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  1. 1. Guia de estudo PATOLOGIA MACROSCÓPICA
  2. 2. P r ó s t a t a Secções possivelmente transversais de uma próstata com volume aparentemente aumentado e forma parcialmente alterada; provavelmente o órgão apresenta peso aumentado. Apresentam coloração acastanhada com áreas mais claras de tamanho e formas variadas e delimitadas por uma linha mais escura ocupando toda a região(nódulos). Verifica-se em alguns nódulos a presença de estruturas císticas. A superfície de corte é rugosa com aspecto bosselado e a consistência é firme-elástica (nódulos mais firmes). A superfície externa também é acastanhada, apresenta aspecto rugoso e uma cápsula transparente. A hipótese diagnóstica é: HIPERPLASIA NODULAR GLÂNDULO-ESTROMAL.
  3. 3. Secções coronais de uma próstata com volume aparentemente aumentado e forma parcialmente alterada; provavelmente o órgão apresenta peso aumentado. Apresentam coloração amarelo-esbranquiçada com áreas mais claras(brancas) de tamanho e formas variadas e bem delimitadas ocupando toda a região(nódulos). Verifica-se em alguns nódulos a presença de estruturas císticas. A superfície de corte é rugosa com aspecto bosselado e a consistência é firme-elástica (nódulos mais firmes). A superfície externa também é amarelo-esbranquiçada, apresenta aspecto rugoso e uma cápsula transparente. A hipótese diagnóstica é: HIPERPLASIA NODULAR GLÂNDULO-ESTROMAL P r ó s t a t a
  4. 4. T i r e ó i d e Corte coronal do lobo de uma glândula tireóide apresentando tamanho e peso aumentados de cor castanho-avermelhada e forma preservada. Apresenta uma superfície externa castanha e rugosa, parcialmente recoberta por uma cápsula fibrosa. Na superfície de corte nota-se múltiplas lesões nodulares não encapsuladas, pouco afastadas, de consistência carnosa e separadas por uma fina substância branca elástica. Além disso, observa-se algumas áreas com aspecto mais brilhoso, que correspondem ao colóide. A hipótese diagnóstica é: HIPERPLASIA DA GLÂNDULA TIREÓIDE.
  5. 5. C o r a ç ã o Corte transversal de um coração em que se observa parede do ventrículo esquerdo com aproximadamente 2,0 cm de espessura e parede do ventrículo direito bem menos espessa (perdendo a proporção 2x1); a coloração é castanha e o peso é possivelmente aumentado; tem consistência firme-elástica. Na luz observa-se parte dos músculos papilares e/ou trabéculas cárneas aparentemente preservados. A hipótese diagnóstica é: HIPERTROFIA DO VENTRÍCULO ESQUERDO.
  6. 6. Ú t e r o Secção sagital ou coronal (?) de útero, com tamanho, volume e peso diminuidos. Superfície externa rugosa e acastanhada. Aos cortes, observa-se mucosa esbranquiçada e lisa, além de miométrio acastanhado com aspecto fasciculado. A luz encontra-se reduzida. Na parede do colo encontra-se um cisto (cisto de Naboth); o istmo do órgão se apresenta em fenda. A hipótese diagnóstica é: ATROFIA DO ÚTERO.
  7. 7. P u l m ã o Pulmão (ou fragmento de) com tamanho e volume diminuídos (murcho). Apresenta superfície rugosa,acinzentada de consistência elástica. Em toda a área há múltiplos pontos enegrecidos (antracose). Além disso, em uma região mais periférica, observa-se extensa e disforme área vinhosa. A hipótese diagnóstica é: INFARTO HEMORRÁGICO.
  8. 8. C o r a ç ã o Corte fronto-coronal de coração na coloração pardacenta, aparentemente sem alteração anátomo-patológica (a parede do ventrículo esquerdo pode estar ligeiramente aumentada) com consistência firme-elástica. Na superfície externa verfica-se no campo correspondente ao ventrículo esquerdo uma região mais clara(fibras de colágeno) recoberta por uma área vinhosa (halo hiperêmico). Aos cortes, observa-se paredes ventriculares, músculos papilares, cordoalha tendínea e valva cardíaca aparentemente preservados. A hipótese diagnóstica é: INFARTO ISQUÊMICO
  9. 9. B a ç o Baço em tamanho, forma e volume aparentemente preservados , além de superfície externa lisa. Apresenta coloração enegrecida em sua maior extensão, enquanto que na periferia nota-se áreas mais claras em formato triangular com ápice apontando para o centro do órgão. A hipótese diagnóstica é: INFARTO ISQUÊMICO.
  10. 10. R i m Corte coronal do rim em que se observa tamanho, volume e forma preservados. A superfície externa é ligeiramente rugosa e de coloração acastanhada; além de ser parcialmente recoberta por uma cápsula fibrosa transparente. Aos cortes, córtex e colunas renais se apresentam acastanhadas e mais claras que as pirâmides; a pelve renal é pardacenta. Os cálices renais estão aparentemente preservados. Verifica-se na periferia do órgão uma área mais clara de formato triangular com ápice voltado para o hilo. A hipótese diagnóstica é: INFARTO ISQUÊMICO.
  11. 11. F í g a d o Corte coronal de fígado com tamanho, forma, volume e peso aparentemente preservados. A superfície externa é lisa, revestida por cápsula translúcida e de coloração x (depende do órgão que vc pegar). Aos cortes, verifica-se uma superfície lisa de consistência firme e coloração x (pode apresentar áreas amareladas que correspondem a esteatose). Apresenta pontos acinzentados e pontos pardacentos distribuídos em toda superfície, dando-lhe o aspecto de “noz-moscada”. Verifica-se pequenas cavitações que correspondem aos ramos venosos. A hipótese diagnóstica é: HIPEREMIA PASSIVA CRÔNICA

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