feu feu facil ulla mecânicas, nos racks na Timberglein bh etuerat alit luptat nis dolor faci ex essi. e no Restaurante Tony’s Pizza, e nos sum zzriure dolorem eraestie er Ore velenim zzriliquate estados onde estão a Embaixada sustin utatem vercing essim ilit magnibh ea at. Ut dolore feu- Brasileira e os Consulados, 500 utate con henim dio eu feu feu guer aessit lum aute dolesed tat exemplares. Para receber o jornal faccum ipit volobortie enit wis iusto estrud moloreet lutpat, para distribuição em seu estabeleci- esenim aut am, con utpat. velit nisi. Ver ad tat lamet, quat vul- Ismodolor inis eros ad en- mento, entre em contato. Para acessar putat. Velisim veniamet, quam dreet, quatet vulla faccum velis o jornal Comunidade na internet, vá velesequam il utem el in ver dolore consenibh estrud tet, ao site aliquis er iliqui blandion ve- commy nit nonsectet lumsan. www.jornalcomunidade.com liquam nulput veliquisci tem O Editor Consulados brasileiros nos Estados Unidos Em Houston Em Boston Washington (Embaixada) Em New York 1233 W. Loop South #1150 20 Park Plaza #810 3009 Whitehaven Street 1185 Avenue of the Americas 21st Houston, TX 77027 Boston, MA 02116 NW Washington, DC 20008-3613 floor Tel: (713) 961-3063 Tel: (617) 542-4000 Tel: (202) 238-2828 New York, NY 10036-2601 Fax: (713) 961-3070 Fax: (617) 542-4318 Fax: (202) 238-2818 Tel: (917) 777-7777 Fax: (212) 827-0225 Em Chicago Em Los Angeles Em Miami 401 North Michigan Ave #3050 8484 Wilshire Blvd #711-730 2601 S. Bayshore Dr #800 Em San Francisco Chicago, IL 60611 Beverly Hills, CA 90211 Miami, FL 33133 300 Montgomery St #900 Tel: (312) 464-0245 Tel: (323) 651-2664 Tel: (305) 285-6200 San Francisco, CA 94104 Fax: (312) 464-0299 Fax: (323) 651-1274 Fax: (305) 285-6229 Tel e Fax: (415) 981-8170 O Jornal Comunidade oferece espaço gratuito a todos os consulados Brasileiros nos Estados Unidos para divulgação de informações de utilidade pública. Expediente Diagramação: Tel: (214) 445-7252 O JORNAL COMUNIDADE é distribuido gratuitamente. Todas as matérias são de responsabilidade única de seus autores. Qual- Paulo de Barcellos Pinto Fax: (972) 200-4479 quer conteúdo desse periódico é protegido pela lei de direitos au- Endereço nos EUA: Email: editor@jornalcomunidade.com torais (copyright) nos EUA e Brasil. Reprodução total ou parcial Administração: 2213 Victoria Ln Site: www.jornalcomunidade.com somente com autorização por escrito. © 2006 JORNAL COMUNIDADE News Gateway Media Richardson, TX 75082 Tiragem: 6 mil exemplares Todos os direitos reservados Periodicidade: Mensal
  3. 3. Edição de março de 2008 Imigrantes ilegais ricos nos E.U.A. se escondem nas sombras Muitos imigrantes ilegais nos Estados “Nós estamos numa situação boa ago- sel, demógrafo líder do Centro Hispânico patrimônio confiscado para compensar Unidos são trabalhadores braçais ganhan- ra, fazendo dinheiro”, disse o homem, que Pew em Washington. os americanos que pagam impostos e que do pouco. Mas há outro grupo que atrai falou em condição de anonimato por cau- Muitos vêem o grupo como pioneiros estão perdendo bilhões de dólares devido muito menos atenção: empresários que sa de sua situação imigratória. “Nós esta- para os mais de 12 milhões de imigrantes à imigração ilegal”, disse William Gheen, montaram empresas, criaram empregos e mos crescendo a cada mês porque nossos ilegais que estimadamente vivem nos Esta- presidente de Americanos a Favor da Imi- prosperaram. clientes estão felizes. Eles são companhias dos Unidos, a maioria do México ou outros gração Legal. Há cerca de 20 mil imigrantes ilegais americanas que estão tendo muito lucro a países da América Latina. “Nós precisamos mandar uma mensa- ganhando mais de 100 mil dólares por ano partir de nossos web sites”. “Essas pessoas deveriam ser tratadas gem forte para as pessoas que querem vir como empresários, e sua existência desafia Mas o home está perto do fim de um como heróis, não criminosos”, disse Fe- o estereótipo de que os imigrantes ilegais longo processo administrativo que irá pro- lipe Korzenny, professor de marketing e aos Estados Unidos que o desrespeito às sejam um sumidouro na economia ameri- vavelmente levar à sua deportação. Então comunicações na Universidade do Estado nossas leis não os levará à prosperidade”, cana, de acordo com advogados de imigra- sua companhia iria fechar e trabalhadores, da Flórida. Imigrantes ilegais ricos também disse Gheen. ção e acadêmicos. incluindo americanos, iriam ser dispensa- vêm da Índia, China, Taiwan, Israel e África Empresários imigrantes lançaram 25% Muitos dizem estar vivendo o “sonho dos. do Sul, ele disse. das companhias de engenharia ou tecnolo- americano”, mas quase nenhum divulga “Eu sempre tentei olhar as coisas pelo O Congresso deveria abordar a sua gia entre 1995 e 2005, de acordo com um suas conquistas porque temem a deporta- lado positivo, mas agora eu estou desapon- situação particular, no mínimo porque estudo da Universidade da Califórnia em ção. tado”, disse ele numa entrevista por telefo- eles têm muito mais a perder do que ou- Berkley e Vivek Wadhwa, fundador da Re- Um exemplo é um engenheiro de ne. tros, disse George Tzamaras, porta-voz da lativity Technologies. Pode-se assumir que computação de 38 anos que continuou Michael Bander, um advogado de imi- Associação de Advogados de Imigração alguns deles eram ilegais, disse Wadhwa, nos Estados Unidos mesmo após seu visto gração de Miami que tem representado o Americanos. colunista e professor cuja companhia está ter expirado depois de ter chegado da Co- home por seis anos disse que o dilema de Os Estados Unidos oferecem um Gre- entre as 25 empresas mais interessantes do lômbia em 1999. Não muito tempo depois seu cliente mostra uma grande falha no sis- en Card para investidores, mas isso não se mundo segundo a revista Fortune. ele fundou uma firma de web design em tema de imigração. aplica para aqueles já no país ilegalmente. “Você tem que descobrir o que fazer Miami especializada em comércio eletrô- Mas oponentes da imigração ilegal com os 12 milhões de imigrantes ilegais nico. Status especial? disseram que os Estados Unidos não deve- Hoje é uma companhia que cresce rá- Não é fácil determinar o número de riam dar nenhum status especial de acordo que não tem especialização”, disse Wadhwa, pido, paga os impostos, e que recentemen- imigrantes que ganham mais de 100 mil com a riqueza para pessoas que quebraram que nasceu na Índia. “Mas o que fazer com te desenvolveu uma plataforma para rádio dólares, mas pode haver 20 mil deles e uma a lei. as centenas de milhares que nos ajudam a e TV online que pode ser uma tecnologia proporção significativa pode ganhar mais “Eles deveriam ser deportados como aumentar a nossa competitividade”? revolucionária. de 300 mil dólares por ano, disse Jeff Pas- dita a lei corrente. Gostaríamos de ver seu Fonte: Reuters
  4. 4. Edição de março de 2008 Windows Vista: um ano de vida A Microsoft comemora um ano do Turion 64x2, com 2GB de RAM e 120GB muito mais recursos – e espaço em disco Home Basic, Home Premium, Business e lançamento do sistema operacional Win- de HD. A placa de video é uma NVIDIA – que o XP, então simplesmente subsituí-lo Ultimate, cada uma delas com um perfil dows Vista para usuários residencias – a compartilhada, no momento com 128MB. em sua máquina antiga simplesmente não específico de configuração – diretamente versão para empresas chegou dois meses — Essa mesma máquina com Windo- vale a pena – alerta. ligada ao desempenho do sistema. antes – e, apesar do clima de aniversário, o ws XP não consome mais do que 200 MB Mas para a Microsoft, há muito o que — Em outros mercados, como nos espírito entre usuários não chega a ser de de RAM ao ligar e o consumo de processa- comemorar em um ano de Windows Vista. EUA, essa discussão de requerimento mí- festa. Muitos deles estão no mesmo ponto dor não chega a 10%. No (Windows) Vis- Na América Latina foram 10 milhões de nimo não faz sentido. Aqui ainda temos há 12 meses: diante dos inúmeros unidades comercializadas, conta uma sensibilidade um pouco maior, por- relatos de “bugs” no sistema mais a empresa, e o Brasil é de longe tanto o desafio é maior. O mercado é mais novo, ainda usam a versão anterior o mercado mais expressivo da sensível ao preço, até para isso temos uma ao Vista, o Windows XP. Outra região. De acordo com Ricardo versão quase exclusiva para o Brasil, que é parcela de usuários acabou ins- Wagner, gerente de produto Win- o Windows Vista Starter Edition. Tanto o talando o Windows XP no com- dows da Microsoft Brasil, o país Home Basic como o Starter rodam com putador recém-adquirido com gera um valor muito expressivo 512Mb de RAM e processador de 800mhz. Windows Vista, o que fez nascer para a marca. O Home Premium, o Vista Business, que uma palavra nova para os usuários As resistências, Wagner têm mais recursos gráficos, precisam de residenciais: “downgrade”. Quem atribui, em parte, à configuração pelo menos 1Gb de RAM, memória de ví- insistiu em usar o Windows Vista mínima exigida das máquinas à deo dedicada e compatível com DirectX 9 está aprendendo a lidar com os venda no país. Enquanto no mer- ou 10. problemas mais comuns. ta, ao abrir o Photoshop, mesmo sem uma cado internacional os microcomputadores No balanço de um ano do sistema Daniel Rodrigues, proprietário de única imagem, o processamento pula para já ofereciam memória mínima de 512Mb, operacional, Wagner destaca que, entre uma agência de internet, se apaixonou quase 60% e o consumo de memória chega no momento de lançamento do Vista, aqui os benefícios gerados pelo Vista está um pela facilidade e pela rapidez de instala- perto dos 1.5 Gb. Ou seja, se eu quiser na- no Brasil, por exemplo, as máquinas mais movimento de mercado que promoveu a ção da versão “Vista Business”. Ele elogia vegar na internet ou ouvir música enquan- comuns traziam apenas 256Mb como con- queda nos preços de commodities, como muito também a segurança do sistema, to monto um layout, tenho que fazer isso figuração básica. memória RAM e HD. mas diz que com o tempo a sua máquina em outra máquina – lamenta o usuário. Outro ponto de resistência, lembra — Basta ver que as máquinas vendi- foi se tornando insuportavelmente lenta e O executivo da Microsoft reconhece a empresa, pode decorrer da escolha da das no Natal com o Vista pré-instalado já instável. O empresário teve ainda proble- que o Windows Vista, com todos os recur- versão mais adequada ao computador vinham com uma configuração superior e mas de compatibilidade com softwares. sos que ele traz de gerenciamento, integra- do usuário. O Windows Vista é oferecido preço bastante atrativo. A pior notícia veio quando tentou fazer o ção e principalmente segurança, “requer em português em cinco versões: Starter, Fonte: O Globo Online “downgrade” e foi informado que a prática uma configuração mínima mais alta”. só é possível quando o sistema operacional — Nesse ponto, encontramos certa vem pré-instalado na máquina. resistência – relata o executivo. A gota d’água veio quando tentei es- Já o usuário Fabio Zucchetto, que tam- petar um simples pen drive, que não foi re- bém teve dificuldades com o Vista, acredita conhecido, me fazendo transferir 2GB de que eles foram muito mais relacionados à arquivos pela rede! - desabafa Daniel. adaptação do que a problemas do próprio O gerente de produto Windows da sistema operacional. Microsoft Brasil, Ricardo Wagner, esclarece — Os problemas mais recorrentes que o downgrade sempre foi uma política que tive no início foram relativos à confi- da Microsoft, especialmente para empresas guração de Internet, rede e wireless. Após que decidem ter um sistema operacional e ‘aprender’ como a coisa funcionava no Vis- precisam padronizar para otimizar custos. ta, percebi que a configuração é mais fácil No caso do Vista, o processo é permiti- do que no XP – relatou. do apenas para máquinas que vem com o Zucchetto usa o Vista Business em um sistema operacional pré-instalado, com a notebook modelo Vaio, da Sony, com pro- licença OEM do Ultimate e do Business. cessador Core Duo 2 Ghz e 2 Gb de RAM. Usuários domésticos ou que compram o Para ele, a experiência de uso do Vista é sistema separadamente, com a licença SPP, mais agradável do que no XP. Além disso, o não podem fazer o chamado “downgrade”. usuário considerou o sistema mais estável, Para o designer Rafael Apocalypse, pelo menos na versão Business. Conheci- que recentemente comprou um notebook do como ‘consultor de informática’ entre com o Vista Home Premium pré-instalado, os parentes, Zucchetto destaca que, após o sistema é “visualmente mais simpático entender o modo como “o Vista funciona”, que o XP”, mas repleto de “firulas” que as dúvidas e problemas entre os parentes acabam incomodando os usuários. Outro diminuíram consideravelmente. ponto que os usuários esperam ver sanado — Eu recomendo o Vista Business. com a chegada da atualização é a alta de- Não posso falar pelas outras versões, até manda por hardware. Segundo Apocalyp- porque já ouvi críticas sobre elas, espe- se, o sistema operacional consome de sua cialmente a Home. Porém, o grande in- máquina, assim que é ligada, quase 800MB conveniente é que, se você pretende fazer de memória RAM e o processador oscila o upgrade, vai precisar de uma máquina entre 20 e 40%. O designer possui um PC parruda. O Vista é um OS que demanda
  5. 5. Edição de março de 2008 Brasil passa à condição de credor externo, diz BC O Banco Central estima que o Brasil “A gente sabe que os investidores dão da credibilidade do país, acaba contribuin- bom com o ambiente internacional como tenha passado a credor externo líquido em valor a esse número, entre outros de susten- do também para uma redução dos custos está”, diz Velloso. Ele acrescenta que “essa janeiro, quando os ativos do país no exte- tabilidade externa. As agências de risco dão de financiamento e para a facilidade de condição permite a gente não ficar preo- rior devem ter superado os passivos em cupado quando há saída de hot money, 4 bilhões de dólares. como houve recentemente na Bolsa, do A projeção consta de relatório sujeito vender ação aqui para cobrir pre- divulgado nesta quinta-feira pelo BC juízo na Bolsa de Nova York”. ressaltando a evolução recente dos indi- O ex-diretor de Política Econômica cadores de sustentabilidade externa do do Banco Central (BC) e sócio da Ciano país. O resultado das contas externas de Investimentos Ilan Goldfajn conside- janeiro será divulgado na próxima sema- rou “simbolicamente relevante” a trans- na. formação do Brasil em credor externo. A dívida externa líquida somava “Mostra que uma crise externa não vai 165,2 bilhões de dólares no final de afetar a gente como antes.” 2003. Ao longo dos últimos quatro anos, Como Velloso, Goldfajn acredi- esse montante caiu progressivamente ta que o superávit em conta corrente como resultado do fortalecimento ex- (resultado da balanças comercial e de pressivo das reservas internacionais e do serviços mais a conta de transferências programa de recompra da dívida externa unilaterais) dos últimos anos permitiu e de antecipação de pagamentos. o aumento das reservas internacionais e Apenas no ano passado, as reservas a passagem da dívida externa líquida de internacionais cresceram 110 por cento positiva para negativa. Ele também acha e chegaram a 180,3 bilhões de dólares no que “é natural que vire um déficit, mas final de dezembro. A recompra de papéis será pequeno e não será problema”. da dívida externa no mercado secundá- O ex-diretor de Assuntos Interna- rio somou 5,4 bilhões de dólares. valor a esse número”, afirmou a jornalistas buscar as composições desejadas que a cionais do BC e atual economista-chefe Para o Tesouro Nacional, o fato de o o coordenador de Planejamento Estratégi- gente quer para o longo prazo.” para a América Latina do ABN Amro Bank, Brasil ser credor externo líquido deve con- co da Dívida Pública, Rodrigo Cabral. O BC destacou, em seu relatório, a Alexandre Schwartsman, diz que “o relató- tribuir para uma redução de seu custo de “Então é um número que certamente, importância de o país ter consolidado uma rio terá pouco impacto” no mercado. “É financiamento. contribuindo para essa contínua melhora melhora nos seus indicadores externos mais importante do ponto de vista do setor dada a instabilidade recente dos mercados. público, que já é credor da dívida externa “Diante de um cenário internacional desde abril de 2006.”Ele acrescenta que por aumento considerável na incerteza, o setor público ganha sempre que há um pela volatilidade dos mercados financeiros choque externo com efeitos no câmbio, já e desaceleração da atividade econômica, a que a dívida não está mais atrelada à mo- melhoria desses indicadores tende a mi- eda estrangeira. “O relatório agrega pouco tigar, embora sem anular por completo, o em informações, já que o é composto de impacto de eventos externos adversos.” dados conhecidos.” Mas “está longe de não Mas para alguns economistas, “não é ser relevante”. normal o Brasil ser credor externo”. A posi- Tomás Málaga, economista-chefe do ção do Brasil como credor externo deve ser Itaú, avalia que o feito anunciado pelo BC temporária. Ela é benéfica neste momento é resultado de uma ação que começou há de crise externa, mas seria ruim se mantida pelo menos cinco anos, quando o Brasil permanentemente. A análise é do ex-minis- começou a ter superávits expressivos em tro do Planejamento e organizador do Fó- conta corrente - que agrupa resultados da rum Nacional, João Paulo dos Reis Velloso, balança comercial e das transações de ser- e do pesquisador da Fundação Getúlio viços e rendas com o exterior. Segundo ele, Vargas (FGV) e assessor econômico do se- essa melhora permitiu ao Brasil passar de- nador Tasso Jereissati, Samuel Pessôa. forma tranqüila pelo pior da crise interna- Para eles, não é natural para um país cional deflagrada nos Estados Unidos. que precisa de recursos como o Brasil estar Para o futuro, Málaga não arrisca afir- exportando poupança. “É um pouco estra- mar que o Brasil deve se manter na posição nho o Brasil ser credor”, diz Pessôa. “Em de credor. Ele acha provável que o endivi- teoria econômica, um país pobre como o damento externo do governo diminua nos nosso é devedor porque, para ser credor, próximos anos. Mas o mesmo não deve precisa ter a poupança muito alta ou inves- ocorrer com a dívida privada. “É natural timento muito baixo”, disse o economista, que essa dívida aumente porque o setor atribuindo o fato, no caso brasileiro, ao in- privado tem tomado empréstimos no ex- vestimento baixo. terior para aumentar os investimentos e a “Um país como o Brasil ser credor capacidade produtiva no País. Isso é uma líquido é como uma empresa sem dívida: boa notícia”, diz o economista. não é uma situação normal. Mas isso é Fonte: Reuters e Estadão
  6. 6. Edição de março de 2008 Programa vai destinar R$ 11 bilhões para os municípios mais pobres Brasília - As regiões do país com me- visória sobre Movimentação Financeira Desenvolvimento Agrário, Marcos dal Fa- A perspectiva das autoridades do go- nor Índice de Desenvolvimento Huma- (CPMF), “há uma atuação do Palácio do bdru. verno, segundo ele, é, até 2010, dobrar o no (IDH) receberão a partir deste ano os Planalto” junto a sua base aliada para pre- “Este é um programa do Governo Fe- número de territórios envolvidos com o principais programas do governo federal servar os recursos para a execução do pro- deral. Há uma atuação do Palácio do Pla- programa. Com isso, acrescentou, espera- de forma integrada. A iniciativa, denomi- grama Territórios da Cidadania, que será nalto para a manutenção dos recursos. Se se investimentos de mais de R$ 20 bilhões nada Territórios da Cidada- a partir de 2010. nia, reunirá 135 ações de 19 “A expectativa é de que ministérios que pretendem o governo, em função do atender em 2008 cerca de trabalho realizado na área mil municípios brasileiros. econômica, se tenha maior O programa de integra- capacidade de intervir e ção das ações do governo, aplicar recursos em prol da com investimento previsto regiões. É possível fazer essas de R$ 11,3 bilhões, será lan- estimativas”, destacou o chefe çado oficialmente amanhã de gabinete. (25) pelo presidente Luiz O governo federal inves- Inácio Lula da Silva. tirá, em 2008, R$ 11,3 bilhões A idéia é atender, nes- em ações rurais voltadas para te ano, 60 territórios e, em a melhoria das condições de 2009, 120 em todo o país. cidadania, produção, infra- Mais de 2 milhões de famí- estrutura e ambientais. En- lias de agricultores familia- tre os critérios de prioridade res, assentados da reforma nos investimentos, de acordo agrária, quilombolas, indíge- com Marcos dal Fabdru, es- nas, famílias de pescadores tão territórios que registram e comunidades tradicionais Índices de Desenvolvimento terão acesso às ações. Humano (IDH) mais baixos. De acordo com o mi- Outros parâmetros que serão nistro do Desenvolvimento levados em consideração di- Agrário, Guilherme Cassel, zem respeito a “organização “o programa é um esforço do governo fe- lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula o governo lança um programa, no dia 25, social destas regiões, incidência de comu- deral para superar de uma vez por todas os da Silva. anuncia o envolvimento de R$ 11,3 bi- nidades tradicionais como quilombolas, bolsões de pobreza que ainda persistem no A afirmação é do chefe de gabinete lhões, certamente o governo vai trabalhar indígenas e incidência de programas na meio rural brasileiro”. da Secretaria de Extrativismo e Desen- junto a sua base para a preservação deste área social como o Bolsa Família”. Os municípios envolvidos foram reu- volvimento Sustentável, do Ministério do orçamento”, disse. Fonte: Agência Brasil nidos em territórios pela identidade cultu- ral, econômica e produtiva. Os territórios terão de dez a 30 municípios e haverá pelo Restaurantes adotam sistemas de cardápio eletrônico menos um em cada estado da federação. Restaurantes nos Estados Unidos, taurantes familiares. O sistema se baseia Sul e Bélgica. O ministro explicou que a escolha Europa e Japão estão testando tecnologias em telas de toque que já estão em uso em O Frame, um restaurante de sushi dos municípios que irão compor os “ter- que permitem que os fregueses peçam co- refeitórios selfservice ou para serviços de que tem feito sucesso em Tel Aviv e usa ritórios” levou em conta, além dos índices mida diretamente a partir de telas instala- venda de ingressos e compra de passagens o sistema, disse que as vendas nas mesas de IDH, regiões com maior número de das em suas mesas, em lugar de depender em cinemas e aeroportos. equipadas com o eMenu subiram cerca assentamentos da reforma agrária, maior de um ser humano que anote o pedido. “Se uma pessoa começar a ver fotos de 11 por cento. Os consumidores muitas concentração de agricultores familiares, de Além de cortar custos, as em- vezes telefonam com antecedência comunidades quilombolas, de indígenas, presas que vendem sistemas de “car- para reservar as mesas equipadas assim como maior número de atendidos dápio eletrônico” argumentam que com as telas, disse a gerente Natalie pelo Bolsa Família. “São critérios que indi- a abordagem pode atrair pela novi- Edry à Reuters. cam a concentração da pobreza”, afirmou. dade e levar mais fregueses jovens Em uma das mesas equipadas De acordo com Cassel, o Territórios aos restaurantes, utilizando imagens com o eMenu, Gil Uriel e sua jovem da Cidadania dará mais recursos aos pro- atraentes de filés suculentos e sobre- família demonstravam entusiasmo gramas já existentes. “Especialmente aqui mesas tentadoras para inspirar os ao ver as fotos da comida, e brigavam no Ministério do Desenvolvimento Agrá- fregueses a pedir mais. alegremente quanto a sobremesas. rio teremos um acréscimo orçamentário A idéia talvez seja apenas o mais “É mais visual”, disse Uriel, que de R$ 1,1 bilhão”, disse o ministro. recente truque de marketing em um trabalha no setor de tecnologia da setor que é movimentado por modas informação, enquanto seus filhos Governo quer preservar e caprichos dos consumidores. Mas, usavam a função de jogos da tela recursos do programa pelo menos por enquanto, parece estar es- de um bolo de chocolate, é provável que no intervalo entre um prato e outro. “Po- Como no Congresso a ordem é cor- timulando os negócios. termine pedindo”, disse Adi Chitayat, pre- demos escolher do mesmo jeito, discutir tar R$ 20 bilhões no Orçamento Geral da Em Israel, a Conceptic, uma empresa sidente-executivo da Conceptic. do mesmo jeito, mas é mais fácil quando União para 2008, por conta da perda de de capital fechado, já instalou a tecnologia A empresa também forneceu seus sis- todos vêem o que vão comer.” recursos com o fim da Contribuição Pro- de eMenu em casas de sushi, bares e res- temas a restaurantes na França, África do Fonte: BBC Brasil
  7. 7. Edição de março de 2008 A História das histórias - Parte 4 A vida do ser humano depois de sua Falando primeiro nas tragédias, o ho- cada por outros assassinatos, poligamia, e temos, podemos ver como a sociedade foi separação de Deus foi marcada por tragé- mem já se corrompeu logo de início. Sem outros pecados. influenciada por suas leis, e podemos dizer dias. Civilizações afloraram, evoluiram e falar da queda e expulsão do Édem, logo Com o passar do tempo, a terra estava que não existe mais escravidão, abuso de depois desapareceram. É certo que mui- em seguida, dois dos filhos de Adão e Eva dividida entre os que seguiam a Deus, uma crianças e crimes que não sejam em sua to do que restou da origem divina do ser (tiveram muitos filhos, conforme o Livro minoria que chegou a ser representada por grande maioria condenados pela socie- humano, mesmo que deformado, perma- de Gênesis, o primeiro livro da Bíblia), uma família somente, a do patriarca Noé, e dade e punidos pela lei. Ninguém sai por neceu, fazendo de nós um paradoxo. Deus chamados Caim e Abel, foram os protago- os que não queriam nada com o Criador. aí queimando bebês à deuses pagãos, ne- continuou se relacionando com uma mi- nistas de uma tragédia familiar. Após ofe- Deus resolve então trazer juízo contra nhum país vai noutro país buscar ou com- noria, mas se comunicando com todos. recerem um sacrifício - tipo de oferenda - a aqueles que escolheram deliberadamen- prar escravos, ninguém sai matando gente Deus nunca parou de se comunicar com Deus, o filho mais velho, Caim, tomado de te o mal, ordenando a Noé e a seus filhos publicamente e acha que ficará impune. o homem, nem jamais desistiu dele. O ciúmes e inveja, mata seu irmão Abel. Os que construissem uma Arca - ou navio de Temos crimes e corrupção, sim, porém a amor do criador pela criatura é paternal e descendentes de Caim mostram como a madeira, para que pudessem escapar do maioria dos cidadãos do mundo procura eterno. degeneração humana se multiplicou, mar- dilúvio que Ele enviaria. Enquanto a Arca viver fora dessa área marginal. Estaríamos foi construida, o povo teve a opção de se então melhorando? Será que a humanida- voltar para Deus, porém isto não aconte- de evoluiu? O que você acha? ceu. Ao final de sua construção, não só Será que só mudamos as roupagens recusaram o convite ao arrependimento do mal? Será que a escravidão acabou? E e salvação, como zombaram de Noé e de o sacrifício de crianças? Seriam esses pe- Deus. cados praticados hoje, abertamente, sob O triste resultado iniciou uma nova outro disfarce? Para falar a verdade, creio era, a dos pós-diluvianos. Da descendên- que o mundo piorou, e todas essas formas cia de Noé, de um de seus filhos, chamado de errar continuam, e muito mais acentua- Sem, viria a nascer o patriarca Abraão, que das. Para comparar os tempos hodiernos posteriormente seria o pai de uma peque- com os passados, bastaria apenas que al- na nação chamada Israel. A terra voltou a gumas lembranças dos males praticados ser habitada e novamente um grande juízo hoje revelassem sua supremacia em rela- aconteceu, em rebeldia à uma ordeu de ção àqueles: a bomba atômica, terrorismo, Deus para que se espalhasse e povoasse a armas químicas e biológicas, as drogas, os terra. Esse juízo é conhecido pelo nome abortos, a fome provocada pela má distri- de a Torre de Babel. Conta a Bíblia que buição das riquezas e pela política estran- Deus, naquela ocasião, fez com que o povo geira das nações ricas, a continuidade da que até então falava uma só lingua, se divi- existência de religiões pagãs e satânicas, disse, iniciando assim a multiplicação das enfim, somos hoje muito mais sofistica- línguas que hoje passam de sete mil. dos em inventar novos meios de pecar e Você diria, Deus era tão severo! Se de errar. Na próxima edição falaremos da estudarmos as civilizações daquela época problemática de Deus amar o ser humano descobriremos as atrocidades que eram porém rejeitando completamente o mal e cometidas: crianças sacrificadas e quei- o pecado inerente a este. madas em rituais pagãos, mulheres sem proteção ou direitos, escravidão na maio- Pastor Julio B. Pinto ria dos países, promiscuidade e falta de MOCOP - Mount Olive Church of Plano higiene, uma nação escravisando outra, as- 300 Chisholm Place, Plano, TX 75075 sassinatos cometidos sem quaisquer puni- www.igrejabrasil.com ções. Hoje, com todos os problemas que
  8. 8. Edição de março de 2008 Indocumentados hesitam em entrar numa América menos atrativa Menos imigrantes ilegais estão cruzando a fronteira, ao que parece. Escassez de trabalho e o duro cumprimento das leis os desestimulam. By Marla Dickerson, L.A. Times Staff Writer. apreensões é frequentemente interpretada vendo no exterior mandaram $20.4 bilhões de fronteira foram despachados para a Lorenzo Martinez, um imigrante ile- como um sinal de que menos migrantes es- de dólares para a família no México, um au- região, 25% a mais do que em 2006. Está gal que tem vivido em Los Angeles por seis tejam tentando a viagem. mento de 1.3% sobre o mesmo período de planejado que mais três mil estarão sendo anos tem uma mensagem para sua paren- * O taxa de aumento da população 2006, de acordo com o banco central me- assumindo posição até o fim de 2008. tela no estado de Hidalgo, no México: Fi- mexicana nos E.U.A. caiu de 8% em 2005 e xicano. Os montantes estavam crescendo a “É uma combinação de mais contin- quem onde estão. 2006 para quese metade, ou 4.2% em 2007, mais de 20% anualmente de 2004 a 2006. gente, tecnologia e infraestrutura”, disse O trabalho ininterrupto na constru- de acordo com a análise de dados do censo O que está por trás do aparente declí- Ramon Rivera, porta-voz da Agência de ção civil que o tem permitido envar até feita pelo Centro Hispânico Pew. nio? Alguns dizem que é principalmente a Prote8ção à Fronteira e Alfândega, a respei- mil dólares por mês nos últimos anos de- * O empregamento de hispânicos es- recessão no setor de construção, que tem to do declínio no número de apreensões. sapareceu. Com 36 anos de idade, o pai de Expertos em imigração dizem que o quatro filhos disse que o desespero estava cumprimento mais duro das leis é somente crescendo entre os trabalhadores com os uma dentre várias explicações. O aumento quais estava competindo por trabalhos não de tropas na fronteira encorajou mais imi- convencionais. grantes ilegais a contratarem contraban- E o emprego esporádico não é nem distas profissionais, cuja taxa de sucesso é metade da situação. Martinez disse que maior do que a de indivíduos, de acordo a ansiedade estava em alta entre os traba- com Wayne Cornelius, diretor do Centro lhadores indocumentados por causa do para Estudos Comparativos de Imigração, aumento de batidas da imigração nos am- na Universidade de San Diego. bientes de trabalho, aumento do número Ele disse que o cumprimento mais de deportações e as crescentes exigências duro das leis também desencorajou mui- de que os empregadores dessem prova de tos trabalhadores de voltarem para seus pa- que eles estavam no país legalmente. íses de origem para visitas ocasionais, por “É melhor não vir”, diz Martinez a medo de serem apanhados ao reentrar nos qualquer um que esteja pensando em cru- Estados Unidos. Menos pessoas indo e vin- zar a fronteira ilegalmente para os Estados do pela fronteira leva a menos apreensões. Unidos. “A situação está realmente ruim”. A queda do número de apreensões A mensagem parece estar sendo assi- também se encaixa num padrão familiar, Um agente federal de Imigração e Alfândega realiza uma busca num homem não identificado, à direita, durante uma batida numa fábrica da milada. Há inúmeros indícios de um desa- Swift and Company Beef em Greely, Colorado. um que tradicionalmente tem mais a ver celeramento da imiração ilegal. trangeiros cresceu a uma taxa bem menor sido um ímã para trabalhadores ilegais com a força do mercado de trabalho nos * Uma pesquisa recente realizada por no primeiro trimestre de 2007 do que di- nos últimos anos — um em cada cinco E.U.A. do que guardas ou muros. autoridades mexicanas mostra que menos rante o mesmo período nos últimos três imigrantes latinos trabalha em constru- “É a economia, estúpido”, diz Corne- mexicanos dizem estar planejando procu- anos, de acordo com Pew. O desacelera- ção. Outros dizem que é mais por causa do lius. rar trabalho fora do país. No terceiro tri- mento foi particularmente notável na in- aperto do setor de imigração do governo O especialista em demografia Jeffrey mestre de 2007, cerca de 47 mil disseram dústria de construção civil. americano. Passel disse que o desemprego nos Esta- estar fazendo as malas. Isso é aproximada- * O crescimento do empregamento Uma política de segurança mais dura dos Unidos foi o fator correlato mais forte mente um terço a menos do que no mes- de hispânicos estrangeiros no setor foi de e de “arrastões” no ambiente de trabalho encontrado por ele ao seguir fluxos migra- mo trimestre do ano anterior. 10.9%, comparado com uma média de fizeram manchete em países da América tórios. No mês passado, a taxa de desem- * Autoridades americanas prenderam crescimento de 19.8% no primeiro trimes- Latina, amedrontando quem se preparava prego para latinos era de 5.7%, comparado somente pouco menos que 877 mil imi- tre de 2004 a 2006. para migrar. Autoridades americanas estão com 5% em novembro de 2006. grantes ilegais no ano fiscal de 2007, que * O aumento de envios de dinheiro instalando centenas de milhas da nova cer- “Quando é fácil encontrar trabalho, terminou em setembro, 20% a menos com- mandadas ao México tem dimunuído bas- ca ao longo da fronteira sul. eles vêm. Quando é difícil, eles não vêm”, parado com o ano anterior. Uma queda nas tante. Em outubro de 2007, mexicanos vi- Cerca de 15 mil agentes da patrulha Continua na pág. 17

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